12 de abril de 2019

A VERDADE LIBERTA, SENHOR PRESIDENTE

O seu governo acaba de completar os primeiros 100 dias e o Jornal Nacional da Rede Globo abriu espaço, para que se fizesse um balanço do que foi realizado. Muito justo que sejam dadas satisfações ao povo que o elegeu.
Entretanto fiquei surpreendido, quando vi e ouvi o senhor pronunciar as palavras:
“Podemos perdoar o holocausto, esquecer nunca!”

Sem atinar o que o dito teria a ver com as realizações do governo, tomo a liberdade de perguntar o que o faz acreditar que o aludido evento efetivamente tenha acontecido. Sim, sei que faz parte da história contemporânea, escrita por quem se assenhorou do domínio dos meios de comunicação. Já dizia também Napoleão Bonaparte que “A Historia é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.” E George Orwell completou: “A História é escrita pelos vencedores.”

Imagino que o senhor, como os recursos de que dispõe, seja bem informado sobre o que acontece aqui e no mundo. Certamente não se impressionou com as adulações de que foi alvo durante a sua recente visita ao estado de Israel.

Louvando-me em que dissera Napoleão e outros pensadores, tomo a liberdade de afirmar que o senhor não tem o que perdoar. Não houve holocausto, nem nos anos 20 do século passado, como então afirmaram várias edições do “New York Times”, nem durante a Segunda Guerra Mundial. Não houve tal matança, tal genocídio. Não pode ter havido.
Sinto-me em condições de fazer tal afirmação, porque eu estava lá, senhor Presidente. Tenho hoje noventa anos, era portanto jovem, mas consciente do que acontecia ao meu redor. Convivi com aquele povo, hoje acusado de então ter assassinado seis milhões de seres humanos. É um povo culturalmente evoluído. Não é dado à violência. Grande parte da população brasileira é constituída por descendentes daquela etnia, mas seus nomes são raros, para não dizer inexistentes, nas nossas crônicas policiais. Não é, como dizem, um povo beligerante, como provou famoso estudo do Prof. Quincy Wright, segundo o qual nas 278 guerras entre 1480 e 1940, envolvendo países europeus, a Alemanha  (incluindo Prússia) marcou presença com 8%, ficando em penúltimo lugar a frente da Dinamarca.
Tenho me preocupado com o assunto durante os últimos vinte anos e venho colocando minhas conclusões em público. A criação do conceito de um holocausto obedeceu a objetivos, que o passar do tempo e a realidade da geopolítica dia a dia mostram com maior nitidez. 

Estou com o senhor e com o que veio dizendo durante sua campanha eleitoral:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!” (João 8:23)

6 de abril de 2019

CISÃO NO MUNDO JUDEU

Antes de abordar o tema de hoje, aqui vai, a título de aperitivo, um vídeo que está circulando pelo WhatsApp do cotidiano. É curto, 5:51, bem legendado e onde se lê “esquerda” ou “esquerdismo” recomendo ler globais ou globalismo. Bom proveito!

De volta ao título da matéria de hoje e que sugere a pergunta: “Será mesmo?” A quem achar que essa dissidência é uma hipótese totalmente improvável, quero lembrar que a semente desta mudança já foi plantada com a própria criação do Estado de Israel. Antes disto o objetivo maior era o Governo Mundial Judaico. Agora dá para notar que uma grande parcela dá prioridade à proteção de Israel como estado nacional e etnicamente consolidado. Seu chefe de estado, Netanjahu, amigo de Trump, de Bolsonaro e de Victor Orban - a quem perdoa até mesmo a negação do holocausto -  é hoje um grande inimigo para Soros, judeu húngaro e líder da esquerda globalizante. A eleição, a qual Netanjahu se submete na próxima semana, deverá ser muito elucidativa.

Fato é que os parâmetros políticos estão mudando e isto deveria ser uma indicação para que seus representantes passem a encarar com mais realismo a área em que atuam. Na verdade e sem ter consciência disso, a maioria já fez sua opção, de nada valendo o nome do seu partido (35 no Brasil). Também a qualificação de “esquerda” e “direita” pode induzir a erro. Nem todo esquerdista quer que o seu país deixe de ser soberano, independente; que passe a receber leis, regulamentos, ordens que venham de um ponto obscuro do planeta.  Por outro lado, tenho certeza que muito direitista vem sendo seduzido pela ideia de um mundo sem fronteiras, vivendo a ilusão dos que queriam construir a Torre de Babel, onde todos falassem a mesma língua. Esquecem que o projeto falhou, porque era ordem do criador que cada povo falasse sua própria língua. Aqui pergunto, se isto não quer dizer também, que cada povo deve ter sua própria identidade?
O que talvez impeça muitos de optar pela solução NACIONALISTA, é que a palavra suscita uma prevenção criada ao longo dos anos de forma injuriosa e caluniosa pelos próprios GLOBAIS, precursores dos Soros e Rothschilds de hoje, quando ainda eram simples COMUNISTAS.

