17 de outubro de 2019

FIM DO REICH

Tem-se a impressão de que a gritaria da Greta e sua exibição exagerada não deu o resultado esperado. Entusiasmaram-se demais, os organizadores da “Rebelião da Extinsão”. Não é deste jeito que funciona. Há um outro departamento do demiurgo do mal, que vem operando há séculos na transformação da vida humana neste planeta. Quer atingir seu objetivo também com “EXTINTION”, mas sem “Rebellion”, exterminando mesmo! Este departamento revelou claramente seu projeto há quase 100 anos através de um indivíduo chamado Richard Nikolaus Conde de Coudenhouve Kalergi. Maiores detalhes podem ser vistos no Google ou neste blog sob novembro de 2017.

Claro que o projeto não era só dele, por isso falo em “departamento”. Mas o plano consiste de uma erradicação da população branca, dos arianos europeus, através sua substituição por uma população afro-asiática de cultura e credo bem estranha à sua, e governada por judeus. Quem acompanha as notícias sabe que a Europa já recebeu milhões destes assim chamados Migrantes, sendo que está prestes a eclodir novo tsunami, tudo com expresso apoio dos respectivos governos, sejam remetentes, sejam recebedores e tudo com aplausos, até ajuda do Vaticano. O que gera suspeita de que algo está sendo tramado contra a própria população nativa, é que, com poucas exceções, os seus governantes parecem coniventes. Não empreendem qualquer medida de proteção aos seus povos.

Para que não falte a necessária matéria-prima, as bombas não param de explodir mundo afora, em flagrante desrespeito aos defensores do clima.  Nunca houve tanta guerra neste planeta, como depois que a humanidade se viu livre daquele “facínora”, chamado Adolf. Este homem teve o desplante de querer, segundo diziam, dominar o mundo. Engraçado é que hoje aqueles que o acusaram e combateram, são os maiores apologistas do GLOBALISMO, da Nova Ordem Mundial, do Governo Mundial. Na verdade chegou até mesmo a ser uma promessa divina a  um deles.

Desculpem, desviei do assunto. Estava falando dos migrantes. Segundo se diz, estão fugindo das agruras que sofrem em seus países. Desconfio que estão sendo enganados e mui provavelmente a EMENDA VENHA A SER PIOR QUE O SONETO. Sem contar o provável confronto entre as poupulações autóctone e alienígena, que dificilmente deixará de acontecer, é de se supor que a economia dos países invadidos não suportará as mudanças. Chama a atenção também uma  palavra que o leitor encontrará destacada no final da minha postagem anterior, quando o missivista ali citado pergunta à destinatária da carta se ela “pretende DESINDUSTRIALIZAR o país”. É um assunto sério. A Alemanha de Merkel decidiu e programou uma transição do suprimento de energia para fontes renováveis. Para tanto suas sete usinas nucleares serão desativadas até 2022. O que o país tem de produção significativa é a industrial, portanto dependente da energia elétrica. Terá como substituir nestes três anos a energia nuclear e a que preço? 

Isto  me faz lembrar que ao final da Segunda Guerra os aliados se preocupavam com a pergunta sobre o que fazer com a Alemanha depois de esta vencida. Ficou famoso o Plano Morgenthau. Foi seu autor o Secretário do Tesouro do governo Roosevelt. Entre outras medidas o plano previa a desindustrialização do país, transformando-o em agrícola e pastoral.
Já se sabe que grandes transformações geopolíticas podem ter sido planejadas com séculos de antecedência. 

Será esse o fim do REICH DE MIL ANOS?

