25 de maio de 2018

O PETRÓLEO É NOSSO


Os mais vividos, como este blogueiro, devem se lembrar de um slogan que por um bom tempo animava nossas mentes e ilustrava páginas da nossa mídia.

Acompanhávamos o noticiário sobre a produção de barris, ansiando pelo dia em que o país se tornasse independente da importação. Pensávamos poder assistir a redenção do Brasil, a realização dos sonhos de Monteiro Lobato e Getúlio Vargas. Hoje esses dois estão se virando na tumba. “É nosso” coisa nenhuma. A greve dos caminhoneiros, que está sacudindo o país, põe a nu a verdade.

Estamos vendo isso agora, pois é o presidente da gloriosa Petrobrás quem afirma que nossos preços têm que acompanhar a flutuação do mercado internacional. Então continuamos na situação de um importador de petróleo, com uma agravante absurda, os preços estão sujeitos a alterações diárias, provocando verdadeiro tumulto na praça. Os derivados do petróleo têm seus custos integrando muitas previsões e cálculos de orçamento, obrigando a inclusão de uma margem de segurança.

Pressionada, a Petrobrás prometeu fazer por 15 dias um desconto no preço do Diesel. Consequência: despencaram suas ações na Bolsa e nos lembrando que a Petrobrás NÃO É NOSSA, é da oligarquia financeira internacional. A esta pouco interessa os perigos que um desabastecimento geral possa provocar.

É semelhante ao que acontece em outras áreas. Na agricultura, por exemplo, fomos obrigados a aceitar os TRANSGÊNICOS e com eles os agrotóxicos, por mais venenosos (glifosato) que sejam também para os humanos.

A ÁGUA É NOSSA?
Até poucos anos atrás havia aqui uma água de fonte, também chamada mineral, excelente. Lamento não me lembrar mais do nome, mas um belo dia mudou seu nome para CRYSTAL, é isto mesmo com “Y”. E mudou também de dono. É uma empresa com sede lá em Atlanta, Estado da Georgia, Estados Unidos. Quer dizer, capta aqui a nossa água, vende aqui e o lucro vai para Atlanta. E tem mais. Apesar de ser proibido, será que não se servem um pouco da “venda casada”? É que o nome da empresa é Coca Cola.
No início de governo Temer surgiu o boato de que Coca Cola e Nestle estariam querendo adquirir do governo brasileiro os direitos de exploração do aquífero Guarany. Ambas as empresas desmentiram. Fato é, entretanto, que Nestlé Waters alega ser a maior empresa de água engarrafada do mundo, vendida sob 51 marcas diferentes que vão de Pure Life a Perrier e Vittel (Google).

O site watergate.tv informa no dia 18.5.218 que a Nestlé Waters está comprando direitos de exploração em todo mundo e que seu dirigente teria dito “água não é um direito humano e sim um produto alimentício e deve ter um valor de mercado”.

ANGUSTIANTES PERSPECTIVAS
Assim se até a água pertence a esses “donos do planeta”, o que é que estamos fazendo aqui? Não demora e aparece alguém querendo cobrar pelo AR que respiramos. Teremos que concordar, para ajudar a pagar as impagáveis dívidas do país. Teremos que concordar da mesma forma como somos obrigados a concordar com “flutuações internacionais” de preços do petróleo, bem como concordar em pagar os impostos embutidos no preço final dos derivados, para satisfazer nossos credores. Consolemo-nos, não é só o Brasil que está assim...

22 de maio de 2018

GOL DE PLACA (VERMELHA)


Desta vez os Rothschilds (roth = vermelho, schilds = placas) se superaram. Já haviam conseguido realizar o que parecia impossível, eleger como Chefe de Estado na França um homem que nunca fora político. Seu mérito foi o de ter sido secretário dos placas vermelhas, da família mais rica do mundo. Apareceu poucos meses antes das últimas eleições e, pimba, ganhou com boa margem de votos. Seu nome: Macron. Hoje já desbancou a própria Merkel. Mas não é dele que quero falar.

