14 de junho de 2019

"O DIABO FEITO GENTE"

Na postagem anterior BRANCOS contra BRANCOS o autor do artigo diz logo no começo: "A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler." E um leitor em seu comentário rebate: "Comparar a "demonização" de Trump e Putin com a de Hitler é piada ... rs Nem somados!"
Realmente, o que se fez com Adolf Hitler, nem com o demônio foi feito. Em pesquisa de opinião mundial  certamente ampla maioria diria que Hitler foi um  escabroso mau caráter, responsável  por tudo o que de ruim aconteceu de 1933 para cá, principalmente pela Segunda Guerra Mundial e pelo pavoroso, incrivel genocídio de judeus. Teve êxito indiscutível o exército de milhões de detratores que foram mobilizados para construir tal fama em torno de um nome.
Há quem busca corrigir esta injustiça que se pratica contra uma personalidade de estatura moral e ética incomum e que só buscou o bem do seu povo. Com  tal objetivo alguns excertos de citações de figuras internacionais do seu tempo e que não podem ser alinhadas propriamente como que tivessem sido seus seguidores.

DAVID LLOYD GEORGE  -   1936
Acabei de voltar de uma visita à Alemanha. Agora vi o famoso líder alemão e também algumas das grandes mudanças que ele ocasionou. O que quer que se possa pensar de seus métodos - e eles certamente não são as de um país parlamentarista - não pode haver dúvida de que ele conseguiu uma mudança maravilhosa no espírito do povo, na atitude de pessoas que de uns com os outros e em suas perspectivas sociais e econômicas.
Ele fez valer com razão em Nuremberg , que em quatro anos, seu movimento criara uma nova Alemanha. Não é a Alemanha das primeiras décadas do pós-guerra - quebrada, desencorajada e subalterna, com um sentimento de preocupação e provação. Agora está cheia de esperança e confiança, e um senso renovado de determinação de levar uma vida sem qualquer interferência de qualquer força de fora de suas próprias fronteiras.
Pela primeira vez desde a guerra, há uma sensação geral de segurança. As pessoas são mais alegres. Em todo o país, prevalece um maior sentimento de contentamento mental geral. É uma Alemanha mais feliz. Eu vi isto em toda parte, e os ingleses, que encontrei durante minha viagem e que conheciam bem a Alemanha, estavam muito impressionados com a mudança.
Um homem realizou este milagre. Ele é um líder humano nato. Uma personalidade com magnetismo e dinâmica com um propósito inarredável, uma vontade determinada e um coração destemido.

Ele não é apenas nominado, mas na verdade é o líder nacional. Ele o tornou o povo  a salvo dos potenciais inimigos que o rodeavam. Ele também o protege contra o medo constante da fome, que é uma das memórias mais opressivas dos últimos anos da guerra e dos primeiros anos de paz. Mais de 700.000 pessoas morreram de fome naqueles anos sombrios. Ainda é possível ver os efeitos na aparência  daqueles que nasceram naquele mundo escuro.
O fato de que Hitler salvou seu país do temor de uma repetição daquele período de desespero, miséria e humilhação, proporcionou-lhe autoridade inquestionável na Alemanha de hoje. Não pode haver dúvidas sobre sua popularidade, especialmente junto à juventude alemã. Os velhos confiam nele; os jovens o idolatram. Não é aquele tipo de admiração que um líder popular recebe. É a adoração de um herói nacional, que salvou seu país do desespero e da degradação.
Ele é tão imune à crítica quanto um rei em uma monarquia. Ele é mais. Ele é o George Washington da Alemanha - um homem que conquistou a independência de seu país de todos os seus opressores. Para aqueles que não viram e sentiram por si mesmos como Hitler domina o coração e pensamento na Alemanha, essa descrição pode parecer extravagante. No entanto, ela é a pura verdade. Este grande povo trabalhará melhor, fará mais sacrifícios e, se necessário, lutará com maior determinação, porque Hitler o conclama. Quem não conseguir entender esse fato central não poderá julgar as capacidades atuais da Alemanha moderna.
Durante a guerra Hitler lutou como um simples soldado  e sabe por experiência própria o que ela significa. Ele sabe também que as chances de um agressor hoje são ainda menores do que naquele momento.

