23 de junho de 2018

NOTÍCIAS FALSIFICADAS


Está na moda falar de FAKE NEWS, Notícias Falsificadas. Há poucos dias ouvi, por acaso, isto na TV, um dos nossos ministros do STF pronunciando-se a respeito. Só um curto trecho, mas deu para entender que estava batendo na mesma tecla: O bandido é a internet e é preciso encontrar meios de impedir que isso se alastre. Mas não é só ele. Ontem foi a vez do STE. Ele nos disse que as próximas eleições poderão, até mesmo, ser anuladas, caso se verifique a interferência de fake news. Ao mesmo tempo na Europa o parlamento europeu em Bruxelas está muito preocupado com o assunto e, ao que parece, já bem adiantado com o, ou os seus projetos de leis. Segundo entendi, Google e Facebook, aliás todas as operadoras desta área, terão que instalar FILTROS especiais para suprimir qualquer manifestação considerada FALSA. Não deixa de ser sugestivo notar que um assunto assim passa a ser tematizado em vários quadrantes do planeta ao mesmo tempo.

Os tais filtros fazem acreditar que a Inteligência Artificial já deve ser uma realidade. Segundo depreendi de uma notícia na internet (seria fake?), estes filtros já existem, seriam caríssimos, a ponto de só Google e Facebook terem efetivamente condições de operá-los. E os filtros, vão eles decidir o que é CERTO e o que é FALSO? Não é fácil acreditar. Talvez seja preparação para que voltemos a nos acostumar com a ideia da CENSURA, não essa de fazer com que aparelhos escolham na surdina o que vai ser publicado e o que não, mas aquela conhecida do “é proibido”. Não vamos esquecer que esta história de fake news, que agora faz com que até ministros de tribunais supremos se preocupem, pode ser um caminho, para instalar um controle de OPINIÃO! Opinião cuja manifestação deve ser livre, como nos assegura o artigo quinto da nossa Constituição. Segundo a ONU é também um Direito Humano.

O que chama a atenção, é que estão focando o problema na internet. Ora, ora, estou há doze anos exercendo a minha atividade publicista aqui nessa rede mundial e não posso dizer que alguma fake news tenha me aparecido de forma relevante. Também nunca me ocorreu a ideia de eu mesmo publicar alguma inverdade. E a televisão não mente? Toda a mídia não está cansada de distorcer os fatos? A agência Reuters só fala a verdade? A MAIOR MENTIRA DA HISTÓRIA não está aí há décadas, viva como nunca, contribuindo para criar um mundo pior? Quer me parecer um tanto rebuscada essa repentina preocupação com a MENTIRA.

8 de junho de 2018

ONU e os DIREITOS HUMANOS



A par da triste experiência que estamos tendo com a grande maioria dos nossos representantes do povo, deve ser mais que justo perguntar: e aqueles dignatários, advindos de todos os recantos do mundo, para se reunir em Nova Iorque – não sei com que frequência – seriam eles “representantes dos povos”? Eles são eleitos? Por quem? Para fazer O QUE? Lá existe um Conselho de Segurança que já tomou decisões importantíssimas, mandando suspender conflitos bélicos, mas ninguém obedeceu. Cinco nações têm poder de VETO a qualquer resolução. Um privilégio baseado em quê?

Mas na surdina, ou na calada da noite, os “organizados das nações unidas” agem. Aprovam regras e regulamentos deletérios, que servem para minar e alterar a vida aqui no planeta. Servem para desconstruir a sociedade, para aumentar as dissensões. Lembro a Agenda 21(ver neste blog em abril 2016). O que está acontecendo na Europa já foi assunto na ONU em 2001 quando ali foi apresentado o relatório “Replacement Migration” (Migração de Reposição - veja neste blog em 2/12/2015). E foi a ONU que em determinado momento aprovou os “DIREITOS HUMANOS”


São 30 artigos (em corpo 10, ocupam duas páginas A4) que em suas maioria representam o óbvio, o RESPEITO AO PRÓXIMO. Algo que faz parte da boa educação que a gente recebe em casa. O restante deve constar de qualquer Código Penal decente. A ONU foi constituída para “manter a paz entre as nações”, não para elaborar leis universais. Não creio que já tenha lhe sido dado competência para tanto. Além do mais, quem fala em direitos, também tem que falar em deveres. Então para o que servem os “Direitos Humanos” promulgados pelas Nações Unidas? Pelo que vejo passou a ser um bordão bem-vindo pelos políticos, copiosamente usado em suas falas, parecendo dizer tudo sem dizer nada. Serve também para fazer acusações generalizadas, encontradas na mídia nossa de cada dia. Acho que seria mais produtivo que se insistisse na educação de crianças e adultos sobre a importância de se respeitar o próximo. Dispensaria ficar falando em racismo, violência, discriminação e outros termos, que hoje estão sendo tanto usados e, talvez por isso mesmo, se justificando.

Voltando à ONU, ela foi oficialmente instalada em 24.10.45, portanto cinco meses depois de terminada a II Guerra Mundial. Na realidade já teria sido esboçada por Roosevelt e Churchill em dezembro de 1941, quando ainda existia a LIGA DAS NAÇÕES, sua antecessora, também destinada a manter a paz entre as nações, propósito este, no qual ambas as sociedades fracassaram redondamente. A LIGA fora fundada em 1919, mas os próprios Estados Unidos nem aderiram e Hitler e Mussolini já se desligaram em 1933 e 1937.

Desde que a ONU existe já tivemos os seguintes conflitos bélicos (independente dos que esqueci):

Guerra da Indochina (1946 - 1954)

Guerra fria (1948 - 1989)
Primeira Guerra Caxemira (1948 - 1949)
Guerra da Coreia (1950 - 1953)
Guerra da Argélia (1954 - 1962)
Guerra Colonial Portuguesa (1961 - 1975)
Guerra de Independência de Angola (1961 - 1975)
Guerra de Independência da Eritreia (1961 - 1991)
Guerra da Independência de Moçambique (1964 - 1975)
Guerra do Vietnã (1964 - 1973)
Guerra Civil na Colômbia (1964 )
Segunda Guerra Caxemira (1965)
Guerra da Independência da Namíbia (1966 - 1988)
Guerra dos Seis Dias (1967)
(Guerra das 100 horas) (1969)
Guerra de Bangladesh (1971)
Guerra do Yom Kipur (1973 - 1973)
Ocupação soviética do Afeganistão (1979 - 1989)
Guerra Irã-Iraque (1980 - 1988)
Guerra das Malvinas (1982 - 1982)
Primeira Guerra do Líbano (1982)
Guerra de Nagorno-Karabakh (1988 - 1994)
Guerra do Golfo (1990 - 1991)
Primeira Guerra da Chechênia (1994 - 1997)
Guerra do Cenepa (1995)
Guerra do Kosovo (1996) - (1999)
Guerra Etíope-Eritrea (1998 - 2000)
Guerra de Kargil (1999)
Guerra do Kosovo (1999)
Segunda Guerra da Chechênia (1999)
Invasão Afeganistão pelos Estados Unidos (2001 - 2002)
Guerras do Iraque (2003 – agosto de 2010)
Segunda guerra do Líbano (2006)
Operação Chumbo Fundido- Gaza (2008 – 2009)
Guerra na Líbia (2011)
Guerra na Síria (2011 – inacabada)

Fica a pergunta: Para o que serve a Organização das Nações Unidas? Receio que sua única finalidade é preparar a tomada do poder pelo Governo Mundial, vulgo Nova Ordem Mundial, grande objetivo dos GLOBALISTAS.