Foi fantástica a promoção que encenaram agora no último sábado, dia 19. O mundo assistiu a um casamento na família real do último reino de peso que sobrou neste planeta. Fora este do Reino Unido, ainda temos o espanhol, o holandês e, talvez, ainda algum reinozinho na África. Não esqueçamos do único império que sobrou, o Japão.

Chamei o acontecimento de “promoção”. Deve ter tido uma audiência mundial recorde. Realmente o marqueteiro ou marquetólogo dos globalistas lavrou um tento de valor inestimável para propulsionar o esquema de substituição cultural que está em andamento. Tivessem pensado nisso antes, talvez poderiam ter evitado o BREXIT, decidido pelo povo inglês em votação, mas que a premier Theresa May tanto se esforça em protelar.

A rainha Elizabeth não demonstrou muita felicidade. Uma casa real de tanta tradição tem regras de comportamento e etiqueta rigorosas, na verdade não muito respeitadas pelo príncipe Harry. Também houve vários divórcios na família. Já o rei Edward VIII, que assumira o trono em fevereiro de 1936, teve que abdicar ainda no mesmo ano, porque enamorou-se por uma mulher divorciada. Preferiu o amor ao trono. Ou será que o fato de ter simpatia pelo regime nacionalsocialista da Alemanha teve algo a ver com o problema?

Por falar em AMOR, foi uma das palavras mais usadas no sermão pelo bispo africano que celebrou o casamento. Num momento ele disse mais ou menos o seguinte:
ESTE AMOR FARÁ DESTE VELHO MUNDO UM NOVO MUNDO!”

Mas, prezado senhor Bispo, o que é que o senhor tem contra este nosso mundo? Nosso bom mundo, é verdade, aquele de antes que vocês globalistas/marxistas começassem a querer mudá-lo? Conte isso para a gente. Conte também como é que querem que seja esse NOVO MUNDO, esse que vocês tanto apregoam. Já tem até uma sigla: NOM, Nova Ordem Mundial. Proclamam, mas NUNCA DIZEM COMO DEVERÁ SER.

O senhor, que diz representar Deus, explique para nós: ELE autorizou vocês a mudar o que ELE fez? Ou será que é tudo mentira? Vocês estão agindo por conta própria, ou a mando de outrem?

Não haverá resposta. Continuarão enganando a humanidade, provocando destruição e desordem, misturando os povos, para que não saibam mais donde vieram e para onde vão. Continuarão a fazer suas promoções, a exemplo do FLAUTISTA DE HAMELIN, esperando que uma multidão de ingênuos e alienados os siga em direção ao precipício. Esperemos que apareça um JUIZ que anule este e todos os outros gols de placa(vermelha), para que a humanidade possa voltar a se desenvolver de acordo com a vontade do seu CRIADOR.


11 de maio de 2018

MULTICULTURA ou PURÊ de culturas


Esses dias testemunhei uma cena inusitada. Moradores de rua abrigando-se em uma das mais cuidadas praças da cidade. Tinham até colchões velhos deitados sobre a grama e ali dormiam aquecidos pela companhia dos seus fiéis guapecas.

Lembrou-me as imagens de Roraima e a invasão de “refugiados” venezolanos. Consta que já seriam mais de 40 mil. Lembrou também os cuidados exigidos das nossas autoridades em acomodar, alimentar, vacinar e transportar essa gente toda para outros estados.

Refugiados? Refugiados do que? Na Venezuela não há catástrofe, não há guerra. E mesmo que houvesse, será que não deveriam ficar lá e ajudar a defender seu país? Sempre houve o direito ao asilo para perseguidos políticos e muitos dos nossos o aproveitaram, quando corriam perigo nas décadas de 60 e 70 aqui no Brasil. Agora esses que estão vindo ai, de mala e cuia, querem ver se melhoram de vida. Mas destes nós mesmos temos o bastante, deveríamos cuidar dos nossos.

Porém acho que já perdemos a soberania. Não podemos fechar as fronteiras. A ONU não permite. A ONU na verdade não está aí para evitar guerras e dissensões entre as nações como se pensava. Nunca tivemos tantas guerras quanto depois de 1945, quando foi fundada. Criou os Direitos Humanos e complicou a vida em todo o planeta. Porque 30 longos artigos, quando bastava um: RESPEITO AO PRÓXIMO, o que a gente aprendia, ou devia aprender, quando criança. Os 30 artigos pretendem igualar o que não é igualável. O tuaregue que se sente em casa no deserto africano tem costumes diferentes dos do habitante do Alasca, o muçulmano do budista. Minorias passaram a merecer maior atenção do que as maiorias.

