Pelo Whatsapp vem sendo distribuído um Áudio que alerta para a existência de três movimentos que estão transformando o mundo. Cita pela ordem o ISLÃ, NARCOTRÁFICO e SOCIALISMO. Movimentos sociais que estão mudando o mundo. Concordo e espero que tenha a maior difusão possível.
Estes movimentos, como ele os chama, estão em plena atividade a serviço de uma entidade que imaterial, intangível, sem endereço e sem nome, vem através dos tempos adquirindo cada vez mais força e poder. Infelizmente não o faz em benefício da humanidade. Vem sendo conhecida sob apelidos que apenas dissimulam seu objetivo. Nova Ordem Mundial, NOM, NWO, Governo Mundial, Globalismo. Nada que possa assustar. Sabe-se de nomes de personalidades que a promovem e recomendam, entre eles até o Papa. Mas ninguém nos diz quais os benefícios que trariam, porque não os há! É para privilegiar uns poucos, escravizar o resto, depois de reduzi-lo ao necessário. IMPÉRIO DAS TREVAS seria nome mais adequado.
Mas há pedras no caminho dos Imperialistas e elas vêm aparecendo. A força armada com que contaram para dar suporte às suas ideias é o poder militar dos EUA, para o qual nunca houve restrição de recursos, bem como o das forças da OTAN. A WELT escreveu em 1.11.2019: “Caos Global. A Nova Ordem Mundial. Desenvolvimentos que marcam a época abalam o globo: A América se retrai. Europa está profundamente dividida. O mundo, fora dos eixos, está a se reordenar. Um espetáculo no qual forças poderosas estão remodelando o globo político.”
Desde 1989, com o colapso da União Soviética, parecia que a vitória do desumano Império das Trevas passara a ser irreversível. A Europa já estava unida e pacífica começou a derrubar suas fronteiras. Mas sob a liderança de um hábil e diligente Vladimir Putin a Rússia foi colocada em caminho seguro, produtivo e ordenado. Começaram a despertar mentes mais esclarecidas, para a barbárie que estava vindo à tona com as pretensões escusas de poder global expostas por determinadas áreas. Nisto apareceu um nome nos Estados Unidos até então praticamente desconhecido nos meios políticos mundiais: Donald Trump. Candidatou-se à presidência e, por meios incomuns e contra todas as expectativas, foi eleito. Desde então passou a estar sob constante ataque e fustigo dos imperialistas, passando a constituir nova esperança para os que queriam manter o mundo como Deus o criou. Trump já reconhecia nos anos 80 que a expansão militar americana como policial do mundo significaria a derrocada dos Estados Unidos. Em 5.2.2019 ele dizia em discurso à nação, que logo traria de volta para casa as tropas do Oriente Médio e do Afeganistão. Lá seus bravos soldados já estavam lutando há 19 anos. Sete mil tombaram, 52.000 voltaram gravemente feridos e o país gastou ali 7 trilhões de dólares. Na campanha eleitoral prometera mudanças. Grandes nações não fazem guerras que nunca terminam. O momento decisivo aconteceu quando retirou suas forças da Síria. Trump vai deixar que as forças armadas da OTAN se desfaçam, com o que o pretenso Império Global das Trevas perderá o braço militar, com que contavam.
Ficaria o problema de como se livrar dos três movimentos citados no áudio que recebi pelo Whatsapp e que fez a abertura deste artigo.
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5 de novembro de 2019
15 de janeiro de 2019
RELIGIÃO GLOBALIZADA
É hora de começar mais um ano. Com alguma esperança? Acho que sim, mesmo que não seja fácil. Os globalitários não se conformam de terem registrado alguns insucessos. Enquanto isto os Senhores da Guerra olham orgulhosos para o novo armamento, de que dispõe. Os premonitores de carreira fazem as costumeiras advertências para este 2019 e este seu blogueiro vai comemorar o início de mais um decênio. Os últimos dois foram dedicados ao trabalho que vem fazendo. Inicialmente lançando o livrinho “...e a Guerra Continua”; depois com o blog 2a.guerra.zip.net, censurado e removido pelo provedor UOL em agosto de 2010 e, desde então aqui no blogger. Todas as postagens até 1/2015 foram reunidas em mais quatro livros, disponíveis na Livraria do Chain, Curitiba.