(David Lloyd George - de 1916-1922 primeiro-ministro da Inglaterra, trechos de "Falei com Hitler", em Daily Express, Londres, 17 de novembro de 1936)

WINSTON CHURCHILL  -   1937
Enquanto se consumavam todas aquelas terriveis transformações na Europa, o cabo Hitler conquistava em paciente luta o coração alemão. Quinze anos após ter tomado a decisão de rehabilitar a Alemanha, ele conseguiu colocar a Alemanha na mais poderosa posição da Europa e não só restaurou essa posição do país como transformou  em elevados termos as consequências  da grande guerra no seu oposto. O que quer que se pense sobre este grande feito, ele com certeza pertence aos mais notáveis da História mundial.

WINSTON CHURCHILL  -  1938
Se acontecer que em algum tempo a Inglaterra  se encontre em condições tão deploráveis como a Alemanha após a Guerra Mundial,  eu desejaria ao país um homem como Hitler.
(Winston Churchill  -  Primeiro Ministro do Reino Unido na II GM)

SEFTON DELMER  -  1961
Diga-se hoje o que quizer, mas em 1936 a Alemanha era um país florescente, feliz. Seu semblante era o de uma mulher apaixonada. E os alemães estavam apaixonados  -  apaixonados por Hitler... E tinham todos os motivos para serem agradecidos. Hitler derrotou o desemprego e lhes trouxe um novo florir econômico. Ele proporcionou aos alemães uma nova consciência da sua força nacional e de sua missão nacional.
(Sefton Delmer  -   Foi o chefe da Propaganda britânica durante a II Guerra - Texto do seu livro "Os Alemães e Eu" -pág.288) 

HARRY ELMER BARNES - 1962

O ponto decisivo aqui é que Hitler, ao contrário de Churchill, Roosevelt e Stalin em 1939, não queria uma guerra generalizada.
(H.E.Barnes - historiador - em seu livro "Blasting of the historical Blackout" Oxnard, Califórnia)

SIR HARTLEY SHAWCROSS  1984
Hitler e o povo alemão não queriam a guerra. Nós não respondemos a várias imprecações de Hitler por paz. Agora temos que constatar que ele tinha razão. Em lugar da cooperação que ele nos oferecera, aí está a gigantesca potência dos soviéticos. Eu me sinto envergonhado ao ter que ver agora, que os mesmos propósitos que atribuíramos a Hitler, vem sendo perseguidos sob outro nome.
(Sir Hartley Shawcross - Promotor-Chefe britânico  no Tribunal de Nuremberga - discurso, em 16 ou 13 de março de 1984 em Stourbridge)

Aquele leitor do post anterior tem razão em seu comentário... 

7 de junho de 2019

BRANCOS contra BRANCOS

White Peoples and Their Achievements Are Headed for the Trash Bin of History
Blog  Paul Craig Roberts   -   28/5/2019    -  IPE- Institute for Political Economy    
Republicação autorizada

GENTE BRANCA E SEUS FEITOS DESTINADOS À LATA DE LIXO DA HISTÓRIA

O mundo ocidental está se desintegrando de forma tão rápida que receio sobreviver.

A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler.  Mas ninguém é tão demonizado quanto a gente branca, e o curioso é que são brancos os que incriminam brancos.

Seria até compreensível que gente das antigas colônias britânicas e francesas na África, ou no  Oriente Médio, Índia, ou ainda das colônias de Washington nas Filipinas  e dos seus estados fantoches latinos, tenham ressentimentos para com os brancos. Agora, por que a New York Times, CNN, NPR, professores brancos do sistema universitário, das equipes escolares, políticos brancos, tais como Macron da França e Jean-Claude Junker da União Europeia, Merkel da Alemanha e um grande sortimento de políticos britânicos e escandinavos estão injuriando os brancos? Na Escandinávia uma mulher loura, que acusou ter sido estuprada na terceira onda de "migrantes" muniais - convidados ao país por políticos escandinavos aloprados -  foi demitida como racista. Pessoas da Escandinávia me contaram que está ficando difícil denunciar qualquer crime de migrantes, porque a informação chega a ser considerada crime de ódio.

