22 de novembro de 2018

SALVINI - HOMEM DE CORAGEM

Há poucos dias MATTEO SALVINI, vice-primeiro ministro e ministro do interior da Itália, fez um pronunciamento no Parlamento da União Europeia de “balançar o coreto” dos deputados. Estes estavam discutindo os meios de acabar com as chamadas FAKEnews. Segue tradução feita da legenda do video (MS=Salvini, P.UE= Presidente do parlamento).

MS - Peço desculpas ao público aqui no recinto e lá fora junto às telas, por essa loucura nesta casa. Vocês não são normais na minha opinião. Temos 20 milhões de desempregados na Europa, temos terrorismo islamista, a migração está fora de controle e com o que é que vocês preocupam o Parlamento nesta tarde de quarta-feira? Com as mordaças para o Facebook, com  Fakenews. Vocês deveriam ser terapiados por um 
médico muito bom. Eu gostaria de saber ...

P.UE - querido, querido Salvini ...

MS - ...obrigado pelos aplausos, mas cuidado, eles botam vocês todos para fora...

P.UE - Caro Salvini, desculpe, o senhor deve me ouvir. Não só tem de respeitar o que esta assembleia decidiu democraticamente sobre esta questão, mas também mostrar respeito pelos seus colegas.

MS - Só estou dizendo que, na minha opinião, vocês não são normais, com total respeito. Posso continuar agora?

P.UE - Presidente Salvini, eu apenas estou lhe comunicando que o senhor deveria ter cuidado com as palavras que vem usando. Obrigado.

MS – Então, sua vaga ameaça não vai me deixar nem frio, nem quente.  Quando o povo europeu se manifesta contra o terrorismo islâmico, significa que é islamofóbico. Quando é contra a homo adoção, é porque é homofóbico, se é a favor do fechamento dos campos de ciganos, ou quer que acabe a invasão de refugiados, significa que é racista. NÃO, isso significa que eles têm bom senso e são pessoas livres.

Vocês estão mal, não conseguem mais comprar a cabeça das pessoas, controlando todos os jornais, noticiários e radioemissoras. A Inglaterra elegeu quem queria, Estados Unidos escolheram quem queriam, Itália elegeu quem queria. Vocês estão endoidando, preocupando-se como o que? Mordaça no Facebook, mordaça na Internet, multas, 5 milhões, 50 milhões. Vocês estão criando o “Ministério da Verdade” de  George Orwell, um Ministério da Propaganda. Só estou esperando que o Parlamento da UE venha a introduzir uma força psico policial para perseguir os não muito fieis, que não seguem o pensamento único vigorante, ligados ao só o que vale. Vocês podem inventar o que quiser, a única coisa que com certeza irão fazer é pegar suas malas e procurar um emprego REAL, porque a verdade não pode ser detida, nem daqui nem de qualquer outro lugar. Obrigado, viva a internet e viva o Facebook.

29 comentários:

  1. Homem de muita coragem, terá agora que encarar as perseguições demoniocratas.

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    1. A história é dirigida pelo projeto de Deus, projeto sempre voltado para a liberdade e a vida. http://www.saopauloantiga.com.br/quinta-divisao-panzer/#comment-42692 O destino de uma sociedade depende sempre da atitude que ela toma diante deste projeto: ou terá liberdade e vida ou produzirá escravidão e morte.

      http://die-heimkehr.info/geschichte/der-wahre-grund-fuer-den-zweiten-weltkrieg/#comment-8795

      https://blogln.ning.com/profile/UlyssesFreiredaPazJr

      A Segunda Guerra foi deveras necessária pois sob a égide da paz o bolchevismo não lograria expandir-se ao ocidente.

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    2. "A Segunda Guerra foi deveras necessária pois sob a égide da paz o bolchevismo não lograria expandir-se ao ocidente."

      Qual guera qual paz rapaz, o bolchevismo foi travado pela guerra fria, e porque estaline na conferencia de postdam foi posto em sentido quando soube que os americanos com sucesso tinham feito explodir bombas atomicas pela primeira vez a sua atitude adocicou, kkkkkkk. Ate ai com meio milhao de soldados na alemanha o homem sentia-se omnipotente, e provavelmnete a guerra ou a passagens de mais paises para a orla sovietica continuaria.kkkkkkkkk.as vezes ter armas mais poderosas que os inimigos tem destas coisas,kkkkkkkkii.

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    3. "Nem os deuses nem a natureza podem ser desnazificados" http://www.savitridevi.org/superman.html

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    4. ja foram, so tu e que ainda nao sabes. kkkkkk

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  2. Ele é sensacional tomara que ele consiga lutar contra a UE?!