E é a ONU que não se importa com os bombardeios que estão acontecendo, nem com as ameaças de 3a.GM. Está aí para ajudar a implementar o GLOBALISMO e, para tanto, é necessário acabar com o sentimento nacional das pessoas.

Criou o MULTICULTURALISMO. Foi a ONU que determinou que cada país revisasse sua legislação e criminalizasse a discriminação RACIAL, CULTURAL, ÉTNICA e RELIGIOSA. Premissa para poder misturar tudo. Sem uma identidade que caracterize os cidadãos de uma nação, esta perde o sentido. Globalismo quer dizer “Governo Mundial”. Teremos cada um um CPF mundial? Haverá eleições? Haverá leis? Como será na prática? Quem serão os mandantes?

Exemplo dramático vem da Europa. Quando a chanceler alemã Merkel simplesmente ignorou o tratado, que protegia as fronteiras das nações daquele continente, permitindo e incentivando o ingresso de milhões de africanos e asiáticos, ficou caracterizada a intenção genocida da globalização. Ali foi iniciada a substituição racial da população branca. Li ainda hoje que na cidade alemã de Frankfurt a população de origem migratória já igualou em número a autóctone.

O termo MULTICULTURA é eufemismo. Não haverá coexistência de culturas. O que se pretende é fazer um purê, bem mole, fácil de ser deglutido.

A quem quer se aprofundar no assunto NOVA ORDEM eu posso recomendar o endereço:
http://www.goodnewsaboutgod.com/studies/political/newworld_order/world_order.htm
É um estudo um tanto longo, mais de 70 páginas, firmado por Lorraine Day M.D. Muito interessante.

30 de abril de 2018

PUTIN TEM CARTA NA MANGA


O meu propósito com a última postagem ADEUS A HITLER não foi o de fazer uma apologia ao “Führer” do 3.Reich. Sua ação e suas ideias sofreram exaustiva e continuada condenação e não é qualquer opinião contrária que seria capaz de mudar alguma coisa. Ela sensibilizaria muito pouca gente. Não, o verdadeiro propósito foi o de tentar implantar uma dúvida nas mentes, mesmo das mais irreversíveis. Considerando a situação geral em que se deu aquela publicação, ela teria sido possível acontecer se o homenageado naquela elegia tivesse sido o DÉSPOTA, o CARRASCO, o OPRESSOR como foi sua personalidade representada desde então? Não, com certeza. Se assim fosse o povo estaria dançando e cantando nas ruas, festejando a morte do abominável e jornalista nenhum ousaria escrever aquelas palavras, muito ao contrário procuraria agradar aos novos mandatários que estavam chegando.

Mas vamos ao PUTIN. Por mais que venha sendo provocado, ele não parece estar interessado numa guerra. Seus contrários estão fazendo tudo para desencadeá-la. Serviram-se de um pretenso assassinato de um ex-espião russo e sua filha, praticado em Londres com o uso de um veneno proscrito, que só a Rússia possuía e tudo mediante ordem pessoal de Putin. Acontece que o tal espião já estivera preso na Rússia durante quatro anos. Não teria sido necessário esperar que se mudasse para longe. Para a tristeza do governo britânico, autor da acusação e de seus colegas ocidentais, as anunciadas vítimas não morreram.

Não bastasse essa palhaçada, veio outra com as “armas químicas” do Assad. Como se nesta altura, a Síria praticamente reconstituída, o seu presidente fizesse a burrice de mandar jogar umas bombas de gás venenoso contra sua população, ali nas redondezas da capital Damasco. Mas toda imprensa ocidental, teleguiada com sempre, embarcou nessa. E o Trump até disparou alguns foguetes de retaliação numa incompreensível provocação à Rússia aliada de Damasco.

