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12 de maio de 2020

DIGA NÃO!



Prossegue nossa aventura com o enigmático vírus. Já tem vários nomes, dos quais o mais lembrado é o da “corona”. Mas não são os nomes, o drama mesmo reside nas consequências. Já é sabido que quem está com mãos é pés mexendo neste angu é uma figura, que quem lida com computador conhece, é BILL GATES. É considerado o segundo homem mais rico do mundo e parece decidido a assumir o primeiro lugar. Já largou o seu “ganha-pão” original, a MICROSOFT e vem se dedicando à mina de ouro que é a área das vacinas.

Agora, como diz Robert F.Kennedy em seu Instagram, Bill Gates quer chipar (dotar pessoas de chips implantados) a humanidade toda. Isso seria realizado através de vacinação obrigatória. E não é de hoje que está se falando que o terror do coronavírus só vai ter um fim quando esta “vacina” estiver disponível. A Merkel já disse isto com todas as letras e o próprio Gates afirmou em entrevista na TV que vai vacinar 7 bilhões de pessoas. Logo em seguida a União Europeia iniciou uma coleta que criou um fundo para financiar o desenvolvimento desta vacina (ou implante). A vacina não deve ser problema, uma vez que o vírus já foi patenteado por Gates. A patente foi pedida em 19.06.2015 pelo Instituto Pirbright, do governo inglês, sendo a Fundação Bill and Melinda Gates seu principal financiador. A patente foi concedida em 20.11.2018 sob nr. EP31723119A1 pelo respectivo órgão europeu. Alguns dias atrás Israel anunciou que já tem a vacina desenvolvida e pronta

O propósito da tal vacina (obrigatória) contra o Coronavírus com o implante, como não é difícil adivinhar, é simplesmente criar uma população de cyborgs, organismos cibernéticos, não só vigiáveis, como também, lembrando a nova técnica 5G, dirigíveis. Será que é isso o que está fazendo muitos órgãos governamentais e mesmo empresas e políticos desdenhar nossos direitos fundamentais e constitucionais, sempre a pretexto do temerário Coronavírus? Com a divulgação diária e destacada do número de mortes, que nunca comparam ao de épocas normais, conseguiram criar um clima de medo. Medo gera obediência. Muita gente perdeu a capacidade de dizer NÃO. Esta campanha ainda promete muito. Vai exigir muitas decisões. Fiquemos hoje com a:

SAY NO TO BILL GATES

24 de fevereiro de 2020

CIVILIZAÇÃO EM BAIXA

UM EMBUSTE QUE EXTERMINA UM POVO E MUDA O MUNDO

Lembro bem o dia em que vejo a então recém empossada chanceler da REPÚBLICA (ilegítima) FEDERAL DA ALEMANHA, Angela Merkel, afirmar a irrestrita e eterna fidelidade ao Estado de Israel e que o povo alemão nunca esquecerá a pavorosa culpa que pesa sobre os seus ombros. Referia-se ao pretenso extermínio de 6 milhões de judeus, que teria sido praticado pelos alemães durante a II Guerra Mundial. Recebeu o nome de Holocausto. E o alemão não poderia ser esquecido mesmo, o sistema todo trabalhou para impregnar sua memória com esta diabólica mentira. Unidos, governo, legislativo, judiciário e imprensa fizeram parte do sistema. Leis proibiam duvidar, ou negar o fato. Até hoje as prisões na Alemanha abrigam praticantes deste tipo de crime, entre eles até uma mulher de 90 anos. Assim a Merkel vem cumprindo sua promessa. O povo que ela dirige há 14 anos politicamente mais parece um amontoado de zumbis. Não querem saber de história, acham que são devedores, seus pais e avós foram assassinos. Um sentido de penitência parece que tolhe qualquer reação natural à privação de direitos. Em suma são vítimas de uma guerra psicológica conduzida.

Esta guerra psicológica acompanhou as duas guerras mundiais contra a Alemanha. A primeira não foi contra o Kaiser e a segunda não foi contra Hitler. Alguma outra razão fez com que o objetivo fosse a erradicação desse povo. Com o progredir do processo migratório, hoje a substituição étnica programada está próxima e a meta funesta quase alcançada.

Tarde talvez, para ainda ocasionar alguma mudança, estão começando a aparecer provas de que os “6 milhões” foi uma grande mentira. Sob o título “Registro Oficial de Prisioneros del Campo de Concentracion de Auschwitz” encontram-se na internet em

https://elcasopedrovarela.wordpress.com/2020/02/16/y-ahora/?fbclid=IwAR1LyDz0jE-hU9yLClhH2V8t3ezUCUqdmcGQltn108k1M9qxPZRcUggY_Uc

informações detalhadas sobre o que ali realmente aconteceu no tempo em que esteve sob administração alemã. Para os que não têm tempo de se aprofundar nos dados ali oferecidos, encerro com um resumo do essencial: Entre 1941 e novembro de 1942 passaram por Auschwitz 173.000 judeus. Faleceram de morte natural 2.064, vítimas de tifo 58.240, executados 117.
Certamente estes números não podem ser considerados absolutos, mas, baseados em documentos, são mais honestos do que os mirabolantes SEIS MILHÕES, número que ocasionou e ainda justifica profundas mudanças na organização social do planeta.

18 de fevereiro de 2020

O que se passa



ISTO É DEMOCRACIA

Este vocábulo assumiu definitivamente a liderança entre os bordões mais usados. Mereceria mesmo as loas que lhe vêm sendo dirigidas como sendo o “GOVERNO DO POVO”, ou também o “governo do povo exercido pelos seus representantes”. Com esta segunda definição procura-se uma aproximação mais consistente. Mas seriam eles, estes representantes, mesmo representantes do povo, já que foram eleitos pelo povo? Pergunto porque antes de se candidatar eles foram escolhidos pelo presidente do partido político. E não é este o homem da verba, o que faz a distribuição do fundo partidário? Neste hora me parece que o povo já ficou longe. E no nosso caso, Brasil, como é que fica o caso da representação política? Teoricamente um partido representa um segmento da sociedade, então como é que se definem esses segmentos num universo de trinta e tantos partidos como é o nosso caso? Será que um partido político que aposta no voto dos pobres, dos menos favorecidos, quando eleito para o governo, vai trabalhar para reduzir esse contingente, melhorando suas condições de vida?

Não me cabe propor solução, mas sou contra a enganação. Acho que não há quem não conheça Ângela Merkel. Já foi considerada mulher mais poderosa o mundo, lider de fato da União Europeia, chanceler da Alemanha há 15 anos, chefe do maior partido do país a União Democrata-Cristã (CDU). Era um partido de centro-direita, que hoje age como esquerda radical. Não é para menos. A Merkel era da liderança da Juventude da Alemanha Oriental, constituida pela Zona Soviética de Ocupação. A mulher é portanto de formação marxista. Pois esta mulher, louvada nos quatro cantos da terra, mandou o vencedor da recente eleição no estado da Turingia renunciar. O motivo: O eleito venceu com ajuda dos votos da AfD, partido que a Merkel chama de populista.

Lembrando: Merkel é quem comanda a substituição étnica em curso no Europa. Mui democrático!


