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7 de outubro de 2021

BABIJ YAR

Nestes dias nossos veículos de informação estão abrindo espaço para uma nova investida de desconstrução da imagem da etnia germânica, como se o que já foi feito tem que ser renovado periodicamente, para que, em hipótese alguma, possa ser esquecido e perder seus efeitos. Noticia-se NOVA IDA DO PAPA a BABIJ YAR na Ucrânia para rezar junto ao número desconhecido de judeus que ali teriam sido assassinados pelas tropas alemãs durante a Segunda Guerra.

Me fez lembrar que em 2001 houve promoção igual, que comentei em meu blog em 2007 e depois fez parte do meu livro O QUE É VERDADE, pg.71.

O PAPA A SERVIÇO DA DIFAMAÇÃO 17/08/2007

Revirando os meus “guardados” ― os recortes de jornais que fui juntando nestes últimos anos ― encontrei um de 22/6/2001 informando que o papa João Paulo II fará uma visita a Kiev, capital da Ucrânia. Diz mais: “Na segunda-feira (...) o papa rezará no monumento consagrado aos judeus que foram vítimas do nazismo, em Babij Yar, no lugar onde 120 mil foram massacrados e enterrados”.

Aí estamos diante de mais uma dessas estórias escabrosas que até os dias atuais são divulgadas pelo mundo afora, sem que haja um menor esforço de verificação de sua autenticidade. Para começar vamos encontrar enormes discrepâncias quanto aos números informados. A saber:

-Em novembro de 1943, duas semanas após a retirada das forças alemãs, os soviéticos chamaram jornalistas ocidentais a Kiev. Aos repórteres foi dito que seis semanas antes os alemães ali teriam dinamitado e queimado 70 mil cadáveres ao ar livre, cujos restos depois foram juntados e enterrados por buldôzers no desfiladeiro de Babij Yar. O repórter do New York Times, que lá esteve, publica no dia 29 daquele mês o seguinte subtítulo na matéria correspondente: “Remaining (physical) Evidence (of the massacre) Is Scanty”. Através dos anos e das publicações as informações variam entre 300 e 3 mil vítimas. Por exemplo: Vitaly Korotych, editor soviético-ucraniano, declarou diante do Institute of International Affairs canadense, em abril de1990, um número de 300.000. – A Enciclopédia Judaica e a Enciclopédia Britânica falam em 100.000. – Os alemães, com a precisão de sempre, informam no Groβe Lexikon des Dritten Reiches, editado em 1982, que se lamenta a morte de 33.371 judeus em Babij Yar. – A universidade de Toronto, em sua Encyclopedia of Ukraine, editada em 1988, fala em 3.000 vítimas. Isto quanto aos números.

Quanto ao fato existe uma documentação sugestiva de autoria de Michael Nikiforuk, presidente do Babi Yar Research Commitee, e publicada pela Ukrainian Friends of Fairfield Association nos EUA. Segundo a mesma os arquivos nacionais de Washington guardam 1,1 milhão de fotos aéreas do tempo a 2ª.guerra, dentre elas 600 de Kiev incluindo 20 vôos sobre o desfiladeiro de Babij Yar. As primeiras datam das 12:23 horas de 17.5.39, mostrando detalhes como carros, sombras de postes, arbustos e pequenas árvores. Fotos aéreas são uma tradição na pesquisa arqueológica. Mesmo sob áreas cultivadas elas descobrem ruínas de cidades antigas, cemitérios etc. Pouco antes (desta documentação) foram descobertas através de fotos aéreas, também na região de Kiev, em Bykivina, Bielhorodka e Darnitsa, valas comuns de milhares de vítimas da era de Lazar Kaganowitsch, governador soviético de Kiev. Pois daquela série de 20 vôos sobre Kiev as últimas fotos datam de 18.6.44 e comprova-se que a superfície do desfiladeiro de Babij Yar não sofreu alteração proveniente de atividade humana durante os dois anos de ocupação alemã. E o autor da documentação afirma que em Babij Yar não foram mortos e enterrados 35.000 (sic) judeus.

Estranho que o Vaticano se preste a atuar num assunto tão polêmico, ou será que as agências de notícias andaram informando por conta própria? "

17 de outubro de 2019

FIM DO REICH

Tem-se a impressão de que a gritaria da Greta e sua exibição exagerada não deu o resultado esperado. Entusiasmaram-se demais, os organizadores da “Rebelião da Extinsão”. Não é deste jeito que funciona. Há um outro departamento do demiurgo do mal, que vem operando há séculos na transformação da vida humana neste planeta. Quer atingir seu objetivo também com “EXTINTION”, mas sem “Rebellion”, exterminando mesmo! Este departamento revelou claramente seu projeto há quase 100 anos através de um indivíduo chamado Richard Nikolaus Conde de Coudenhouve Kalergi. Maiores detalhes podem ser vistos no Google ou neste blog sob novembro de 2017.