Por que se  contam mentiras (fakes) para gerar esse ódio aos brancos? Não faz tempo eu escrevi (1) aqui sobre um homem branco que afirmou no Counterpunch que Robert E.Lee possuia 200 escravos e se divertia abusando deles. Eu demonstrei que Lee passou sua vida, até a secessão da Virginia, como oficial das forças armadas americanas, combatendo o México e os "índios" nativos.  Ele nunca foi dono de 200 escravos, nem de plantação. Ele foi um oficial das forças armadas tão altamente considerado por Washington, que a ele foi oferecido o comando da União, quando, a fim de preservar o domínio, o Norte decidiu ivadir o Sul. (1)

A história falsa sobre Lee é só um exemplo. Eu usei porque demonstra quão escandalosas são as mentiras que agora já fazem parte da "história" americana. Apesar de não se apoiarem em qualquer fato real, mesmo assim conseguem aparecer em livros de história.

A Diversidade evita o fato de que os capitães britânicos dos barcos que traziam escravos africanos para as suas colônias, que depois seriam os Estados Unidos, compravam esses cativos do rei negro de Dahomey (reinados na costa oeste da África -  nota do tradutor), que era quem os caçava em guerras contra outras tribos negras. É falsa informação de que o povo branco odiava os negros, decidindo capturá-los na África e fazê-los escravos, para poder bater e abusar deles.

Assim, como é que diversidade e multiculturalismo pretendem criar uma sociedade sadia quando educação e entretenimento vêm ensinando que gente branca é racista?

Quando brancos respondem às acusações que recebem, isso é considerado prova de que são racistas, que não querem reconhecer seus pecados e mostrar seu arrependimento através generosas reparações  e automutilação.

Diversidade adquiriu tamanha importância que, para atendê-la, grandes universidades decidiram se degradar. A Universidade de Oxford, a mais famosa do mundo, decidiu baixar seus padrões a fim de fomentar a diversidade. Durante os próximos quatro anos vai rejeitar 25% dos candidatos melhor classificados, para dar lugar a candidatos não aprovados em função de parâmetros que causam "desigualdade". (2)

Adeus à reputação que tinha uma educação Oxford. A outrora prestigiada graduação está ficando a nível de um colégio de comunidade. Que os céus não permitam que a igualdade não seja respeitada. Muitos pais desperdiçaram seus sacrifícios e seu dinheiro, mandando seus filhos cursar escolas particulares, para prepará-los para a Oxford. Pois memso que se quafiquem, será irrelevante para 25% deles em respeito à diversidade. Quanto menor a nota, tanto mais diverso e mais favorecido a gente é.
Assim como nos Estados Unidos também em toda a Inglaterra, ou UK, como agora é chamada, as universidades estão sendo degradadas. Como a Oxford, a universidade de Nottingham rebaixou-se. O departamento de filosofia dessa universidade, por exemplo, era muito afamado e tinha um significado especial para os graduafos especializados na matéria. Mas a “diversidade” interveio e a erudição levou a pior. Os professores com um sólido histórico de pesquisa foram descartados e a diversidade não qualificada foi empregada em seu lugar. Consequentemente a universidade perdeu a categoria do seu Ph.D. Isso prejudicou os graduados que gastaram dinheiro e anos de sua vida para conquistar diplomas, cujo valor a administração corrupta da universidade jogou fora para agradar a "diversidade".

Longe de desfrutarem de supremacia, aos homens brancos é negada a igualdade. Eles são discriminados em admissões universitárias e emprego. A liberdade de expressão lhes é negada. Segundo esposas  de militares, os homens brancos estão sendo privados de promoções, enquanto se busca o equilíbrio da diversidade. O Google exclui brancos por constatarem fatos básicos. Garotos de escola brancos estão sendo intimidados e feminilizados. A acusação de supremacia branca está sendo usada para empurrar pessoas brancas para a parte de trás do ônibus. Enquanto sentam lá e chupam dedos, vai crescendo o número de brancos que perde suas condições de existência.

(1)https://www.paulcraigroberts.org/2019/04/08/identity-politics-smears-robert-e-lee/

(2)https://www.theweek.co.uk/101342/how-oxford-university-s-sea-change-in-admissions-will-work?_mout=1&utm_campaign=theweekdaily_newsletterutm_
medium=email&utm_source=newsletter

31 de maio de 2019

MANIFESTAÇÕES DE PROTESTO


Os tempos estão para manifestações de rua. Nesta semana o ordem foi protestar contra falta de dinheiro, ou melhor, contra a necessidade do país de fazer economia. Precisamente na área da EDUCAÇÃO! As manifestações em todo o Brasil foram muito concorridas, mas não creio que a maioria estivesse preocupada com algum prejuizo na aproveitamento intelectual. Afinal o velho grego Sócrates reunia seus alunos até mesmo na rua. Não, não deve ser um público difícil de mobilizar num dia de semana, para participar de um acontecimento divertido, pular e gritar à votade.