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  3. Esse não dura um ano no cargo. Não serve nem para engraxar as botas de Mussolini

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  4. https://www.youtube.com/watch?v=5-YiAbbm3Os

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    1. Der rassische Bolschewismus hat eine groteske Erzählung aufgestellt: Die Utopie, die die Linken suchen, kann nicht verwirklicht werden, bis der letzte weiße Mann gejagt und getötet wird. https://nationalvanguard.org/2018/09/head-in-the-noose/

      Mit fortschreitendem Krieg sah sich Hitler mehr und mehr als der tatsächliche Führer aller arischen Völker Europas und nicht nur der Deutschen . Die Nationalsozialisten sehen Adolf Hitler als symbolischen Anführer der gesamten arischen Rasse. Ich persönlich glaube, dass diese Vorstellung von Hitler richtig ist, und ich freue mich begeistert. In Mein Kampf und anderswo sprach Hitler wiederholt von der grundlegenden transnationalen Einheit der arischen Rasse und insbesondere vom panarischen Charakter des Kampfes gegen das internationale Judentum.https://nationalvanguard.org/2016/12/is-any-white-nationalist-stupid-enough-to-take-advice-from-david-cole/

      Jeder, der die Welt verändern will, muss bereit sein, Herabsetzung und Feindseligkeit zu ertragen. https://blogln.ning.com/forum/topics/um-engano-n-o-se-torna-verdade-por-meio-de-ampla-divulga-o-nem-a?xg_source=activity

      Rehabilitation von Adolf Hitler und seiner Regierung ist eine unentbehrliche und wesentliche Frage der Weißen.

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    2. A história vem confirmando exatamente isso, ele foi o último e grande adversário do internacionalsocialismo. É o motivo de ser o mais odiado e combatido até os dias de hoje. E o mundo bate palmas "moribundi te salutant"...

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    3. "Man kann die Götter und die Natur nicht "Entnazifizieren"

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    4. "Nem os deuses nem a natureza podem ser desnazificados" http://www.savitridevi.org/superman.html

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    5. ,,Die UNO wurde ganz gezielt geschaffen, um Deutschland und alle weißen Völker zu vernichten – die Weltverschwörung des Judentums ist nun eine nicht mehr zu leugnende Tatsache Die Niederträchtigkeit der UNO und ihrer Polit-Vasallen sprengt alle Dimensionen! Über die Inhalte und die Bedeutung des Globalen Pakts für Migration ist in den letzten Wochen alles Wichtige gesagt worden. Angestoßen vor allem durch die wachrüttelnde Ausgabe Nr. 19 der ExpressZeitung (August 2018) wurde darüber in unabhängigen Medien und von der AfD durch engagierte Aufklärungsbemühungen in unzähligen Beiträgen von Woche zu Woche mehr berichtet. Kurz gesagt: Die Kernabsicht des UN-Migrationspakts ist es, die Entscheidungsgewalt der Nationen in Migrationsfragen an die UNO zu übertragen und ihnen somit letzte Reste ihrer Souveränität zu nehmen. Unter anderem verpflichten sich die Unterzeichnerstaaten, keine Migranten zurückzuweisen, ihnen Zugang zu sozialen Sicherungssystemen zu gewähren und zudem gegen jegliche Diskriminierung von Zuwanderern zu kämpfen. Durch den Globalen Pakt für Migration soll aus illegaler Zuwanderung um jeden Preis legale gemacht und Migration (quasi) zu einem Menschenrecht erklärt werden. Dadurch werden Hunderte Millionen Migranten (allein aus Afrika) nach Europa (vor allem nach Deutschland) gelockt, die ethnische Auslöschung der europäischen Völker besiegelt und zur offiziellen politischen Doktrin erhoben. Dieser Pakt stellt eine nie dagewesene historische Bedrohung für die europäischen Völker und besonders für Deutschland dar – genauer gesagt, er ist ein Satanswerk! (Anmerkung: Genauere Informationen dazu in unserem https://albertschweitzerkreis.lima-city.de/ASK/2018b/Migrationspakt.html

      Volltext: https://albertschweitzerkreis.lima-city.de/Publikationen/VAS_Nr._98_UNO_vom_Judentum_geschaffen.pdf.html

      https://i0.wp.com/die-heimkehr.info/wp-content/uploads/2017/10/UN-Logo-mit-Totenkopf.jpg


      Wer als Patriot und erst recht als Wahrheits- und Freiheitskämpfer sich heute noch für die Anerkennung der „Menschenrechte“ einsetzt, ist entweder vollkommen ignorant oder kann nicht alle Tassen im Schrank haben!

      https://ia902805.us.archive.org/11/items/Grundlagenwissen_in_Kuerze/Menschenrechte.pdf


      Wir müssen zu den tieferen Seelen sprechen, zu den Menschen, die vom Idealismus getrieben werden. Dies sind Menschen mit Gewissen und Verachtung für Falschheit, Menschen mit einer inneren Stimme, die sich weigert, der Menge zu folgen, wenn die Menge nachweislich falsch ist.