29 de maio de 2018

PREJUÍZO JÁ CHEGA A 32 BI

Estamos vivendo o nono dia da GREVE DOS CAMINHONEIROS no Brasil. A paralisação, que se estendera por todo o território nacional, foi abrandada em consequência das concessões a que foi obrigado o governo federal. Estas consistem de uma redução do preço do óleo diesel. Mas não é a “nossa” Petrobrás que arcará com o custo deste desconto, ela será compensada pelo governo, ou seja, será pago pela população. Ainda assim há grupos de grevistas que consideram que suas reivindicações não foram plenamente atendidas e ainda permanecem estacionados nas estradas.
Parece que seus reclamos ou não foram bem formulados ou não foram bem entendidos, apesar das reuniões quase permanentes dos ministros e setores responsáveis. Também não acredito que um simples desconto no preço de um dos componentes que formam o custo do frete, que, em última análise, é pago pelo destinatário da carga, possa ter sido a causa de um movimento deflagrado com estrategia e logística admiráveis, próprias de uma competente operação militar.
Um movimento que paralisa durante uma semana o abastecimento em setores essenciais de um país com mais de 200 milhões de habitantes, na minha opinião, tem OUTRAS ORIGENS. Ele provoca DESESTRUTURAÇÃO da nação. Se antes o governo já não era muito prestigiado, agora ele foi humilhado. Os problemas econômicos do país foram agravados. Povo passa a ter mais motivos para dissidias. Outros setores podem se sentir emulados a seguir o exemplo dos caminhoneiros. Aí teremos mais razões para caminhar para trás.
Temos exemplos na vizinhança. O país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo, a Venezuela. Teoricamente deveria ser rico, entretanto vive grandes problemas sociais e seu povo empobrecendo. Não foi o Chavez, nem é o Maduro quem queria ou quer que isso aconteça. Na Líbia o Gaddafi vinha passando o lucro que a venda do petróleo produzia para o seu povo. Acabou bombardeado e assassinado e o país voltando à idade média nas mãos de poderes tribais.
Dois exemplos apenas da ação dos que querem implantar o governo mundial, os COMUNO-GLOBALISTAS. Por que o Brasil seria poupado? Ontem à noite um dos representantes dos caminhoneiros autônomos afirmou em entrevista que o movimento estava tendo interferência política. É evidente que os acima citados pretendentes a instalar a Nova Ordem Mundial têm aqui os seus seguidores, ou operadores. Essa Greve dos Caminhoneiros foi muito bem organizada, não é coisa de amadores.

O prejuízo que essa greve já ocasionou à economia brasileira já está sendo noticiado como tendo alcançado o montante de 32 bilhões .

25 de maio de 2018

O PETRÓLEO É NOSSO


Os mais vividos, como este blogueiro, devem se lembrar de um slogan que por um bom tempo animava nossas mentes e ilustrava páginas da nossa mídia.

Acompanhávamos o noticiário sobre a produção de barris, ansiando pelo dia em que o país se tornasse independente da importação. Pensávamos poder assistir a redenção do Brasil, a realização dos sonhos de Monteiro Lobato e Getúlio Vargas. Hoje esses dois estão se virando na tumba. “É nosso” coisa nenhuma. A greve dos caminhoneiros, que está sacudindo o país, põe a nu a verdade.

Estamos vendo isso agora, pois é o presidente da gloriosa Petrobrás quem afirma que nossos preços têm que acompanhar a flutuação do mercado internacional. Então continuamos na situação de um importador de petróleo, com uma agravante absurda, os preços estão sujeitos a alterações diárias, provocando verdadeiro tumulto na praça. Os derivados do petróleo têm seus custos integrando muitas previsões e cálculos de orçamento, obrigando a inclusão de uma margem de segurança.

Pressionada, a Petrobrás prometeu fazer por 15 dias um desconto no preço do Diesel. Consequência: despencaram suas ações na Bolsa e nos lembrando que a Petrobrás NÃO É NOSSA, é da oligarquia financeira internacional. A esta pouco interessa os perigos que um desabastecimento geral possa provocar.

É semelhante ao que acontece em outras áreas. Na agricultura, por exemplo, fomos obrigados a aceitar os TRANSGÊNICOS e com eles os agrotóxicos, por mais venenosos (glifosato) que sejam também para os humanos.

A ÁGUA É NOSSA?
Até poucos anos atrás havia aqui uma água de fonte, também chamada mineral, excelente. Lamento não me lembrar mais do nome, mas um belo dia mudou seu nome para CRYSTAL, é isto mesmo com “Y”. E mudou também de dono. É uma empresa com sede lá em Atlanta, Estado da Georgia, Estados Unidos. Quer dizer, capta aqui a nossa água, vende aqui e o lucro vai para Atlanta. E tem mais. Apesar de ser proibido, será que não se servem um pouco da “venda casada”? É que o nome da empresa é Coca Cola.
No início de governo Temer surgiu o boato de que Coca Cola e Nestle estariam querendo adquirir do governo brasileiro os direitos de exploração do aquífero Guarany. Ambas as empresas desmentiram. Fato é, entretanto, que Nestlé Waters alega ser a maior empresa de água engarrafada do mundo, vendida sob 51 marcas diferentes que vão de Pure Life a Perrier e Vittel (Google).

O site watergate.tv informa no dia 18.5.218 que a Nestlé Waters está comprando direitos de exploração em todo mundo e que seu dirigente teria dito “água não é um direito humano e sim um produto alimentício e deve ter um valor de mercado”.

ANGUSTIANTES PERSPECTIVAS
Assim se até a água pertence a esses “donos do planeta”, o que é que estamos fazendo aqui? Não demora e aparece alguém querendo cobrar pelo AR que respiramos. Teremos que concordar, para ajudar a pagar as impagáveis dívidas do país. Teremos que concordar da mesma forma como somos obrigados a concordar com “flutuações internacionais” de preços do petróleo, bem como concordar em pagar os impostos embutidos no preço final dos derivados, para satisfazer nossos credores. Consolemo-nos, não é só o Brasil que está assim...

22 de maio de 2018

GOL DE PLACA (VERMELHA)


Desta vez os Rothschilds (roth = vermelho, schilds = placas) se superaram. Já haviam conseguido realizar o que parecia impossível, eleger como Chefe de Estado na França um homem que nunca fora político. Seu mérito foi o de ter sido secretário dos placas vermelhas, da família mais rica do mundo. Apareceu poucos meses antes das últimas eleições e, pimba, ganhou com boa margem de votos. Seu nome: Macron. Hoje já desbancou a própria Merkel. Mas não é dele que quero falar.

