11 de fevereiro de 2019

27 de janeiro:dia da memória do Holocausto

Os judeus desenterram os mortos no Brasil, mas enterram os vivos na Palestina

Por: CHAUKE STEPHAN FILHO *                                               

“Sonhos de crianças judias de Theresienstadt em exposição de desenhos”. Esta era a manchete da matéria de 26 jan. 2019, na revista digital Conexão Política. Que bonito! Que lindo! Oh! Quantas emoções...
Não só no 27 de janeiro, senão também por todo o ano, por todos os meios de comunicação, somos “gaseados” pelas lembranças do sempre badalado “Holocausto”. Essa tal “exposição” na Sinagoga (do diabo) de Pinkas, em Praga (Chéquia), é mais uma das famosas histórias de campos de concentração. Seu teor é de pieguice e mentira em altas doses. Tais histórias abundam na mídia e muita gente ainda acredita nelas. Santa ingenuidade!

Os judeus são os maiores mestres na arte da dissimulação, não apenas em termos das técnicas de camuflagem militar. Agora mesmo estavam no Brasil para desenterrar mortos em Brumadinho. “Um povo de bom coração!”, já disse alguém comovido por tanta “solidariedade”. “Bom coração” ?! Humm… Será?

Não!! Os judeus desenterram os mortos no Brasil, mas enterram os vivos na Palestina. 

A intenção declarada das histórias do tipo “Anne Frank” não poderia ser mais edificante: cultuar a memória da violência racial para que não se repita. A repressão, a perseguição e morte massivas de minorias são associadas à “intolerância” das maiorias. Em milhares de anos de história, utopias continuam não tendo lugar neste “vale de lágrimas”. Será que se as minorias estivessem no poder o mundo seria melhor? 

Na verdade, as minorias não fazem o mundo melhor. Tomemos, por exemplo, o caso das minorias judaicas. Os judeus tomaram o poder na Alemanha, e os alemães estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na África do Sul e os africânderes estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na Palestina, e os palestinos estão desaparecendo.

Não restará nenhum gói, a não ser como escravo, quando for completo o controle do mundo pelos sábios de Sião. E por quê? Porque nós somos maus, nós somos intolerantes, nós somos racistas, porque queremos fechar fronteiras e porque eles são os ditadores da virtude, que abraçam as minorias e querem dar o mundo a elas. O mundo! Mas não “Israel”. Então o Estado judeu existirá como ilha de ordem e unidade étnica em meio a um oceano de caos e “diversidade”. Aí, finalmente, nada nem ninguém haverá que poderá resistir ao poder absoluto de Sião.

Como se sabe, o território conquistado pela entidade sionista têm fronteiras móveis, tendentes à expansão perpétua, sendo muito bem vigiadas com o emprego de aparato eletrônico de alta tecnologia. Bilhões de dólares são investidos nas condições políticas, econômicas, sociais, diplomáticas, geográficas, militares e psicológicas mais favoráveis à manutenção da pureza racial do judeu. Em “Israel” os “migrantes” palestinos não poderiam se estabelecer mesmo se para lá fossem cantando aquela canção de John Lennon (Imagine) e ferindo o céu com o signo tão alegre da bandeira septicolor. Os judeus conquistaram o seu espaço vital, e quase todo o resto do mundo resta num espaço mortal.

Entre os investimentos da entidade sionista na projeção de seu poder em qualquer parte do mundo, nas diversas áreas de seu interesse, como espionagem, sabotagem, guerra, genocídio, direitos humanos, ongues, assassinatos etc., estão as inversões na chamada “indústria do holocausto” (Norman Finkelstein). O holocausto, também conhecido como “holoconto” ou “holofraude”, consiste na gigantesca calúnia contra os alemães, que já dura mais de setenta anos, atribuindo-lhes a prática de atrocidades nos campos de concentração, como seria o caso da suposta execução de seis milhões de judeus em “câmaras de gás”.

A indústria do holocausto vale-se da mídia para disseminar tais lorotas. Jornalistas e escritores emprestam o seu talento ficcional para criação de dramas sentimentais com base nos “testemunhos” de “sobreviventes” dos “campos de extermínio” do “endemoninhado” Hitler. Depois da criação literária da culpa, depois de apontados os culpados, que podem ser indivíduos ou povos inteiros, entram em cena os advogados para cobrar as indenizações e, claro, os seus “honorários”.
Se há um holocausto verdadeiro, é o que ocorre na Palestina ocupada. A propósito, quais seriam os sonhos das crianças palestinas? Na verdade, enquanto as crianças judias "sonham", as crianças palestinas têm pesadelos. E decerto esses pesadelos não são coisa pior do que a violência real que sofrem, vitimadas a cada dia (mas principalmente às sextas-feiras) pela sanha de sangue e poder dos conquistadores judeus.