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    6. É recomendável que o interessado faça uso do Google Tradutor

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  5. Fora de prazo...a separatividade já não cola e a união fraterna dos povos vencerá... Salvini você é um infantiloide

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    1. União fraterna é boa... o materialismo de esquerda e de direita se alastrando, o egoísmo atuando nos covardes e nos agressivos, os primeiros para o próprio umbigo se safar, se omitem ou aceitam tudo, os segundos para tentar saciar a ganância sem fim, engolem mais ainda os povos....

      Essa fraternidade com gente sem a mínima força e dignidade, puro gado, é impossível mesmo sem quem os explore, pois já são egoístas incorrigíveis. Essa fraternidade é que venceu o prazo já antes de Hesíodo hehehehehe

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  6. O Fim da Globalização

    Globalização é o processo de fazer com que o potencial inerentemente global e cosmopolita do mercado torne-se atual pela destruição das barreiras raciais, nacionais, religiosas, e culturais ao mercado, tais como leis protecionistas, proibições religiosas à usura, antigas inimizades entre povos, ligações sentimentais à própria comunidade, tribo, terra natal, etc. Assim o processo de globalização seleciona e recompensa o cosmopolitismo e os sentimentos antinacionais, antipatrióticos, anticomunitários. Mas se nós rejeitarmos a globalização, qual é a unidade econômica natural? É aqui que os nacionalistas brancos são capazes de responder às preocupações genuínas do movimento Occupy e outras críticas progressistas da globalização. Pois a fronteira na qual a globalização termina é a nação. Os EUA e cada outra nação europeia entrou na modernidade e conseguiram a maior parte de seu progresso econômico e social praticando políticas econômicas nacionalistas, incluindo o protecionismo. Prosperidade e justiça social retornarão quando a globalização for substituída por nacionalismo econômico.

    Libertários abominam o protecionismo como beneficiando um grupo às custas de outro (como se a globalização não fizesse exatamente o mesmo). Mas esse é o jeito errado de olhar para a questão. Cada indivíduo usa chapéus diferentes e desempenha papéis diferentes: produtor, consumidor, membro de família, cidadão, etc. Livre comércio faz de nós bons consumidores, mas também faz de nós maus cidadãos solapando a justiça social e a soberania nacional. O protecionismo limita nossa capacidade de aquisição como consumidores, mas nos fortalece como cidadãos. O livre comércio fortalece alguns empresários às custas do bem comum, fazendo deles maus cidadãos. O protecionismo e outras regulamentações fazem de todos os empresários bons cidadãos fazendo com que seja impossível lucrar às custas do bem comum - não deixando faltar oportunidades de gerar riqueza de modo socialmente aceitável.

    Mas a realização da globalização, seja socialista ou capitalista, não valeria a pena, se ela realmente pudesse levar a um mundo sem nações, fronteiras, e guerras? É a esperança utópica que sustenta a lealdade de muitos globalistas apesar da difusão da desolação pela face da Terra. É a mesma esperança que sustentava comunistas apesar dos oceanos de sangue derramados.

    Há duas respostas básicas a isso. Uma é afirmar que não vale a pena, o que o utopista fanático jamais aceitaria. A outra é afirmar que um mundo sem nações nunca será alcançado, e que as pessoas que pressionam por isso, ademais, não são nem sérias em relação a isso. Globalização não é a superação do nacionalismo, mas meramente o modo pelo qual o as nações dominadas pelo mercado rompem barreiras expandindo seu próprio poder econômico. As insurreições coloridas de hoje na Europa Oriental e no mundo islâmico são meramente a versão moderna da diplomacia imperialista de séculos passados. George Soros é apenas o Cecil Rhodes de hoje.

    Judeus como Soros, é claro, são os pregadores primários de esquemas universalistas como comércio global, fronteiras abertas, miscigenação racial, multiculturalismo, e outras formas de destruição de identidade. Mas eles não dão sinais de praticar essas mesmas políticas entre si. O que é deles eles preservam; o que é nosso é negociável. A implicação é óbvia: seu objetivo é destruir todas as fronteiras nacionais e identidades raciais e culturais que servem como impedimentos à expansão do poder judaico. A globalização não é um caminho para a liberdade universal. É a criação de um só pescoço para levar um grilhão judaico por toda a eternidade.

    É fácil ver porque os judeus pensam que a devastação causada pela globalização é boa para eles, mas é difícil compreender porque qualquer outra pessoa queria seguir junto, exceto pelos produtos alienados e desenraizados do declínio cultural. E mesmo essas pessoas devem estar se perguntando se esse é o mundo que eles realmente querem.

