Estamos sob bombardeio cerrado e, pior, sendo os maiores danos causados por “fogo amigo”. Fogo que parte a todo momento dos nossos próprios veículos de comunicação. Sua munição é informação manipulada, distorcida e até mesmo toda falsa. Estou me referindo à NOSSA AMAZÔNIA. O jornal da noite na TV começa com notícias alarmantes, oriundas de fontes questionáveis, todas com o nítido intuito de destabilizar o governo do país. Dão a entender que o Brasil está envenenando a atmosfera, o ar do mundo.
Nos grandes incêndios florestais que ocorreram nos últimos anos em PORTUGAL e na CALIFÒRNIA, até com grande número de vítimas humanas, não houve nada disso. Agora provocam toda essa celeuma. E é gente nossa que lá do conforto dos seus estúdios usa microfone e câmera para COBRAR providências. Dão a entender que é só mandar um caminhão de bombeiros lá para o meio da mata, ou enviar aqueles aviõezinhos para jogar água naquela imensidão. Olhando para a tela da TV, são capaz de pensar que a Amazônia é quintal de Brasília.
Antes o problema era o DESMATAMENTO, agora o desmatamento ainda favorece o fogo. “O Brasil é país subdesenvolvido e o brasileiro não tem capacidade para cuidar de suas coisas” é o mote dos que estão a cobiça dos nossos bens , das nossas riquezas. São enormes os recursos minerais existentes naquela área, além de um aquífero maior que o Aquífero Guarani. E acreditem ou não, parece que desta vez o americano não está envolvido, pois é da NASA que vem a notícia:
A CAMPANHA AMBIENTAL CONTRA O BRASIL É PURA MANIPULAÇÃO que acoberta interesses políticos e comerciais! E continua: O Brasil é um celeiro da alimentação mundial, mesmo assim só vem ocupando 7,6% de sua área para o cultivo agrícola, enquanto para o mesmo fim, Estados Unidos usam 18%, China 17%, Europa 40 a 65%.
Aqui cabe voltar mais uma vez ao AQUECIMENTO GLOBAL, que não passa de uma enorme FRAUDE com objetivos excusos ligados à implantação GOVERNO MUNDIAL. Tenho aqui um vídeo de ca. de 15 minutos, no qual um professor de climatologia de uma das mais importantes universidades do país é entrevistado sobre o assunto por uma das mais legendárias figuras da nossa TV. Deixo de dar o nome, pois com o “clima” que reina hoje é capaz de sofrer ainda alguma represália. Ele não tem papas na língua:
- “Efeito estufa” é a maior falácia científica que existe na história;
- camada de ozônio não existe;
- gelo do Ártico derrete e congela e mesmo total derretimento pouco alteraria o nível do mar, para que isso acontecesse teria que derreter todo o gelo da Antártica;
- clima global não existe, só exite o clima local e é cíclico;
- vegetação responde ao clima, não o clima à vegetação;
- floresta (rain forest) é feita pela chuva, não é a chuva que é feita pela floresta;
- quem manda no planeta são os oceanos, cobrem ¾ da superfície e são os responsáveis pela troca de massa e energia;
- desmatamento não tem influência global.
Sem tomar partido político, sou de opinião que a campanha que está se fazendo contra governo brasileiro, apoiando, favorecendo e até representando interesses estrangeiros é em prejuízo ao país como um todo e, portanto, CRIME DE LESA-PÁTRIA.
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23 de agosto de 2019
25 de maio de 2018
O PETRÓLEO É NOSSO
Os
mais vividos, como este blogueiro, devem se lembrar de um slogan que
por um bom tempo animava nossas mentes e ilustrava páginas da nossa
mídia.
Acompanhávamos o noticiário sobre a produção de barris, ansiando pelo dia em que o país se tornasse independente da importação. Pensávamos poder assistir a redenção do Brasil, a realização dos sonhos de Monteiro Lobato e Getúlio Vargas. Hoje esses dois estão se virando na tumba. “É nosso” coisa nenhuma. A greve dos caminhoneiros, que está sacudindo o país, põe a nu a verdade.
Estamos vendo isso agora, pois é o presidente da gloriosa Petrobrás quem afirma que nossos preços têm que acompanhar a flutuação do mercado internacional. Então continuamos na situação de um importador de petróleo, com uma agravante absurda, os preços estão sujeitos a alterações diárias, provocando verdadeiro tumulto na praça. Os derivados do petróleo têm seus custos integrando muitas previsões e cálculos de orçamento, obrigando a inclusão de uma margem de segurança.
Pressionada, a Petrobrás prometeu fazer por 15 dias um desconto no preço do Diesel. Consequência: despencaram suas ações na Bolsa e nos lembrando que a Petrobrás NÃO É NOSSA, é da oligarquia financeira internacional. A esta pouco interessa os perigos que um desabastecimento geral possa provocar.
É semelhante ao que acontece em outras áreas. Na agricultura, por exemplo, fomos obrigados a aceitar os TRANSGÊNICOS e com eles os agrotóxicos, por mais venenosos (glifosato) que sejam também para os humanos.
A ÁGUA É NOSSA?
Até
poucos anos atrás havia aqui uma água de fonte, também chamada
mineral, excelente. Lamento não me lembrar mais do nome, mas um belo
dia mudou seu nome para CRYSTAL, é isto mesmo com “Y”. E mudou
também de dono. É uma empresa com sede lá em Atlanta, Estado da
Georgia, Estados Unidos. Quer dizer, capta aqui a nossa água, vende
aqui e o lucro vai para Atlanta. E tem mais. Apesar de ser proibido,
será que não se servem um pouco da “venda casada”? É que o
nome da empresa é Coca Cola.
No
início de governo Temer surgiu o boato de que Coca Cola e Nestle
estariam querendo adquirir do governo brasileiro os direitos de
exploração do aquífero Guarany. Ambas as empresas desmentiram.
Fato é, entretanto, que Nestlé Waters alega ser a maior
empresa de água engarrafada do mundo, vendida sob 51 marcas
diferentes que vão de Pure Life a Perrier e Vittel (Google).
O site watergate.tv informa no dia 18.5.218 que a Nestlé Waters está comprando direitos de exploração em todo mundo e que seu dirigente teria dito “água não é um direito humano e sim um produto alimentício e deve ter um valor de mercado”.
ANGUSTIANTES PERSPECTIVAS
Assim
se até a água pertence a esses “donos do planeta”, o que é que
estamos fazendo aqui? Não demora e aparece alguém querendo cobrar
pelo AR que respiramos. Teremos que concordar, para ajudar a pagar as
impagáveis dívidas do país. Teremos que concordar da mesma forma
como somos obrigados a concordar com “flutuações internacionais”
de preços do petróleo, bem como concordar em pagar os impostos
embutidos no preço final dos derivados, para satisfazer nossos
credores. Consolemo-nos, não é só o Brasil que está assim...
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