Mas as provocações não se resumem nisto. A Rússia está cercada de bases militares da OTAN e, como “ponta de lança” dos pretensos inimigos de Putin, lá figura a República Federal da Alemanha. É sabido que esta de “República” só tem o nome. É filial dos promotores da Segunda Guerra Mundial, até hoje militarmente ocupada e na linha de frente em ameaças e sanções à Rússia. É na Alemanha, em Ramstein, que está o Quartel General da Força Aérea americana. É na Alemanha que estão depositadas as armas nucleares do Ocidente.

Pergunta-se e o seu povo? O povo alemão sofre de incurável complexo de culpa e não se importa de estar condenado a extinção. Já publiquei aqui extensas matérias sobre este genocídio em curso. Não é novidade e é aceito, tolerado pelo mundo todo, inclusos os próprios alemães. Entre estes há até os que batem palmas. Parece doença.

É doença! É causada pelo vírus “Holocausto”. Ela em geral não se manifesta fisicamente. É subliminar. Grande parte da população com maior envolvimento passou a sofrer de autoflagelação mental, fica até feliz com os males que lhe são causados. Através das mais diversas maquinações este vírus atua no mundo todo, condicionando as pessoas e os governos. Na verdade este holovirus é produto de laboratório. Saiu dos Campos de Concentração criados pelos alemães na Segunda Guerra. Com a sua atividade pretende-se não só manter a Alemanha submissa, mas, também, operar grandes transformações no planeta. Aí chegamos ao Putin e à carta que ele tem na manga.

Já vimos que ele não está aceitando as provocações para entrar numa Terceira Guerra Mundial e o trunfo que ele tem é o poder de desativar o vírus do holocausto. Desarmaria todo o condicionamento mental, não só da população alemã, mas de todo o mundo ocidental.

Acontece que os seis principais campos de concentração se encontravam na região ocupada pela então União Soviética e toda a documentação ali arrebatada está hoje em Moscou. Nesta documentação também havia LIVROS DE REGISTRO DE ÓBITOS (o alemão sempre prima por organização). Eram livros com 1500 páginas e cada página era ocupada pelos dados de um registro.

Consta que já em 1990 um comitê da Cruz Vermelha Internacional teve acesso a 46 livros do campo de Auschwitz relativos ao período de fins de julho de 1941 a dezembro de 1943. Havia páginas em branco.

Abstenho-me de fazer cálculos e desenvolver conjecturas. Fato é que Putin tem documentos capazes de desativar o vírus e desarmar o mind control que domina seus adversários, entre eles principalmente a Alemanha.

Perguntar-se-á porque já não os publicou há tempos. Eu diria que ele não é nenhum filantropo, nem benfeitor da humanidade. Continuará festejando o “Dia da Vitória” com grandes paradas militares e maldizendo os nazis sempre que oportuno.

Por mais que desejem a 3a. Guerra, ainda não sabem como evitar pisar nos calos de Putin.


20 de abril de 2018

UMA VOZ DO OUTRO LADO


Era dia 2 de maio de 1945 - Viviamos o estertor da 2a.Guerra Mundial. Isto em Hamburgo, segunda maior cidade da Alemanha, que às 20:30 daquele dia seria declarada “cidade aberta” (rendição) e ocupada pelas tropas britânicas às 13 horas do dia seguinte. Neste dia 2, um dia após a morte de Hitler, foi publicada a então última edição do jornal HAMBURGER ZEITUNG, uma só página, impressa de um só lado. Guardei um exemplar até hoje. Ali, abrindo a primeira coluna, lia-se o artigo que traduzi e reproduzo abaixo.


ADEUS A HITLER
de Hermann Okrass

Certa vez ele disse “Não quero que a minha lápide contenha outras palavras do que o meu nome.” Agora nem mesmo o seu nome luzirá sobre seu túmulo, pois sabemos que ele deve ter desaparecido, lutando obstinadamente, junto com a chancelaria do Reich e de cujos escombros, a que foram reduzidas as edificações através do bombardeio por inumeráveis baterias de artilharia e lança-chamas, o inimigo não terá condições de retirar um corpo do qual dirá que tenha sido o do Führer. Isso não acreditamos. E se o inimigo o afirmar, mesmo assim não acreditaremos. O corpo está morto, isto acreditamos, isto sabemos, ruído, desfeito o que era mortal, mas cumpriu sua mais bela promessa, seu compromisso: “O mais sublime do que Deus me deu neste mundo é o meu povo. Nele repousa minha fé, a ele serve o meu querer e a ele dou minha vida.” A vida foi completada. Lutando por seu povo, tal como começou, assim extinguiu-se. Uma vida de lutador.