Vale lembrar que os comunistas já marcaram presença na Primeira Guerra Mundial, criaram a União Soviética e tiveram decisiva atuação na Segunda Guerra. Seu propósito é, e sempre foi, a INTERNACIONAL SOCIALISTA. O regime que impuseram na URSS não foi exatamente o que se possa desejar ao mundo todo (vide Livro Negro do Comunismo). Como até hoje ninguém me disse o que eles pretendem agora, devo acreditar que seja aquilo que está entalhado no monumento chamado de GEORGIA GUIDE STONES, entre o que destaco a redução drástica da população mundial. Assim certamente  serão obras deles as guerras que estão se desenhando por aí.

Durante a visita agora do nosso presidente a Israel, surgiu uma polêmica em  torno do NSDAP Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores da Alemanha: seria ele um partido de “esquerda” ou não. Portanto se era um grupo político a favor de reformas trabalhistas e sociais. Para dirimir tal dúvida, bastaria pesquisar se algum regime, a qualquer tempo, tenha feito em apenas seis anos tanto, para erradicar a pobreza e em benefício social para o seu povo. Foi importante motivo para que lhe declarassem guerra e o destruíssem.
Vejamos agora como Netanjahu, primeiro-ministro de Israel e nacionalista, vai se haver com as eleições na próxima terça-feira, dia 9.

31 de março de 2019

DE NOVA IORQUE A CHRISTCHURCH

O que aconteceu em CHRISTCHURCH nada mais é do que uma sequência do que houve em NOVA IORQUE a dezoito anos atrás. Com o ruir das torres do World Trade Center abriram-se as cortinas para a encenação da NOVA ORDEM em público. Com as quase 3000 vítimas no WTC começou uma grande matança mundial sob a égide do “terrorismo”. Uma palavra que a partir de então marca constante presença nos noticiários.

Mas ela não só patrocinou as guerras no Oriente Médio, a “Primavera Árabe”, a destruição da Líbia e até a guerra na Síria. Nesta caminhada fez surgir o Estado Islâmico, talvez o objetivo maior da NOVA ORDEM MUNDIAL.

Para não me tornar repetitivo, eu recomendaria a leitura, aqui neste blog, da postagem que publiquei em 13.04.2018 sob o título “O QUE É GLOBALISMO”, e , se não for demais, também a anterior.

Voltando ao IS (Islamic State). É chamado estado, mas não tem estado, não tem fronteiras, não tem estrutura de governo, não tem Banco Central, não tem população, só tem guerreiros! Assim teve, ou tem, dinheiro para compra de material bélico, para alimentar e movimentar suas tropas, para cortar cabeças. Foi criado para fazer nascer uma consciência islâmica, uma união dos muçulmanos, isto porque o grande objetivo dos globalistas é fazer com muçulmanos e cristãos se dizimem mutuamente. O grande Pacto Migratório assinado recentemente em Marraquexe, com a presença de 150 países faz parte desta estratégia. Quanto a esse pacto a chanceler alemã Merkel revelou um detalhe curioso: Se enganam os representantes dos países, que pensam estarem livres dos compromissos do acordo, porque a assinatura de dois terços validou seus termos para TODOS.

Além de guerras, no que se refere a atos de terrorismo, tudo o que vem acontecendo desde que Bush pai mencionou em público pela vez primeira a NOVA ORDEM MUNDIAL (isto num discurso em 11.9.1990, curiosamente 11 anos antes do WTC em 2001), é parte do grande projeto de estabelecê-la. Anders Breivik, Oslo 2011, iniciou a série que por ora terminou em Christchurch. No entremeio houve Barcelona, Londres, Bataclan, Charlie Hebdo, Nice e Berlim. O primeiro e o último teriam como autores cristãos ou brancos, ambos aprisionados. As demais ocorrências supostamente foram causadas por seguidores do islã, que ou não sobreviveram ou não foram detidos.

Os autores Anders Breivik e o último, Brenton Tarrant, chegaram a escrever longos manifestos. Não sei se foram publicados, ou não, e também não procurei. Tenham os atentados sido executados por iniciativa própria dos autores, ou gerenciados por outros escalões, o certo é que tudo o que foi relacionado aí em cima se enquadra, faz parte, de uma ardilosa estratégia diabólica, monitora da implantação do globalismo.

21 de março de 2019

NÃO FOI ELE!

“...e a culpada de tudo foi a Alemanha.” Assim terminou minha  postagem anterior. Mas vamos continuar neste assunto, porque a guerra continua.