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  7. O universalismo, afinal, não é realmente universal. Apenas brancos parecem suscetíveis a ele em grandes números para fazer diferença. Mas se o universalismo é apenas uma crença racialmente e culturalmente europeia, então a globalização dará certo apenas pelo extermínio de judeus e outros antigos povos etnocentristas como os chineses, coreanos, japoneses, armênios, etc, que se recusam a pular no caldeirão global. Isso quer dizer que a globalização não é o caminho para a utopia liberal, mas meramente uma extensão genocida do imperialismo europeu. Mas considerando o investimento massivo em propaganda do Holocausto, mesmo os globalistas mais fanáticos não teriam coragem para essa solução, então no final, eles teriam que permitir que povos etnocentristas ficassem de fora.

    E se judeus e outros podem rejeitar a globalização, porque o resto de nós não? Especialmente considerando que livre comércio não recíproco é regressivo, dissolvendo a soberania nacional, solapando a justiça social, e entregando os destinos de povos europeus nas mãos de estrangeiros.

    A conclusão é clara: defensores progressistas da globalização ou são ignorantes ou são vermes desonestos a favor de um processo que irá pauperizar e escravizar o povo que eles pretendem defender. Existe um vasto eleitorado na América para um partido político progressivo, protecionista, anti-globalista, nacionalista e racialmente consciente. Ele está apenas esperando uma liderança.

    Fonte https://legio-victrix.blogspot.com/2011/12/o-fim-da-globalizacao.html

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  8. Hervé Ryssen escreveu cinco livros sobre os judeus nos últimos cinco anos.

    O marxismo como secularização do messianismo judaico

    “Expectativas Planetárias” - o que ele chama de fé messiânica dos judeus em uma ordem mundial vindoura subordinada à sua vontade e interesse - é o primeiro dos cinco e o primeiro que leio.

    Não é um livro completamente “bem sucedido”. Suas 430 páginas apresentam uma imensa documentação que ilustra o argumento de Ryssen, mas o argumento em si é feito principalmente de passagem, como se a evidência deprimente, entorpecente e inegável das expectativas planetárias dos judeus fosse suficiente para explicar todo o resto.

    As espérances planétariennes são, no entanto, um trabalho importante e a sua dependência de fontes exclusivamente francesas faz com que seja um contraponto interessante para os trabalhos de língua inglesa sobre o assunto.

    A abordagem de Ryssen procede, evidentemente, de sua compreensão específica dos judeus. Isso se deve, pelo menos em parte, à noção de Hitler ( Table Talk , 23 de fevereiro de 1945) de que os judeus não são como outras raças (se são uma raça de fato), mas sim um povo definido por sua mentalidade.

    O judaísmo, como tal, é uma ideologia tanto quanto uma religião - especialmente para seus intelectuais seculares, que são seus militantes mais devotos.

    Diante disso, Ryssen vê os judeus em termos de sua ideologia - a ideologia judaica - cuja missão messiânica é produzir um reinado de “paz mundial”, no qual todos os povos, exceto eles mesmos, abandonam tudo o que é deles para realizar a leitura bíblica. noção de uma humanidade unificada.

    1. Um projeto planetário, não globalista ou liberal

    A ideia de uma humanidade unificada, não dividida por fronteiras, antagonismos nacionais ou atribuições raciais, não é nova. O que há de novo, afirma Ryssen, é a crença entre os povos ocidentais de que a "humanidade" hoje aspira a um mundo em que o comércio e o consumismo suplantem o imperialismo e o nacionalismo, enquanto diferentes povos historicamente separados se fundem em uma única massa humana indiferenciada sob os auspícios de um sem fronteiras império mundial, cujo ethos dominante é ser a pura humanidade da fé messiânica dos judeus em si mesmos como um povo escolhido.

    Se o messianismo, em geral, é a expectativa do Messias que estabelecerá o reino de Deus na terra, o messianismo judeu antecipa o Salvador que virá quando a Torre de Babel entrar em colapso (as Torres Gêmeas?), Uma vez que a terra esteja unificada e os judeus são universalmente reconhecidos como povo de Deus.

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  9. Básico para o argumento de Ryssen é a afirmação de que o “globalismo” não é uma extensão ideológica da globalização econômica, mas uma secularização da crença messiânica dos judeus de que a humanidade é realizável apenas no nível planetário.

    A globalização, afirma ele, refere-se ao processo econômico pelo qual a multiplicação das trocas internacionais, o desenvolvimento do capitalismo mundial, a terceirização de empresas locais e a disponibilidade de novas tecnologias de comunicação fomentam a interdependência econômica dos povos do mundo. Nesse sentido, a globalização amplia os desenvolvimentos que começaram no final do século XV, quando os intrépidos portugueses, em suas minúsculas caravelas, partiram para conquistar os oceanos do mundo.

    A ideologia globalista para Ryssen não é o desdobramento orgânico de um processo contínuo e inescapável de desenvolvimento econômico. De fato, em termos de comércio, o mundo hoje não é mais aberto do que era em 1914 - um fato que ele considera tão importante quanto o fato de que a maioria das multinacionais permanece nacionalmente baseada e que a esmagadora maioria dos povos não brancos do mundo ainda vive de maneiras distintas. para quem eles são.