Agora o mundo tentará interpretá-lo. Escreverão livros sobre ele, irão honrar e amaldiçoá-lo, haverá os que o criticam e os que por ele rezam. Um Grande deixou este mundo e onde uma grande luz se apaga de repente surge do cinzento ocaso muito do que à luz clara havia desaparecido. Isto se nos mantém estranho e bem distante do nosso pensamento. É a verdade: Nós nos conjuramos a este homem e aos seus preceitos, o seguimos nos dias sombrios do nosso povo e no bem sucedido voo às alturas, quando conduziu nossa gente aos poucos, belos anos de paz e na luta estivemos ao seu lado, como todos os bons alemães. O mundo não deverá nos ver apequenados e mesquinhos para alegria do vencedor. O veredito no julgamento dele podemos confiar à História. Nós coetâneos não vamos poder pronunciá-lo.

Será que o mundo de amanhã terá condições de interpretá-lo? Aos de hoje não cabe julgar seus contemporâneos, mesmo que o contemporâneo tenha sido tão singular quanto o foi Adolf Hitler. Mas a posteridade voltará a ver o poderoso a distância, lerá suas palavras, lerá nossas palavras, mas não poderá compreender a amplitude da riqueza emocional do mundo dos nossos dias. Assim só podemos esperar que ela creia nas fortes palavras do poderoso homem: “Podem me presentear continentes, eu preferiria ser nesta nação o mais pobre cidadão.- Eu não sou tão louco de querer uma guerra.- Na juventude eu era trabalhador e na minha índole sempre o permaneci.- Não lutamos por teorias, nem por dogmas. Se somos, não importa, essencial é que nosso povo viva!”

Como soarão estas palavras perante os pósteros. Eles o compreenderão, entenderão, através destas palavras, o porquê de um povo inteiro, na maior penúria, ter se aliado a este homem? Só podemos esperar que o faça, porque então sabemos que a história verdadeiramente compreenderá este homem, sua doutrina e a nossa época.

É que isto nós vemos hoje, com mais clareza do que nunca, o vemos comprovado pela imensurável e pesada campanha que nosso povo valentemente cumpriu, o vemos na silente lealdade, até do mais pobre filho do nosso povo, que se concentrou em Adolf Hitler, juntando, como uma luz que converge através de uma lente num ponto só, as mais belas virtudes, as vontades mais calorosas, os anseios mais nobres, o mais lindo querer do nosso povo, a saudade do Reich, o ímpeto pela justiça socialista, a vontade expressa pela liberdade sem travas, pela inequívoca liderança, tudo isso o nosso povo via reunido em Adolf Hitler e sua ideia.

Que mentes pequenas tenham obscurecido a imagem dos seus propósitos, que traidores e maus conselheiros o abandonaram e venderam, que finalmente uma poderosa supremacia de aço e dinheiro o oprimiu, isso não pode mudar sua efígie guardada no fundo do coração do nosso povo. Possa isso talvez ser toldado pelo atual momento, possa devido a imensidão de vítimas, do sofrimento e da miséria haver distorções, mas quando as impressões voltarem clarear, ela voltará a aparecer também ao último cidadão tal como era naqueles dias em que a nação inteira alegremente a ele se dedicara.

O homem está morto, tombou lutando. Permaneceu fiel a si mesmo. Ele queria o melhor para o seu povo, que por isso tanto o amou. Sabemos que ele continuará vivendo em nossas plagas, não como herói de guerra, honrado com estátua de bronze, mas sim como filho deste povo, cujo puro intento sua gente entendia e cuja mais bela palavra e legado permanecerá a de afirmar, quando seu povo passava as maiores necessidades, que o amava mais que a si próprio. (Final da citação)

13 de abril de 2018

O QUE É GLOBALISMO


Antes de dar sequência ao tema que abordei na última postagem, é com sentido pesar que aqui me alio a todos que estão a prantear a perda desta figura exemplar, que foi para nós GERD HONSIK. 