CORONAVIRUS

Vem movimentando os noticiários. Isto agora é comum. Lembro que em 2010 eu escrevi e está publicado em “A PAZ que não houve”, pag 119:

>>>DOGMA DA GRIPE SUINA, que visa criar uma histeria em massa, dando um fantástico impulso à produção de determinado medicamento e, principalmente, ocasionando a produção de incalculável número de vacinas, obrigando os governos a fazer enormes gastos na estocagem e aplicação. Tudo isto sob patrocínio da OMS – Organização Mundial da Saúde, cujos principais conselheiros pertencem ao império fármaco-produtor. Sempre houve mutações do vírus da gripe, sempre houve casos fatais como em qualquer enfermidade. Mas agora tudo foi mercantilizado. O objetivo não é mais cuidar da saúde. O objetivo é vender! Em meados de julho de 2009 contava-se com um total até então de 441 mortes, mundialmente insignificante. Entretanto, um mês antes, no dia 11 de junho a OMS já divulgava o Alerta de Pandemia em grau máximo. <<<

E assim foi no caso do Vírus Ébola, da Gripe Aviária, H1N1 etc. Os grandes produtores de remédios e vacinas não perderão as oportunidades de dramatizá-las. Diferente foi o caso da epidemia de gripe que mais ceifou vidas, a Gripe Espanhola. Era 1918. A guerra terminara e grandes concentrações de soldados esperavam o transporte de volta às suas terras. Na época a Aspirina (AAS) havia chegado ao auge com a fama de remédio miraculoso. Acabava com uma febre na hora. Consta então que foi largamente utilizada aos primeiros sinais de febre, impedindo que essa primeira defesa do organismo exercercesse sua função natural. Assim teria se permitido que a mortalidade do vírus atingisse índices extraordinários.
No caso atual parece que a ameaça maior está sendo vista mais no fato de estar se desenvolvendo no país mais populoso do mundo , que, reduzindo sua atividade econômica, consumindo e produzindo menos, venha a afetar a economia mundial. Aguardemos.

30 de agosto de 2019

A NAÇÃO RESISTE


Deu para perceber, não deu? Temos novos personagens no palco do drama ao qual já podemos dar o título “DE OLHO NA AMAZÔNIA”. Acho que essas figuras erraram o tempo, deveriam ter sido as primeiras em cena. A cena a que me refiro é a catástrofe amazonense, que  neste ano vem nos sendo mostrada dia pós dia pela mídia unida, nacional e mundial. Segundo o site www.folhapolitica.org  estamos vendo fotos pavorosas da floresta em fogo que datam até de 1989. Mas isso não importa, são apenas detalhes, o que vale é fazer pesadas críticas ao governo brasileiro. Sem o fundamento que pretendem ter, são injustas, fabricadas por motivos inconfessáveis.

Mas há, sim, algo errado e que nada diz respeito aos estrangeiros.  O que me chamou a atenção é que só agora eles aparecem, eles que deveriam ter sido os primeiros. Assim com a União tem seu Presidente, os Estados têm seus Governadores. Onde estavam quando o drama começou? O que fizeram? O Brasil não é uma república federativa? Se está dividido em Estados certamente não é para bonito e a nossa Amazônia, da qual se fala, é constituida por nove Estados:  Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do estado do Maranhão. Cada um com sua estrutura administrativa de executivo, legislativo e judiciário.
A esse respeito diz a nossa Constituição:
Art. 23 – É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: Inciso VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas; Inciso VII – preservar as florestas, a fauna e a flora.

Ao que consta, todo ano em maior ou menor escala aquela região  tem sua estação de seca. Todo ano registram-se ali incêndios da mata. Os Estados têm suas forças de segurança, polícia, bombeiros, toda estrutura enfim que os condiciona a serem os primeiros a saber e atender uma ocorrência. Pois não se tem notícia de que tivessem feito alguma coisa, nem pediram ajuda ao governo federal. Entretanto agora começam a aparecer em Brasília, nas telas das TVs, nas entrevistas. Seria por que o Macron falou em mandar 83 milhões?

Falta muito para que seja revelado o que pretenderam Macron, presidente da França, cria dos Rothschilds, e Angela Merkel, chanceler da RFA, cria do comunismo, ambos da vanguarda globalista, capitaneando essa indevida intervenção estrangeira em assuntos brasileiros. Talvez, como soe acontecer, mesmo o mal que ocasionam, pode ter aí um lado proveitoso, qual seja o de nos mostrar as falhas existentes na organização do nosso Estado. Entretanto, apesar do esforço que fazem os nossos principais veículos de comunicação em desprestigiar o governo federal, tudo indica que – para o bem e preservação da NAÇÃO  -   não é o que estão conseguindo.

11 de dezembro de 2018

DIAS FATÍDICOS

Ontem e hoje , dias 10 e 11 de dezembro do ano de 2018, reúnem-se pela enésima vez os pretensos representantes  de cerca de 190 países deste planeta, para a assinatura final de um PACTO DE MORTE. Não morte deles próprios, evidentemente, mas de povos que alegam representar. Realmente são dois pactos, através dos quais nações abdicam de sua soberania, entregando-a a uma instituição que agora está revelando a que veio e o verdadeiro significado do seu nome. Unir as nações, acabando com elas. A ONU está a serviço dos globalistas. Incluo aqui a URL de um video bem elucidativo sobre o que está acontecendo. Vem do Canadá, mas tem muito boa legenda em português. Vale a pena assistir, são apenas 11 minutos.

https://www.youtube.com/watch?v=kxbmHYOlLjM

Vários países já declararam sua recusa em assinar os tais pactos, por sinal são dois, um sobre migrantes e um sobre refugiados. Enquanto escrevo recebo a notícia de que ontem 164 países assinaram o pacto da migração desenfreada. Mas uma pergunta que se me apresenta é de qual a posição do governo brasileiro a respeito. Teria mandado representante a Marrakesh? Se mandou, qual foi a orientação? Houve alguma troca de ideias com o presidente eleito? O interventor recém nomeado para governar o Estado de Roraima declarou que pretende restringir o ingresso de refugiados venezuelanos, pois o Estado não suporta o seu atendimento. O que será que a ONU vai achar disto?

Muitos deverão dizer que o país tem muito chão e a densidade populacional por km2 é baixíssima. O mesmo dirão os humanitários, aqueles do “onde comem dois, comem três”. Se não me engano, 40% da nossa população vive abaixo do índice de pobreza. Nossa Previdência Social há tempos está no vermelho. E o SUS como é que anda?  Os 13 milhões de desempregados vão adorar ter companhia. A Segurança está fazendo o possível para manter um mínimo de controle, vai conseguir enfrentar uma abertura das fronteiras para um ingresso desenfreado?

Na verdade seriam perguntas desta ordem as que os responsáveis pelos governos de todos os países deveriam estar fazendo. Quem em nome do seu país presta apoio a essa iniciativa da ONU é irresponsável e conluiado com esse antro de desumanos, promotores de terror, desordem e morte.