Claro que o projeto não era só dele, por isso falo em “departamento”. Mas o plano consiste de uma erradicação da população branca, dos arianos europeus, através sua substituição por uma população afro-asiática de cultura e credo bem estranha à sua, e governada por judeus. Quem acompanha as notícias sabe que a Europa já recebeu milhões destes assim chamados Migrantes, sendo que está prestes a eclodir novo tsunami, tudo com expresso apoio dos respectivos governos, sejam remetentes, sejam recebedores e tudo com aplausos, até ajuda do Vaticano. O que gera suspeita de que algo está sendo tramado contra a própria população nativa, é que, com poucas exceções, os seus governantes parecem coniventes. Não empreendem qualquer medida de proteção aos seus povos.

Para que não falte a necessária matéria-prima, as bombas não param de explodir mundo afora, em flagrante desrespeito aos defensores do clima.  Nunca houve tanta guerra neste planeta, como depois que a humanidade se viu livre daquele “facínora”, chamado Adolf. Este homem teve o desplante de querer, segundo diziam, dominar o mundo. Engraçado é que hoje aqueles que o acusaram e combateram, são os maiores apologistas do GLOBALISMO, da Nova Ordem Mundial, do Governo Mundial. Na verdade chegou até mesmo a ser uma promessa divina a  um deles.

Desculpem, desviei do assunto. Estava falando dos migrantes. Segundo se diz, estão fugindo das agruras que sofrem em seus países. Desconfio que estão sendo enganados e mui provavelmente a EMENDA VENHA A SER PIOR QUE O SONETO. Sem contar o provável confronto entre as poupulações autóctone e alienígena, que dificilmente deixará de acontecer, é de se supor que a economia dos países invadidos não suportará as mudanças. Chama a atenção também uma  palavra que o leitor encontrará destacada no final da minha postagem anterior, quando o missivista ali citado pergunta à destinatária da carta se ela “pretende DESINDUSTRIALIZAR o país”. É um assunto sério. A Alemanha de Merkel decidiu e programou uma transição do suprimento de energia para fontes renováveis. Para tanto suas sete usinas nucleares serão desativadas até 2022. O que o país tem de produção significativa é a industrial, portanto dependente da energia elétrica. Terá como substituir nestes três anos a energia nuclear e a que preço? 

Isto  me faz lembrar que ao final da Segunda Guerra os aliados se preocupavam com a pergunta sobre o que fazer com a Alemanha depois de esta vencida. Ficou famoso o Plano Morgenthau. Foi seu autor o Secretário do Tesouro do governo Roosevelt. Entre outras medidas o plano previa a desindustrialização do país, transformando-o em agrícola e pastoral.
Já se sabe que grandes transformações geopolíticas podem ter sido planejadas com séculos de antecedência. 

Será esse o fim do REICH DE MIL ANOS?

12 de abril de 2019

A VERDADE LIBERTA, SENHOR PRESIDENTE

O seu governo acaba de completar os primeiros 100 dias e o Jornal Nacional da Rede Globo abriu espaço, para que se fizesse um balanço do que foi realizado. Muito justo que sejam dadas satisfações ao povo que o elegeu.
Entretanto fiquei surpreendido, quando vi e ouvi o senhor pronunciar as palavras:
“Podemos perdoar o holocausto, esquecer nunca!”

Sem atinar o que o dito teria a ver com as realizações do governo, tomo a liberdade de perguntar o que o faz acreditar que o aludido evento efetivamente tenha acontecido. Sim, sei que faz parte da história contemporânea, escrita por quem se assenhorou do domínio dos meios de comunicação. Já dizia também Napoleão Bonaparte que “A Historia é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.” E George Orwell completou: “A História é escrita pelos vencedores.”

Imagino que o senhor, como os recursos de que dispõe, seja bem informado sobre o que acontece aqui e no mundo. Certamente não se impressionou com as adulações de que foi alvo durante a sua recente visita ao estado de Israel.

Louvando-me em que dissera Napoleão e outros pensadores, tomo a liberdade de afirmar que o senhor não tem o que perdoar. Não houve holocausto, nem nos anos 20 do século passado, como então afirmaram várias edições do “New York Times”, nem durante a Segunda Guerra Mundial. Não houve tal matança, tal genocídio. Não pode ter havido.
Sinto-me em condições de fazer tal afirmação, porque eu estava lá, senhor Presidente. Tenho hoje noventa anos, era portanto jovem, mas consciente do que acontecia ao meu redor. Convivi com aquele povo, hoje acusado de então ter assassinado seis milhões de seres humanos. É um povo culturalmente evoluído. Não é dado à violência. Grande parte da população brasileira é constituída por descendentes daquela etnia, mas seus nomes são raros, para não dizer inexistentes, nas nossas crônicas policiais. Não é, como dizem, um povo beligerante, como provou famoso estudo do Prof. Quincy Wright, segundo o qual nas 278 guerras entre 1480 e 1940, envolvendo países europeus, a Alemanha  (incluindo Prússia) marcou presença com 8%, ficando em penúltimo lugar a frente da Dinamarca.
Tenho me preocupado com o assunto durante os últimos vinte anos e venho colocando minhas conclusões em público. A criação do conceito de um holocausto obedeceu a objetivos, que o passar do tempo e a realidade da geopolítica dia a dia mostram com maior nitidez. 