Ainda no último fim de semana a RPC da Globo não se pejou em  brindar seus telespectadores pela enésima vez com uma reportagem sobre o holocausto. É de se reconhecer que os patrocinadores desta matéria são de uma persistência insuperável. Graças a ela conseguiram meios para construir um estado inteiro e talvez nunca mais terão que temer um povo que teve o desplante de querer interferir nos seus projetos mais ambiciosos. Além de se servirem dessa colaboração dos meios de comunicação, que vem se estendendo por décadas, ainda fizeram com que  o judiciário de muitos países trabalhasse para eles, punindo quem a eles se opusesse. Aqui felizmente o Congresso brasileiro mostrou soberania, não se submetendo a demandas impertinentes.

Voltando ao American Hebrew, assunto da matéria anterior. Ali já deve ter ficado claro quem realmente queria a guerra, a 2a GUERRA MUNDIAL. Certamente não foi, como todas as escolas ensinam, como quase toda literatura mundial expõe, como letra, som e imagem dos jornais, rádio e teletransmissoras repetem, a Alemanha, aquele desventurado Reich de Adolf Hitler.

== Hitler acabara de tomar posse como chanceler da Alemanha, quando seis semanas depois, dia 24 de março de 1933,  o DAILY EXPRESS de Londres publica em sua 1a.Página a manchete JUDEA DECLARES WAR ON GERMANY (Judeus declaram guerra à Alemanha). Ainda não existia o estado de Israel, mas dizia o texto “(...)Quatorze milhões de judeus em todo mundo (…) O Reich está diante de um boicote total no comércio, nas finanças e na indústria.”

== Bernard Lecache. fundador da Liga Judaica Mundial, já dissera em  20.7.1932: “Alemanha é nosso inimigo de estado nr.1, é nosso obrigação lhe declarar uma guerra impiedosa.”
Existem outras citações da época que, em seu espírito, seriam repetitivas, mas há mais um aspecto, que geralmente é até alegado como prova da agressão alemã e que merece aqui ser analisado. Seus soldados teriam sido os primeiros a atravessar a fronteira para a Polônia. Realmente o fizeram, mas não para desencadear uma guerra e sim, para dar proteção aos 740 mil alemães que viviam em regiões desmembradas em 1919 pelo Tratado de Versailles e estavam sofrendo perseguições cada vez mais provocativas e  sangrentas.

Com a derrota bolchevista em 1917 a Polônia conseguiu se reestruturar como república independente, mas não se desenvolveu de maneira pacífica e neutra. Sua história fora marcada por muitas mudanças de fronteiras que acompanhavam mudanças que por herança ou acordos aconteciam nas famílias reinantes. Logo após término da 1a.Guerra e em desrespeito ao Tratado de Versailles, constituiu grande contingente de forças armadas. No período entre as duas guerras realizou ataques contra os países vizinhos, como a União Soviética, enfraquecida pela revolução, Lituânia, Alemanha e Tchecoslováquia, incorporando áreas fronteiriças ao seu território. Mal Hitler tinha sido empossado, o chefe de estado Polonês, Mal.Pilsudski já chegou a convidar a França para atacarem a Alemanha em conjunto. Seu sonho era empurrar a fronteira oeste para próximo de Berlim (o que afinal aconteceu após término da Segunda Guerra).

A Inglaterra, principal interessada em acabar com o crescimento econômico que a Alemanha vinha desenvolvendo, aproveitou-se da situação e fez da Polônia uma armadilha. Garantiu-lhe proteção armada contra qualquer agressão estrangeira, fazendo os poloneses deitar e rolar. Tanto que já mobilizaram suas tropas em março de 1939 e rechaçaram todas as propostas de acordo. Riam das advertências alemãs e, convencidos de sua superioridade, consideraram os blindados alemães feitos de papelão. Sua cavalaria chegou a atacá-los com lanças.

O que é esquecido pela história é que em 5/9/1939 a Eslováquia também declarou guerra à Polônia e dez dias depois a União Soviética invadiu o país pelo leste e acabou ocupando metade do território polonês. Curiosamente o verdadeiro estopim da guerra, a garantia de proteção dada por britânicos e franceses, contra estes países não foi acionada.
E para terminar:
“Estamos em guerra com Hitler desde o dia em que tomou posse”.
THE JEWISH CHRONICLE/Londres -8.5.1940
Então, quem foi o grande culpado?