Felicíssima deve estar aquele anjo do mal, a Angela Merkel. Conseguiu realizar o sonho, que cultivava desde o seu tempo de dirigente da juventude comunista da ex-Alemanha Oriental, a extinção do povo alemão. Ela e muitos outros estavam esperando por isto e vinham preparando aquela gente para o seu desígnio.
Mas o que esperar dos Coletes Amarelos, dos ibéricos, dos eslavos, dos escandinavos, dos croatas, enfim, dos demais habitantes do velho continente. Submeter-se-ão pacificamente?

O que está acontecendo no Marrocos é de mau agouro. 

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P.S. - Aqui ainda reina a paz e o Natal vem aí. É bom lembrar que o LIVRO é um bom presente e que a Editora e Livraria do Chain (+5541 32643484) oferece sortimento dos mais variados.

16 de julho de 2018

MUNDO EM TRANSE

Não me lembro de ter vivido, nem de ter tido notícia, de um período tão imperscrutável politicamente, igual ao que vivemos hoje. Tivemos há cerca de oitenta anos a segunda grande guerra mundial, que foi uma espécie de “o pontapé inicial”,que desencadeou uma série de mudanças de posturas, hábitos e acontecimentos que se atropelavam no mundo até os dias atuais. Como toda guerra, esta também teve seus vencedores e derrotados e se diz que são os vencedores  que escrevem a história.

Oficialmente temos como vencedores os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e a União Soviética, bem como o então ainda não oficialmente existente Israel. Como derrotado o 3º Reich, constituído por Alemanha e Áustria, correndo a Itália, Japão e outros menos votados, por fora.

Temos ainda a Polônia que aos primeiros serviu de isca para detonar o litígio e, apesar de agredida também por um dos vencedores, acabou premiada e incluída no rol dos laureados. Cabe mencionar também, a título de curiosidade, que o não existente Israel sob o nome de JUDEA já declarara guerra ao Reich Alemão seis anos antes que os demais começassem a fazê-lo, precisamente em março de 1934. Eis então como esteve armado o tabuleiro de xadrez que acabou gerando a situação que hoje vivemos, qual seja a de não conseguir atinar em que direção estamos nos movendo e qual o destino deste nosso mundo. 

OS MAL-INTENCIONADOS 

Na verdade a tal Guerra Mundial contra o 3º Reich não terminou. O que restou daquela nação está nos noticiários todos os dias, concorrendo com os principais nomes da atualidade. Não deveria, uma vez que não é mais o que era. O território que abrangia teve parte desmembrada e doada à Polônia. A Áustria voltou a ser nação separada. A Alemanha pós-guerra passou a ser uma espécie de S/A, filial dos EUA, ocupada militarmente e controlada pela CIA. Até o presente momento NÃO EXISTE TRATADO DE PAZ. Como se explica a atual notoriedade?

Essa Alemanha S/A  teve implantado um governo, dito republicano e, consequentemente, vários gerentes chamados de chanceleres. Esse cargo vem sendo ocupado desde 2005 por uma senhora chamada ANGELA, que nada tem de celestial. Essa Angela MERKEL não vem se dedicando, como jurou, ao bem do povo que dirige, mas, ao contrário, é ela que está promovendo a extinção étnica dessa gente. Por tabela, é responsável por fazer o mesmo com toda a população branca da União Europeia. É um processo que pode provocar uma guerra civil e botar fogo em todo o continente. MERKEL, verdadeiro anjo do mal, conta com o apoio de Soros, lugar-tenente de ROTHSCHILD, imperador da Wall Street de Londres (onde o dinheiro nunca dorme). Foi ele, Rothschild, que fez seu ex-empregado MACRON ser eleito o atual presidente da França. Talvez até devesse substituir a Merkel , mas ela resiste. São esses os que atualmente mais aparecem na linha de frente dos que buscam criar a NOVA ORDEM MUNDIAL.

MAIS DOIS NOMES EM EVIDÊNCIA

Temos mais dois nomes que estão botando a mão no timão que dirige a humanidade ao seu futuro: Os presidentes TRUMP dos Estados Unidos e PUTIN da Rússia. Ambos geram constantes manchetes. Hoje estarão se encontrando na Finlândia.

TRUMP É O MAIS ODIADO? - Se atentarmos para o que a mídia nos mostra e informa, esta pergunta deve ser respondida afirmativamente. Os noticiários procuram denegrir sua imagem de todas as maneiras e ele ajuda. Faz declarações contraditórias e desafiadoras. Não costuma sair bem na foto e é antagonizado publicamente por manifestações de rua em países que visita. Isto desperta um alerta. O que é que um cidadão francês, belga ou inglês tem a reclamar de TRUMP, que o faça largar seus afazeres, ou seu conforto, confeccionar cartazes de protesto e IR P’RA RUA, manifestar sua desavença com o visitante do seu país? É claro que isto é induzido, organizado com propósitos bem definidos. Afinal, para o que hoje existem ONGs?  São os Globalistas que não gostam de Trump. Ele se definiu e foi eleito como NACIONALISTA, portanto é deles o inimigo número um.

Trump está empenhado em recuperar a economia da nação que preside e evitar a substituição cultural da sua população. Propósitos lógicos que todo dirigente deveria ter. Mas desde que em 1989 George H. W. Bush  assumiu a presidência dos EUA todos os governos que antecederam a Trump foram globalistas. Deixaram um legado, hoje chamado de DEEP STATE, um estado paralelo, infiltrado em todas as áreas governamentais, criando toda sorte de dificuldades para o atual mandatário. Acho que isto explica por que os formadores tendenciosos da opinião pública não gostam dele.

Finalmente temos o seu interlocutor de hoje Vladimir PUTIN, presidente da Rússia, fortemente hostilizado por quase todo o ocidente, incluindo governo e imprensa. Não me perguntem o motivo. Igual à Merkel, Putin se criou sob influência da União Soviética, ele na KGB (Serviço Secreto) e ela em destaque político na antiga Alemanha Oriental, também comunista. Ao contrário dela, acredito que ele, Putin, não guardou veleidades ideológicas. Ele está cuidando bem dos interesses do seu país. Por mais que seja hostilizado, Putin não antagoniza ninguém. Conseguiu boas relações públicas com a organização do campeonato mundial de futebol. Não creio que a conferência entre Putin e Trump, que está em andamento, venha a mostrar resultados relevantes.

Bem ao contrário dos primeiros  nomes citados neste post, eu confiaria bem mais nestes dois últimos a tarefa de enfrentar as dificuldades e os problemas que nos esperam.

13 de dezembro de 2017

ESTAMOS EM GUERRA


Estamos em guerra! Uma guerra de vida e morte: A guerra dos GLOBALISTAS contra os POVOS, guerra do arbitrário contra o direito, guerra do nomadismo contra o enraizado, guerra do ouro e dos negócios contra o sangue e a terra, a guerra da quimera do igualismo, da miscigenação e da dissolução contra o apreço das origens, da cultura e do desenvolvimento. - Pierre Krebs – Autor do livro Fighting for the Essence.

Não concordo com Pierre Krebs num detalhe: O que acontece NÃO É GUERRA. Guerra é luta armada entre nações. Pois a invasão da Europa por alienígenas nem é armada (ainda), nem é e n t r e nações. Só vemos nações alvo da operação, as autoras, estas permanecem ocultas. Uma guerra costuma ser declarada. De uma declaração de guerra não há nenhuma notícia. A abertura indiscriminada de fronteiras é justificada despudoradamente como sendo louvável ação humanitária.

