23 de agosto de 2019

BRASIL SOB ATAQUE

Estamos sob bombardeio cerrado e, pior, sendo os maiores danos causados  por “fogo amigo”. Fogo que parte a todo momento dos nossos próprios veículos de comunicação. Sua munição é informação manipulada, distorcida e até mesmo toda falsa. Estou me referindo à NOSSA AMAZÔNIA. O jornal da noite na TV começa com notícias alarmantes, oriundas de fontes questionáveis, todas com o nítido intuito de destabilizar o governo do país. Dão a entender que o Brasil está envenenando a atmosfera, o ar do mundo. 

Nos grandes incêndios florestais que ocorreram nos últimos anos em PORTUGAL e na CALIFÒRNIA, até com grande  número de vítimas humanas, não houve nada disso. Agora provocam toda essa celeuma. E é gente nossa que lá do conforto dos seus estúdios usa microfone e câmera para COBRAR providências. Dão a entender que é só mandar um caminhão de bombeiros lá para o meio da mata, ou enviar aqueles aviõezinhos para jogar água naquela imensidão. Olhando para a tela da TV, são capaz de pensar que a Amazônia é quintal de Brasília.

Antes o problema era o DESMATAMENTO, agora o desmatamento ainda favorece o fogo. “O Brasil é país subdesenvolvido e o brasileiro não tem capacidade para cuidar de suas coisas” é o mote dos que estão a cobiça dos  nossos bens , das nossas riquezas. São enormes os recursos minerais existentes naquela área, além de um aquífero maior que o Aquífero Guarani. E acreditem ou não, parece que desta vez o americano não está envolvido, pois é da NASA que vem a notícia:

A CAMPANHA AMBIENTAL CONTRA O BRASIL É PURA MANIPULAÇÃO que acoberta interesses políticos e comerciais! E continua: O Brasil é um celeiro da alimentação mundial, mesmo assim só vem ocupando 7,6% de sua área para o cultivo agrícola, enquanto para o mesmo fim, Estados Unidos usam 18%, China 17%, Europa 40 a 65%.

Aqui cabe voltar mais uma vez ao AQUECIMENTO GLOBAL, que não passa de uma enorme FRAUDE com objetivos excusos ligados à implantação GOVERNO MUNDIAL. Tenho aqui um vídeo de ca. de 15 minutos, no qual um  professor de climatologia de uma das mais importantes universidades do país é entrevistado sobre o assunto por uma das mais legendárias figuras da nossa TV. Deixo de dar o nome, pois com o “clima” que reina hoje é capaz de sofrer ainda alguma represália. Ele não tem papas na língua: 
- “Efeito estufa” é a maior falácia científica que existe na história;
- camada de ozônio não existe;
- gelo do Ártico derrete e congela e mesmo total derretimento pouco alteraria o nível do mar, para que isso acontecesse teria que derreter todo o gelo da Antártica;
- clima global não existe, só exite o clima local e é cíclico;
- vegetação responde ao clima, não o clima à vegetação;
- floresta (rain forest) é feita pela chuva, não é a chuva que é feita pela floresta;
- quem manda no planeta são os oceanos, cobrem ¾ da superfície e são os responsáveis pela troca de massa e energia;
- desmatamento não tem influência global.

Sem tomar partido político, sou de opinião que a campanha que está se fazendo contra governo brasileiro, apoiando, favorecendo e até representando interesses estrangeiros é em prejuízo ao país como um todo e, portanto, CRIME DE LESA-PÁTRIA.

16 de agosto de 2019

ONG não é o que PARECE

Vivi alguns anos no litoral, onde passei pela experiência de ser um “ecochato”. Assim eram chamados os que se preocupavam com natureza. Havia lá um centro universitário dedicado aos estudos do mar. Amizades que se formaram pela convivência, tiveram sua atenção atraídas para problemas naturais da região. Meio ambiente ainda não era expressão corriqueira, usava-se mais ecologia. Havia problemas sérios, entre eles a ameaça de extinção do mangue. O empenho pessoal daquela meia-dúzia de nós valeu a pena.

Sabendo depois que no mundo passaram a existir ONGs – Organizações Não Governamentais que voluntariamente se dedicavam a encontrar, ou promover junto a órgãos competentes, a solução para problemas públicos, ainda pensei: “pô, era isto o que precisavamos ter feito, teria tornado nosso trabalho muito mais fácil.”

MUDEI RADICALMENTE DE OPINIÃO! 
Assim como fora a minha primeira impressão, muita gente ainda hoje deve pensar que ONG é coisa boa, é gente voluntária se preocupando com o planeta, com a natureza, com a vida. Uma ONG é muito mais do que eu pensava. Não existe, como qualquer outro negócio, botequim ou empresa, no ordenamento jurídico brasileiro. É de se notar que essas organizações não têm os controles e as limitações às quais um governo normal e democrático é obrigado a se sujeitar. Talvez nem endereço tenham. Parecem bom negócio. O Google diz que só em Curitiba existem 450 (quatrocentos e cinquenta).   

ONG é supra-nacional! Fora criada, ou melhor, inventada pela ONU - sempre ela - com a aprovação da AGENDA 21 (convido a lerem mais sobre este assunto neste blog sob data 11.4.2016). ONGs não têm fins lucrativos, mas podem receber doações(!). Também atuam quase como um governo ou legislativo paralelo.  -  Noite destas durante o noticiário na TV, uma reportagem na Câmara de Deputados permitiu que se visse um requerimento sobre a mesa diretora, no qual, de relance, deu para notar que vinha assinado por cerca de quinze ONGs.

Na verdade ONG é obra daqueles que querem instalar o Governo Mundial. Esses Globalistas passaram a ter aí poderosa arma para subordinar as nações existentes à ONU, submetendo-as à sua prospecção com ajuda das incontroladas, não eleitas e democraticamente não autorizadas ONGs. Isto quer dizer que Estados soberanos, constituídos em liberdade e democraticamente, estão sendo desautorados, rebaixados a simples regiões administrativas. Estamos tendo prova disto no affair que nosso governo está enfrentando na questão do Desmatamento na Amazônia. Desde quando um país se arvorava a dar palpites na administração de outro país? Pelo menos aberta e descaradamente, como está acontecendo. Floresta Amazônica é floresta brasileira. Se ela é o “Pulmão do Mundo” e está faltando ar para vocês, então talvez seja hora de vocês comprarem suas doses. Nós não temos que pagar juros pelo dinheiro que só vocês têm? Além do mais existem outras florestas no mundo, não presisam falr só da nossa.

Essa estória de CLIMA, AQUECIMENTO GLOBAL, CO2 é tudo pretexto açodadamente propagado com ajuda das ONGs estimuladas com os afago de Soros e companhia.
Ditadura mundial a caminho, as ONGs são ferramenta na implantação do novo sistema e, como não eleitas, a ninguém devem responsabilidade. Desmonta-se a democracia e a liberdade individual vai para o espaço.

9 de agosto de 2019

Filhos do Estado, não!

É este o título de um brado de revolta representado pelo manifesto de uma mulher, que, com admirável discernimento, consegue descrever os métodos  através dos quais está sendo preparado um terrivel destino para nós humanos.
Tanto eu aqui quanto colegas mundo web afora, temos denunciado medidas, ordens, imposições, cujo sentido e propósito visa criar profundas alterações nos relacionamentos entre pessoas e estados. Vinham de fontes nem sempre definidas, mas divulgadas e promovidas pela mídia subserviente, tinham principalmente o intuito de criar dissensões. Têm como consequência alterações dos preceitos e costumes familiares da sociedade ocidental. 

Nisto vem às minhas mãos, lá da terra d’além-mar, esta chocante análise da situação, feita por corajosa mulher.

