20 de março de 2020

PÂNICO

Tenho certeza que vocês sentem como eu, não aguentam mais ligar a TV e escutar a palavra “coronavirus”. Já vi muita coisa, mas no que foi transformada a nossa paisagem midiática, é para mim algo absolutamente original, nunca visto. Parece que nada mais acontece ao nosso redor, ou tudo o que agora nos deve interessar é essa nuvem negra que paira sobre o mundo. Ela é terrível ameaça à humanidade, mas os governos estão fazendo tudo para nos salvar.

Isso me faz lembrar o que disse o Dr.Ron Paul. Foi deputado na Câmara dos Estados Unidos e por várias vezes candidato à presidência daquele país:

“Governos gostam de crises que amedrontam as pessoas. Com medo o cidadão fica mais propenso a sacrificar direitos, porque isso ajudaria o governo a resolver o problema. Passado o perigo nunca mais o governo se lembrará de nos devolver nossas liberdades.” Dr.Paul lembrou o Patriot Act editado pós 11/9 e valendo até hoje.

Há poucos minutos recebi a notícia de que o governo da Dinamarca acaba de aprovar lei que permite exames de saúde obrigatórios, internamento, medicação e vacinação, tudo obrigatório, se necessário sob condução policial. Isso naturalmente a pretexto do tal VÍRUS, igual a um sem número de ordens e medidas que são determinadas ao redor do mundo por toda sorte de autoridade. Apenas para registro lembro entre elas: suspensão de uma série de atividades que reúnam certo número de pessoas, tais como escolas, faculdade, esportes, shopping centers, cinema, teatro; produções caríssimas como Fórmula 1, torneios esportivos, viagens, espetáculos, tudo sumariamente cancelado. Fechamento de fronteiras e outras mais, além das que estão por vir. 

Entretanto cabe destacar que a OMS - Organização Mundial da Saúde – afirma, que limitar o comércio ou restringir o movimento de pessoas e bens durante emergências de saúde pública, pode ser ineficiente e sugar recursos de outras intervenções. No Brasil a importância que vinha se dando à recuperação econômica do país sofreu uma forte reversão. Não se fala mais nisto. Pelo que se vê a despesa pública vai ser fortemente impactada.
A Europa fechou fronteiras, suspendeu aulas, proibiu aglomerações de todo tipo, mas mantém a programação dos exercícios militares que a OTAN está por realizar ali durante os próximos cinco meses com a participação de 37.000 militares de sete dos países-membros. A população tem que ficar em casa para não ser contaminada e os militares não? 

Voltando ao título deste artigo eu preciso perguntar: Por que vem sendo criado esse PÂNICO GERAL. Todos os veículos de comunicação rezam pela mesma cartilha e ao mesmo tempo. Não adianta mudar de canal. ISSO É COISA DE GOVERNO AUTOCRÁTICO gente! Mas talvez nem seja de governo, por vezes ele próprio dá sinais de meio perdido. Lembro que há dez anos tivemos a epidemia da gripe H1N1. Custou cerca de 18 mil mortes. Não houve histeria e as medidas restritivas, se é que houve, devem ter sido amenas. Para encerrar talvez seja interessante ver como se encarava a gripe cinquenta anos atrás. Para tanto fui buscar o verbete numa enciclopédia datada de 1958: 

“GRIPE – Gripe é uma infecção febril, que normalmente ocorre na primavera e tem transcurso epidêmico, podendo se espalhar por todo globo terrestre. É provocada pelo Virus da Gripe dos quais há vários tipos (os mais frequentes são os designados como A ou B) cada qual com vários troncos. A gripe é transmitida por infecção através de gotículas. Começa 1 a 3 dias após a transmissão com febre, faringite e catarro das vias respiratórias com fortes manifestações de mal-estar, dor de cabeça, das costas e dos membros. Pode se tornar perigosa em casos de existência de problemas circulatórios. Assume um desenrolar ameaçador em caso de inflamações do ouvido médio e seios nasais, assim como infecções paralelas por bactérias; só contra estas adianta empregar remédios, ou antibióticos. Guardar o leito é recomendado.”