Foi fantástica a promoção que encenaram agora no último sábado, dia 19. O mundo assistiu a um casamento na família real do último reino de peso que sobrou neste planeta. Fora este do Reino Unido, ainda temos o espanhol, o holandês e, talvez, ainda algum reinozinho na África. Não esqueçamos do único império que sobrou, o Japão.

Chamei o acontecimento de “promoção”. Deve ter tido uma audiência mundial recorde. Realmente o marqueteiro ou marquetólogo dos globalistas lavrou um tento de valor inestimável para propulsionar o esquema de substituição cultural que está em andamento. Tivessem pensado nisso antes, talvez poderiam ter evitado o BREXIT, decidido pelo povo inglês em votação, mas que a premier Theresa May tanto se esforça em protelar.

A rainha Elizabeth não demonstrou muita felicidade. Uma casa real de tanta tradição tem regras de comportamento e etiqueta rigorosas, na verdade não muito respeitadas pelo príncipe Harry. Também houve vários divórcios na família. Já o rei Edward VIII, que assumira o trono em fevereiro de 1936, teve que abdicar ainda no mesmo ano, porque enamorou-se por uma mulher divorciada. Preferiu o amor ao trono. Ou será que o fato de ter simpatia pelo regime nacionalsocialista da Alemanha teve algo a ver com o problema?

Por falar em AMOR, foi uma das palavras mais usadas no sermão pelo bispo africano que celebrou o casamento. Num momento ele disse mais ou menos o seguinte:
ESTE AMOR FARÁ DESTE VELHO MUNDO UM NOVO MUNDO!”

Mas, prezado senhor Bispo, o que é que o senhor tem contra este nosso mundo? Nosso bom mundo, é verdade, aquele de antes que vocês globalistas/marxistas começassem a querer mudá-lo? Conte isso para a gente. Conte também como é que querem que seja esse NOVO MUNDO, esse que vocês tanto apregoam. Já tem até uma sigla: NOM, Nova Ordem Mundial. Proclamam, mas NUNCA DIZEM COMO DEVERÁ SER.

O senhor, que diz representar Deus, explique para nós: ELE autorizou vocês a mudar o que ELE fez? Ou será que é tudo mentira? Vocês estão agindo por conta própria, ou a mando de outrem?

Não haverá resposta. Continuarão enganando a humanidade, provocando destruição e desordem, misturando os povos, para que não saibam mais donde vieram e para onde vão. Continuarão a fazer suas promoções, a exemplo do FLAUTISTA DE HAMELIN, esperando que uma multidão de ingênuos e alienados os siga em direção ao precipício. Esperemos que apareça um JUIZ que anule este e todos os outros gols de placa(vermelha), para que a humanidade possa voltar a se desenvolver de acordo com a vontade do seu CRIADOR.


11 de maio de 2018

MULTICULTURA ou PURÊ de culturas


Esses dias testemunhei uma cena inusitada. Moradores de rua abrigando-se em uma das mais cuidadas praças da cidade. Tinham até colchões velhos deitados sobre a grama e ali dormiam aquecidos pela companhia dos seus fiéis guapecas.

Lembrou-me as imagens de Roraima e a invasão de “refugiados” venezolanos. Consta que já seriam mais de 40 mil. Lembrou também os cuidados exigidos das nossas autoridades em acomodar, alimentar, vacinar e transportar essa gente toda para outros estados.

Refugiados? Refugiados do que? Na Venezuela não há catástrofe, não há guerra. E mesmo que houvesse, será que não deveriam ficar lá e ajudar a defender seu país? Sempre houve o direito ao asilo para perseguidos políticos e muitos dos nossos o aproveitaram, quando corriam perigo nas décadas de 60 e 70 aqui no Brasil. Agora esses que estão vindo ai, de mala e cuia, querem ver se melhoram de vida. Mas destes nós mesmos temos o bastante, deveríamos cuidar dos nossos.

Porém acho que já perdemos a soberania. Não podemos fechar as fronteiras. A ONU não permite. A ONU na verdade não está aí para evitar guerras e dissensões entre as nações como se pensava. Nunca tivemos tantas guerras quanto depois de 1945, quando foi fundada. Criou os Direitos Humanos e complicou a vida em todo o planeta. Porque 30 longos artigos, quando bastava um: RESPEITO AO PRÓXIMO, o que a gente aprendia, ou devia aprender, quando criança. Os 30 artigos pretendem igualar o que não é igualável. O tuaregue que se sente em casa no deserto africano tem costumes diferentes dos do habitante do Alasca, o muçulmano do budista. Minorias passaram a merecer maior atenção do que as maiorias.

E é a ONU que não se importa com os bombardeios que estão acontecendo, nem com as ameaças de 3a.GM. Está aí para ajudar a implementar o GLOBALISMO e, para tanto, é necessário acabar com o sentimento nacional das pessoas.

Criou o MULTICULTURALISMO. Foi a ONU que determinou que cada país revisasse sua legislação e criminalizasse a discriminação RACIAL, CULTURAL, ÉTNICA e RELIGIOSA. Premissa para poder misturar tudo. Sem uma identidade que caracterize os cidadãos de uma nação, esta perde o sentido. Globalismo quer dizer “Governo Mundial”. Teremos cada um um CPF mundial? Haverá eleições? Haverá leis? Como será na prática? Quem serão os mandantes?

Exemplo dramático vem da Europa. Quando a chanceler alemã Merkel simplesmente ignorou o tratado, que protegia as fronteiras das nações daquele continente, permitindo e incentivando o ingresso de milhões de africanos e asiáticos, ficou caracterizada a intenção genocida da globalização. Ali foi iniciada a substituição racial da população branca. Li ainda hoje que na cidade alemã de Frankfurt a população de origem migratória já igualou em número a autóctone.

O termo MULTICULTURA é eufemismo. Não haverá coexistência de culturas. O que se pretende é fazer um purê, bem mole, fácil de ser deglutido.

A quem quer se aprofundar no assunto NOVA ORDEM eu posso recomendar o endereço:
http://www.goodnewsaboutgod.com/studies/political/newworld_order/world_order.htm
É um estudo um tanto longo, mais de 70 páginas, firmado por Lorraine Day M.D. Muito interessante.

30 de abril de 2018

PUTIN TEM CARTA NA MANGA


O meu propósito com a última postagem ADEUS A HITLER não foi o de fazer uma apologia ao “Führer” do 3.Reich. Sua ação e suas ideias sofreram exaustiva e continuada condenação e não é qualquer opinião contrária que seria capaz de mudar alguma coisa. Ela sensibilizaria muito pouca gente. Não, o verdadeiro propósito foi o de tentar implantar uma dúvida nas mentes, mesmo das mais irreversíveis. Considerando a situação geral em que se deu aquela publicação, ela teria sido possível acontecer se o homenageado naquela elegia tivesse sido o DÉSPOTA, o CARRASCO, o OPRESSOR como foi sua personalidade representada desde então? Não, com certeza. Se assim fosse o povo estaria dançando e cantando nas ruas, festejando a morte do abominável e jornalista nenhum ousaria escrever aquelas palavras, muito ao contrário procuraria agradar aos novos mandatários que estavam chegando.