Estou com o senhor e com o que veio dizendo durante sua campanha eleitoral:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!” (João 8:23)

14 de agosto de 2018

OS SUPREMACISTAS


Faz um ano desde os tumultos ocorridos em Charlottesville, quando um grupo de pessoas protestou contra a retirada de uma estátua, erigida em memória do general Robert E.Lee. Ele sempre foi considerado um herói da história americana. Foi uma decisão da governança do município que reascendeu desnecessariamente a dissensão entre sulistas e yankees nortistas. Isto foi devidamente aproveitado pela esquerda globalista para mobilizar uma contramanifestação, que não teria passado de costumeiras agressões verbais de lado a lado, não tivesse ocorrido o atropelamento fatal de uma mulher. Claro que a mídia tendenciosa incluiu imediatamente o motorista causador entre os famigerados sulistas , direitistas, racistas, nazistas, passando tudo a ser de responsabilidade dos SUPREMACISTAS BRANCOS! Pronto, ponto para os que querem incentivar o ódio, seja entre origens ou grupos populacionais, plantando brechas na sociedade. Hoje não precisa mais falar em “brancos”, basta dizer “supremacistas” e com isto acontece uma discriminação subliminar dos BRANCOS, o que na verdade é uma incitação ao ódio velada. Não há mais razões para falar de “supremacia”. Nos Estados Unidos a discriminação terminou, se não me engano, nos anos 60 do século passado. Na África do Sul acabou oficialmente em 1994 (há notícias de que agora está virando ao contrário).

O uso, ou o mau uso das palavras passou a ser uma ciência. Outro exemplo temos na história da segunda guerra. A palavra NAZISTAS passou a caracterizar os maus combatentes, os malintencionados. Não foi uma guerra dos anglo-saxões contra os alemães, ambas as partes com seus respectivos aliados, não, foi uma guerra do mundo contra os NAZISTAS. A propósito uma pergunta: Os nazistas, acusados de tantas crueldades, não eram brancos? Fato é que hoje as notícias falam de “nazis” em Charlottesville, ou em qualquer parte do mundo e a OPINIÃO de quem ouve, ou lê, já passa a ser a de que não estão falando de gente boa. Com SUPREMACISTAS acontece a mesma coisa.

É um jogo de palavras, um jogo tétrico. Serve para fabricar opiniões! OPINIÃO DEVE SER FRUTO DE RACIOCÍNIO.

»Recomende a matéria a seus amigos, o Toedter agradece«



16 de julho de 2018

MUNDO EM TRANSE

Não me lembro de ter vivido, nem de ter tido notícia, de um período tão imperscrutável politicamente, igual ao que vivemos hoje. Tivemos há cerca de oitenta anos a segunda grande guerra mundial, que foi uma espécie de “o pontapé inicial”,que desencadeou uma série de mudanças de posturas, hábitos e acontecimentos que se atropelavam no mundo até os dias atuais. Como toda guerra, esta também teve seus vencedores e derrotados e se diz que são os vencedores  que escrevem a história.

Oficialmente temos como vencedores os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e a União Soviética, bem como o então ainda não oficialmente existente Israel. Como derrotado o 3º Reich, constituído por Alemanha e Áustria, correndo a Itália, Japão e outros menos votados, por fora.

Temos ainda a Polônia que aos primeiros serviu de isca para detonar o litígio e, apesar de agredida também por um dos vencedores, acabou premiada e incluída no rol dos laureados. Cabe mencionar também, a título de curiosidade, que o não existente Israel sob o nome de JUDEA já declarara guerra ao Reich Alemão seis anos antes que os demais começassem a fazê-lo, precisamente em março de 1934. Eis então como esteve armado o tabuleiro de xadrez que acabou gerando a situação que hoje vivemos, qual seja a de não conseguir atinar em que direção estamos nos movendo e qual o destino deste nosso mundo. 

OS MAL-INTENCIONADOS 

Na verdade a tal Guerra Mundial contra o 3º Reich não terminou. O que restou daquela nação está nos noticiários todos os dias, concorrendo com os principais nomes da atualidade. Não deveria, uma vez que não é mais o que era. O território que abrangia teve parte desmembrada e doada à Polônia. A Áustria voltou a ser nação separada. A Alemanha pós-guerra passou a ser uma espécie de S/A, filial dos EUA, ocupada militarmente e controlada pela CIA. Até o presente momento NÃO EXISTE TRATADO DE PAZ. Como se explica a atual notoriedade?