Mas desculpem, estou divagando. Eu queria mesmo é falar sobre RELIGIÃO. Fui batizado como evangélico protestante, portanto CRISTÃO. Não sou praticante. Estaria melhor situado entre os seguidores do antigo Bispo Arius. Para mim religião é um modo de ser, sentir, agir, que incorporamos junto ao leite materno. Isso fica com a gente, mesmo que passemos a ser agnósticos, ou até mudemos de confissão. É o que penso, posso estar errado.
Agora, o que não posso conceber, nem imaginar, é ver religião sendo tratada como como se fosse empresa. Ela não pode ser negociável, ter ações que mudam de dono. Participações, um tem 20 outro 80%? Não dá, não concordam? Então como é que cada vez mais está se falando numa tal religião “judaico-cristã”? . Recentemente a expressão foi usada até mesmo em importante discurso transmitido para todo o país. Existem grandes diferenças entre as duas, mesmo que ambas usem a Bíblia como referência. Não é aqui o lugar para tratar destas diferenças, entretanto, é com certeza que dá para dizer que as duas confissões não cabem sobre o mesmo teto. Deve ser mais fácil juntar o Judaísmo ao Islã do que ao credo cristão.
O que realmente está por trás de tudo isto é a NOVA ORDEM MUNDIAL, planejada de longa data e organizada pelos globalizadores. Nos seus planos só existe UMA religião. Tudo começou na segunda metade do século passado, depois de definidos os resultados da II Guerra Mundial. Levantaram-se vozes que culparam o Vaticano de não ter assumido um posicionamento mais definido. Ainda fazia parte da liturgia da Sexta-Feira Santa a seguinte oração: “Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas da Tua Misericórdia nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira daquele povo, para que, reconhecendo a luz da Tua Verdade, que é Jesus Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor.”
Aí veio o CONCÍLIO VATICANO II em 1962, convocado pelo Papa João XXIII. Lamento que hoje nos falte o companheiro Alfredo Braga, de tão saudosa memória. Tinha ele feito estudos esclarecedores sobre essa convenção e seus bastidores. Nestes agiram luminares, infiltrados desde longa data, que conseguiram uma mudança radical na posição da Igreja. Depois de dois mil anos, numerosos concílios e encíclicas papais, vem a ENCÍCLICA NOSTRA AETATES, promulgada ao final do Concílio pelo Papa PauloVI, que muda tudo. Agora é “paz e amor, somos todos irmãos”. Ali deu-se a primeira marretada na destruição da Igreja CRISTÃ. Era preciso começar pela Católica, a mais estruturada, as evangélicas seguiriam automaticamente, se é que até não se anteciparam.
Segue o famoso Papa João Paulo II. Em sua visita à sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, ele condenou severamente as atitudes anteriores da Igreja, ignorando as razões doutrinais que lhes deram origem (Atila Sinke Guimarães). Seu sucessor BentoXVI seguiu o exemplo, visitando sinagogas e se desculpando pelo que fora.
Finalmente temos atualmente um segundo Papa, o Francisco, o quarto desde o Concílio Vaticano II na mesma linha de pensamento. Este Francisco além de declarar abertamente: “Globalismo é bom” (não diz por quê). Francisco está operando descaradamente no desmantelamento da própria igreja que preside, apresentando-se continuamente na televisão, falando de pedofilia e da degeneração moral que tomou conta do seu clero. Quem vai confiar numa igreja destas. Será que não aprendeu que, se existe roupa suja, a gente a lava em casa.
Diria que estão deixando cair a máscara. Pode ser bom… Pode ser que comece a abrir os olhos de muita gente.
Mas desculpem, estou divagando. Eu queria mesmo é falar sobre RELIGIÃO. Fui batizado como evangélico protestante, portanto CRISTÃO. Não sou praticante. Estaria melhor situado entre os seguidores do antigo Bispo Arius. Para mim religião é um modo de ser, sentir, agir, que incorporamos junto ao leite materno. Isso fica com a gente, mesmo que passemos a ser agnósticos, ou até mudemos de confissão. É o que penso, posso estar errado.