Grande pensador, revisionista e comunicador, lutou sem esmorecer a vida toda contra a mentira e a falsificação. Foi perseguido, processado, encarcerado e obrigado a buscar abrigo em outros países. Nascido em Viena, Áustria, em 1941, faleceu agora, 7 de abril último, em Ödenburg (Sopron) na Hungria, onde vivia exilado. -

Sua memória será sempre honrada. 

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Globalismo e sua origem.
Eu diria que uma das primeiras manifestações públicas identificáveis teria ocorrido por ocasião das comemorações do centenário da Revolução Francesa, ao final do século XIX, em Paris. Ali foi criada a INTERNACIONAL SOCIALISTA. O Globalismo, isso já é público e notório, pretende assumir o GOVERNO MUNDIAL, tem, portanto, iguais pretensões às da Internacional Socialista. Já ali a I.S. mostrou a que vinha: decidiu acabar com três Impérios europeus. Conseguiu o que queria em cerca de vinte anos. Extinguiram a casa imperial do Império Austro-húngaro, com a mesma guerra fizeram o Kaiser alemão abdicar e ainda assassinaram o Czar da Rússia e toda a sua família, detonando a Revolução Russa. Nesta Rússia já foi criada uma vasta área experimental com a instalação do Regime Soviético. Tendo este como base operacional, seus agentes foram enviados para o mundo todo. Aqui basta nos lembrarmos dos nome Prestes e Olga. No Congresso americano foram denunciados em 1963 os “45 Objetivos Comunistas”, publicados cinco anos antes no livro THE NAKED COMMUNIST (veja neste blog em Maio 2017). A presença vermelha nos EUA já fora sentida antes pelo maccarthysmo.

Que a INTERNACIONAL SOCIALISTA tenha sido uma das razões da criação do NACIONAL SOCIALISMO, seu mais ferrenho opositor, é bastante óbvio. Mobilizou 53 países em uma guerra das mais sangrentas. Derrotados os nacionalistas, são feitos desde então todos os esforços para evitar sua renascença.

Comunismo não morreu
O que antes se chamava Comunismo não morreu com a União Soviética e muito menos nos Estados Unidos. Estes passaram a ser a locomotiva, o carro chefe dos promotores da NOVA ORDEM MUNDIAL, que costuma ser abreviado como NOM. Dominados por políticos ligados à maçonaria e ao illuminismo desde a sua independência, como bem mostra o seu brasão, os EUA formaram campo fértil para que o pensamento criasse raízes e florescesse, graças, e principalmente, ao apoio do alto mundo financeiro judaico. Alastrou-se mundo a fora, mas, mesmo entre os mais ativistas, a maioria nem sabe o que estão defendendo.

Os globais se revelam
George H.W. Bush, num discurso perante o Congresso no dia 11.9.1990 foi o primeiro presidente a mencionar em público o objetivo de criação da New World Order. Curioso que isso aconteceu exatos onze anos antes da bandeira falsa que derrubou com dois aviões os três edifícios do World Trade Center, quando era Presidente dos EUA o filho do citado Bush. Esta bandeira falsa, por sua vez, desencadeou uma operação destrutiva e exterminadora que atingiu várias nações e povos do Oriente Médio e mediterrâneas. Incluo aqui a substituição cultural da população branca da Europa, operação ainda em andamento. Ela já fora anunciada em 1925 pelo Conde Richard Nikolaus Coudenhouve-Kalergi em seu livro “Idealismo Prático”. Dizia ele que os brancos seriam substituídos por uma raça mista afro-asiática regida ou governada pelos judeus. Estes mantém a pureza de sua raça, uma vez que suas leis não permitem a miscigenação.

Quem são os GLOBALISTAS
Enquanto a INTERNACIONAL SOCIALISTA constitui aquilo que poderíamos chamar de “exército”. São aqueles que realizam um trabalho diário mundo afora. Estão agindo principalmente nas áreas da educação, da informação e da política.

