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5 de novembro de 2019

IMPÉRIO DAS TREVAS

Pelo Whatsapp vem sendo distribuído um Áudio que alerta para a existência de três movimentos que estão transformando o mundo. Cita pela ordem o ISLÃ, NARCOTRÁFICO e SOCIALISMO. Movimentos sociais que estão mudando o mundo. Concordo e espero que tenha a maior difusão possível.

Estes movimentos, como ele os chama, estão em plena atividade a serviço de uma entidade que imaterial, intangível, sem endereço e sem nome, vem através dos tempos adquirindo cada vez mais força e poder. Infelizmente não o faz em benefício da humanidade. Vem sendo conhecida sob apelidos que apenas dissimulam seu objetivo. Nova Ordem Mundial, NOM, NWO, Governo Mundial, Globalismo. Nada que possa assustar. Sabe-se de nomes de personalidades que a promovem e recomendam, entre eles até o Papa. Mas ninguém nos diz quais os benefícios que trariam, porque não os há! É para privilegiar uns poucos, escravizar o resto, depois de reduzi-lo ao necessário. IMPÉRIO DAS TREVAS seria nome mais adequado.

Mas há pedras no caminho dos Imperialistas e elas vêm aparecendo. A força armada com que contaram para dar suporte às suas ideias é o poder militar dos EUA, para o qual nunca houve restrição de recursos, bem como o das forças da OTAN. A WELT escreveu em 1.11.2019: “Caos Global. A Nova Ordem Mundial. Desenvolvimentos que marcam a época abalam o globo: A América se retrai. Europa está profundamente dividida. O mundo, fora dos eixos, está a se reordenar. Um espetáculo no qual forças poderosas estão remodelando o globo político.”

Desde 1989, com o colapso da União Soviética, parecia que a vitória do desumano Império das Trevas passara a ser irreversível. A Europa já estava unida e pacífica começou a derrubar suas fronteiras. Mas sob a liderança de um hábil e diligente Vladimir Putin a Rússia foi colocada em caminho seguro, produtivo e ordenado. Começaram a despertar mentes mais esclarecidas, para a barbárie que estava vindo à tona com as pretensões escusas de poder global expostas por determinadas áreas. Nisto apareceu um nome nos Estados Unidos até então praticamente desconhecido nos meios políticos mundiais: Donald Trump. Candidatou-se à presidência e, por meios incomuns e contra todas as expectativas, foi eleito. Desde então passou a estar sob constante ataque e fustigo dos imperialistas, passando a constituir nova esperança para os que queriam manter o mundo como Deus o criou. Trump já reconhecia nos anos 80 que a expansão militar americana como policial do mundo significaria a derrocada dos Estados Unidos. Em 5.2.2019 ele dizia em discurso à nação, que logo traria de volta para casa as tropas do Oriente Médio e do Afeganistão. Lá seus bravos soldados já estavam lutando há 19 anos. Sete mil tombaram, 52.000 voltaram gravemente feridos e o país gastou ali 7 trilhões de dólares. Na campanha eleitoral prometera mudanças. Grandes nações não fazem guerras que nunca terminam. O momento decisivo aconteceu quando retirou suas forças da Síria. Trump vai deixar que as forças armadas da OTAN se desfaçam, com o que o pretenso Império Global das Trevas perderá o braço militar, com que contavam.

Ficaria o problema de como se livrar dos três movimentos citados no áudio que recebi pelo Whatsapp e que fez a abertura deste artigo.

16 de julho de 2018

MUNDO EM TRANSE

Não me lembro de ter vivido, nem de ter tido notícia, de um período tão imperscrutável politicamente, igual ao que vivemos hoje. Tivemos há cerca de oitenta anos a segunda grande guerra mundial, que foi uma espécie de “o pontapé inicial”,que desencadeou uma série de mudanças de posturas, hábitos e acontecimentos que se atropelavam no mundo até os dias atuais. Como toda guerra, esta também teve seus vencedores e derrotados e se diz que são os vencedores  que escrevem a história.

Oficialmente temos como vencedores os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e a União Soviética, bem como o então ainda não oficialmente existente Israel. Como derrotado o 3º Reich, constituído por Alemanha e Áustria, correndo a Itália, Japão e outros menos votados, por fora.

Temos ainda a Polônia que aos primeiros serviu de isca para detonar o litígio e, apesar de agredida também por um dos vencedores, acabou premiada e incluída no rol dos laureados. Cabe mencionar também, a título de curiosidade, que o não existente Israel sob o nome de JUDEA já declarara guerra ao Reich Alemão seis anos antes que os demais começassem a fazê-lo, precisamente em março de 1934. Eis então como esteve armado o tabuleiro de xadrez que acabou gerando a situação que hoje vivemos, qual seja a de não conseguir atinar em que direção estamos nos movendo e qual o destino deste nosso mundo. 