    A edificação e o estabelecimento das sociedades racialmente pluralistas que a globalização traz se limitou aos povos ocidentais, que, nas últimas duas décadas, foram submetidos a um sistema cujas alturas são comandadas pelas expectativas planetárias dos judeus.

    O Japão, nessa visão, é tão economicamente globalizado quanto a Europa, mas não dá sustentação a ideologias globalistas que favorecem o colapso de sua identidade nacional. As expectativas planetárias são específicas do pensamento ocidental.

    Essas expectativas, acrescenta, independem não apenas dos imperativos econômicos globalistas, mas do universalismo implícito no pensamento liberal ocidental.

    O ímpeto universalista do liberalismo foi, historicamente, um desdobramento do racionalismo iluminista (que em si era um desdobramento de uma história européia anterior), à medida que buscava universalizar os princípios ingleses do governo parlamentar e da sociedade de mercado.

    Isso tornou anti-tradicional. Mas, por mais críticos que pensem que os pensadores iluministas possam ter sido de estados e sociedades existentes (supostamente mergulhados no feudalismo), esses pensadores compartilhavam sentimentos raciais e nacionalistas comuns a todos os povos saudáveis, não contaminados pelas expectativas ideológicas dos cultistas planetários.

    O exemplo clássico é Voltaire, que - apesar de seu ataque impiedoso a tudo associado ao ancien régime - abominava os judeus, que ele via como uma afronta ao mundo que ele esperava esclarecer.

    De fato, a "humanidade" no século 18 não era exatamente o que é hoje. Em seguida, referiu-se a les gens (ie, a “pessoas” no sentido inglês ou “Leute” no sentido alemão, como uma coleção de múltiplos indivíduos, não um substantivo abstrato que se refere aos seres humanos como um todo). Sempre que os pensadores do Iluminismo invocavam a humanidade, eles falavam com diferentes europeus, e não com o universo universais de nossos aldeões globais. Sua principal motivação (pelo menos na superfície) era derrubar "irracionais", daí tiranos injustos, não fundir nações ou raças.

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  10. O Iluminismo europeu, em uma palavra, assumiu um mundo de pessoas brancas. Na medida em que os não-europeus eram considerados, eram pensados ??em termos antropológicos e não filosóficos.

    Ryssen também se refere a certos liberais contemporâneos, como o ex-funcionário do Departamento de Estado, Francis Fukuyama, cujo O Fim da História e o Último Homem celebrou o triunfo das sociedades democráticas de mercado.

    Fukuyama pode ter alardeado o surgimento de um mercado mundial único e integrado baseado na governança democrática que viria com o fim da bipolaridade, mas ele não advogou - ou antecipou - que tal ordem mundial que acabou com a história acarretaria a destruição de estados e nações. Apenas o “nacionalismo agressivo” foi explicitamente excluído de sua visão.

    Isso não quer dizer que o liberalismo não tenha sucumbido desde então às expectativas planetárias, mas apenas que elas não eram nativas para ele - que uma necessidade ideológica para elas tinha primeiro que ser criada.

    A necessidade ideológica de transformar o comércio mundial em uma campanha para criar um estado mundial no qual todas as fronteiras são eliminadas vem, sem surpresa, da ideologia judaica. Não foi uma conseqüência “natural” dos desenvolvimentos históricos, mas uma das “pseudomorfoses” de Spengler.

    Essa idéia - que nem a ideologia liberal nem a economia liberal é a fonte primária das expectativas planetárias - é, penso eu, central não apenas para o argumento de Ryssen, mas para toda a tradição do moderno pensamento antijudaico.

    Seja qual for a crítica a ser feita de seu argumento, consequentemente, começar aqui, para a idéia é afirmada e ilustrada, em vez de demonstrada.

    Pois os judeus podem ser o principal instrumento da subversão reinante, mas se eles são ou não os únicos responsáveis ??pelas condições que atualmente destroem a raça européia - se o reino das expectativas planetárias seria ou não concebível sem tudo o que veio com a Renascença, a Reforma e a Revolução Francesa, para não falar do capitalismo industrial e depois do pós-industrial - essa suposição - precisa ser provada, e não simplesmente postulada.

    2. O marxismo como secularização do messianismo judaico

    Segundo Ryssen, as expectativas planetárias de nossa época começaram com Marx.

    Antes dele, a preocupação mais imediata dos radicais de esquerda era se opor à economização da vida européia pelo capitalismo, especialmente seu ataque à tradicional “comunidade moral”. Um grande número de socialistas do século 19 foram, conseqüentemente, críticos ardentes não apenas da oligarquia capitalista e da exploração. , mas do cosmopolitismo e especialmente do judaísmo (que eles viam como a quintessência do espírito traidor de sangue do capitalismo).