“Eretz Israel Hashlema”, o Grande Israel, o território sionista estendido do Nilo ao Eufrates. Eis o verdadeiro sonho judeu. Um sonho nada infantil cujas sangrentas consequências a memória do holocausto mantém no esquecimento.

* Chauke Stephan Filho nasceu em Cuiabá no ano de 1960. Com formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo como servidor da Prefeitura de Cuiabá, onde também serve como revisor. Texto originalmente publicado em HiperNotícias.

3 de fevereiro de 2019

EUROPA VAI PEGAR FOGO


O que a Europa está preparando já não é mais Marx, não é aquilo que se imaginava Comunismo, é, isto sim,  a mais descarada interferência na obra da criação. Isso que vimos  aí no vídeo é apenas um detalhe desta história tenebrosa.
Imaginem vocês, caros leitores, que um dia uma comissão, ou um departamento governamental aí donde vocês moram, comece a fazer um levantamento das casas existentes e dos moradores na região. Um levantamento que inclui:
- Área útil de cada casa.
- Número de moradores.
Digamos que no seu caso constataram que sua habitação tem 120 m2 de área útil e que nela moram 3 pessoas. Aí você fica sabendo que foi editado um novo dispositivo legal que determina que cada pessoa tem direito a um espaço habitacional de 10 m2 e que, consequentemente, nesta casa cabem mais 9 (nove) pessoas. Como é que você se sente agora? Pois deve ser mais ou menos o que estão sentindo os habitantes do continente europeu.
Em BRUXELAS, sede governamental da União Europeia, acaba de ser publicado um estudo que visa definir a CAPACIDADE POPULACIONAL de cada um dos 27 países que a integram e com base na DENSIDADE considerada possível. Aqui  alguns exemplos:

-   PORTUGAL – Área 92.072 km2
População existente: 10.599.095  -  Densidade 115,12 p/km2
Capacidade Populacional:  81.472.905  -  7,7 vezes a atual

-   ESPANHA  -  Área 504.782 km2   -  
População existente: 44.474.631  -  Densidade  88,11 p/km2
Capacidade Populacional: 460.307.369  -  10,3 vezes a atual

-   EUROPA TOTAL 27 países   -  Área 4.328.973 km2
População existente:  495.270.075   -  Densidade 114,41
Capacidade Populacional:  3.833.702.925  -  7,7 vezes a atual

Em outras palavras, acreditam que a Europa sozinha pode abrigar quase a metade de toda atual população do mundo. Teria isso algo a ver com a Migração Desenfreada combinada lá em Marraquexe? Não posso crer que queiram mesmo botar fogo no velho continente. Agora pergunto se não é curioso, que um assunto destes que interessa a pelo menos 27 nações, senão ao mundo todo, não sensibiliza os redatores de notícias dos nossos jornais e noticiários, muito menos os governantes daqui e dacolá? 
Já a Venezuela, coitada, está na boca de todo mundo.

28 de janeiro de 2019

COMUNICADO
Este blog vem apresentando problemas de acesso. Está-se fazendo o possível para saná-los. Enquanto isto é recomendável insistir na tentativa, uma vez que a dificuldade não se manifesta sempre.

24 de janeiro de 2019

SOMOS A ÚLTIMA GERAÇÃO

O objetivo fundamental deste blog, desde que foi criado, foi o de contestar as mentiras geopolíticas, que, com finalidade escusa, vêm sendo lançadas sobre a população mundial nos últimos 80 ou 90 anos. Entre elas a maior, destinada à extinção de um povo inteiro, do povo alemão. Seu propósito sinistro parece próximo de ser concretizado. E é por isso que qualquer reação corajosa é digna de ter a maior divulgação possível. É o motivo desta postagem.
Dia 19 de janeiro de 2019 aconteceu em BERLIM, na praça em frente ao “Reichstag” uma manifestação popular da LUTA PELA CULTURA ALEMÃ. Ali cabe destacar o discurso feito por BERNHARD SCHAUB que traduzi e cuja leitura recomendo.