13 de março de 2020

SENTENÇA FATÍDICA


Sempre se impunha uma dúvida quando líamos o texto que está gravado naquelas pedras, chamadas de Georgia Guide Stones. Para quem não conhece, elas constituem um monumento feito de granito com uma altura de 6 metros. Foi levantado em 1980 e porta inscrições entalhadas em em oito idiomas. É a primeira delas que chama atenção:
Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza. “

Em princípio ninguém sabe o que fazer com esse número, pois a população mundial já conta com mais de 7.500.000.000 , ou sejam 15 vezes mais. A primeira vista é coisa estranha demais e, com certeza, a maioria se sente levada a descartar o assunto como leviandade qualquer ou matéria do pessoal de Conspiração.

Mas o monumento e o texto, em oito idiomas, entalhado em pedra estão lá, são reais. Figuras notórias como Bill Gates já se manifestaram de público a favor de uma redução da população mundial. Mas reduzir a população mundial, ainda mais nessa proporção, como? Guerra, Impossível e invariavelmente atingiria também os parceiros. Também já se falou em vacinação, mas para atingir tais proporções acredito ser inviável. A única ferramenta, ou arma que posso imaginar seria o DINHEIRO. Uma pessoa sem dinheiro e sem possibilidade de ganhá-lo não vai ter muita chance de sobreviver. Acrescente-se que o dinheiro na verdade só nos é emprestado. Mesmo aquele que está rendendo juros na sua conta do banco. São “Eles” que determinam de quanto é a remuneração, pode ser até negativa, aí você paga para que o banco guarde. E, engraçado, a gente tende a achar que alguns bancos são do Estado, do governo. Doce ilusão. Fui tentado a consultar o Google sobre “Bancos do Rothschild”. Pasmem, vem uma lista que não cabe de uma vez na tela do computador e, mais, lá no meio está o nosso querido Banco Central do Brasil.

DINHEIRO todo mundo precisa, mesmo um pedinte precisa dele para viver. Dinheiro faz a Economia girar. Economia é uma palavra que diariamente está no noticiário. Economia tem que crescer, senão faltará dinheiro.

Mesmo assim tenho o leve pressentimento, temor até, de que estão descobrindo, ou melhor, exercitando um meio de fazer a economia parar. Na Europa já faz alguns meses que a produção está caindo. Aquele resto de Alemanha que sobrou da última Grande Guerra, escalado para preceder a tropa, está preparando sua DESINDUSTRIALIZAÇÃO (veja neste blog também 9.10.2019). A indústria alimenta o comércio. Sem uma nem outro quem vai pagar rendimentos que permitam ao povo comprar o pão de cada dia? Dizem que a Alemanha vai ser transformada num país agrário. Também não funciona sem dinheiro.

Consta que existe desde 2005 um projeto de TRANSFORMAÇÕES GLOBAIS de autoria de Maurice Strong (falecido) fundador do programa das Nações Unidas para o meio ambiente. A meta deste “Contrato Social”, como é chamado, é uma transformação radical da ordem econômica e social, não apenas da Alemanha, mas do mundo inteiro, sobretudo das nações desenvolvidas. Visa principalmente acabar com os estados industrializados. Seus autores são da opinião de que a única esperança de que este Planeta Azul sobreviva, reside na destruição dos estados industrializados. Para nós, creio eu, ideias absurdas, tão irracional quanto o aquecimento global e suas campanhas que fazem ser lideradas por uma criança.

O que quero dizer com isso é que não dá mais para acreditar em um bom senso com o qual, apesar dos pesares , a gente contava existir nos que de alguma forma interferem nos destinos do mundo. Com essa história do CORONAVIRUS são capaz de se lembrar daquela SENTENÇA FATÍDICA dos Geórgia Guide Stones.


4 de março de 2020

TERRAS INDÍGENAS EM RISCO

Li na coluna do Jamil Chade na UOL – 4/3 – que o lider indígena no exterior Davi Kopenava Yanomami desmente os argumentos do governo Jair Bolsonaro de que existiriria um risco de as terras indígenas serem alvo de alguma espécie de ação internacional para violar a soberania do Brasil…
Isto me lembrou de um relatório que tenho guardado desde janeiro de 2013 e que hoje ainda mais merece a nossa atenção

Segue abaixo o relato de uma pessoa que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece..

