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5 de novembro de 2019

IMPÉRIO DAS TREVAS

Pelo Whatsapp vem sendo distribuído um Áudio que alerta para a existência de três movimentos que estão transformando o mundo. Cita pela ordem o ISLÃ, NARCOTRÁFICO e SOCIALISMO. Movimentos sociais que estão mudando o mundo. Concordo e espero que tenha a maior difusão possível.

Estes movimentos, como ele os chama, estão em plena atividade a serviço de uma entidade que imaterial, intangível, sem endereço e sem nome, vem através dos tempos adquirindo cada vez mais força e poder. Infelizmente não o faz em benefício da humanidade. Vem sendo conhecida sob apelidos que apenas dissimulam seu objetivo. Nova Ordem Mundial, NOM, NWO, Governo Mundial, Globalismo. Nada que possa assustar. Sabe-se de nomes de personalidades que a promovem e recomendam, entre eles até o Papa. Mas ninguém nos diz quais os benefícios que trariam, porque não os há! É para privilegiar uns poucos, escravizar o resto, depois de reduzi-lo ao necessário. IMPÉRIO DAS TREVAS seria nome mais adequado.

Mas há pedras no caminho dos Imperialistas e elas vêm aparecendo. A força armada com que contaram para dar suporte às suas ideias é o poder militar dos EUA, para o qual nunca houve restrição de recursos, bem como o das forças da OTAN. A WELT escreveu em 1.11.2019: “Caos Global. A Nova Ordem Mundial. Desenvolvimentos que marcam a época abalam o globo: A América se retrai. Europa está profundamente dividida. O mundo, fora dos eixos, está a se reordenar. Um espetáculo no qual forças poderosas estão remodelando o globo político.”

Desde 1989, com o colapso da União Soviética, parecia que a vitória do desumano Império das Trevas passara a ser irreversível. A Europa já estava unida e pacífica começou a derrubar suas fronteiras. Mas sob a liderança de um hábil e diligente Vladimir Putin a Rússia foi colocada em caminho seguro, produtivo e ordenado. Começaram a despertar mentes mais esclarecidas, para a barbárie que estava vindo à tona com as pretensões escusas de poder global expostas por determinadas áreas. Nisto apareceu um nome nos Estados Unidos até então praticamente desconhecido nos meios políticos mundiais: Donald Trump. Candidatou-se à presidência e, por meios incomuns e contra todas as expectativas, foi eleito. Desde então passou a estar sob constante ataque e fustigo dos imperialistas, passando a constituir nova esperança para os que queriam manter o mundo como Deus o criou. Trump já reconhecia nos anos 80 que a expansão militar americana como policial do mundo significaria a derrocada dos Estados Unidos. Em 5.2.2019 ele dizia em discurso à nação, que logo traria de volta para casa as tropas do Oriente Médio e do Afeganistão. Lá seus bravos soldados já estavam lutando há 19 anos. Sete mil tombaram, 52.000 voltaram gravemente feridos e o país gastou ali 7 trilhões de dólares. Na campanha eleitoral prometera mudanças. Grandes nações não fazem guerras que nunca terminam. O momento decisivo aconteceu quando retirou suas forças da Síria. Trump vai deixar que as forças armadas da OTAN se desfaçam, com o que o pretenso Império Global das Trevas perderá o braço militar, com que contavam.

Ficaria o problema de como se livrar dos três movimentos citados no áudio que recebi pelo Whatsapp e que fez a abertura deste artigo.

15 de janeiro de 2019

RELIGIÃO GLOBALIZADA

É hora de começar mais um ano. Com alguma esperança? Acho que sim, mesmo que não seja fácil. Os globalitários não se conformam de terem registrado alguns insucessos. Enquanto isto os Senhores da Guerra olham orgulhosos  para o novo armamento, de que dispõe. Os premonitores de carreira fazem as costumeiras advertências para este 2019 e este seu blogueiro vai comemorar o início de mais um decênio. Os últimos dois foram dedicados ao trabalho que vem fazendo. Inicialmente lançando o livrinho “...e a Guerra Continua”; depois com o blog 2a.guerra.zip.net, censurado e removido pelo provedor UOL em agosto de 2010 e, desde então aqui no blogger. Todas as postagens até 1/2015 foram reunidas em mais quatro livros, disponíveis na Livraria do Chain, Curitiba.