Agora, o que não posso conceber, nem imaginar, é ver religião sendo tratada como como se fosse empresa. Ela não pode ser negociável, ter ações que mudam de dono. Participações, um tem 20 outro 80%? Não dá, não concordam? Então como é que cada vez mais está se falando numa tal religião “judaico-cristã”? . Recentemente a expressão foi usada até mesmo em importante discurso transmitido para todo o país. Existem grandes diferenças entre as duas, mesmo que ambas usem a Bíblia como referência. Não é aqui o lugar para tratar destas diferenças, entretanto, é com certeza que dá para dizer que as duas confissões não cabem sobre o mesmo teto. Deve ser mais fácil juntar o Judaísmo ao Islã do que ao credo cristão.
O que realmente está por trás de tudo isto é a NOVA ORDEM MUNDIAL, planejada de longa data e organizada pelos globalizadores. Nos seus planos só existe UMA religião. Tudo começou na segunda metade do século passado, depois de definidos os resultados da II Guerra Mundial. Levantaram-se vozes que culparam o Vaticano de não ter assumido um posicionamento mais definido. Ainda fazia parte da liturgia da Sexta-Feira Santa a seguinte oração: “Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas da Tua Misericórdia nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira daquele povo, para que, reconhecendo a luz da Tua Verdade, que é Jesus Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor.”
Aí veio o CONCÍLIO VATICANO II em 1962, convocado pelo Papa João XXIII. Lamento que hoje nos falte o companheiro Alfredo Braga, de tão saudosa memória. Tinha ele feito estudos esclarecedores sobre essa convenção e seus bastidores. Nestes agiram luminares, infiltrados desde longa data, que conseguiram uma mudança radical na posição da Igreja. Depois de dois mil anos, numerosos concílios e encíclicas papais, vem a ENCÍCLICA NOSTRA AETATES, promulgada ao final do Concílio pelo Papa PauloVI, que muda tudo. Agora é “paz e amor, somos todos irmãos”. Ali deu-se a primeira marretada na destruição da Igreja CRISTÃ. Era preciso começar pela Católica, a mais estruturada, as evangélicas seguiriam automaticamente, se é que até não se anteciparam.
Segue o famoso Papa João Paulo II. Em sua visita à sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, ele condenou severamente as atitudes anteriores da Igreja, ignorando as razões doutrinais que lhes deram origem (Atila Sinke Guimarães). Seu sucessor BentoXVI seguiu o exemplo, visitando sinagogas e se desculpando pelo que fora.
Finalmente temos atualmente um segundo Papa, o Francisco, o quarto desde o Concílio Vaticano II na mesma linha de pensamento. Este Francisco além de declarar abertamente: “Globalismo é bom” (não diz por quê). Francisco está operando descaradamente no desmantelamento da própria igreja que preside, apresentando-se continuamente na televisão, falando de pedofilia e da degeneração moral que tomou conta do seu clero. Quem vai confiar numa igreja destas. Será que não aprendeu que, se existe roupa suja, a gente a lava em casa.
Diria que estão deixando cair a máscara. Pode ser bom… Pode ser que comece a abrir os olhos de muita gente.
22 de janeiro de 2018
SHITHOLE
Tem
gente que não anda muito satisfeita com as condições de vida no
seu país. Daí não é raro se ouvir a expressão “não aguento
mais viver neste país de merda”. Pois estas três últimas
palavras andaram bombando ultimamente na nossa imprensa. É que
teriam sido ditas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
numa reunião em que se discutia a migração, para classificar o
Haiti e países africanos. Parece que ele chamou os países de
shithole. Fui atrás da tradução de shithole. Não
achei. Encontrei o significado: lugar
extremamente sujo, mísero ou de outra forma desagradável (an
extremely dirty, shabby, or otherwise unpleasant place).
Portanto referiu-se a um lugar, não às pessoas, como querem os
politicamente corretos, que gostam de acusar seus inimigos de
RACISTAS. Mas a mídia unida globalista não quer saber se o que
afirma está certo ou não. Usou de liberdade poética quando
reportou o caso. Confia na sua persistência.
