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27 de julho de 2019

ou ficar a PÁTRIA LIVRE, ou

Lembrei o quanto nós, quando criança, cantávamos aqui no Brasil o “Hino da Independência”. Mais tarde também, no Serviço Militar. Será que hoje ainda é cantado? E se for poderá haver sinceridade quando chegar no “ou morrer pelo Brasil”?

Aqui cabe uma pergunta: até que ponto ainda somos INDEPENDENTES. Senti vergonha ao tomar conhecimento da situação dos dois cargueiros iranianos ancorados em Paranaguá e a “nossa” Petrobrás lhes negando o fornecimento de combustível. Vieram buscar o milho que o Irã comprou do Brasil! Agora parece que o Superior Tribunal Federal interferiu e mandou abastecer. Mas com que direito vem uma nação lá do hemisfério norte dizer o que uma empresa localizada aqui no Brasil, sujeita às normas e leis brasileiras, pode ou não pode fazer. É o Globalismo se acercando da gente, derrubando fronteiras, imiscuindo-se nos assuntos dos outros. Mas tudo sem revelar quem são, quais os seus planos, a que vieram. E não começaram ontem, pois já em 14.5.1947, em discurso na Albert Hall em Londres, o grande exterminador Winston Churchill assim se pronunciou:  - “Não nos entreguemos à fantasia de ser uma Europa unida a última e total solução dos problemas nas relações internacionais. A criação de um autoritário, onipotente GOVERNO MUNDIAL é o objetivo final que devemos ambicionar. Se não se conseguir criar um eficiente supergoverno mundial e torná-lo rapidamente operacional, as perspectivas de liberdade e progresso humano permanecerão obscuras e duvidosas. Mas não nos entreguemos a ilusões quanto ao ponto principal: Sem uma Europa unificada não haverá uma esperança segura de um governo mundial. A unificação da Europa é o passo indispensável para a concretização deste objetivo.”

Agora, 72 anos depois, os planos deste supercriminoso de guerra estão próximos de serem realizados. Porque:
Em 2 de julho o Conselho Europeu nomeou Ursula von der Leyen presidente da Comissão Europeia. Havia três candidatos, todos surpreendentemente desprezados a favor  do seu nome. Leyen era ministra de defesa da RFA e dois anos atrás apareceu convidada a participar da reunião anual dos Bilderberg.

Segundo divulga o Gatestone Institute (23.7.2019) as propostas políticas de Ursula von der Leyen revelam que ela pretende uma expansão maciça dos poderes da Comissão Europeia. Suas propostas aumentariam muito o papel de  Bruxelas em praticamente todos os aspectos da vida económica e social  de toda a Europa às custas  das soberanias nacionais. Ela advertiu que Bruxelas não permitirá que um estado membro da  UE se oponha  à sua revisão fiscal. Von der Leyen quer uma mudança abrangente nas regras,   que permita à UE agir mesmo sem o consentimento unânime dos membros.  Leyen advertiu que haveria consequências financeiras para os estados que se recusarem a obedecer.
É o caminho para a ditadura global.

Então precisamos começar a perguntar até que ponto o nosso país também já está envolvido. A última campanha eleitoral brasileira prometeu um governo nacionalista. Sabe-se que nacionalista é o oposto de globalista, Também disseram: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
Uma verdade que cabe lembrar: TENDO PÁTRIA VOCÊ PODE SER GENTE, NO GLOBAL NEM FORMIGA SERÁ




14 de junho de 2019

"O DIABO FEITO GENTE"

Na postagem anterior BRANCOS contra BRANCOS o autor do artigo diz logo no começo: "A imprensa e políticos ocidentais demonizaram Putin, Maduro, Irã, e Trump  na mesma extensão que os patrióticos historiadores da corte propagandística fizeram com Adolf Hitler." E um leitor em seu comentário rebate: "Comparar a "demonização" de Trump e Putin com a de Hitler é piada ... rs Nem somados!"
Realmente, o que se fez com Adolf Hitler, nem com o demônio foi feito. Em pesquisa de opinião mundial  certamente ampla maioria diria que Hitler foi um  escabroso mau caráter, responsável  por tudo o que de ruim aconteceu de 1933 para cá, principalmente pela Segunda Guerra Mundial e pelo pavoroso, incrivel genocídio de judeus. Teve êxito indiscutível o exército de milhões de detratores que foram mobilizados para construir tal fama em torno de um nome.
Há quem busca corrigir esta injustiça que se pratica contra uma personalidade de estatura moral e ética incomum e que só buscou o bem do seu povo. Com  tal objetivo alguns excertos de citações de figuras internacionais do seu tempo e que não podem ser alinhadas propriamente como que tivessem sido seus seguidores.