Mas desculpem, estou divagando. Eu queria mesmo é  falar sobre RELIGIÃO. Fui batizado como evangélico protestante, portanto CRISTÃO. Não sou praticante. Estaria melhor situado entre os seguidores do antigo Bispo Arius. Para mim religião é um modo de ser, sentir, agir, que incorporamos junto ao leite materno. Isso fica com a gente, mesmo que passemos a ser agnósticos, ou até mudemos de confissão. É o que penso, posso estar errado.

Agora, o que não posso conceber, nem imaginar, é ver religião sendo tratada como como se fosse empresa. Ela não pode ser negociável, ter ações que mudam de dono. Participações, um tem 20 outro 80%?  Não dá, não concordam? Então como é que cada vez mais está se falando numa tal religião “judaico-cristã”?    . Recentemente a expressão foi usada até mesmo em importante discurso transmitido para todo o país. Existem grandes diferenças entre as duas, mesmo que ambas usem a Bíblia como referência.  Não é aqui o lugar para tratar destas diferenças, entretanto, é com certeza que dá para dizer que as duas confissões não cabem sobre o mesmo teto. Deve ser mais fácil juntar o Judaísmo ao Islã do que ao credo cristão.

 O que realmente está por trás de tudo isto é a NOVA ORDEM MUNDIAL, planejada de longa data e organizada pelos globalizadores. Nos seus planos só existe UMA religião. Tudo começou na segunda metade do século passado, depois de definidos os resultados da II Guerra Mundial. Levantaram-se vozes que culparam o Vaticano de não ter assumido um posicionamento mais definido. Ainda fazia parte da liturgia da Sexta-Feira Santa a seguinte oração: “Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas da Tua Misericórdia nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira daquele povo, para que, reconhecendo a luz da Tua Verdade, que é Jesus Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor.”

Aí veio o CONCÍLIO VATICANO II em 1962, convocado pelo Papa João XXIII. Lamento que hoje nos falte o companheiro Alfredo Braga, de tão saudosa memória. Tinha ele feito estudos esclarecedores sobre essa convenção e seus bastidores. Nestes agiram luminares, infiltrados desde longa data, que conseguiram uma mudança radical na posição da Igreja. Depois de dois mil anos, numerosos concílios e encíclicas papais, vem a ENCÍCLICA NOSTRA AETATES, promulgada ao final do Concílio pelo Papa PauloVI, que muda tudo. Agora é “paz e amor, somos todos irmãos”. Ali deu-se a primeira marretada na destruição da Igreja CRISTÃ. Era preciso começar pela Católica, a mais estruturada, as evangélicas seguiriam automaticamente, se é que até não se anteciparam.
Segue o famoso Papa João Paulo II. Em sua visita à sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, ele condenou severamente as atitudes anteriores da Igreja, ignorando as razões doutrinais que lhes deram origem (Atila Sinke Guimarães). Seu sucessor BentoXVI seguiu o exemplo, visitando sinagogas e se desculpando pelo que fora.

Finalmente temos atualmente um segundo Papa, o Francisco,  o quarto desde o Concílio Vaticano II na mesma linha de pensamento. Este Francisco além de declarar abertamente: “Globalismo é bom” (não diz por quê). Francisco está operando descaradamente no desmantelamento da própria igreja que preside, apresentando-se continuamente na televisão, falando de pedofilia e da degeneração moral que tomou conta do seu clero. Quem vai confiar numa igreja destas. Será que não aprendeu que, se existe roupa suja, a gente a lava em casa.

Diria que estão deixando cair a máscara. Pode ser bom… Pode ser que comece a abrir os olhos de muita gente.