4 de março de 2019

ESCOLHIDOS, ILUMINADOS E CLARIVIDENTES


Já em 1938, ano anterior ao início da II Grande Guerra, um artigo no AMERICAN HEBREW prevê o fim de Hitler e do regime nacional-socialista:

As forças da reação se mobilizam. A coalizão Inglaterra, França e Rússia soviética, vai enfrentar mais cedo ou mais tarde  o curso vitorioso do Führer, embriagado pelo sucesso. Seja por acaso ou por planejamento, em cada um desses países se encontra no posto importante um judeu. A vida de milhões está nas mãos de não-arianos. No momento Blum não é o primeiro-ministro da França, mas o presidente Lebrun é apenas um anteparo. Léon Blum é um judeu excepcional, é só ele que conta. Ele ainda pode se tornar o Moisés, que na hora certa conduzirá o povo francês à guerra. E Litvinov? Um grande judeu sentado à direita de Stalin, este pequeno soldadinho de chumbo do comunismo! Litvinov cresceu tanto, a ponto de superar qualquer dos camaradas da Internacional, com exceção do guardião do Kremlin o do rosto pálido (devem estar se referindo a Lasar Moissejewitsch Kaganowitsch, o poderoso rei judeu “Kagan”). Litvinov criou o pacto franco-soviético e o pôs em prática. Foi ele quem comprou Roosevelt! ... E Hore-Belisha! Agradável, suave e habilidoso, ambicioso e competente, fervilhante e autoritário. Sua estrela ainda está em ascensão. Ele vai seguir os passos de Disraeli  para a Downing Street no. 10, onde se decide o destino de todas as pessoas sob a coroa (Benjamin Disraeli foi primeiro-ministro do Reino Unido). Este jovem agressivo transformou o exército inglês. De uma desgrenhada (desordenada), rasgada, desbotada massa covarde, ele soube criar (para nós) uma máquina de guerra e lhe dar o poder de um exército guerra. Esses três filhos de Israel irão se unir, a fim de mandar o louco ditador nazista para o inferno. Não será de leve que ele será rebaixado à fossa. Então os judeus cantarão Aleluia. O Todo-Poderoso condenou os nazistas ordinários a tormentos eternos. Não há dúvida de que essas nações estarão lado a lado em uma ativa aliança contra Hitler. Quando depois da batalha a fumaça tiver se dissipado, quando a corneta parar de trombetear e o silvo das balas tiver silenciado, então o trio dos não-arianos vai cantar o Requiem, que soará incrivelmente semelhante à Marselhesa, ao hino nacional britânico, ao God Save the King e a Internacional, que será harmonizado em conjunto para um grand finale do militar, orgulhoso e exigente Eli Eli. 
(Erich Kern, "Verheimlichte Dokumente", FZ-Verlag, 1988, ISBN 3-924309-08-6; Páginas 154, 15
                                                   ******************
O jornal deixou de mencionar mais um filho de Israel, Franklin Delano Roosevelt, já então presidente dos Estados Unidos, judeu por parte de Delano. Mais tarde, em 1940, judeu também por parte de mãe, Winston Churchill veio a se juntar a eles como primeiro-ministro do Reino Unido.
      E a culpada de tudo acabou sendo a ALEMANHA...


23 de fevereiro de 2019

FORÇAS OCULTAS

Com certeza foi surpreendente a coordenação e presteza com que governos dos mais diversos países (50?), incluindo o do Brasil, reconheceram em prazo de poucos dias o tal autonomeado governo “Guaidó” para a Venezuela. Isto, apesar de ser discutível sua legitimidade. Mas o que não deixa de chamar a atenção é o fato de que entre os adversários do governo Maduro vamos encontrar não só globalistas, o que era de se esperar, porém também nacionalistas. É verdade que o governo Maduro, sucessor de Chaves, nasceu como socialista, portanto de esquerda, e são justo os comunistas os que mais o criticam.

Diante do desenrolar do “affaire” justifica-se perguntar: Quem, ou o quê, fez um Donald Trump reconhecer um Guaidó como presidente interino? Justamente Trump, o do Muro, o da “America first”. E os nossos aqui, não deixaram bem claro que são nacionalistas? Não temos problemas próprios em número suficiente? Aí veio o termo-chave já eternizado pela Merkel na Europa: HUMANITÁRIO. Este vai encaminhar muita coisa...

Fica muito claro, mesmo para quem é apenas medianamente informado, que são outros os que estão determinando a direção. São FO – Forças Ocultas! Desde o tempo em que Getúlio e depois Janio Quadros as mencionaram elas cresceram, ganharam muita força, tudo com o intuito de exercer o domínio global.

É provável que as FO  de hoje sejam a continuidade de uma ação iniciada em 1774, quando ADAM WEISHAUPT (1748 – 1830) , em Ingolstadt (perto de Munique) na Baviera, fundou a Ordem dos ILLUMINATI. Fora educado num colégio de jesuitas, do qual acabou sendo diretor. Foi aluno do filósofo judeu Mendelsohn e consta que em 1770 foi procurado por sócios da casa bancária ROTHSCHILD. Teria sido este encontro a origem do propósito de se criar a citada ordem.

