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12 de dezembro de 2019

PORQUE BRASIL

A revista TIME acaba de publicar em sua capa como PERSONALIDADE DO ANO uma foto da GRETA, uma menina de 16 anos, que vem servindo de estandarte do maior FAKE deste século. Ou a TIME baixou muito seus critérios de escolha - o presidente Bolsonaro chamou a Greta de “pirralho” - ou submeteu seu nível de seriedade aos objetivos inconfessados e inconfessáveis da campanha CLIMATE CHANGE. Sem dúvida a segunda hipótese é a mais provável.

Recordando: Poucos meses atrás o governo brasileiro foi alvo de Intenso fogo midiático internacional (nacional também), sendo responsabilizado pelas queimadas que se verificavam na área amazônica. Destacou-se com o mesmo objetivo o próprio presidente da França, Emmanuel Macron, cria rotschildiana, apoiado por Angela Merkel, gerente da RFA. Não se levou em conta que incêndios florestais ocorrem em maior ou menor escala no mundo todo, basta lembrar a Califórnia, Portugal e os menos noticiados, porém de grande intensidade no Extremo Oriente, na Indonésia, na África Susaariana, Congo e Sâmbia. São os que me ocorrem.

Como não podia deixar de acontecer o dissenso chegou a adquirir caráter pessoal. Quando no fim de julho o ministro das Relações Exteriores francês Jean-Ives Le Drian chegou ao Brasil, para uma visita de estado e encontro com membros da sociedade civil, o presidente Jair Bolsonaro não o recebeu, alegando compromisso com o seu barbeiro. Mais tarde justificou: “O que é que ele veio fazer aqui, conversar com ONGues? Quando se fala em ONG, para quem tem um mínimo de juízo começa a soar um alarme.”
Na véspera do G7 em Biarritz Macron fez das queimadas anuais na área amazônica uma crise internacional, porque Bolsonaro não respeita seus compromissos em relação ao clima e à biodiversidade e que nestas circunstâncias não assinaria o tratado do Mercosur (já não saiu em 20 anos e não vai sair agora).

A posição de Bolsonaro em relação às ONGues revela o porquê de ONU e os Globalistas, incluindo TIME e a mídia internacional serem inimigos do atual governo brasileiro. Convido o leitor interessado a folhear para trás neste blog até 11.4.2016, onde encontrará um artigo sobre a AGENDA 21. Não restar-lhe-ão dúvidas. Para os menos pacientes adianto um parágrafo:

“Às claras, portanto, trata-se de uma tentativa de construir um domínio totalitário sobre cada cidadão e toda a sociedade, ao qual ninguém possa escapar, pois acontecerá no mundo todo. Neste mundo da “vizinhança global” as ONG (Organizações Não Governamentais) terão a incumbência de implementar o novo sistema e, como não eleitas, a ninguém devem responsabilidade. Desmonta-se a democracia e a liberdade individual vai para o espaço. Ao contrário do que seria de se esperar essa Agenda 21 não foi e não está sendo discutida pela sociedade.”

16 de agosto de 2019

ONG não é o que PARECE

Vivi alguns anos no litoral, onde passei pela experiência de ser um “ecochato”. Assim eram chamados os que se preocupavam com natureza. Havia lá um centro universitário dedicado aos estudos do mar. Amizades que se formaram pela convivência, tiveram sua atenção atraídas para problemas naturais da região. Meio ambiente ainda não era expressão corriqueira, usava-se mais ecologia. Havia problemas sérios, entre eles a ameaça de extinção do mangue. O empenho pessoal daquela meia-dúzia de nós valeu a pena.

Sabendo depois que no mundo passaram a existir ONGs – Organizações Não Governamentais que voluntariamente se dedicavam a encontrar, ou promover junto a órgãos competentes, a solução para problemas públicos, ainda pensei: “pô, era isto o que precisavamos ter feito, teria tornado nosso trabalho muito mais fácil.”

MUDEI RADICALMENTE DE OPINIÃO! 
Assim como fora a minha primeira impressão, muita gente ainda hoje deve pensar que ONG é coisa boa, é gente voluntária se preocupando com o planeta, com a natureza, com a vida. Uma ONG é muito mais do que eu pensava. Não existe, como qualquer outro negócio, botequim ou empresa, no ordenamento jurídico brasileiro. É de se notar que essas organizações não têm os controles e as limitações às quais um governo normal e democrático é obrigado a se sujeitar. Talvez nem endereço tenham. Parecem bom negócio. O Google diz que só em Curitiba existem 450 (quatrocentos e cinquenta).   

