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17 de setembro de 2019

GRANDE MENTIRA

Depois do maior fake da História, do Holofake, temos que conviver agora com com a GRANDE MENTIRA do CLIMA FAKE. Promovida principalmente por áreas que hoje se chamam de esquerda, globalistas, tem abrangência mundial e está influenciando negativamente muitas vidas e atividades. 
Criminaliza-se tudo que possa contribuir para um suposto AQUECIMENTO GLOBAL através da emissão discriminada de CO2 – Dioxido de Carbono. Aí começa a mentira, um aquecimento existe, sim, mas nada tem a ver com o CO2, é resultado do ciclo das manchas solares e não é nada catastrófico. Medições feitas na Europa Central entre 1672 e 1988 mostram a coincidência da maior o menor temperatura média com a maior ou menor atividade na superfície solar. Ambas ocorrem de forma cíclica, sugerindo que uma influencia a outra. O gráfico abaixo deixa claro, que a maior diferença constatada entre maior e menor temperaturas médias foi de pouco mais de 1 grau. Isto, é bom lembrar, num período de 316 anos.

Enquanto isto a história do Dióxido de Carbono é fake desavergonhado. Imagine-se na nossa atmosfera terrestre, representada nas suas proporções no pequeno gráfico anexo, a participação atual do CO2 sendo igual a 0,03 a 0,04%. Onde a composição total do ar é de 1/5 oxigênio, 4/5 nitrogênio e em doses mínimas,os gases árgon, helio, cripton, xenon, dióxido de carbono, hidrogênio, ozônio. As camadas ainda têm temperaturas diferentes, aqui citadas em seu limite superior: A Troposfera na região polar de -40 a -65ºC , nos trópicos de -75 a -80ºC. A Stratosfera mais ou menos constante de -50 a -60 ºC. A Mesosfera chega a registrar em sua parte inferior até +50, descendo na superior a -80ºC. Na Termosfera, como já diz o nome, a temperatura volta a subir. Na Exosfera a gravidade da terra praticamente deixa de exercer atração aos seus componentes que dissipam-se no espaço em intercâmbio com matéria cósmica.


Então é de perguntar: se hoje, com toda a alegada superprodução de CO2 por fábricas, combustíveis fósseis, queimadas, pums de gado, escapando pelos vulcões e aberturas na crosta terrestre, etc. ainda assim representa no todo quantidade tão inexpressiva, como pode significar tamanho perigo para a humanidade?


Dióxido de carbono, vítima da destrutiva política ambiental, capitaneada pelos Macrons e Merkels da vida, trombeteada e promovida por centenas de organizações e ONGs, na verdade não faz mal a quem quer que seja, ao contrário, é parte indispensável da cadeia alimentar dos vegetais.

Frequentemente as autoridades vêm nos alertando para prestarmos atenção às “fake news”, pois haveria muita gente postando noticiário falso por aí. 
É de dizer “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

7 de setembro de 2019

SERVIDÃO

Estes dias eu li, na internet é claro, que o fluoreto é um veneno que, dependendo da dosagem, mata. Difícil de acreditar, pois fluoreto é o produto que os serviços de saneamento costumam misturar à água que é servida à população. Até na etiqueta da água mineral que consumo consta que o produto foi fluoretado. É verdade que a matéria a que me referi ressalvou a dependência da dosagem. Dizia ali também que a mistura na rede pública teria outra finalidade, contribuiria para manter a população mais calma, menos irritável, menos propensa a se revoltar.

SOMBRA E ÁGUA FRESCA
Seria motivo para a gente pensar um pouco? Eu diria que até pode ser. Vejam que nessa baboseira de um “aquecimento global” provocado pelo homem, nela quase todos acreditam. É fácil aceitar. Não exige esforço. Não precisa pensar. Agora olhe, ou ouça em volta: Quem está preocupado com uma situação chamada Globalização? Quem se importa com a possibilidade de haver um só governo para todo o planeta, um Governo Mundial? De que maneira se chegará lá e como serão então as condições de vida? 