OS MAL-INTENCIONADOS 

Na verdade a tal Guerra Mundial contra o 3º Reich não terminou. O que restou daquela nação está nos noticiários todos os dias, concorrendo com os principais nomes da atualidade. Não deveria, uma vez que não é mais o que era. O território que abrangia teve parte desmembrada e doada à Polônia. A Áustria voltou a ser nação separada. A Alemanha pós-guerra passou a ser uma espécie de S/A, filial dos EUA, ocupada militarmente e controlada pela CIA. Até o presente momento NÃO EXISTE TRATADO DE PAZ. Como se explica a atual notoriedade?

Essa Alemanha S/A  teve implantado um governo, dito republicano e, consequentemente, vários gerentes chamados de chanceleres. Esse cargo vem sendo ocupado desde 2005 por uma senhora chamada ANGELA, que nada tem de celestial. Essa Angela MERKEL não vem se dedicando, como jurou, ao bem do povo que dirige, mas, ao contrário, é ela que está promovendo a extinção étnica dessa gente. Por tabela, é responsável por fazer o mesmo com toda a população branca da União Europeia. É um processo que pode provocar uma guerra civil e botar fogo em todo o continente. MERKEL, verdadeiro anjo do mal, conta com o apoio de Soros, lugar-tenente de ROTHSCHILD, imperador da Wall Street de Londres (onde o dinheiro nunca dorme). Foi ele, Rothschild, que fez seu ex-empregado MACRON ser eleito o atual presidente da França. Talvez até devesse substituir a Merkel , mas ela resiste. São esses os que atualmente mais aparecem na linha de frente dos que buscam criar a NOVA ORDEM MUNDIAL.

MAIS DOIS NOMES EM EVIDÊNCIA

Temos mais dois nomes que estão botando a mão no timão que dirige a humanidade ao seu futuro: Os presidentes TRUMP dos Estados Unidos e PUTIN da Rússia. Ambos geram constantes manchetes. Hoje estarão se encontrando na Finlândia.

TRUMP É O MAIS ODIADO? - Se atentarmos para o que a mídia nos mostra e informa, esta pergunta deve ser respondida afirmativamente. Os noticiários procuram denegrir sua imagem de todas as maneiras e ele ajuda. Faz declarações contraditórias e desafiadoras. Não costuma sair bem na foto e é antagonizado publicamente por manifestações de rua em países que visita. Isto desperta um alerta. O que é que um cidadão francês, belga ou inglês tem a reclamar de TRUMP, que o faça largar seus afazeres, ou seu conforto, confeccionar cartazes de protesto e IR P’RA RUA, manifestar sua desavença com o visitante do seu país? É claro que isto é induzido, organizado com propósitos bem definidos. Afinal, para o que hoje existem ONGs?  São os Globalistas que não gostam de Trump. Ele se definiu e foi eleito como NACIONALISTA, portanto é deles o inimigo número um.

Trump está empenhado em recuperar a economia da nação que preside e evitar a substituição cultural da sua população. Propósitos lógicos que todo dirigente deveria ter. Mas desde que em 1989 George H. W. Bush  assumiu a presidência dos EUA todos os governos que antecederam a Trump foram globalistas. Deixaram um legado, hoje chamado de DEEP STATE, um estado paralelo, infiltrado em todas as áreas governamentais, criando toda sorte de dificuldades para o atual mandatário. Acho que isto explica por que os formadores tendenciosos da opinião pública não gostam dele.

Finalmente temos o seu interlocutor de hoje Vladimir PUTIN, presidente da Rússia, fortemente hostilizado por quase todo o ocidente, incluindo governo e imprensa. Não me perguntem o motivo. Igual à Merkel, Putin se criou sob influência da União Soviética, ele na KGB (Serviço Secreto) e ela em destaque político na antiga Alemanha Oriental, também comunista. Ao contrário dela, acredito que ele, Putin, não guardou veleidades ideológicas. Ele está cuidando bem dos interesses do seu país. Por mais que seja hostilizado, Putin não antagoniza ninguém. Conseguiu boas relações públicas com a organização do campeonato mundial de futebol. Não creio que a conferência entre Putin e Trump, que está em andamento, venha a mostrar resultados relevantes.

Bem ao contrário dos primeiros  nomes citados neste post, eu confiaria bem mais nestes dois últimos a tarefa de enfrentar as dificuldades e os problemas que nos esperam.