Analisar sua direção, administração, orientação nos conduz a uma área de areia movediça, onde dependemos de observações isoladas. Podemos dizer que os JUDEUS estão seriamente envolvidos, não só por preceitos religiosos que lhes assegurariam a supremacia sobre os outros povos. Também devido ao seu poder financeiro. É imperioso, porém, não generalizar. Há entre eles várias correntes. Henry Makow cita os CABALISTAS como os mais perigosos partidários da NOM. Sua doutrina é a de que sem o MAL não existe o BEM e para que haja uma NOVA ORDEM (baseada na Kabbalah) a velha ordem (cristã) deve ser impiedosamente destruída. É parecido com o lema illuminatti: “Ordem a partir do caos.”

Mas há segmentos judaicos que nada querem com isto, tais como os Natureikarta e os Torahjews. Também entre eles há muitos ateístas e agnósticos e, assim como entre os cristãos, aqueles que não querem nada com nada.

Mas a verdade é que os GLOBALISTAS estão em todas as áreas. Altas finanças, maçonaria, corporações empresariais, Bilderberger, CFR Council on Foreign Relations, Comissão Trilateral, Comitê dos 300, Clube de Roma etc,


Entre os Presidentes dos Estados Unidos pode se dizer que, depois de Ronald Reagan (1981-1989), até 2017 todos eram partidários da ideia globalista. Do atual espero, sem muita certeza, que seja mesmo NACIONALISTA!


   


6 de abril de 2018

QUEM É GLOBALISTA?


Em que pese a importância de todo mundo tomar uma posição em relação a esta pergunta, com toda certeza pouca gente saberá nos dar uma resposta com plena convicção. Quando informados de que o antônimo de “globalista” é “nacionalista” são tentados a tomar partido do primeiro. GLOBAL pode inspirar uma série de associações agradáveis, enquanto a segunda já lembra que a palavra foi usada pela mídia em sentido negativo com abundância desde há décadas. Global lembra Miami ou 5th Avenue, viagens, entretenimento, tanta coisa boa.

Quando por outro lado se chega a ligar nacionalismo ao conceito NAÇÃO, tem sido frequente a afirmação de que é o nacionalismo o que mais tem levado os países às guerras. Isto é MENTIRA plantada. Muito mais elas eram motivadas por diferenças religiosas ou razões econômicas, nas quais se incluem as de conquistas. Sentir orgulho e lealdade ao seu povo, à sua nacionalidade, leva o cidadão a dar valor a virtudes e a condenar os desvios que prejudiquem a coletividade. É o mesmo que acontece com a instituição chamada FAMÍLIA. Unida, consolidada, pratica valores e procura desenvolver uma estrutura saudável. Desconsertada, desarrumada “vai p’ro brejo”.

A família é (ou era) considerada a célula mater de uma nação. E é por isto mesmo que estamos assistindo um esforço concertado, advindo não se sabe donde, em enfraquecer, desestruturar, talvez até de acabar com a instituição. O feminismo tirou a mulher do lar e entregou o cuidado dos filhos a terceiros, casamento inter-generos, popularização da pornografia, drogas, desmerecimento dos bons costumes, são alguns exemplos de que a chamada célula mater da sociedade não conta mais com a proteção e desvelo da própria coletividade.

Isto é induzido! Esse desenvolvimento, que se verifica, é proposital. É um plano maléfico, há quem o considere satânico. Não há como acreditar que tenha sido concebido por mentes humanas. Visa acabar com o mundo que conhecemos.

Com a derrota da Alemanha em 1945 estava vencido o último obstáculo que se opunha à implantação progressiva do GOVERNO MUNDIAL. É este o processo que se chama de GLOBALIZAÇÃO. Ele tem como ferramenta fundamental a unificação da comunicação, da notícia. Esta chega ao ouvinte, ao telespectador, ao leitor de forma manipulada, teleguiada. Não se tem mais a possibilidade de analisar o dito e o contradito. Impera a parcialidade.

Quem hoje se sente inclinado a apoiar a Globalização, a instalação da NOVA ORDEM MUNDIAL, seja insistentemente conclamado a reavaliar sua opinião. Em próxima postagem buscarei trazer mais informações.