Parece guerra porque haverá perdedores, haverá vítimas e isso em escala nunca dantes registrada. Povos inteiros serão extintos. Talvez, em prazo pouco maior, através de simples substituição genética. Para que isso aconteça será preciso que as populações a serem sacrificadas possam ser mantidas letárgicas, passivas, indolentes como estão. As das nações centrais da Europa estão sob firme controle dos seus políticos dirigentes. A maioria dos alemães continua hipnotizada pela “vovó (do diabo) Merkel”, que, apesar da pequena derrota que sofreu, continua no timão dirigindo a nau rumo aos arrecifes. Os que escapam do controle da mente estão sob controle da legislação e de expedientes que fazem da liberdade de expressão um “sonho de uma noite de verão”.

Na França, Macron, o “office boy” dos Rothschild, vem mostrando que fizeram com que fosse eleito presidente do país, porque lhe deram uma missão a cumprir. Lembremos que a França ainda está sob leis de exceção e a tão decantada liberté nada mais que uma “doce ilusão”. Macron vem com instrução de forçar a definitiva desnacionalização das nações europeias, unificando-as numa só.

Quando atingido este ponto, as acolhidas massas afro-asiáticas estarão em casa, plenamente à vontade. Seus costumes permearão rapidamente a nova sociedade. Sua religião, tem entre os seus mandamentos o que exige que seja imposta aos descrentes. Com certeza não será uma aleluia. Já dá para imaginar o alemão obrigado a esquecer o que é um é um Eisbein. Choparias e vinícolas fechando as portas e o mundo feminino escondendo sua beleza atrás de véus e burcas. Por que será que a população autóctone não está enxergando o que está se aprontando ao seu redor? É verdade que tudo está sendo feito para que isto não aconteça, mas dificilmente poderá ser postergado para sempre.

E quando a reação vier possivelmente seja tarde. Cedo ou tarde, uma reação implica em luta armada. Então haverá derramamento de sangue. Aí sim, falar-se-á em GUERRA.


Então o mundo compreenderá que povos inteiros estão para ser erradicados. Poderá ser por “bem”, por simples submissão, mas de uma forma ou outra acabará como o maior crime contra a humanidade, do qual se tenha notícia. Os europeus espalharam descendentes pelo mundo todo, estes também vão sentir a falta de suas origens. Sentir-se-ão como uma árvore, pode até ser frondosa e ainda dando frutos, mas cujas raízes estão sendo corroídas pelo cupim. 

13 de outubro de 2017

SUSPEITA

Acabo de receber uma interessante notícia, que me parece merecer ser repassada aos leitores deste blog. É que a espantosa insensibilidade com que as pessoas, abaixo relacionadas, descarada e despreocupadamente usam o seu poder de tomar decisões, decisões que fatalmente ameaçam o futuro das populações que dirigem, nos obriga a acreditar na possibilidade de que nem mesmo humanos sejam.
  • O presidente da França, Emmanuel Macron, não tem filhos.
  • A Chanceler, Angela Merkel, da RFA, não tem filhos.
  • A PM do Reino Unido, Theresa May, não tem filhos.
  • O PM de Itália, Paolo Gentiloni, não tem filhos.
  • Mark Rutte, da Holanda, não tem filhos.
  • Stefan Lofven, da Suécia, não tem filhos.
  • Xavier Better, do Luxemburgo, não tem filhos.
  • Nicola Sturgeon, da Escócia, não tem filhos.
  • Jean-Claude Juncker, Presidente da CE, não tem filhos.

Deve se tratar de uma infeliz coincidência. Mas já há quem fale que o mundo está nas mãos de ETs, de alienígenas, cujas intenções em relação à humanidade não são exatamente o que se chamaria de benévolas. Talvez caiba lembrar que está gravado nas pedras das GEORGIA GUIDESTONES o propósito de reduzir a população do planeta para 500 milhões de habitantes. É difícil entender como é que se permitiu a ereção e a manutenção de um monumento que preconiza tal propósito.

21 de setembro de 2017

POVO MARCADO

Alguém se lembra desta imagem? Eu a mostrei há quase nove anos no meu antigo blog – 2a.guera.zip.net – aquele que logo depois, e após três anos de publicação pacífica, foi censurado e removido pelo então provedor.

Trata-se do grafismo anticontrafação da cédula de identidade dos cidadãos alemães, de pós-guerra. É o fundo sobre o qual vêm impressos os dados do portador (em relação aos dados a imagem fica de cabeça para baixo). Está ali no verso do documento, impossível de ser confundido com outra coisa. Está ali, como parte dos arabescos, fácil de reconhecer, a imagem de um crânio bovino descarnado.

Justifica-se perguntar qual seria o objetivo de identificar o cidadão alemão com um documento portando este símbolo? Humilhação? Advertência? A guerra continua? Ou já representaria a terrível ameaça de se exterminar este povo. Planos elaborados há muitos anos e hoje postos em prática através da substituição cultural que está em andamento.

Seja aqui lembrado apenas Theodore Kaufmann, então presidente da “American Federation of Peace”, que em 1941 já dizia em seu livro GERMANY MUST PERISH! (Alemanha tem que perecer!): “A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco é uma guerra contra os Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Alemanha deve ser eliminada para sempre!”

Hoje podemos ter certeza que os planos Kaufmann, Nizer, Hooton, Morgenthau e outros já eram complemento da grande revolução social, preconizada pelo Conde Coudenhouve Kalergi no início dos anos vinte, a SUBSTITUIÇÃO DOS BRANCOS EUROPEUS por uma população afro-asiática.

Mas não é que agora, há poucos dias, surgiu o que me pareceu uma RÉSTIA DE LUZ, justamente nas palavras de quem menos poderíamos estar esperando. Permitam que explique:

Ninguém pode afirmar que o nosso Big Brother, o presidente americano, tenha o dom da palavra, tampouco que avalia muito bem o alcance do que diz. Seu recente discurso perante a Assembléia Geral da ONU foi sintomático, culminando com aquela ameaça de “destruir” um país inteiro. A mídia adorou e repetiu estas palavras nvezes.

O que, entretanto, os donos da notícia, os deformadores de opinião, não gostaram e, consequentemente, ao que nunca mais se referiram, foi quando ele conclamou o mundo:
Sejam patriotas, amem suas terras, defendam seus países” São palavras que contrariam os planos dos globalistas, cujo sonho é justamente um planeta sem fronteiras.

Teria o Trump pensado na Europa, no país de sua origem? As eleições, que acontecerão na Alemanha neste fim de semana, serão capazes de alterar alguma coisa? Poderão estancar a marcha dos europeus em direção ao abismo, ou a Angela Rebbekah Merkel será confirmada na condição de carrasco chefe, que assumiu quatorze anos atrás.

