É como se fosse um vírus que vai se espalhando sorrateiramente. Deve ter ficado claro no último post, que o que restou da Alemanha e, por tabela, os demais povos brancos da Europa, tudo está contaminado pelos efeitos produzidos por essa praga que se abateu sobre o nosso planeta. A curto prazo, estimável a de uma ou duas gerações, estão para sucumbir ali valores, tradições, costumes, ciências e ricas economias. É um mal do qual os afetados não se dão conta e não reagem.
Destino semelhante começa a se definir para os fiéis da maior religião do mundo. Enquanto o evangelismo cristão está demonstrando uma inegável e incompreensível disposição em se fundir ao judaísmo, o Vaticano está dando estranhas mostras de estar sob uma direção à qual falta competência para a função, ou de estar mal intencionada. Já começou anos atrás com a deposição ou aposentadoria do papa Benedito XVI. Coisa que, ao que parece, não pode existir. Papa ou morre, ou é papa. Então temos dois papas, um nada faz e outro, bom, aí é que dá margem para desconfiar das verdadeiras intenções. Chamou atenção a sua atuação no caso da “Pedofilia na Igreja”. Qualquer dirigente responsável por uma organização ou empresa empenhar-se-ia em solucionar um problema destes, fazendo o menor alarde possível, justamente para não prejudicar a imagem da mesma perante o público em geral e, principalmente perante os próprios adeptos. O papa Francisco fez o contrário. Durante longo período insistiu em comparecer à televisão a pretexto de prestar contas, mas dando a maior divulgação ao assunto. Fez quanta gente ficar longe da igreja?
Francisco tem se mostrado o maior incentivador da invasão de “migrantes” na Europa. Não seguiu o exemplo do médico Albert Schweitzer que adquiriu renome, fazendo o caminho inverso, foi á África, montou hospital e prestou ajuda aos africanos necessitados. Mostrou que faz parte daqueles que sempre combateram a igreja, papa Francisco é Globalista.
Quando do incêndio da Catedral de Notre Dame noticiamos aqui neste blog os ataques que igrejas cristãs estavam sofrendo mundo afora. Mas não são só ataques materiais, são sequestros, estupros e massacres. O padre Benedict Kiely, fundador da Nasarean.org, se queixa que a mídia internacional se omite quando o assunto é perseguição aos cristãos. Na Nigéria foram massacrados 200 cristãos. David Curry, da Open Doors, diz que as mulheres cristãs são o grupo mais perseguido do mundo. No Paquistão, na Nigéria e também no Egito milhares de meninas cristãs são sequestradas e forçadas a se converterem ao Islã.
Cristãos sofrem violência por serem cristãos e a grande mídia obedece aparentemente a ordens superiores, pois é unida em nada informar. Governos não protestam e fica tudo por isto mesmo. Até para o papa Francisco, ao menos quanto aos cristãos.
Em compensação convocou o SÍNODO DA AMAZÔNIA. Lá vem Francisco se aliar a Macron, Merkel, Gretel etc. para se meter em assuntos do Brasil. Estão em pauta os seguintes temas:
- A complexa situação das comunidades indígenas e ribeirinhas, em especial os povos isolados.
- A exploração internacional dos recursos naturais da Amazônia.
- A violência, o narcotráfico e a exploração sexual dos povos locais.
- O extrativismo ilegal e/ou insustentável.
- O desmatamento, o acesso à água limpa e ameaças à biodiversidade.
- O aquecimento global e possíveis danos irreversíveis na Amazônia.
- A conivência de governos com projetos econômicos que prejudicam o meio ambiente.
Isso não lembra a IDADE MÉDIA? A igreja se metendo em assuntos de Estado. E escolheu o Brasil! Não me lembro de atitude idêntica em relação a outra nação.
Por falar nisso, não vejo nem papa, nem um dos acima citados falar do ÓLEO CRU que vem poluindo a costa nordeste e norte do o Brasil. Da forma em que vem ocorrendo é inusitada. As proporções são muito maiores do que seriam de um simples vazamento de navio. A direção das correntes marítimas na costa brasileira nega que tivesse havido acidente nos campos petrolíferos da Venezuela. As imagens de satélite têm condições de revelar alguma coisa. A falta de um esclarecimento permitirá suspeitar de haver interesses maiores de não revelar as causas.
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25 de outubro de 2019
17 de outubro de 2019
FIM DO REICH
Tem-se a impressão de que a gritaria da Greta e sua exibição exagerada não deu o resultado esperado. Entusiasmaram-se demais, os organizadores da “Rebelião da Extinsão”. Não é deste jeito que funciona. Há um outro departamento do demiurgo do mal, que vem operando há séculos na transformação da vida humana neste planeta. Quer atingir seu objetivo também com “EXTINTION”, mas sem “Rebellion”, exterminando mesmo! Este departamento revelou claramente seu projeto há quase 100 anos através de um indivíduo chamado Richard Nikolaus Conde de Coudenhouve Kalergi. Maiores detalhes podem ser vistos no Google ou neste blog sob novembro de 2017.