O
que realmente vem motivando a exasperação de Trump é o movimento
de Substituição Cultural que os
globalistas desencadearam nos países chamados de primeiro mundo e
que na realidade, talvez em escala menor, ou, dadas as dimensões do
país, menos ostensiva, preocupa também os americanos.
Não
é possível deixar de reconhecer que essa Substituição Cultural
tem como objetivo claro e definido, a miscigenação das sociedades
que até agora eram constituídas em sua maioria por brancos e onde
predomina a religião cristã. Mas não tem só sua componente racial
e religiosa, da qual podem ser esperadas sérias perturbações
sociais. As migrações em massa deverão provocar grandes
desequilíbrios nas economias dos países afetados.
Em
um só ano, na Alemanha por exemplo, houve o ingresso incontrolado de
mais de um milhão de pessoas, oriundas da Ásia e África, de
regiões onde predomina a religião islâmica. A maioria homens
jovens, sem qualificação profissional e com direito a chamar os
familiares. Imaginem o tamanho de uma família muçulmana, onde o
homem pode casar com mais de uma mulher. Tudo isso num país que já
tem uma densidade demográfica de 230 pessoas por km2, dez vezes
maior que a do Brasil.
Quanto
a Trump, acho que está fazendo o que prometeu ao eleitorado
americano. Mostra-se decididamente nacionalista e com isto impõe uma
trégua no movimento globalista que estava conquistando terreno de
maneira acelerada. Acredito que pode se atribuir ao globalismo a
principal causa da deterioração que se verifica na moralidade
administrativa do nosso e de outros países. Um mundo sem fronteiras
será o caos. É o caos que pretendem. Acho que devemos dar um voto
de confiança a Trump e não dar muita atenção à campanha
difamatória em curso nos nossos principais veículos de comunicação.
Antes
de concluir quero registrar com profundo pesar o falecimento de
SALVADOR BORREGO ESCALANTE, um dos pioneiros do revisionismo
mundial. Nasceu no México em abril de 1915, onde faleceu dia 8 deste
mês, pouco antes de completar 103 anos de idade. Jornalista,
publicou vários livros, dentre os quais destaca-se o título DERROTA
MUNDIAL, editado em 1953. Já então, poucos anos após término da
Segunda Guerra, Borrego afirmava nessa obra que quem a perdeu não
foi a Alemanha, ou Hitler, mas, isto sim, o mundo inteiro.
10 de abril de 2017
GUERRA DAS RELIGIÕES
Estaríamos
voltando à Idade Média? Devidamente modernizada naturalmente. Além
de todas as sataníces que essa máfia cabalística vem nos
preparando, há uma da qual se fala pouco, mas não é menos
tenebrosa: a GUERRA DAS RELIGIÕES! Para isso criou-se o tal Estado
Islâmico, que de “Estado”, como organização administrativa de
uma nação, nada tem. Mas já assusta o mundo divulgando vídeos dos
seus costumes mais bárbaros.
E
agora estão chegando mais perto. Ontem o EGITO foi palco de atos
terroristas por demais sangrentos. O terror dos jihadistas se voltou
diretamente contra a maior religião mundial, contra a religião
CRISTÃ. Duas igrejas da comunidade copta, uma em Alexandria e outra
em Tanta, foram alvos de ataques suicidas a bomba, justo na hora em
que era oficiada a missa dominical. Era Domingo de Ramos, data em que
a afluência de fiéis é elevada. Registraram-se pelo menos 44
mortos e centenas de feridos. O Estado Islâmico assumiu a autoria.
Isto aconteceu a três semanas da anunciada visita do papa Francisco
ao país.
Seria
um sinal de que o problema está se aproximando do ocidente? Vamos
nos lembrar que já são milhões os homens de fé islâmica que a
satânica Dra. Merkel fez invadir a Europa. Eles estão lá, a
absoluta maioria sem fazer nada, sendo tratados a “pão de ló”
pelo Estado. A tal União Europeia é um aglomerado de povos que
estão à deriva. Não têm timoneiros, ou os que têm são mal
intencionados.