    Em contrapartida, o socialismo marxista era conscientemente universalista, sendo de certa forma um reempacotamento secular da fé messiânica dos judeus em um mundo fundado na “dissolução das fronteiras, na unificação do povo da terra e na instauração de um mundo de ' Paz'."

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  11. Neste contexto, Ryssen sugere que o proletário de Marx não era realmente o trabalhador francês ou inglês dominado pelo capitalismo francês ou inglês, mas sim um "indivíduo abstrato", sem raízes ou distinção nacional - o assunto abstrato das forças abstratas do capitalismo sem rosto, mercado caprichoso, que Marx concebeu em termos que tirou da economia clássica inglesa, do idealismo alemão, especificamente hegeliano, e da destilação socialista do positivismo francês.

    Ao chamar os “trabalhadores do mundo [para] unir-se!”, Marx imbuiu o socialismo com uma orientação internacional (portanto antinacional), baseada na noção de que o estado e a nação eram fenómenos historicamente contingentes destinados a desaparecer quando o proletariado sociedade de classes.

    Sem raízes na nacionalidade moderna, o proletariado para ele era uma espécie de “nação” universal, elevando-se do jugo de particularismos do passado para privilegiar a fraternidade e a igualdade.

    O marxismo e o liberalismo podem ter compartilhado a mesma herança iluminista, mas, como ressalta Ryssen, foi o marxismo, não o liberalismo, que foi o progenitor original das expectativas planetárias.

    Como tal, numerosos intelectuais judeus seculares reuniram-se à sua causa no século XIX, quando os Eleitos de Deus se transformaram na vanguarda do socialismo.

    Foi a Revolução Bolchevique de 1917, no entanto, que deu forma mundial às expectativas planetárias do judaísmo. Pois não foi apenas liderada por judeus, foi internacionalista em seu compromisso com uma revolução mundial que favorecia a profecia bíblica de uma humanidade unificada.

    O Imperialismo de Lênin , o estágio mais alto do capitalismo (1916), substituiu o Manifesto de Marx de 1848 como o principal texto marxista.

    Ao mesmo tempo, a luta planetária tornou-se menos uma luta de classes do que uma luta antiimperialista contra o Ocidente - e, implicitamente, contra os brancos do Ocidente.

    Ryssen dedica quase cem páginas ao caráter judaico da Rússia bolchevique e à relação do judaísmo internacional com o novo regime comunista.

    Em linhas gerais, ele examina o papel judaico no partido de Lênin e o papel que os judeus assumiram no novo estado soviético. Ele então analisa a luta entre os proponentes da Revolução Mundial de Trotsky e o Socialismo em Um País, de Stalin, uma luta que eliminou muitos comunistas judeus proeminentes, mas que não era especificamente antijudaica. Ele faz um argumento semelhante sobre os expurgos dos anos trinta. Mesmo a transferência de judeus para os Urais durante a Grande Guerra Patriótica não pretendia marginalizar os judeus, embora tivesse algo desse efeito. A queda real do judaísmo soviético em sua conta começa com a criação do estado sionista em 1948.

    Embora a União Soviética reconhecesse prontamente Israel e buscasse sua aliança, os judeus do mundo começaram a ver a Rússia stalinista como um obstáculo às suas expectativas, pois sua sociedade "fechada" era considerada cada vez mais hostil a "judeus e outras minorias". A "sociedade aberta" da democracia liberal, em contraste, foi em seguida tomada como o meio mais eficaz de dissolver as identidades nacionais e construir o império global caro a Israel.

    A

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  12. A resistência do pós-guerra de Stalin à hegemonia norte-americana e sua subsequente campanha "anti-cosmopolita" contra os judeus russos (1949-53) simplesmente exacerbou a brecha aberta pelo novo anticomunismo descoberto pelos judeus e pelo anti-sionismo subsequente da URSS.

    Em tal situação, os bebês de fraldas vermelhas de ex-fanáticos comunistas descobririam as virtudes da democracia liberal, tornando-se fervorosos defensores do "Credo Americano".


    O marxismo como secularização do messianismo judaico


    Segundo Hervé Ryssen, as expectativas planetárias de nossa época começaram com Marx.

    Antes dele, a preocupação mais imediata dos radicais de esquerda era se opor à economização da vida européia pelo capitalismo, especialmente seu ataque à tradicional “comunidade moral”. Um grande número de socialistas do século 19 foram, conseqüentemente, críticos ardentes não apenas da oligarquia capitalista e da exploração. , mas do cosmopolitismo e especialmente do judaísmo (que eles viam como a quintessência do espírito traidor de sangue do capitalismo).

    Em contrapartida, o socialismo marxista era conscientemente universalista, sendo de certa forma um reempacotamento secular da fé messiânica dos judeus em um mundo fundado na “dissolução das fronteiras, na unificação do povo da terra e na instauração de um mundo de ' Paz'."