Mas vamos ao PUTIN. Por mais que venha sendo provocado, ele não parece estar interessado numa guerra. Seus contrários estão fazendo tudo para desencadeá-la. Serviram-se de um pretenso assassinato de um ex-espião russo e sua filha, praticado em Londres com o uso de um veneno proscrito, que só a Rússia possuía e tudo mediante ordem pessoal de Putin. Acontece que o tal espião já estivera preso na Rússia durante quatro anos. Não teria sido necessário esperar que se mudasse para longe. Para a tristeza do governo britânico, autor da acusação e de seus colegas ocidentais, as anunciadas vítimas não morreram.

Não bastasse essa palhaçada, veio outra com as “armas químicas” do Assad. Como se nesta altura, a Síria praticamente reconstituída, o seu presidente fizesse a burrice de mandar jogar umas bombas de gás venenoso contra sua população, ali nas redondezas da capital Damasco. Mas toda imprensa ocidental, teleguiada com sempre, embarcou nessa. E o Trump até disparou alguns foguetes de retaliação numa incompreensível provocação à Rússia aliada de Damasco.

Mas as provocações não se resumem nisto. A Rússia está cercada de bases militares da OTAN e, como “ponta de lança” dos pretensos inimigos de Putin, lá figura a República Federal da Alemanha. É sabido que esta de “República” só tem o nome. É filial dos promotores da Segunda Guerra Mundial, até hoje militarmente ocupada e na linha de frente em ameaças e sanções à Rússia. É na Alemanha, em Ramstein, que está o Quartel General da Força Aérea americana. É na Alemanha que estão depositadas as armas nucleares do Ocidente.

Pergunta-se e o seu povo? O povo alemão sofre de incurável complexo de culpa e não se importa de estar condenado a extinção. Já publiquei aqui extensas matérias sobre este genocídio em curso. Não é novidade e é aceito, tolerado pelo mundo todo, inclusos os próprios alemães. Entre estes há até os que batem palmas. Parece doença.

É doença! É causada pelo vírus “Holocausto”. Ela em geral não se manifesta fisicamente. É subliminar. Grande parte da população com maior envolvimento passou a sofrer de autoflagelação mental, fica até feliz com os males que lhe são causados. Através das mais diversas maquinações este vírus atua no mundo todo, condicionando as pessoas e os governos. Na verdade este holovirus é produto de laboratório. Saiu dos Campos de Concentração criados pelos alemães na Segunda Guerra. Com a sua atividade pretende-se não só manter a Alemanha submissa, mas, também, operar grandes transformações no planeta. Aí chegamos ao Putin e à carta que ele tem na manga.

Já vimos que ele não está aceitando as provocações para entrar numa Terceira Guerra Mundial e o trunfo que ele tem é o poder de desativar o vírus do holocausto. Desarmaria todo o condicionamento mental, não só da população alemã, mas de todo o mundo ocidental.

Acontece que os seis principais campos de concentração se encontravam na região ocupada pela então União Soviética e toda a documentação ali arrebatada está hoje em Moscou. Nesta documentação também havia LIVROS DE REGISTRO DE ÓBITOS (o alemão sempre prima por organização). Eram livros com 1500 páginas e cada página era ocupada pelos dados de um registro.

Consta que já em 1990 um comitê da Cruz Vermelha Internacional teve acesso a 46 livros do campo de Auschwitz relativos ao período de fins de julho de 1941 a dezembro de 1943. Havia páginas em branco.

Abstenho-me de fazer cálculos e desenvolver conjecturas. Fato é que Putin tem documentos capazes de desativar o vírus e desarmar o mind control que domina seus adversários, entre eles principalmente a Alemanha.

Perguntar-se-á porque já não os publicou há tempos. Eu diria que ele não é nenhum filantropo, nem benfeitor da humanidade. Continuará festejando o “Dia da Vitória” com grandes paradas militares e maldizendo os nazis sempre que oportuno.

Por mais que desejem a 3a. Guerra, ainda não sabem como evitar pisar nos calos de Putin.


20 de abril de 2018

UMA VOZ DO OUTRO LADO


Era dia 2 de maio de 1945 - Viviamos o estertor da 2a.Guerra Mundial. Isto em Hamburgo, segunda maior cidade da Alemanha, que às 20:30 daquele dia seria declarada “cidade aberta” (rendição) e ocupada pelas tropas britânicas às 13 horas do dia seguinte. Neste dia 2, um dia após a morte de Hitler, foi publicada a então última edição do jornal HAMBURGER ZEITUNG, uma só página, impressa de um só lado. Guardei um exemplar até hoje. Ali, abrindo a primeira coluna, lia-se o artigo que traduzi e reproduzo abaixo.


ADEUS A HITLER
de Hermann Okrass

Certa vez ele disse “Não quero que a minha lápide contenha outras palavras do que o meu nome.” Agora nem mesmo o seu nome luzirá sobre seu túmulo, pois sabemos que ele deve ter desaparecido, lutando obstinadamente, junto com a chancelaria do Reich e de cujos escombros, a que foram reduzidas as edificações através do bombardeio por inumeráveis baterias de artilharia e lança-chamas, o inimigo não terá condições de retirar um corpo do qual dirá que tenha sido o do Führer. Isso não acreditamos. E se o inimigo o afirmar, mesmo assim não acreditaremos. O corpo está morto, isto acreditamos, isto sabemos, ruído, desfeito o que era mortal, mas cumpriu sua mais bela promessa, seu compromisso: “O mais sublime do que Deus me deu neste mundo é o meu povo. Nele repousa minha fé, a ele serve o meu querer e a ele dou minha vida.” A vida foi completada. Lutando por seu povo, tal como começou, assim extinguiu-se. Uma vida de lutador.

Agora o mundo tentará interpretá-lo. Escreverão livros sobre ele, irão honrar e amaldiçoá-lo, haverá os que o criticam e os que por ele rezam. Um Grande deixou este mundo e onde uma grande luz se apaga de repente surge do cinzento ocaso muito do que à luz clara havia desaparecido. Isto se nos mantém estranho e bem distante do nosso pensamento. É a verdade: Nós nos conjuramos a este homem e aos seus preceitos, o seguimos nos dias sombrios do nosso povo e no bem sucedido voo às alturas, quando conduziu nossa gente aos poucos, belos anos de paz e na luta estivemos ao seu lado, como todos os bons alemães. O mundo não deverá nos ver apequenados e mesquinhos para alegria do vencedor. O veredito no julgamento dele podemos confiar à História. Nós coetâneos não vamos poder pronunciá-lo.

Será que o mundo de amanhã terá condições de interpretá-lo? Aos de hoje não cabe julgar seus contemporâneos, mesmo que o contemporâneo tenha sido tão singular quanto o foi Adolf Hitler. Mas a posteridade voltará a ver o poderoso a distância, lerá suas palavras, lerá nossas palavras, mas não poderá compreender a amplitude da riqueza emocional do mundo dos nossos dias. Assim só podemos esperar que ela creia nas fortes palavras do poderoso homem: “Podem me presentear continentes, eu preferiria ser nesta nação o mais pobre cidadão.- Eu não sou tão louco de querer uma guerra.- Na juventude eu era trabalhador e na minha índole sempre o permaneci.- Não lutamos por teorias, nem por dogmas. Se somos, não importa, essencial é que nosso povo viva!”