“As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Pra falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro) ou a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.

Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem- se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerd com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar uma empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia... Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: Os americanos vão acabar tomando a Amazônia. E em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes.. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:

'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.

A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo-objetivo de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático). Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas:  porque os americanos querem tanto proteger os índios ?  A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animal e vegetal, da abundância de água, são extremamente ricas em ouro - encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO. Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a  alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.

É, pessoal... saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim. Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa
Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP - USP”

24 de fevereiro de 2020

CIVILIZAÇÃO EM BAIXA

UM EMBUSTE QUE EXTERMINA UM POVO E MUDA O MUNDO

Lembro bem o dia em que vejo a então recém empossada chanceler da REPÚBLICA (ilegítima) FEDERAL DA ALEMANHA, Angela Merkel, afirmar a irrestrita e eterna fidelidade ao Estado de Israel e que o povo alemão nunca esquecerá a pavorosa culpa que pesa sobre os seus ombros. Referia-se ao pretenso extermínio de 6 milhões de judeus, que teria sido praticado pelos alemães durante a II Guerra Mundial. Recebeu o nome de Holocausto. E o alemão não poderia ser esquecido mesmo, o sistema todo trabalhou para impregnar sua memória com esta diabólica mentira. Unidos, governo, legislativo, judiciário e imprensa fizeram parte do sistema. Leis proibiam duvidar, ou negar o fato. Até hoje as prisões na Alemanha abrigam praticantes deste tipo de crime, entre eles até uma mulher de 90 anos. Assim a Merkel vem cumprindo sua promessa. O povo que ela dirige há 14 anos politicamente mais parece um amontoado de zumbis. Não querem saber de história, acham que são devedores, seus pais e avós foram assassinos. Um sentido de penitência parece que tolhe qualquer reação natural à privação de direitos. Em suma são vítimas de uma guerra psicológica conduzida.

Esta guerra psicológica acompanhou as duas guerras mundiais contra a Alemanha. A primeira não foi contra o Kaiser e a segunda não foi contra Hitler. Alguma outra razão fez com que o objetivo fosse a erradicação desse povo. Com o progredir do processo migratório, hoje a substituição étnica programada está próxima e a meta funesta quase alcançada.

Tarde talvez, para ainda ocasionar alguma mudança, estão começando a aparecer provas de que os “6 milhões” foi uma grande mentira. Sob o título “Registro Oficial de Prisioneros del Campo de Concentracion de Auschwitz” encontram-se na internet em

https://elcasopedrovarela.wordpress.com/2020/02/16/y-ahora/?fbclid=IwAR1LyDz0jE-hU9yLClhH2V8t3ezUCUqdmcGQltn108k1M9qxPZRcUggY_Uc

informações detalhadas sobre o que ali realmente aconteceu no tempo em que esteve sob administração alemã. Para os que não têm tempo de se aprofundar nos dados ali oferecidos, encerro com um resumo do essencial: Entre 1941 e novembro de 1942 passaram por Auschwitz 173.000 judeus. Faleceram de morte natural 2.064, vítimas de tifo 58.240, executados 117.
Certamente estes números não podem ser considerados absolutos, mas, baseados em documentos, são mais honestos do que os mirabolantes SEIS MILHÕES, número que ocasionou e ainda justifica profundas mudanças na organização social do planeta.

18 de fevereiro de 2020

O que se passa



ISTO É DEMOCRACIA

Este vocábulo assumiu definitivamente a liderança entre os bordões mais usados. Mereceria mesmo as loas que lhe vêm sendo dirigidas como sendo o “GOVERNO DO POVO”, ou também o “governo do povo exercido pelos seus representantes”. Com esta segunda definição procura-se uma aproximação mais consistente. Mas seriam eles, estes representantes, mesmo representantes do povo, já que foram eleitos pelo povo? Pergunto porque antes de se candidatar eles foram escolhidos pelo presidente do partido político. E não é este o homem da verba, o que faz a distribuição do fundo partidário? Neste hora me parece que o povo já ficou longe. E no nosso caso, Brasil, como é que fica o caso da representação política? Teoricamente um partido representa um segmento da sociedade, então como é que se definem esses segmentos num universo de trinta e tantos partidos como é o nosso caso? Será que um partido político que aposta no voto dos pobres, dos menos favorecidos, quando eleito para o governo, vai trabalhar para reduzir esse contingente, melhorando suas condições de vida?