Claro que o projeto não era só dele, por isso falo em “departamento”. Mas o plano consiste de uma erradicação da população branca, dos arianos europeus, através sua substituição por uma população afro-asiática de cultura e credo bem estranha à sua, e governada por judeus. Quem acompanha as notícias sabe que a Europa já recebeu milhões destes assim chamados Migrantes, sendo que está prestes a eclodir novo tsunami, tudo com expresso apoio dos respectivos governos, sejam remetentes, sejam recebedores e tudo com aplausos, até ajuda do Vaticano. O que gera suspeita de que algo está sendo tramado contra a própria população nativa, é que, com poucas exceções, os seus governantes parecem coniventes. Não empreendem qualquer medida de proteção aos seus povos.
Para que não falte a necessária matéria-prima, as bombas não param de explodir mundo afora, em flagrante desrespeito aos defensores do clima. Nunca houve tanta guerra neste planeta, como depois que a humanidade se viu livre daquele “facínora”, chamado Adolf. Este homem teve o desplante de querer, segundo diziam, dominar o mundo. Engraçado é que hoje aqueles que o acusaram e combateram, são os maiores apologistas do GLOBALISMO, da Nova Ordem Mundial, do Governo Mundial. Na verdade chegou até mesmo a ser uma promessa divina a um deles.
Desculpem, desviei do assunto. Estava falando dos migrantes. Segundo se diz, estão fugindo das agruras que sofrem em seus países. Desconfio que estão sendo enganados e mui provavelmente a EMENDA VENHA A SER PIOR QUE O SONETO. Sem contar o provável confronto entre as poupulações autóctone e alienígena, que dificilmente deixará de acontecer, é de se supor que a economia dos países invadidos não suportará as mudanças. Chama a atenção também uma palavra que o leitor encontrará destacada no final da minha postagem anterior, quando o missivista ali citado pergunta à destinatária da carta se ela “pretende DESINDUSTRIALIZAR o país”. É um assunto sério. A Alemanha de Merkel decidiu e programou uma transição do suprimento de energia para fontes renováveis. Para tanto suas sete usinas nucleares serão desativadas até 2022. O que o país tem de produção significativa é a industrial, portanto dependente da energia elétrica. Terá como substituir nestes três anos a energia nuclear e a que preço?
Isto me faz lembrar que ao final da Segunda Guerra os aliados se preocupavam com a pergunta sobre o que fazer com a Alemanha depois de esta vencida. Ficou famoso o Plano Morgenthau. Foi seu autor o Secretário do Tesouro do governo Roosevelt. Entre outras medidas o plano previa a desindustrialização do país, transformando-o em agrícola e pastoral.
Já se sabe que grandes transformações geopolíticas podem ter sido planejadas com séculos de antecedência.
Será esse o fim do REICH DE MIL ANOS?
Claro que o projeto não era só dele, por isso falo em “departamento”. Mas o plano consiste de uma erradicação da população branca, dos arianos europeus, através sua substituição por uma população afro-asiática de cultura e credo bem estranha à sua, e governada por judeus. Quem acompanha as notícias sabe que a Europa já recebeu milhões destes assim chamados Migrantes, sendo que está prestes a eclodir novo tsunami, tudo com expresso apoio dos respectivos governos, sejam remetentes, sejam recebedores e tudo com aplausos, até ajuda do Vaticano. O que gera suspeita de que algo está sendo tramado contra a própria população nativa, é que, com poucas exceções, os seus governantes parecem coniventes. Não empreendem qualquer medida de proteção aos seus povos.
Para que não falte a necessária matéria-prima, as bombas não param de explodir mundo afora, em flagrante desrespeito aos defensores do clima. Nunca houve tanta guerra neste planeta, como depois que a humanidade se viu livre daquele “facínora”, chamado Adolf. Este homem teve o desplante de querer, segundo diziam, dominar o mundo. Engraçado é que hoje aqueles que o acusaram e combateram, são os maiores apologistas do GLOBALISMO, da Nova Ordem Mundial, do Governo Mundial. Na verdade chegou até mesmo a ser uma promessa divina a um deles.