DAVID LLOYD GEORGE  -   1936
Acabei de voltar de uma visita à Alemanha. Agora vi o famoso líder alemão e também algumas das grandes mudanças que ele ocasionou. O que quer que se possa pensar de seus métodos - e eles certamente não são as de um país parlamentarista - não pode haver dúvida de que ele conseguiu uma mudança maravilhosa no espírito do povo, na atitude de pessoas que de uns com os outros e em suas perspectivas sociais e econômicas.
Ele fez valer com razão em Nuremberg , que em quatro anos, seu movimento criara uma nova Alemanha. Não é a Alemanha das primeiras décadas do pós-guerra - quebrada, desencorajada e subalterna, com um sentimento de preocupação e provação. Agora está cheia de esperança e confiança, e um senso renovado de determinação de levar uma vida sem qualquer interferência de qualquer força de fora de suas próprias fronteiras.
Pela primeira vez desde a guerra, há uma sensação geral de segurança. As pessoas são mais alegres. Em todo o país, prevalece um maior sentimento de contentamento mental geral. É uma Alemanha mais feliz. Eu vi isto em toda parte, e os ingleses, que encontrei durante minha viagem e que conheciam bem a Alemanha, estavam muito impressionados com a mudança.
Um homem realizou este milagre. Ele é um líder humano nato. Uma personalidade com magnetismo e dinâmica com um propósito inarredável, uma vontade determinada e um coração destemido.

Ele não é apenas nominado, mas na verdade é o líder nacional. Ele o tornou o povo  a salvo dos potenciais inimigos que o rodeavam. Ele também o protege contra o medo constante da fome, que é uma das memórias mais opressivas dos últimos anos da guerra e dos primeiros anos de paz. Mais de 700.000 pessoas morreram de fome naqueles anos sombrios. Ainda é possível ver os efeitos na aparência  daqueles que nasceram naquele mundo escuro.
O fato de que Hitler salvou seu país do temor de uma repetição daquele período de desespero, miséria e humilhação, proporcionou-lhe autoridade inquestionável na Alemanha de hoje. Não pode haver dúvidas sobre sua popularidade, especialmente junto à juventude alemã. Os velhos confiam nele; os jovens o idolatram. Não é aquele tipo de admiração que um líder popular recebe. É a adoração de um herói nacional, que salvou seu país do desespero e da degradação.
Ele é tão imune à crítica quanto um rei em uma monarquia. Ele é mais. Ele é o George Washington da Alemanha - um homem que conquistou a independência de seu país de todos os seus opressores. Para aqueles que não viram e sentiram por si mesmos como Hitler domina o coração e pensamento na Alemanha, essa descrição pode parecer extravagante. No entanto, ela é a pura verdade. Este grande povo trabalhará melhor, fará mais sacrifícios e, se necessário, lutará com maior determinação, porque Hitler o conclama. Quem não conseguir entender esse fato central não poderá julgar as capacidades atuais da Alemanha moderna.
Durante a guerra Hitler lutou como um simples soldado  e sabe por experiência própria o que ela significa. Ele sabe também que as chances de um agressor hoje são ainda menores do que naquele momento.

(David Lloyd George - de 1916-1922 primeiro-ministro da Inglaterra, trechos de "Falei com Hitler", em Daily Express, Londres, 17 de novembro de 1936)

WINSTON CHURCHILL  -   1937
Enquanto se consumavam todas aquelas terriveis transformações na Europa, o cabo Hitler conquistava em paciente luta o coração alemão. Quinze anos após ter tomado a decisão de rehabilitar a Alemanha, ele conseguiu colocar a Alemanha na mais poderosa posição da Europa e não só restaurou essa posição do país como transformou  em elevados termos as consequências  da grande guerra no seu oposto. O que quer que se pense sobre este grande feito, ele com certeza pertence aos mais notáveis da História mundial.