30 de abril de 2018

PUTIN TEM CARTA NA MANGA


O meu propósito com a última postagem ADEUS A HITLER não foi o de fazer uma apologia ao “Führer” do 3.Reich. Sua ação e suas ideias sofreram exaustiva e continuada condenação e não é qualquer opinião contrária que seria capaz de mudar alguma coisa. Ela sensibilizaria muito pouca gente. Não, o verdadeiro propósito foi o de tentar implantar uma dúvida nas mentes, mesmo das mais irreversíveis. Considerando a situação geral em que se deu aquela publicação, ela teria sido possível acontecer se o homenageado naquela elegia tivesse sido o DÉSPOTA, o CARRASCO, o OPRESSOR como foi sua personalidade representada desde então? Não, com certeza. Se assim fosse o povo estaria dançando e cantando nas ruas, festejando a morte do abominável e jornalista nenhum ousaria escrever aquelas palavras, muito ao contrário procuraria agradar aos novos mandatários que estavam chegando.

Mas vamos ao PUTIN. Por mais que venha sendo provocado, ele não parece estar interessado numa guerra. Seus contrários estão fazendo tudo para desencadeá-la. Serviram-se de um pretenso assassinato de um ex-espião russo e sua filha, praticado em Londres com o uso de um veneno proscrito, que só a Rússia possuía e tudo mediante ordem pessoal de Putin. Acontece que o tal espião já estivera preso na Rússia durante quatro anos. Não teria sido necessário esperar que se mudasse para longe. Para a tristeza do governo britânico, autor da acusação e de seus colegas ocidentais, as anunciadas vítimas não morreram.

Não bastasse essa palhaçada, veio outra com as “armas químicas” do Assad. Como se nesta altura, a Síria praticamente reconstituída, o seu presidente fizesse a burrice de mandar jogar umas bombas de gás venenoso contra sua população, ali nas redondezas da capital Damasco. Mas toda imprensa ocidental, teleguiada com sempre, embarcou nessa. E o Trump até disparou alguns foguetes de retaliação numa incompreensível provocação à Rússia aliada de Damasco.

Mas as provocações não se resumem nisto. A Rússia está cercada de bases militares da OTAN e, como “ponta de lança” dos pretensos inimigos de Putin, lá figura a República Federal da Alemanha. É sabido que esta de “República” só tem o nome. É filial dos promotores da Segunda Guerra Mundial, até hoje militarmente ocupada e na linha de frente em ameaças e sanções à Rússia. É na Alemanha, em Ramstein, que está o Quartel General da Força Aérea americana. É na Alemanha que estão depositadas as armas nucleares do Ocidente.

Pergunta-se e o seu povo? O povo alemão sofre de incurável complexo de culpa e não se importa de estar condenado a extinção. Já publiquei aqui extensas matérias sobre este genocídio em curso. Não é novidade e é aceito, tolerado pelo mundo todo, inclusos os próprios alemães. Entre estes há até os que batem palmas. Parece doença.

É doença! É causada pelo vírus “Holocausto”. Ela em geral não se manifesta fisicamente. É subliminar. Grande parte da população com maior envolvimento passou a sofrer de autoflagelação mental, fica até feliz com os males que lhe são causados. Através das mais diversas maquinações este vírus atua no mundo todo, condicionando as pessoas e os governos. Na verdade este holovirus é produto de laboratório. Saiu dos Campos de Concentração criados pelos alemães na Segunda Guerra. Com a sua atividade pretende-se não só manter a Alemanha submissa, mas, também, operar grandes transformações no planeta. Aí chegamos ao Putin e à carta que ele tem na manga.

Já vimos que ele não está aceitando as provocações para entrar numa Terceira Guerra Mundial e o trunfo que ele tem é o poder de desativar o vírus do holocausto. Desarmaria todo o condicionamento mental, não só da população alemã, mas de todo o mundo ocidental.

Acontece que os seis principais campos de concentração se encontravam na região ocupada pela então União Soviética e toda a documentação ali arrebatada está hoje em Moscou. Nesta documentação também havia LIVROS DE REGISTRO DE ÓBITOS (o alemão sempre prima por organização). Eram livros com 1500 páginas e cada página era ocupada pelos dados de um registro.

Consta que já em 1990 um comitê da Cruz Vermelha Internacional teve acesso a 46 livros do campo de Auschwitz relativos ao período de fins de julho de 1941 a dezembro de 1943. Havia páginas em branco.

Abstenho-me de fazer cálculos e desenvolver conjecturas. Fato é que Putin tem documentos capazes de desativar o vírus e desarmar o mind control que domina seus adversários, entre eles principalmente a Alemanha.

Perguntar-se-á porque já não os publicou há tempos. Eu diria que ele não é nenhum filantropo, nem benfeitor da humanidade. Continuará festejando o “Dia da Vitória” com grandes paradas militares e maldizendo os nazis sempre que oportuno.

Por mais que desejem a 3a. Guerra, ainda não sabem como evitar pisar nos calos de Putin.