8 de outubro de 2019

EXTINCTION REBELLION

I N C O N C E B I V E L ! Acabamos de testemunhar uma ocorrência absurda.  Não posso crer que ainda há poucas décadas tivesse sido possível impregnar milhões, ou bilhões de mentes ao mesmo tempo com uma ideia descabida, sem nexo, carente de qualquer comprovação lógica. Ontem, dia 7 de outubro, houve o lançamento mundial do insano movimento “Rebelião da Extinção”. Durante duas semanas de “desobediência civil”, o Extinction Rebellion chama os ativistas do mundo inteiro à rebelião pacífica e prometem paralisar, principalmente, o tráfego de grandes metrópoles, para exigir mudanças urgentes, porque estamos todos ameaçados de morrer com  o aquecimento global. Atos estão previstos em mais de 350 cidades de 60 países.
Isso é coisa do TAVISTOK (veja neste blog:  setembro 2019), ou melhor, é armação dos GLOBALISTAS. Coincide que veio a ter às minhas mãos cópia de carta dirigida pelo Dipl.-Chem.Dr.rer.nat. Hans Penner à Chanceler alemã Dr.Angela Merkel, figura dirigente do movimento em prol do  Governo Global. Passo a traduzir a epístola.
Prezada senhora Dra.Merkel,
Sua política energética está errada porque causa danos econômicos exorbitantes. O novo relatório da McKinsey sobre a transição energética confirma seus erros. Nenhum país do mundo adota sua política energética como modelo:
A senhora aceita ser aconselhada por crianças, porque lhe faltam os conhecimentos básicos de física atmosférica:
- A senhora não sabe que o clima muda constantemente desde quando existem nuvens.
- A senhora não sabe que o clima é regulado pela atividade solar e não por automóveis.
- A senhora não sabe que no país da Clima-Greta desde o seu nascimento a temperatura média não aumentou.
- A senhora não conhece o correspondente relatório da enquete do Bundestag (parlamento), que constatou que as emissões de dióxido de carbono são inofensivas, porque a absorção de 15µm da radiação da superfície da terra está saturada há muito tempo.
- A senhora não sabe que emissões de dióxido de carbono não são danosas, uma vez que sensibilidade do CO2 ao clima fica abaixo de 1ºC, como afirmam respeitáveis cientistas do clima.

Uma publicação da Universidade de Heidelberg (https://www.phisi.uni-
heidelberg.de/-dubbers/energiewende/text.pdf) confirma a nocividade da sua política energética.
- Embora a senhora tenha sobrecarregado os cidadãos com cerca de 500 bilhões de euros, a emissão de dióxido de carbono não diminuiu nos últimos dez anos.
- Apesar dos enormes subsídios, as fontes de energia eólica e solar contribuem com apenas 4,3% para o suprimento de energia do país, a energia nuclear entretanto com 6,5%. A senhora não tem projeto de como substituir a energia nuclear após sucateamento das valiosas usinas.
- 80% da nossa energia é gerada por combustíveis fósseis. Esses 80% a senhora pretende descartar! O que então vai restar da nossa indústria?
É um escândalo que um consenso de inúmeros cientistas não seja acatado. Suas petições contra a hipótese de uma catástrofe climática são simplesmente engavetadas:
Petição Richard Lindzen 2017, mais de 300 cientistas
Oregon Petition 2018, mais de 30.000 cientistas
Petição de Cientistas Italianos 2019, 90 cientistas 
Petição Berkhout 2019, mais de 500 cientistas

Como o seu governo transformou a Alemanha? Cidadãos responsáveis e independentes são de opinião fundamentada e convincente de que a senhora pretende DESINDUSTRIALISAR a Alemanha.
Com preocupadas Saudações

