17 de outubro de 2019

FIM DO REICH

Tem-se a impressão de que a gritaria da Greta e sua exibição exagerada não deu o resultado esperado. Entusiasmaram-se demais, os organizadores da “Rebelião da Extinsão”. Não é deste jeito que funciona. Há um outro departamento do demiurgo do mal, que vem operando há séculos na transformação da vida humana neste planeta. Quer atingir seu objetivo também com “EXTINTION”, mas sem “Rebellion”, exterminando mesmo! Este departamento revelou claramente seu projeto há quase 100 anos através de um indivíduo chamado Richard Nikolaus Conde de Coudenhouve Kalergi. Maiores detalhes podem ser vistos no Google ou neste blog sob novembro de 2017.

Claro que o projeto não era só dele, por isso falo em “departamento”. Mas o plano consiste de uma erradicação da população branca, dos arianos europeus, através sua substituição por uma população afro-asiática de cultura e credo bem estranha à sua, e governada por judeus. Quem acompanha as notícias sabe que a Europa já recebeu milhões destes assim chamados Migrantes, sendo que está prestes a eclodir novo tsunami, tudo com expresso apoio dos respectivos governos, sejam remetentes, sejam recebedores e tudo com aplausos, até ajuda do Vaticano. O que gera suspeita de que algo está sendo tramado contra a própria população nativa, é que, com poucas exceções, os seus governantes parecem coniventes. Não empreendem qualquer medida de proteção aos seus povos.

Para que não falte a necessária matéria-prima, as bombas não param de explodir mundo afora, em flagrante desrespeito aos defensores do clima.  Nunca houve tanta guerra neste planeta, como depois que a humanidade se viu livre daquele “facínora”, chamado Adolf. Este homem teve o desplante de querer, segundo diziam, dominar o mundo. Engraçado é que hoje aqueles que o acusaram e combateram, são os maiores apologistas do GLOBALISMO, da Nova Ordem Mundial, do Governo Mundial. Na verdade chegou até mesmo a ser uma promessa divina a  um deles.

Desculpem, desviei do assunto. Estava falando dos migrantes. Segundo se diz, estão fugindo das agruras que sofrem em seus países. Desconfio que estão sendo enganados e mui provavelmente a EMENDA VENHA A SER PIOR QUE O SONETO. Sem contar o provável confronto entre as poupulações autóctone e alienígena, que dificilmente deixará de acontecer, é de se supor que a economia dos países invadidos não suportará as mudanças. Chama a atenção também uma  palavra que o leitor encontrará destacada no final da minha postagem anterior, quando o missivista ali citado pergunta à destinatária da carta se ela “pretende DESINDUSTRIALIZAR o país”. É um assunto sério. A Alemanha de Merkel decidiu e programou uma transição do suprimento de energia para fontes renováveis. Para tanto suas sete usinas nucleares serão desativadas até 2022. O que o país tem de produção significativa é a industrial, portanto dependente da energia elétrica. Terá como substituir nestes três anos a energia nuclear e a que preço? 

Isto  me faz lembrar que ao final da Segunda Guerra os aliados se preocupavam com a pergunta sobre o que fazer com a Alemanha depois de esta vencida. Ficou famoso o Plano Morgenthau. Foi seu autor o Secretário do Tesouro do governo Roosevelt. Entre outras medidas o plano previa a desindustrialização do país, transformando-o em agrícola e pastoral.
Já se sabe que grandes transformações geopolíticas podem ter sido planejadas com séculos de antecedência. 

Será esse o fim do REICH DE MIL ANOS?

8 de outubro de 2019

EXTINCTION REBELLION

I N C O N C E B I V E L ! Acabamos de testemunhar uma ocorrência absurda.  Não posso crer que ainda há poucas décadas tivesse sido possível impregnar milhões, ou bilhões de mentes ao mesmo tempo com uma ideia descabida, sem nexo, carente de qualquer comprovação lógica. Ontem, dia 7 de outubro, houve o lançamento mundial do insano movimento “Rebelião da Extinção”. Durante duas semanas de “desobediência civil”, o Extinction Rebellion chama os ativistas do mundo inteiro à rebelião pacífica e prometem paralisar, principalmente, o tráfego de grandes metrópoles, para exigir mudanças urgentes, porque estamos todos ameaçados de morrer com  o aquecimento global. Atos estão previstos em mais de 350 cidades de 60 países.
Isso é coisa do TAVISTOK (veja neste blog:  setembro 2019), ou melhor, é armação dos GLOBALISTAS. Coincide que veio a ter às minhas mãos cópia de carta dirigida pelo Dipl.-Chem.Dr.rer.nat. Hans Penner à Chanceler alemã Dr.Angela Merkel, figura dirigente do movimento em prol do  Governo Global. Passo a traduzir a epístola.
Prezada senhora Dra.Merkel,
Sua política energética está errada porque causa danos econômicos exorbitantes. O novo relatório da McKinsey sobre a transição energética confirma seus erros. Nenhum país do mundo adota sua política energética como modelo:
A senhora aceita ser aconselhada por crianças, porque lhe faltam os conhecimentos básicos de física atmosférica:
- A senhora não sabe que o clima muda constantemente desde quando existem nuvens.
- A senhora não sabe que o clima é regulado pela atividade solar e não por automóveis.
- A senhora não sabe que no país da Clima-Greta desde o seu nascimento a temperatura média não aumentou.
- A senhora não conhece o correspondente relatório da enquete do Bundestag (parlamento), que constatou que as emissões de dióxido de carbono são inofensivas, porque a absorção de 15µm da radiação da superfície da terra está saturada há muito tempo.
- A senhora não sabe que emissões de dióxido de carbono não são danosas, uma vez que sensibilidade do CO2 ao clima fica abaixo de 1ºC, como afirmam respeitáveis cientistas do clima.

Uma publicação da Universidade de Heidelberg (https://www.phisi.uni-
heidelberg.de/-dubbers/energiewende/text.pdf) confirma a nocividade da sua política energética.
- Embora a senhora tenha sobrecarregado os cidadãos com cerca de 500 bilhões de euros, a emissão de dióxido de carbono não diminuiu nos últimos dez anos.
- Apesar dos enormes subsídios, as fontes de energia eólica e solar contribuem com apenas 4,3% para o suprimento de energia do país, a energia nuclear entretanto com 6,5%. A senhora não tem projeto de como substituir a energia nuclear após sucateamento das valiosas usinas.
- 80% da nossa energia é gerada por combustíveis fósseis. Esses 80% a senhora pretende descartar! O que então vai restar da nossa indústria?
É um escândalo que um consenso de inúmeros cientistas não seja acatado. Suas petições contra a hipótese de uma catástrofe climática são simplesmente engavetadas:
Petição Richard Lindzen 2017, mais de 300 cientistas
Oregon Petition 2018, mais de 30.000 cientistas
Petição de Cientistas Italianos 2019, 90 cientistas 
Petição Berkhout 2019, mais de 500 cientistas

Como o seu governo transformou a Alemanha? Cidadãos responsáveis e independentes são de opinião fundamentada e convincente de que a senhora pretende DESINDUSTRIALISAR a Alemanha.
Com preocupadas Saudações