Na
verdade a MÁ INTENÇÃO dos que têm responsabilidade nos governos
ocidentais transpira por todos os poros. Basta se olhar a palhaçada
que agora foi armada em torno da Síria. Esse Bashar al Assad está
se defendendo contra todos os lados, lutando de costas para a parede,
e agora vê armarem pela segunda vez uma bandeira falsa contra ele.
Até mesmo a mídiaQmente parece ter ficado com vergonha de continuar
afirmando que Assad teria usado armas químicas contra o seu povo,
depois da ridícula atitude do atual mandatário da nação mais
poderosa do mundo. Este, que em artigo anterior eu considerara
“enigmático”, agora revelou-se boneco do teatrinho de fantoches.
E
enquanto os foguetes, vídeos e noticiários aquecem os ânimos, na
Europa o islã se espraia. Diz-se que há os que interpretam o seu
alcorão de forma pacífica e que há os jihadistas, os guerreiros,
os violentos que pretendem impor sua lei ao mundo. O que está se
verificando na Europa é a prevalência dos que não pretendem se
integrar, que não querem adotar os costumes do país que os hospeda.
Os conflitos dos quais se tem notícia são constantes, sem falar nos
atentados terroristas com vítimas fatais amplamente noticiados.
Inegável
o fato de jihadista ver no cristão um inimigo a ser convertido, por
bem ou por mal. Desde o século VIII os muçulmanos estão de olho na
Europa. É, pois, um sentimento antigo, mas que hoje certamente teria
perdido o sentido, não fossem as pavorosas provocações que vêm
sendo feitas pelo ocidente ao mundo muçulmano desde a bandeira falsa
do 11 de setembro de 2001.
Estaríamos
então diante de uma possível GUERRA ENTRE RELIGIÕES? Tudo indica
ser provável. Onde dois brigam, um terceiro se aproveita.
Toedter
3 de maio de 2016
ALEMANHA REAGE?
Aconteceu
no último fim de semana a convenção nacional de um novo partido
alemão, que pode estar sinalizando alguma forma de renovação na
paisagem merkelizada da política alemã e, talvez, europeia.
Trata-se do AfD – Alternative für Deutschland (Alternativa
para a Alemanha). Já existe há cerca de três anos, período em que
sofreu toda sorte de antagonismos, vendo seus partidários agredidos,
tachados de nazistas, extrema-direita e coisa que o valha. Suportou
mudanças em sua direção, hoje nas mãos de uma jovem mulher, Dra.
Frauke Petry.
O partido venceu as adversidades e agora tem
representação importante em oito parlamentos estaduais da RFA.
Prepara-se e é bem cotado para as eleições nacionais no próximo
ano. Seu nome já diz, pretende ser uma ALTERNATIVA ao marasmo em que
se encontra o Estado alemão no qual conservadores se confundem com a
extrema mais esquerdista, anarquista e niilista até, conforme aqui
já foi exposto. Agora reuniu mais de dois mil delegados com o
propósito de estabelecer um programa partidário básico que defina
seu posicionamento diante dos desafios da atualidade. Tiveram que
enfrentar sérias dificuldades e bloqueios por parte de manifestantes
da AntiFa, que deram muito trabalho à polícia. Mas vejamos as
principais decisões que foram tomadas e que nem parecem ser daqueles
cidadãos e eleitores que em sua maioria davam apoio àquela
governança esdrúxula.
* O AfD vai exigir que seja realizado um plebiscito sobre a permanência
da Alemanha na União Europeia (igual ao que será realizado agora em
junho no Inglaterra).
*
Atribuições que foram delegadas à UE devem voltar à alçada dos
países-membros. Isto incorporaria também a política exterior.
*
A Alemanha só deverá participar de ações da OTAN quando houver
mandato próprio da ONU.
*
Far-se-ão propostas de alterações no sistema tributário, bem como
na política econômica do estado.
*
Revogação da Lei sobre energias renováveis (que acabou com a
energia nuclear no país) e o propalado Aquecimento Global é posto
em dúvida. A velocidade máxima nas Autobahnen voltaria a ser
ilimitado, nas estradas passaria a 100 e nos perímetros urbanos a 50
km/h.