Já ao começar a autora lembra: 
>Karl Marx afirmou que a Família é uma estrutura social opressora, na qual o homem representa o papel de “proprietário”, quer de sua mulher, quer dos seus filhos. E que desta decorre a aceitação colectiva e acrítica de um sistema patriarcal, hierarquizado, favorecedor da transmissão da propriedade entre gerações e, portanto, da perpetuação da propriedade privada, pedra angular do capitalismo e do sistema financeiro.< Foi por isso, proposta a destruição da Família, enquanto caminho para o socialismo, tal como foi tentado na União Soviética, embora sem sucesso. A via da força mostrou-se ineficaz.

Sigo fazendo algumas citações da matéria:
O caminho passou a ser indicado pela Escola de Frankfurt que na década de 1970 trouxe a revolução sexual, a “libertação” da mulher e a dissociação do significado unitivo do matrimônio. Agora emancipada do marido, a mulher passou a ser escrava do mercado de trabalho e a fugir ao apelo biológico da maternidade. Surge a necessidade de retirar da criança a noção da autoridade dos pais. Sexo deixa de significar distinção biológica entre masculino e feminino, sendo substituido por dezenas de gêneros, implementando a agenda de ideologia de gênero. 

É um erro contra todos os princípios naturais e instituidos. Como pode vingar? A resposta é: propagação do erro e um público-alvo treinado para não pensar.


Neste processo desencadeado por instituições nacionais e internacionais que procuram conquistar a hegemonia cultural e política, as pessoas são descartáveis e substituíveis, em contraste com a socialização primária, característica da Família, no seio da qual se aprendem os valores, a moral e os modelos comportamentais, onde as relações são baseadas no amor e nos vínculos, onde o indivíduo é insubstituível. Por que a sociedade não resiste? Primeiro porque o erro é implementado paulatinamente e propagado pelo sistema educacional social. Depois, sentindo (aparentemente) garantidas sua segurança e comodidade, os cidadãos não vêem a ditadura de pensamento como ameaça.

Cada vez menos se valorizam os conteúdos a difundir nas instituições de ensino, que passaram a ser um espaço de doutrinação, pela disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde subliminarmente estão a ser incluídos os princípios da Ideologia do Gênero, com vista à “educação das massas”. E os pais não se apercebem destas movimentaçãoes ou simplesmente se demitem da responsabilidade de educar os filhos, delegando na escola esse papel.  Nesse percurso os filhos passam a ser responsabilidade do Estado e não dos pais. Alguns exemplos:
2009 na Alemanha: Pais são condenados a prisão, por impedirem os filhos de assistir aulas de educação sexual na escola.
2016 na Noruega: Filhos são retirados dos pais por serem “muito cristãos”.
2019 na Suécia: Um pai cristão russo pediu asilo na Polônia, após o Estado sueco entregar suas filhas a uma família libanesa.
2019 na Espanha: Mãe espanhola foi condenada a trabalho comunitário por bater no filho que nõ queria tomar banho.

Desta forma começa a se instalar o receio dos pais de educar seus filhos segundo os preceitos e costumes familiares da sociedade ocidental. Não será esta uma forma de marxismo implementado pelo medo, que muitos teimam em rejeitar ou relativizar? Mas já há também os mais alertas que se apercebem da realidade e surgem grupos cada vez mais organizados e políticos, que ousam se fazer ouvir, fugindo do medo e do politicamente correto.

O combate em Portugal está só a começar. 

Os filhos são nossos, não são do Estado.

27 de julho de 2019

ou ficar a PÁTRIA LIVRE, ou

Lembrei o quanto nós, quando criança, cantávamos aqui no Brasil o “Hino da Independência”. Mais tarde também, no Serviço Militar. Será que hoje ainda é cantado? E se for poderá haver sinceridade quando chegar no “ou morrer pelo Brasil”?

Aqui cabe uma pergunta: até que ponto ainda somos INDEPENDENTES. Senti vergonha ao tomar conhecimento da situação dos dois cargueiros iranianos ancorados em Paranaguá e a “nossa” Petrobrás lhes negando o fornecimento de combustível. Vieram buscar o milho que o Irã comprou do Brasil! Agora parece que o Superior Tribunal Federal interferiu e mandou abastecer. Mas com que direito vem uma nação lá do hemisfério norte dizer o que uma empresa localizada aqui no Brasil, sujeita às normas e leis brasileiras, pode ou não pode fazer. É o Globalismo se acercando da gente, derrubando fronteiras, imiscuindo-se nos assuntos dos outros. Mas tudo sem revelar quem são, quais os seus planos, a que vieram. E não começaram ontem, pois já em 14.5.1947, em discurso na Albert Hall em Londres, o grande exterminador Winston Churchill assim se pronunciou:  - “Não nos entreguemos à fantasia de ser uma Europa unida a última e total solução dos problemas nas relações internacionais. A criação de um autoritário, onipotente GOVERNO MUNDIAL é o objetivo final que devemos ambicionar. Se não se conseguir criar um eficiente supergoverno mundial e torná-lo rapidamente operacional, as perspectivas de liberdade e progresso humano permanecerão obscuras e duvidosas. Mas não nos entreguemos a ilusões quanto ao ponto principal: Sem uma Europa unificada não haverá uma esperança segura de um governo mundial. A unificação da Europa é o passo indispensável para a concretização deste objetivo.”

Agora, 72 anos depois, os planos deste supercriminoso de guerra estão próximos de serem realizados. Porque:
Em 2 de julho o Conselho Europeu nomeou Ursula von der Leyen presidente da Comissão Europeia. Havia três candidatos, todos surpreendentemente desprezados a favor  do seu nome. Leyen era ministra de defesa da RFA e dois anos atrás apareceu convidada a participar da reunião anual dos Bilderberg.

Segundo divulga o Gatestone Institute (23.7.2019) as propostas políticas de Ursula von der Leyen revelam que ela pretende uma expansão maciça dos poderes da Comissão Europeia. Suas propostas aumentariam muito o papel de  Bruxelas em praticamente todos os aspectos da vida económica e social  de toda a Europa às custas  das soberanias nacionais. Ela advertiu que Bruxelas não permitirá que um estado membro da  UE se oponha  à sua revisão fiscal. Von der Leyen quer uma mudança abrangente nas regras,   que permita à UE agir mesmo sem o consentimento unânime dos membros.  Leyen advertiu que haveria consequências financeiras para os estados que se recusarem a obedecer.
É o caminho para a ditadura global.

Então precisamos começar a perguntar até que ponto o nosso país também já está envolvido. A última campanha eleitoral brasileira prometeu um governo nacionalista. Sabe-se que nacionalista é o oposto de globalista, Também disseram: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
Uma verdade que cabe lembrar: TENDO PÁTRIA VOCÊ PODE SER GENTE, NO GLOBAL NEM FORMIGA SERÁ




20 de julho de 2019

VERDADE OU IMAGINAÇÃO

Apanhei um texto que está circulando na Web, cujo conteúdo seria preferível ignorar, que não pudesse haver motivo para existir, que tivesse nascido de uma mente transtornada. É redigido em idioma alemão, portanto destinado a leitores desta fala. Mas me parece que, se fundamentado, deve ser de interesse de todos. Fiz a tradução e tomo a liberdade de apresentá-lo a seguir.