20 de dezembro de 2016

A PRESStituta e a SÍRIA

Em abril de 2012, faz quase cinco anos, escrevi neste blog e está agora no livro OUTRA FACE DA NOTÍCIA, página 232:

É A VEZ DA SÍRIA
Está terminando o prazo que Kofi Anan, em nome da ONU, deu a Bashar al-Assad para parar com a guerra. Parar com a guerra? Seria mais honesto dizer que Assad deve parar de defender seu país contra os mercenários invasores, se não o fizer, é então que vai começar a verdadeira guerra.
Falei: honesto. Dá para esperar honestidade da mídia teleguiada que hoje manipula a opinião pública ao seu bel querer? Martelando o conteúdo de suas notícias em uma só direção e com um só sentido, os veículos de comunicação demonstram uma parcialidade criminosa. Ensaiam isto há cem anos, mas agora chegaram à perfeição e a uma unicidade espantosa. Quem destoa é considerado politicamente incorreto.
Incitação à guerra é crime. É ou não é? Pois é o que a imprensa ocidental não deixou de fazer nas últimas duas décadas.

E continuou fazendo isso de lá para cá. Diariamente somos informados do número de crianças, mulheres, civis em geral, que estão sendo mortos, da população que está sendo bombardeada, que está cercada, que não tem para onde ir. Todo mundo fica sabendo, que os grandes malfeitores e responsáveis pelo morticínio que acontece, seriam Bashar al-Assad, ignóbil déspota da Síria, e Putin, o seu malintencionado amigo russo.

Malintencionados mesmo são os que dominam a nossa mídia teleguiada, que alguns já chamam de “presstituta”. Na Europa pegou a expressão alemã “Lügenpresse”, imprensa da mentira. O inditoso nisso tudo é que são eles que criam a opinião pública, evidentemente deformada e condicionada aos seus propósitos. Não dizem que Assad está defendendo o seu país. Não dizem que exerceu um direito, assegurado por convenção internacional, de pedir ajuda a outras nações, no caso Rússia e Iran.

Foi assim que fizeram da Alemanha a responsável pelas duas guerras mundiais e justificaram todas as penas e perdas que lhe impuseram. A Falsa Imprensa é tão, ou mais responsável por toda a desgraça que vem assolando o nosso planeta. Minha esperança é o dia em que todos os jornalistas do mundo entrem em Greve Geral, exigindo a reimposição da ÉTICA no seu trabalho.

Hoje, quando falam ou escrevem sobre os adversários do Presidente eleito da Síria, Bashar al-Assad, só falam em “oposição”, ou “rebeldes”. Conseguiram até mesmo dividir os rebeldes em mais e menos moderados. Oposição existe na Síria, sim, tem mesmo um ministério próprio, o da Conciliação. Aquilo que está acontecendo lá não é REVOLUÇÃO coisa nenhuma, aquilo é guerra!

Revolução, nestes nossos tempos, tem que ter um patrocinador. Aquela, de o povo se juntar e à base de pau, pedra e foice exigir os seus direitos, acabou. Hoje tem que ter ARMAS e MUNIÇÃO. Tem que ter estrategistas, tem que ter comando.

O que temos na Síria é de um lado um governo legal, eleito, que está se defendendo de uma agressão armada de mercenários apoiados por nações estrangeiras. Não é a toa que nos Estados Unidos existe um instituto militar privado antes chamado de BLACKWATER, hoje de ACADEMI. É especializado em treinar mercenários.

Mercenários é o que mais temos na Síria. O portal da DWN conseguiu reunir uma detalhada relação das milícias que lá operam contra as forças legais. São elas em resumo:

Southern Front – É um grupo dirigido e financiado pelo MOC- Centro Militar de Operações dos EEUU em Ammam, Jordânia. Tem cerca de 38.000 componentes e é apoiado pela CIA.
Al-Rahman-Legion e a Dschaisch al-Islam – Criadas e financiadas pela Arábia Saudita. Têm apoio dos EEUU e Qatar. Conta com uma força de 40.000 a 70.000 homens.
Dschabat al-Schamiyah – Também chamada de Frente do Levante. Atua na província de Aleppo. Apoio da Arábia Saudita. Tem cerca de 7.000 combatentes e recebeu dos EEUU armas de combate a blindados.
Nura al-Din al-Zinki – Opera na região de Aleppo. Financiada e armada pelos EEUU. O controle da aplicação do dinheiro e material está afeto à CIA. Conta com 3.000 homens.
Mountain Hawks Brigade – Financiada e armada pela CIA. Suas ações são coordenadas pelo MOC – Centro de Operações Militares sediado na Turquia e dirigido por elementos dos serviços de inteligência ocidentais e árabes. Tem 1.000 homens vem atuando junto com a A-Nusra e Ahrar al-Scham.
13.Division – Financiada por Qatar e Arábia Saudita. 1.800 combatentes.
Dschaisch al-Nasr – Armada e apoiada pela CIA. 3.000 integrantes. Derrubaram em março deste ano um avião de combate sírio.
Northern Division – 3.250 homens armados pela CIA.
First Coastal Division – 2.800 homens armados pela CIA.
The Sham Legion – 4.000 homens apoiados pelos EEUU.
Ahrar al-Scham – 15.000 combatentes apoiados pela CIA e pela Arábia Saudita.
Al-Nusra-Front – Derivada da Al-Qaida e apoiada pelos EEUU e Gran Bretanha. 12.000 homens.
Martyrs of Islam Brigade – Usa armamento americano de combate a blindados fornecido pela CIA. 1.000 homens.
Islamic Muthanna Movement – Aliada ao Estado Islâmico. O financiamento não é transparente. 2.000 homens.
Sultan Murat Brigade e o Exército Turqmênico da Síria – Ambos apoiados pela Turquia e contam com 6.000 combatentes.
Caso especial da MI6 – Após a queda de Gaddafi o MI6 inglês e a CIA armaram uma “linha de rato” entre Líbia e Síria, transferindo armas e homens com o objetivo de derrubar Assad.