22 de janeiro de 2018

SHITHOLE

Tem gente que não anda muito satisfeita com as condições de vida no seu país. Daí não é raro se ouvir a expressão “não aguento mais viver neste país de merda”. Pois estas três últimas palavras andaram bombando ultimamente na nossa imprensa. É que teriam sido ditas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, numa reunião em que se discutia a migração, para classificar o Haiti e países africanos. Parece que ele chamou os países de shithole. Fui atrás da tradução de shithole. Não achei. Encontrei o significado: lugar extremamente sujo, mísero ou de outra forma desagradável (an extremely dirty, shabby, or otherwise unpleasant place). Portanto referiu-se a um lugar, não às pessoas, como querem os politicamente corretos, que gostam de acusar seus inimigos de RACISTAS. Mas a mídia unida globalista não quer saber se o que afirma está certo ou não. Usou de liberdade poética quando reportou o caso. Confia na sua persistência.

O que realmente vem motivando a exasperação de Trump é o movimento de Substituição Cultural que os globalistas desencadearam nos países chamados de primeiro mundo e que na realidade, talvez em escala menor, ou, dadas as dimensões do país, menos ostensiva, preocupa também os americanos.

Não é possível deixar de reconhecer que essa Substituição Cultural tem como objetivo claro e definido, a miscigenação das sociedades que até agora eram constituídas em sua maioria por brancos e onde predomina a religião cristã. Mas não tem só sua componente racial e religiosa, da qual podem ser esperadas sérias perturbações sociais. As migrações em massa deverão provocar grandes desequilíbrios nas economias dos países afetados.


Em um só ano, na Alemanha por exemplo, houve o ingresso incontrolado de mais de um milhão de pessoas, oriundas da Ásia e África, de regiões onde predomina a religião islâmica. A maioria homens jovens, sem qualificação profissional e com direito a chamar os familiares. Imaginem o tamanho de uma família muçulmana, onde o homem pode casar com mais de uma mulher. Tudo isso num país que já tem uma densidade demográfica de 230 pessoas por km2, dez vezes maior que a do Brasil.

Quanto a Trump, acho que está fazendo o que prometeu ao eleitorado americano. Mostra-se decididamente nacionalista e com isto impõe uma trégua no movimento globalista que estava conquistando terreno de maneira acelerada. Acredito que pode se atribuir ao globalismo a principal causa da deterioração que se verifica na moralidade administrativa do nosso e de outros países. Um mundo sem fronteiras será o caos. É o caos que pretendem. Acho que devemos dar um voto de confiança a Trump e não dar muita atenção à campanha difamatória em curso nos nossos principais veículos de comunicação.


Antes de concluir quero registrar com profundo pesar o falecimento de SALVADOR BORREGO ESCALANTE, um dos pioneiros do revisionismo mundial. Nasceu no México em abril de 1915, onde faleceu dia 8 deste mês, pouco antes de completar 103 anos de idade. Jornalista, publicou vários livros, dentre os quais destaca-se o título DERROTA MUNDIAL, editado em 1953. Já então, poucos anos após término da Segunda Guerra, Borrego afirmava nessa obra que quem a perdeu não foi a Alemanha, ou Hitler, mas, isto sim, o mundo inteiro.

10 de abril de 2017

GUERRA DAS RELIGIÕES


Estaríamos voltando à Idade Média? Devidamente modernizada naturalmente. Além de todas as sataníces que essa máfia cabalística vem nos preparando, há uma da qual se fala pouco, mas não é menos tenebrosa: a GUERRA DAS RELIGIÕES! Para isso criou-se o tal Estado Islâmico, que de “Estado”, como organização administrativa de uma nação, nada tem. Mas já assusta o mundo divulgando vídeos dos seus costumes mais bárbaros.

E agora estão chegando mais perto. Ontem o EGITO foi palco de atos terroristas por demais sangrentos. O terror dos jihadistas se voltou diretamente contra a maior religião mundial, contra a religião CRISTÃ. Duas igrejas da comunidade copta, uma em Alexandria e outra em Tanta, foram alvos de ataques suicidas a bomba, justo na hora em que era oficiada a missa dominical. Era Domingo de Ramos, data em que a afluência de fiéis é elevada. Registraram-se pelo menos 44 mortos e centenas de feridos. O Estado Islâmico assumiu a autoria. Isto aconteceu a três semanas da anunciada visita do papa Francisco ao país.