*
O manifesto renega o bordão criado pela Merkel de que “o Islã
pertence à Alemanha”. Aos muçulmanos devem ser impostos limites
no exercício de sua fé. Os minaretes, como símbolo de domínio
islâmico, são rejeitados, bem como o uso da burca, do cobrimento
total, em público.
*
Direito de asilo deve ser dado só aos comprovadamente perseguidos
políticos e a refugiados provenientes de áreas em guerra.
Assim o ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA se mostra decidido, nacionalista e diz
que veio para ficar, não só isso, declarou seu propósito de chegar
à GOVERNANÇA! Acredito que vá ser difícil. O estrago, a
destruição que a bruxa e seus asseclas já realizaram no país me
parece irreversível, MAS A ESPERANÇA…
ALTERNATIVA
PARA O BRASIL?
Seria
bem-vinda, com certeza. Estamos aqui diante de uma mudança nas
hostes governamentais, mas quem, honestamente, acredita em melhores
dias? O nosso funesto endividamento público torna ridículas as
promessas de “voltar a crescer” com as quais homens e
mulheres encastelados no poder insistem em nos enrolar.
Também
não adianta acreditar em cor. Como já falei acima, os partidos
políticos perderam a cor. Não tem mais preto, verde, vermelho,
virou tudo cinza. Dos trinta e tantos partidos registrados que temos
qual o que caberia efetivamente na tradicional divisão de DIREITA –
CENTRO – ESQUERDA? Se perguntado o PSDB diria que é de esquerda,
ou na melhor das hipóteses de centro-esquerda, mas o seu
representante mais emblemático, conhecido como FHC, consta numa
lista dos membros do globalizante COMITÊ DOS 300, ao lado dos
Rothschilds, figuras coroadas, banqueiros etc. Quem logo vai
pretender ocupar novamente um lugar ao sol é a esquerda/verde
Marina, cujos partidos são “sustentabilizados” pelo Banco ITAÚ.
E o partido que aparentemente representa a classe operária não se
preocupou em combater o escândalo da “petropropina”, cujos
personagens embolsavam valores equivalentes a milhares de salários
de um trabalhador de verdade.
Bem
que aqui também mereceríamos a esperança de uma ALTERNATIVA.
Toedter
8 de setembro de 2015
MERKEL COMETE ALTA-TRAIÇÃO
Ela
e seu comparsa siomunista GAUCK (atual presidente da RFA), ambos bem
escolados na antiga Zona de Ocupação Soviética. Em tempos normais
já teriam sido julgados e condenados por conduzirem o povo, que
deveriam defender, à maior desgraça de todos os tempos. Estão
dando o maior incentivo à INVASÂO por multidões de alienígenas
africanos e asiáticos, das poucas terras que ainda restaram aos
alemães. Aliás, não é de hoje, faz tempo que a sociedade vem
sendo preparada. IMIgrante passou a ser chamado eufemisticamente de
Migrante e sua presença viria “enriquecer” o país. Quem
protestava ou advertia era chamado de “nazi” ou
“extrema-direita”. Agora os migrantes são chamados de REFUGIADOS
e chegam em massa, em nítido processo de OCUPAÇÃO de terra.
Aos
assumir o cargo de chanceler da República Federal da Alemanha Angela
MERKEL prestou o juramento de praxe:
“Eu
juro que dedicarei a minha força ao bem-estar do povo alemão, a
incrementar os seus benefícios, resguardá-lo de danos, respeitar e
defender a Lei Fundamental e as leis da União, a cumprir
conscienciosamente minhas obrigações e praticar justiça perante
todos.” (Art.56 LF)
Agora
diz: Somos responsáveis por vocês, venham todos, aqui
terão casa, comida e roupa lavada. O Islã já faz parte da
Alemanha(!). Acaba
de destinar uma verba de 6 bilhões de Euros, a fim de cumprir a
promessa que resumi
aqui num dito popular, mas que na verdade inclui sustento completo,
até mesmo acomodação e assistência médica. O
presidente GAUCK bate na mesma tecla.
