6 de dezembro de 2018

O MELHOR AMIGO


O europeu tradicionalmente ama cachorros. Há países onde você pode levar o seu companheiro de quatro patas a restaurantes e lojas. Já a grande maioria dos "europeus novos" e dos que estão projetados para chegar àquele continente, o consideram IMPURO. Na melhor das hipóteses o toleram como cão de guarda, exercendo a função. Triste perspectiva.

A imagem acima reproduz a homenagem feita por um artista à cachorrinha massacrada a uma semana atrás por um segurança de supermercado em Osasco/SP. A ocorrência possivelmente será motivo, para que o crime de maus tratos a animais venha a ter suas penas aumentadas (UOL-o melhor conteúdo).

13 comentários:

  1. Gratificado pela postagem sr. Toedter. Fiquei arrasado com esse caso.

    Crueldade combinada de todas maneiras, agressividade, indiferença e omissão.

    Quando me vem a memória esse caso, a tristeza ressurge...

    É indispensável a valoração dos graus de humanidade. Neste caso vários subumanos participaram, um ou mais de um agredindo, os demais se omitindo.

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  2. Todo amor aos quatro patas sejam gatos cães ou pangares puxadores de carroça

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  3. "(UOL-o melhor conteúdo)" ?!!

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  4. Brasileiros deveria mesmo ir pra Cuba ...
    https://www.hypeness.com.br/2016/04/o-que-podemos-aprender-com-a-forma-como-cuba-trata-seus-animais-de-rua/ ... quem sabe voltam mais civilizados, mais humanos e comprometidos como demonstraram os médicos cubanos pelos rincões desse Brasil que nem o Exército maçônico faz muita questão de ir.

    E por falar nos médicos, tem vaga ... os médicos brasileiros estão desistindo antes mesmo de completar uma semana no novo emprego, e o governo quer endurecer regras contra os desistentes. Do jeito, logo vamos virar uma Venezuela.

    Cobalto

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    1. Este zarolho aqui tanto critica os irmaos castro como tece loas ao modo como se devia aprender com eles. Kkkkkkkk uma especie de catavento ideologico. Os medicos cubanos estiveram tambem em portugal e sao uma especie de funcionarios do estado "escravizados" ou pau para toda a obra, o ordenado e pago ao estado cubano, e um financiamento ao estado cubano, quanto recebem depois os medicos e la com eles, mas como medicos " migrantes" tem que ir para onde os mandam e nas condicoes de apretrechamento hospitalar e laboratorial que permita uma medicina pre-diagnostical que houver nas zonas para onde vao. Os medicos portugueses recusam exercer uma medicina sem suporte da que aprenderam, com determinado suporte e caracteristicas, e por isso deixam vagos lugares a concurso em zonas do interior e sem condicoes, mas nao sao escravos do estado, terao que exercer a profissao noutro lugar ou de outra maneira. E a vida. O meu conselho e que devias comecar e ires para cuba, fazeres qualquer actividade ja, e com isso impedires a venezuelizacao do brasil, kkkkkkk.

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    2. Essa é fácil de captar:

      "Os medicos portugueses [...] terao que exercer a profissao noutro lugar ou de outra maneira"

      Normalmente a tribo do hasbará não usa o pronome NÓS no país que vive, então não é "NÓS portugueses", mas sim "OS portugueses".

      E no fim, em vez de ter uma exortação a mudar na marra as condições de Portugal, para que os médicos portugueses possam trabalhar adequadamente em qualquer lugar de Portugal, levando assistência aos portugueses adequadamente, ele pula direto para ter que exercer a profissão "noutro lugar ou de outra maneira".

      Claro, a retificação da saúde política de Portugal passa necessariamente pelo rompimento com a globalização, e isso é ruim só para intermediários e apátridas que nunca usam o pronome NÓS no país que os acolhem.

      Fica aqui isso então:

      O fim da globalização - Por Greg Johnson

      https://worldtraditionalfront.blogspot.com/2018/12/o-fim-da-globalizacao-por-greg-johnson.html

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    3. Hasbará anal. funcional, aprenda:

      "Examinai tudo. Retende o bem."
      1ª Tessalonicenses 5:21

      Cobalto

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  5. So mais um esclarecimento para os esquerdiopatas que acham que a saude ou educacao nao e um produto de mercado, e um produto que tem custos e gera receitas logo em abstracto e um produto como os outros. Se deve esse produto ser custeado na totalidade ou parte pela sociedade (estado) e uma discussao em muitos paises ainda, pelos custos inerentes que sao grandissimos em muitos casos e que exigem grande capacidade tecnologica tornam insuportavel que cada um individualmente tenha capacidade economica a nao ser os muito ricos de lhe fazer face, sem a solidariedade de todos em favor de um sistema de saude suportado por todos. Mas isso nao tira a saude ou educacao de ser um produto mercantil.