Essa Alemanha S/A  teve implantado um governo, dito republicano e, consequentemente, vários gerentes chamados de chanceleres. Esse cargo vem sendo ocupado desde 2005 por uma senhora chamada ANGELA, que nada tem de celestial. Essa Angela MERKEL não vem se dedicando, como jurou, ao bem do povo que dirige, mas, ao contrário, é ela que está promovendo a extinção étnica dessa gente. Por tabela, é responsável por fazer o mesmo com toda a população branca da União Europeia. É um processo que pode provocar uma guerra civil e botar fogo em todo o continente. MERKEL, verdadeiro anjo do mal, conta com o apoio de Soros, lugar-tenente de ROTHSCHILD, imperador da Wall Street de Londres (onde o dinheiro nunca dorme). Foi ele, Rothschild, que fez seu ex-empregado MACRON ser eleito o atual presidente da França. Talvez até devesse substituir a Merkel , mas ela resiste. São esses os que atualmente mais aparecem na linha de frente dos que buscam criar a NOVA ORDEM MUNDIAL.

MAIS DOIS NOMES EM EVIDÊNCIA

Temos mais dois nomes que estão botando a mão no timão que dirige a humanidade ao seu futuro: Os presidentes TRUMP dos Estados Unidos e PUTIN da Rússia. Ambos geram constantes manchetes. Hoje estarão se encontrando na Finlândia.

TRUMP É O MAIS ODIADO? - Se atentarmos para o que a mídia nos mostra e informa, esta pergunta deve ser respondida afirmativamente. Os noticiários procuram denegrir sua imagem de todas as maneiras e ele ajuda. Faz declarações contraditórias e desafiadoras. Não costuma sair bem na foto e é antagonizado publicamente por manifestações de rua em países que visita. Isto desperta um alerta. O que é que um cidadão francês, belga ou inglês tem a reclamar de TRUMP, que o faça largar seus afazeres, ou seu conforto, confeccionar cartazes de protesto e IR P’RA RUA, manifestar sua desavença com o visitante do seu país? É claro que isto é induzido, organizado com propósitos bem definidos. Afinal, para o que hoje existem ONGs?  São os Globalistas que não gostam de Trump. Ele se definiu e foi eleito como NACIONALISTA, portanto é deles o inimigo número um.

Trump está empenhado em recuperar a economia da nação que preside e evitar a substituição cultural da sua população. Propósitos lógicos que todo dirigente deveria ter. Mas desde que em 1989 George H. W. Bush  assumiu a presidência dos EUA todos os governos que antecederam a Trump foram globalistas. Deixaram um legado, hoje chamado de DEEP STATE, um estado paralelo, infiltrado em todas as áreas governamentais, criando toda sorte de dificuldades para o atual mandatário. Acho que isto explica por que os formadores tendenciosos da opinião pública não gostam dele.

Finalmente temos o seu interlocutor de hoje Vladimir PUTIN, presidente da Rússia, fortemente hostilizado por quase todo o ocidente, incluindo governo e imprensa. Não me perguntem o motivo. Igual à Merkel, Putin se criou sob influência da União Soviética, ele na KGB (Serviço Secreto) e ela em destaque político na antiga Alemanha Oriental, também comunista. Ao contrário dela, acredito que ele, Putin, não guardou veleidades ideológicas. Ele está cuidando bem dos interesses do seu país. Por mais que seja hostilizado, Putin não antagoniza ninguém. Conseguiu boas relações públicas com a organização do campeonato mundial de futebol. Não creio que a conferência entre Putin e Trump, que está em andamento, venha a mostrar resultados relevantes.

Bem ao contrário dos primeiros  nomes citados neste post, eu confiaria bem mais nestes dois últimos a tarefa de enfrentar as dificuldades e os problemas que nos esperam.

21 de abril de 2017

mídiaQmente

Se alguém esperou uma imensa onda de protestos e condenação depois dos ataques terroristas às duas igrejas cristãs, que aconteceram no último Domingo de Ramos no Egito, decepcionou-se. Afinal foi uma bárbara agressão a fiéis em pacífico culto religioso, em uma data das mais importantes do calendário cristão.

O noticiário em torno do acontecimento foi magérrimo, o mesmo ocorrendo com os comentários e discussões a respeito. É claro, se a mídia não lhe dá importância, a reação pública resulta abafada. Resta a indagação POR QUÊ. E a resposta é aquela que temos insistido em enunciar. É que estamos sendo submetidos a um inexorável MIND CONTROL. Omitindo informação ou falseado os dados, o pensamento e a reação das massas são conduzidos no sentido desejado pelo Sistema. Consequentemente o que aconteceu não estava programado. Basta lembrar o carnaval encenado após o ataque ao Charlie Hebbdo, em Paris. Enquanto uma ocorrência é notícia durante dias ou semanas, merece cerimônias de luto com presença de chefes de estado, uma outra, mais calamitosa, passa quase em branco. Confirma o que sempre afirmamos, os meios de comunicação obedecem todos a um comando central, o que hoje representa o principal recurso usado pelo Sistema para formatar a opinião coletiva.