Hans Penner

27 de setembro de 2019

QUEM é QUEM

Apesar dos pesares, foi uma semana de esclarecer muita coisa. Já na segunda, na Convenção do Clima, a porta bandeira do combate ao “aquecimento global” perdeu o controle. A Greta fez careta e chamou todo mundo de fdp, ou algo semelhante. Soube que tem 16 anos e parece ter oito. Na hora das palestras não deixaram o nosso ministro do meio ambiente falar, a pretexto de não ser chefe de governo, mas outros, simples representantes, falaram.
BOLSONARO
Veio o dia seguinte, quando começou a Assembleia Geral da ONU e foram obrigados a escutar o Brasil. Ao nosso Presidente é dado, por tradição, fazer o discurso de abertura. Pois acho que o homem supreendeu, falou bem e deu início a um processo de marcar as posições de Patriotas em meio àquela multidão de comunas, desculpem, Globalistas e maria-vai-com-as-outras. Sobre a Amazônia, Bolsonaro faz referência ao posicionamento do presidente da França, Emmanuel Macron, a respeito da política ambiental do seu governo: “É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.” Bolsonaro enalteceu nosso patriotismo e afirmou que não abdicamos da soberania.
TRUMP
Depois veio o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump que deixou claro: “Sim, eu sou Nacionalista”. Traduzo aqui um trecho do seu discurso: “ O mundo livre deve voltar a se conscientizar dos seus fundamentos nacionais, que não podem ser rejeitados. Quem quer liberdade tem que ter orgulho do seu país. Quem quer democracia deve dar valor central à soberanidade. Quem quer paz deve amar o seu povo. Dirigentes ajuizados sempre deram o maior valor ao bem estar da própria nação, da própria terra. O futuro não pertence aos globalistas. O futuro pertence aos patriotas. O futuro pertence a nações soberanas e independentes, que protegem seu cidadãos, respeitam seus vizinhos e dignificam as diferenças que fazem de cada país algo especial e sem par. Por este motivo iniciamos nos Estados Unidos um programa estimulante de renovação nacional.”
REAÇÃO
Até a bem pouco tempo aqueles que querem um Governo Mundial tiveram um caminho mais ou menos desimpedido. Abandonaram a experiência da União Soviética, uma vez que já haviam fixado o pé em outras regiões, principalmente nos Estados Unidos. Sua política de infiltração funcionando com perfeição, bem como sua defesa contra o adversário natural, os que defendiam o Estado nacional. A eleição de Donald Trump foi um exemplo clássico. Quase todos os veículos de comunicação tradicionais foram contra ele, e são até hoje. Agora a campanha pelo “impeachment”.
Jair Bolsonaro no Brasil enfrentando um processo semelhante de parte da imprensa, além da tentativa de assassinato em pleno período eleitoral.
Na Itália temos Matteo Salvini, que contava com amplo apoio popular e no auge da carreira foi derrotado pelos políticos globalistas.
Para a União Europeia é imprescindível que o Reino Unido não realize o BREXIT, ou seja, permaneça na União, apesar de terem os britânicos decidido em consulta popular deixar a UE. Boris Johnson substituiu a primeira ministra Thereza May, que protelara a saída durante anos, e prometeu atender à vontade popular e deixar a União até 31 de outubro próximo, custe o que custar. Seus colegas de parlamento estão lhe causando as maiores dificuldades. Johnson é Nacionalista.
SIONISMO  
Devem existir mais mandatários da estirpe dos patriotas mundo afora, mas eu quero concluir este escrito de hoje com um nome que talvez meus leitores não esperassem sair deste teclado. É até possível que, igual Boris Johnson, não esteja mais muito firme no seu posto. Falo de Benjamin Netanyahu, grande apoiador de Trump e amigo de Bolsonaro. Deveríamos reconhecer aqui, ser lícito supor que hoje existem dois tipos de judeus. Um, aquele internacional, resultante dos movimentos da diáspora que tiraram o judeu do seu ambiente cultural e fez com que se domiciliasse em grande número de regiões e países. Outro é aquele que seguiu a Theodor Hertzel, considerado o pai do Sionismo. Este, um autêntico patriota e que hoje quer ser cidadão de uma nação chamada Israel. Propósito que foi apoiado também  por Hitler. Portanto é provável que parte dos judeus, ou seja os internacionais, apoiem, ou até sejam os promotores do Globalismo e outra parte, os sionistas sejam a favor do Nacionalismo. Explicaria muita coisa.

23 de setembro de 2019

SOLUÇÃO PARA O CLIMA

Reconheço que eu estava errado. Pensei que aquele alarido, feito por Macron e Merkel em torno da Amazônia, tivesse a ver com um possível plano de internacionalização da área. Realmente fez parte de um plano, mas não chegou a isto, pois ela viria com a própria globalização. Não, o que ficou claro é que essa estória do “clima”, do combate ao efeito estufa e ao gás que o origina, por mais absurda e inconcebível que seja, de fato está seguindo uma estratégia e logistica de Estado Maior.

Como não podia deixar de ser, este Estado Maior desenvolve suas atividades na ONU. Nações Unidas, donde têm partido iniciativas que não apenas parecem ser de gente que não têm o que fazer, ainda produzem efeitos contrários aos que prometem . Cito como exemplo os seus 30 Direitos Humanos, que aguaram os direitos que já conquistáramos. Sua Agenda 21 trouxe as ONGs e suas ações clandestinas. Seu Pacto de Migração, também conhecido como Acordo de Marraquexe, em lugar de proporcionar ajuda local aos paízes pobres desencadeou um movimento migratório de milhões de necessitados e refugiados econômicos, cujo resultado final ninguém pode prever.