Hans Penner

27 de setembro de 2019

QUEM é QUEM

Apesar dos pesares, foi uma semana de esclarecer muita coisa. Já na segunda, na Convenção do Clima, a porta bandeira do combate ao “aquecimento global” perdeu o controle. A Greta fez careta e chamou todo mundo de fdp, ou algo semelhante. Soube que tem 16 anos e parece ter oito. Na hora das palestras não deixaram o nosso ministro do meio ambiente falar, a pretexto de não ser chefe de governo, mas outros, simples representantes, falaram.
BOLSONARO
Veio o dia seguinte, quando começou a Assembleia Geral da ONU e foram obrigados a escutar o Brasil. Ao nosso Presidente é dado, por tradição, fazer o discurso de abertura. Pois acho que o homem supreendeu, falou bem e deu início a um processo de marcar as posições de Patriotas em meio àquela multidão de comunas, desculpem, Globalistas e maria-vai-com-as-outras. Sobre a Amazônia, Bolsonaro faz referência ao posicionamento do presidente da França, Emmanuel Macron, a respeito da política ambiental do seu governo: “É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.” Bolsonaro enalteceu nosso patriotismo e afirmou que não abdicamos da soberania.
TRUMP
Depois veio o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump que deixou claro: “Sim, eu sou Nacionalista”. Traduzo aqui um trecho do seu discurso: “ O mundo livre deve voltar a se conscientizar dos seus fundamentos nacionais, que não podem ser rejeitados. Quem quer liberdade tem que ter orgulho do seu país. Quem quer democracia deve dar valor central à soberanidade. Quem quer paz deve amar o seu povo. Dirigentes ajuizados sempre deram o maior valor ao bem estar da própria nação, da própria terra. O futuro não pertence aos globalistas. O futuro pertence aos patriotas. O futuro pertence a nações soberanas e independentes, que protegem seu cidadãos, respeitam seus vizinhos e dignificam as diferenças que fazem de cada país algo especial e sem par. Por este motivo iniciamos nos Estados Unidos um programa estimulante de renovação nacional.”
REAÇÃO
Até a bem pouco tempo aqueles que querem um Governo Mundial tiveram um caminho mais ou menos desimpedido. Abandonaram a experiência da União Soviética, uma vez que já haviam fixado o pé em outras regiões, principalmente nos Estados Unidos. Sua política de infiltração funcionando com perfeição, bem como sua defesa contra o adversário natural, os que defendiam o Estado nacional. A eleição de Donald Trump foi um exemplo clássico. Quase todos os veículos de comunicação tradicionais foram contra ele, e são até hoje. Agora a campanha pelo “impeachment”.
Jair Bolsonaro no Brasil enfrentando um processo semelhante de parte da imprensa, além da tentativa de assassinato em pleno período eleitoral.
Na Itália temos Matteo Salvini, que contava com amplo apoio popular e no auge da carreira foi derrotado pelos políticos globalistas.
Para a União Europeia é imprescindível que o Reino Unido não realize o BREXIT, ou seja, permaneça na União, apesar de terem os britânicos decidido em consulta popular deixar a UE. Boris Johnson substituiu a primeira ministra Thereza May, que protelara a saída durante anos, e prometeu atender à vontade popular e deixar a União até 31 de outubro próximo, custe o que custar. Seus colegas de parlamento estão lhe causando as maiores dificuldades. Johnson é Nacionalista.
SIONISMO  
Devem existir mais mandatários da estirpe dos patriotas mundo afora, mas eu quero concluir este escrito de hoje com um nome que talvez meus leitores não esperassem sair deste teclado. É até possível que, igual Boris Johnson, não esteja mais muito firme no seu posto. Falo de Benjamin Netanyahu, grande apoiador de Trump e amigo de Bolsonaro. Deveríamos reconhecer aqui, ser lícito supor que hoje existem dois tipos de judeus. Um, aquele internacional, resultante dos movimentos da diáspora que tiraram o judeu do seu ambiente cultural e fez com que se domiciliasse em grande número de regiões e países. Outro é aquele que seguiu a Theodor Hertzel, considerado o pai do Sionismo. Este, um autêntico patriota e que hoje quer ser cidadão de uma nação chamada Israel. Propósito que foi apoiado também  por Hitler. Portanto é provável que parte dos judeus, ou seja os internacionais, apoiem, ou até sejam os promotores do Globalismo e outra parte, os sionistas sejam a favor do Nacionalismo. Explicaria muita coisa.

23 de setembro de 2019

SOLUÇÃO PARA O CLIMA

Reconheço que eu estava errado. Pensei que aquele alarido, feito por Macron e Merkel em torno da Amazônia, tivesse a ver com um possível plano de internacionalização da área. Realmente fez parte de um plano, mas não chegou a isto, pois ela viria com a própria globalização. Não, o que ficou claro é que essa estória do “clima”, do combate ao efeito estufa e ao gás que o origina, por mais absurda e inconcebível que seja, de fato está seguindo uma estratégia e logistica de Estado Maior.

Como não podia deixar de ser, este Estado Maior desenvolve suas atividades na ONU. Nações Unidas, donde têm partido iniciativas que não apenas parecem ser de gente que não têm o que fazer, ainda produzem efeitos contrários aos que prometem . Cito como exemplo os seus 30 Direitos Humanos, que aguaram os direitos que já conquistáramos. Sua Agenda 21 trouxe as ONGs e suas ações clandestinas. Seu Pacto de Migração, também conhecido como Acordo de Marraquexe, em lugar de proporcionar ajuda local aos paízes pobres desencadeou um movimento migratório de milhões de necessitados e refugiados econômicos, cujo resultado final ninguém pode prever.

Assim inventaram a ameaça de um “Aquecimento Global”. Como tudo o que fazem, não é o que dizem, esconde outros propósitos. Se escondem, é porque não seria bem recebido. Não se importam com assertivas do mundo científico, que negam a existir tal ameaça. Simplesmente vão em frente. Em 2015 reuniram mais de 180 países em Paris e os fizeram assinar o ACORDO DO CLIMA. Agora dramatizaram a coisa com o fogo na Amazônia, muito bem-vindo(!) aos seus propósitos. Imagens aterrorizantes dominaram os noticiários ao redor do planeta. Atitudes e palavras de governos estrangeiros sugeriram responsabilidade do brasileiro. Organizaram como protesto e reinvindicação de medidas para “salvar o mundo” o FRIDAY FOR FUTURE, mobilizando manifestações em massa, servindo-se principalmente de crianças e adolescentes.

Hoje acontece na ONU em Nova Iorque a CONFERÊNCIA DO CLIMA (um dia antes da assembleia do organismo). E já começam a pipocar novas medidas e leis com o destino de implementar o combate ao “aquecimento global”. A primeira que veio a público foi a da Merkel da RFA. Vai trazer aumentos de preços. Mas se é para mexer com o clima,  acho estranho que não tenham lembrado outra solução:  No meu livro “Outra Face da Notícia” à página 69, há uma matéria que escrevi em fevereiro de 2011 e da qual vou extrair dois parágrafos:

    Esta ionosfera parece ser uma área interessante. É o que sugere o fato de terem as forças armadas americanas criado um projeto científico sob a sigla HAARP – High Frequency Active Auroral Research Program, o que quer dizer: Programa Ativo de Alta Frequência para Pesquisa da Aurora Polar. Para tanto montaram no Alasca 180 antenas, que ocupam uma área equivalente a vinte campos de futebol. Mas não serve só para “estudar” o fenômeno celeste. A palavra Active fornece a pista de que é também para criá-lo. Segundo a revista “Der Spiegel” de 7 de outubro de 1996 isto já foi conseguido.
    A english.pravda.ru complementa agora dizendo que o sistema americano HAARP está em condições de desencadear catástrofes climáticas, tais como enchentes, secas e tornados. Zbigniew Brzezinski, conselheiro e assessor de vários presidentes americanos, diz em seu livro "Between Two Ages": “Graças a novas tecnologias (...) poderão ser adotados procedimentos para alteração do clima, provocando períodos duradouros de seca ou tormentas.”


O sistema deve funcionar, pois hoje já existe mais uma instalação HAARP na Noruega e outra na Rússia. Podem fazer chover, fazer frio ou calor, podem provocar terremoto. Deixem o DIÓXIDO em paz!

17 de setembro de 2019

GRANDE MENTIRA

Depois do maior fake da História, do Holofake, temos que conviver agora com com a GRANDE MENTIRA do CLIMA FAKE. Promovida principalmente por áreas que hoje se chamam de esquerda, globalistas, tem abrangência mundial e está influenciando negativamente muitas vidas e atividades. 
Criminaliza-se tudo que possa contribuir para um suposto AQUECIMENTO GLOBAL através da emissão discriminada de CO2 – Dioxido de Carbono. Aí começa a mentira, um aquecimento existe, sim, mas nada tem a ver com o CO2, é resultado do ciclo das manchas solares e não é nada catastrófico. Medições feitas na Europa Central entre 1672 e 1988 mostram a coincidência da maior o menor temperatura média com a maior ou menor atividade na superfície solar. Ambas ocorrem de forma cíclica, sugerindo que uma influencia a outra. O gráfico abaixo deixa claro, que a maior diferença constatada entre maior e menor temperaturas médias foi de pouco mais de 1 grau. Isto, é bom lembrar, num período de 316 anos.