Os objetivos dos ILLUMINATI desde sempre foram ambiciosos e revolucionários. Teriam eles alguma ligação com a antiga ORDEM DE SION (Prieuré de Sion), que acolhera o que sobrou dos Templários, depois da inclemente perseguição que estes sofreram pelo Rei Felipe IV da França e pelo Papa Clemente V. Os Illuminati são contra a Igreja e definiram a tática da INFILTRAÇÃO nos órgãos diretivos dos países, que já deixa claro a existência de um plano de domínio amplo e abrangente. Weishaupt acabou expulso da Baviera, o que só acelerou a expansão de sua ação. Em 1778 começou a infiltração nas lojas maçônicas e apenas quatro anos depois viu o Congresso norte-americano aprovar o brasão nacional de concepção nitidamente por eles influenciada. Em 1787 já existiam nos EUA dezesseis Lojas da Ordem. Da primeira era membro Clinton Roosevelt, ancestral direto de Franklin Delano Roosevelt. Os Illuminati foram apoiados pelo Duque Ernst von Sachsen-Gotha, ancestral da Rainha Elisabeth II da Inglaterra.
“No acredito en brujas, mas que las hay, las hay.”
E são estas bruxas, quem está preparando as poções e trama os pauzinhos em mais este caso, agora envolvendo o país vizinho a Venezuela.
QUE NÃO VENHA A SER UMA PRIMAVERA SULAMERICANA

11 de fevereiro de 2019

27 de janeiro:dia da memória do Holocausto

Os judeus desenterram os mortos no Brasil, mas enterram os vivos na Palestina

Por: CHAUKE STEPHAN FILHO *                                               

“Sonhos de crianças judias de Theresienstadt em exposição de desenhos”. Esta era a manchete da matéria de 26 jan. 2019, na revista digital Conexão Política. Que bonito! Que lindo! Oh! Quantas emoções...
Não só no 27 de janeiro, senão também por todo o ano, por todos os meios de comunicação, somos “gaseados” pelas lembranças do sempre badalado “Holocausto”. Essa tal “exposição” na Sinagoga (do diabo) de Pinkas, em Praga (Chéquia), é mais uma das famosas histórias de campos de concentração. Seu teor é de pieguice e mentira em altas doses. Tais histórias abundam na mídia e muita gente ainda acredita nelas. Santa ingenuidade!

Os judeus são os maiores mestres na arte da dissimulação, não apenas em termos das técnicas de camuflagem militar. Agora mesmo estavam no Brasil para desenterrar mortos em Brumadinho. “Um povo de bom coração!”, já disse alguém comovido por tanta “solidariedade”. “Bom coração” ?! Humm… Será?

Não!! Os judeus desenterram os mortos no Brasil, mas enterram os vivos na Palestina. 

A intenção declarada das histórias do tipo “Anne Frank” não poderia ser mais edificante: cultuar a memória da violência racial para que não se repita. A repressão, a perseguição e morte massivas de minorias são associadas à “intolerância” das maiorias. Em milhares de anos de história, utopias continuam não tendo lugar neste “vale de lágrimas”. Será que se as minorias estivessem no poder o mundo seria melhor? 

Na verdade, as minorias não fazem o mundo melhor. Tomemos, por exemplo, o caso das minorias judaicas. Os judeus tomaram o poder na Alemanha, e os alemães estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na África do Sul e os africânderes estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na Palestina, e os palestinos estão desaparecendo.

Não restará nenhum gói, a não ser como escravo, quando for completo o controle do mundo pelos sábios de Sião. E por quê? Porque nós somos maus, nós somos intolerantes, nós somos racistas, porque queremos fechar fronteiras e porque eles são os ditadores da virtude, que abraçam as minorias e querem dar o mundo a elas. O mundo! Mas não “Israel”. Então o Estado judeu existirá como ilha de ordem e unidade étnica em meio a um oceano de caos e “diversidade”. Aí, finalmente, nada nem ninguém haverá que poderá resistir ao poder absoluto de Sião.

Como se sabe, o território conquistado pela entidade sionista têm fronteiras móveis, tendentes à expansão perpétua, sendo muito bem vigiadas com o emprego de aparato eletrônico de alta tecnologia. Bilhões de dólares são investidos nas condições políticas, econômicas, sociais, diplomáticas, geográficas, militares e psicológicas mais favoráveis à manutenção da pureza racial do judeu. Em “Israel” os “migrantes” palestinos não poderiam se estabelecer mesmo se para lá fossem cantando aquela canção de John Lennon (Imagine) e ferindo o céu com o signo tão alegre da bandeira septicolor. Os judeus conquistaram o seu espaço vital, e quase todo o resto do mundo resta num espaço mortal.

Entre os investimentos da entidade sionista na projeção de seu poder em qualquer parte do mundo, nas diversas áreas de seu interesse, como espionagem, sabotagem, guerra, genocídio, direitos humanos, ongues, assassinatos etc., estão as inversões na chamada “indústria do holocausto” (Norman Finkelstein). O holocausto, também conhecido como “holoconto” ou “holofraude”, consiste na gigantesca calúnia contra os alemães, que já dura mais de setenta anos, atribuindo-lhes a prática de atrocidades nos campos de concentração, como seria o caso da suposta execução de seis milhões de judeus em “câmaras de gás”.