Por outro lado eu soube de um menino, estudante de direito, que não deve ter participado. Fora obrigado a trancar a matrícula, porque perdeu o emprego e não teve mais condições de pagar a mensalidade. Vem aí a reforma da Previdência Social. Muita gente vai perder alguma coisa e não vai resolver ir para a rua e manifestar o seu protesto. Existe um aforisma em alemão que diz mais ou menos “onde nada há, o Kaiser perde seus direitos”. É mais que justo que se proteste contra injustiças, mas uma nova greve, como a de maio do ano passado, seria catastrófica.

Já as manifestações em massa que estão acontecendo no “primeiro mundo”, coordenadas, com todo apoio logistico, incentivadas pelos veículos de comunicação,  são induzidas de cima para baixo.Também estão contando com a mobilização maciça de estudantes (imagem acima) protestando contra a DESTRUIÇÃO DO SEU MUNDO DE AMANHÃ.

É que os salvadores do clima voltaram ao palco com todo o ímpeto, utilizando-se da velha metodologia de espalhar medo para movimentar dinheiro. Temos aí as Nações Unidas outra vez em ação. O seu >IPCC Intergovernmental  Panel on Climate Change< rides again. Foi Nigel Calder, famoso escritor de ciências, recentemente falecido,quem disse: “Vocês devem saber que o IPCC foi criado (1988) precisamente para provar que o ser humano está agredindo o clima.” 

Tal prova, no sentido lato da palavra, é difícil, pois nem mesmo é possível determinar uma temperatura média para o globo terrestre. Se não existe, pode ser fabricada. Para que existem os meios de comunicação social, senão para formar a opinião pública? Estava à mão o CO2 (dióxido de carbono) sem o qual, na verdade, não haveria VIDA no planeta. Talvez tenha sido escolhido por ser um agente através do qual possa mais facilmente ser atingido o meio produtivo  da sociedade.

Os mesmos cientistas, que hoje prognosticam o aquecimento global, diziam na década de 70 que o mundo iria enfrentar uma nova Era do Gelo. Também constava da ordem do dia uma tal “CHUVA ÁCIDA”, que estaria exterminando as florestas da Alemanha. Hoje a Alemanha exporta madeira como nunca. E os ecologistas de plantão deitavam e rolavam no “BURACO DE OZÔNIO” e os produtos para cuidados da pele começaram a ter como ingrediente um Protetor Solar. Inicialmente foi de Fator 2, evoluindo para hoje algo em torno de Fator 170.

Certamente é salutar se interessar e participar dos desígnios e das ações da comunidade, mas não custa manter uma certa objetividade para evitar seguir a manipulações interesseiras.

21 de maio de 2019

GUERRA DE EXTERMÍNIO

Ela não terminou em maio de 1945. Ali só um lado foi obrigado a depositar as armas. Não se firmou a paz. Não existe Tratado de Paz. É seguramente a guerra mais longa que já aconteceu neste planeta. A História conta que até agora guerras entre nações sempre terminaram com ganhador e perdedor ou até porque chegaram a um acordo, mas sempre a paz era selada por escrito e as nações continuaram.

Desde 1945 a nação alemã, o Deutsches Reich, não mais existe. Não considerando a extensão territorial do Terceiro Reich, criado com a Áustria e Sudetos, e apenas levando em conta o antigo reino monárquico de 1871, seus inimigos desagregaram 184 mil km2, correspondentes a 33% do  territorio que ocupava. 

Remanesceu no lugar uma espécie de empresa, tipo sociedade anônima, só para dar um lugar para o que restou daquele povo desgraçado, condenado. Chamaram a empresa de RFA, que de República não tem nada. Permanece ocupada por forças inimigas até os dias de hoje. Os meios de comunicação, formadores da opinião pública, são licenciados. A organização política desta RFA não admite  oposição. Quando ameaça se formar, é logo infiltrada e neutralizada. Entre os seus políticos há os que abertamente se pronunciam pela erradicação da Alemanha.

Utilizando uma não existente falta de mão de obra como pretexto, logo depois do cessar fogo começaram a importar famílias inteiras de outras etnias, principalmente da Turquia, das quais muitos membros ou descendentes hoje ocupam postos na política e na administração pública.