Portanto, se a ONU ontem decidiu por unanimidade enviar observadores à Síria, isto talvez nem seja tanto para proteger a população civil, como dizem, e sim, muito mais para tentar tirar os seus homens do cerco em que se encontram. A grande dúvida é se russos e sírios estão dispostos a permitir sua fuga. Em todo caso é recomendável não se impressionar com o “coração partido” da Angela Merkel. Ela foi uma das incentivadoras da destruição da Síria e já deve estar ansiosa para abraçar rebeldes, mais ou menos moderados, como “refugiados” diante da chancelaria em Berlim.

Assim como cinco anos atrás, e também de outras vezes, estou pretendendo alertar com esta postagem para a influência deletéria que os veículos de comunicação em massa vêm exercendo sobre as pessoas. Em vez de fustigar o mal, este é enaltecido. Em lugar de louvar o bem, o enxovalham.
Toedter
(Fonte Relação de milícias : DWN Deutsche Wirtschafts Nachrichten)

EM TEMPO: Em http://alles-schallundrauch.blogspot.com.br/2016/12/weihnachten-in-aleppo.html podem ser vistas fotos ATUAIS de Aleppo bem diferentes das apresentadas pelos nossos noticiários.

22 de agosto de 2016

AQUECIMENTO!


Não, não vou falar do propalado “aquecimento global”, no qual não acredito mesmo. É a situação política na Europa que está entrando num estado de febre ameaçadora. A França já faz tempo que vive um estado policial com a suspensão temporária dos direitos individuais. Não tem mais nada de democracia. Ontem, domingo, a alemã “Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung” anuncia, segundo a agência AFP, que no pronunciamento esperado para a próxima quarta-feira
o governo da RFA conclamará a população a se abastecer e manter um estoque individual de mantimentos para um período de dez dias.
Segundo a nota o povo deve se preparar para enfrentar uma possível situação crítica durante um período que um governo necessitaria, numa possível crise, para as medidas urgentes que possam estabilizar o abastecimento. As pessoas devem manter uma reserva de alimentos, água (2 litros/dia), energia e dinheiro em espécie. Não ficou claro se tais preparativos indicariam a possibilidade de haver uma situação bélica. É verdade que o governo a pouco tempo fez alterações em sua estratégia militar, sendo a Rússia agora considerada nação inimiga. A OTAN avalia como possível um ataque russo ao seu território. Só que isto já deve estar merecendo revisão diante da aliança que está se formando entre Putin e Erdogan, uma vez que a Turquia é membro da OTAN.

Paralelamente o GATESTONE INSTITUTE de Nova Iorque publica em seu portal uma longa lista de atos criminosos de estupro e assédio sexual que vêm sendo praticados por refugiados em território alemão. Já foi amplamente comentado aqui, que isto era esperado e, com toda certeza, faz parte do plano de desestabilização da Europa.

E, igualmente dentro do programado, o governo alemão está anunciando amplas medidas que deverão ser encetadas para reforçar a segurança interna, tais como aumento dos efetivos das forças policiais, controle das comunicações e treinamento das forças armadas para intervenções internas. Há quem receie que estas intervenções internas possam ser dirigidas contra o próprio povo nativo, caso este comece a revolta contra a presença estrangeira e seu desrespeito às leis e costumes do país. De junho para julho aumentou em 49% a concessão de licença a alemães para porte de armas não fatais (gás de pimenta e pistolas com munição de festim).