Enquanto isto a história do Dióxido de Carbono é fake desavergonhado. Imagine-se na nossa atmosfera terrestre, representada nas suas proporções no pequeno gráfico anexo, a participação atual do CO2 sendo igual a 0,03 a 0,04%. Onde a composição total do ar é de 1/5 oxigênio, 4/5 nitrogênio e em doses mínimas,os gases árgon, helio, cripton, xenon, dióxido de carbono, hidrogênio, ozônio. As camadas ainda têm temperaturas diferentes, aqui citadas em seu limite superior: A Troposfera na região polar de -40 a -65ºC , nos trópicos de -75 a -80ºC. A Stratosfera mais ou menos constante de -50 a -60 ºC. A Mesosfera chega a registrar em sua parte inferior até +50, descendo na superior a -80ºC. Na Termosfera, como já diz o nome, a temperatura volta a subir. Na Exosfera a gravidade da terra praticamente deixa de exercer atração aos seus componentes que dissipam-se no espaço em intercâmbio com matéria cósmica.


Então é de perguntar: se hoje, com toda a alegada superprodução de CO2 por fábricas, combustíveis fósseis, queimadas, pums de gado, escapando pelos vulcões e aberturas na crosta terrestre, etc. ainda assim representa no todo quantidade tão inexpressiva, como pode significar tamanho perigo para a humanidade?


Dióxido de carbono, vítima da destrutiva política ambiental, capitaneada pelos Macrons e Merkels da vida, trombeteada e promovida por centenas de organizações e ONGs, na verdade não faz mal a quem quer que seja, ao contrário, é parte indispensável da cadeia alimentar dos vegetais.

Frequentemente as autoridades vêm nos alertando para prestarmos atenção às “fake news”, pois haveria muita gente postando noticiário falso por aí. 
É de dizer “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

7 de setembro de 2019

SERVIDÃO

Estes dias eu li, na internet é claro, que o fluoreto é um veneno que, dependendo da dosagem, mata. Difícil de acreditar, pois fluoreto é o produto que os serviços de saneamento costumam misturar à água que é servida à população. Até na etiqueta da água mineral que consumo consta que o produto foi fluoretado. É verdade que a matéria a que me referi ressalvou a dependência da dosagem. Dizia ali também que a mistura na rede pública teria outra finalidade, contribuiria para manter a população mais calma, menos irritável, menos propensa a se revoltar.

SOMBRA E ÁGUA FRESCA
Seria motivo para a gente pensar um pouco? Eu diria que até pode ser. Vejam que nessa baboseira de um “aquecimento global” provocado pelo homem, nela quase todos acreditam. É fácil aceitar. Não exige esforço. Não precisa pensar. Agora olhe, ou ouça em volta: Quem está preocupado com uma situação chamada Globalização? Quem se importa com a possibilidade de haver um só governo para todo o planeta, um Governo Mundial? De que maneira se chegará lá e como serão então as condições de vida? 

E não se diga que são elocubrações, fantasias. No século XVIII ainda vivia-se em castas aqui no nosso prodigioso mundo ocidental. Uma era o clero, outra a nobreza e a terceira a grande massa, os camponezes, estes em regime de maior ou menor servidão. Se então já se ofereceu a condição de existir um povo subserviente, por que não poderia ser repetida sob uma governança mundial, mesmo que por etapas.

JÁ NÃO É O POVO QUEM MANDA
Não faz muito jubilávamos por ter conquistado a “democracia”. Ide agora a uma França, saber como Macron tapou a boca dos “coletes amarelos”. Ou ver na Alemanha de Merkel como anda a “liberdade de expressão”. Com os “direitos humanos” da ONU ficou fácil arrumar uma acusação. O Salvini da Itália tem a seu favor 79% dos italianos, acontece que 17 deputados mudaram de lado ($) e ele perdeu a parada. Em referendo o povo inglês decidiu deixar a União Europeia. Isto foi em 2016. Pois até hoje a decisão não foi cumprida. Os deputados, representantes daquele povo, conseguem ficar enrolando. Empresas das mais poderosas, como Google e Facebook, obedecem docilmente a ordens superiore apagando milhões de “fake news”,  como hoje chamam mensagens politicamente incorretas.

Um governo central precisa de um povo dúctil, que faça o que é mandado, não crie problemas. Também não seja numeroso demais. Nem muito inteligente. Já tivemos notícias de universitários que não sabiam fazer as quatro operações. E não é só no Brasil. Aqui sabemos que o aluno passa de ano de qualquer jeito, se não domina a matéria o professor é culpado. Então vai aprender o que?  Também estamos ficando mais pobres. Os salários, as aposentadorias, as vagas de emprego, tudo murchando. Não tenho agora os dados oficiais, mas enquanto os ricos ficam mais ricos, o mundo restante vem empobrecendo. Um claro indício de que drásticas mudanças estão por acontecer. E digo mais, isto é proposital, é arquitetado. O homem foi dotado de recursos intelectuais suficientes, para ter sido capaz de conduzir a evolução no caminho certo, harmonioso, em benefício de toda humanidade. Entretanto o que acontece tem objetivos deletérios, que ficam mais evidentes quando se olha para o que ocorre no Velho Continente.

SUBSTITUIÇÃO CULTURAL
Programada pela “ONU” já em 2001 sob o título “Replacemente Migration” (vide neste blog em 2.12.2015 – ver também sob EUROPA VAI PEGAR FOGO em 3.2.2019) isto representa uma idéia que só pode ter nascida em mente doente, diabólica. Deixa claro que Globalismo pretende constituir uma pequena camada de donos, regentes do mundo e o restante, o que sobrar de uma redução forçada, por guerra provavelmente, deverá ser uma imensa massa de SERVOS. Para chegar a este ponto os povos que possam oferecer resistência precisam ter sua estrutura étnica desmanchada, diluida, forçando sua mesclagem com culturas diametralmente diferentes. Só para se ter uma idéia, existe uma previsão oficial de que Portugal, que hoje tem cerca de 10 milhões de habitantes, tem condições de receber 70 milhões de MIGRANTES.


Seria bom que essas questões venham a ser com frequência crescente objeto das conversas entre amigos, afinal somos todos nós os formadores do mundo de amanhã, do mundo dos nossos descendentes.

30 de agosto de 2019

A NAÇÃO RESISTE


Deu para perceber, não deu? Temos novos personagens no palco do drama ao qual já podemos dar o título “DE OLHO NA AMAZÔNIA”. Acho que essas figuras erraram o tempo, deveriam ter sido as primeiras em cena. A cena a que me refiro é a catástrofe amazonense, que  neste ano vem nos sendo mostrada dia pós dia pela mídia unida, nacional e mundial. Segundo o site www.folhapolitica.org  estamos vendo fotos pavorosas da floresta em fogo que datam até de 1989. Mas isso não importa, são apenas detalhes, o que vale é fazer pesadas críticas ao governo brasileiro. Sem o fundamento que pretendem ter, são injustas, fabricadas por motivos inconfessáveis.

Mas há, sim, algo errado e que nada diz respeito aos estrangeiros.  O que me chamou a atenção é que só agora eles aparecem, eles que deveriam ter sido os primeiros. Assim com a União tem seu Presidente, os Estados têm seus Governadores. Onde estavam quando o drama começou? O que fizeram? O Brasil não é uma república federativa? Se está dividido em Estados certamente não é para bonito e a nossa Amazônia, da qual se fala, é constituida por nove Estados:  Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do estado do Maranhão. Cada um com sua estrutura administrativa de executivo, legislativo e judiciário.
A esse respeito diz a nossa Constituição:
Art. 23 – É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: Inciso VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas; Inciso VII – preservar as florestas, a fauna e a flora.

Ao que consta, todo ano em maior ou menor escala aquela região  tem sua estação de seca. Todo ano registram-se ali incêndios da mata. Os Estados têm suas forças de segurança, polícia, bombeiros, toda estrutura enfim que os condiciona a serem os primeiros a saber e atender uma ocorrência. Pois não se tem notícia de que tivessem feito alguma coisa, nem pediram ajuda ao governo federal. Entretanto agora começam a aparecer em Brasília, nas telas das TVs, nas entrevistas. Seria por que o Macron falou em mandar 83 milhões?