Seria um sinal de que o problema está se aproximando do ocidente? Vamos nos lembrar que já são milhões os homens de fé islâmica que a satânica Dra. Merkel fez invadir a Europa. Eles estão lá, a absoluta maioria sem fazer nada, sendo tratados a “pão de ló” pelo Estado. A tal União Europeia é um aglomerado de povos que estão à deriva. Não têm timoneiros, ou os que têm são mal intencionados.

Na verdade a MÁ INTENÇÃO dos que têm responsabilidade nos governos ocidentais transpira por todos os poros. Basta se olhar a palhaçada que agora foi armada em torno da Síria. Esse Bashar al Assad está se defendendo contra todos os lados, lutando de costas para a parede, e agora vê armarem pela segunda vez uma bandeira falsa contra ele. Até mesmo a mídiaQmente parece ter ficado com vergonha de continuar afirmando que Assad teria usado armas químicas contra o seu povo, depois da ridícula atitude do atual mandatário da nação mais poderosa do mundo. Este, que em artigo anterior eu considerara “enigmático”, agora revelou-se boneco do teatrinho de fantoches.

E enquanto os foguetes, vídeos e noticiários aquecem os ânimos, na Europa o islã se espraia. Diz-se que há os que interpretam o seu alcorão de forma pacífica e que há os jihadistas, os guerreiros, os violentos que pretendem impor sua lei ao mundo. O que está se verificando na Europa é a prevalência dos que não pretendem se integrar, que não querem adotar os costumes do país que os hospeda. Os conflitos dos quais se tem notícia são constantes, sem falar nos atentados terroristas com vítimas fatais amplamente noticiados.

Inegável o fato de jihadista ver no cristão um inimigo a ser convertido, por bem ou por mal. Desde o século VIII os muçulmanos estão de olho na Europa. É, pois, um sentimento antigo, mas que hoje certamente teria perdido o sentido, não fossem as pavorosas provocações que vêm sendo feitas pelo ocidente ao mundo muçulmano desde a bandeira falsa do 11 de setembro de 2001.

Estaríamos então diante de uma possível GUERRA ENTRE RELIGIÕES? Tudo indica ser provável. Onde dois brigam, um terceiro se aproveita.

Toedter

3 de maio de 2016

ALEMANHA REAGE?

Aconteceu no último fim de semana a convenção nacional de um novo partido alemão, que pode estar sinalizando alguma forma de renovação na paisagem merkelizada da política alemã e, talvez, europeia. Trata-se do AfD – Alternative für Deutschland (Alternativa para a Alemanha). Já existe há cerca de três anos, período em que sofreu toda sorte de antagonismos, vendo seus partidários agredidos, tachados de nazistas, extrema-direita e coisa que o valha. Suportou mudanças em sua direção, hoje nas mãos de uma jovem mulher, Dra. Frauke Petry.
 O partido venceu as adversidades e agora tem representação importante em oito parlamentos estaduais da RFA. Prepara-se e é bem cotado para as eleições nacionais no próximo ano. Seu nome já diz, pretende ser uma ALTERNATIVA ao marasmo em que se encontra o Estado alemão no qual conservadores se confundem com a extrema mais esquerdista, anarquista e niilista até, conforme aqui já foi exposto. Agora reuniu mais de dois mil delegados com o propósito de estabelecer um programa partidário básico que defina seu posicionamento diante dos desafios da atualidade. Tiveram que enfrentar sérias dificuldades e bloqueios por parte de manifestantes da AntiFa, que deram muito trabalho à polícia. Mas vejamos as principais decisões que foram tomadas e que nem parecem ser daqueles cidadãos e eleitores que em sua maioria davam apoio àquela governança esdrúxula.

* O AfD vai exigir que seja realizado um plebiscito sobre a permanência da Alemanha na União Europeia (igual ao que será realizado agora em junho no Inglaterra).

* Atribuições que foram delegadas à UE devem voltar à alçada dos países-membros. Isto incorporaria também a política exterior.

* A Alemanha só deverá participar de ações da OTAN quando houver mandato próprio da ONU.