ONG é supra-nacional! Fora criada, ou melhor, inventada pela ONU - sempre ela - com a aprovação da AGENDA 21 (convido a lerem mais sobre este assunto neste blog sob data 11.4.2016). ONGs não têm fins lucrativos, mas podem receber doações(!). Também atuam quase como um governo ou legislativo paralelo.  -  Noite destas durante o noticiário na TV, uma reportagem na Câmara de Deputados permitiu que se visse um requerimento sobre a mesa diretora, no qual, de relance, deu para notar que vinha assinado por cerca de quinze ONGs.

Na verdade ONG é obra daqueles que querem instalar o Governo Mundial. Esses Globalistas passaram a ter aí poderosa arma para subordinar as nações existentes à ONU, submetendo-as à sua prospecção com ajuda das incontroladas, não eleitas e democraticamente não autorizadas ONGs. Isto quer dizer que Estados soberanos, constituídos em liberdade e democraticamente, estão sendo desautorados, rebaixados a simples regiões administrativas. Estamos tendo prova disto no affair que nosso governo está enfrentando na questão do Desmatamento na Amazônia. Desde quando um país se arvorava a dar palpites na administração de outro país? Pelo menos aberta e descaradamente, como está acontecendo. Floresta Amazônica é floresta brasileira. Se ela é o “Pulmão do Mundo” e está faltando ar para vocês, então talvez seja hora de vocês comprarem suas doses. Nós não temos que pagar juros pelo dinheiro que só vocês têm? Além do mais existem outras florestas no mundo, não presisam falr só da nossa.

Essa estória de CLIMA, AQUECIMENTO GLOBAL, CO2 é tudo pretexto açodadamente propagado com ajuda das ONGs estimuladas com os afago de Soros e companhia.
Ditadura mundial a caminho, as ONGs são ferramenta na implantação do novo sistema e, como não eleitas, a ninguém devem responsabilidade. Desmonta-se a democracia e a liberdade individual vai para o espaço.

16 de julho de 2018

MUNDO EM TRANSE

Não me lembro de ter vivido, nem de ter tido notícia, de um período tão imperscrutável politicamente, igual ao que vivemos hoje. Tivemos há cerca de oitenta anos a segunda grande guerra mundial, que foi uma espécie de “o pontapé inicial”,que desencadeou uma série de mudanças de posturas, hábitos e acontecimentos que se atropelavam no mundo até os dias atuais. Como toda guerra, esta também teve seus vencedores e derrotados e se diz que são os vencedores  que escrevem a história.

Oficialmente temos como vencedores os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e a União Soviética, bem como o então ainda não oficialmente existente Israel. Como derrotado o 3º Reich, constituído por Alemanha e Áustria, correndo a Itália, Japão e outros menos votados, por fora.

Temos ainda a Polônia que aos primeiros serviu de isca para detonar o litígio e, apesar de agredida também por um dos vencedores, acabou premiada e incluída no rol dos laureados. Cabe mencionar também, a título de curiosidade, que o não existente Israel sob o nome de JUDEA já declarara guerra ao Reich Alemão seis anos antes que os demais começassem a fazê-lo, precisamente em março de 1934. Eis então como esteve armado o tabuleiro de xadrez que acabou gerando a situação que hoje vivemos, qual seja a de não conseguir atinar em que direção estamos nos movendo e qual o destino deste nosso mundo. 

OS MAL-INTENCIONADOS 

Na verdade a tal Guerra Mundial contra o 3º Reich não terminou. O que restou daquela nação está nos noticiários todos os dias, concorrendo com os principais nomes da atualidade. Não deveria, uma vez que não é mais o que era. O território que abrangia teve parte desmembrada e doada à Polônia. A Áustria voltou a ser nação separada. A Alemanha pós-guerra passou a ser uma espécie de S/A, filial dos EUA, ocupada militarmente e controlada pela CIA. Até o presente momento NÃO EXISTE TRATADO DE PAZ. Como se explica a atual notoriedade?

Essa Alemanha S/A  teve implantado um governo, dito republicano e, consequentemente, vários gerentes chamados de chanceleres. Esse cargo vem sendo ocupado desde 2005 por uma senhora chamada ANGELA, que nada tem de celestial. Essa Angela MERKEL não vem se dedicando, como jurou, ao bem do povo que dirige, mas, ao contrário, é ela que está promovendo a extinção étnica dessa gente. Por tabela, é responsável por fazer o mesmo com toda a população branca da União Europeia. É um processo que pode provocar uma guerra civil e botar fogo em todo o continente. MERKEL, verdadeiro anjo do mal, conta com o apoio de Soros, lugar-tenente de ROTHSCHILD, imperador da Wall Street de Londres (onde o dinheiro nunca dorme). Foi ele, Rothschild, que fez seu ex-empregado MACRON ser eleito o atual presidente da França. Talvez até devesse substituir a Merkel , mas ela resiste. São esses os que atualmente mais aparecem na linha de frente dos que buscam criar a NOVA ORDEM MUNDIAL.