Assim inventaram a ameaça de um “Aquecimento Global”. Como tudo o que fazem, não é o que dizem, esconde outros propósitos. Se escondem, é porque não seria bem recebido. Não se importam com assertivas do mundo científico, que negam a existir tal ameaça. Simplesmente vão em frente. Em 2015 reuniram mais de 180 países em Paris e os fizeram assinar o ACORDO DO CLIMA. Agora dramatizaram a coisa com o fogo na Amazônia, muito bem-vindo(!) aos seus propósitos. Imagens aterrorizantes dominaram os noticiários ao redor do planeta. Atitudes e palavras de governos estrangeiros sugeriram responsabilidade do brasileiro. Organizaram como protesto e reinvindicação de medidas para “salvar o mundo” o FRIDAY FOR FUTURE, mobilizando manifestações em massa, servindo-se principalmente de crianças e adolescentes.

Hoje acontece na ONU em Nova Iorque a CONFERÊNCIA DO CLIMA (um dia antes da assembleia do organismo). E já começam a pipocar novas medidas e leis com o destino de implementar o combate ao “aquecimento global”. A primeira que veio a público foi a da Merkel da RFA. Vai trazer aumentos de preços. Mas se é para mexer com o clima,  acho estranho que não tenham lembrado outra solução:  No meu livro “Outra Face da Notícia” à página 69, há uma matéria que escrevi em fevereiro de 2011 e da qual vou extrair dois parágrafos:

    Esta ionosfera parece ser uma área interessante. É o que sugere o fato de terem as forças armadas americanas criado um projeto científico sob a sigla HAARP – High Frequency Active Auroral Research Program, o que quer dizer: Programa Ativo de Alta Frequência para Pesquisa da Aurora Polar. Para tanto montaram no Alasca 180 antenas, que ocupam uma área equivalente a vinte campos de futebol. Mas não serve só para “estudar” o fenômeno celeste. A palavra Active fornece a pista de que é também para criá-lo. Segundo a revista “Der Spiegel” de 7 de outubro de 1996 isto já foi conseguido.
    A english.pravda.ru complementa agora dizendo que o sistema americano HAARP está em condições de desencadear catástrofes climáticas, tais como enchentes, secas e tornados. Zbigniew Brzezinski, conselheiro e assessor de vários presidentes americanos, diz em seu livro "Between Two Ages": “Graças a novas tecnologias (...) poderão ser adotados procedimentos para alteração do clima, provocando períodos duradouros de seca ou tormentas.”


O sistema deve funcionar, pois hoje já existe mais uma instalação HAARP na Noruega e outra na Rússia. Podem fazer chover, fazer frio ou calor, podem provocar terremoto. Deixem o DIÓXIDO em paz!

17 de setembro de 2019

GRANDE MENTIRA

Depois do maior fake da História, do Holofake, temos que conviver agora com com a GRANDE MENTIRA do CLIMA FAKE. Promovida principalmente por áreas que hoje se chamam de esquerda, globalistas, tem abrangência mundial e está influenciando negativamente muitas vidas e atividades. 
Criminaliza-se tudo que possa contribuir para um suposto AQUECIMENTO GLOBAL através da emissão discriminada de CO2 – Dioxido de Carbono. Aí começa a mentira, um aquecimento existe, sim, mas nada tem a ver com o CO2, é resultado do ciclo das manchas solares e não é nada catastrófico. Medições feitas na Europa Central entre 1672 e 1988 mostram a coincidência da maior o menor temperatura média com a maior ou menor atividade na superfície solar. Ambas ocorrem de forma cíclica, sugerindo que uma influencia a outra. O gráfico abaixo deixa claro, que a maior diferença constatada entre maior e menor temperaturas médias foi de pouco mais de 1 grau. Isto, é bom lembrar, num período de 316 anos.