Como soarão estas palavras perante os pósteros. Eles o compreenderão, entenderão, através destas palavras, o porquê de um povo inteiro, na maior penúria, ter se aliado a este homem? Só podemos esperar que o faça, porque então sabemos que a história verdadeiramente compreenderá este homem, sua doutrina e a nossa época.

É que isto nós vemos hoje, com mais clareza do que nunca, o vemos comprovado pela imensurável e pesada campanha que nosso povo valentemente cumpriu, o vemos na silente lealdade, até do mais pobre filho do nosso povo, que se concentrou em Adolf Hitler, juntando, como uma luz que converge através de uma lente num ponto só, as mais belas virtudes, as vontades mais calorosas, os anseios mais nobres, o mais lindo querer do nosso povo, a saudade do Reich, o ímpeto pela justiça socialista, a vontade expressa pela liberdade sem travas, pela inequívoca liderança, tudo isso o nosso povo via reunido em Adolf Hitler e sua ideia.

Que mentes pequenas tenham obscurecido a imagem dos seus propósitos, que traidores e maus conselheiros o abandonaram e venderam, que finalmente uma poderosa supremacia de aço e dinheiro o oprimiu, isso não pode mudar sua efígie guardada no fundo do coração do nosso povo. Possa isso talvez ser toldado pelo atual momento, possa devido a imensidão de vítimas, do sofrimento e da miséria haver distorções, mas quando as impressões voltarem clarear, ela voltará a aparecer também ao último cidadão tal como era naqueles dias em que a nação inteira alegremente a ele se dedicara.

O homem está morto, tombou lutando. Permaneceu fiel a si mesmo. Ele queria o melhor para o seu povo, que por isso tanto o amou. Sabemos que ele continuará vivendo em nossas plagas, não como herói de guerra, honrado com estátua de bronze, mas sim como filho deste povo, cujo puro intento sua gente entendia e cuja mais bela palavra e legado permanecerá a de afirmar, quando seu povo passava as maiores necessidades, que o amava mais que a si próprio. (Final da citação)

13 de abril de 2018

O QUE É GLOBALISMO


Antes de dar sequência ao tema que abordei na última postagem, é com sentido pesar que aqui me alio a todos que estão a prantear a perda desta figura exemplar, que foi para nós GERD HONSIK. 


Grande pensador, revisionista e comunicador, lutou sem esmorecer a vida toda contra a mentira e a falsificação. Foi perseguido, processado, encarcerado e obrigado a buscar abrigo em outros países. Nascido em Viena, Áustria, em 1941, faleceu agora, 7 de abril último, em Ödenburg (Sopron) na Hungria, onde vivia exilado. -

Sua memória será sempre honrada. 

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Globalismo e sua origem.
Eu diria que uma das primeiras manifestações públicas identificáveis teria ocorrido por ocasião das comemorações do centenário da Revolução Francesa, ao final do século XIX, em Paris. Ali foi criada a INTERNACIONAL SOCIALISTA. O Globalismo, isso já é público e notório, pretende assumir o GOVERNO MUNDIAL, tem, portanto, iguais pretensões às da Internacional Socialista. Já ali a I.S. mostrou a que vinha: decidiu acabar com três Impérios europeus. Conseguiu o que queria em cerca de vinte anos. Extinguiram a casa imperial do Império Austro-húngaro, com a mesma guerra fizeram o Kaiser alemão abdicar e ainda assassinaram o Czar da Rússia e toda a sua família, detonando a Revolução Russa. Nesta Rússia já foi criada uma vasta área experimental com a instalação do Regime Soviético. Tendo este como base operacional, seus agentes foram enviados para o mundo todo. Aqui basta nos lembrarmos dos nome Prestes e Olga. No Congresso americano foram denunciados em 1963 os “45 Objetivos Comunistas”, publicados cinco anos antes no livro THE NAKED COMMUNIST (veja neste blog em Maio 2017). A presença vermelha nos EUA já fora sentida antes pelo maccarthysmo.

Que a INTERNACIONAL SOCIALISTA tenha sido uma das razões da criação do NACIONAL SOCIALISMO, seu mais ferrenho opositor, é bastante óbvio. Mobilizou 53 países em uma guerra das mais sangrentas. Derrotados os nacionalistas, são feitos desde então todos os esforços para evitar sua renascença.

Comunismo não morreu
O que antes se chamava Comunismo não morreu com a União Soviética e muito menos nos Estados Unidos. Estes passaram a ser a locomotiva, o carro chefe dos promotores da NOVA ORDEM MUNDIAL, que costuma ser abreviado como NOM. Dominados por políticos ligados à maçonaria e ao illuminismo desde a sua independência, como bem mostra o seu brasão, os EUA formaram campo fértil para que o pensamento criasse raízes e florescesse, graças, e principalmente, ao apoio do alto mundo financeiro judaico. Alastrou-se mundo a fora, mas, mesmo entre os mais ativistas, a maioria nem sabe o que estão defendendo.

Os globais se revelam
George H.W. Bush, num discurso perante o Congresso no dia 11.9.1990 foi o primeiro presidente a mencionar em público o objetivo de criação da New World Order. Curioso que isso aconteceu exatos onze anos antes da bandeira falsa que derrubou com dois aviões os três edifícios do World Trade Center, quando era Presidente dos EUA o filho do citado Bush. Esta bandeira falsa, por sua vez, desencadeou uma operação destrutiva e exterminadora que atingiu várias nações e povos do Oriente Médio e mediterrâneas. Incluo aqui a substituição cultural da população branca da Europa, operação ainda em andamento. Ela já fora anunciada em 1925 pelo Conde Richard Nikolaus Coudenhouve-Kalergi em seu livro “Idealismo Prático”. Dizia ele que os brancos seriam substituídos por uma raça mista afro-asiática regida ou governada pelos judeus. Estes mantém a pureza de sua raça, uma vez que suas leis não permitem a miscigenação.

Quem são os GLOBALISTAS
Enquanto a INTERNACIONAL SOCIALISTA constitui aquilo que poderíamos chamar de “exército”. São aqueles que realizam um trabalho diário mundo afora. Estão agindo principalmente nas áreas da educação, da informação e da política.

Analisar sua direção, administração, orientação nos conduz a uma área de areia movediça, onde dependemos de observações isoladas. Podemos dizer que os JUDEUS estão seriamente envolvidos, não só por preceitos religiosos que lhes assegurariam a supremacia sobre os outros povos. Também devido ao seu poder financeiro. É imperioso, porém, não generalizar. Há entre eles várias correntes. Henry Makow cita os CABALISTAS como os mais perigosos partidários da NOM. Sua doutrina é a de que sem o MAL não existe o BEM e para que haja uma NOVA ORDEM (baseada na Kabbalah) a velha ordem (cristã) deve ser impiedosamente destruída. É parecido com o lema illuminatti: “Ordem a partir do caos.”