Falta muito para que seja revelado o que pretenderam Macron, presidente da França, cria dos Rothschilds, e Angela Merkel, chanceler da RFA, cria do comunismo, ambos da vanguarda globalista, capitaneando essa indevida intervenção estrangeira em assuntos brasileiros. Talvez, como soe acontecer, mesmo o mal que ocasionam, pode ter aí um lado proveitoso, qual seja o de nos mostrar as falhas existentes na organização do nosso Estado. Entretanto, apesar do esforço que fazem os nossos principais veículos de comunicação em desprestigiar o governo federal, tudo indica que – para o bem e preservação da NAÇÃO  -   não é o que estão conseguindo.

23 de agosto de 2019

BRASIL SOB ATAQUE

Estamos sob bombardeio cerrado e, pior, sendo os maiores danos causados  por “fogo amigo”. Fogo que parte a todo momento dos nossos próprios veículos de comunicação. Sua munição é informação manipulada, distorcida e até mesmo toda falsa. Estou me referindo à NOSSA AMAZÔNIA. O jornal da noite na TV começa com notícias alarmantes, oriundas de fontes questionáveis, todas com o nítido intuito de destabilizar o governo do país. Dão a entender que o Brasil está envenenando a atmosfera, o ar do mundo. 

Nos grandes incêndios florestais que ocorreram nos últimos anos em PORTUGAL e na CALIFÒRNIA, até com grande  número de vítimas humanas, não houve nada disso. Agora provocam toda essa celeuma. E é gente nossa que lá do conforto dos seus estúdios usa microfone e câmera para COBRAR providências. Dão a entender que é só mandar um caminhão de bombeiros lá para o meio da mata, ou enviar aqueles aviõezinhos para jogar água naquela imensidão. Olhando para a tela da TV, são capaz de pensar que a Amazônia é quintal de Brasília.

Antes o problema era o DESMATAMENTO, agora o desmatamento ainda favorece o fogo. “O Brasil é país subdesenvolvido e o brasileiro não tem capacidade para cuidar de suas coisas” é o mote dos que estão a cobiça dos  nossos bens , das nossas riquezas. São enormes os recursos minerais existentes naquela área, além de um aquífero maior que o Aquífero Guarani. E acreditem ou não, parece que desta vez o americano não está envolvido, pois é da NASA que vem a notícia:

A CAMPANHA AMBIENTAL CONTRA O BRASIL É PURA MANIPULAÇÃO que acoberta interesses políticos e comerciais! E continua: O Brasil é um celeiro da alimentação mundial, mesmo assim só vem ocupando 7,6% de sua área para o cultivo agrícola, enquanto para o mesmo fim, Estados Unidos usam 18%, China 17%, Europa 40 a 65%.

Aqui cabe voltar mais uma vez ao AQUECIMENTO GLOBAL, que não passa de uma enorme FRAUDE com objetivos excusos ligados à implantação GOVERNO MUNDIAL. Tenho aqui um vídeo de ca. de 15 minutos, no qual um  professor de climatologia de uma das mais importantes universidades do país é entrevistado sobre o assunto por uma das mais legendárias figuras da nossa TV. Deixo de dar o nome, pois com o “clima” que reina hoje é capaz de sofrer ainda alguma represália. Ele não tem papas na língua: 
- “Efeito estufa” é a maior falácia científica que existe na história;
- camada de ozônio não existe;
- gelo do Ártico derrete e congela e mesmo total derretimento pouco alteraria o nível do mar, para que isso acontecesse teria que derreter todo o gelo da Antártica;
- clima global não existe, só exite o clima local e é cíclico;
- vegetação responde ao clima, não o clima à vegetação;
- floresta (rain forest) é feita pela chuva, não é a chuva que é feita pela floresta;
- quem manda no planeta são os oceanos, cobrem ¾ da superfície e são os responsáveis pela troca de massa e energia;
- desmatamento não tem influência global.

Sem tomar partido político, sou de opinião que a campanha que está se fazendo contra governo brasileiro, apoiando, favorecendo e até representando interesses estrangeiros é em prejuízo ao país como um todo e, portanto, CRIME DE LESA-PÁTRIA.

16 de agosto de 2019

ONG não é o que PARECE

Vivi alguns anos no litoral, onde passei pela experiência de ser um “ecochato”. Assim eram chamados os que se preocupavam com natureza. Havia lá um centro universitário dedicado aos estudos do mar. Amizades que se formaram pela convivência, tiveram sua atenção atraídas para problemas naturais da região. Meio ambiente ainda não era expressão corriqueira, usava-se mais ecologia. Havia problemas sérios, entre eles a ameaça de extinção do mangue. O empenho pessoal daquela meia-dúzia de nós valeu a pena.

Sabendo depois que no mundo passaram a existir ONGs – Organizações Não Governamentais que voluntariamente se dedicavam a encontrar, ou promover junto a órgãos competentes, a solução para problemas públicos, ainda pensei: “pô, era isto o que precisavamos ter feito, teria tornado nosso trabalho muito mais fácil.”

MUDEI RADICALMENTE DE OPINIÃO! 
Assim como fora a minha primeira impressão, muita gente ainda hoje deve pensar que ONG é coisa boa, é gente voluntária se preocupando com o planeta, com a natureza, com a vida. Uma ONG é muito mais do que eu pensava. Não existe, como qualquer outro negócio, botequim ou empresa, no ordenamento jurídico brasileiro. É de se notar que essas organizações não têm os controles e as limitações às quais um governo normal e democrático é obrigado a se sujeitar. Talvez nem endereço tenham. Parecem bom negócio. O Google diz que só em Curitiba existem 450 (quatrocentos e cinquenta).   

ONG é supra-nacional! Fora criada, ou melhor, inventada pela ONU - sempre ela - com a aprovação da AGENDA 21 (convido a lerem mais sobre este assunto neste blog sob data 11.4.2016). ONGs não têm fins lucrativos, mas podem receber doações(!). Também atuam quase como um governo ou legislativo paralelo.  -  Noite destas durante o noticiário na TV, uma reportagem na Câmara de Deputados permitiu que se visse um requerimento sobre a mesa diretora, no qual, de relance, deu para notar que vinha assinado por cerca de quinze ONGs.

Na verdade ONG é obra daqueles que querem instalar o Governo Mundial. Esses Globalistas passaram a ter aí poderosa arma para subordinar as nações existentes à ONU, submetendo-as à sua prospecção com ajuda das incontroladas, não eleitas e democraticamente não autorizadas ONGs. Isto quer dizer que Estados soberanos, constituídos em liberdade e democraticamente, estão sendo desautorados, rebaixados a simples regiões administrativas. Estamos tendo prova disto no affair que nosso governo está enfrentando na questão do Desmatamento na Amazônia. Desde quando um país se arvorava a dar palpites na administração de outro país? Pelo menos aberta e descaradamente, como está acontecendo. Floresta Amazônica é floresta brasileira. Se ela é o “Pulmão do Mundo” e está faltando ar para vocês, então talvez seja hora de vocês comprarem suas doses. Nós não temos que pagar juros pelo dinheiro que só vocês têm? Além do mais existem outras florestas no mundo, não presisam falr só da nossa.

Essa estória de CLIMA, AQUECIMENTO GLOBAL, CO2 é tudo pretexto açodadamente propagado com ajuda das ONGs estimuladas com os afago de Soros e companhia.
Ditadura mundial a caminho, as ONGs são ferramenta na implantação do novo sistema e, como não eleitas, a ninguém devem responsabilidade. Desmonta-se a democracia e a liberdade individual vai para o espaço.

9 de agosto de 2019

Filhos do Estado, não!

É este o título de um brado de revolta representado pelo manifesto de uma mulher, que, com admirável discernimento, consegue descrever os métodos  através dos quais está sendo preparado um terrivel destino para nós humanos.
Tanto eu aqui quanto colegas mundo web afora, temos denunciado medidas, ordens, imposições, cujo sentido e propósito visa criar profundas alterações nos relacionamentos entre pessoas e estados. Vinham de fontes nem sempre definidas, mas divulgadas e promovidas pela mídia subserviente, tinham principalmente o intuito de criar dissensões. Têm como consequência alterações dos preceitos e costumes familiares da sociedade ocidental. 

Nisto vem às minhas mãos, lá da terra d’além-mar, esta chocante análise da situação, feita por corajosa mulher.