Enquanto isto a história do Dióxido de Carbono é fake desavergonhado. Imagine-se na nossa atmosfera terrestre, representada nas suas proporções no pequeno gráfico anexo, a participação atual do CO2 sendo igual a 0,03 a 0,04%. Onde a composição total do ar é de 1/5 oxigênio, 4/5 nitrogênio e em doses mínimas,os gases árgon, helio, cripton, xenon, dióxido de carbono, hidrogênio, ozônio. As camadas ainda têm temperaturas diferentes, aqui citadas em seu limite superior: A Troposfera na região polar de -40 a -65ºC , nos trópicos de -75 a -80ºC. A Stratosfera mais ou menos constante de -50 a -60 ºC. A Mesosfera chega a registrar em sua parte inferior até +50, descendo na superior a -80ºC. Na Termosfera, como já diz o nome, a temperatura volta a subir. Na Exosfera a gravidade da terra praticamente deixa de exercer atração aos seus componentes que dissipam-se no espaço em intercâmbio com matéria cósmica.


Então é de perguntar: se hoje, com toda a alegada superprodução de CO2 por fábricas, combustíveis fósseis, queimadas, pums de gado, escapando pelos vulcões e aberturas na crosta terrestre, etc. ainda assim representa no todo quantidade tão inexpressiva, como pode significar tamanho perigo para a humanidade?


Dióxido de carbono, vítima da destrutiva política ambiental, capitaneada pelos Macrons e Merkels da vida, trombeteada e promovida por centenas de organizações e ONGs, na verdade não faz mal a quem quer que seja, ao contrário, é parte indispensável da cadeia alimentar dos vegetais.

Frequentemente as autoridades vêm nos alertando para prestarmos atenção às “fake news”, pois haveria muita gente postando noticiário falso por aí. 
É de dizer “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

7 de setembro de 2019

SERVIDÃO

Estes dias eu li, na internet é claro, que o fluoreto é um veneno que, dependendo da dosagem, mata. Difícil de acreditar, pois fluoreto é o produto que os serviços de saneamento costumam misturar à água que é servida à população. Até na etiqueta da água mineral que consumo consta que o produto foi fluoretado. É verdade que a matéria a que me referi ressalvou a dependência da dosagem. Dizia ali também que a mistura na rede pública teria outra finalidade, contribuiria para manter a população mais calma, menos irritável, menos propensa a se revoltar.

SOMBRA E ÁGUA FRESCA
Seria motivo para a gente pensar um pouco? Eu diria que até pode ser. Vejam que nessa baboseira de um “aquecimento global” provocado pelo homem, nela quase todos acreditam. É fácil aceitar. Não exige esforço. Não precisa pensar. Agora olhe, ou ouça em volta: Quem está preocupado com uma situação chamada Globalização? Quem se importa com a possibilidade de haver um só governo para todo o planeta, um Governo Mundial? De que maneira se chegará lá e como serão então as condições de vida? 

E não se diga que são elocubrações, fantasias. No século XVIII ainda vivia-se em castas aqui no nosso prodigioso mundo ocidental. Uma era o clero, outra a nobreza e a terceira a grande massa, os camponezes, estes em regime de maior ou menor servidão. Se então já se ofereceu a condição de existir um povo subserviente, por que não poderia ser repetida sob uma governança mundial, mesmo que por etapas.

JÁ NÃO É O POVO QUEM MANDA
Não faz muito jubilávamos por ter conquistado a “democracia”. Ide agora a uma França, saber como Macron tapou a boca dos “coletes amarelos”. Ou ver na Alemanha de Merkel como anda a “liberdade de expressão”. Com os “direitos humanos” da ONU ficou fácil arrumar uma acusação. O Salvini da Itália tem a seu favor 79% dos italianos, acontece que 17 deputados mudaram de lado ($) e ele perdeu a parada. Em referendo o povo inglês decidiu deixar a União Europeia. Isto foi em 2016. Pois até hoje a decisão não foi cumprida. Os deputados, representantes daquele povo, conseguem ficar enrolando. Empresas das mais poderosas, como Google e Facebook, obedecem docilmente a ordens superiore apagando milhões de “fake news”,  como hoje chamam mensagens politicamente incorretas.