Desculpem, desviei do assunto. Estava falando dos migrantes. Segundo se diz, estão fugindo das agruras que sofrem em seus países. Desconfio que estão sendo enganados e mui provavelmente a EMENDA VENHA A SER PIOR QUE O SONETO. Sem contar o provável confronto entre as poupulações autóctone e alienígena, que dificilmente deixará de acontecer, é de se supor que a economia dos países invadidos não suportará as mudanças. Chama a atenção também uma palavra que o leitor encontrará destacada no final da minha postagem anterior, quando o missivista ali citado pergunta à destinatária da carta se ela “pretende DESINDUSTRIALIZAR o país”. É um assunto sério. A Alemanha de Merkel decidiu e programou uma transição do suprimento de energia para fontes renováveis. Para tanto suas sete usinas nucleares serão desativadas até 2022. O que o país tem de produção significativa é a industrial, portanto dependente da energia elétrica. Terá como substituir nestes três anos a energia nuclear e a que preço?
Isto me faz lembrar que ao final da Segunda Guerra os aliados se preocupavam com a pergunta sobre o que fazer com a Alemanha depois de esta vencida. Ficou famoso o Plano Morgenthau. Foi seu autor o Secretário do Tesouro do governo Roosevelt. Entre outras medidas o plano previa a desindustrialização do país, transformando-o em agrícola e pastoral.
Já se sabe que grandes transformações geopolíticas podem ter sido planejadas com séculos de antecedência.
Será esse o fim do REICH DE MIL ANOS?
26 de maio de 2016
LIBERDADE - IGUALDADE - FRATERNIDADE
Quem
hoje dedica alguma atenção ao que acontece ao nosso redor e também
não deixa de observar
as
ocorrências
mundo afora, certamente
percebeu
que existe um processo em curso, cujo
objetivo é submeter a
humanidade
a um domínio central,
criar o UNIMUNDO.
Com frequência crescente, políticos do mundo inteiro
deixam
escapar alguma declaração mais ou menos reveladora, principalmente
o presidente falastrão dos Estados Unidos. Ainda
recentemente
eu
o ouvi declarando na TV: “Sabemos que somos a maior potência do
mundo, mas ainda (not
yet)
controlamos tudo.” Porém
não é ele a mola mestra do movimento. Faz parte, talvez
como “cobra mandada”. Então
QUEM ESTÁ POR TRÁS disto? Quem manda derrubar governos? Quem manda
desestabilizar estados? Quem manda exterminar povos? Quem ordena a
destruição de nações?
Não
me parece realista desconfiar de quem mais está se expondo e
guerreando, ou seja, dos ESTADOS
UNIDOS.
Podem ser a maior potência bélica, o que não beneficia o seu
próprio povo. Ter
seus filhos, na melhor idade, servindo em centenas de bases militares
espalhadas ao redor do globo, certamente não contribui para a
felicidade coletiva. O
próprio cidadão americano já deixou de ser o mais bem
situado do
mundo e
grande
parte não concorda com os rumos da política. Há
sinais de que o governo se prepara para enfrentar agitações. Num
Governo Mundial não deverá haver necessariamente um povo
privilegiado.
ISRAEL
também costuma entrar no rol dos suspeitos. Atualmente estão um
pouco retraídos, mas não é segredo que existe um projeto de formar
um grande Estado ali no Oriente Médio, o Eretz
Israel.
E
pensar
que cem anos atrás Israel nem existia. Neste
período, historicamente curto, como num passe de mágica (teria sido
o holocausto?), adquiriram uma proeminência mundial. Acho
que aqui no Brasil antes da guerra só se falava em judeu no sábado
de aleluia. Hoje um cidadão nascido em Haifa é Presidente do Banco
Central brasileiro. Seus
representantes ocupam posições de destaque nas cúpulas políticas
de quase todos os países ocidentais. Não
sei dizer até que ponto já voltaram a ter na Rússia a importância
que outrora
tiveram durante o regime soviético. Interessante
é que no longínquo leste da Rússia existe
uma pequena região
autônoma
(oblast Birobidschan) dada por Stálin aos judeus e, ouvi dizer, é
onde
muitos, dos mais abastados, costumam
passar
suas férias. Mas creio que também em
relação a Israel é
válido o que eu disse no parágrafo anterior sobre “povo
privilegiado”.
Recentemente
li um artigo cujo autor identifica três núcleos de criação e
organização do Governo Mundial, a saber: WALL
STREET,
CITY
OF LONDON,
portanto o centro bancário mundial, e mais o VATICANO.
Os
primeiros, como manejadores do dinheiro, reúnem credenciais sobejas
para figurar como promotores do movimento. É o
dinheiro
a principal ferramenta, para não dizer arma, a
ser usada com o fim de
instalar uma
possível
revolução global.
Já o Vaticano, mesmo agora sob as ordens de um jesuíta, seria,
na minha opinião, muito mais
um possível aliado do grupo citado no parágrafo anterior.
Até
aqui os citados possuem poder ostensivo, forças
armadas.
Existem, porém, sociedades ou organizações, às quais também são
atribuídas ambições semelhantes sem
que contem com soldados e canhões. Inicialmente
nos aparecem
os ILLUMINATI.