Creio que a partir da Segunda Guerra Mundial completou-se a estruturação do que eu chamaria de CCN – Central Coordenadora de Notícias . Pensando bem, é um órgão indispensável para quem projeta um ONE WORD, ou uma NEW WORLD ORDER, ou ainda, como nós a conhecemos, NOVA ORDEM MUNDIAL.

Graças ao trabalho da CCN (não confundir com CNN), por exemplo:
> O mundo ficou convencido de que Adolf Hitler era um louco demoníaco, que queria dominar o mundo e que seus seguidores eram carrascos sanguinários que assassinaram milhões de pessoas.
> O mundo não tomou conhecimento dos crimes de guerra praticados pelas forças do Sistema nos conflitos bélicos dos quais participaram
> Desde Hô Chi Minh do Vietnã até Bashar Al-Saddat da Síria, todos os adversários do Sistema foram caraterizados como odiáveis, opressores, ditadores.

Talvez um dia a sociedade reconheça esse estado de coisas.

Depois de um hiato representado por uma época em que a doutrina da Escola de Frankfurt festejou conquistas após conquistas, tenho agora a impressão de que está subindo ao palco uma geração que está fazendo perguntas. Parece estar compreendendo que este dolce farniente mental só acelera o caminho para o nada. Está realizando que neste mundo impera a mentira, que a degradação está tomando conta da sociedade através da promoção da discórdia. População de cor é instigada contra a branca, mulher contra homem, filhos contra pais, alunos contra professores, diversidades são usadas para criar concorrências, animosidades. Costumes e tradições vão se perdendo. Quando antes se buscava elevar a moral, disseminar princípios éticos, hoje se espraia a contravenção, a promiscuidade e querer levar vantagem tornou-se regra.

Há poucos dias foi celebrado o renascimento daquele que disse “ser o caminho, a verdade e a luz”. É o que o mundo está precisando.

Toedter

16 de novembro de 2016

DOMINGO DA ETERNIDADE

O Dia de Finados, que no Brasil tem data fixa, na Alemanha é de data móvel e neste ano será comemorado no próximo dia 20 de novembro, conhecido como Dia dos Mortos (Totensonntag), ou Domingo da Eternidade (Ewigkeitssonntag).

Para este dia está se organizando manifestação especial junto ao MEMORIAL RHEINWIESENLAGER em Bretzenheim:
Só aqui, nestes campos de prisioneiros na Renânia, mais de um milhão de soldados alemães, que se entregaram com efeito da capitulação, ou tinham sido feitos prisioneiros nos dias finais da guerra, sofreu um fim profundamente triste e desumano. Morreram á míngua e ao relento. Sua história já foi aqui relatada e mais informações podem ser encontradas em sites de busca sob RHEINWIESENLAGER ou rheinwiesen camps, ou ainda no livro de James Baque “Other Losses”.
As homenagens deverão se estender a todas as perdas humanas sofridas pelo povo alemão, seja no campo de combate, seja pelos inclementes bombardeios, seja por suplícios ou cruel extermínio.

Os organizadores deste evento pedem que se compareça em trajes civis, sem bandeiras de partidos, sem dísticos. Podem ser portadas faixas, placas e fotos. Diante da possibilidade de acontecerem bloqueios no trajeto, estes devem ser comunicados sob 015122810244.

Não sei dizer, se o que os donos do poder fizeram com a Alemanha, foi pior ou não do que fazem hoje com tantas outras nações e povos. Tivemos, meus pais e eu, a graça de sobreviver àquela hecatombe da Segunda Guerra Mundial. Quem sobrevive sempre sente alguma dívida para com os que foram. A homenagem anunciada é mais que justa e faço votos que tenha a maior afluência, apesar de ser a iniciativa de particulares e não ter, como nunca teve, o beneplácito do governo. Sejam sempre lembrados os soldados, que deram sua vida em defesa da pátria; sejam sempre lembrados os civis, vítimas de bombas e fogo, sem que pudessem se defender; sejam sempre lembrados os que foram cruelmente eliminados. Que volte a paz à terra!

Toedter

6 de janeiro de 2016

TUDO SE TRANSFORMA

E, de repente, a mentira se fez. Seu gosto amargo não deixou que a vida se tornasse doce novamente…

Quem viveu essa era pode confirmar: de repente o mundo ficou diferente. Isso passou a acontecer quando o desenvolvimento dos meios de comunicação fez com que a notícia corresse mais célere de um lado ao outro. Houve quem vislumbrasse nisto a grande oportunidade de impor suas ideias e não deixou de aproveitá-la.

Naqueles tempos eu vivia os últimos anos da Segunda Guerra na Alemanha. Penso que então ainda prevalecia a honestidade, a moral. Apesar da tormenta, os bons costumes eram mantidos. A mentira ainda era proscrita. Quem pensa que aquele povo, sofrendo, como se diz, sob a batuta de um regime tão maldito, era enganado, que recebia informações falsas, manipuladas, como conta a história, não sabe da realidade. Quem dos seus homens teve que pegar em armas via nisto a obrigação natural do cidadão de defender sua pátria. Ninguém era iludido. As notícias diárias levadas à população incluíam comunicados elaborados pelo próprio comando-geral das forças armadas, dando conta das vitórias conquistadas nas diversas frentes, mas também das derrotas sofridas, dos avanços e dos recuos. As boas novas e as más. Algo hoje impensável.