* Far-se-ão propostas de alterações no sistema tributário, bem como na política econômica do estado.

* Revogação da Lei sobre energias renováveis (que acabou com a energia nuclear no país) e o propalado Aquecimento Global é posto em dúvida. A velocidade máxima nas Autobahnen voltaria a ser ilimitado, nas estradas passaria a 100 e nos perímetros urbanos a 50 km/h.

* O manifesto renega o bordão criado pela Merkel de que “o Islã pertence à Alemanha”. Aos muçulmanos devem ser impostos limites no exercício de sua fé. Os minaretes, como símbolo de domínio islâmico, são rejeitados, bem como o uso da burca, do cobrimento total, em público.

* Direito de asilo deve ser dado só aos comprovadamente perseguidos políticos e a refugiados provenientes de áreas em guerra.

Assim o ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA se mostra decidido, nacionalista e diz que veio para ficar, não só isso, declarou seu propósito de chegar à GOVERNANÇA! Acredito que vá ser difícil. O estrago, a destruição que a bruxa e seus asseclas já realizaram no país me parece irreversível, MAS A ESPERANÇA…

ALTERNATIVA PARA O BRASIL?

Seria bem-vinda, com certeza. Estamos aqui diante de uma mudança nas hostes governamentais, mas quem, honestamente, acredita em melhores dias? O nosso funesto endividamento público torna ridículas as promessas de “voltar a crescer” com as quais homens e mulheres encastelados no poder insistem em nos enrolar.

Também não adianta acreditar em cor. Como já falei acima, os partidos políticos perderam a cor. Não tem mais preto, verde, vermelho, virou tudo cinza. Dos trinta e tantos partidos registrados que temos qual o que caberia efetivamente na tradicional divisão de DIREITA – CENTRO – ESQUERDA? Se perguntado o PSDB diria que é de esquerda, ou na melhor das hipóteses de centro-esquerda, mas o seu representante mais emblemático, conhecido como FHC, consta numa lista dos membros do globalizante COMITÊ DOS 300, ao lado dos Rothschilds, figuras coroadas, banqueiros etc. Quem logo vai pretender ocupar novamente um lugar ao sol é a esquerda/verde Marina, cujos partidos são “sustentabilizados” pelo Banco ITAÚ. E o partido que aparentemente representa a classe operária não se preocupou em combater o escândalo da “petropropina”, cujos personagens embolsavam valores equivalentes a milhares de salários de um trabalhador de verdade.

Bem que aqui também mereceríamos a esperança de uma ALTERNATIVA.

Toedter

8 de setembro de 2015

MERKEL COMETE ALTA-TRAIÇÃO

Ela e seu comparsa siomunista GAUCK (atual presidente da RFA), ambos bem escolados na antiga Zona de Ocupação Soviética. Em tempos normais já teriam sido julgados e condenados por conduzirem o povo, que deveriam defender, à maior desgraça de todos os tempos. Estão dando o maior incentivo à INVASÂO por multidões de alienígenas africanos e asiáticos, das poucas terras que ainda restaram aos alemães. Aliás, não é de hoje, faz tempo que a sociedade vem sendo preparada. IMIgrante passou a ser chamado eufemisticamente de Migrante e sua presença viria “enriquecer” o país. Quem protestava ou advertia era chamado de “nazi” ou “extrema-direita”. Agora os migrantes são chamados de REFUGIADOS e chegam em massa, em nítido processo de OCUPAÇÃO de terra.

Aos assumir o cargo de chanceler da República Federal da Alemanha Angela MERKEL prestou o juramento de praxe:

Eu juro que dedicarei a minha força ao bem-estar do povo alemão, a incrementar os seus benefícios, resguardá-lo de danos, respeitar e defender a Lei Fundamental e as leis da União, a cumprir conscienciosamente minhas obrigações e praticar justiça perante todos.” (Art.56 LF)

Agora diz: Somos responsáveis por vocês, venham todos, aqui terão casa, comida e roupa lavada. O Islã já faz parte da Alemanha(!). Acaba de destinar uma verba de 6 bilhões de Euros, a fim de cumprir a promessa que resumi aqui num dito popular, mas que na verdade inclui sustento completo, até mesmo acomodação e assistência médica. O presidente GAUCK bate na mesma tecla.