Finalmente em 2015 chegou a hora de tirar a máscara. Começou-se a colocar em prática os planos de há muito elaborados e até já levados a público, como por exemplo em 1941 através do livro “GERMANY MUST PERRISH” de Theodore Kaufman, presidente da American Federation of Peace e conselheiro de Franklin Delano Roosevelt. “A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco uma guerra contra os Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Só existe uma punição total. A Alemanha deve ser eliminada para sempre!” Louis Nizer, membro da loja B'nai B'rith editou na época um livro WHAT TO DO WITH GERMANY? do qual Eisenhower mandou distribuir 100 mil exemplares às suas tropas. Nizer responde: 1.Extermínio, 2.Criação Seletiva, 3.Divisão Política, 4.Desterro. - Mencione-se ainda o Plano Morgenthau, aprovado por Roosevelt e Churchill, tudo deixando bem claro que já existe a ideia de acabar com o povo alemão há muito tempo. Há motivo para acreditar que a Primeira Guerra Mundial já visasse este objetivo.

Mas não é só, já em 2001 a Divisão de Populações (UN Population Division) da ONU – Organização das Nações Unidas apresentou o relatório “Replacement Migration” (ST/ESA/SER A./206), que considera necessário abrir a Alemanha ao ingresso de 11,4 milhões de migrantes, mesmo que isso provoque tensões sociais no país.

Então em meados de 2015 a chanceler da RFA, Angela Merkel, judia, criada e formada políticamente nas hostes comunistas da ex-Alemanha Oriental , desrespeitou a legislação da União Europeia e abriu as fronteiras para milhões de assim-chamados “fugitivos” africanos e árabes, que já estavam à espera. A invasão continua, agora legalizada pelo Pacto Migratório de Marraqueche, assinado ano passado por cerca de 150 países.

É de se esperar que venha a provocar tensões sociais? Não são apenas culturas, costumes diferentes. Há o problema da religião que apresenta diferenças radicais. O presidente da Turquia Recep Erdogan já mandou recado para os seus: Façam cinco filhos em vez de três. 

Haverá reação da população original? Talvez de uma ou outra nação, mas não acredito que a alemã possa se rebelar. Vem se mostrando passiva, está desarmada. Suas forças armadas desleixadas. Mas, milagres acontecem.

8 de maio de 2019

O HOMEM APÁTICO

Acho que já houve tempos em que o homem se sentia mais responsável, reagia mais, era mais presente, participava mais. Verdade que a educação era diferente, o social mudou. Essa falta de interesse, ou indiferença, também podem ter sido provocados. Primeiro nos ensinaram a ser tolerantes. Passou a ser mais difícil ter uma opinião. Fato é que hoje prevalece uma atitude do “deixe-me em paz”, que não pode ser considerada propriamente benéfica para o  desenvolvimento humano. Para ilustrar o que quero dizer, cito um pequeno exemplo.

Falei dia destes com um cidadão que vive na Alemanha. Estava em visita ao Brasil. Procurei saber um pouco do pensamento da população de lá sobre a situação em geral, seja econômica, seja social, mas sem induzir diretamente ao tema. Pois ouvi que estava tudo bem, só a economia deixava um tanto a desejar, porque os americanos estavam prejudicando a indústria automobilística alemã, para que eles possam vender mais carros. E nada mais disse, nem lhe foi perguntado. Política, migração, concorrência religiosa, falta de liberdade de expressão, criminalidade, nada disso chegou à baila. É o pensamento de pessoa que vive lá e não há motivo para não acreditar que represente a opinião pública.

Enquanto isto Lara Trump, nora do presidente americano Donald Trump, ligada à política internacional e por dentro do que acontece, em entrevista à FOX News criticou a política migratória da Alemanha. Disse que essa política da chanceler Merkel provocou a derrocada da Alemanha. Aliás o seu sogro já acusara Merkel em várias ocasiões de ter arruinado o seu país. Lara Trump complementa: “Foi a pior coisa que aconteceu à Alemanha em todos os tempos.”

A população, aparentemente, não vê assim tal política da sua chefe de Estado, ou não quer ver? Letargia ou desinteresse?