Acabou. Eram os estertores da Verdade. Nos grandes conflitos de hoje, e não são poucos, tudo o que se vem a saber partiu de uma só fonte, sendo de teor tendencioso e parcial. A própria Segunda Guerra já fora fruto da mentira. Necessitaram dela para conseguir reunir 53 nações no intento de combater aquele pequeno país que, na ingenuidade de sua gente, insistia em buscar novos caminhos, queria acabar com a vantagem que o dinheiro vinha levando sobre o trabalho. Desrespeitou os plutocratas que dominavam e dominam o mundo. Foi derrotado inclemente e incondicionalmente.

Sobreveio em ritmo desabalado a evolução das técnicas de comunicação. Novos processos técnicos e novas máquinas permitiram aos veículos impressos maiores tiragens e mais atualidade. Emissoras de rádio se multiplicaram e ampliaram seu alcance. Chega a televisão em escala comercial. Pioneiro no Brasil, Assis Chateaubriand inaugurou sua TV-Tupi de S.Paulo em 1950. Telex e Telefax popularizaram a transmissão de notícias. Tudo exigia dinheiro, dinheiro gerava dependência. As editoras, sejam de livros, sejam de jornais, começaram a mudar de dono. O noticiário internacional passou a ser concentrado em poucas agências de notícias. Ficou fácil dizer ao mundo o que e como pensar.

E o mundo não tinha alternativa senão acreditar no que lhe era dito e a pensar como era desejado, o que, obviamente, nem sempre era a verdade. É natural que escolas e faculdades tivessem que se engajar no processo. Assim como se aprendia a tabuada, aprendia-se história. História como a queriam aqueles que manipulavam os noticiários, os livros, as revistas, os jornais, os filmes e tudo mais. Note-se que desde então pelo menos três gerações já passaram por este processo. Não é de admirar que certos conceitos já adquiriram caráter dogmático.

Pode ter sido isso o que Winston Churchill imaginou quando disse:
Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo que a verdade tenha oportunidade de se vestir.”

As mais deslavadas mentiras se espraiaram pelo mundo. Este em nada melhorou, mas, com certeza, muita gente acredita agora mais do que nunca que existe um povo privilegiado por Deus.

Toedter

28 de dezembro de 2015

SOBERANIA

Um leitor me mandou duas fotos, dizendo que valem mais do que mil palavras. De fato são representativas de toda uma época. Mostram o Portão de Brandenburgo em Berlim em duas ocasiões diferentes. A primeira demonstra a alegria de uma nação que acaba de reconvalescer de grave período de crises políticas e econômicas. A segunda mostra a suprema humilhação imposta a um povo depois de submetido e dominado há 70 anos.


Seus autores ganharam a maior e mais cruenta guerra da história sem dar um tiro e sem mesmo existir.

Foram mobilizadas 53 nações, incluindo o Brasil, para combater e derrotar um pequeno, porém orgulhoso, país. Este, perdendo a guerra, perdeu tudo, identidade, territórios, hombridade, amor-próprio e sua gente é, em sua maioria, prestativo serviçal deste quinquagésimo quarto estado, que, como tal, só passou a existir depois que terminou aquele conflito mundial.

Os 53 adversários declarados da Alemanha nada ganharam com a vitória alcançada. Nem mesmo a “limpa” que fizeram no instituto e marcas e patentes alemão, nem a desmontagem de máquinas industriais, nem os cérebros da ciência e da tecnologia, que EUA e URSS levaram para as suas terras, acabaram significando alguma vantagem para estas nações, pois a “Guerra Fria” que veio em seguida anulou eventuais primazias.

Mas o quinquagésimo quarto se projetou mundialmente. Conseguiu se caracterizar como maior vítima daquela horrorosa conflagração e que merecia a dó e apoio do universo, além de indenizações trilhonárias. Asim consagrado, não houve porta que se lhe fechasse, ou na qual não conseguisse colocar o pé. Seguindo a diretiva de Adam Weishaupt, aquele que ao final do século 18 fundou a organização dos ILLUMINATI, conseguiu colocar seus representantes em postos executivos e legislativos da maioria dos países ocidentais.