Haverá quem diga que isso só diz respeito à Alemanha. Doce ilusão. Merkel é a representante das forças que querem a substituição cultural da população daquele continente e desde sempre definiram que a operação começa pelos alemães. Contra estes já organizaram duas guerras mundiais de extermínio e contra o que restou impuseram o mind control. Dominados psicologicamente, muitos reverenciam até a sombra dos seus opressores.

Às vezes até o impossível acontece, até em eleições. Se a mulher, que já está há quatorze anos no poder, desta vez for destronada, talvez o apelo inusitado de Trump tenha contribuído e os alemães ganhem uma carteira de identidade nova, sem aquele mau agouro.

5 de setembro de 2017

CHAMAM ISSO DE ELEIÇÃO?


Neste mês haverá eleições na República Federal da Alemanha e estes dois da foto, Angela Merkel e Martin Schulz, são candidatos ao cargo de Chanceler, ou seja, ao governo do país. Acabam de se apresentar no primeiro e único “debate” pré-eleitoral na TV alemã. Coloquei a palavra entre aspas porque debate não houve. Deram um show de desrespeito ao público, ao eleitor. Só faltou se oferecerem flores e desejarem um ao outro o melhor êxito na disputa. Mas representaram bem o que é a democracia ali praticada. Ela governa o país desde 2005 e preside o partido CDU e ele é presidente do PSD. Os dois partidos eram coligados durante a atual gestão até que recentemente se separaram para que o PSD apresentasse o Schulz como candidato. É claro que isso tem que ser encarado como jogo com baralho marcado e não é de admirar que o partido dela apresenta ampla vantagem nas pesquisas. Até mesmo o SPIEGEL Online abre sua matéria com o título Der brave Herr Schulz (O comportado Herr Schulz) e diz que aquilo não é disputa eleitoral. É de se perguntar se há seriedade nisso.

Mas afinal que país é este, RFA? República Federal da Alemanha! Esta nação não existe, porém há sete décadas faz de conta que realiza eleições, faz de conta que tem partidos políticos, faz de conta que é uma DEMOCRACIA – até pode ser, uma CRACIA do DEMO, onde manda SATÃ.

A RFA é um empreendimento, um negócio, localizado em parte do território antigamente ocupado pela verdadeira nação chamada ALEMANHA e onde habita um povo oriundo de cepas dos antigos germânicos. Era um povo ordeiro, trabalhador, criativo. Marcou sua presença na história das Artes e das Ciências. Ficou importante no contexto mundial, o que não agradou àqueles que já exerciam um domínio sobre a maior parte do planeta. Declararam guerra, a Primeira Grande Guerra Mundial aos germânicos. Já seria o Tinhoso a mostrar suas garras.

Através de uma ardil (14 pontos do presidente Wilson) subjugaram seus desafetos e lhes impuseram medidas punitivas que seriam a sua desgraça e, talvez até, poderiam ter determinado o seu aniquilamento. Mas surgiu-lhes um líder, um líder daqueles que só aparecem um a cada século. Ele fez seu povo levantar a cabeça, arregaçar as mangas e voltar a ser alguém neste planeta.

Mas não podia ser. Não deixaram essa gente curtir seu estado de graça nem por dez anos, quando aqueles que mandavam no mundo desencadearam verdadeira hecatombe sobre a pequena nação. Custou-lhe o melhor do seu sangue. Desmembraram um terço do seu território e o que restou, ainda hoje, 72 anos depois, permanece ocupado por forças inimigas. E, do que poucos se lembram, realmente até hoje está em guerra, apesar de ter deposto armas em 8 de maio de 1945. Até hoje não há Tratado de Paz com a ALEMANHA. Ao que eu saiba é um caso único na História. Criou-se em seu lugar essa organização chamada RFA, suscitando situações esdrúxulas. É o caso da Carta das Nações Unidas que em seus artigos 53.2 e 107 ainda qualifica a Alemanha como “nação inimiga”. Aparecem agora questões a respeito de nacionalidade. Um alemão ou alemã que tenha nascido antes do fim da guerra é cidadão ou cidadã daquela Alemanha?


Talvez tudo isso pouco importa. Diante da invasão de alienígenas que a Europa está sofrendo – e os políticos da RFA incentivando – nem mesmo eleições serão mais necessárias. Infelizmente.

13 de fevereiro de 2017

UNIÃO EM APUROS

O Professor Ted Malloch é o novo embaixador dos EUA junto à União Europeia escolhido por Trump é. Até aí nada demais. O curioso é que ele é a favor de países soberanos e contra este artifício político representado pela UE, que chamou de “criancice do politicamente correto”. Disse ele: “Mr.Trump tem elevado respeito pela cultura europeia, mas não vê sentido numa organização elitista, supranacional com suas criações burocráticas. Ele aprova o Brexit e está convencido de que as pessoas na Grã-Bretanha adotaram uma decisão inteligente.”

Tendo perdido a parceria dos Estados Unidos, o propósito da satânica Angela Merkel de comandar a União Europeia está indo por água abaixo. Em todo o continente fazem se sentir ímpetos nacionalistas. Hungria e Polônia já deixaram isso claro. O Brexit, ou seja, a saída da Grã-Bretanha da União é uma fato. Nas próximas eleições holandesas, ao que tudo indica, Geert Wilders da direita será vitorioso. O mesmo talvez venha a acontecer logo depois na França com Marina Le Pen, que já declarou guerra à globalização, também almeja um país independente. Milos Zeman, presidente da República Tcheca declarou que vê com simpatia a atuação de Trump. Com a Grécia ninguém pode contar, pois não está muito longe da anarquia econômica. E o que será da Itália, vai aguentar o tranco?

Quanto à Turquia já não há mais dúvida, o Erdogan não se submete a ordens de quem quer que seja. Tudo faz crer que pretende ser figura de destaque na área islâmica. Ucrânia e Bielo-Rússia têm problemas muito próprios.

O presidente da UE, Jean-Claude Junker, reconhece que o fim está chegando. Entrevistado em 24.12.2016 pela TV ZDF declarou: “Estamos pela primeira vez diante de uma crise, há focos de incêndio por todos os cantos. A UE se afastou das pessoas. Há um fosso entre sua política e os seus cidadãos.” Será que se referia ao problema dos “refugiados”?

Quanto a estes, a chanceler da Alemanha, comandante da invasão alienígena, não desiste do seu plano de exterminar o seu próprio povo ao qual jurara “...dedicarei a minha força ao bem-estar do povo alemão, a incrementar os seus benefícios, resguardá-lo de danos...” Na verdade está aceitando a substituição da cultura e identidade do povo que prometeu proteger. Dentro de uma ou duas gerações um país chamado Alemanha pertencerá ao passado.

Para tanto ela acaba de aprovar novo plano de governo alemão, projetando a aceitação pelo país de uma imigração continuada de 300.000 refugiados anuais durante os próximos 12 anos. E o Procurador Geral da UE apresentou ao Tribunal em Luxemburgo a proposta de liberar a expedição de Vistos de entrada para países da União no mundo inteiro. Lembremo-nos que na virada do século foi apresentada na ONU por Joseph Alfred Grinblat (a mando de Soros?) proposta que já dizia que até 2025 a Alemanha teria que receber 44 milhões de imigrantes para cobrir suas necessidades de mão de obra (jornal Liberation de 5/1/2000). Alegava-se a necessidade de compensar a baixa natalidade vigente.