MUNDO AFORA NÃO É DIFERENTE
Outro exemplo. Quase todos que estão lendo estas “mal traçadas linhas” nasceram como CRISTÃOS. Mas ninguém dá um basta neste Papa falsificado, que há anos vem se empenhando em desacreditar e arruinar a igreja que preside. Foi para isto que destituiu seu antecessor? Houve agora um manifesto de 14 bispos, se não me engano, chamando o de herege. E seus coleguinhas evangélicos? Parece que esqueceram porque nossa era começa com o ano ZERO e também o que aconteceu no ano 30, bem como o seu porquê. E mais, onde está a solidariedade aos cristãos do Sri Lanka. Quando foi para ter compaixão com os muçulmanos de Christchurch todo mundo disse presente. Até o Príncipe William, Duque de Cambridge, foi lá pessoalmente, porém os cristãos de Sri Lanka, sua antiga colônia, não mereceram sua atenção. Tampouco os milhares de atentados, que igrejas cristãs estão sofrendo na Europa, chegam a sensibilizar a opinião pública. Não é de se perguntar o que é que está acontecendo, será que todo mundo virou ateu?

NOVA ORDEM EM AÇÃO
Através de recente debate televisivo fiquei sabendo que não foi só no Brasil que há pouco tempo houve uma reforma trabalhista. Aconteceu em vários países e nenhuma delas acabou beneficiando o trabalhador. Todas contribuíram para aumentar a distância entre os bem e os mal remunerados. Ao ser legalizado o meio expediente já era de se esperar uma queda de salários. Contribuiu para agravar o encolhimento do mercado de trabalho, que já vinha sofrendo com o desenvolvimento tecnológico, internet etc. Estes “aplicativos” que pululam por aí são pregos que ajudam a montar os esquifes para enterrar empregos. Na verdade este processo de tirar o pão da nossa boca começou quando o  movimento chamado feminismo passou a ser usado intensivamente para aumentar a oferta de mão de obra. Justo em suas origens, acabou sendo usado para reduzir salários em geral.

Já falei antes, alguém quer brincar de Deus. Da mesma forma como estão operando substituições populacionais, resolveram que a instituição FAMÍLIA estava superada, que o seu PROVEDOR era dispensável e que a GERADORA de novos indivíduos deveria ir jogar futebol. Ficaram todos meio perdidos, o que explicaria a modorra e indiferença generalizada  que hoje imperam.

30 de abril de 2019

POR QUE DESPIDOS?

Lá no final de 2010 relatei aqui neste blog e posteriormente no livro “Outra  face da NOTÍCIA” um episódio pertencente ao imediatamente pós Segunda Guerra. Ele oferece uma luz sobre todo o maquiavelismo diabólico que andou escrevendo a falsa história daquele tempo e cujas consequências se fazem sentir até os dias de hoje.
Volto a abordar aquele assunto, porque um leitor atento encontrou e acaba de me mandar esta foto que complementa de maneira bastante convincente aquela narrativa.

Foi em junho de 1945, um més após a capitulação das forças armadas alemãs. Um dos seus soldados, desmobilizado, pegara carona num trem de carga em Weimar – era o meio de viagem na época – pretendendo chegar a Erfurt. O trem parou antes de chegar ao destino e o soldado resolveu seguir a pé. Mais adiante encontrou, parado na linha paralela, outro trem de carga, destes de vagões fechados de transporte de gado. Do seu interior ouvia gemidos, choros e gritos pedindo água. Enquanto pensava no que pudesse fazer para ajudar, apareceram soldados americanos que fizeram-no correr, ameaçado com baionetas.

O declarante registrou mais tarde a ocorrência  em VHO - Vrij Historisch Onderzoek, Postbus  46, B-2600 Berchem 1, Flandres, Bélgica.

Em visita aos Estados Unidos em 1977, conheceu dois ex-oficiais americanos com os quais chegou a comentar o drama que viveu lá perto de Erfurt. Lembro aqui ao leitor, que Erfurt, Alemanha, fica a poucos quilômetros donde se situava o campo de concentração de Buchenwald. Por um destes acasos, a unidade em que os dois serviram naquela época esteve estacionada em Heidelberg e tiveram conhecimento do que aconteceu com aquele comboio de carga. Confirmaram que os vagões estavam cheios de soldados alemães, prisioneiros de guerra. Souberam que eles teriam sido contaminados com tifo e disenteria e estavam sendo levados a campos de concentração, onde serviriam, vivos ou mortos, de figurantes para os documentários sobre o holocausto que o famoso cineasta Hitchkock estava produzindo.