E não se diga que são elocubrações, fantasias. No século XVIII ainda vivia-se em castas aqui no nosso prodigioso mundo ocidental. Uma era o clero, outra a nobreza e a terceira a grande massa, os camponezes, estes em regime de maior ou menor servidão. Se então já se ofereceu a condição de existir um povo subserviente, por que não poderia ser repetida sob uma governança mundial, mesmo que por etapas.

JÁ NÃO É O POVO QUEM MANDA
Não faz muito jubilávamos por ter conquistado a “democracia”. Ide agora a uma França, saber como Macron tapou a boca dos “coletes amarelos”. Ou ver na Alemanha de Merkel como anda a “liberdade de expressão”. Com os “direitos humanos” da ONU ficou fácil arrumar uma acusação. O Salvini da Itália tem a seu favor 79% dos italianos, acontece que 17 deputados mudaram de lado ($) e ele perdeu a parada. Em referendo o povo inglês decidiu deixar a União Europeia. Isto foi em 2016. Pois até hoje a decisão não foi cumprida. Os deputados, representantes daquele povo, conseguem ficar enrolando. Empresas das mais poderosas, como Google e Facebook, obedecem docilmente a ordens superiore apagando milhões de “fake news”,  como hoje chamam mensagens politicamente incorretas.

Um governo central precisa de um povo dúctil, que faça o que é mandado, não crie problemas. Também não seja numeroso demais. Nem muito inteligente. Já tivemos notícias de universitários que não sabiam fazer as quatro operações. E não é só no Brasil. Aqui sabemos que o aluno passa de ano de qualquer jeito, se não domina a matéria o professor é culpado. Então vai aprender o que?  Também estamos ficando mais pobres. Os salários, as aposentadorias, as vagas de emprego, tudo murchando. Não tenho agora os dados oficiais, mas enquanto os ricos ficam mais ricos, o mundo restante vem empobrecendo. Um claro indício de que drásticas mudanças estão por acontecer. E digo mais, isto é proposital, é arquitetado. O homem foi dotado de recursos intelectuais suficientes, para ter sido capaz de conduzir a evolução no caminho certo, harmonioso, em benefício de toda humanidade. Entretanto o que acontece tem objetivos deletérios, que ficam mais evidentes quando se olha para o que ocorre no Velho Continente.

SUBSTITUIÇÃO CULTURAL
Programada pela “ONU” já em 2001 sob o título “Replacemente Migration” (vide neste blog em 2.12.2015 – ver também sob EUROPA VAI PEGAR FOGO em 3.2.2019) isto representa uma idéia que só pode ter nascida em mente doente, diabólica. Deixa claro que Globalismo pretende constituir uma pequena camada de donos, regentes do mundo e o restante, o que sobrar de uma redução forçada, por guerra provavelmente, deverá ser uma imensa massa de SERVOS. Para chegar a este ponto os povos que possam oferecer resistência precisam ter sua estrutura étnica desmanchada, diluida, forçando sua mesclagem com culturas diametralmente diferentes. Só para se ter uma idéia, existe uma previsão oficial de que Portugal, que hoje tem cerca de 10 milhões de habitantes, tem condições de receber 70 milhões de MIGRANTES.


Seria bom que essas questões venham a ser com frequência crescente objeto das conversas entre amigos, afinal somos todos nós os formadores do mundo de amanhã, do mundo dos nossos descendentes.

5 de dezembro de 2016

T R U M P

Em função do que nos era apresentado durante a campanha, Trump sempre passava para a gente algo de enigmático. Parece que agora já dá para começar a arriscar alguns comentários. Antes de mais nada eu diria que Trump não corre tanto risco de ter um destino de Lincoln, Kennedy, ou outros, como a gente imaginava, tendo em vista a violência da campanha travada contra sua candidatura. Nela se engajou de maneira agressiva praticamente toda a mídia aqui do mundo ocidental. Mas, apesar da grande votação que teve, não parece ser candidato a líder popular, não defende ideologias, não é um Hitler, não pretende levantar barricadas, nem bandeiras. Trump é negociante.