Não me cabe propor solução, mas sou contra a enganação. Acho que não há quem não conheça Ângela Merkel. Já foi considerada mulher mais poderosa o mundo, lider de fato da União Europeia, chanceler da Alemanha há 15 anos, chefe do maior partido do país a União Democrata-Cristã (CDU). Era um partido de centro-direita, que hoje age como esquerda radical. Não é para menos. A Merkel era da liderança da Juventude da Alemanha Oriental, constituida pela Zona Soviética de Ocupação. A mulher é portanto de formação marxista. Pois esta mulher, louvada nos quatro cantos da terra, mandou o vencedor da recente eleição no estado da Turingia renunciar. O motivo: O eleito venceu com ajuda dos votos da AfD, partido que a Merkel chama de populista.

Lembrando: Merkel é quem comanda a substituição étnica em curso no Europa. Mui democrático!


CORONAVIRUS

Vem movimentando os noticiários. Isto agora é comum. Lembro que em 2010 eu escrevi e está publicado em “A PAZ que não houve”, pag 119:

>>>DOGMA DA GRIPE SUINA, que visa criar uma histeria em massa, dando um fantástico impulso à produção de determinado medicamento e, principalmente, ocasionando a produção de incalculável número de vacinas, obrigando os governos a fazer enormes gastos na estocagem e aplicação. Tudo isto sob patrocínio da OMS – Organização Mundial da Saúde, cujos principais conselheiros pertencem ao império fármaco-produtor. Sempre houve mutações do vírus da gripe, sempre houve casos fatais como em qualquer enfermidade. Mas agora tudo foi mercantilizado. O objetivo não é mais cuidar da saúde. O objetivo é vender! Em meados de julho de 2009 contava-se com um total até então de 441 mortes, mundialmente insignificante. Entretanto, um mês antes, no dia 11 de junho a OMS já divulgava o Alerta de Pandemia em grau máximo. <<<

E assim foi no caso do Vírus Ébola, da Gripe Aviária, H1N1 etc. Os grandes produtores de remédios e vacinas não perderão as oportunidades de dramatizá-las. Diferente foi o caso da epidemia de gripe que mais ceifou vidas, a Gripe Espanhola. Era 1918. A guerra terminara e grandes concentrações de soldados esperavam o transporte de volta às suas terras. Na época a Aspirina (AAS) havia chegado ao auge com a fama de remédio miraculoso. Acabava com uma febre na hora. Consta então que foi largamente utilizada aos primeiros sinais de febre, impedindo que essa primeira defesa do organismo exercercesse sua função natural. Assim teria se permitido que a mortalidade do vírus atingisse índices extraordinários.
No caso atual parece que a ameaça maior está sendo vista mais no fato de estar se desenvolvendo no país mais populoso do mundo , que, reduzindo sua atividade econômica, consumindo e produzindo menos, venha a afetar a economia mundial. Aguardemos.

1 de fevereiro de 2020

DE AUSCHWITZ AO BREXIT

AUSCHWITZ - Estão me perguntando porque este blog não se referiu ao “27 de janeiro”, dia comemorado através de todos os meios de comunicação que se prezam. É simples a resposta: Quem conseguiu preservar sua capacidade de formar uma opinião própria sobre o assunto, apesar do intenso bombardeio de informações tendenciosas às quais o mundo foi submetido nos últimos 75 anos, este sabe o que pensar. Quanto aos que não conseguiram, persistir na tentativa de esclarecer é perder tempo.