NA RETA DE CHEGADA
A Daimler (refere-se à idustria fabricante dos veículo de marca Mercedes n.Trad) está na expectativa de um prejuízo de bilhões - nós sabíamos desde meados de maio, quando escrevi que na Daimler se espera um Junho/julho similarmente catastrófico, perdas até onde a visão alacança. Também vem aí o“imposto CO2”. Isso já se sabia em janeiro, só o nome do imposto não estava definido. Na verdade desde há muito está planejado que a Alemanha deverá deixar de ser uma economia industrial, a fim de ser transformada em país do terceiro mundo.Todos aqueles belos projetos - “na velhice eu vou passar a viver num lugar aconchegante e contemplativo” – a gente pode esquecer, porque isso não vai acontecer.
Já acabaram conosco. Aqueles que planejaram tudo isso, mal podem esperar que finalmente aconteça. Alemanha como referência econômica deve fechar suas portas, em vez disso deverá ser povoada por muitos africanos, os quais em pouco tempo não só gastarão o dinheiro do povo trabalhador, mas também trarão ao país a violência e possivelmente um estado de beligerância.
Nos últimos anos o processo educativo dos alemães sofreu contínuos rebaixamentos, de forma a hoje só existirem ideólogos, que de física, biologia, química carecem da menor noção. Não haverá mais engenheiros, portanto mais ninguém que possa desenvolver, ou construir alguma coisa. Nem mesmo haverá gente que possa operar e preservar a infra-estrutura  existente.
Não é mesmo uma grandiosa experiência? E nós todos somos parte disso. Faz parte do plano que a massa não dirija automóvel. Faz parte que a massa seja desempregada. Faz parte do plano que fique no escuro, sinta fome, desapareça.
E tudo que planejaram será implementado. Sobrevirá ainda um crash bancário mundial, mais apagão  - depois perguntar-se-á se isto também foi propósito… por isso cada um deve começar a se preparar – quanto antes melhor. Quem pode viver sem carro – ótimo. Quem precisa de carro - mau. Neste caso é bom já começar hoje a providenciar alguma coisa para obter amanhã uma licença especial de compra de um carro. Sempre pode aparecer uma chance de se preparar. Quanto antes a gente reconhecer o perigo, melhor, mas infelizmente a maioria ainda se entrega a muitas ilusões. A mais perigosa delas: Haverá um salvador que impedirá que tudo aconteça. Infelizmente ele não existe. Outro engano: se nada aconteceu até agora, também não vai mais acontecer. Corresponde também aos que pretendem ter o direito de serem salvos, e de graça.  Serão os primeiros a sucumbir.
Por fim tudo virá como planejado, mesmo assim haverá diferenças em relação ao que hoje nos é possível reconhecer, porque o projeto é muito maior e nem tudo é previsível. Tampouco quanto no anos 70 fora possível prever os celulares de hoje. Da mesma forma os europeus não podiam imaginar que pudessem morrer de Gripe Espanhola. Ela provocou mais vítimas fatais do que as guerras mundiais juntas, possivelmente o patógeno até tenha sido criado de propósito. Sabe Deus o que eles andam criando. Nem queremos saber… Quem achar que tudo isso não é com ele – que esteja à vontade. Döbereiner sempre dizia: “Só não pensem em salvar alguém!” Cada qual forja sua própria sorte.
Já nos encontramos em queda livre e ainda há quem acredita que sabe voar…

10 de julho de 2019

INVASA-JATO

Faz tempo, não saberia precisar quando foi, mas era a época em que começaram a aparecer os monumentais desvios propinosos da Petrobras, escutei o ministro Gilmar Mendes dizer a um repórter da TV: 
“O partido juntou tanto dinheiro que nunca mais vai perder uma eleição.”
Pelo jeito não foi só o partido. Recentemente a justiça bloqueou mais de 7 milhões do patrimônio de quem fora então o presidente dessa facção. Antes de assumir esse status foi operário metalúrgico.

A eleição  que sobreveio em 2018 não deu razão ao Dr. Gilmar, pois o Partido dos Trabalhadores, “force du frappe” da NOVA ORDEM MUNDIAL no Brasil, perdeu por mais de 10 milhões de votos. Quando chamo o PT de força de ataque, subentenda-se que não é o único aliado da NOM.

Perderam a eleição para os Nacionalistas e isto graças a um grupo que conscientizou-se dos recursos que a profissão e a lei lhe confere e passou a descortinar a corrupção que, com todo o beneplácito do governo, então de esquerda, estava levando o país à ruína. Levou o nome de LAVA JATO. O povo adorou, acompanhou e apoiou. Foi fator decisivo para a vitória dos nacionalistas nas eleições presidenciais de 2018. O novo governo começou com enorme crédito de confiança.

Entretanto seus adversários não se deram por vencidos. A serviço da NOM os meios de comunicação continuaram na oposição, que já haviam exercido durante a campanha eleitoral. Cada passo errado do governo virava um tropeço, senão um tombo e não foram poucos. Para enfrentar tal oposição o regime careceria de um “führer”, uma liderança excepcional, ou um marquetólogo realmente capaz, não palpiteiros que moram na Flórida. Ainda agora, por exemplo, nenhum familiar, nenhum conselheiro ou assessor apareceu para dizer que não seria recomendável o presidente se expor no jogo de futebol que decidiu a Copa da América. Não são os torcedores de uma partida de futebol, que vão mudar o curso de um navio que está indo em direção a um iceberg.

É que a Grande Virada dos comunoglobais, dos entreguistas, da Nova Ordem, dos Illuminati e associados, já havia sido iniciada. E veio do exterior. Uma página da Web chamada THE INTERCEPT, com sede nos Estados Unidos, em agosto do ano passado, se não me engano, abriu uma página especial para o Brasil, dirigida por um tal Glenn Greenwald, com a incumbência de desacreditar o renome da operação LAVA JATO, que com tanto êxito vinha redimindo o país da fraude, do descalabro, da violação do bem público.
O que a INTERCEPT fez, e continua fazendo, foi recebido e divulgado com grande entusiasmo pelos principais  meios de comunicação do Brasil, passando a ser chamado de VAZA-JATO. Conseguiram influenciar de forma considerável a opinião pública e ninguém perguntou se o que ofereciam era legal e procedente. Pois era, sim, ilegal. 
É produto de ação criminosa, configurada pelo  Art.154-A do Código Penal Brasileiro: “Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita: (Incluído pela Lei nº 12.737, de 2012). Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.”

As ilicitudes que transparecem em todo o episódio, mesmo para quem é leigo em jurisprudência, é a INVASÃO de propriedade alheia e a publicação de informações obtidas de forma criminosa. Acho que está no ar uma pergunta: ficará por isso mesmo?
Cui bono? 

28 de junho de 2019

FOBIAS e outros MACETES

Exerci a maior parte da minha atividade profissional na área da propaganda. Participei do 1º Congresso Brasileiro de Propaganda, realizado em 1957 no Hotel Glória do Rio de Janeiro. Jovem que eu era, já me preocupava a VERDADE na comunicação pública, tanto que fui dos que apresentaram tese sobre o tema “Código de Ética da Propaganda”, base também para a Lei da Profissão, que teve origem naquele conclave. Quando completei 30 anos de profissão, o IIIº Seminário da Propaganda realizado em Gramado RS em 1981 ainda me conferiu o título de “Publicitário Pioneiro”. Eu nem participara do evento. Já me sentia desiludido da atividade, da qual aprendi a reconhecer a extraordinária força, mas também o mau uso que dela se faz. E hoje mais do que nunca.