Mas há segmentos judaicos que nada querem com isto, tais como os Natureikarta e os Torahjews. Também entre eles há muitos ateístas e agnósticos e, assim como entre os cristãos, aqueles que não querem nada com nada.

Mas a verdade é que os GLOBALISTAS estão em todas as áreas. Altas finanças, maçonaria, corporações empresariais, Bilderberger, CFR Council on Foreign Relations, Comissão Trilateral, Comitê dos 300, Clube de Roma etc,


Entre os Presidentes dos Estados Unidos pode se dizer que, depois de Ronald Reagan (1981-1989), até 2017 todos eram partidários da ideia globalista. Do atual espero, sem muita certeza, que seja mesmo NACIONALISTA!


   


6 de abril de 2018

QUEM É GLOBALISTA?


Em que pese a importância de todo mundo tomar uma posição em relação a esta pergunta, com toda certeza pouca gente saberá nos dar uma resposta com plena convicção. Quando informados de que o antônimo de “globalista” é “nacionalista” são tentados a tomar partido do primeiro. GLOBAL pode inspirar uma série de associações agradáveis, enquanto a segunda já lembra que a palavra foi usada pela mídia em sentido negativo com abundância desde há décadas. Global lembra Miami ou 5th Avenue, viagens, entretenimento, tanta coisa boa.

Quando por outro lado se chega a ligar nacionalismo ao conceito NAÇÃO, tem sido frequente a afirmação de que é o nacionalismo o que mais tem levado os países às guerras. Isto é MENTIRA plantada. Muito mais elas eram motivadas por diferenças religiosas ou razões econômicas, nas quais se incluem as de conquistas. Sentir orgulho e lealdade ao seu povo, à sua nacionalidade, leva o cidadão a dar valor a virtudes e a condenar os desvios que prejudiquem a coletividade. É o mesmo que acontece com a instituição chamada FAMÍLIA. Unida, consolidada, pratica valores e procura desenvolver uma estrutura saudável. Desconsertada, desarrumada “vai p’ro brejo”.

A família é (ou era) considerada a célula mater de uma nação. E é por isto mesmo que estamos assistindo um esforço concertado, advindo não se sabe donde, em enfraquecer, desestruturar, talvez até de acabar com a instituição. O feminismo tirou a mulher do lar e entregou o cuidado dos filhos a terceiros, casamento inter-generos, popularização da pornografia, drogas, desmerecimento dos bons costumes, são alguns exemplos de que a chamada célula mater da sociedade não conta mais com a proteção e desvelo da própria coletividade.

Isto é induzido! Esse desenvolvimento, que se verifica, é proposital. É um plano maléfico, há quem o considere satânico. Não há como acreditar que tenha sido concebido por mentes humanas. Visa acabar com o mundo que conhecemos.

Com a derrota da Alemanha em 1945 estava vencido o último obstáculo que se opunha à implantação progressiva do GOVERNO MUNDIAL. É este o processo que se chama de GLOBALIZAÇÃO. Ele tem como ferramenta fundamental a unificação da comunicação, da notícia. Esta chega ao ouvinte, ao telespectador, ao leitor de forma manipulada, teleguiada. Não se tem mais a possibilidade de analisar o dito e o contradito. Impera a parcialidade.

Quem hoje se sente inclinado a apoiar a Globalização, a instalação da NOVA ORDEM MUNDIAL, seja insistentemente conclamado a reavaliar sua opinião. Em próxima postagem buscarei trazer mais informações.

29 de março de 2018

NOVA GRIPE?


Estou recebendo notícia de novo surto de uma espécie de gripe que está assolando o mundo a partir do velho continente, com especial concentração na Alemanha. Já há tempos vinham se registrando casos isolados da doença, que agora começa a adquirir características de epidemia. O patógeno foi isolado e tomou a identificação A1H8, causador da ACORDA GRIPE, ou Gripe do Despertar. Ela começa inofensivamente com o consumo de alguma alimentação orgânica ou ingestão de cúrcuma (purifica a glândula pineal). Em seguida o paciente passa a ter acentuada aversão à mídia de massa e uma sensação de mente clara e desanuviada. Cria uma visão mais definida do que é e do que foi, uma integração completa com a própria alma, libertando-se de ansiedades.

Os remédios que até então eram eficazes, tais como espargimento de produtos químicos através dos “chemtrails” , tampouco a distração por pão e circo, nem as vacinações em massa, nem as constantes ameaças de guerra, têm apresentado qualquer efeito contra a propagação do vírus A1H8. Os afetados também vêm se negando a ingerir qualquer preparado que lhes seja indicado.

O Sistema está completamente desarvorado, pois existe o perigo de que este vírus venha a contribuir para melhorar fundamentalmente a vida neste planeta. A OMS procura desesperadamente um meio de enfrentar a ameaça e os meios de comunicação teleguiados fazem hora extra para reverter o processo. Os infeccionados desenvolvem rapidamente uma insuperável resistência contra qualquer tipo de manipulação estranha.

Especialistas o chamam de VÍRUS DA VERDADE e já se sabe que é extremamente contagiante. Quem não quiser pegar deve evitar contato como pessoas independentes e responsáveis. Suspeita-se que o A1H8 também se propaga por transmissão de pensamento. Todo cuidado é pouco, a incubação acontece em fração de segundos.

É coisa séria, abordada com um pouco de humor. Este surto de gripe e respectivo vírus não existem, mas as informações subjacentes procedem.
                                                                  

Tenham todos uma FELIZ PÁSCOA / FROHE OSTERN

16 de março de 2018

RACISMO lá e cá



Lembram do BANNON? Steve Bannon, o estrategista da campanha eleitoral de Donald Trump, ex-chefe do portal “Breitbart” e criador do movimento ALT-Right? O site Breitbart, criado por Andrew Breitbart em Israel, hoje presente também em Londres e na California, defende posições de direita com apoio de uma ala judaica que vem crescendo. Pois Bannon, depois de deixar a Breitbart em janeiro deste ano, continua em ação. 
Está viajando pelo mundo e há poucos dias discursou no congresso partidário da Front National em Lille.

Sua fala pode ser vista como o tiro de partida que dá início ao combate contra o Globalismo. Entre outras afirmações Bannon disse:

Nosso movimento populista e nacionalista já está presente nos Estados Unidos há talvez 10 ou 15 anos. Estamos aqui para aprender com vocês. Mas depois do meu giro de observação deste desenvolvimento em torno do mundo posso afirmar: No Japão, na Coreia, no Oriente Médio, no Kansas, passando por Arizona até o Alabama e agora na Europa Ocidental, a História está do nosso lado. Deixem que eles vos chamem de racistas, de xenófobos, de nativistas, usem estas expressões como medalhas de honra, pois a cada dia nos ficamos mais fortes e eles enfraquecem.”