PANDEMIAS – Já fizeram várias tentativas de mobilizar o mundo, ou seja, de mostrar ascendência sobre as nações, criando uma histeria em massa, pânico, se possível. Ninguém gosta de ver sua saúde ameaçada. Periodicamente a população sofre sobressaltos por ser anunciada a descoberta de um novo vírus. As mutações do vírus da gripe recebiam nomes, Gripe Suína, Gripe Aviária, H1N1 etc. Os veículos de comunicação faziam o seu serviço, os laboratórios produziam vacinas que movimentavam a área financeira e as pessoas, as populações se acostumaram a ter medo de alguma coisa. Medo do invisível inibe reações.
Agora temos aí o tal CORONAVIRUS (2019nCoV). Deu os primeiros sinais na China, na cidade de Wuhan, supondo-se que tenha escapado de um mercado ou de um super laboratório. De imediato passou a dominar o noticiário mundial. O número de afetados crescia lentamente, enquanto os casos fatais eram representados por percentagens em volta de 2%, pouco assustadoras. Mesmo assim a OMS- Organização Mundial da Saúde logo assumiu o comando e acabou decretando “Estado de Emergência Internacional.” Como seus principais conselheiros pertencem ao império fármaco-produtor, era de se acreditar que essa MOBILIZAÇÃO MUNDIAL destinava-se, como de costume, à mercantilização. Fala-se até que a vacina já foi desenvolvida, já teria até patente inglesa registrada sob EP3172319B1.

BREXIT – Há três anos o Brexit, da saída da Grã Bretanha da União Europeia, está nas manchetes. Pois a partir de zero hora de hoje, 1 de fevereiro de 2020 , a Inglaterra reconquistou sua “independência”. - Não me faz rir, que me dói o dente. - Nunca entendi como a Inglaterra que ainda há pouco dominava meio mundo, nação cuja rainha preside o Comitê dos 300, onde se localiza a CITY, a milha quadrada (square mile) mais importante do mundo, como podia teria concordado em fazer parte da união de 28 países? Como se dispôs a obedecer às autoridades de um aglomerado de nações, cujo destino é perder as qualificações que por longo tempo detiveram?

Há algo de errado nessa história, talvez até na coincidência tempestiva dos dois acontecimentos. E mais, é possível que até mesmo aquele primeiro tenha feito parte de todo o desenvolvimento.

EM TEMPO: A pedido e conforme prometido, neste blog foi desativado o recebimento de COMENTÁRIOS. Era excessivo número dos que mal se referiam ao assunto da postagem, abordando temática estranha, por vezes ideológica, ou partidária e quase sempre encobertos pelo anonimato, desprezando ostensivamente a tentativa de impor determinadas regras. Por inexperiência deste jovem blogueiro nonagenário a operação ocasionou temporária inacessibilidade da página, pelo que peço desculpas. - Toedter
 

21 de janeiro de 2020

O PLANO É DESTRUIR

No final do artigo NOVA desORDEM eu escrevi “Na verdade nunca dizem o que pretendem, nem como farão”. Engano meu. Já disseram, e isto há mais de cem anos. É uma REVELAÇÃO que vai dar o que pensar. Foi dada a público por NAHUM GOLDMANN na página 37 do seu livro “Der Geist des Militarismus” editado em 1915, Deutsche Verlagsanstalt, Stuttgart/Berlin.
Segue a tradução do extrato e ao seu final algumas palavras sobre a personalidade do autor do livro.

"A gente pode resumir o sentido e a missão histórica dos nossos tempos como segue: A missão é reordenar a humanidade cultural, criando um novo sistema social em lugar do que reina atualmente. Toda essa reordenação e reorganização consiste agora de duas partes: Na destruição da velha ordem e construção da nova. Inicialmente devem ser removidos todos os marcos de fronteiras, todas as barreiras e rotulações do sistema vigente e todos os elementos do sistema que vai ser reestruturado, como tal, devem ser separados equivalentes entre si. Só então poderá ser começada a segunda parte, a reordenação destes elementos.

Portanto a primeira tarefa da nossa época é a destruição. Todas as camadas e formações sociais, criadas pelo antigo sistema, devem ser extintas; os indivíduos devem ser arrancados de seus meios herdados; nenhuma tradição pode mais ser considerada sagrada; a idade valerá apenas como doença; a ordem é: Fora com o que já era.