Óbvio  que de lá para cá esse mau uso adquiriu status de ciência e são verdadeiros gênios que se dedicam a desenvolver ideias. Nem tanto para vender produtos, mas sim para dirigir a opinião pública, “vender opinião”. A ferramenta que mais eles usam são os bordões, ou palavras-chave, de preferência que sejam semelhantes em vários idiomas. Já falei aqui sobre o fantástico efeito que acabou desenvolvendo a palavra FEMINISMO criando mão de obra mais barata, desfazendo casamentos, criando discórdia, ambições, reduzindo a procriação de populações selecionadas; ou então a palavra
SEXISMO pretendendo significar hostilidade contra a mulher, que hoje, com mais a propaganda que se faz do
FEMINICÍDIO, deve começar a acreditar que homens são verdadeiros trogloditas; ou
DIVERSIDADE que festejando todas as diferenças étnicas e sexuais, busca erradicar as influências da cultura ocidental; ou
DISCRIMINAÇÃO complementa a anterior, porém seletivamente, pois não se aplica a divergências políticas; ou
TOLERÂNCIA igual à anterior, só vista por outro ângulo; ou
RACISMO é diferenciação entre origens raciais, ou
ANTI-SEMITISMO é hostilidade aos judeus, povo este estranhamente privilegiado diante outros povos, para os quais não existe este tipo de proteção; ou
HOMOFOBIA exerce quem é contra a homosexualidade, ou
SUPREMACISMO pratica quem se julga de etnia ou raça superior, ou
DIREITOS HUMANOS são muito usados para proteger quem não tem mais argumentos, ou
PALAVRAS DE ÓDIO alegadas para justificar censura.

Tudo isto, com a divulgação que recebe, naturalmente tem algum objetivo maior e que bom não é. Não creio que se possa dizer que seja construtivo, pelo contrário o propósito desagregador me parece sempre presente. Ainda ontem o noticiário da TV informou que desde 2016 a estatística do FEMINICÍDIO em S.Paulo vem apresentando números crescentes de ano para ano. O que esperavam? Em vez de promover a união e a compreensão entre homem e mulher, o que fazem é incentivar a dissensão.

Com a propaganda desses bordões, graças ao apoio irrestrito que recebem dos meios de comunicação, até a nossa Constituição, a nossa Lei maior é esquecida. Onde ficam “a livre manifestação de pensamento” , a “inviolável liberdade de consciência e de crença”, a “livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”?


Como eu disse, a propaganda é uma atividade poderosa e seu mau uso pode nos levar a um futuro angustiante.


23 de junho de 2019

JORNALISMO LIVRE

Complementando a postagem anterior, onde procurei mostrar algumas 
opiniões destoantes sobre o homem mais injuriado dos últimos séculos, 
vai aqui mais um documento que talvez possa corrigir o que um ou outro 
pensa a respeito. Também poderá se convencer que não era este homem o 
"Diabo feito gente", como tem sido pintado, capaz de ordenar o massacre 
de milhões de pessoas indefesas.

A II Grande Guerra vinha devastando o velho mundo há mais de dois anos, 
Não se acreditava num envolvimento do Brasil. Seu presidente Getúlio 
Vargas, chefe dum regime totalitário, era notoriamente germanófilo. No 
começo de janeiro de 1942, mês em que  o Brail acabaria rompendo suas 
relações diplomáticas com a Alemanha,nossos jornais aqui ainda publicavam 
na íntegra o discurso de Ano Novo de Hitler, na primeira página, onde se lia 
entre outros trechos:

"(...) Entre os estadistas dirigentes das nações que foram responsáveis pela 
deflagração da presente guerra, não há nenhum que, como proprietário de 
ações das empresas da indústria bélica, não fosse beneficiado, 
principalmente com o desenvolvimento da guerra. ... Seria certa a 
afirmação de que os inglêses e franceses declararam a guerra à Alemanha 
porque esta desejaria conquistar o mundo? ... Quem conquistou o mundo na 
realidade? ... Só os 45 milhões de ingleses tem direito de dominar a Terra, 
submetendo os povos, entre os quais está o indiano, que possui uma 
população sete vezes maior que a britânica? A realidade é que esta guerra 
começou exatamente como a de 25 anos atrás. Foi feita pelos mesmos 
homens e estes se valeram dos mesmos motivos. 
Acima de tudo estava a preocupação de que a Alemanha progredisse demais 
sob a nacionalsocialismo, que fez frutificar em todos os terrenos a sua 
política economica e social, fazendo com que outros povos abrissem os 
olhos, dando conta dos verdadeiros motivos responsáveis pela sua penúria. . 
.. O povo alemão acreditar-me-á quando afirmo que sempre preferí a paz à 
guerra. A paz representava para mim um sem número de tarefas felizes, 
tarefas estas que teriam produzido maravilhosos resultados, como se pode 
provar com o que aconteceu entre os anos de 1933 e 1939, quando o povo 
alemão fez notáveis realizações no terreno da cultura e da educação, como 
também no da reconstrução econômica. Essa guerra impossibilitou-me de 
realizar muitas coisas que eu tinha em mente..
Tudo isso me encheu de pesar. Roubava-me o tempo, um tempo precioso, o 
qual queria dedicar a tarefas culturais,sociais e econômicas, enobrecendo o 
povo. ... Precisamente, porque esta jovem Europa dedica-se inteiramente à 
solução de tarefas verdadeiramente grandiosas, é que a Europa não 
permitirá que se lhe roube o último valor que ela possui e a pode tornar 
valiosa. O homem e sua vida representam o valor da nação a que 
pertencem, e que lhe assegura a liberdade de existência social humana. 
Uma imensa frente de estados nacionais, que se estende desde o canal da 
Mancha até a Asia Oriental, está agora em luta contra a conspiração de 
judeus, capitalistas e bolchevistas, que pretendem conquistar o domínio 
universal. ... Roguemos todos a Deus Nosso Senhor, que o ano de 1942 traga 
a decisão para a salvação do nosso povo e das nações aliadas." 
( Adolf Hitler - ipsis-litteris do jornal curitibano »O Dia« de 3/1/42 ) 

14 de junho de 2019

"O DIABO FEITO GENTE"

Na postagem anterior BRANCOS contra BRANCOS o autor do artigo diz logo no começo: "A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler." E um leitor em seu comentário rebate: "Comparar a "demonização" de Trump e Putin com a de Hitler é piada ... rs Nem somados!"
Realmente, o que se fez com Adolf Hitler, nem com o demônio foi feito. Em pesquisa de opinião mundial  certamente ampla maioria diria que Hitler foi um  escabroso mau caráter, responsável  por tudo o que de ruim aconteceu de 1933 para cá, principalmente pela Segunda Guerra Mundial e pelo pavoroso, incrivel genocídio de judeus. Teve êxito indiscutível o exército de milhões de detratores que foram mobilizados para construir tal fama em torno de um nome.
Há quem busca corrigir esta injustiça que se pratica contra uma personalidade de estatura moral e ética incomum e que só buscou o bem do seu povo. Com  tal objetivo alguns excertos de citações de figuras internacionais do seu tempo e que não podem ser alinhadas propriamente como que tivessem sido seus seguidores.

DAVID LLOYD GEORGE  -   1936
Acabei de voltar de uma visita à Alemanha. Agora vi o famoso líder alemão e também algumas das grandes mudanças que ele ocasionou. O que quer que se possa pensar de seus métodos - e eles certamente não são as de um país parlamentarista - não pode haver dúvida de que ele conseguiu uma mudança maravilhosa no espírito do povo, na atitude de pessoas que de uns com os outros e em suas perspectivas sociais e econômicas.
Ele fez valer com razão em Nuremberg , que em quatro anos, seu movimento criara uma nova Alemanha. Não é a Alemanha das primeiras décadas do pós-guerra - quebrada, desencorajada e subalterna, com um sentimento de preocupação e provação. Agora está cheia de esperança e confiança, e um senso renovado de determinação de levar uma vida sem qualquer interferência de qualquer força de fora de suas próprias fronteiras.
Pela primeira vez desde a guerra, há uma sensação geral de segurança. As pessoas são mais alegres. Em todo o país, prevalece um maior sentimento de contentamento mental geral. É uma Alemanha mais feliz. Eu vi isto em toda parte, e os ingleses, que encontrei durante minha viagem e que conheciam bem a Alemanha, estavam muito impressionados com a mudança.
Um homem realizou este milagre. Ele é um líder humano nato. Uma personalidade com magnetismo e dinâmica com um propósito inarredável, uma vontade determinada e um coração destemido.