MAIS DOIS NOMES EM EVIDÊNCIA

Temos mais dois nomes que estão botando a mão no timão que dirige a humanidade ao seu futuro: Os presidentes TRUMP dos Estados Unidos e PUTIN da Rússia. Ambos geram constantes manchetes. Hoje estarão se encontrando na Finlândia.

TRUMP É O MAIS ODIADO? - Se atentarmos para o que a mídia nos mostra e informa, esta pergunta deve ser respondida afirmativamente. Os noticiários procuram denegrir sua imagem de todas as maneiras e ele ajuda. Faz declarações contraditórias e desafiadoras. Não costuma sair bem na foto e é antagonizado publicamente por manifestações de rua em países que visita. Isto desperta um alerta. O que é que um cidadão francês, belga ou inglês tem a reclamar de TRUMP, que o faça largar seus afazeres, ou seu conforto, confeccionar cartazes de protesto e IR P’RA RUA, manifestar sua desavença com o visitante do seu país? É claro que isto é induzido, organizado com propósitos bem definidos. Afinal, para o que hoje existem ONGs?  São os Globalistas que não gostam de Trump. Ele se definiu e foi eleito como NACIONALISTA, portanto é deles o inimigo número um.

Trump está empenhado em recuperar a economia da nação que preside e evitar a substituição cultural da sua população. Propósitos lógicos que todo dirigente deveria ter. Mas desde que em 1989 George H. W. Bush  assumiu a presidência dos EUA todos os governos que antecederam a Trump foram globalistas. Deixaram um legado, hoje chamado de DEEP STATE, um estado paralelo, infiltrado em todas as áreas governamentais, criando toda sorte de dificuldades para o atual mandatário. Acho que isto explica por que os formadores tendenciosos da opinião pública não gostam dele.

Finalmente temos o seu interlocutor de hoje Vladimir PUTIN, presidente da Rússia, fortemente hostilizado por quase todo o ocidente, incluindo governo e imprensa. Não me perguntem o motivo. Igual à Merkel, Putin se criou sob influência da União Soviética, ele na KGB (Serviço Secreto) e ela em destaque político na antiga Alemanha Oriental, também comunista. Ao contrário dela, acredito que ele, Putin, não guardou veleidades ideológicas. Ele está cuidando bem dos interesses do seu país. Por mais que seja hostilizado, Putin não antagoniza ninguém. Conseguiu boas relações públicas com a organização do campeonato mundial de futebol. Não creio que a conferência entre Putin e Trump, que está em andamento, venha a mostrar resultados relevantes.

Bem ao contrário dos primeiros  nomes citados neste post, eu confiaria bem mais nestes dois últimos a tarefa de enfrentar as dificuldades e os problemas que nos esperam.

11 de abril de 2016

ONU a serviço da NOVA ORDEM

Não pode mais ser segredo para ninguém, os meios de comunicação, a chamada mídia, obedece a uma orientação centralizada. Sai de cena a Síria, sai de cena o “ditador” Assad, entram em cena a Bélgica e seus terroristas. Sai de cena a dengue, entra a gripe. Nós aqui estamos tão preocupados com os acontecimentos na nossa área política, quando na realidade as decisões são tomadas lá fora.

AGENDA 21
Como ocorreu à maioria, alguma vez ouvimos ou lemos a palavra AGENDA 21, mas não demos maior importância. Pois parece que deveríamos. Agenda 21 é um documento que resultou da conferência que a ONU realizou em 1992 no Rio de Janeiro. Tem mais de 300 páginas e foi assinado por 180 países. A pergunta que se deve fazer hoje é, se os respectivos delegados que assinaram, EM NOME DOS SEUS PAÍSES, este tratado, eles realmente o leram? E, se leram, o entenderam?

Há várias formas de conquistar poder, domínio, seja sobre indivíduos, seja sobre povos. As armas e a força têm sido largamente utilizadas, mas existem também recursos sub-reptícios. Tudo indica que essa “agenda” faz parte desta categoria. E, pior, seus preceitos já estão largamente sendo implementados.

A - O que se esconde por trás da AGENDA 21?
A AGENDA 21 define encargos e procedimentos aparentemente destinados a promover um desenvolvimento ambientalmente compatível, sustentável, ou seja, adequado a preservar o futuro. A palavra “agenda” indica que essas obrigações têm prazo determinado para serem implementadas.