As forças, que executam essa tarefa abstrativa na nossa era, são o capitalismo no campo econômico-social e a democracia no politicamente espiritual.

Todos sabemos o quanto já foi realizado, mas também sabemos que o trabalho ainda não foi concluído. O capitalismo ainda está lutando contra as formas da velha economia tradicional e a democracia ainda está travando uma batalha feroz contra todas as forças de reação. O trabalho será completado pelo espírito militarista. Seu princípio uniformizador dará conta desta incumbência negativa da época. Quando finalmente todos os membros do nosso círculo cultural tiverem sido uniformizados, como soldados do nosso desenvolvimento, esta tarefa estará resolvida.

Só então surge a outra tarefa maior e mais difícil: a edificação da nova ordem. Todos os elementos que foram arrancados do seu antigo enraizamento e de suas camadas sociais e agora estão espalhados de maneira desorganizada e anárquica, têm que ser estruturados em novas formações e categorias. Um novo sistema piramidal e hierárquico terá que ser erigido."

EIS UM PLANO CONCRETO PARA CRIAÇÃO DA NOVA ORDEM MUNDIAL

Nahum Goldmann
de 1953 a 1978 Fundador e Chefe do Congresso Mundial Judeu
de 1956 a 1968 Presidente da Organização Mundial Sionista
Líder da Internacional Socialista durante décadas

8 de janeiro de 2020

NOVA desORDEM

AINDA HÁ COMO ENFRENTAR O GLOBALISMO?

Depois de uma breve excursão ao passado está na hora de voltar aos dias de hoje. As manchetes andaram movimentadas e Trump nos lembrou que este ano de 2020 pode ser atribulado. Decisivo também no enfrentamento dos globalistas. Muitos me incluem entre os aficionados do atual presidente americano. Não, não posso afirmar que o seja. Só em pensar o que aquela terra já trouxe de desgraça para o mundo, faz a gente receber tudo o que vem de lá com um pé atrás. A contrapropaganda que sofre no próprio país e na mídia mundial, os ares de bufão, que por vezes demonstra, os trejeitos, a teatralidade nas expressões, tudo isso não ajuda muito. Mesmo assim alimento uma esperança fervorosa de que ganhe as próximas eleições nos Estados Unidos. É ele que enfrenta os empedernidos representantes da Nova Ordem, tipo Obama, Clinton, Bush etc, Sem ele a sorte estará lançada. O mundo ocidental cairá inexoravelmente nas garras do globalismo, Nova Ordem Mundial, Marxismo Cultural, ou como queiram chamar este flagelo que se abaterá sobre a humanidade.

Alguém vai dizer, mas Toedter você não acaba de afirmar que talvez atinja só o mundo ocidental? Sim, temporariamente, mas os de lá já estarão inoculados e mais cedo ou tarde deixarão de resistir, ou a resistência até já faça parte do plano hegemônico, porque, diminuir a população mundial, é propósito que integra o esquema. O mundo árabe, por exemplo, não precisa muito para começar um jihad , uma guerra religiosa, mais que bem-vinda aos globalistas. Afirma-se que na África já estão matando cristãos a granel. A própria igreja cristã já está desfigurada. Basta ver como o Papa e também as igrejas evangélicas da Europa estão apoiando a substituição cultural que vem acontecendo naquele continente.

Dir-se-á que é um absurdo apoiar um homem que acaba de sofrer uma condenação da mídia mundial, por ter mandado eliminar o comandante das Forças Revolucionárias iranianas. Tirar a vida, matar alguém, é um ato que a nossa cultura condena como imperdoável, que só é tolerado quando praticado em legítima defesa. Sem querer justificar coisa alguma, não sou advogado, nem juiz, fato é que está se matando descaradamente, ainda mais naquela região, indistintamente civis e militares. E Trump não é exatamente um mandante que tivesse se destacado neste afazer.