Isto faz com que por vezes a independência e soberania de uma nação pareça colocada em dúvida. No caso acima ilustrado da RFA nem dúvida persiste. A sua chanceler Merkel já declarou em alto e bom som que o destino da Alemanha está indelevelmente ligado ao de Israel. Mas há outras ocorrências, como essa agora de ter Israel nomeado Dani Dayan para assumir sua embaixada no Brasil e Brasília não dar sinais de querer aceitá-lo. O governo brasileiro tomou conhecimento da nomeação por vias informais e sem que lhe tivesse sido solicitado o agrément, sua concordância, como é uso e costume diplomático. Acontece que o nosso país tem motivos para negar esta concordância, uma vez que tem se manifestado contra a política de assentamentos israelenses em territórios palestinos e esse Dani Dayan já presidiu o Conselho Yesha, que representa 500 mil colonos israelenses assentados na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.

As “patrulhas avançadas” de Tel Aviv aqui já se movimentam. A Folha de S.Paulo, dia 22 p.p., abriu matéria com a título MILITARES BRASILEIROS CRITICAM VETO A EMBAIXADOR DE ISRAEL. No corpo de texto é citado “um integrante do alto escalão das Forças Armadas” que acha que a atitude denota uma falta de visão geopolítica e de objetividade de ações e que, para as Forças Armadas, surgiu uma situação muito sensível, já que a parceria com empresas israelenses de alta tecnologia é muito grande.

Mais adiante o jornal ainda diz que alguns congressistas brasileiros tentam reverter o problema diplomático em relação a um país considerado aliado (?) e pensam agir em defesa da nomeação de Dani Dayan.

Aqui é de ser lembrado que este dissenso ocorre com um Estado criado há menos de 70 anos. Está até hoje com problemas internos, mas não é isto o que faz pensar. A verdade é que o grosso, a grande maioria dos seus cidadãos vivia e continua vivendo fora de suas fronteiras. Vivem em outros países onde exercem normalmente também a cidadania, adquirida talvez já há várias gerações. Ali podem ocupar também cargos de liderança, chegam a governar estados, são ministros, legisladores, juízes. E não são poucos. Em caso de conflito de interesses, como se comportam?

Toedter

23 de setembro de 2015

PAPA FRANCISCO ANUNCIA GUERRA AO PRECONCEITO

Aí está um propósito dos mais meritórios. Trata-se de uma declaração que ele acabou de fazer durante a sua visita a Cuba. Papa Francisco é Jesuíta. Pode-se não simpatizar com eles, mas são inteligentes. PRECONCEITO pode ser muito danoso. Há PRECONCEITO que é responsável pelo espírito de rebanho que vem levando a humanidade ao Armagedom. Que bom se pudesse ser erradicado.

Mas afinal o que é PRECONCEITO? Diz o dicionário: Conceito ou opinião formados antes de ter conhecimentos adequados. Pensando bem, é uma definição bem interessante, esta que o Michaelis nos oferece. Mas já que o Papa levantou a lebre eu lhe pediria que desse uma atenção a um caso especial de opinião preconcebida. Sua predominância se criou com a multiplicação dos meios de informação, principalmente com o surgimento das cadeias de televisão e com a facilidade criada pela tecnologia à reprodução da palavra impressa. Daí se desenvolveu o enorme potencial dos Formadores de Opinião. Até aí, nada contra, não tivesse havido a iniciativa de certo poder oculto de assegurar para si o domínio dos principais centros nevrálgicos que coordenam quais as notícias que devem ser divulgadas e qual o seu contexto. Assim foi criada, e continua a existir, a mais fantástica e abrangente FÁBRICA DE PRECONCEITOS. Destes um dos mais significativos e mais eficientes em atingir seus propósitos danosos foi o que fizeram o mundo pensar sobre:
NAZISMO
Mesmo intelectuais, pessoas esclarecidas, não conseguiram evitar serem dominadas pela interpretação que se deu a este termo. Ainda hoje li num portal, onde se discutia o tema, o comentário de uma mestranda da Escola de Agronomia de uma universidade federal, que assim definiu NAZISMO:
(...)regime que perpetrou todo todos os tipos de atrocidade(sic) contra a humanidade!(…)
Se lhe fosse pedido citar algumas das “atrocidades” certamente lembraria o extermínio planejado de seis milhões de pessoas. Exatamente o que lhe foi dito pelos fabricantes de opinião. Nunca deve ter passado por sua cabeça procurar e verificar o contraditório. Não se preocupou em analisar a confiabilidade de depoimentos; não percebeu que o tribunal que “julgou” os crimes dos nazistas não era independente e sim parte interessada.

E assim como essa mestranda, milhões de pessoas mundo afora foram infectadas pelo vírus do PRECONCEITO. Até mesmo os próprios alemães, em sua grande maioria, sofrem da mesma doença. Apesar de NAZISMO e ALEMÃO serem termos que muitas vezes se confundem, mesmo que nem todos os alemães tenham sido nazistas e nem todos os nazistas eram alemães. A mídia acima citada se cansa de falar em “soldados nazistas”, quando se refere a algum trecho da Segunda Guerra. Assim sobra boa dose de PRECONCEITO para o adjetivo ALEMÃO. Implantado e incessantemente ativado durante os últimos setenta anos, serviu para demonizar um povo, endeusando outro.