São palavras que conflitam drasticamente com o que nós aqui no Brasil pensamos sobre discriminação racial. Por mais que mídia e certos setores estejam se esforçando por criá-la, aqui não há motivo para que exista. Aqui, no NOVO MUNDO, as nações são MULTICULTURAIS por formação. Antes de Pedro Alvares Cabral o Brasil tinha uma população estimada em menos de uma pessoa por quilômetro quadrado (talvez 0,5), hoje tem cerca de 25, ou seja, cinquenta vezes mais. A cultura que aqui vingava 500 anos atrás hoje tenta sobreviver em reservas, enquanto o espaço foi preenchido por gente advinda dos mais diversos recantos do globo, até de países nossos antípodas. Lenta e progressivamente as culturas e costumes, que os imigrantes e os imigrados (escravos) trouxeram de suas diversas origens, foram se adaptando.

Os NATIVOS não podem ter gostado, mas eram muito poucos para poder pensar em dizer “esta terra é nossa, deixem-nos em paz”.

Bem diferente é a situação dos nativos europeus de hoje. A “casa” deles está cheia. A densidade demográfica lá gira (girava) em torno de 230 habitantes por quilômetro quadrado. A área urbanizável está mais que preenchida. O espaço rural não tem condições para alimentar a população existente. Mas a população está sendo induzida e até forçada, por todos os meios, a aceitar pacificamente a invasão organizada de massas de pessoas, cuja cultura, religião e costumes lhe são estranhos. Teria que se mostrar RACISTA e XENÓFOBA hoje, porque amanhã isso acaba em tragédia, em um confronto, para o qual não estão preparados.

É por isso que Bannon tenta estimular uma reação, em quanto talvez ainda seja tempo.


9 de março de 2018

DIA DA MULHER é obra COMUNISTA

Sempre me dei bem com as sucessoras de EVA, as cara-metade de Adão. Nunca vi motivo para desdenhá-las, talvez, até pelo contrário, tenha sentido perante a mulher algo que lembra até mesmo reverência, admiração, graças à sua função biológica. Portanto, se sou contra o “Dia da Mulher” é pelos motivos que passo a expor.


Os objetivos dos que criaram a data não são honestos, fazem parte de uma mais que centenária “propaganda de agitação”. A data oferece motivos para a pregação de dissensão, discórdia. Por quê? Para enfraquecer a sociedade, como é feito por tantas outras iniciativas, inclusive criação de outras datas comemorativas e demais iniciativas que evidenciam diferenças naturais. Os “Dia da Consciência ...” ou “Dia do Orgulho...” só vieram para discriminar. O tal “racismo” só passou a ser um tumor, que cria metástases, desde que frequenta as colunas dos jornais e telas de TV. Assim o Dia da Mulher também oferece motivos para “deitar e rolar”. As TVs exploram o assunto a toda hora e os jornais aproveitam o tema ao máximo. Citam a violência sofrida pelas mulheres (cometida pelos homens, é claro), clamam aos quatro cantos que a cada 90 minutos uma mulher é assassinada, mas omitem que infelizmente o nosso país é um dos mais violentos do mundo e que no mesmo espaço de tempo 10 homens são vítimas de crime de morte.


São tantas as formas e expedientes através dos quais o dia serve para incentivar a discórdia, bastando lembrar a questão da diferença no ganho salarial ou a pretensão da criação de cotas de chefia, de cargos de direção, de postos eletivos e que tais.


Não, não me congratulo com mulher alguma por ocasião da “comemoração” desta data do DIA INTERNACIONAL DA MULHER. É uma data de mau agouro.


No blog de Henry Makow Ph.D se pode ler que este evento não é para reconhecer as mulheres por sua graça,beleza, charme e inteligência, é para cultivar um falso sentimento de compaixão e o poder de as manipular. Através do feminismo os comunistas já despojaram as mulheres de uma identidade social segura e honrada como esposas e mães e as tornaram trabalhadoras e produtos sexuais, reféns da economia e dos estragos da idade. Eles já usaram a mesma tática com judeus, negros e trabalhadores e aproveitaram esses grupos para a sua agenda, cujo objetivo final é concentrar toda riqueza e poder no cartel judaico, maçônico, satanista, dos bancos centrais que está colonizando o mundo inteiro.


Diz ainda Henry Makow (republicado a cada ano): O Dia Internacional da Mulher (8 de março) é uma ferramenta de propaganda comunista de longa data. O comunismo não está morto, só assumiu outras formas, como o feminismo. Seguindo a Revolução de Outubro a bolchevista Alexandra Kollontai persuadiu Vladimir Lenin a tornar o 8 de março, Dia Internacional da Mulher, feriado oficial da União Soviética. Kollontai acreditava que o casamento e a família tradicional eram legados do passado egoísta e opressivo, baseado nos direitos de propriedade.


Bom, prezados leitores, o Toedter tem opinião bem diferente sobre o passado e acompanha com muita tristeza e preocupação a evolução que vem se processando na nossa sociedade. É uma transformação que não acontece normalmente, não é saudável, resultado de desenvolvimento ético, que busque o aperfeiçoamento humano. Não, muito ao contrário, o que acontece é uma mudança conduzida, manipulada inescrupulosamente com objetivos escusos.

              A quem concorda peço que compartilhe!

28 de fevereiro de 2018

NAÇÃO FANTASMA


Com este título lembrei-me dos bons tempos em que a gente se deliciava com boa música, boas artes, boas leituras… Hoje, em lugar dos acordes wagnerianos do Navio Fantasma temos que assistir às encenações obscuras através das quais forças malévolas pretendem se assenhorar do planeta.

A mais evidente é a que se processa no velho continente. Já exigiu guerras com sacrifício de milhões de vidas humanas. A última deixou ali um núcleo para o comando operacional, ao qual deram o nome de República Federal da Alemanha - RFA. Deve ter levado este nome, porque se situa sobre parte da área que era ocupada pela verdadeira Alemanha, nação que resistira epicamente ao assalto das forças globalizantes. Hoje sobrevive como nação fantasma.

E como nação fantasma está a serviço das forças do mal. Tem um poder político decorativo, no qual quase todos os partidos rezam pela mesma cartilha. O povo é mantido submisso, tutelado por uma mídia controlada e por uma legislação, que oprime a liberdade de expressão, até de opinião. Os meios de comunicação social estão sob vigilância e sofrem intervenção do poder público. Qualquer contrariedade recebe a pecha de neonazista, extrema-direita, cognomes que ainda, mais de setenta anos depois, estigmatizam pessoas com a mácula deixada por falsas acusações de pós-guerra. Assim, para enfrentar eventuais manifestações de rua criou-se a organização de extrema-esquerda, chamada ANTIFA. Dispõe de ônibus para que seus integrantes possam ser colocados rapidamente em ação. Agindo com o necessário grau de violência, desativam com facilidade qualquer manifestação pacífica. Consta que seus integrantes são ligados a partido político, que remunera por hora cada um dos ativistas que participa da ação. É claro que o partido recebe os recursos necessários do governo,ou seja, do próprio contribuinte.