Sei, é realmente difícil conceber que seres humanos possam raciocinar nestes termos e praticar tamanho barbarismo. Essa foto mostra que existe gente, ou seres, que de humano talvez só tenham a aparência. A imagem ainda merece a seguinte observação que me parece importante. Recordo que nos primeiros anos pós guerra, quando a gente era confrontado com documentários do assim chamado holocausto, estranhava-se que em muitas fotos eram mostradas montanhas de cadáveres nus, despidos. Aqui se esclarece o motivo, pois é claro que os corpos não podiam ser exibidos portando uniformes alemães.

19 de abril de 2019

ESCALADA PROFANADORA

A Catedral de Notre Dame, não só um monumento da Cidade Luz, Paris, como também um símbolo maior da cristandade, abre a semana santa deste ano ardendo em fogo piramidal. Isto depois de 856 anos, desde que começou a ser erigida. Chocante espetáculo transmitido ao mundo pelas telas eletrônicas.

Imagens tristemente impressionantes, mesmo para quem não professa a religião católica e, no sentido mais amplo, a cristã. Curiosamente não pensam assim os responsáveis pelos serviços noticiosos, que logo abrandam a exposição do assunto e pouca preocupação demonstram com a possível CAUSA do incêndio. O mesmo pode se dizer das autoridades, ao que parece entraram em férias. Apenas o presidente Emmanuele Macaron se apresentou prometendo reconstrução em 5 anos, o que contribuiu para recuperar um pouco a sua popularidade. Mas não se vê ministro ou chefe de polícia anunciando uma INVESTIGAÇÃO. A boca pequena se fala sobre um acidente provocado por trabalhos de solda em obras de manutenção. Talvez os pobres operários venham se eternizar como responsáveis, igual aquele copiloto do avião da Germanwings, que teria se suicidado, derrubando o avião que dirigia em 24/3/2015. Assim vai ficar. A TV vai se esmerar em mostrar lindas vistas daquela imponente edificação gótica, que durante séculos buscou fazer com que a humanidade se sentisse mais próxima do criador.

Já ficou bem claro que determinados ocorrências devem ser silenciadas. Nisto se inclui tudo que desperte a população para a grande ameaça que paira sobre o seu futuro. Bem mais provável que acidente de obra é que este inditoso incêndio também faça parte da guerra que foi desencadeada na Europa contra tudo que simboliza o cristianismo. Seu palco principal são França e Alemanha. O Gatestone Institute de Nova Iorque apresentou, UM DIA ANTES da ocorrência em Paris, uma matéria sob o título “Igrejas Europeias: Profanações, Incêndios  - Todos os Dias”. Cita ali que em 2017 foram registrados na França 878 ataques a igrejas ou símbolos cristãos (crucifixos, figuras, estátuas), número que se elevou no ano seguinte para 1.063.

Na Alemanha é a mesma coisa. E a mídia pouco fala ou escreve sobre isto. Diz o site: “há um silêncio eloquente tanto na França quanto na Alemanha em relação ao escândalo das profanações e à origem dos perpetradores. Nem uma palavra, nem mesmo o menor indício que de alguma maneira poderia levar à suspeita sobre os migrantes… Não são os perpetradores que correm o risco de serem banidos e sim aqueles que ousam associar a profanação dos símbolos cristãos à chegada dos imigrantes. Estes são acusados de ódio, discurso de incitamento ao ódio e racismo”.

Quanto maior a concentração de muçulmanos na região, maior a ocorrência de atentados. A grande maioria dos migrantes são invasores sem a menor intenção de se integrar aos hábitos e costumes dos autóctones. São agora ainda favorecidos pelo Pacto Migratório, assinado em dezembro na África. Não pode mais haver dúvidas que tudo faz parte de um tétrico plano que alguns chamam de SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL, outros de GENOCÍDIO RACIAL.

Fato é que nem pelo incêndio da Catedral de Notre Dame, nem pelos milhares de atos agressivos à cultura e costumes na Europa, não há de se responsabilizar operários descuidados, ou os alienígenas árabes e africanos, mas isto sim, os desumanos, bestiais regentes, que, uns ocultos outros às escancaras, tramam, dispõem e conduzem a humanidade ao abismo. Empenhados em destruir os valores éticos e morais da sociedade, não hesitam em submetê-la até mesmo a uma desenfreada escalada sacrílega.