Ele não é apenas nominado, mas na verdade é o líder nacional. Ele o tornou o povo  a salvo dos potenciais inimigos que o rodeavam. Ele também o protege contra o medo constante da fome, que é uma das memórias mais opressivas dos últimos anos da guerra e dos primeiros anos de paz. Mais de 700.000 pessoas morreram de fome naqueles anos sombrios. Ainda é possível ver os efeitos na aparência  daqueles que nasceram naquele mundo escuro.
O fato de que Hitler salvou seu país do temor de uma repetição daquele período de desespero, miséria e humilhação, proporcionou-lhe autoridade inquestionável na Alemanha de hoje. Não pode haver dúvidas sobre sua popularidade, especialmente junto à juventude alemã. Os velhos confiam nele; os jovens o idolatram. Não é aquele tipo de admiração que um líder popular recebe. É a adoração de um herói nacional, que salvou seu país do desespero e da degradação.
Ele é tão imune à crítica quanto um rei em uma monarquia. Ele é mais. Ele é o George Washington da Alemanha - um homem que conquistou a independência de seu país de todos os seus opressores. Para aqueles que não viram e sentiram por si mesmos como Hitler domina o coração e pensamento na Alemanha, essa descrição pode parecer extravagante. No entanto, ela é a pura verdade. Este grande povo trabalhará melhor, fará mais sacrifícios e, se necessário, lutará com maior determinação, porque Hitler o conclama. Quem não conseguir entender esse fato central não poderá julgar as capacidades atuais da Alemanha moderna.
Durante a guerra Hitler lutou como um simples soldado  e sabe por experiência própria o que ela significa. Ele sabe também que as chances de um agressor hoje são ainda menores do que naquele momento.

(David Lloyd George - de 1916-1922 primeiro-ministro da Inglaterra, trechos de "Falei com Hitler", em Daily Express, Londres, 17 de novembro de 1936)

WINSTON CHURCHILL  -   1937
Enquanto se consumavam todas aquelas terriveis transformações na Europa, o cabo Hitler conquistava em paciente luta o coração alemão. Quinze anos após ter tomado a decisão de rehabilitar a Alemanha, ele conseguiu colocar a Alemanha na mais poderosa posição da Europa e não só restaurou essa posição do país como transformou  em elevados termos as consequências  da grande guerra no seu oposto. O que quer que se pense sobre este grande feito, ele com certeza pertence aos mais notáveis da História mundial.

WINSTON CHURCHILL  -  1938
Se acontecer que em algum tempo a Inglaterra  se encontre em condições tão deploráveis como a Alemanha após a Guerra Mundial,  eu desejaria ao país um homem como Hitler.
(Winston Churchill  -  Primeiro Ministro do Reino Unido na II GM)

SEFTON DELMER  -  1961
Diga-se hoje o que quizer, mas em 1936 a Alemanha era um país florescente, feliz. Seu semblante era o de uma mulher apaixonada. E os alemães estavam apaixonados  -  apaixonados por Hitler... E tinham todos os motivos para serem agradecidos. Hitler derrotou o desemprego e lhes trouxe um novo florir econômico. Ele proporcionou aos alemães uma nova consciência da sua força nacional e de sua missão nacional.
(Sefton Delmer  -   Foi o chefe da Propaganda britânica durante a II Guerra - Texto do seu livro "Os Alemães e Eu" -pág.288) 

HARRY ELMER BARNES - 1962

O ponto decisivo aqui é que Hitler, ao contrário de Churchill, Roosevelt e Stalin em 1939, não queria uma guerra generalizada.
(H.E.Barnes - historiador - em seu livro "Blasting of the historical Blackout" Oxnard, Califórnia)

SIR HARTLEY SHAWCROSS  1984
Hitler e o povo alemão não queriam a guerra. Nós não respondemos a várias imprecações de Hitler por paz. Agora temos que constatar que ele tinha razão. Em lugar da cooperação que ele nos oferecera, aí está a gigantesca potência dos soviéticos. Eu me sinto envergonhado ao ter que ver agora, que os mesmos propósitos que atribuíramos a Hitler, vem sendo perseguidos sob outro nome.
(Sir Hartley Shawcross - Promotor-Chefe britânico  no Tribunal de Nuremberga - discurso, em 16 ou 13 de março de 1984 em Stourbridge)

Aquele leitor do post anterior tem razão em seu comentário... 

7 de junho de 2019

BRANCOS contra BRANCOS

White Peoples and Their Achievements Are Headed for the Trash Bin of History
Blog  Paul Craig Roberts   -   28/5/2019    -  IPE- Institute for Political Economy    
Republicação autorizada

GENTE BRANCA E SEUS FEITOS DESTINADOS À LATA DE LIXO DA HISTÓRIA

O mundo ocidental está se desintegrando de forma tão rápida que receio sobreviver.

A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler.  Mas ninguém é tão demonizado quanto a gente branca, e o curioso é que são brancos os que incriminam brancos.

Seria até compreensível que gente das antigas colônias britânicas e francesas na África, ou no  Oriente Médio, Índia, ou ainda das colônias de Washington nas Filipinas  e dos seus estados fantoches latinos, tenham ressentimentos para com os brancos. Agora, por que a New York Times, CNN, NPR, professores brancos do sistema universitário, das equipes escolares, políticos brancos, tais como Macron da França e Jean-Claude Junker da União Europeia, Merkel da Alemanha e um grande sortimento de políticos britânicos e escandinavos estão injuriando os brancos? Na Escandinávia uma mulher loura, que acusou ter sido estuprada na terceira onda de "migrantes" muniais - convidados ao país por políticos escandinavos aloprados -  foi demitida como racista. Pessoas da Escandinávia me contaram que está ficando difícil denunciar qualquer crime de migrantes, porque a informação chega a ser considerada crime de ódio.

Por que se  contam mentiras (fakes) para gerar esse ódio aos brancos? Não faz tempo eu escrevi (1) aqui sobre um homem branco que afirmou no Counterpunch que Robert E.Lee possuia 200 escravos e se divertia abusando deles. Eu demonstrei que Lee passou sua vida, até a secessão da Virginia, como oficial das forças armadas americanas, combatendo o México e os "índios" nativos.  Ele nunca foi dono de 200 escravos, nem de plantação. Ele foi um oficial das forças armadas tão altamente considerado por Washington, que a ele foi oferecido o comando da União, quando, a fim de preservar o domínio, o Norte decidiu ivadir o Sul. (1)

A história falsa sobre Lee é só um exemplo. Eu usei porque demonstra quão escandalosas são as mentiras que agora já fazem parte da "história" americana. Apesar de não se apoiarem em qualquer fato real, mesmo assim conseguem aparecer em livros de história.

A Diversidade evita o fato de que os capitães britânicos dos barcos que traziam escravos africanos para as suas colônias, que depois seriam os Estados Unidos, compravam esses cativos do rei negro de Dahomey (reinados na costa oeste da África -  nota do tradutor), que era quem os caçava em guerras contra outras tribos negras. É falsa informação de que o povo branco odiava os negros, decidindo capturá-los na África e fazê-los escravos, para poder bater e abusar deles.

Assim, como é que diversidade e multiculturalismo pretendem criar uma sociedade sadia quando educação e entretenimento vêm ensinando que gente branca é racista?