A indústria do holocausto vale-se da mídia para disseminar tais lorotas. Jornalistas e escritores emprestam o seu talento ficcional para criação de dramas sentimentais com base nos “testemunhos” de “sobreviventes” dos “campos de extermínio” do “endemoninhado” Hitler. Depois da criação literária da culpa, depois de apontados os culpados, que podem ser indivíduos ou povos inteiros, entram em cena os advogados para cobrar as indenizações e, claro, os seus “honorários”.
Se há um holocausto verdadeiro, é o que ocorre na Palestina ocupada. A propósito, quais seriam os sonhos das crianças palestinas? Na verdade, enquanto as crianças judias "sonham", as crianças palestinas têm pesadelos. E decerto esses pesadelos não são coisa pior do que a violência real que sofrem, vitimadas a cada dia (mas principalmente às sextas-feiras) pela sanha de sangue e poder dos conquistadores judeus.

“Eretz Israel Hashlema”, o Grande Israel, o território sionista estendido do Nilo ao Eufrates. Eis o verdadeiro sonho judeu. Um sonho nada infantil cujas sangrentas consequências a memória do holocausto mantém no esquecimento.

* Chauke Stephan Filho nasceu em Cuiabá no ano de 1960. Com formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo como servidor da Prefeitura de Cuiabá, onde também serve como revisor. Texto originalmente publicado em HiperNotícias.

3 de fevereiro de 2019

EUROPA VAI PEGAR FOGO


O que a Europa está preparando já não é mais Marx, não é aquilo que se imaginava Comunismo, é, isto sim,  a mais descarada interferência na obra da criação. Isso que vimos  aí no vídeo é apenas um detalhe desta história tenebrosa.
Imaginem vocês, caros leitores, que um dia uma comissão, ou um departamento governamental aí donde vocês moram, comece a fazer um levantamento das casas existentes e dos moradores na região. Um levantamento que inclui:
- Área útil de cada casa.
- Número de moradores.
Digamos que no seu caso constataram que sua habitação tem 120 m2 de área útil e que nela moram 3 pessoas. Aí você fica sabendo que foi editado um novo dispositivo legal que determina que cada pessoa tem direito a um espaço habitacional de 10 m2 e que, consequentemente, nesta casa cabem mais 9 (nove) pessoas. Como é que você se sente agora? Pois deve ser mais ou menos o que estão sentindo os habitantes do continente europeu.
Em BRUXELAS, sede governamental da União Europeia, acaba de ser publicado um estudo que visa definir a CAPACIDADE POPULACIONAL de cada um dos 27 países que a integram e com base na DENSIDADE considerada possível. Aqui  alguns exemplos:

-   PORTUGAL – Área 92.072 km2
População existente: 10.599.095  -  Densidade 115,12 p/km2
Capacidade Populacional:  81.472.905  -  7,7 vezes a atual

-   ESPANHA  -  Área 504.782 km2   -  
População existente: 44.474.631  -  Densidade  88,11 p/km2
Capacidade Populacional: 460.307.369  -  10,3 vezes a atual

-   EUROPA TOTAL 27 países   -  Área 4.328.973 km2
População existente:  495.270.075   -  Densidade 114,41
Capacidade Populacional:  3.833.702.925  -  7,7 vezes a atual

Em outras palavras, acreditam que a Europa sozinha pode abrigar quase a metade de toda atual população do mundo. Teria isso algo a ver com a Migração Desenfreada combinada lá em Marraquexe? Não posso crer que queiram mesmo botar fogo no velho continente. Agora pergunto se não é curioso, que um assunto destes que interessa a pelo menos 27 nações, senão ao mundo todo, não sensibiliza os redatores de notícias dos nossos jornais e noticiários, muito menos os governantes daqui e dacolá? 
Já a Venezuela, coitada, está na boca de todo mundo.

28 de janeiro de 2019

COMUNICADO
Este blog vem apresentando problemas de acesso. Está-se fazendo o possível para saná-los. Enquanto isto é recomendável insistir na tentativa, uma vez que a dificuldade não se manifesta sempre.

24 de janeiro de 2019

SOMOS A ÚLTIMA GERAÇÃO

O objetivo fundamental deste blog, desde que foi criado, foi o de contestar as mentiras geopolíticas, que, com finalidade escusa, vêm sendo lançadas sobre a população mundial nos últimos 80 ou 90 anos. Entre elas a maior, destinada à extinção de um povo inteiro, do povo alemão. Seu propósito sinistro parece próximo de ser concretizado. E é por isso que qualquer reação corajosa é digna de ter a maior divulgação possível. É o motivo desta postagem.
Dia 19 de janeiro de 2019 aconteceu em BERLIM, na praça em frente ao “Reichstag” uma manifestação popular da LUTA PELA CULTURA ALEMÃ. Ali cabe destacar o discurso feito por BERNHARD SCHAUB que traduzi e cuja leitura recomendo.