Mas
como é que eles podem entrar nesta história? Quem são eles? Onde é
a sede? Eles
se mantém ocultos ou teriam se fundido com outro grupo? Ainda
presentes ou só
fazem parte da história? A
Nova Ordem Mundial tem História. Reestruturar
ou
revolucionar
a vida dos
habitantes deste globo, não é tarefa para poucos anos. Portanto
pode
ser um alvo que vem sendo perseguido há séculos. Aí nos
aparece a
ORDEM
DOS ILUMINADOS.
Ela
foi fundada em 1776 na cidade de Ingolstadt, Alemanha, por Adam
Weishaupt. Entre os pontos ideológicos de Weishaupt se destacam:
Marcha
através das instituições (infiltração e domínio de
posições-chave)
e sistema de república de cidadãos do mundo.
Soam
aqui os primeiros sinais da
presença de objetivos globais. Aliás, uma República Mundial com
capital em Jerusalém já teria
sido
o sonho de
uma
tal
Ordem
de Sion (Prieuré de Sion), e
possivelmente inspirou
Weishaupt
a criar em
Munique
os Illuminati. Em
1778
eles
foram
proibidos pelo governo da Baviera.
Começaram
a se infiltrar nas LOJAS MAÇÔNICAS.
Foram
apoiados
pelo Duque Ernst von
Sachsen-Gotha (ancestral
da Rainha Elisabeth II da Inglaterra). Este provavelmente também
herdou os registros desaparecidos
até hoje. Vamos lembrar que a casa real britânica é intimamente
ligada à CITY OF LONDON, domínio
dos Rothschilds,
e que
a rainha preside o Comitê dos 300.
Em 1792 a sede da ordem passa a ser Frankfurt, berço
dos Rothschilds.
Mesmo
assim ILLUMINATI nunca deixou de ser uma ideia, filosofia, doutrina.
Tudo
indica que tenha se materializado
na
MAÇONARIA,
que
em 1787 já contava com 16 lojas nos Estados Unidos. Esta
organização
participou da criação do brasão
do país que
acabara de ser fundado.
É
um
brazão cujas
duas faces inusitadamente se mostram
repletas
de simbolismos, todos ligados ao mágico número 13: Treze degraus na
pirâmide inconclusa, treze letras ANUIT COEPTIS. Treze estrelas na
aura, que no conjunto formam a estrela de David; treze folhas no ramo
de oliveira e treze bagos de olivas; treze flechas e treze listas no
escudo. E
mais os dizeres: NOVUS ORDO SECLORUM, ou seja, NOVA
ORDEM DOS TEMPOS.
Tudo
isto ilustrava
até
há pouco
a nota de um dólar. Estaria se
pensando
em NOVA ORDEM MUNDIAL? Possivelmente
sim, pois os comandantes do novo país, Jefferson, Adams e Franklin,
logo em seguida foram a Paris onde a partir de 1789 se desenvolveu a
REVOLUÇÃO FRANCESA, um regime de terror que culminou com a queda da
Monarquia. Haveria alguma ligação entre os dois processos?
Voltemos
ao título desta matéria: Liberdade – Igualdade – Fraternidade.
Fora
ele o slogan que criou a REVOLUÇÃO FRANCESA (1789),
a meu ver a primeira operação pública
de
conquista do domínio mundial. Para atingir o propósito era preciso
acabar com governos monocráticos, tipo monarquias. Para
incitar o povo, este
bordão, apesar das promessas falsas com que ilude os crédulos,
mostrou-se
extremamente eficiente, tanto que foi incorporado pela INTERNACIONAL
SOCIALISTA, criada
no
seu primeiro congresso realizado em Paris no centenário da Revolução
Francesa em 1889. Uma das decisões do Congresso foi a de acabar com
os três
governos
monocráticos da Europa (Impérios
Austro-húngaro, Alemanha e Rússia). Alcançaram o objetivo trinta
anos depois com o final da Primeira Grande Guerra. O movimento pariu
o COMUNISMO.
Mais
uma entidade à qual pode ser atribuído o intento de criar um
Governo Mundial. É leviano pensar que tenha sido desarticulada com a
queda do regime
Soviético. Acredito
que esteja se fortalecendo com o número crescente dos insatisfeitos
com a vida.
Não
é pequeno o número dos possíveis articuladores do UNIMUNDO, do
Governo Mundial, de um governo que, para poder
subsistir
não admitirá
nações independentes, nem cidadãos com ideias próprias. Mas
talvez esta mesma multiplicidade, mesmo que alguns possam ser
aliados, seja a NOSSA
ESPERANÇA.
“Muitos
cozinheiros estragam a sopa.”
QUE ASSIM SEJA!
Toedter
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