Já ao começar a autora lembra: 
>Karl Marx afirmou que a Família é uma estrutura social opressora, na qual o homem representa o papel de “proprietário”, quer de sua mulher, quer dos seus filhos. E que desta decorre a aceitação colectiva e acrítica de um sistema patriarcal, hierarquizado, favorecedor da transmissão da propriedade entre gerações e, portanto, da perpetuação da propriedade privada, pedra angular do capitalismo e do sistema financeiro.< Foi por isso, proposta a destruição da Família, enquanto caminho para o socialismo, tal como foi tentado na União Soviética, embora sem sucesso. A via da força mostrou-se ineficaz.

Sigo fazendo algumas citações da matéria:
O caminho passou a ser indicado pela Escola de Frankfurt que na década de 1970 trouxe a revolução sexual, a “libertação” da mulher e a dissociação do significado unitivo do matrimônio. Agora emancipada do marido, a mulher passou a ser escrava do mercado de trabalho e a fugir ao apelo biológico da maternidade. Surge a necessidade de retirar da criança a noção da autoridade dos pais. Sexo deixa de significar distinção biológica entre masculino e feminino, sendo substituido por dezenas de gêneros, implementando a agenda de ideologia de gênero. 

É um erro contra todos os princípios naturais e instituidos. Como pode vingar? A resposta é: propagação do erro e um público-alvo treinado para não pensar.


Neste processo desencadeado por instituições nacionais e internacionais que procuram conquistar a hegemonia cultural e política, as pessoas são descartáveis e substituíveis, em contraste com a socialização primária, característica da Família, no seio da qual se aprendem os valores, a moral e os modelos comportamentais, onde as relações são baseadas no amor e nos vínculos, onde o indivíduo é insubstituível. Por que a sociedade não resiste? Primeiro porque o erro é implementado paulatinamente e propagado pelo sistema educacional social. Depois, sentindo (aparentemente) garantidas sua segurança e comodidade, os cidadãos não vêem a ditadura de pensamento como ameaça.

Cada vez menos se valorizam os conteúdos a difundir nas instituições de ensino, que passaram a ser um espaço de doutrinação, pela disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde subliminarmente estão a ser incluídos os princípios da Ideologia do Gênero, com vista à “educação das massas”. E os pais não se apercebem destas movimentaçãoes ou simplesmente se demitem da responsabilidade de educar os filhos, delegando na escola esse papel.  Nesse percurso os filhos passam a ser responsabilidade do Estado e não dos pais. Alguns exemplos:
2009 na Alemanha: Pais são condenados a prisão, por impedirem os filhos de assistir aulas de educação sexual na escola.
2016 na Noruega: Filhos são retirados dos pais por serem “muito cristãos”.
2019 na Suécia: Um pai cristão russo pediu asilo na Polônia, após o Estado sueco entregar suas filhas a uma família libanesa.
2019 na Espanha: Mãe espanhola foi condenada a trabalho comunitário por bater no filho que nõ queria tomar banho.

Desta forma começa a se instalar o receio dos pais de educar seus filhos segundo os preceitos e costumes familiares da sociedade ocidental. Não será esta uma forma de marxismo implementado pelo medo, que muitos teimam em rejeitar ou relativizar? Mas já há também os mais alertas que se apercebem da realidade e surgem grupos cada vez mais organizados e políticos, que ousam se fazer ouvir, fugindo do medo e do politicamente correto.

O combate em Portugal está só a começar. 

Os filhos são nossos, não são do Estado.

27 de julho de 2019

ou ficar a PÁTRIA LIVRE, ou

Lembrei o quanto nós, quando criança, cantávamos aqui no Brasil o “Hino da Independência”. Mais tarde também, no Serviço Militar. Será que hoje ainda é cantado? E se for poderá haver sinceridade quando chegar no “ou morrer pelo Brasil”?

Aqui cabe uma pergunta: até que ponto ainda somos INDEPENDENTES. Senti vergonha ao tomar conhecimento da situação dos dois cargueiros iranianos ancorados em Paranaguá e a “nossa” Petrobrás lhes negando o fornecimento de combustível. Vieram buscar o milho que o Irã comprou do Brasil! Agora parece que o Superior Tribunal Federal interferiu e mandou abastecer. Mas com que direito vem uma nação lá do hemisfério norte dizer o que uma empresa localizada aqui no Brasil, sujeita às normas e leis brasileiras, pode ou não pode fazer. É o Globalismo se acercando da gente, derrubando fronteiras, imiscuindo-se nos assuntos dos outros. Mas tudo sem revelar quem são, quais os seus planos, a que vieram. E não começaram ontem, pois já em 14.5.1947, em discurso na Albert Hall em Londres, o grande exterminador Winston Churchill assim se pronunciou:  - “Não nos entreguemos à fantasia de ser uma Europa unida a última e total solução dos problemas nas relações internacionais. A criação de um autoritário, onipotente GOVERNO MUNDIAL é o objetivo final que devemos ambicionar. Se não se conseguir criar um eficiente supergoverno mundial e torná-lo rapidamente operacional, as perspectivas de liberdade e progresso humano permanecerão obscuras e duvidosas. Mas não nos entreguemos a ilusões quanto ao ponto principal: Sem uma Europa unificada não haverá uma esperança segura de um governo mundial. A unificação da Europa é o passo indispensável para a concretização deste objetivo.”

Agora, 72 anos depois, os planos deste supercriminoso de guerra estão próximos de serem realizados. Porque:
Em 2 de julho o Conselho Europeu nomeou Ursula von der Leyen presidente da Comissão Europeia. Havia três candidatos, todos surpreendentemente desprezados a favor  do seu nome. Leyen era ministra de defesa da RFA e dois anos atrás apareceu convidada a participar da reunião anual dos Bilderberg.

Segundo divulga o Gatestone Institute (23.7.2019) as propostas políticas de Ursula von der Leyen revelam que ela pretende uma expansão maciça dos poderes da Comissão Europeia. Suas propostas aumentariam muito o papel de  Bruxelas em praticamente todos os aspectos da vida económica e social  de toda a Europa às custas  das soberanias nacionais. Ela advertiu que Bruxelas não permitirá que um estado membro da  UE se oponha  à sua revisão fiscal. Von der Leyen quer uma mudança abrangente nas regras,   que permita à UE agir mesmo sem o consentimento unânime dos membros.  Leyen advertiu que haveria consequências financeiras para os estados que se recusarem a obedecer.
É o caminho para a ditadura global.

Então precisamos começar a perguntar até que ponto o nosso país também já está envolvido. A última campanha eleitoral brasileira prometeu um governo nacionalista. Sabe-se que nacionalista é o oposto de globalista, Também disseram: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
Uma verdade que cabe lembrar: TENDO PÁTRIA VOCÊ PODE SER GENTE, NO GLOBAL NEM FORMIGA SERÁ




20 de julho de 2019

VERDADE OU IMAGINAÇÃO

Apanhei um texto que está circulando na Web, cujo conteúdo seria preferível ignorar, que não pudesse haver motivo para existir, que tivesse nascido de uma mente transtornada. É redigido em idioma alemão, portanto destinado a leitores desta fala. Mas me parece que, se fundamentado, deve ser de interesse de todos. Fiz a tradução e tomo a liberdade de apresentá-lo a seguir.