Um governo central precisa de um povo dúctil, que faça o que é mandado, não crie problemas. Também não seja numeroso demais. Nem muito inteligente. Já tivemos notícias de universitários que não sabiam fazer as quatro operações. E não é só no Brasil. Aqui sabemos que o aluno passa de ano de qualquer jeito, se não domina a matéria o professor é culpado. Então vai aprender o que?  Também estamos ficando mais pobres. Os salários, as aposentadorias, as vagas de emprego, tudo murchando. Não tenho agora os dados oficiais, mas enquanto os ricos ficam mais ricos, o mundo restante vem empobrecendo. Um claro indício de que drásticas mudanças estão por acontecer. E digo mais, isto é proposital, é arquitetado. O homem foi dotado de recursos intelectuais suficientes, para ter sido capaz de conduzir a evolução no caminho certo, harmonioso, em benefício de toda humanidade. Entretanto o que acontece tem objetivos deletérios, que ficam mais evidentes quando se olha para o que ocorre no Velho Continente.

SUBSTITUIÇÃO CULTURAL
Programada pela “ONU” já em 2001 sob o título “Replacemente Migration” (vide neste blog em 2.12.2015 – ver também sob EUROPA VAI PEGAR FOGO em 3.2.2019) isto representa uma idéia que só pode ter nascida em mente doente, diabólica. Deixa claro que Globalismo pretende constituir uma pequena camada de donos, regentes do mundo e o restante, o que sobrar de uma redução forçada, por guerra provavelmente, deverá ser uma imensa massa de SERVOS. Para chegar a este ponto os povos que possam oferecer resistência precisam ter sua estrutura étnica desmanchada, diluida, forçando sua mesclagem com culturas diametralmente diferentes. Só para se ter uma idéia, existe uma previsão oficial de que Portugal, que hoje tem cerca de 10 milhões de habitantes, tem condições de receber 70 milhões de MIGRANTES.


Seria bom que essas questões venham a ser com frequência crescente objeto das conversas entre amigos, afinal somos todos nós os formadores do mundo de amanhã, do mundo dos nossos descendentes.

30 de agosto de 2019

A NAÇÃO RESISTE


Deu para perceber, não deu? Temos novos personagens no palco do drama ao qual já podemos dar o título “DE OLHO NA AMAZÔNIA”. Acho que essas figuras erraram o tempo, deveriam ter sido as primeiras em cena. A cena a que me refiro é a catástrofe amazonense, que  neste ano vem nos sendo mostrada dia pós dia pela mídia unida, nacional e mundial. Segundo o site www.folhapolitica.org  estamos vendo fotos pavorosas da floresta em fogo que datam até de 1989. Mas isso não importa, são apenas detalhes, o que vale é fazer pesadas críticas ao governo brasileiro. Sem o fundamento que pretendem ter, são injustas, fabricadas por motivos inconfessáveis.

Mas há, sim, algo errado e que nada diz respeito aos estrangeiros.  O que me chamou a atenção é que só agora eles aparecem, eles que deveriam ter sido os primeiros. Assim com a União tem seu Presidente, os Estados têm seus Governadores. Onde estavam quando o drama começou? O que fizeram? O Brasil não é uma república federativa? Se está dividido em Estados certamente não é para bonito e a nossa Amazônia, da qual se fala, é constituida por nove Estados:  Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do estado do Maranhão. Cada um com sua estrutura administrativa de executivo, legislativo e judiciário.
A esse respeito diz a nossa Constituição:
Art. 23 – É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: Inciso VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas; Inciso VII – preservar as florestas, a fauna e a flora.

Ao que consta, todo ano em maior ou menor escala aquela região  tem sua estação de seca. Todo ano registram-se ali incêndios da mata. Os Estados têm suas forças de segurança, polícia, bombeiros, toda estrutura enfim que os condiciona a serem os primeiros a saber e atender uma ocorrência. Pois não se tem notícia de que tivessem feito alguma coisa, nem pediram ajuda ao governo federal. Entretanto agora começam a aparecer em Brasília, nas telas das TVs, nas entrevistas. Seria por que o Macron falou em mandar 83 milhões?

Falta muito para que seja revelado o que pretenderam Macron, presidente da França, cria dos Rothschilds, e Angela Merkel, chanceler da RFA, cria do comunismo, ambos da vanguarda globalista, capitaneando essa indevida intervenção estrangeira em assuntos brasileiros. Talvez, como soe acontecer, mesmo o mal que ocasionam, pode ter aí um lado proveitoso, qual seja o de nos mostrar as falhas existentes na organização do nosso Estado. Entretanto, apesar do esforço que fazem os nossos principais veículos de comunicação em desprestigiar o governo federal, tudo indica que – para o bem e preservação da NAÇÃO  -   não é o que estão conseguindo.