Então, essa RFA é de fato e de direito uma “Nação Fantasma”. É uma empresa, uma instituição, não é aquela NAÇÃO – permitam um parêntesis (dicionário: nação sf Conjunto de pessoas que habitam o mesmo território, falam a mesma língua, têm os mesmos costumes, obedecem à mesma lei e são, geralmente, da mesma raça) – aquele império, tradução de Reich, como era denominado o país contra o qual o poder oculto conseguiu mobilizar 53 nações, com o intuito de derrotá-lo.

Conseguiram vencer. Mas uma guerra não termina com a deposição das armas. O fim das hostilidades exige um tratado de paz entre os governos dos países beligerantes. ESTE NÃO EXISTE até hoje. Suas fronteiras foram arbitrariamente alteradas, seu território reduzido. Mais de sete décadas passadas desde o armistício, essa nação fantasma continua ocupada por forças armadas. É governada por uma mulher comunista de “alto coturno”. Ela demonstra por todos os atos, que obedece fielmente a um plano de extinção do que restou do povo que habitava o território.

Mencionei a condição de “comunista”, porque comunismo, internacionalismo e globalismo são sinônimos. A desativada União Soviética foi uma amostra do que o PODER OCULTO, já mencionado por Getúlio Vargas e Jânio Quadros, planeja instalar no mundo todo.


Ao que tudo indica está se concertando forte reação a partir dos Estados Unidos e que só não foi ainda abortada, porque estaria sendo apoiada por influente dissidência das forças contrárias. Almejemos que tal reação seja bem sucedida e que o mundo possa retornar a ter um desenvolvimento pacífico de nações livres, em um ambiente administrativa e economicamente ordenado, no qual suas populações possam voltar a empenhar sua capacidade produtiva na busca da felicidade e do bem estar da humanidade. Um mundo no qual não existam mais “NAÇÕES FANTASMAS”. 

20 de fevereiro de 2018

VIDENTE ou BEM INFORMADO?

Com toda certeza a matéria aqui apresentada dá o que pensar. Foi escrita há mais de 100 anos. É extraída e traduzida do livro “Nach der Flut”- (Depois da Maré) – editado em 1918, escrito por WALTHER RATHENAU.

 Walther Rathenau, 1867-1922, judeu, filho do fundador da AEG (Empresa Geral de Eletricidade) Berlim, a partir de 1922 Ministro do Exterior da República Alemã de Weimar. Durante a I.Guerra Mundial dirigiu a economia de guerra alemã.


Era sabedor, um informado! As palavras reproduzidas abaixo, escritas por ele há mais de cem anos, mais parecem um grito de desespero, mas não deixam dúvidas de que a morte do povo alemão e dos povos europeus vem de ser resultado de um plano de há muito tempo elaborado e inexoravelmente perseguido e realizado.

Em seu livro Nach der Flut (Após a maré) - Dezembro 1918 - Rathenau escreveu:
"A maioria ainda não sabe do seu destino. Não sabe que eles e seus filhos são sacrificados. Também os povos da terra ainda não sabem que está se tratando da existência de um povo humano. Talvez nem aqueles com os quais lutamos saibam. Alguns falam: justiça. Outros dizem: represália. Também existem aqueles que alegam: vingança. Sabem eles que o que chamam justiça, represália, vingança, é assassinato?

Nós, que seguimos o nosso destino, mudos, não cegos, mais uma vez elevamos a nossa voz, para que o mundo ouça nosso libelo: Aos povos deste mundo, aos que foram neutros e aos amigos, aos estados livres em ultramar, aos estados jovens que surgiram recentemente, às nações até aqui inimigas, aos povos que hoje são e aos que virão depois, gritamos em profunda e solene dor, na melancolia do partir e em ardoroso lamento gravamos estas palavras em suas almas: estamos sendo exterminados.

A Alemanha tem seu corpo e mente extintos. Milhões de alemães são tangidos ao sofrimento e à morte, ao desabrigo e ao desterro, à escravidão e ao desespero. O lume de um dos povos espirituais da terra se apaga. Suas mães, seus filhos, seus filhos por nascer são mortalmente alvejados. Nós (você), sabendo e vendo tudo, somos aniquilados pelos que sabem e veem tudo. Não como acontecia com os povos da antiguidade, ignorantes e embotados, levados ao banimento e à escravidão. Também não por idólatras fanáticos que acreditam que estão glorificando algum Moloque. Nós somos aniquilados por povos fraternos do sangue europeu, que professam a Deus e a Cristo, cuja vida e constituição são baseadas na moral, que invocam a humanitarismo, o cavalheirismo e a civilização, que choram por sangue derramado, que apregoam a paz da justiça e a Liga das Nações, que são responsáveis pela orbe terrestre. Ai de quem e de sua alma, que se atreva a chamar esse tribunal do sangue de justiça. Tenham coragem, falem abertamente, chamem pelo nome: é vingança.

Mas eu pergunto a vocês, pessoas pensantes de todas as nações, clérigos de todas as confissões e estudiosos, estadistas e artistas; pergunto a vocês, trabalhadores, proletários, cidadãos de todas as nações; pergunto a você, venerável pai e supremo senhor da Igreja Católica, a ti pergunto em nome de Deus: pode um povo da terra ser destruído por seus irmãos, tendo por causa a vingança, mesmo que fosse o último e mais miserável de todos os povos? Pode um povo vivo de pessoas espirituais, europeias, com seus filhos e filhos por nascer, ser privado de sua existência mental e física, condenado ao trabalho serviçal, ser riscado do círculo dos vivos?
Se essa monstruosidade acontece, perante a qual a mais terrível de todas as guerras fora apenas um prelúdio, então o mundo deve saber o que está acontecendo, deixe-o saber o que estão prestes a fazer. Nunca deve lhe ser permitido dizer: não sabíamos, não queríamos. Tem que falar perante Deus e com responsabilidade diante à eternidade clara e friamente: nós o sabemos e nós o queremos ". (Rathenau, "After the Flood", 1918, p.66-68)

Permitam que se chame atenção para:
a) – Rathenau era judeu.
b) – Há 100 anos não havia “nazismo”.
c) – Rathenau foi assassinado em 1922, dois meses depois de ter assinado, em nome da Alemanha, o TRATADO DE RAPALO com a nova República Soviética.


Parece que ouço alguém dizer: “é complicado”.

12 de fevereiro de 2018

SUBSTITUIÇÃO CULTURAL

Esta matéria praticamente dispensa palavras. A imagem abaixo representa uma situação que dificilmente alguém pode imaginar que esteja realmente acontecendo. Fotos e nomes de 19 alunos de uma classe ginasial em Leimbach, que é um bairro de ZURIQUE na SUIÇA.

Dos quase vinte nomes apenas UM indica ser pessoa autóctone, oriunda da região, do país, do continente. Alguém escreveu à mão na reprodução “kein Witz“– não é piada!!!


É realmente difícil de acreditar, que o problema da invasão afro-asiática tenha chegado a tal ponto, tanto que hesitei em fazer esta publicação. Entretanto a fonte que me repassou a informação é confiável e muito responsável. Também acredito que deve se tratar de uma localidade que tenha recebido especial concentração de imigrantes, mas, mesmo assim constitui impressionante sinal da celeridade com a qual a intencionada SUBSTITUIÇÃO CULTURAL vem se processando.