As iniciativas anunciadas, ou a serem anunciadas pelo governo alemão, podem se resumir a manobras eleitorais. É que este ano estão sendo realizadas as eleições para as assembleias legislativas estaduais. As que já aconteceram demonstraram o crescimento de um partido político novo que tem a sigla AfD, cuja tradução quer dizer ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA. Cresceu apesar da forte campanha difamatória que sofre da mídia teleguiada. É considerado de extrema direita, o que por si só já inclui os termos nazista e racista. Na realidade o partido é o único que se posiciona contra a política suicida da Angela Merkel, que não quer impor limites à invasão do país por refugiados. Veja mais sobre a AfD neste blog em maio 2016 sob A ALEMANHA REAGE. Ao que parece povo está começando a abrir os olhos e a se livrar da doutrinação que Merkel, seu gabinete e as ONGues comandadas por George Soros estão inflingindo ao país.

Daí o anúncio de “aumentar a segurança” pode ter um duplo sentido. É aguardar para ver. Acho que até o final do ano ainda muita coisa está por acontecer e isto não só na Europa.

Toedter 

16 de agosto de 2016

A PALESTRA DO XEIQUE

Um XEIQUE americano se apresenta numa mesquita na Malásia, fazendo uma palestra, cujo tema é a situação geopolítica mundial (2014). É muito interessante. Os gestos, a mímica e o ar professoral do apresentador dão vida à imagem, mas como não tem legendas em português, e o importante é o teor da mensagem, lanço mão de um recurso um tanto inusitado. Deixo a imagem inicial parada e mostro apenas o texto traduzido, buscando manter a maior fidelidade em relação ao original.

VAMOS À PALAVRA DO XEIQUE:

Em 1907 Grã-Bretanha e França atraíram a Rússia a fazer parte de uma aliança. Ofereceram "mel". "Venha participar de uma Tripla Entente Grã-Bretanha, França e Rússia.”

O "mel" que usaram para seduzir a Rússia foi o seguinte: "Quando nós ganharmos a guerra contra o Império Otomano, vocês receberão Constantinopla (Istambul)", uma coisa que Rússia queria.

Mas a promessa que fizeram à Rússia eles não cumpriram e enganaram a Rússia, como o fizeram com os árabes.

Todos esses "Sábios" com títulos de doutores são embusteiros. Quando dizem "o sol está brilhando", não acreditem!

Saiam para fora e vejam vocês mesmos para o céu, se realmente o sol está brilhando.

Quando o Exército russo foi lutar na Primeira Guerra Mundial - eles tiveram então as maiores perdas, a maioria dos soldados vitimados na Primeira Guerra eram russos.

E os russos estavam começando a ganhar a guerra, o Império Otomano estava afundando e o Exército Russo distante uma braçada de Constantinopla.

Mas "eles" não queriam que a Rússia conquistasse Constantinopla, não. E o que fizeram?

Judeus russos organizaram a Revolução Bolchevista, que derrubou a monarquia russa. Assassinaram o Czar e toda a sua família.

Eles deram o golpe e desta maneira excluíram a Rússia da Primeira Guerra Mundial. E o Exército Russo teve que parar pouco antes de Constantinopla.

Em outras palavras, os judeus russos deram uma facada nas costas da Rússia. Ainda mais, fizeram mais uma coisa.

Levaram o comunismo à Rússia. Comunismo não é russo. Estes bobalhões não entendem isso.

O comunismo foi criado para destruir a Rússia. Por que esses imbecis não entendem isso? O comunismo não é russo.

O comunismo foi gerado para destruir a Rússia, para destruir a religião ortodoxa russa.

Eles levaram o comunismo à Rússia e criaram a União Soviética.

E nos 60 a 70 anos seguintes essa invenção sionista, chamada União Soviética, fez guerra contra a religião.

Fez guerra contra a religião russa, matou sacerdotes, fechou igrejas, conventos etc. Isso durou 60 a 70 anos.

E depois, quando foi fundado o Estado de Israel, a mesma União Soviética abriu suas fronteiras para a colonização de Israel por judeus russos.

Se vocês hoje forem a Israel poderiam pensar que estão na Rússia. Tantas pessoas lá falam russo, são os judeus russos (cerca de 1 milhão; de cinco judeus em Israel um é judeu russo).

Em seguida, 6 anos depois da fundação de Israel, a União Soviética fez algo esquisito e místico.

A Crimeia é território russo. É uma parte da Rússia.

A União Soviética decidiu dar a Crimeia de presente à Ucrânia.

Por que fizeram isto?

Os historiadores não irão lhes contar. Portanto deixem eu lhes dizer sobre isto.

Eles deram a Crimeia à Ucrânia para dar uma segunda facada nas costas da Rússia.

Por que, a Rússia perdendo a Crimeia, isso fortalece a segurança de Israel.

A Marinha russa é estacionada na Crimeia.

E é uma linha direta a Crimeia para Constantinopla.

Da Crimeia a Marinha russa pode deixar o Mar Negro e chegar ao Mediterrâneo, passando pelo estreito do Bósforo.