Amigos! Alemães!
Durante milhares de anos povos alemães e seus ancestrais povoaram e cultivaram estas terras que vão do Maas(Mosa) até o Memel (Neman), do Etsch (Ádige) até o Belt. Eles criaram , expandiram e defenderam a cultura alemã.
Há oitenta anos começou a maior e mais decisiva conflagração da História do Mundo: A Segunda Guerra Mundial. Nas guerras mundiais a Alemanha não só defendeu sua santa terra e sua cultura, como também, ao mesmo tempo, toda a tradição europeia. Ela perdeu a guerra e por isso hoje toda cultura da Europa está sob o maior perigo. As quatro principais potências vencedoras já então conduziram tropas africanas e asiáticas contra a Alemanha. Os ocupadores civis de hoje são apenas os seus sucessores. Quando  os colaboradores na Chancelaria e no Reichstag, disfarçados de alemães, fomentam a alienação, então fazem apenas o que os vencedores deles exigiram. E se alemães imbecilizados ainda apoiam isto, é porque através da Reeducação lhes foram extirpados cérebro e coluna vertebral.
Amigos! Nós estamos aqui como a última geração que ainda pode desviar esta desgraça da Alemanha e da Europa. Nossos filhos já serão minoria em relação aos intrusos. Agora tudo depende de nós!
O que é primordial e mais importante é saber o que a gente está defendendo. Então, o que significa Cultura Alemã. Cultura Alemã significa: Espírito alemão e alma alemã em corpo alemão. E onde vive a Cultura Alemã? Desde o Reno e o Mosela, onde as videiras amadurecem sob o sol reluzente e a Loreley penteia seus  cabelos dourados, até os lagos, florestas e searas da Prússia Oriental, onde o mais régio cavalo do mundo, o Trakehner, tem sua terra natal. A Cultura Alemã vive no castelo, na catedral e na casa do lavrador, nos nossos belo e antigos costumes, em trajes e adereços, na canção e dança folclórica, nos Concertos de Brandenburgo de Johann Sebastian Bach, nas Ciências Naturais de Goethe, nos Hinos de Hölderlin e em  Anel dos Nibelungen de Richard Wagner.
Esta é a nossa herança que amamos e honramos e que vamos defender, como a defenderam os soldados nas grandes guerras. Alemanha não é uma terra qualquer e a Cultura Alemã não é uma cultura qualquer. Há mais de mil anos o povo e a nobreza dos alemães assumiram o legado dos romanos, constituindo o Sacrum Imperium, o Sagrado Império Romano de Nação Alemã. Era o poder da ordem na Europa. Alemanha a cidadela do continente e da humanidade branca em geral.
O Segundo Reich Alemão, constituído em 1871 por Bismarck, junto com os príncipes alemães, enfrenta entre 1914 e 1945 heroico embate, quase inimaginável, contra forças muito superiores, destruidoras de culturas, vindas de leste e oeste. A derrota alemã abriu as portas à decadência e perversão, sob a qual a cultura europeia hoje se encontra quase completamente desmoronada. O fato de hoje sermos atacados por enxames de gafanhotos do Oriente, é apenas uma consequência da degeneração cultural e da resignação da Europa. Não esqueçamos a antiga sabedoria: Quando os deuses abandonam o templo, entram os demônios. Sim, é isto: Se não buscarmos a volta dos bons deuses à Europa, os estranhos demônios continuarão nos dominando e para sempre.
Amigos! Hoje a ordem é sobreviver. A morte do espírito alemão, da alma alemã e do corpo alemão está prestes a acontecer, se permanecermos covardes e paralisados. Mas estou certo de que no momento derradeiro a índole forte dos alemães irá mostrar-se na velha grandeza; o Furor Teutônicus ressurgirá dos Alpes até o Mar do Norte, unirá os povos da Europa e esmagará o inimigo, que quer nos aniquilar. Os povos europeus estão todos ameaçados de extinção. E os mais inteligentes entre os franceses  e ingleses, entre russos e americanos de há muito estão sabendo que cavaram sua própria sepultura quando destruíram a Alemanha.
É do espírito alemão que deverá partir a ressurreição da Europa. E seus mais corajosos representantes hoje aqui estão. O governo desta “República” e os seus bajuladores da mídia devem tomar nota: Desde há muito somos imunes à sua propaganda multiculti. Nem mesmo a borduna nazi cola mais. Não nos interessa o que vocês dizem e escrevem. Faz tempo que não acreditamos em qualquer de suas palavras. Ainda parece que o poder está em suas mãos, mas na verdade estão gastando seus últimos suspiros. O bando dos Rothschild-Solros-Clinton-Macron-Merkel está em vias de perder o jogo.
Na Hungria, na Itália, na Áustria, na Dinamarca, América e Brasil o vento já sopra de outra direção. A noite está terminando e o dia a nós pertence amigos, aos verdadeiros alemães, aos europeus de verdade.
Mas a luta mais dura ainda está por vir. Tomemos o coração em ambas as mãos, lembremos das virtudes de Esparta, Roma e Prússia, limpemos o chiqueiro e fundemos a FORTALEZA EUROPA.