    Neste contexto, Ryssen sugere que o proletário de Marx não era realmente o trabalhador francês ou inglês dominado pelo capitalismo francês ou inglês, mas sim um "indivíduo abstrato", sem raízes ou distinção nacional - o assunto abstrato das forças abstratas do capitalismo sem rosto, mercado caprichoso, que Marx concebeu em termos que tirou da economia clássica inglesa, do idealismo alemão, especificamente hegeliano, e da destilação socialista do positivismo francês.

    Ao chamar os “trabalhadores do mundo [para] unir-se!”, Marx imbuiu o socialismo com uma orientação internacional (portanto antinacional), baseada na noção de que o estado e a nação eram fenómenos historicamente contingentes destinados a desaparecer quando o proletariado sociedade de classes.

    Sem raízes na nacionalidade moderna, o proletariado para ele era uma espécie de “nação” universal, elevando-se do jugo de particularismos do passado para privilegiar a fraternidade e a igualdade.

    O marxismo e o liberalismo podem ter compartilhado a mesma herança iluminista, mas, como ressalta Ryssen, foi o marxismo, não o liberalismo, que foi o progenitor original das expectativas planetárias.

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  13. Como tal, numerosos intelectuais judeus seculares reuniram-se à sua causa no século XIX, quando os Eleitos de Deus se transformaram na vanguarda do socialismo.

    Foi a Revolução Bolchevique de 1917, no entanto, que deu forma mundial às expectativas planetárias do judaísmo. Pois não foi apenas liderada por judeus, foi internacionalista em seu compromisso com uma revolução mundial que favorecia a profecia bíblica de uma humanidade unificada.

    O Imperialismo de Lênin , o estágio mais alto do capitalismo (1916), substituiu o Manifesto de Marx de 1848 como o principal texto marxista.

    Ao mesmo tempo, a luta planetária tornou-se menos uma luta de classes do que uma luta antiimperialista contra o Ocidente - e, implicitamente, contra os brancos do Ocidente.

    Ryssen dedica quase cem páginas ao caráter judaico da Rússia bolchevique e à relação do judaísmo internacional com o novo regime comunista.

    Em linhas gerais, ele examina o papel judaico no partido de Lênin e o papel que os judeus assumiram no novo estado soviético. Ele então analisa a luta entre os proponentes da Revolução Mundial de Trotsky e o Socialismo em Um País, de Stalin, uma luta que eliminou muitos comunistas judeus proeminentes, mas que não era especificamente antijudaica. Ele faz um argumento semelhante sobre os expurgos dos anos trinta. Mesmo a transferência de judeus para os Urais durante a Grande Guerra Patriótica não pretendia marginalizar os judeus, embora tivesse algo desse efeito. A queda real do judaísmo soviético em sua conta começa com a criação do estado sionista em 1948.

    Embora a União Soviética reconhecesse prontamente Israel e buscasse sua aliança, os judeus do mundo começaram a ver a Rússia stalinista como um obstáculo às suas expectativas, pois sua sociedade "fechada" era considerada cada vez mais hostil a "judeus e outras minorias". A "sociedade aberta" da democracia liberal, em contraste, foi em seguida tomada como o meio mais eficaz de dissolver as identidades nacionais e construir o império global caro a Israel.

    A resistência do pós-guerra de Stalin à hegemonia norte-americana e sua subsequente campanha "anti-cosmopolita" contra os judeus russos (1949-53) simplesmente exacerbou a brecha aberta pelo novo anticomunismo descoberto pelos judeus e pelo anti-sionismo subsequente da URSS.

    Em tal situação, os bebês de fraldas vermelhas de ex-fanáticos comunistas descobririam as virtudes da democracia liberal, tornando-se fervorosos defensores do "Credo Americano".

    3. América como o principal poder judaico

    Em referência a Soljenitsin, Ryssen afirma que nem a fome assassina na Ucrânia nem o Gulag siberiano alienaram os intelectuais ocidentais "progressistas" da União Soviética. Foi somente depois da derrota da Alemanha nacional-socialista e da subsequente aliança russa com os árabes que eles começaram a se voltar contra ela. Quando mudaram de campo, os "refusniks" russos e judeus emergiram como uma causa planetária e os Estados Unidos, terra de imigrantes desenraizados e várias raças, substituíram a União Soviética como a cópia de suas expectativas planetárias.

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  14. A maior parte do livro de Ryssen examina a natureza do pensamento planetário, como aparece na obra dos principais pensadores judeus da França. Esses números - Jacques Attali, Edgar Morin, Alain Finkielkraut, Guy Sorman, Marek Halter, Bernard-Henri Lévy, André Glucksmann, Jacques Derrida, et al. - podem ou não ser conhecidos pelos leitores americanos, mas refletem as mesmas expectativas planetárias de seus colegas judeus americanos. Completamente à parte da perspectiva planetária do espaço exterior, enfatizando as coisas que ligam em vez de separar os diferentes povos da Terra.