E a cidade de Constantinopla fica ao lado do Bósforo.

Então, deram a Crimeia de presente à Ucrânia (1954).

Nunca perguntaram pela concordância da população da Crimeia, não.

Nunca pediram permissão dos russos, do povo, não.

Porém Washington nada quis saber disto.

Este deficiente mental que agora ocupa a Casa Branca em USA. Esse Boboca.

Ele quer dar a impressão de ser um sábio.

Ele não quer escutar. Como é que ficam os direitos desta gente russa. Eles não foram desrespeitados?

Os Estados Unidos têm o direito de mandar no Iran?

Eles exigem a devolução da Crimeia, que fora ilegalmente tomada aos russos? Isso foi feito em nome de Israel. Obama nada quer saber disto.

Isso não lhes serve.

Mas nesta mesquita vamos desmascará-los, gostem ou não.

Eles fizeram mais do que isto.

Eles não deram apenas a Crimeia à Ucrânia, antes ainda se desfizeram da Ucrânia Oriental, que também era russa.

Era russa.

A União Soviética deu de presente à Ucrânia.

Por que deram estes territórios de presente à Ucrânia?

A resposta é, quando chegar o momento adequado, as mesmas pessoas, que criaram a União Soviética, produziram agora um método de como fazer a União Soviética desmoronar.

O mesmo método que estão usando atualmente na Venezuela - manifestações em massa - que utilizaram no Egito e na Tunísia.

Eles são mestres neste método.

Antes eu acreditava que Alá fizera a União Soviética ruir. Com a bondade de Alá.

Mas eu estava enganado.

Não, não foram os sionistas que destruíram a União Soviética. Não mais necessitavam dela.

Da mesma forma como amanhã não mais necessitarão da Arábia Saudita, não mais necessitarão Islamabad (Paquistão), quando compreenderão isto?

Serão jogados aos cães, serviram-lhes o tempo suficiente.

Portanto, eles destruíram a União Soviética. Por quê? Para que a Ucrânia pudesse surgir como Estado independente.

E isso é um perigo para a Rússia.

Prepararam o caminho. Agora a Ucrânia está constituindo um Estado independente.

De forma que colocaram a coleira no pescoço da Rússia.

E desde o dia em que a União Soviética foi destruída até ontem (referendo popular na Crimeia) estavam tensas as relações entre Ucrânia e Rússia.

Mas até agora as pessoas na Ucrânia tinham a sabedoria e a sã consciência de eleger um governo pró-Rússia (Janukowitsch).

Os sionistas decidiram usar aqueles métodos, vocês sabem, as manifestações de rua.

E em outubro, novembro e dezembro do ano passado (2013) o mundo padeceu dessa doença (manifestações de rua), Caracas (Venezuela) e em toda parte do mundo.

E ao fim os sionistas conseguiram o que queriam.

Eles têm o dinheiro e podem mandar seus "especialistas". Atiradores de precisão, que matam, e outros, que usam os coquetéis-molotovs e assim por diante.

Acabaram conseguindo o que queriam - criaram o caos.

Queira Alá proteger deles a Malásia! Amem, amem!

E o presidente da Ucrânia (Janukowitsch) fugiu.

Antes ele fora eleito democraticamente, senhor Obama, de acordo com vossos métodos! No sentido do teu sistema!

Ele foi eleito legalmente, presidente da Ucrânia legitimamente eleito! Foi obrigado a fugir.

E esses hipócritas em Washington, Londres e Paris querem que acreditemos sejam eles pessoas honestas - eles não o são!

Em lugar de se colocarem ao lado do Presidente legalmente eleito e exigirem o respeito à Justiça,

eles mostraram sua cara verdadeira. Estes hipócritas,

e imediatamente reconheceram o novo governo da Ucrânia.

O novo governo da Ucrânia é antirrusso. É isto o que eles queriam.

Por este motivo destruíram a União Soviética, para fazer da Ucrânia um Estado independente

e instalar posteriormente na Ucrânia um governo antirrusso.

Não tivesse, com a bondade de Alá, havido a intervenção de Putin e não tivesse sido Putin tão espetacularmente bem-sucedido,

então teria sido posto em ação o seguinte plano:

O novo governo da Ucrânia teria se tornado membro da OTAN e a Rússia não teria meios de evitar.

E se o novo governo tivesse aderido à OTAN, a OTAN teria mandado suas tropas à Ucrânia.

Inclusive armas nucleares.

Então a Ucrânia teria iniciado uma guerra contra a Rússia querendo que a Rússia deixasse a Crimeia.

Rússia deveria fechar sua base da Marinha na Crimeia e se mandar.

A coleira estaria firme no pescoço da Rússia e teria que por o rabo entre as pernas (igual a um cachorro)

e retirar sua Marinha e sua frota do Mar Negro.