Será que alguém já pensou que a redução da taxa de crescimento populacional ,que vem ocorrendo na Europa, pode ser benéfica para o seu futuro? Mais e mais postos de trabalho estão sendo preenchidos por robôs e computadores. Com a chegada em massa de imigrantes crescerá o número de desempregados e os que têm trabalho verão seus rendimentos diminuir continuamente. A miséria, fruto da falta de desenvolvimento nos países africanos e dos conflitos armados levados ao Oriente Médio, está sendo transferida para a Europa. INTENÇÃO ou INCOMPETÊNCIA?


Fato é que, se prevalecer o desinteresse do presidente dos EUA em preservar essa aberração geopolítica, esse projeto que pretendeu unir sob uma só sigla 28 países de língua, ordem e costumes diferentes – na verdade nada mais que pelotão avançado da Nova Ordem Mundial – então a sobrevivência da União Europeia está sob forte risco.                                                                                                               Toedter
DRESDEN - 13/14 FEV 1945 - 
É DIA DE  LEMBRAR AS MAIS DE 300.000 VÍTIMAS ALEMÃS, 
ENTÃO SACRIFICADAS NO ALTAR DA HISTÓRIA.

11 de novembro de 2016

TRUMP - A DIREITA NO COMANDO!


E AGORA JOSÉ? Um silêncio tonitruante percorre as colunas dos comentaristas políticos do mundo ocidental. Justo aquele, que eles depreciaram presunçosamente como representante da extrema direita, veio ser eleito comandante da mais poderosa nação do globo terrestre. Parece que o eleitor americano acordou. Sentiu que o plano tétrico da gangue dos 68tenteiros estava nos levando a um gigantesco atentado à integridade da espécie humana. Muitos governos, que competiam em servilismo e puxa-saquismo em relação ao sistema dominante, mostram-se chocados. Ouve-se a estupefata pergunta: E agora?

Está se prevendo que venha a haver fundamentais mudanças nas relações geopolíticas, só comparáveis às de 1945. O fim da guerra fria, ocorrido com a dissolução da União Soviética, apenas substituiu um comunismo brutal por outro liberal. Esta eleição americana agora pode ter dinamizado a contrarrevolução conservadora, que estava dando tímidos sinais na Europa. A simples criação do partido AfD da Frauke Petry na Alemanha, ou o Front Nationale da Marie le Pen na França poderiam ser um começo, mas prenunciavam um longo e árduo caminho, sem inspirar grandes esperanças

Trump foi claro, fazendo restrições à OTAN, instando os países europeus e investir mais em segurança própria. Também criticou severamente a política povicida adotada pela Merkel. Ele deixou claro que o objetivo não é destruir. Nada se ganha, nada se acrescenta com a implementação do plano COUDENHOUVE-KALERGI. Trump quer reverter a globalização, o esquema de domínio mundial. Considera um absurdo manter quase mil bases militares mundo afora.

Há de se dizer que o homem é por demais pretensioso, que mexe com um enxame de perigosas abelhas, que vai acabar igual a JOHN F. KENNEDY. Evidentemente deve ter pensado nisto. Também é de se considerar que não só conquistou a presidência, mas também levou o seu partido republicano ao domínio no Senado e no Legislativo estado-unidense. Ainda tem a chance de ter maioria no tribunal supremo.

Last but not least é de se esperar que existam nos quadros judaicos grupos influentes que não comungam com a posição da tríade Wallstreet – Hollywood – Silicon Valley. Trump deve contar com algum apoio também desta área. Sua filha adorada Ivanka é casada com judeu dono de um império midiático.

Finalizando respondo a pergunta inicial, dizendo que faço ingentes votos de que Trump possa corresponder às esperanças que milhões de seres humanos, não só lá na sua terra, mas no mundo todo, depositam na sua gestão. Que consiga fazer a sua parte para salvar a nossa terra da ameaça que paira sobre ela.

Toedter

13 de outubro de 2016

ANJOS DO MAL


Os americanos estão na etapa final das duas gestões do primeiro presidente negro do país. Melhorou alguma coisa em relação aos Bush, ao Clinton? Agora pretendem entronar a primeira presidente mulher. Nada contra, mas logo a HILLARY, que alguns chamam de KILLARY? Se o Bush já criou a interminável GUERRA DO TERRORISMO, implodindo três arranha-céus com dois aviõezinhos, o que dizer de uma Hillary, que já provou que gosta de sangue. Lembram do vídeo que mostrou como ela riu alegre quando soube que Gadafi havia sido chacinado? “We came, we saw, he died...

Foi ela, como Secretária de Estado do governo Obama, a principal promotora da guerra de destruição da Líbia. Participou da criação do IS. Imaginem como ela vai se divertir quando tiver o comando total da maior força militar do globo. Ela também já deve estar assistindo deliciada, encantada mesmo, aos estragos que sua ALMA GEMEA está promovendo no velho continente. Hillary já declarou: “Gosto de muitos chefes de estado, a minha favorita é ANGELA MERKEL.”

E Angela Merkel replicou: “Adoro o raciocínio estratégico da Hillary.” Ambas são ligadas à Wall Street. Merkel teve assessoria do Chefe da Goldman Sachs na Alemanha, Alexander Sibelius, e Clinton recebe orientação e dinheiro da matriz. Ambas estão empenhadas numa guerra total para acabar com os brancos no mundo. Um lado cria os REFUGIADOS da África e do Oriente e o outro os importa em massa para a Europa.

Ambas foram agraciadas com a maior comenda do Estado de Israel. A Clinton já afirmou que quer combater as religiões, mas, por coincidência, tanto Merkel quanto Hillary têm ligações pessoais com o judaísmo. A primeira é judia por parte de mãe e a segunda é sogra de membro da religião mosaica. Declarações públicas, que seguem, não deixam dúvidas.

*)Hillary: “A aliança entre Israel e USA vai além da política. Nada pode nos separar.(…) Durante toda a minha carreira estive ao lado de Israel, exigi a cada ano mais dinheiro para Israel. Farei tudo que estiver ao meu alcance, a fim de consolidar nossa parceria, para fortalecer o compromisso da América com a segurança de Israel. Para mim a luta por Israel não é apenas política, mas, muito mais, um compromisso pessoal.” (Hillary Clinton no FORWARD judaico, 4.11.2015)

*)Merkel: “Exatamente neste lugar digo com clareza: Cada governo e cada chanceler da República Federal (Alemanha) que me antecederam, eram comprometidos com a especial responsabilidade histórica da Alemanha em relação à segurança de Israel. Esta responsabilidade histórica da Alemanha é parte da razão de estado do meu país. Isto quer dizer que para mim, como chanceler da república federal alemã, a segurança de Israel nunca será negociável.” (Angela Merkel em 18 de março de 2008 diante do Knesset em Jerusalem, com uma introdução em hebraico)
*) - Fonte: National Journal 1/10/2016

Parece-me que estes compromissos declarados em público são absolutamente incompatíveis com a função de governantes ou responsáveis pelo destino de uma nação. Lembram o que disse nosso Luiz Carlos Prestes, quando perguntado de que lado ficaria em caso de guerra entre Brasil e União Soviética. Foi claro, ficaria com os bolchevistas.