Sua grande virtude é ser contra a Nova Ordem Mundial, contra a NjewWorldOrder, contra o GLOBALISMO. Mas, este mas é importante, tudo indica que pretende ajudar Netanjahu a criar “ERETZ ISRAEL”, a Grande Israel:
Aí tudo se complica. Seria um projeto muito a desagrado do Irã, que é constantemente mencionado por Trump, principalmente no que se refere ao recente acordo nuclear, cujos termos não seriam satisfatórios. Alie-se a isto a verdadeira islamofobia que ele e alguns dos auxiliares, que já nomeou, vêm revelando. E já não fazem diferença entre sunistas, xiitas, mercenários do EI ou muçulmanos. Um Eretz Israel evidentemente eliminaria a questão pendente do Estado Palestino e a capital definitiva dentro deste novo traçado passaria a ser Jerusalém. É claro que este raciocínio representa no seu todo uma ameaça não só para o Islã em geral e Irã, em particular, como também para a Rússia e Turquia e, em termos, não se sabe se ainda existem ou não, para Síria e Iraque. Portanto, com Trump pode crescer o perigo de uma 3a Guerra Mundial.

Antes de deixar esta área militar cabe aqui mencionar a escolha que Trump acaba de fazer para a Secretaria da Defesa. Trata-se do General James Mattis, nas palavras de Trump “Mad Dog Mattis, the closest to General Patton” (Cachorro louco Mattis o mais próximo do General Patton). Aqui preciso explicar para quem não sabe ou não se lembra: O General George Patton foi o general americano mais odiado e mais amado pelos seus comandados na Segunda Guerra Mundial. Em 31.8.1945, terminada a guerra, ele disse:
“Na verdade o alemão é o único povo decente que vive atualmente na Europa.”
Menos de três meses depois, em 21.12.1945, sofreu estranho e fatal acidente de automóvel. Talvez Trump tenha ignorado este fato.

Quanto ao resto do mundo Trump vai querer – se é que vai ter a autonomia necessária – que cada um cuide do que é seu setor, seu país. Nota-se que o resultado inesperado da eleição americana deixou muita gente perplexa. Dos políticos europeus foi o britânico Nigel Farage o único que mostrou alegria. Trump disse que quer fazer a América “great again” , grande, rica outra vez! Este negócio de ficar sustentando a OTAN, por exemplo, não dá mais. Daqui para a frente o que deve valer é o negócio. Ele atribui mais chance ao bilateral do que ao multilateral tipo TTP. Isto poderia ser uma oportunidade para o Brasil de sair um pouco da subserviência econômica em que se encontra. Se isso prevalecer a União Europeia dificilmente resistirá. E daí muita coisa vai ser diferente.

Grandioso mesmo considero o fato de Trump se posicionar contra o grande engodo do “aquecimento global”. Este fenômeno até pode existir, mas não causado pelo homem. É cíclico. Certo dia na praia um professor geólogo me explicou: “Olha, já houve tempo em que essa praia aqui esteve dez quilômetros a leste daqui.” E mostrou mar afora para o horizonte. Continuou dizendo que também já esteve recuado outros tantos quilômetros terra a dentro. Portanto não é o CO2 que agora vai alterar alguma coisa. É que pegaram o gosto pela MENTIRA. Desde que a tecnologia passou a permitir a edição de dezenas ou centenas de milhares de exemplares de jornais, o rádio atingiu distâncias cada vez maiores e a TV completou a cobertura, descobriram a força da mentira. Fizeram até mesmo o mundo acreditar que um povo assassinou (a chuveiro de gás) seis milhões de pessoas do outro povo. Até os pretensos autores acreditaram…

Acabo de saber de outra mentira, com a qual TRUMP pretende acabar. Isto já durante os primeiros cem dias de governo: VACINAS! Vide The American Tribune. Dizem que ele já fez essa promessa durante a campanha, alegando que as vacinas estão criando doenças, em vez de preveni-las.

Resta-nos aguardar e esperar que as mudanças, que prometem vir, sejam para melhor e que possam nos fazer recuperar a esperança.

Toedter