Quando brancos respondem às acusações que recebem, isso é considerado prova de que são racistas, que não querem reconhecer seus pecados e mostrar seu arrependimento através generosas reparações  e automutilação.

Diversidade adquiriu tamanha importância que, para atendê-la, grandes universidades decidiram se degradar. A Universidade de Oxford, a mais famosa do mundo, decidiu baixar seus padrões a fim de fomentar a diversidade. Durante os próximos quatro anos vai rejeitar 25% dos candidatos melhor classificados, para dar lugar a candidatos não aprovados em função de parâmetros que causam "desigualdade". (2)

Adeus à reputação que tinha uma educação Oxford. A outrora prestigiada graduação está ficando a nível de um colégio de comunidade. Que os céus não permitam que a igualdade não seja respeitada. Muitos pais desperdiçaram seus sacrifícios e seu dinheiro, mandando seus filhos cursar escolas particulares, para prepará-los para a Oxford. Pois memso que se quafiquem, será irrelevante para 25% deles em respeito à diversidade. Quanto menor a nota, tanto mais diverso e mais favorecido a gente é.
Assim como nos Estados Unidos também em toda a Inglaterra, ou UK, como agora é chamada, as universidades estão sendo degradadas. Como a Oxford, a universidade de Nottingham rebaixou-se. O departamento de filosofia dessa universidade, por exemplo, era muito afamado e tinha um significado especial para os graduafos especializados na matéria. Mas a “diversidade” interveio e a erudição levou a pior. Os professores com um sólido histórico de pesquisa foram descartados e a diversidade não qualificada foi empregada em seu lugar. Consequentemente a universidade perdeu a categoria do seu Ph.D. Isso prejudicou os graduados que gastaram dinheiro e anos de sua vida para conquistar diplomas, cujo valor a administração corrupta da universidade jogou fora para agradar a "diversidade".

Longe de desfrutarem de supremacia, aos homens brancos é negada a igualdade. Eles são discriminados em admissões universitárias e emprego. A liberdade de expressão lhes é negada. Segundo esposas  de militares, os homens brancos estão sendo privados de promoções, enquanto se busca o equilíbrio da diversidade. O Google exclui brancos por constatarem fatos básicos. Garotos de escola brancos estão sendo intimidados e feminilizados. A acusação de supremacia branca está sendo usada para empurrar pessoas brancas para a parte de trás do ônibus. Enquanto sentam lá e chupam dedos, vai crescendo o número de brancos que perde suas condições de existência.

(1)https://www.paulcraigroberts.org/2019/04/08/identity-politics-smears-robert-e-lee/

(2)https://www.theweek.co.uk/101342/how-oxford-university-s-sea-change-in-admissions-will-work?_mout=1&utm_campaign=theweekdaily_newsletterutm_
medium=email&utm_source=newsletter

31 de maio de 2019

MANIFESTAÇÕES DE PROTESTO


Os tempos estão para manifestações de rua. Nesta semana o ordem foi protestar contra falta de dinheiro, ou melhor, contra a necessidade do país de fazer economia. Precisamente na área da EDUCAÇÃO! As manifestações em todo o Brasil foram muito concorridas, mas não creio que a maioria estivesse preocupada com algum prejuizo na aproveitamento intelectual. Afinal o velho grego Sócrates reunia seus alunos até mesmo na rua. Não, não deve ser um público difícil de mobilizar num dia de semana, para participar de um acontecimento divertido, pular e gritar à votade.

Por outro lado eu soube de um menino, estudante de direito, que não deve ter participado. Fora obrigado a trancar a matrícula, porque perdeu o emprego e não teve mais condições de pagar a mensalidade. Vem aí a reforma da Previdência Social. Muita gente vai perder alguma coisa e não vai resolver ir para a rua e manifestar o seu protesto. Existe um aforisma em alemão que diz mais ou menos “onde nada há, o Kaiser perde seus direitos”. É mais que justo que se proteste contra injustiças, mas uma nova greve, como a de maio do ano passado, seria catastrófica.

Já as manifestações em massa que estão acontecendo no “primeiro mundo”, coordenadas, com todo apoio logistico, incentivadas pelos veículos de comunicação,  são induzidas de cima para baixo.Também estão contando com a mobilização maciça de estudantes (imagem acima) protestando contra a DESTRUIÇÃO DO SEU MUNDO DE AMANHÃ.

É que os salvadores do clima voltaram ao palco com todo o ímpeto, utilizando-se da velha metodologia de espalhar medo para movimentar dinheiro. Temos aí as Nações Unidas outra vez em ação. O seu >IPCC Intergovernmental  Panel on Climate Change< rides again. Foi Nigel Calder, famoso escritor de ciências, recentemente falecido,quem disse: “Vocês devem saber que o IPCC foi criado (1988) precisamente para provar que o ser humano está agredindo o clima.” 

Tal prova, no sentido lato da palavra, é difícil, pois nem mesmo é possível determinar uma temperatura média para o globo terrestre. Se não existe, pode ser fabricada. Para que existem os meios de comunicação social, senão para formar a opinião pública? Estava à mão o CO2 (dióxido de carbono) sem o qual, na verdade, não haveria VIDA no planeta. Talvez tenha sido escolhido por ser um agente através do qual possa mais facilmente ser atingido o meio produtivo  da sociedade.

Os mesmos cientistas, que hoje prognosticam o aquecimento global, diziam na década de 70 que o mundo iria enfrentar uma nova Era do Gelo. Também constava da ordem do dia uma tal “CHUVA ÁCIDA”, que estaria exterminando as florestas da Alemanha. Hoje a Alemanha exporta madeira como nunca. E os ecologistas de plantão deitavam e rolavam no “BURACO DE OZÔNIO” e os produtos para cuidados da pele começaram a ter como ingrediente um Protetor Solar. Inicialmente foi de Fator 2, evoluindo para hoje algo em torno de Fator 170.

Certamente é salutar se interessar e participar dos desígnios e das ações da comunidade, mas não custa manter uma certa objetividade para evitar seguir a manipulações interesseiras.

21 de maio de 2019

GUERRA DE EXTERMÍNIO

Ela não terminou em maio de 1945. Ali só um lado foi obrigado a depositar as armas. Não se firmou a paz. Não existe Tratado de Paz. É seguramente a guerra mais longa que já aconteceu neste planeta. A História conta que até agora guerras entre nações sempre terminaram com ganhador e perdedor ou até porque chegaram a um acordo, mas sempre a paz era selada por escrito e as nações continuaram.

Desde 1945 a nação alemã, o Deutsches Reich, não mais existe. Não considerando a extensão territorial do Terceiro Reich, criado com a Áustria e Sudetos, e apenas levando em conta o antigo reino monárquico de 1871, seus inimigos desagregaram 184 mil km2, correspondentes a 33% do  territorio que ocupava. 

Remanesceu no lugar uma espécie de empresa, tipo sociedade anônima, só para dar um lugar para o que restou daquele povo desgraçado, condenado. Chamaram a empresa de RFA, que de República não tem nada. Permanece ocupada por forças inimigas até os dias de hoje. Os meios de comunicação, formadores da opinião pública, são licenciados. A organização política desta RFA não admite  oposição. Quando ameaça se formar, é logo infiltrada e neutralizada. Entre os seus políticos há os que abertamente se pronunciam pela erradicação da Alemanha.

Utilizando uma não existente falta de mão de obra como pretexto, logo depois do cessar fogo começaram a importar famílias inteiras de outras etnias, principalmente da Turquia, das quais muitos membros ou descendentes hoje ocupam postos na política e na administração pública.