O que me faz acreditar que este homem, chefe da ainda maior potência mundial, possa nos proteger contra o Globalismo? Ainda hoje recebi um aviso mostrando que, entre 24 pessoas da administração Trump, 19 são judeus. Big surprise… Mas eles estão em todas. Na administração da União Soviética entre 119 nomes havia 81 judeus. O Marechal de Campo Erhard Milch das forças nacional-socialistas era judeu. Nosso presidente é grande amigo de Netanyahu e tem vários ministros que certamente são daquele povo. Pois já tenho afirmado aqui que não é tudo a mesma coisa. Há judeus que condenam a mentira do holocausto. Há os fanáticos e há os comedidos. Como em qualquer sociedade há bons e maus. E mesmo tendo sido, e continuam sendo, judeus os responsáveis pela extinção do meu povo, não vejo nisto razão para condenar o Jacó da esquina ou o Prof. Isaac da faculdade.

Isto posto, quero concluir dizendo por que vejo no Globalismo, Nova Ordem, Marxismo Cultural, ou como quer que se chame, um terror para a humanidade. As nações que aí estão são, em sua maioria, fruto de uma evolução natural, abrigando sociedades que construíram ao longo do tempo a sua estrutura, seu progresso, entendendo-se através de um idioma comum, tendo exemplos a seguir em outras mais adiantadas. Para serem melhor administráveis, ao contrário do que pretendem os globalistas, não derrubaram fronteiras, mas, sim, criaram fronteiras internas, criando subdivisões (estados). É o que faz qualquer empreendimento, a medida que cresce, cria departamentos, para melhor ser gerido. Como então fariam os promotores do GLOBALISMO, derrubando fronteiras, mudando e unificando idiomas, religiões, leis, costumes. Só poderia ser através da criação de uma enorme DESORDEM, destruindo tudo que existe, para depois levantar sobre os destroços o tal MUNDO NOVO.

Na verdade nunca dizem o que pretendem, nem como farão. Não podem dizer, porque só pode ser feito com o sacrifício de um número inimaginável de vidas. Às vezes se tem a impressão de que seres desumanos estão assumindo o controle do planeta.

2 de janeiro de 2020

PAULA HITLER

OPINIÃO DA IRMÃ SOBRE O IRMÃO E SEUS CRÍTICOS

Senhores -  só não esqueçam uma coisa! Vosso nome terá se extinto, esquecido, deteriorado junto com vossos restos mortais há muito tempo - enquanto o nome Adolf Hitler ainda estará resplandecendo e fulgurando. Vocês, com seus baldes de dejetos, não conseguem acabar com ele, nem seus dedos sujos de tinta, apagar o seu nome guardado por incontáveis almas  -  para tanto vocês são muito, mas muito pequenos.

Ele amava a Alemanha, ele se preocupava pela Alemanha. Quando tenha errado, errou pela Alemanha e quando lutava por honra e distinção, ele o fez pela Alemanha. Quando a ele nada mais restou neste mundo do que a própria vida, ele a deu pela Alemanha. E vocês, até agora o que deram? E quem de vocês daria sua vida pela Alemanha. Vocês, quando pensaram  em Alemanha, sempre só visaram o poder e a riqueza, o prazer, a gula, uma vida maravilhosa e sem responsabilidades.

Podem me acreditar, o abnegado pensar e agir do Führer talvez não tivesse garantido o êxito do seu batalhar fanático em prol da grandeza da Alemanha se deva também a uma diferença de mentalidades. Por um lado o caráter do inglês pode ter muitos defeitos, mas ele nunca esquece que é inglês, leal ao seu povo e à sua coroa. Por outro lado, o alemão reconhecidamente nem sempre é alemão acima de tudo.

Assim as almas pequenas de vocês pouco se importam que junto com vocês a nação inteira seja botada em escombros. Para vocês nunca vai valer o ditado "O benefício comum tem preferência sobre o benefício individual", sempre o contrário. E é com tal premissa que vocês querem impedir que alguém maior se torne imortal?

O que eu escrevera logo nos primeiros anos após o término da guerra, continua valendo também no ano de 1957, é minha convicção.

Paula Hitler, Berchtesgaden, 1.de maio de 1957