Amigos! Alemães!
Durante milhares de anos povos alemães e seus ancestrais povoaram e cultivaram estas terras que vão do Maas(Mosa) até o Memel (Neman), do Etsch (Ádige) até o Belt. Eles criaram , expandiram e defenderam a cultura alemã.
Há oitenta anos começou a maior e mais decisiva conflagração da História do Mundo: A Segunda Guerra Mundial. Nas guerras mundiais a Alemanha não só defendeu sua santa terra e sua cultura, como também, ao mesmo tempo, toda a tradição europeia. Ela perdeu a guerra e por isso hoje toda cultura da Europa está sob o maior perigo. As quatro principais potências vencedoras já então conduziram tropas africanas e asiáticas contra a Alemanha. Os ocupadores civis de hoje são apenas os seus sucessores. Quando  os colaboradores na Chancelaria e no Reichstag, disfarçados de alemães, fomentam a alienação, então fazem apenas o que os vencedores deles exigiram. E se alemães imbecilizados ainda apoiam isto, é porque através da Reeducação lhes foram extirpados cérebro e coluna vertebral.
Amigos! Nós estamos aqui como a última geração que ainda pode desviar esta desgraça da Alemanha e da Europa. Nossos filhos já serão minoria em relação aos intrusos. Agora tudo depende de nós!
O que é primordial e mais importante é saber o que a gente está defendendo. Então, o que significa Cultura Alemã. Cultura Alemã significa: Espírito alemão e alma alemã em corpo alemão. E onde vive a Cultura Alemã? Desde o Reno e o Mosela, onde as videiras amadurecem sob o sol reluzente e a Loreley penteia seus  cabelos dourados, até os lagos, florestas e searas da Prússia Oriental, onde o mais régio cavalo do mundo, o Trakehner, tem sua terra natal. A Cultura Alemã vive no castelo, na catedral e na casa do lavrador, nos nossos belo e antigos costumes, em trajes e adereços, na canção e dança folclórica, nos Concertos de Brandenburgo de Johann Sebastian Bach, nas Ciências Naturais de Goethe, nos Hinos de Hölderlin e em  Anel dos Nibelungen de Richard Wagner.
Esta é a nossa herança que amamos e honramos e que vamos defender, como a defenderam os soldados nas grandes guerras. Alemanha não é uma terra qualquer e a Cultura Alemã não é uma cultura qualquer. Há mais de mil anos o povo e a nobreza dos alemães assumiram o legado dos romanos, constituindo o Sacrum Imperium, o Sagrado Império Romano de Nação Alemã. Era o poder da ordem na Europa. Alemanha a cidadela do continente e da humanidade branca em geral.
O Segundo Reich Alemão, constituído em 1871 por Bismarck, junto com os príncipes alemães, enfrenta entre 1914 e 1945 heroico embate, quase inimaginável, contra forças muito superiores, destruidoras de culturas, vindas de leste e oeste. A derrota alemã abriu as portas à decadência e perversão, sob a qual a cultura europeia hoje se encontra quase completamente desmoronada. O fato de hoje sermos atacados por enxames de gafanhotos do Oriente, é apenas uma consequência da degeneração cultural e da resignação da Europa. Não esqueçamos a antiga sabedoria: Quando os deuses abandonam o templo, entram os demônios. Sim, é isto: Se não buscarmos a volta dos bons deuses à Europa, os estranhos demônios continuarão nos dominando e para sempre.
Amigos! Hoje a ordem é sobreviver. A morte do espírito alemão, da alma alemã e do corpo alemão está prestes a acontecer, se permanecermos covardes e paralisados. Mas estou certo de que no momento derradeiro a índole forte dos alemães irá mostrar-se na velha grandeza; o Furor Teutônicus ressurgirá dos Alpes até o Mar do Norte, unirá os povos da Europa e esmagará o inimigo, que quer nos aniquilar. Os povos europeus estão todos ameaçados de extinção. E os mais inteligentes entre os franceses  e ingleses, entre russos e americanos de há muito estão sabendo que cavaram sua própria sepultura quando destruíram a Alemanha.
É do espírito alemão que deverá partir a ressurreição da Europa. E seus mais corajosos representantes hoje aqui estão. O governo desta “República” e os seus bajuladores da mídia devem tomar nota: Desde há muito somos imunes à sua propaganda multiculti. Nem mesmo a borduna nazi cola mais. Não nos interessa o que vocês dizem e escrevem. Faz tempo que não acreditamos em qualquer de suas palavras. Ainda parece que o poder está em suas mãos, mas na verdade estão gastando seus últimos suspiros. O bando dos Rothschild-Solros-Clinton-Macron-Merkel está em vias de perder o jogo.
Na Hungria, na Itália, na Áustria, na Dinamarca, América e Brasil o vento já sopra de outra direção. A noite está terminando e o dia a nós pertence amigos, aos verdadeiros alemães, aos europeus de verdade.
Mas a luta mais dura ainda está por vir. Tomemos o coração em ambas as mãos, lembremos das virtudes de Esparta, Roma e Prússia, limpemos o chiqueiro e fundemos a FORTALEZA EUROPA.