15 de janeiro de 2019

RELIGIÃO GLOBALIZADA

É hora de começar mais um ano. Com alguma esperança? Acho que sim, mesmo que não seja fácil. Os globalitários não se conformam de terem registrado alguns insucessos. Enquanto isto os Senhores da Guerra olham orgulhosos  para o novo armamento, de que dispõe. Os premonitores de carreira fazem as costumeiras advertências para este 2019 e este seu blogueiro vai comemorar o início de mais um decênio. Os últimos dois foram dedicados ao trabalho que vem fazendo. Inicialmente lançando o livrinho “...e a Guerra Continua”; depois com o blog 2a.guerra.zip.net, censurado e removido pelo provedor UOL em agosto de 2010 e, desde então aqui no blogger. Todas as postagens até 1/2015 foram reunidas em mais quatro livros, disponíveis na Livraria do Chain, Curitiba.

Mas desculpem, estou divagando. Eu queria mesmo é  falar sobre RELIGIÃO. Fui batizado como evangélico protestante, portanto CRISTÃO. Não sou praticante. Estaria melhor situado entre os seguidores do antigo Bispo Arius. Para mim religião é um modo de ser, sentir, agir, que incorporamos junto ao leite materno. Isso fica com a gente, mesmo que passemos a ser agnósticos, ou até mudemos de confissão. É o que penso, posso estar errado.

Agora, o que não posso conceber, nem imaginar, é ver religião sendo tratada como como se fosse empresa. Ela não pode ser negociável, ter ações que mudam de dono. Participações, um tem 20 outro 80%?  Não dá, não concordam? Então como é que cada vez mais está se falando numa tal religião “judaico-cristã”?    . Recentemente a expressão foi usada até mesmo em importante discurso transmitido para todo o país. Existem grandes diferenças entre as duas, mesmo que ambas usem a Bíblia como referência.  Não é aqui o lugar para tratar destas diferenças, entretanto, é com certeza que dá para dizer que as duas confissões não cabem sobre o mesmo teto. Deve ser mais fácil juntar o Judaísmo ao Islã do que ao credo cristão.

 O que realmente está por trás de tudo isto é a NOVA ORDEM MUNDIAL, planejada de longa data e organizada pelos globalizadores. Nos seus planos só existe UMA religião. Tudo começou na segunda metade do século passado, depois de definidos os resultados da II Guerra Mundial. Levantaram-se vozes que culparam o Vaticano de não ter assumido um posicionamento mais definido. Ainda fazia parte da liturgia da Sexta-Feira Santa a seguinte oração: “Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas da Tua Misericórdia nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira daquele povo, para que, reconhecendo a luz da Tua Verdade, que é Jesus Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor.”

Aí veio o CONCÍLIO VATICANO II em 1962, convocado pelo Papa João XXIII. Lamento que hoje nos falte o companheiro Alfredo Braga, de tão saudosa memória. Tinha ele feito estudos esclarecedores sobre essa convenção e seus bastidores. Nestes agiram luminares, infiltrados desde longa data, que conseguiram uma mudança radical na posição da Igreja. Depois de dois mil anos, numerosos concílios e encíclicas papais, vem a ENCÍCLICA NOSTRA AETATES, promulgada ao final do Concílio pelo Papa PauloVI, que muda tudo. Agora é “paz e amor, somos todos irmãos”. Ali deu-se a primeira marretada na destruição da Igreja CRISTÃ. Era preciso começar pela Católica, a mais estruturada, as evangélicas seguiriam automaticamente, se é que até não se anteciparam.
Segue o famoso Papa João Paulo II. Em sua visita à sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, ele condenou severamente as atitudes anteriores da Igreja, ignorando as razões doutrinais que lhes deram origem (Atila Sinke Guimarães). Seu sucessor BentoXVI seguiu o exemplo, visitando sinagogas e se desculpando pelo que fora.

Finalmente temos atualmente um segundo Papa, o Francisco,  o quarto desde o Concílio Vaticano II na mesma linha de pensamento. Este Francisco além de declarar abertamente: “Globalismo é bom” (não diz por quê). Francisco está operando descaradamente no desmantelamento da própria igreja que preside, apresentando-se continuamente na televisão, falando de pedofilia e da degeneração moral que tomou conta do seu clero. Quem vai confiar numa igreja destas. Será que não aprendeu que, se existe roupa suja, a gente a lava em casa.

Diria que estão deixando cair a máscara. Pode ser bom… Pode ser que comece a abrir os olhos de muita gente.