WINSTON CHURCHILL  -  1938
Se acontecer que em algum tempo a Inglaterra  se encontre em condições tão deploráveis como a Alemanha após a Guerra Mundial,  eu desejaria ao país um homem como Hitler.
(Winston Churchill  -  Primeiro Ministro do Reino Unido na II GM)

SEFTON DELMER  -  1961
Diga-se hoje o que quizer, mas em 1936 a Alemanha era um país florescente, feliz. Seu semblante era o de uma mulher apaixonada. E os alemães estavam apaixonados  -  apaixonados por Hitler... E tinham todos os motivos para serem agradecidos. Hitler derrotou o desemprego e lhes trouxe um novo florir econômico. Ele proporcionou aos alemães uma nova consciência da sua força nacional e de sua missão nacional.
(Sefton Delmer  -   Foi o chefe da Propaganda britânica durante a II Guerra - Texto do seu livro "Os Alemães e Eu" -pág.288) 

HARRY ELMER BARNES - 1962

O ponto decisivo aqui é que Hitler, ao contrário de Churchill, Roosevelt e Stalin em 1939, não queria uma guerra generalizada.
(H.E.Barnes - historiador - em seu livro "Blasting of the historical Blackout" Oxnard, Califórnia)

SIR HARTLEY SHAWCROSS  1984
Hitler e o povo alemão não queriam a guerra. Nós não respondemos a várias imprecações de Hitler por paz. Agora temos que constatar que ele tinha razão. Em lugar da cooperação que ele nos oferecera, aí está a gigantesca potência dos soviéticos. Eu me sinto envergonhado ao ter que ver agora, que os mesmos propósitos que atribuíramos a Hitler, vem sendo perseguidos sob outro nome.
(Sir Hartley Shawcross - Promotor-Chefe britânico  no Tribunal de Nuremberga - discurso, em 16 ou 13 de março de 1984 em Stourbridge)

Aquele leitor do post anterior tem razão em seu comentário... 

4 de março de 2019

ESCOLHIDOS, ILUMINADOS E CLARIVIDENTES


Já em 1938, ano anterior ao início da II Grande Guerra, um artigo no AMERICAN HEBREW prevê o fim de Hitler e do regime nacional-socialista:

As forças da reação se mobilizam. A coalizão Inglaterra, França e Rússia soviética, vai enfrentar mais cedo ou mais tarde  o curso vitorioso do Führer, embriagado pelo sucesso. Seja por acaso ou por planejamento, em cada um desses países se encontra no posto importante um judeu. A vida de milhões está nas mãos de não-arianos. No momento Blum não é o primeiro-ministro da França, mas o presidente Lebrun é apenas um anteparo. Léon Blum é um judeu excepcional, é só ele que conta. Ele ainda pode se tornar o Moisés, que na hora certa conduzirá o povo francês à guerra. E Litvinov? Um grande judeu sentado à direita de Stalin, este pequeno soldadinho de chumbo do comunismo! Litvinov cresceu tanto, a ponto de superar qualquer dos camaradas da Internacional, com exceção do guardião do Kremlin o do rosto pálido (devem estar se referindo a Lasar Moissejewitsch Kaganowitsch, o poderoso rei judeu “Kagan”). Litvinov criou o pacto franco-soviético e o pôs em prática. Foi ele quem comprou Roosevelt! ... E Hore-Belisha! Agradável, suave e habilidoso, ambicioso e competente, fervilhante e autoritário. Sua estrela ainda está em ascensão. Ele vai seguir os passos de Disraeli  para a Downing Street no. 10, onde se decide o destino de todas as pessoas sob a coroa (Benjamin Disraeli foi primeiro-ministro do Reino Unido). Este jovem agressivo transformou o exército inglês. De uma desgrenhada (desordenada), rasgada, desbotada massa covarde, ele soube criar (para nós) uma máquina de guerra e lhe dar o poder de um exército guerra. Esses três filhos de Israel irão se unir, a fim de mandar o louco ditador nazista para o inferno. Não será de leve que ele será rebaixado à fossa. Então os judeus cantarão Aleluia. O Todo-Poderoso condenou os nazistas ordinários a tormentos eternos. Não há dúvida de que essas nações estarão lado a lado em uma ativa aliança contra Hitler. Quando depois da batalha a fumaça tiver se dissipado, quando a corneta parar de trombetear e o silvo das balas tiver silenciado, então o trio dos não-arianos vai cantar o Requiem, que soará incrivelmente semelhante à Marselhesa, ao hino nacional britânico, ao God Save the King e a Internacional, que será harmonizado em conjunto para um grand finale do militar, orgulhoso e exigente Eli Eli. 
(Erich Kern, "Verheimlichte Dokumente", FZ-Verlag, 1988, ISBN 3-924309-08-6; Páginas 154, 15
                                                   ******************
O jornal deixou de mencionar mais um filho de Israel, Franklin Delano Roosevelt, já então presidente dos Estados Unidos, judeu por parte de Delano. Mais tarde, em 1940, judeu também por parte de mãe, Winston Churchill veio a se juntar a eles como primeiro-ministro do Reino Unido.
      E a culpada de tudo acabou sendo a ALEMANHA...