NA RETA DE CHEGADA
A Daimler (refere-se à idustria fabricante dos veículo de marca Mercedes n.Trad) está na expectativa de um prejuízo de bilhões - nós sabíamos desde meados de maio, quando escrevi que na Daimler se espera um Junho/julho similarmente catastrófico, perdas até onde a visão alacança. Também vem aí o“imposto CO2”. Isso já se sabia em janeiro, só o nome do imposto não estava definido. Na verdade desde há muito está planejado que a Alemanha deverá deixar de ser uma economia industrial, a fim de ser transformada em país do terceiro mundo.Todos aqueles belos projetos - “na velhice eu vou passar a viver num lugar aconchegante e contemplativo” – a gente pode esquecer, porque isso não vai acontecer.
Já acabaram conosco. Aqueles que planejaram tudo isso, mal podem esperar que finalmente aconteça. Alemanha como referência econômica deve fechar suas portas, em vez disso deverá ser povoada por muitos africanos, os quais em pouco tempo não só gastarão o dinheiro do povo trabalhador, mas também trarão ao país a violência e possivelmente um estado de beligerância.
Nos últimos anos o processo educativo dos alemães sofreu contínuos rebaixamentos, de forma a hoje só existirem ideólogos, que de física, biologia, química carecem da menor noção. Não haverá mais engenheiros, portanto mais ninguém que possa desenvolver, ou construir alguma coisa. Nem mesmo haverá gente que possa operar e preservar a infra-estrutura  existente.
Não é mesmo uma grandiosa experiência? E nós todos somos parte disso. Faz parte do plano que a massa não dirija automóvel. Faz parte que a massa seja desempregada. Faz parte do plano que fique no escuro, sinta fome, desapareça.
E tudo que planejaram será implementado. Sobrevirá ainda um crash bancário mundial, mais apagão  - depois perguntar-se-á se isto também foi propósito… por isso cada um deve começar a se preparar – quanto antes melhor. Quem pode viver sem carro – ótimo. Quem precisa de carro - mau. Neste caso é bom já começar hoje a providenciar alguma coisa para obter amanhã uma licença especial de compra de um carro. Sempre pode aparecer uma chance de se preparar. Quanto antes a gente reconhecer o perigo, melhor, mas infelizmente a maioria ainda se entrega a muitas ilusões. A mais perigosa delas: Haverá um salvador que impedirá que tudo aconteça. Infelizmente ele não existe. Outro engano: se nada aconteceu até agora, também não vai mais acontecer. Corresponde também aos que pretendem ter o direito de serem salvos, e de graça.  Serão os primeiros a sucumbir.
Por fim tudo virá como planejado, mesmo assim haverá diferenças em relação ao que hoje nos é possível reconhecer, porque o projeto é muito maior e nem tudo é previsível. Tampouco quanto no anos 70 fora possível prever os celulares de hoje. Da mesma forma os europeus não podiam imaginar que pudessem morrer de Gripe Espanhola. Ela provocou mais vítimas fatais do que as guerras mundiais juntas, possivelmente o patógeno até tenha sido criado de propósito. Sabe Deus o que eles andam criando. Nem queremos saber… Quem achar que tudo isso não é com ele – que esteja à vontade. Döbereiner sempre dizia: “Só não pensem em salvar alguém!” Cada qual forja sua própria sorte.
Já nos encontramos em queda livre e ainda há quem acredita que sabe voar…

10 de julho de 2019

INVASA-JATO

Faz tempo, não saberia precisar quando foi, mas era a época em que começaram a aparecer os monumentais desvios propinosos da Petrobras, escutei o ministro Gilmar Mendes dizer a um repórter da TV: 
“O partido juntou tanto dinheiro que nunca mais vai perder uma eleição.”
Pelo jeito não foi só o partido. Recentemente a justiça bloqueou mais de 7 milhões do patrimônio de quem fora então o presidente dessa facção. Antes de assumir esse status foi operário metalúrgico.

A eleição  que sobreveio em 2018 não deu razão ao Dr. Gilmar, pois o Partido dos Trabalhadores, “force du frappe” da NOVA ORDEM MUNDIAL no Brasil, perdeu por mais de 10 milhões de votos. Quando chamo o PT de força de ataque, subentenda-se que não é o único aliado da NOM.

Perderam a eleição para os Nacionalistas e isto graças a um grupo que conscientizou-se dos recursos que a profissão e a lei lhe confere e passou a descortinar a corrupção que, com todo o beneplácito do governo, então de esquerda, estava levando o país à ruína. Levou o nome de LAVA JATO. O povo adorou, acompanhou e apoiou. Foi fator decisivo para a vitória dos nacionalistas nas eleições presidenciais de 2018. O novo governo começou com enorme crédito de confiança.

Entretanto seus adversários não se deram por vencidos. A serviço da NOM os meios de comunicação continuaram na oposição, que já haviam exercido durante a campanha eleitoral. Cada passo errado do governo virava um tropeço, senão um tombo e não foram poucos. Para enfrentar tal oposição o regime careceria de um “führer”, uma liderança excepcional, ou um marquetólogo realmente capaz, não palpiteiros que moram na Flórida. Ainda agora, por exemplo, nenhum familiar, nenhum conselheiro ou assessor apareceu para dizer que não seria recomendável o presidente se expor no jogo de futebol que decidiu a Copa da América. Não são os torcedores de uma partida de futebol, que vão mudar o curso de um navio que está indo em direção a um iceberg.

É que a Grande Virada dos comunoglobais, dos entreguistas, da Nova Ordem, dos Illuminati e associados, já havia sido iniciada. E veio do exterior. Uma página da Web chamada THE INTERCEPT, com sede nos Estados Unidos, em agosto do ano passado, se não me engano, abriu uma página especial para o Brasil, dirigida por um tal Glenn Greenwald, com a incumbência de desacreditar o renome da operação LAVA JATO, que com tanto êxito vinha redimindo o país da fraude, do descalabro, da violação do bem público.
O que a INTERCEPT fez, e continua fazendo, foi recebido e divulgado com grande entusiasmo pelos principais  meios de comunicação do Brasil, passando a ser chamado de VAZA-JATO. Conseguiram influenciar de forma considerável a opinião pública e ninguém perguntou se o que ofereciam era legal e procedente. Pois era, sim, ilegal. 
É produto de ação criminosa, configurada pelo  Art.154-A do Código Penal Brasileiro: “Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita: (Incluído pela Lei nº 12.737, de 2012). Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.”

As ilicitudes que transparecem em todo o episódio, mesmo para quem é leigo em jurisprudência, é a INVASÃO de propriedade alheia e a publicação de informações obtidas de forma criminosa. Acho que está no ar uma pergunta: ficará por isso mesmo?
Cui bono? 

28 de junho de 2019

FOBIAS e outros MACETES

Exerci a maior parte da minha atividade profissional na área da propaganda. Participei do 1º Congresso Brasileiro de Propaganda, realizado em 1957 no Hotel Glória do Rio de Janeiro. Jovem que eu era, já me preocupava a VERDADE na comunicação pública, tanto que fui dos que apresentaram tese sobre o tema “Código de Ética da Propaganda”, base também para a Lei da Profissão, que teve origem naquele conclave. Quando completei 30 anos de profissão, o IIIº Seminário da Propaganda realizado em Gramado RS em 1981 ainda me conferiu o título de “Publicitário Pioneiro”. Eu nem participara do evento. Já me sentia desiludido da atividade, da qual aprendi a reconhecer a extraordinária força, mas também o mau uso que dela se faz. E hoje mais do que nunca.

Óbvio  que de lá para cá esse mau uso adquiriu status de ciência e são verdadeiros gênios que se dedicam a desenvolver ideias. Nem tanto para vender produtos, mas sim para dirigir a opinião pública, “vender opinião”. A ferramenta que mais eles usam são os bordões, ou palavras-chave, de preferência que sejam semelhantes em vários idiomas. Já falei aqui sobre o fantástico efeito que acabou desenvolvendo a palavra FEMINISMO criando mão de obra mais barata, desfazendo casamentos, criando discórdia, ambições, reduzindo a procriação de populações selecionadas; ou então a palavra
SEXISMO pretendendo significar hostilidade contra a mulher, que hoje, com mais a propaganda que se faz do
FEMINICÍDIO, deve começar a acreditar que homens são verdadeiros trogloditas; ou
DIVERSIDADE que festejando todas as diferenças étnicas e sexuais, busca erradicar as influências da cultura ocidental; ou
DISCRIMINAÇÃO complementa a anterior, porém seletivamente, pois não se aplica a divergências políticas; ou
TOLERÂNCIA igual à anterior, só vista por outro ângulo; ou
RACISMO é diferenciação entre origens raciais, ou
ANTI-SEMITISMO é hostilidade aos judeus, povo este estranhamente privilegiado diante outros povos, para os quais não existe este tipo de proteção; ou
HOMOFOBIA exerce quem é contra a homosexualidade, ou
SUPREMACISMO pratica quem se julga de etnia ou raça superior, ou
DIREITOS HUMANOS são muito usados para proteger quem não tem mais argumentos, ou
PALAVRAS DE ÓDIO alegadas para justificar censura.

Tudo isto, com a divulgação que recebe, naturalmente tem algum objetivo maior e que bom não é. Não creio que se possa dizer que seja construtivo, pelo contrário o propósito desagregador me parece sempre presente. Ainda ontem o noticiário da TV informou que desde 2016 a estatística do FEMINICÍDIO em S.Paulo vem apresentando números crescentes de ano para ano. O que esperavam? Em vez de promover a união e a compreensão entre homem e mulher, o que fazem é incentivar a dissensão.