Sob justificativa da integração de aspectos ambientais, são relacionadas minuciosas instruções em todas as áreas políticas que produzirão reformas revolucionárias das estruturas dos Estados, da convivência social e da orientação de vida de cada um de nós. Intensa atividade de lobby ideológico e de outros grupos de interesse fizeram incluir em todas as partes da agenda, sempre sob o disfarce do meio ambiente, objetivos que ultrapassam longe o tema ecológico. Cada área da sociedade é descrita e tratada de tal maneira a que possa ser instrumentalizada para dar ao Estado um novo formato. Partindo de postulados inicialmente evidentes relativos à proteção ambiental – isto em países industrializados – ou à proteção ambiental – nos países emergentes, são ativadas forças socialmente relevantes nas comunidades ou nos estados com base no assim chamado processo-agenda, que então, supostamente, conduzirão a um “belo Novo Mundo”.

B - Obediência cega, em lugar de debates abertos.
Com a Agenda 21 se pretende subordinar as nações existentes à ONU, submetendo-as à sua prospecção com ajuda das incontroladas, não eleitas e democraticamente não autorizadas ONGs. Isto quer dizer que Estados soberanos, constituídos em liberdade e democraticamente, estão sendo desautorados, rebaixados a simples regiões administrativas. Tudo o que até agora constituiu a sociedade, as associações, os atores econômicos, o matrimônio e a família, o comportamento pessoal de cada indivíduo serão subordinados a uma doutrina. Esta se procura justificar moralmente com proteção ambiental, defesa do clima e ajuda aos pobres.

Às claras, portanto, trata-se de uma tentativa de construir um domínio totalitário sobre cada cidadão e toda a sociedade, ao qual ninguém possa escapar, pois acontecerá no mundo todo. Neste mundo da “vizinhança global” as ONG (Organizações Não Governamentais) terão a incumbência de implementar o novo sistema e, como não eleitas, a ninguém devem responsabilidade. Desmonta-se a democracia e a liberdade individual vai para o espaço.

Ao contrário do que seria de se esperar essa Agenda 21 não foi e não está sendo discutida pela sociedade.

C – Tese da miséria é pretexto para cobrança de mudanças revolucionárias.
O próprio preâmbulo da Agenda 21 já apresenta a atual situação do mundo de maneira totalmente distorcida. Diz sob 1.1:
“ A humanidade se encontra em um ponto decisivo de sua história. Estamos assistindo a uma crescente desigualdade entre povos e entre as populações, uma pobreza sempre maior, sempre mais fome, doença e analfabetismo, assim como progressiva danificação dos sistemas ecológicos, dos quais depende nosso bem-estar.”

Descontados os efeitos das guerras, que bem sabemos quem as está provocando, é uma mentira atrevida. Na verdade em todos estes setores ainda existem grandes problemas, mas estes nos últimos trinta anos não aumentaram, porém diminuíram.
Exemplos: Dados oficiais da FAO mostram que em 1969 ainda 36% da população mundial era desnutrida, o que baixou em 1996 para 19%. Isto apesar de ela ter crescido em 2,4 bilhões de seres no mesmo período. Os índices de mortalidade infantil e a assistência médica melhoraram, fazendo com que entre 1950 e 1995 a expectativa de vida nos países emergentes subisse de 41 para 63 anos. Na África subiu de 37 para 52, decrescendo agora devido as guerras brutais que lá acontecem.

A Agenda21 afirma também que as nações industrializadas são as principais responsáveis pelo pretenso agravamento da situação, quando são estas justamente as que apresentam o maior progresso. E são estas às quais se faz, com base nestas falsas informações e pressupostos, centenas de exigências, para se redimir de sua culpa através do pagamento de altas subvenções e de uma radical reformulação do seu sistema econômico e de sua sociedade. Tudo restritivo às liberdades individuais.

Os estados nacionais são despojados de poder em favor das Organizações Não-Governamentais. Pela Agenda eles se obrigam a um diálogo contínuo e cooperação em alto nível (Cap.2.1). Divergir vai se tornar difícil. Os governos devem favorecer e possibilitar a participação das ONGs na concepção, introdução e avaliação de mecanismos e procedimentos formais na aplicação da Agenda 21 em todos os níveis.

É de se notar que essas organizações não terão os controles e as limitações às quais um governo normal e democrático é obrigado a se sujeitar. Elas, assim como pessoas isoladas, deverão ter acesso a todos os dados que considerem relevantes.

Concluindo seria de se perguntar: O que é uma ONG? Não há regra a respeito. Pelo menos, não encontrei. Vejo que desde a Associação de Moradores de Pontal do Sul, passando pelas Lojas do Grande Oriente, até qualquer federação étnica ou religiosa, podem constituir uma ONG. Talvez até aquele “Grupo das Vadias” que andou se exibindo por aí possa se incluir e receber subvenções governamentais. Então, qual é o sentido deste enorme tratado internacional?
Toedter

P.S.: http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/agenda-21/agenda-21-global