6 de maio de 2015

O FUTURO DE ISRAEL

A mídia convencional diz muito pouco a respeito, mas o fato é que a comunidade etíope de judeus que vive em Tel Aviv está se sentindo desrespeitada. Alegando ser vítima de racismo promoveu manifestações no último domingo, que resultaram em grave confronto com a polícia. Houve de tudo, balas de borracha, granadas de gás, jatos d'água, pedras e muitos feridos.

A ocorrência volta a sugerir a questão sobre a artificialidade daquele estado sionista e se ele teria futuro como nação. É uma diversidade étnica muito acentuada que ali agora convive, pois quando da formação foram convocados judeus de todo mundo a se estabelecerem naquelas terras. Hoje talvez muitos deles renovando a dúvida sobre o que poderia ter provocado a, assim chamada, DIÁSPORA. Não vou me deter nisto, mas chama a atenção que o judeu historicamente não foi estável nos seus assentamentos. Começamos a saber dele quando há dois mil anos antes de Cristo Abraão migrou com a sua tribo desde a região próxima ao hoje Kowait até o Egito, voltando depois para a área do Israel atual. Mas também esta o judeu deixou, ou foi obrigado a deixar, para voltar para Babilônia, donde depois retornou para a Judea, na região Mediterânea. Isto no século 6 antes a.C. Afinal, no último milênio espalhou-se pelo mundo e ao seu término busca definir suas terras, criando o estado de ISRAEL.

Será que é para ficar? Pois deparei com algumas notícias que dão o que pensar. Em 17.9.2012 a colunista Cindy Adams divulga no NEW YORK POST que o ex ministro do exterior estadunidense Henry Kissinger teria dito textualmente: “Em dez anos não haverá mais ISRAEL”. Kissinger é judeu e a declaração é desconcertante. Mas tem mais.

Um cidadão britânico chamado John Rupert Colville, da alta sociedade, funcionário do ministério do exterior inglês, foi um dos secretários particulares do primeiro ministro Arthur Neville Chamberlain e logo depois, de 1940 a 45, exerceu igual função de Winston Churchill. Este Colville teve seus “Diários” publicados em 1988 pela editora Siedler em Berlim e à página 38 vamos saber algo que talvez explique o que Kissinger veio a dizer. Ali Colville relata que a 22 de outubro de 1939 o lorde Lionel de Rothschild mandou apresentar ao primeiro ministro Chamberlain um plano, segundo o qual Rothschild recomendou que a guerra (recém eclodida) tivesse como objetivo central, entregar a Alemanha aos sionistas e espalhar os alemães entre outros povos do mundo.

Tudo está a indicar que este plano está em plena execução. Em 2008 a imprensa judeófila alemã já noticiava que em Weimar, a cidade principal do estado da Turíngia, deverá ser criado um estado judáico. Um portal na internet http://midinatweimar.org
divulga entre os seus princípios:  Medinat Weimar wishes to establish a Jewish state in Thuringia, Germany, with the city of Weimar as its capital. Podem conferir. A TV estatal alemã DEUTSCHE WELLE tem hoje uma programação bastante sionista. Para os próximos dia estão anunciando uma série: Deutschland Israel auf immer verbunden (Alemanha Israel para sempre unidos).

Tudo indica que realmente é de se perguntar qual será o futuro de Israel. E ao meu querido povo alemão eu diria: vocês são uns coitados...

Toedter