Com a propaganda desses bordões, graças ao apoio irrestrito que recebem dos meios de comunicação, até a nossa Constituição, a nossa Lei maior é esquecida. Onde ficam “a livre manifestação de pensamento” , a “inviolável liberdade de consciência e de crença”, a “livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”?


Como eu disse, a propaganda é uma atividade poderosa e seu mau uso pode nos levar a um futuro angustiante.


23 de junho de 2019

JORNALISMO LIVRE

Complementando a postagem anterior, onde procurei mostrar algumas 
opiniões destoantes sobre o homem mais injuriado dos últimos séculos, 
vai aqui mais um documento que talvez possa corrigir o que um ou outro 
pensa a respeito. Também poderá se convencer que não era este homem o 
"Diabo feito gente", como tem sido pintado, capaz de ordenar o massacre 
de milhões de pessoas indefesas.

A II Grande Guerra vinha devastando o velho mundo há mais de dois anos, 
Não se acreditava num envolvimento do Brasil. Seu presidente Getúlio 
Vargas, chefe dum regime totalitário, era notoriamente germanófilo. No 
começo de janeiro de 1942, mês em que  o Brail acabaria rompendo suas 
relações diplomáticas com a Alemanha,nossos jornais aqui ainda publicavam 
na íntegra o discurso de Ano Novo de Hitler, na primeira página, onde se lia 
entre outros trechos:

"(...) Entre os estadistas dirigentes das nações que foram responsáveis pela 
deflagração da presente guerra, não há nenhum que, como proprietário de 
ações das empresas da indústria bélica, não fosse beneficiado, 
principalmente com o desenvolvimento da guerra. ... Seria certa a 
afirmação de que os inglêses e franceses declararam a guerra à Alemanha 
porque esta desejaria conquistar o mundo? ... Quem conquistou o mundo na 
realidade? ... Só os 45 milhões de ingleses tem direito de dominar a Terra, 
submetendo os povos, entre os quais está o indiano, que possui uma 
população sete vezes maior que a britânica? A realidade é que esta guerra 
começou exatamente como a de 25 anos atrás. Foi feita pelos mesmos 
homens e estes se valeram dos mesmos motivos. 
Acima de tudo estava a preocupação de que a Alemanha progredisse demais 
sob a nacionalsocialismo, que fez frutificar em todos os terrenos a sua 
política economica e social, fazendo com que outros povos abrissem os 
olhos, dando conta dos verdadeiros motivos responsáveis pela sua penúria. . 
.. O povo alemão acreditar-me-á quando afirmo que sempre preferí a paz à 
guerra. A paz representava para mim um sem número de tarefas felizes, 
tarefas estas que teriam produzido maravilhosos resultados, como se pode 
provar com o que aconteceu entre os anos de 1933 e 1939, quando o povo 
alemão fez notáveis realizações no terreno da cultura e da educação, como 
também no da reconstrução econômica. Essa guerra impossibilitou-me de 
realizar muitas coisas que eu tinha em mente..
Tudo isso me encheu de pesar. Roubava-me o tempo, um tempo precioso, o 
qual queria dedicar a tarefas culturais,sociais e econômicas, enobrecendo o 
povo. ... Precisamente, porque esta jovem Europa dedica-se inteiramente à 
solução de tarefas verdadeiramente grandiosas, é que a Europa não 
permitirá que se lhe roube o último valor que ela possui e a pode tornar 
valiosa. O homem e sua vida representam o valor da nação a que 
pertencem, e que lhe assegura a liberdade de existência social humana. 
Uma imensa frente de estados nacionais, que se estende desde o canal da 
Mancha até a Asia Oriental, está agora em luta contra a conspiração de 
judeus, capitalistas e bolchevistas, que pretendem conquistar o domínio 
universal. ... Roguemos todos a Deus Nosso Senhor, que o ano de 1942 traga 
a decisão para a salvação do nosso povo e das nações aliadas." 
( Adolf Hitler - ipsis-litteris do jornal curitibano »O Dia« de 3/1/42 ) 

14 de junho de 2019

"O DIABO FEITO GENTE"

Na postagem anterior BRANCOS contra BRANCOS o autor do artigo diz logo no começo: "A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler." E um leitor em seu comentário rebate: "Comparar a "demonização" de Trump e Putin com a de Hitler é piada ... rs Nem somados!"
Realmente, o que se fez com Adolf Hitler, nem com o demônio foi feito. Em pesquisa de opinião mundial  certamente ampla maioria diria que Hitler foi um  escabroso mau caráter, responsável  por tudo o que de ruim aconteceu de 1933 para cá, principalmente pela Segunda Guerra Mundial e pelo pavoroso, incrivel genocídio de judeus. Teve êxito indiscutível o exército de milhões de detratores que foram mobilizados para construir tal fama em torno de um nome.
Há quem busca corrigir esta injustiça que se pratica contra uma personalidade de estatura moral e ética incomum e que só buscou o bem do seu povo. Com  tal objetivo alguns excertos de citações de figuras internacionais do seu tempo e que não podem ser alinhadas propriamente como que tivessem sido seus seguidores.

DAVID LLOYD GEORGE  -   1936
Acabei de voltar de uma visita à Alemanha. Agora vi o famoso líder alemão e também algumas das grandes mudanças que ele ocasionou. O que quer que se possa pensar de seus métodos - e eles certamente não são as de um país parlamentarista - não pode haver dúvida de que ele conseguiu uma mudança maravilhosa no espírito do povo, na atitude de pessoas que de uns com os outros e em suas perspectivas sociais e econômicas.
Ele fez valer com razão em Nuremberg , que em quatro anos, seu movimento criara uma nova Alemanha. Não é a Alemanha das primeiras décadas do pós-guerra - quebrada, desencorajada e subalterna, com um sentimento de preocupação e provação. Agora está cheia de esperança e confiança, e um senso renovado de determinação de levar uma vida sem qualquer interferência de qualquer força de fora de suas próprias fronteiras.
Pela primeira vez desde a guerra, há uma sensação geral de segurança. As pessoas são mais alegres. Em todo o país, prevalece um maior sentimento de contentamento mental geral. É uma Alemanha mais feliz. Eu vi isto em toda parte, e os ingleses, que encontrei durante minha viagem e que conheciam bem a Alemanha, estavam muito impressionados com a mudança.
Um homem realizou este milagre. Ele é um líder humano nato. Uma personalidade com magnetismo e dinâmica com um propósito inarredável, uma vontade determinada e um coração destemido.

Ele não é apenas nominado, mas na verdade é o líder nacional. Ele o tornou o povo  a salvo dos potenciais inimigos que o rodeavam. Ele também o protege contra o medo constante da fome, que é uma das memórias mais opressivas dos últimos anos da guerra e dos primeiros anos de paz. Mais de 700.000 pessoas morreram de fome naqueles anos sombrios. Ainda é possível ver os efeitos na aparência  daqueles que nasceram naquele mundo escuro.
O fato de que Hitler salvou seu país do temor de uma repetição daquele período de desespero, miséria e humilhação, proporcionou-lhe autoridade inquestionável na Alemanha de hoje. Não pode haver dúvidas sobre sua popularidade, especialmente junto à juventude alemã. Os velhos confiam nele; os jovens o idolatram. Não é aquele tipo de admiração que um líder popular recebe. É a adoração de um herói nacional, que salvou seu país do desespero e da degradação.
Ele é tão imune à crítica quanto um rei em uma monarquia. Ele é mais. Ele é o George Washington da Alemanha - um homem que conquistou a independência de seu país de todos os seus opressores. Para aqueles que não viram e sentiram por si mesmos como Hitler domina o coração e pensamento na Alemanha, essa descrição pode parecer extravagante. No entanto, ela é a pura verdade. Este grande povo trabalhará melhor, fará mais sacrifícios e, se necessário, lutará com maior determinação, porque Hitler o conclama. Quem não conseguir entender esse fato central não poderá julgar as capacidades atuais da Alemanha moderna.
Durante a guerra Hitler lutou como um simples soldado  e sabe por experiência própria o que ela significa. Ele sabe também que as chances de um agressor hoje são ainda menores do que naquele momento.