Finalmente em 2015 chegou a hora de tirar a máscara. Começou-se a colocar em prática os planos de há muito elaborados e até já levados a público, como por exemplo em 1941 através do livro “GERMANY MUST PERRISH” de Theodore Kaufman, presidente da American Federation of Peace e conselheiro de Franklin Delano Roosevelt. “A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco uma guerra contra os Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Só existe uma punição total. A Alemanha deve ser eliminada para sempre!” Louis Nizer, membro da loja B'nai B'rith editou na época um livro WHAT TO DO WITH GERMANY? do qual Eisenhower mandou distribuir 100 mil exemplares às suas tropas. Nizer responde: 1.Extermínio, 2.Criação Seletiva, 3.Divisão Política, 4.Desterro. - Mencione-se ainda o Plano Morgenthau, aprovado por Roosevelt e Churchill, tudo deixando bem claro que já existe a ideia de acabar com o povo alemão há muito tempo. Há motivo para acreditar que a Primeira Guerra Mundial já visasse este objetivo.

Mas não é só, já em 2001 a Divisão de Populações (UN Population Division) da ONU – Organização das Nações Unidas apresentou o relatório “Replacement Migration” (ST/ESA/SER A./206), que considera necessário abrir a Alemanha ao ingresso de 11,4 milhões de migrantes, mesmo que isso provoque tensões sociais no país.

Então em meados de 2015 a chanceler da RFA, Angela Merkel, judia, criada e formada políticamente nas hostes comunistas da ex-Alemanha Oriental , desrespeitou a legislação da União Europeia e abriu as fronteiras para milhões de assim-chamados “fugitivos” africanos e árabes, que já estavam à espera. A invasão continua, agora legalizada pelo Pacto Migratório de Marraqueche, assinado ano passado por cerca de 150 países.

É de se esperar que venha a provocar tensões sociais? Não são apenas culturas, costumes diferentes. Há o problema da religião que apresenta diferenças radicais. O presidente da Turquia Recep Erdogan já mandou recado para os seus: Façam cinco filhos em vez de três. 

Haverá reação da população original? Talvez de uma ou outra nação, mas não acredito que a alemã possa se rebelar. Vem se mostrando passiva, está desarmada. Suas forças armadas desleixadas. Mas, milagres acontecem.

8 de maio de 2019

O HOMEM APÁTICO

Acho que já houve tempos em que o homem se sentia mais responsável, reagia mais, era mais presente, participava mais. Verdade que a educação era diferente, o social mudou. Essa falta de interesse, ou indiferença, também podem ter sido provocados. Primeiro nos ensinaram a ser tolerantes. Passou a ser mais difícil ter uma opinião. Fato é que hoje prevalece uma atitude do “deixe-me em paz”, que não pode ser considerada propriamente benéfica para o  desenvolvimento humano. Para ilustrar o que quero dizer, cito um pequeno exemplo.

Falei dia destes com um cidadão que vive na Alemanha. Estava em visita ao Brasil. Procurei saber um pouco do pensamento da população de lá sobre a situação em geral, seja econômica, seja social, mas sem induzir diretamente ao tema. Pois ouvi que estava tudo bem, só a economia deixava um tanto a desejar, porque os americanos estavam prejudicando a indústria automobilística alemã, para que eles possam vender mais carros. E nada mais disse, nem lhe foi perguntado. Política, migração, concorrência religiosa, falta de liberdade de expressão, criminalidade, nada disso chegou à baila. É o pensamento de pessoa que vive lá e não há motivo para não acreditar que represente a opinião pública.

Enquanto isto Lara Trump, nora do presidente americano Donald Trump, ligada à política internacional e por dentro do que acontece, em entrevista à FOX News criticou a política migratória da Alemanha. Disse que essa política da chanceler Merkel provocou a derrocada da Alemanha. Aliás o seu sogro já acusara Merkel em várias ocasiões de ter arruinado o seu país. Lara Trump complementa: “Foi a pior coisa que aconteceu à Alemanha em todos os tempos.”

A população, aparentemente, não vê assim tal política da sua chefe de Estado, ou não quer ver? Letargia ou desinteresse?

MUNDO AFORA NÃO É DIFERENTE
Outro exemplo. Quase todos que estão lendo estas “mal traçadas linhas” nasceram como CRISTÃOS. Mas ninguém dá um basta neste Papa falsificado, que há anos vem se empenhando em desacreditar e arruinar a igreja que preside. Foi para isto que destituiu seu antecessor? Houve agora um manifesto de 14 bispos, se não me engano, chamando o de herege. E seus coleguinhas evangélicos? Parece que esqueceram porque nossa era começa com o ano ZERO e também o que aconteceu no ano 30, bem como o seu porquê. E mais, onde está a solidariedade aos cristãos do Sri Lanka. Quando foi para ter compaixão com os muçulmanos de Christchurch todo mundo disse presente. Até o Príncipe William, Duque de Cambridge, foi lá pessoalmente, porém os cristãos de Sri Lanka, sua antiga colônia, não mereceram sua atenção. Tampouco os milhares de atentados, que igrejas cristãs estão sofrendo na Europa, chegam a sensibilizar a opinião pública. Não é de se perguntar o que é que está acontecendo, será que todo mundo virou ateu?

NOVA ORDEM EM AÇÃO
Através de recente debate televisivo fiquei sabendo que não foi só no Brasil que há pouco tempo houve uma reforma trabalhista. Aconteceu em vários países e nenhuma delas acabou beneficiando o trabalhador. Todas contribuíram para aumentar a distância entre os bem e os mal remunerados. Ao ser legalizado o meio expediente já era de se esperar uma queda de salários. Contribuiu para agravar o encolhimento do mercado de trabalho, que já vinha sofrendo com o desenvolvimento tecnológico, internet etc. Estes “aplicativos” que pululam por aí são pregos que ajudam a montar os esquifes para enterrar empregos. Na verdade este processo de tirar o pão da nossa boca começou quando o  movimento chamado feminismo passou a ser usado intensivamente para aumentar a oferta de mão de obra. Justo em suas origens, acabou sendo usado para reduzir salários em geral.

Já falei antes, alguém quer brincar de Deus. Da mesma forma como estão operando substituições populacionais, resolveram que a instituição FAMÍLIA estava superada, que o seu PROVEDOR era dispensável e que a GERADORA de novos indivíduos deveria ir jogar futebol. Ficaram todos meio perdidos, o que explicaria a modorra e indiferença generalizada  que hoje imperam.

30 de abril de 2019

POR QUE DESPIDOS?

Lá no final de 2010 relatei aqui neste blog e posteriormente no livro “Outra  face da NOTÍCIA” um episódio pertencente ao imediatamente pós Segunda Guerra. Ele oferece uma luz sobre todo o maquiavelismo diabólico que andou escrevendo a falsa história daquele tempo e cujas consequências se fazem sentir até os dias de hoje.
Volto a abordar aquele assunto, porque um leitor atento encontrou e acaba de me mandar esta foto que complementa de maneira bastante convincente aquela narrativa.

Foi em junho de 1945, um més após a capitulação das forças armadas alemãs. Um dos seus soldados, desmobilizado, pegara carona num trem de carga em Weimar – era o meio de viagem na época – pretendendo chegar a Erfurt. O trem parou antes de chegar ao destino e o soldado resolveu seguir a pé. Mais adiante encontrou, parado na linha paralela, outro trem de carga, destes de vagões fechados de transporte de gado. Do seu interior ouvia gemidos, choros e gritos pedindo água. Enquanto pensava no que pudesse fazer para ajudar, apareceram soldados americanos que fizeram-no correr, ameaçado com baionetas.

O declarante registrou mais tarde a ocorrência  em VHO - Vrij Historisch Onderzoek, Postbus  46, B-2600 Berchem 1, Flandres, Bélgica.