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    1. "que acham que a saude ou educacao nao e um produto de mercado"

      Impressionante o uso do anacronismo aqui, as mais profundas e sólidas bases educacionais da humanidade precedem o mercado, em especial como o mercado é visto hoje, algo com leis próprias, o que é falácia completa.

      Que concomitante a educação, usemos a paidéia grega (base suprema ocidental), ela existia em suas várias configurações antes mesmo do nome surgir no século V a.C., mas em Homero e antes já existia, e o comércio também, mas porque produção e educação nas civilizações tradicionais são coisas orgânicas.

      Somente parasitas separam as coisas nesse contexto, pois precisam do anonimato para se infiltrarem na sociedade/comunidade orgânica dos povos tradicionais e inventar uma posição intermediária que hoje se chama mercado, mas é algo vago, totalmente alheio ao ethos dos povos, origens dos povos, destinos dos povos, salvo se for levá-los ao abismo, como o ocorre hoje, e a consequência da fragmentação inicial que rompe com a coesão orgânica, da qual a economia serve a política e à comunidade, E NÃO O CONTRÁRIO COMO OCORRE HOJE, é justamente a dissolução da sociedade / comunidade, e ainda dou a fórmula desse literal caos sem cobrar nada do hasbará:

      Os mesmos princípios que criam cultura e sociedade e comunidade são os mesmos que os sustentam, independente de tais princípios terem conformações moldadas à épocas ou conjunturas, mas em essência permanecem o mesmo, a ruptura com tais princípios corta imediatamente as forças sociais reais, vem daí a dissolução total da sociedade, e uma ruptura é o comércio/produção/mercado não mais servir a comunidade orgânica original / linha descendente da original e sim esta servir o mercado, isto é, em outras palavras, globalização.

      Quanto a direita ou esquerda, isso é anacronismo absurdo, inclusive nem a esquerda original, dos anos das décadas de 1770, 1780 e 1790 correspondem ao que foi esquerda no século XIX, nem no XX e muito menos no XXI. Essa generalização totalmente superficial e oca de que esquerda é isso ou aquilo (passado em tudo como manteiga no pão eheheheh) é nada mais que propaganda sionista e neocon adaptada aos tempos atuais. Os mesmos sionistas se garantiram com a esquerda durante todo o século XVIII e XIX quando defendiam em vários centros europeus o jacobinismo, pois estavam por baixo, agora com a posse, estes odeiam a esquerda... são as multifaces que o sofisma tem por inerente, e o mestre do sofisma é o mestre da mentira... este é justamente o parasita nômade internacional.

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    2. Apenas arrumando meu segundo parágrafo acima:

      Falar que educação é mercadoria é uma piada das últimas etapas da globalização. Que concomitante à educação (usemos a paidéia grega, a base suprema da educação ocidental, que existia em suas várias configurações antes mesmo do nome paidéia surgir no século V a.C.) havia o comércio é óbvio, pois justamente porque produção e educação nas civilizações tradicionais são coisas orgânicas, e ambas, educação e comércio são expressões secundárias das concepções de mundo dos povos, isto é o mesmo que dizer que educação e comércio servem a estas concepções de mundo tradicionais, pois ambas se originam de tais concepções. Nem haveria educação sem a paidéia no Ocidente, inclusive hoje não temos nem educação, nem paidéia, pois educação tem duas premissas, 1ª é transmitir conteúdo tradicional, 2ª extrair a vocação e saber do próprio educando, mas a paidéia grega tinha um elemento a mais, a formação direcionada para o homem ideal, que era o parâmetro de homem que se relacionava com o universo, e dessa relação veio os frutos do saber grego, que vai de Homero à Pitágoras, Parmênides à Platão, Hipócrates à Aristóteles, Arquitas à Plotino, Fídias à Euclides, etc.. etc... etc... os quais nutriram o impulso benéfico do renascimento (ao contrário do protestantismo) e do classicismo germânico, ou seja, o coração do Ocidente. Em todas estas concepções o homem universal foi o criador, e o homem mercantilista o espoliador, dando um passo para cima, escorregando muito mais no abismo do materialismo, o qual cria muito menos que o homem universal e é menos original ainda. O resto é plágio ou voo de galinha, salvo esporádicas exceções. Daí se vê tanto comércio como educação, quando edificam o homem, o fazem porque derivam da concepção de homem superior, e não da ambição de acumular bens, que és a última instância que o hasbará quer chegar... fiasco seria elogia para defender o que o hasbará propõe.

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  6. "Mas isso nao tira a saude ou educacao de ser um produto mercantil."

    Uma coisa puxa outra, já se fala em água como produto mercantil.


    Falácia pura, afinal além de ser composto natural renovável, é o composto predominante na superfície da terra, e se está ruim sua potabilidade é justamente pelas "leis" de mercado baseadas em nada mais que desenfreável sede de poder e ganância os quais exaurem a potabilidade da água com poluentes resultantes de produtos da globalização descartáveis feitos para não durar.