Lá em cima me referi ao período pré-eleitoral que se vive nos Estados Unidos. Os debates entre os presidenciáveis estão sendo mostrados ao vivo e a cores para o mundo todo. Mostram a que ponto chegaram moral e bons costumes reinantes.

Toedter

2 de outubro de 2016

...e a GUERRA CONTINUA

Foi no fim do século passado que editei o meu primeiro livro com o mesmo título que estou dando à matéria de hoje. Constato que a guerra, a guerra contra os alemães, esta guerra só vai acabar quando este povo martirizado tiver sido extinto. É uma guerra que não é conduzida com bombas e soldados, É A GUERRA DAS MENTIRAS. A mentira é uma arma mortífera, da qual não há como se proteger, basta que seja usada com incansável persistência e dispor dos meios necessários para a sua divulgação. O mundo acaba de ter nova demonstração.

Reproduzo abaixo uma notícia que agora, dia 29.9.2016, apareceu em noticias.terra.com.br sob o seguinte título:
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Ucrânia lembra 75 anos do massacre de Babi Yar

No período de dois dias, quase 34 mil judeus foram mortos no maior fuzilamento em massa feito pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial.


Idêntica matéria apareceu um dia depois na ISTOÉ online. Com certeza a mídia mundial deve ter destacado o mesmo assunto, pois a fonte é a mesma. O noticiário da TV da Angela Merkel, por exemplo, a DEUTSCHE WELLE, foi quase todo preenchido com as cerimônias dedicadas à lembrança do dito massacre que teria acontecido 75 anos atrás nas redondezas de Kiew, capital da Ucrânia. Chefes de Estado, incluindo o alemão, se fizeram presentes e alguns, na maior contração, fizeram seus discursos. Tudo para dar consistência a uma mentira. Não se pode admitir que estas autoridades não saibam da verdade. Então me pergunto quanta hipocrisia elas têm que administrar. Por sinal, já que estamos na Ucrânia, é muito estranho nunca alguém falar do HOLODOMOR, quando Stalin e seu companheiro KAGANOWITCH exterminaram pela fome milhões de ucranianos.

Voltando ao assunto de hoje, ao Massacre de Babi Yar, já lhe dediquei em 17/08/2007, há nove anos, uma postagem naquele meu blog de então, mais tarde censurado e removido pela UOL. Ainda pode ser encontrado no meu livro “O QUE é VERDADE?” às páginas 71. Eis o texto completo:

30 – O papa a serviço da difamação 17/08/2007
Revirando os meus “guardados” ― os recortes de jornais que fui juntando nestes últimos anos ― encontrei um de 22/6/2001 informando que o papa João Paulo II fará uma visita a Kiev, capital da Ucrânia. Diz mais: “Na segunda-feira (...) o papa rezará no monumento consagrado aos judeus que foram vítimas do nazismo, em Babij Yar, no lugar onde 120 mil foram massacrados e enterrados”.
Aí estamos diante de mais uma dessas estórias escabrosas que até os dias atuais são divulgadas pelo mundo afora, sem que haja um menor esforço de verificação de sua autenticidade. Para começar vamos encontrar enormes discrepâncias quanto aos números informados. A saber:
Em novembro de 1943, duas semanas após a retirada das forças alemãs, os soviéticos chamaram jornalistas ocidentais a Kiev. Aos repórteres foi dito que seis semanas antes os alemães ali teriam dinamitado e queimado 70 mil cadáveres ao ar livre, cujos restos depois foram juntados e enterrados por buldózers no desfiladeiro de Babij Yar. O repórter do New York Times, que lá esteve, publica no dia 29 daquele mês o seguinte subtítulo na matéria correspondente: “Remaining (physical) Evidence (of the massacre) Is Scanty”. Através dos anos e das publicações as informações variam entre 300 e 3 mil vítimas. Por exemplo: Vitaly Korotych, editor soviético-ucraniano, declarou diante do Institute of International Affairs canadense, em abril de1990, um número de 300.000. – A Encyclopaedia Judaica e a Encyclopaedia Britannica falam em 100.000. – Os alemães, com a precisão de sempre, informam no Groβe Lexikon des Dritten Reiches, editado em 1982, que se lamenta a morte de 33.371 judeus em Babij Yar. – A universidade de Toronto, em sua Encyclopedia of Ukraine, editada em 1988, fala em 3.000 vítimas. Isto quanto aos números.
Quanto ao fato existe uma documentação sugestiva de autoria de Michael Nikiforuk, presidente do Babi Yar Research Commitee, e publicada pela Ukrainian Friends of Fairfield Association nos EUA. Segundo a mesma os arquivos nacionais de Washington guardam 1,1 milhão de fotos aéreas do tempo a 2ª.guerra, dentre elas 600 de Kiev incluindo 20 vôos sobre o desfiladeiro de Babij Yar. As primeiras datam das 12:23 horas de 17.5.39, mostrando detalhes como carros, sombras de postes, arbustos e pequenas árvores. Fotos aéreas são uma tradição na pesquisa arqueológica. Mesmo sob áreas cultivadas elas descobrem ruínas de cidades antigas, cemitérios etc. Pouco antes (desta documentação) foram descobertas através de fotos aéreas, também na região de Kiev, em Bykivina, Bielhorodka e Darnitsa, valas comuns de milhares de vítimas da era de Lazar Kaganowitsch, governador soviético de Kiev. Pois daquela série de 20 vôos sobre Kiev as últimas fotos datam de 18.6.44 e comprova-se que a superfície do desfiladeiro de Babij Yar não sofreu alteração proveniente de atividade humana durante os dois anos de ocupação alemã. E o autor da documentação afirma que em Babij Yar não foram mortos e enterrados 35.000 (sic) judeus.
Estranho que o Vaticano se preste a atuar num assunto tão polêmico, ou será que as agências de notícias andaram informando por conta própria?

Até aqui o artigo de então. Tomei a liberdade de grifar alguns trechos do original. Tenho a impressão que os fatos narrados falam por si e são mais uma comprovação desta guerra ininterrupta e que visa nada mais nada menos do que o genocídio de um povo inteiro, um povo que tanto contribuiu para a cultura e desenvolvimento desta civilização.

Toedter

3 de maio de 2016

ALEMANHA REAGE?

Aconteceu no último fim de semana a convenção nacional de um novo partido alemão, que pode estar sinalizando alguma forma de renovação na paisagem merkelizada da política alemã e, talvez, europeia. Trata-se do AfD – Alternative für Deutschland (Alternativa para a Alemanha). Já existe há cerca de três anos, período em que sofreu toda sorte de antagonismos, vendo seus partidários agredidos, tachados de nazistas, extrema-direita e coisa que o valha. Suportou mudanças em sua direção, hoje nas mãos de uma jovem mulher, Dra. Frauke Petry.
 O partido venceu as adversidades e agora tem representação importante em oito parlamentos estaduais da RFA. Prepara-se e é bem cotado para as eleições nacionais no próximo ano. Seu nome já diz, pretende ser uma ALTERNATIVA ao marasmo em que se encontra o Estado alemão no qual conservadores se confundem com a extrema mais esquerdista, anarquista e niilista até, conforme aqui já foi exposto. Agora reuniu mais de dois mil delegados com o propósito de estabelecer um programa partidário básico que defina seu posicionamento diante dos desafios da atualidade. Tiveram que enfrentar sérias dificuldades e bloqueios por parte de manifestantes da AntiFa, que deram muito trabalho à polícia. Mas vejamos as principais decisões que foram tomadas e que nem parecem ser daqueles cidadãos e eleitores que em sua maioria davam apoio àquela governança esdrúxula.