Rússia deixaria de ser uma potência marítima. Zig-Zag. Acabou, fim.

Israel teria festejado. Era o plano mestre.

Mas Alá planejou, o plano de Alá teve sucesso.

E agora é tempo de o mundo muçulmano reconhecer isto e manter à vista.

Não posso exercer influência sobre os governos. Com governos a gente só desperdiça tempo. Mas as pessoas, os povos podem compreender.

Que isso foi um plano de Alá.

E o plano que os inimigos andaram tricotando por tanto tempo, este plano foi derrocado no último momento por Alá.

E Putin teve condições de motivar as pessoas na Crimeia a realizar um referendo. E neste referendo mais de 90%, ou mais, votou a favor da reunião com a Rússia.

Reintegração com a Rússia, porque a Crimeia é parte da Rússia.

E queriam voltar para a Rússia.

Portanto Putin teve sucesso em aplicar uma derrota ao Movimento Sionista.

Uma importante derrota em sua mais de centenária história desde a sua formação.

Não seria isto um sinal de Alá! É tempo para que acordem!


Agora, para quem quer ver o vídeo original, aqui está o endereço:


Toedter

13 de agosto de 2015

CAINDO NA REAL

Essas nossas páginas na internet parecem ter uma importância maior do que nós próprios poderíamos imaginar. É, pelo menos, a conclusão a que tenho que chegar, quando constato que tudo o que escrevo neste modesto e despretensioso blog é, diariamente submetido a uma inclemente vigilância. Essa minha postagem anterior “TERRA DE TCHONGAS” foi em toda a minha história de blogueiro a absoluta campeã em número de comentários recebidos. Isto no curto espaço de uma semana. Já chegou perto de 40. Porém os publicáveis foram apenas três até agora. Os demais, todos anônimos, foram excluídos por constituírem agressões e ofensas pessoais ou contestações sem nexo. Afinal o que havia naquele artigo a ser contestado? Ele não gerava em torno da mordaça que está se pretendendo impor à LIBERDADE DE EXPRESSÃO? Mas não é essa a liberdade que nós todos queremos? Não está ela assegurada na maioria das Constituições nacionais, até na “Lei Básica” da República Federal da Alemanha (ainda não tem Constituição)? Liberdade de Expressão não foi a reivindicação mais ouvida e lida durante o recente episódio do “JE SUIS CHARLIE”? Então por quê essa reação em massa?

Já me referi a eles antes. De fato há um exército recrutado e encarregado de supervisionar os blogs e páginas que ousam contrariar o politicamente correto. Seus membros devem estar a soldo de alguém. Não podem ser tão fanáticos. Deveriam seguir o dito popular e CAIR NA REAL, o disparate que produzem nunca será publicado.

Dediquei-lhes tempo excessivo. Mudando a perspectiva e observando os acontecimentos, nota-se que muitos estão e outros deveriam estar CAINDO NA REAL. Parece que a III GRANDE GUERRA não virá tão logo como parecia. Botaram uns panos quentes na Ucrânia, Obama está escutando alguns bons conselhos e Putin considera o silêncio uma virtude. Ninguém está dando bola à instigação do Benjamin. Este de forma alguma está satisfeito com o acordo estabelecido com o Iran, enquanto o Obama tem em mente se aproximar dos persas, a fim de afastá-los de sua aliança com a Rússia. Tomara que o Ben não resolva aperetar um gatilho por conta própria.

Quem está tornando mais difícil encarar a REALIDADE é o turco Erdogan. Jogou umas bombas no ESTADO ISLÂMICO (ISIS), mas tem muito mais cara de ser ALIADO deles. Difícil para nós pobres mortais é entender esse ISIS. Denomina-se ESTADO. “Estado” significava até agora a organização política de uma nação, dentro de uma área territorial delimitada. É uma definição que não se aplica de forma alguma a essa entidade, que está atuando lá no Oriente Médio, e da qual temos notícias principalmente tétricas. Qual seria o SEU território? Como está organizado? Do que vive? Quem lhe fornece armamento? Qual a sua infraestrutura?

Na Europa está se processando a substituição de suas populações nativas. Enquanto lá os seus políticos e estadistas assistem alegremente ao extermínio dos seus povos, os nossos aqui parecem um tanto confusos depois que, passadas as eleições do ano passado, o país CAÍU NA REALIDADE. Neste nosso caso a verdade é que não é o povo que está sendo extinto, mas, sim, sua independência, sua soberania. Não há reforma tributária capaz de arrefecer o constante aumento da dívida pública e não se vislumbra uma personalidade capaz de “pegar o pião na unha” e enfrentar essa derrocada.

Mas eles (nossos mandantes) estão discutindo, conferenciando, votando. Almejemo-lhes sucesso!

Toedter