11 de setembro de 2020

MILITARES ADVERTEM

Militares franceses afirmam que o Covid-19 é uma guerra total contra a população mundial com o fim de a escravizar,  controlar, esterilizar e reduzir.


Um relatório dos militares franceses adverte que os objetivos "reais" da Covid nada têm a ver com os objetivos "oficiais" que as autoridades corruptas (governos, saúde, etc.) e a mídia nos dizem falsamente.

De acordo com o relatório, os objetivos "reais" da Covid são (entre outros):

1- Controlar a população mundial para escravizá-la completamente (vigilância e rastreamento permanente, abolir o dinheiro físico e impor criptomoedas, restrição de liberdades, etc.)

2- Obter vacinação obrigatória para ter acesso ao interior do corpo humano.

3- As vacinas podem: introduzir microchips de nanotecnologia, outros vírus naturais ou artificiais, substâncias tóxicas, alterar permanentemente o DNA (isso pode deixar as pessoas em estado catatônico, ou com graus variados de autismo, ou acabar com o ser humano como sabemos).

4- Covid-19 está diretamente ligado à tecnologia 5G.

5- A cidade de Wuhan (China) foi uma das primeiras cidades em que o 5G foi instalado em grande escala e lá fizeram uma experiência social e criminosa. Os militares franceses são da opinião que muitas mortes inicialmente em Wuhan foram devido a uma combinação de vírus 5G + + vacinas. Foi um ataque combinado de guerra biológica e ondas eletromagnéticas.

6- Os militares franceses qualificam esta situação como uma guerra total contra a população mundial.

7- A solução é a população mundial se informar, reagir, não consentir com este ataque e agir o mais rápido possível para neutralizar os atacantes (o grupo NWO, Nova Ordem Mundial ou Estado Profundo, governo paralelo, elite, Bilderberg, etc. .)

8- Os militares franceses foram obrigados a classificar este relatório, mas optaram por torná-lo público para alertar a população, ficando assim do lado da Humanidade e não da NWO ou Deep State (o grupo corrupto que está perpetrando este ataque).


Traduzido do espanhol de >alertadigital.com/2020/09< e aqui reblogado por NorbertoToedter 


7 de setembro de 2020

OUVIRAM DO IPIRANGA


Hoje a mídia social está ativa e mexendo com os nossos sentimentos. É um mandando para o outro um áudio do Hino Nacional. Recebi dois, um muito sensibilizante, apresentado num palco da Europa por grande orquestra e interpretado por um jovem cantor italiano. O segundo, também muito lindo, apresentado pelo Trio Amadeus. Não é possível deixar de se emocionar ouvindo, mesmo pelo celular, aquelas palavras e acordes que aprendemos a amar já quando ainda crianças. Coisa que hoje, quer me parecer, não vem mais acontecendo. O hino nacional tem um significado sociocultural extremamente importante para um país. É um carimbo oficial que atesta sua existência. Faz a nação ser para o seu povo o que um lar representa para uma família.
Hoje, 7 de setembro, ilustra a data em que nasceu o lar dos brasileiros. Foi sempre muito comemorada com banda de música e desfiles, mas vem deixando de ser. Pouco se canta hoje o hino nacional. É que pressupõe orgulho e alegria de quem o vai entoar. Mas é o que muita gente hoje não sente e se mostra propenso até a buscar em outras plagas, talvez melhor administradas. Olvidam eles que quem escolhe a administração somos nós. Se um lar é mal cuidado, cheio de goteiras, instalações com defeito, a responsabilidade é dos moradores. Outros culpam o regime político, a corrupção generalizada e querem acabar com a democracia, nome que em grego antigo se traduziria como “governo da escumalha”.
Acho que não depende da denominação que se dê ao regime. Democracia não precisa sempre contar com um enorme número de partidos e um exército de políticos. O número generalizadamente extrapolou. Nunca vi um programa claro e definido que o partido defenda. Soube que os candidatos para uma eleição são escolhidos pelo chefe do partido, que também determina os recursos financeiros dos quais cada um poderá dispor. Ora aí já terminou a democracia antes de começar. Não é de estranhar que por melhor que sejam as intenções de um governo eleito pelo povo, as reformas que pretenda fazer, serão sempre de “meia-boca”, para que sejam aprovadas pelos representantes do mesmo povo”. Temeroso, entretanto, é que os males citados não são exclusivos de um só país. Isto levou água aos moinhos dos que pretendem criar a NOVA ORDEM MUNDIAL, aos globalistas! E se estes levarem a melhor, minha gente, ninguém mais vai cantar, muito menos um HINO NACIONAL.