15 de janeiro de 2019

RELIGIÃO GLOBALIZADA

É hora de começar mais um ano. Com alguma esperança? Acho que sim, mesmo que não seja fácil. Os globalitários não se conformam de terem registrado alguns insucessos. Enquanto isto os Senhores da Guerra olham orgulhosos  para o novo armamento, de que dispõe. Os premonitores de carreira fazem as costumeiras advertências para este 2019 e este seu blogueiro vai comemorar o início de mais um decênio. Os últimos dois foram dedicados ao trabalho que vem fazendo. Inicialmente lançando o livrinho “...e a Guerra Continua”; depois com o blog 2a.guerra.zip.net, censurado e removido pelo provedor UOL em agosto de 2010 e, desde então aqui no blogger. Todas as postagens até 1/2015 foram reunidas em mais quatro livros, disponíveis na Livraria do Chain, Curitiba.

Mas desculpem, estou divagando. Eu queria mesmo é  falar sobre RELIGIÃO. Fui batizado como evangélico protestante, portanto CRISTÃO. Não sou praticante. Estaria melhor situado entre os seguidores do antigo Bispo Arius. Para mim religião é um modo de ser, sentir, agir, que incorporamos junto ao leite materno. Isso fica com a gente, mesmo que passemos a ser agnósticos, ou até mudemos de confissão. É o que penso, posso estar errado.

Agora, o que não posso conceber, nem imaginar, é ver religião sendo tratada como como se fosse empresa. Ela não pode ser negociável, ter ações que mudam de dono. Participações, um tem 20 outro 80%?  Não dá, não concordam? Então como é que cada vez mais está se falando numa tal religião “judaico-cristã”?    . Recentemente a expressão foi usada até mesmo em importante discurso transmitido para todo o país. Existem grandes diferenças entre as duas, mesmo que ambas usem a Bíblia como referência.  Não é aqui o lugar para tratar destas diferenças, entretanto, é com certeza que dá para dizer que as duas confissões não cabem sobre o mesmo teto. Deve ser mais fácil juntar o Judaísmo ao Islã do que ao credo cristão.

 O que realmente está por trás de tudo isto é a NOVA ORDEM MUNDIAL, planejada de longa data e organizada pelos globalizadores. Nos seus planos só existe UMA religião. Tudo começou na segunda metade do século passado, depois de definidos os resultados da II Guerra Mundial. Levantaram-se vozes que culparam o Vaticano de não ter assumido um posicionamento mais definido. Ainda fazia parte da liturgia da Sexta-Feira Santa a seguinte oração: “Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas da Tua Misericórdia nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira daquele povo, para que, reconhecendo a luz da Tua Verdade, que é Jesus Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor.”

Aí veio o CONCÍLIO VATICANO II em 1962, convocado pelo Papa João XXIII. Lamento que hoje nos falte o companheiro Alfredo Braga, de tão saudosa memória. Tinha ele feito estudos esclarecedores sobre essa convenção e seus bastidores. Nestes agiram luminares, infiltrados desde longa data, que conseguiram uma mudança radical na posição da Igreja. Depois de dois mil anos, numerosos concílios e encíclicas papais, vem a ENCÍCLICA NOSTRA AETATES, promulgada ao final do Concílio pelo Papa PauloVI, que muda tudo. Agora é “paz e amor, somos todos irmãos”. Ali deu-se a primeira marretada na destruição da Igreja CRISTÃ. Era preciso começar pela Católica, a mais estruturada, as evangélicas seguiriam automaticamente, se é que até não se anteciparam.
Segue o famoso Papa João Paulo II. Em sua visita à sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, ele condenou severamente as atitudes anteriores da Igreja, ignorando as razões doutrinais que lhes deram origem (Atila Sinke Guimarães). Seu sucessor BentoXVI seguiu o exemplo, visitando sinagogas e se desculpando pelo que fora.

Finalmente temos atualmente um segundo Papa, o Francisco,  o quarto desde o Concílio Vaticano II na mesma linha de pensamento. Este Francisco além de declarar abertamente: “Globalismo é bom” (não diz por quê). Francisco está operando descaradamente no desmantelamento da própria igreja que preside, apresentando-se continuamente na televisão, falando de pedofilia e da degeneração moral que tomou conta do seu clero. Quem vai confiar numa igreja destas. Será que não aprendeu que, se existe roupa suja, a gente a lava em casa.

Diria que estão deixando cair a máscara. Pode ser bom… Pode ser que comece a abrir os olhos de muita gente.