(David Lloyd George - de 1916-1922 primeiro-ministro da Inglaterra, trechos de "Falei com Hitler", em Daily Express, Londres, 17 de novembro de 1936)

WINSTON CHURCHILL  -   1937
Enquanto se consumavam todas aquelas terriveis transformações na Europa, o cabo Hitler conquistava em paciente luta o coração alemão. Quinze anos após ter tomado a decisão de rehabilitar a Alemanha, ele conseguiu colocar a Alemanha na mais poderosa posição da Europa e não só restaurou essa posição do país como transformou  em elevados termos as consequências  da grande guerra no seu oposto. O que quer que se pense sobre este grande feito, ele com certeza pertence aos mais notáveis da História mundial.

WINSTON CHURCHILL  -  1938
Se acontecer que em algum tempo a Inglaterra  se encontre em condições tão deploráveis como a Alemanha após a Guerra Mundial,  eu desejaria ao país um homem como Hitler.
(Winston Churchill  -  Primeiro Ministro do Reino Unido na II GM)

SEFTON DELMER  -  1961
Diga-se hoje o que quizer, mas em 1936 a Alemanha era um país florescente, feliz. Seu semblante era o de uma mulher apaixonada. E os alemães estavam apaixonados  -  apaixonados por Hitler... E tinham todos os motivos para serem agradecidos. Hitler derrotou o desemprego e lhes trouxe um novo florir econômico. Ele proporcionou aos alemães uma nova consciência da sua força nacional e de sua missão nacional.
(Sefton Delmer  -   Foi o chefe da Propaganda britânica durante a II Guerra - Texto do seu livro "Os Alemães e Eu" -pág.288) 

HARRY ELMER BARNES - 1962

O ponto decisivo aqui é que Hitler, ao contrário de Churchill, Roosevelt e Stalin em 1939, não queria uma guerra generalizada.
(H.E.Barnes - historiador - em seu livro "Blasting of the historical Blackout" Oxnard, Califórnia)

SIR HARTLEY SHAWCROSS  1984
Hitler e o povo alemão não queriam a guerra. Nós não respondemos a várias imprecações de Hitler por paz. Agora temos que constatar que ele tinha razão. Em lugar da cooperação que ele nos oferecera, aí está a gigantesca potência dos soviéticos. Eu me sinto envergonhado ao ter que ver agora, que os mesmos propósitos que atribuíramos a Hitler, vem sendo perseguidos sob outro nome.
(Sir Hartley Shawcross - Promotor-Chefe britânico  no Tribunal de Nuremberga - discurso, em 16 ou 13 de março de 1984 em Stourbridge)

Aquele leitor do post anterior tem razão em seu comentário... 

7 de junho de 2019

BRANCOS contra BRANCOS

White Peoples and Their Achievements Are Headed for the Trash Bin of History
Blog  Paul Craig Roberts   -   28/5/2019    -  IPE- Institute for Political Economy    
Republicação autorizada

GENTE BRANCA E SEUS FEITOS DESTINADOS À LATA DE LIXO DA HISTÓRIA

O mundo ocidental está se desintegrando de forma tão rápida que receio sobreviver.

A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler.  Mas ninguém é tão demonizado quanto a gente branca, e o curioso é que são brancos os que incriminam brancos.

Seria até compreensível que gente das antigas colônias britânicas e francesas na África, ou no  Oriente Médio, Índia, ou ainda das colônias de Washington nas Filipinas  e dos seus estados fantoches latinos, tenham ressentimentos para com os brancos. Agora, por que a New York Times, CNN, NPR, professores brancos do sistema universitário, das equipes escolares, políticos brancos, tais como Macron da França e Jean-Claude Junker da União Europeia, Merkel da Alemanha e um grande sortimento de políticos britânicos e escandinavos estão injuriando os brancos? Na Escandinávia uma mulher loura, que acusou ter sido estuprada na terceira onda de "migrantes" muniais - convidados ao país por políticos escandinavos aloprados -  foi demitida como racista. Pessoas da Escandinávia me contaram que está ficando difícil denunciar qualquer crime de migrantes, porque a informação chega a ser considerada crime de ódio.

Por que se  contam mentiras (fakes) para gerar esse ódio aos brancos? Não faz tempo eu escrevi (1) aqui sobre um homem branco que afirmou no Counterpunch que Robert E.Lee possuia 200 escravos e se divertia abusando deles. Eu demonstrei que Lee passou sua vida, até a secessão da Virginia, como oficial das forças armadas americanas, combatendo o México e os "índios" nativos.  Ele nunca foi dono de 200 escravos, nem de plantação. Ele foi um oficial das forças armadas tão altamente considerado por Washington, que a ele foi oferecido o comando da União, quando, a fim de preservar o domínio, o Norte decidiu ivadir o Sul. (1)

A história falsa sobre Lee é só um exemplo. Eu usei porque demonstra quão escandalosas são as mentiras que agora já fazem parte da "história" americana. Apesar de não se apoiarem em qualquer fato real, mesmo assim conseguem aparecer em livros de história.

A Diversidade evita o fato de que os capitães britânicos dos barcos que traziam escravos africanos para as suas colônias, que depois seriam os Estados Unidos, compravam esses cativos do rei negro de Dahomey (reinados na costa oeste da África -  nota do tradutor), que era quem os caçava em guerras contra outras tribos negras. É falsa informação de que o povo branco odiava os negros, decidindo capturá-los na África e fazê-los escravos, para poder bater e abusar deles.

Assim, como é que diversidade e multiculturalismo pretendem criar uma sociedade sadia quando educação e entretenimento vêm ensinando que gente branca é racista?

Quando brancos respondem às acusações que recebem, isso é considerado prova de que são racistas, que não querem reconhecer seus pecados e mostrar seu arrependimento através generosas reparações  e automutilação.

Diversidade adquiriu tamanha importância que, para atendê-la, grandes universidades decidiram se degradar. A Universidade de Oxford, a mais famosa do mundo, decidiu baixar seus padrões a fim de fomentar a diversidade. Durante os próximos quatro anos vai rejeitar 25% dos candidatos melhor classificados, para dar lugar a candidatos não aprovados em função de parâmetros que causam "desigualdade". (2)

Adeus à reputação que tinha uma educação Oxford. A outrora prestigiada graduação está ficando a nível de um colégio de comunidade. Que os céus não permitam que a igualdade não seja respeitada. Muitos pais desperdiçaram seus sacrifícios e seu dinheiro, mandando seus filhos cursar escolas particulares, para prepará-los para a Oxford. Pois memso que se quafiquem, será irrelevante para 25% deles em respeito à diversidade. Quanto menor a nota, tanto mais diverso e mais favorecido a gente é.
Assim como nos Estados Unidos também em toda a Inglaterra, ou UK, como agora é chamada, as universidades estão sendo degradadas. Como a Oxford, a universidade de Nottingham rebaixou-se. O departamento de filosofia dessa universidade, por exemplo, era muito afamado e tinha um significado especial para os graduafos especializados na matéria. Mas a “diversidade” interveio e a erudição levou a pior. Os professores com um sólido histórico de pesquisa foram descartados e a diversidade não qualificada foi empregada em seu lugar. Consequentemente a universidade perdeu a categoria do seu Ph.D. Isso prejudicou os graduados que gastaram dinheiro e anos de sua vida para conquistar diplomas, cujo valor a administração corrupta da universidade jogou fora para agradar a "diversidade".

Longe de desfrutarem de supremacia, aos homens brancos é negada a igualdade. Eles são discriminados em admissões universitárias e emprego. A liberdade de expressão lhes é negada. Segundo esposas  de militares, os homens brancos estão sendo privados de promoções, enquanto se busca o equilíbrio da diversidade. O Google exclui brancos por constatarem fatos básicos. Garotos de escola brancos estão sendo intimidados e feminilizados. A acusação de supremacia branca está sendo usada para empurrar pessoas brancas para a parte de trás do ônibus. Enquanto sentam lá e chupam dedos, vai crescendo o número de brancos que perde suas condições de existência.

(1)https://www.paulcraigroberts.org/2019/04/08/identity-politics-smears-robert-e-lee/

(2)https://www.theweek.co.uk/101342/how-oxford-university-s-sea-change-in-admissions-will-work?_mout=1&utm_campaign=theweekdaily_newsletterutm_
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