Antecessores de Merkel falavam diferente. Assim Willy Brandt, chanceler entre 1969 e 1974, disse em uma declaração de governo: “Em nosso meio trabalham quase 2,5 milhões de pessoas de outras nacionalidades. Passou a ser necessário refletir cuidadosamente sobre quando se esgota a nossa capacidade de acolhimento e quando a racionalidade social e responsabilidade impõem uma parada!” Já HELMUT SCHMIDT (1974-1982) foi peremptório: “Com muito mais de 4 milhões de estrangeiros exauriu-se a capacidade de aceitação da sociedade, se quisermos evitar problemas muito grandes.” Em outras ocasiões SCHMIDT falou: “Foi um erro trazer tantos estrangeiros.” E ainda em novembro de 1981: “Não podemos digerir (aguentar) mais estrangeiros, isso vai acabar em morticínio.”

A própria MERKEL, quando ainda era candidata ao cargo de chanceler, assim se expressou: “A sociedade multicultural fracassou.” Como é fácil deduzir, agora ela está seguindo ordens de terceiros e deve estar de acordo com que tudo acabe em MORTICÍNIO, como falou seu antecessor.

Coincidiu que ontem, 7.9.2015, a mídia nos apresentou declarações de três primeiros-ministros europeus sobre o número de refugiados que esperam, ou que pretendem receber:
MERKEL (Alemanha) espera receber este ano 800.000
Hollande (França) aceita receber por ano 12.000
Cameron (Inglaterra) vai receber por ano 4.000

Havia um acordo na União Europeia que obrigava a ficar com o refugiado o país pelo qual ele entrava no continente. Merkel o ignorou achando que era um orgulho para os alemães o fato de todos terem o seu país como destino.

Quem leu até aqui já deve estar começando a desconfiar de que há algo de podre nesta história toda. Nunca houve, senão quando deportados – como o foram os mais de 13 milhões de alemães depois da II GM - tamanha movimentação humana se deslocando das mais diversas e distantes regiões em direção a um mesmo destino. Só a mente mais obtusa não reconhece a ORGANIZAÇÃO que rege o processo. É perfeitamente possível identificar alguns detalhes muito estranhos:
* Quem tem que fugir, abandonar o seu lar, sem saber quando e se vai voltar, leva um mínimo de BAGAGEM, as coisas mais necessárias. Entretanto, o máximo que se viu nas imagens divulgadas é cá e lá uma mochila.
* Hoje, depois de alertada para o erro que cometera, a mídia está mostrando imagens onde se destacam mulheres e crianças, porém na verdade 70 a 80% são HOMENS jovens e fortes. A maioria demonstra ser bem nutrida e bem vestida, o que não costuma ser o caso de quem foge de uma guerra.
* A massificação, a determinação das rotas, os meios, tudo faz supor que alguém os conclamou, alguém os incitou e alguém está arcando com as despesas.
* É impressionante o número de SMARTPHONES de que eles dispõem. Servem não só para que se orientem, como também para que recebam ordens, pois não?
* Não demonstram a falta de segurança que seria própria de quem enfrenta o desconhecido. Ao contrário são exigentes, batem o pé, reclamam, desconhecem as autoridades dos países que atravessam.
* NINGUÉM percebe, muito menos os alemães lobotomizados, que existem mais de 200 países no mundo, alguns enormes, a maioria com menor densidade habitacional, países que poderiam melhor acolher os realmente necessitados. NINGUÉM acha estranho que MUÇULMANOS fundamentalistas procurem abrigo numa cultura totalmente diferente, em lugar de buscar a salvação na RICA e PRÓXIMA ARÁBIA SAUDITA .

Há poucos dias vazou a informação do serviço secreto austríaco de que todo este movimento de “refugiados” está sendo organizado por mãos americanas.

Caros amigos, a Europa está a perigo! A chanceler alemã não está defendendo os direitos do seu povo. O que vem acontecendo lembra muito a “Primavera Árabe” e todas as suas consequências.

Toedter