* O AfD vai exigir que seja realizado um plebiscito sobre a permanência da Alemanha na União Europeia (igual ao que será realizado agora em junho no Inglaterra).

* Atribuições que foram delegadas à UE devem voltar à alçada dos países-membros. Isto incorporaria também a política exterior.

* A Alemanha só deverá participar de ações da OTAN quando houver mandato próprio da ONU.

* Far-se-ão propostas de alterações no sistema tributário, bem como na política econômica do estado.

* Revogação da Lei sobre energias renováveis (que acabou com a energia nuclear no país) e o propalado Aquecimento Global é posto em dúvida. A velocidade máxima nas Autobahnen voltaria a ser ilimitado, nas estradas passaria a 100 e nos perímetros urbanos a 50 km/h.

* O manifesto renega o bordão criado pela Merkel de que “o Islã pertence à Alemanha”. Aos muçulmanos devem ser impostos limites no exercício de sua fé. Os minaretes, como símbolo de domínio islâmico, são rejeitados, bem como o uso da burca, do cobrimento total, em público.

* Direito de asilo deve ser dado só aos comprovadamente perseguidos políticos e a refugiados provenientes de áreas em guerra.

Assim o ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA se mostra decidido, nacionalista e diz que veio para ficar, não só isso, declarou seu propósito de chegar à GOVERNANÇA! Acredito que vá ser difícil. O estrago, a destruição que a bruxa e seus asseclas já realizaram no país me parece irreversível, MAS A ESPERANÇA…

ALTERNATIVA PARA O BRASIL?

Seria bem-vinda, com certeza. Estamos aqui diante de uma mudança nas hostes governamentais, mas quem, honestamente, acredita em melhores dias? O nosso funesto endividamento público torna ridículas as promessas de “voltar a crescer” com as quais homens e mulheres encastelados no poder insistem em nos enrolar.

Também não adianta acreditar em cor. Como já falei acima, os partidos políticos perderam a cor. Não tem mais preto, verde, vermelho, virou tudo cinza. Dos trinta e tantos partidos registrados que temos qual o que caberia efetivamente na tradicional divisão de DIREITA – CENTRO – ESQUERDA? Se perguntado o PSDB diria que é de esquerda, ou na melhor das hipóteses de centro-esquerda, mas o seu representante mais emblemático, conhecido como FHC, consta numa lista dos membros do globalizante COMITÊ DOS 300, ao lado dos Rothschilds, figuras coroadas, banqueiros etc. Quem logo vai pretender ocupar novamente um lugar ao sol é a esquerda/verde Marina, cujos partidos são “sustentabilizados” pelo Banco ITAÚ. E o partido que aparentemente representa a classe operária não se preocupou em combater o escândalo da “petropropina”, cujos personagens embolsavam valores equivalentes a milhares de salários de um trabalhador de verdade.

Bem que aqui também mereceríamos a esperança de uma ALTERNATIVA.

Toedter

30 de março de 2016

HILLARY VEM AÍ?

Muita gente deve estar se perguntando o que estará havendo no circuito mundial. Tudo calmo? Pode até ser que continue morrendo gente adoidado, mas o noticiário internacional aparentemente entrou em férias. Por isso começo hoje com uma foto que pode dar motivo para uma boa reflexão. Representa “refugees”, vindos do oriente, todos com intuito de se domiciliar na Europa:

Observem bem, são sete homens, uma mulher e três crianças pequenas. Enquanto os sete homens estão de mãos abanando, é a mulher que carrega duas crianças e está DESCALÇA! São outros usos e costumes, não são? Vai dar o que, misturar tudo?

Vejamos o que mais seria de se notar nessa aparente calmaria. Por baixo do pano está se dizendo que está acabando o dinheiro do Estado Islâmico, o que não deve agradar ao chefe turco Erdogan. Este, por sua vez, curte uma "esfriada" por parte da presidência dos USA que declinou de um proposto encontro entre ambos. Só a alemã (?) Merkel festeja sua lua de mel com o otomano. Os alemães descobriram agora que o tratado, que os dois acabam de firmar, esconde ainda um artigo que, em caso de redução da atual corrente migratória, obriga a Alemanha a relocar diretamente da Turquia para a RFA centenas de milhares de sírios. Surpreendente a notícia de que a Fundação Rockefeller pretende deixar o mercado de combustíveis fosseis. Também os sauditas estão se incomodando muito com o preço ainda baixo do petróleo.

O Brasil então, este está totalmente em compasso de espera. Pior é que não se consegue vislumbrar uma perspectiva animadora para o futuro, qualquer que seja a solução que encontrem. O filósofo Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770 – 1831) já dizia:
Encontram-se mulheres à testa de um governo, o Estado corre perigo. Isto porque mulheres não agem de acordo com o que a generalidade requer, porém conforme sua casual inclinação e opinião”. “Stehen Frauen an der Spitze der Regierung, so ist der Staat in Gefahr. Denn Frauen handeln nicht nach den Anforderungen der Allgemeinheit,sondern nach zufälliger Neigung und Meinung”.

Pois é, e será que o mundo, não apenas o Estado, vai ter que se haver com a Dona Hillary (esposa daquele da estagiária). O Trump, seu concorrente à presidência dos Estados Unidos, está com boas cartas, mas é odiado pela mídia e duvido que aqueles, que querem a Clinton, deixem de impor sua vontade. Assim como Obama foi festejado como primeiro presidente negro, ela vai ser jubilosamente recebida como primeira presidente mulher. E ela representa toda a tenacidade e violência de um sistema e, no caso da Líbia, já mostrou em 2011 a que veio. Devido às suas maquinações, com apoio logístico americano fez com que a OTAN lançasse 9.700 ataques contra a Líbia, sem distinguir, como de costume, objetivos militares e civis. Estes liberais imperialistas não vão parar.

Obama conseguiu enganar a todos simbolizando “esperança”. Buscou representar o pacifista, nunca foi. Foi a favor da matança no Iraque e no Afeganistão e aprovou secretamente o ataque israelense a Gaza, massacre conhecido como Operação Chumbo Fundido. Hoje tem seus drones espalhando terror e morte pelo mundo.

Está no sangue de certa gente promover o MAL. Eles estão no domínio daquela poderosa nação e agem como afirmou Madeleine Albright, secretária de Estado na gestão liberal de Bill Clinton: “Se tivermos de usar a força é porque somos a América. Nós somos a nação imprescindível. Nós estamos no alto. Olhamos mais para o futuro.”

Madeleine Albright é militante apaixonada da candidatura Hillary Clinton.
Toedter