    Em nada o tal "mercado" se encaixa, a não ser com omissões, falácias e mentiras. Esse tal "mercado" é o que estima 300 trilhões de dólares de dívida global. Devaneios da ficção usurária a qual o mercado recorre sempre com convenções esdrúxulas que chamam de leis. Essa coisa toda precisa todo dia de 10 mentiras para cobrir uma mentira do dia anterior.

    A única coisa que cresce acompanhando a dívida fictícia global é a pilha de mentiras para manter isso rolando.

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  7. " água como produto mercantil"


    "Falácia pura, afinal além de ser composto natural renovável, é o composto predominante na superfície da terra,.."


    So mentes puramente ingenuas que andam desesperas ainda nao descobriram que a agua e tambem um produto mercantil, so os ingenuos quando abrem uma torneira ou enchem uma banheira ou uma garrafa de agua provavelmente acham que foram eles que fizeram todo o trabalho de ter a agua ali pronta a consumir,e nao foi produto de trabalho humano kkkkkkkkkk. Tudo que e produzido pelo homem e atencao esta exlicacao e para os ingenuos,tem custos, logo vai gerar receitas o seu uso, a agua nao e produzida pelo homem mas e trabalhada (canalizada, engarrafada,descontaminada,purificada) para ser posta a disposicao da maioria dos humanos nas civilizacoes actuais,isso e um trabalho humano com custos que se pagam logo produto mercantil, outros fazem esse trabalho para nos beneficiarmos na nossa vida diaria quotidiana, caso contrario temos que pegar numa vasilha e ir a fonte, ao rio, ao poco, e entao sim nao e um produto mercantil mas da natureza que nos colhemos livremente e nao temos que pagar a ninguem.kkkkkkkkkkkkk
    Como e possivel lol

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  8. "a agua e tambem um produto mercantil"

    toda frase é falácia, novamente fazendo mal uso das palavras, o sofisma de sempre.

    Trabalho não é necessariamente mercado, e sim patrimônio comum protegido da loucura do mercado, este sempre foi alvo das censuras, pois cresce inevitavelmente concomitante a perda dos valores tradicionais, destruindo estes.

    O mercado tradicionalmente é limitado as necessidades de dada comunidade, e não algo para satisfazer alheios a comunidade, A comunidade cresce com valores que bastam a ela mesma, sejam tais valores, culturais ou materiais, por isso o mercado é controlado pela política e cultura, se sair de tal controle ele cai em mãos de acumuladores e o mercado passa a fazer com que cultura sirva a ele e não o mercado sirva a cultura.

    A cultura é algo que basta a si mesma, enquanto o mercado é algo que só é sustentável e com função legítima quando é parte de uma engrenagem total, orgânica, que é a cultura. Não é o mercado que é a engrenagem total e a cultura parte da engrenagem. Essa confusão é uma expressão sofística atualizada pelo judaísmo internacional.

    Aliás o judaísmo internacional é a prova da verdade acima explanada, ele representa o mercado em si mesmo, não parte de uma engrenagem, e sempre precisou da engrenagem, cultura alheia, para parasitar, daí o histórico de mais centena de expulsões de judeus nas mais vastas culturas.

    O nomadismo não é a raiz da questão judaica, mas consequência, pois ao se portarem como mercado alheio ao povo/cultura que lhe abriga ele gera atrito e é expelido. Caso o judeu, mesmo conservando redutos próprios (como ocorre no Irã atualmente, em paz), mantivesse sua economia como parte orgânica da cultura ou povo que o acolhe, não haveria problemas, e seria no pior dos casos um componente normal do povo ou cultura que o acolhe, o que não é nada de errado, mas não ocorre isso, e ele subverte a estrutura econômica do povo ou cultura que o acolhe, então as fraturas são a consequência inevitável.

    Disso tudo vem a deformação do conceito de mercado, que transforma trabalho que tem o fim em si o serviço, com dinheiro a ele vinculado só pela manutenção, como um imposto laboral coletivo, presente em qualquer comunidade desde tempos imemoriáveis, e o judeu internacional ao sobrecarregar esses serviços com a carga do lucro, rompe com o sinergismo ou funcionalidade orgânica dos serviços em questão dentro da engrenagem total, fazendo a engrenagem servir à dinâmica de lucro inserida em tais serviços que não comportam tal dinâmica se forem permanecer funcionando tais serviços e a engrenagem toda em funcionamento natural e sustentável.

    Em suma é a inversão dos valores.

    Tal inversão é uma marca da ruptura com a sustentabilidade de séculos ou milênios de culturas ou povos que bastam a si mesmos.

    Pode-se inferir que o mercado tendo seu papel invertido transforma-se, além de elemento de exploração do povo em que se instala, em elemento de destruição paulatina do povo e cultura que ele atua. Daí o mercado em sua configuração invertida estar presente em sua forma avançada na fase final das civilizações como agora ocorre.

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