O preconceito NAZISMO nada mais é do que o resultado de mentira e, por ela dominado, o mundo ficou cego diante de todo o mal que na verdade vem sendo causado pelos próprios caluniantes em todos os quadrantes do globo terrestre, seja exterminando povos, seja destruindo ou desestabilizando nações, praticando teleassassinatos através robots voadores, inviabilizando economias, usurpando recursos minerais e empobrecendo gentes. Contra isto nem conceito, nem preconceito se alevantam.

Completando este texto sobre PRECONCEITO, ou opinião falsa, existe outro, também criado pelo poder oculto que rege os fabricantes de opinião, falo do MILITARISMO. Isto já tem características de mito, mas os fatos provam o contrário. Em 1942 o Professor Quincy Wright publicou pela Universidade de Chicago o livro A STUDY OF WAR. Segundo Wright entre 1480 e 1940 houve 278 guerras, envolvendo países europeus, cuja participação percentual distribuiu-se da seguinte forma:
Inglaterra 28%
França 26%
Espanha 23%
Rússia 22%
Áustria 19%
Turquia 19%
Polônia 11%
Suécia 9%
Itália 9%
Países Baixos 8%
Alemanha incl.Prússia 8%
Dinamarca 7%
A relação dispensa comentários. Quando do início da Segunda Guerra a Inglaterra com seus 46 milhões de habitantes dominava uma extensão territorial de 85 milhões de quilômetros quadrados, dez vezes o tamanho do Brasil. Explorou a área e os respectivos povos e, tal como sua colega MILITARISTA França, abandonou-os quando deles não mais necessitava.

Não tenho concordado muito com o Papa Francisco, mas agora espero que recomende às suas ovelhas que procurem ter o conhecimento adequado antes de formarem sua opinião.

Toedter 

27 de abril de 2015

HISTÓRIA É VERSÃO

Frequentemente me perguntam por que passei a me dedicar a esta atividade que costuma ser chamada de revisionista. Antes de responder eu gostaria de dizer que eu a considero muito mais contestadora do que revisionista, mas isto vai do entendimento de cada um.

Então, o que é que fez com que eu me expusesse publicamente, nadando contra a maré, discordando de uma opinião pública já consolidada sobre a história relacionada à Segunda Guerra Mundial? É o assunto principal dos meus escritos. O clique aconteceu, quando lá pela metade da última década do século findo, meu neto, talvez então com uns doze anos de idade, em colóquio despretensioso, contava-me da sua vida na escola. Quando o assunto chegou a ser suas aulas de História, fiquei profundamente chocado com a visão totalmente falsa que estava sendo incutida na mente daquelas crianças. Revoltei-me por que eu estivera lá. Não fui combatente, mas era povo em meio, ou próximo de toda aquela calamidade que uma guerra representa. Guerra total, incondicional. E aqui agora os professores, por que assim aprenderam, estavam ensinando às inocentes crianças que aquele povo sofrido era mau, era culpado de tudo.

Aí comecei, inicialmente com caneta e papel, depois teclando, a fazer anotações destinadas a fornecer aos meus descendentes informações mais consistentes. Juntando material, pesquisando, escrevendo, tudo tomou forma de um livro, que acabou editado. Foi seguido de presença na internet com dois blogues, o primeiro censurado após quatro anos, e a publicação de mais três livros.

Somos muitos mundo afora, mas não podemos nos enganar, querer que a verdade prevaleça é quase um trabalho de sísifo. Sabemos do dia a dia o quão é difícil ou até impossível fazer alguém mudar de concepção, opinião sobre alguma coisa. Sabemos também que a opinião das pessoas sobre a Segunda Guerra e seus desdobramentos está fortemente alicerçada por uma doutrinação persistente que vem sendo exercida há mais de duas gerações, planejada e programadamente por igual em todo o mundo. Temos que considerar que todos os que hoje são jornalistas, políticos, professores, formadores de opinião aprenderam desde criança que a Alemanha foi culpada, que Hitler quis dominar o mundo, que todos os crimes de guerra foram cometidos pelos nazistas, que os alemães trucidaram seis milhões de judeus. Era isso que os escolares aprendem. São aulas mais importantes do que as da História do seu país, do Mundo, ou até mesmo de Geografia. Alunos são levados a conhecer campos de concentração ou museus do holocausto e seus professores sempre municiados com material didático especializado. Junte-se a isso a constante e inestimável influência sobre a mente das pessoas, exercida pela mídia dominada pelos setores interessados e de orientação centralizada.

Já dizia Johann Wolfgang von GOETHE “Sobre História ninguém pode emitir julgamento, que não a tenha vivenciado” (Über Geschichte kann niemand urteilen, als wer an sich selbst Geschichte erlebt hat).

É normal que os acontecimentos sejam vistos de várias maneiras, ângulos e critérios que podem resultar em versões divergentes. Juízes e jurados que o digam. A História também é resultado de VERSÕES. Quem dispõe dos meios, faz prevalecer a sua, mesmo que seja falsa.

Toedter