    Com seus filmes de ficção científica de encontros intergalácticos, Hollywood é especialmente ativa no trabalho deste tema. Por exemplo, pense no Dia da Independência de Robert Emmerich, no qual invasores alienígenas ameaçam a Terra, apenas para serem salvos por um esforço concertado e multicultural de Will e Jeff Goldblum.

    A insinuação aqui é fez apenas por superar as diferenças humanas, quebrando as nações, e derramando particularismos divisivos o mundo vai ser poupado das guerras, injustiças e fabricantes rivais que atualmente obstruir a harmonia, igualdade e prosperidade que são possíveis quando as diferenças de tese são erradicados e do homem humanidade comum é privilegiada.

    Tão significativo é flagrantemente proclamado. As nações, como tais, terão que ser dissolvidas, tradições históricas destruídas, igrejas arrasadas, famílias e comunidades separadas, os antigos livros reescritos.

    Uma vez que todos são métis, a divisão terminará. As pessoas que querem estar no meio de um novo ano descobrirão que precisam de ajuda. identidade planetária.

    Este é um país prometido, sem apegos, sem raízes, sem particularismos, pois o bem-estar abstrato da humanidade prevalece sobre todos.

    O senso de eleição que vem com suas expectativas planetárias, os judeus gostam de pensar, não tem nada a ver com seu próprio orgulho, mas vem dos deveres citados por sua fé messiânica. (Ryssen sugere que a identidade judaica é, na verdade, uma questão de memória e aspiração messiânica, e não de atribuição racial ou religiosa).

    A ideologia planetária dos judeus é frequentemente carregada de controvérsias, suas raízes profundas em suas tradições e sua fé, e sua afiliação com Israel esforçar-se para sua visão particular do mundo "paz". as raízes, memórias e títulos fez torná-los especial pode ser a chave às suas expectativas planetários, mas as raízes, memórias, e títulos de outros, o amor especialmente os brancos, são considerados prejudiciais para o planetário causa - prejudicial porque nenhum outro povo possui a alta humanidade dos judeus.

    Sem se preocupar com suas inconsistências, Judith não é responsável pela moralidade do cristianismo, e o cristianismo pelos Estados Unidos acabou. horror para sua própria comunidade.

    Os padrões duplos no coração da ideologia judaica refletem, correlativamente, aqueles que têm sido associados com os judeus selecione a indignação com as injustiças existentes e acredite que elas não podem errar. Escusado será dizer thatthey acho que o anti-semitismo é o maior de patologias e fez a exaltação final dos judeus é o objetivo mais natural e final da humanidade.

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  15. Porque os gentios persistem em seus apegos identitários, a realização das demandas de demandas planetárias dos judeus, vigilância eterna e educação contínua. Diferentes povos, brancos eminentemente, devem, portanto, ser as virtudes da igualdade humana e da solidariedade planetária. Sempre que as superfícies de resistência, deve ser condenado como um tribalismo retrógrado, para a unidade do mundo (a condição necessária para dominar o mundo judaico) só é possível uma vez que os antigos "preconceitos" são destronado. Os brancos são, portanto, para tê-lo perfurado em-los constantemente thatthey são responsáveis pelos infortúnios da humanidade - da Inquisição para câmaras de gás homicidas alegados de Auschwitz. Aqueles que recusam ou descartam as políticas de miscigenação estão em um estado de desordem.

    ***

    No entanto, o Ryssen detém, ou de maior para maior, mas as aventuras do messianismo judaico, como Ryssen detém, ou de maior grupo maior desenvolvimentos históricos que os capacitaram.

    Fonte https://www.counter-currents.com/2010/10/the-jews-as-planetary-cultistsherve-ryssens-les-esperances-planetariennes/

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  16. Toedter, saudações! Tudo bem?

    Cuidando da saúde? Faça isso, porque Vossoria faria muita falta para nós, seus leitores e camaradas.

    A passagem citada abaixo é do meu último artigo para um jornal aqui de Cuiabá. Passo-lhes a conexão fazendo a sugestão de que o leiam. Não se esqueçam de marcar positivo, se for o caso. :-)

    "Vem da ONU o apelo para que vivamos todos juntos, fraternalmente, no seio de Pachamama, num mundo sem fronteiras. Uma pregação linda, espiritualmente muito elevada, tão elevada que acaba no mundo da Lua." (CHAUKE STEPHAN FILHO)

    Leiam o texto na íntegra:



    ABRS

    Chauke

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  17. Tenho a impressão de que faltou alguma coisa, caro Chauke. Mande que eu substituo ou completo.

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    Respostas
    1. Chauke Stephan Filho3 de dezembro de 2018 02:10

      Sim, Toedter. Faltou a hiperligação para o meu artigo, que é esta:

      http://www.hipernoticias.com.br/artigos/a-onu-a-imigracao-a-tolerancia-e-o-prefeito-de-cuiaba/111560

      Obrigado, Toedter!

      Chauke

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