Em visita aos Estados Unidos em 1977, conheceu dois ex-oficiais americanos com os quais chegou a comentar o drama que viveu lá perto de Erfurt. Lembro aqui ao leitor, que Erfurt, Alemanha, fica a poucos quilômetros donde se situava o campo de concentração de Buchenwald. Por um destes acasos, a unidade em que os dois serviram naquela época esteve estacionada em Heidelberg e tiveram conhecimento do que aconteceu com aquele comboio de carga. Confirmaram que os vagões estavam cheios de soldados alemães, prisioneiros de guerra. Souberam que eles teriam sido contaminados com tifo e disenteria e estavam sendo levados a campos de concentração, onde serviriam, vivos ou mortos, de figurantes para os documentários sobre o holocausto que o famoso cineasta Hitchkock estava produzindo.

Sei, é realmente difícil conceber que seres humanos possam raciocinar nestes termos e praticar tamanho barbarismo. Essa foto mostra que existe gente, ou seres, que de humano talvez só tenham a aparência. A imagem ainda merece a seguinte observação que me parece importante. Recordo que nos primeiros anos pós guerra, quando a gente era confrontado com documentários do assim chamado holocausto, estranhava-se que em muitas fotos eram mostradas montanhas de cadáveres nus, despidos. Aqui se esclarece o motivo, pois é claro que os corpos não podiam ser exibidos portando uniformes alemães.

19 de abril de 2019

ESCALADA PROFANADORA

A Catedral de Notre Dame, não só um monumento da Cidade Luz, Paris, como também um símbolo maior da cristandade, abre a semana santa deste ano ardendo em fogo piramidal. Isto depois de 856 anos, desde que começou a ser erigida. Chocante espetáculo transmitido ao mundo pelas telas eletrônicas.

Imagens tristemente impressionantes, mesmo para quem não professa a religião católica e, no sentido mais amplo, a cristã. Curiosamente não pensam assim os responsáveis pelos serviços noticiosos, que logo abrandam a exposição do assunto e pouca preocupação demonstram com a possível CAUSA do incêndio. O mesmo pode se dizer das autoridades, ao que parece entraram em férias. Apenas o presidente Emmanuele Macaron se apresentou prometendo reconstrução em 5 anos, o que contribuiu para recuperar um pouco a sua popularidade. Mas não se vê ministro ou chefe de polícia anunciando uma INVESTIGAÇÃO. A boca pequena se fala sobre um acidente provocado por trabalhos de solda em obras de manutenção. Talvez os pobres operários venham se eternizar como responsáveis, igual aquele copiloto do avião da Germanwings, que teria se suicidado, derrubando o avião que dirigia em 24/3/2015. Assim vai ficar. A TV vai se esmerar em mostrar lindas vistas daquela imponente edificação gótica, que durante séculos buscou fazer com que a humanidade se sentisse mais próxima do criador.

Já ficou bem claro que determinados ocorrências devem ser silenciadas. Nisto se inclui tudo que desperte a população para a grande ameaça que paira sobre o seu futuro. Bem mais provável que acidente de obra é que este inditoso incêndio também faça parte da guerra que foi desencadeada na Europa contra tudo que simboliza o cristianismo. Seu palco principal são França e Alemanha. O Gatestone Institute de Nova Iorque apresentou, UM DIA ANTES da ocorrência em Paris, uma matéria sob o título “Igrejas Europeias: Profanações, Incêndios  - Todos os Dias”. Cita ali que em 2017 foram registrados na França 878 ataques a igrejas ou símbolos cristãos (crucifixos, figuras, estátuas), número que se elevou no ano seguinte para 1.063.

Na Alemanha é a mesma coisa. E a mídia pouco fala ou escreve sobre isto. Diz o site: “há um silêncio eloquente tanto na França quanto na Alemanha em relação ao escândalo das profanações e à origem dos perpetradores. Nem uma palavra, nem mesmo o menor indício que de alguma maneira poderia levar à suspeita sobre os migrantes… Não são os perpetradores que correm o risco de serem banidos e sim aqueles que ousam associar a profanação dos símbolos cristãos à chegada dos imigrantes. Estes são acusados de ódio, discurso de incitamento ao ódio e racismo”.

Quanto maior a concentração de muçulmanos na região, maior a ocorrência de atentados. A grande maioria dos migrantes são invasores sem a menor intenção de se integrar aos hábitos e costumes dos autóctones. São agora ainda favorecidos pelo Pacto Migratório, assinado em dezembro na África. Não pode mais haver dúvidas que tudo faz parte de um tétrico plano que alguns chamam de SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL, outros de GENOCÍDIO RACIAL.

Fato é que nem pelo incêndio da Catedral de Notre Dame, nem pelos milhares de atos agressivos à cultura e costumes na Europa, não há de se responsabilizar operários descuidados, ou os alienígenas árabes e africanos, mas isto sim, os desumanos, bestiais regentes, que, uns ocultos outros às escancaras, tramam, dispõem e conduzem a humanidade ao abismo. Empenhados em destruir os valores éticos e morais da sociedade, não hesitam em submetê-la até mesmo a uma desenfreada escalada sacrílega.

12 de abril de 2019

A VERDADE LIBERTA, SENHOR PRESIDENTE

O seu governo acaba de completar os primeiros 100 dias e o Jornal Nacional da Rede Globo abriu espaço, para que se fizesse um balanço do que foi realizado. Muito justo que sejam dadas satisfações ao povo que o elegeu.
Entretanto fiquei surpreendido, quando vi e ouvi o senhor pronunciar as palavras:
“Podemos perdoar o holocausto, esquecer nunca!”

Sem atinar o que o dito teria a ver com as realizações do governo, tomo a liberdade de perguntar o que o faz acreditar que o aludido evento efetivamente tenha acontecido. Sim, sei que faz parte da história contemporânea, escrita por quem se assenhorou do domínio dos meios de comunicação. Já dizia também Napoleão Bonaparte que “A Historia é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.” E George Orwell completou: “A História é escrita pelos vencedores.”

Imagino que o senhor, como os recursos de que dispõe, seja bem informado sobre o que acontece aqui e no mundo. Certamente não se impressionou com as adulações de que foi alvo durante a sua recente visita ao estado de Israel.

Louvando-me em que dissera Napoleão e outros pensadores, tomo a liberdade de afirmar que o senhor não tem o que perdoar. Não houve holocausto, nem nos anos 20 do século passado, como então afirmaram várias edições do “New York Times”, nem durante a Segunda Guerra Mundial. Não houve tal matança, tal genocídio. Não pode ter havido.
Sinto-me em condições de fazer tal afirmação, porque eu estava lá, senhor Presidente. Tenho hoje noventa anos, era portanto jovem, mas consciente do que acontecia ao meu redor. Convivi com aquele povo, hoje acusado de então ter assassinado seis milhões de seres humanos. É um povo culturalmente evoluído. Não é dado à violência. Grande parte da população brasileira é constituída por descendentes daquela etnia, mas seus nomes são raros, para não dizer inexistentes, nas nossas crônicas policiais. Não é, como dizem, um povo beligerante, como provou famoso estudo do Prof. Quincy Wright, segundo o qual nas 278 guerras entre 1480 e 1940, envolvendo países europeus, a Alemanha  (incluindo Prússia) marcou presença com 8%, ficando em penúltimo lugar a frente da Dinamarca.
Tenho me preocupado com o assunto durante os últimos vinte anos e venho colocando minhas conclusões em público. A criação do conceito de um holocausto obedeceu a objetivos, que o passar do tempo e a realidade da geopolítica dia a dia mostram com maior nitidez. 

Estou com o senhor e com o que veio dizendo durante sua campanha eleitoral:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!” (João 8:23)