Antecessores
de Merkel falavam diferente. Assim Willy Brandt, chanceler entre 1969
e 1974, disse em uma declaração de governo:
“Em nosso meio trabalham quase 2,5 milhões de pessoas de
outras nacionalidades. Passou a ser necessário refletir
cuidadosamente sobre quando se esgota a nossa capacidade de
acolhimento e quando a racionalidade social e responsabilidade impõem
uma parada!” Já
HELMUT SCHMIDT (1974-1982) foi peremptório: “Com muito
mais de 4 milhões de estrangeiros exauriu-se a capacidade de
aceitação da sociedade, se quisermos evitar problemas muito
grandes.” Em outras ocasiões
SCHMIDT falou:
“Foi um erro trazer tantos estrangeiros.”
E ainda em novembro de 1981: “Não podemos digerir
(aguentar) mais estrangeiros, isso vai acabar em morticínio.”
A
própria MERKEL, quando ainda
era candidata ao cargo de
chanceler,
assim se expressou: “A sociedade multicultural
fracassou.” Como
é fácil deduzir, agora ela
está seguindo ordens de terceiros e deve estar de acordo com que
tudo acabe em MORTICÍNIO, como falou seu antecessor.
Coincidiu
que ontem, 7.9.2015,
a mídia nos apresentou declarações de três primeiros-ministros
europeus sobre o número de refugiados que esperam, ou
que pretendem receber:
MERKEL
(Alemanha)
espera receber este ano 800.000
Hollande
(França) aceita receber por ano 12.000
Cameron
(Inglaterra)
vai receber por ano
4.000
Havia
um acordo na União Europeia que
obrigava a ficar com o refugiado o país pelo qual ele entrava no
continente. Merkel o ignorou achando que era um orgulho para os
alemães o fato de todos terem o seu país como destino.
Quem
leu até aqui já deve estar começando a desconfiar de que há algo
de podre nesta história toda. Nunca houve, senão quando deportados
– como o foram
os mais de 13 milhões de alemães depois da II GM - tamanha
movimentação humana se deslocando das mais diversas e distantes
regiões em direção a um mesmo destino. Só
a mente mais obtusa não reconhece a ORGANIZAÇÃO
que rege o processo. É perfeitamente possível identificar alguns
detalhes muito estranhos:
*
Quem tem que fugir, abandonar o seu lar, sem saber quando e se vai
voltar, leva um mínimo de BAGAGEM, as coisas mais necessárias.
Entretanto, o máximo que se viu nas imagens divulgadas é cá e lá
uma mochila.
*
Hoje, depois de alertada para
o erro que cometera, a mídia está mostrando imagens onde se
destacam mulheres e crianças, porém na verdade 70 a 80% são HOMENS
jovens e fortes. A
maioria demonstra ser bem nutrida e bem vestida, o que não costuma
ser o caso de quem foge de uma guerra.
*
A massificação, a determinação das rotas, os meios, tudo faz
supor que alguém os
conclamou, alguém os incitou e alguém está arcando com as
despesas.
*
É impressionante o número
de SMARTPHONES de que eles dispõem. Servem não só para que se
orientem, como também para que recebam ordens, pois não?
*
Não demonstram a falta de segurança que seria própria de quem
enfrenta o desconhecido. Ao contrário são exigentes, batem o pé,
reclamam, desconhecem as autoridades dos países que atravessam.
*
NINGUÉM percebe, muito menos
os alemães lobotomizados, que existem mais de 200 países no mundo,
alguns enormes, a maioria com menor densidade habitacional, países
que poderiam melhor acolher
os realmente necessitados. NINGUÉM acha estranho que MUÇULMANOS
fundamentalistas procurem abrigo numa cultura totalmente diferente,
em lugar de buscar a salvação na RICA e PRÓXIMA ARÁBIA
SAUDITA .
Há
poucos dias vazou a informação do serviço secreto austríaco de
que todo este movimento de “refugiados” está sendo organizado
por mãos americanas.
Caros
amigos, a
Europa está a perigo! A
chanceler alemã não está defendendo os direitos do seu povo. O
que vem acontecendo lembra muito a “Primavera Árabe” e todas as
suas consequências.
Toedter
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