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11 de novembro de 2016

TRUMP - A DIREITA NO COMANDO!


E AGORA JOSÉ? Um silêncio tonitruante percorre as colunas dos comentaristas políticos do mundo ocidental. Justo aquele, que eles depreciaram presunçosamente como representante da extrema direita, veio ser eleito comandante da mais poderosa nação do globo terrestre. Parece que o eleitor americano acordou. Sentiu que o plano tétrico da gangue dos 68tenteiros estava nos levando a um gigantesco atentado à integridade da espécie humana. Muitos governos, que competiam em servilismo e puxa-saquismo em relação ao sistema dominante, mostram-se chocados. Ouve-se a estupefata pergunta: E agora?

Está se prevendo que venha a haver fundamentais mudanças nas relações geopolíticas, só comparáveis às de 1945. O fim da guerra fria, ocorrido com a dissolução da União Soviética, apenas substituiu um comunismo brutal por outro liberal. Esta eleição americana agora pode ter dinamizado a contrarrevolução conservadora, que estava dando tímidos sinais na Europa. A simples criação do partido AfD da Frauke Petry na Alemanha, ou o Front Nationale da Marie le Pen na França poderiam ser um começo, mas prenunciavam um longo e árduo caminho, sem inspirar grandes esperanças

Trump foi claro, fazendo restrições à OTAN, instando os países europeus e investir mais em segurança própria. Também criticou severamente a política povicida adotada pela Merkel. Ele deixou claro que o objetivo não é destruir. Nada se ganha, nada se acrescenta com a implementação do plano COUDENHOUVE-KALERGI. Trump quer reverter a globalização, o esquema de domínio mundial. Considera um absurdo manter quase mil bases militares mundo afora.

Há de se dizer que o homem é por demais pretensioso, que mexe com um enxame de perigosas abelhas, que vai acabar igual a JOHN F. KENNEDY. Evidentemente deve ter pensado nisto. Também é de se considerar que não só conquistou a presidência, mas também levou o seu partido republicano ao domínio no Senado e no Legislativo estado-unidense. Ainda tem a chance de ter maioria no tribunal supremo.

Last but not least é de se esperar que existam nos quadros judaicos grupos influentes que não comungam com a posição da tríade Wallstreet – Hollywood – Silicon Valley. Trump deve contar com algum apoio também desta área. Sua filha adorada Ivanka é casada com judeu dono de um império midiático.

Finalizando respondo a pergunta inicial, dizendo que faço ingentes votos de que Trump possa corresponder às esperanças que milhões de seres humanos, não só lá na sua terra, mas no mundo todo, depositam na sua gestão. Que consiga fazer a sua parte para salvar a nossa terra da ameaça que paira sobre ela.

Toedter

22 de agosto de 2016

AQUECIMENTO!


Não, não vou falar do propalado “aquecimento global”, no qual não acredito mesmo. É a situação política na Europa que está entrando num estado de febre ameaçadora. A França já faz tempo que vive um estado policial com a suspensão temporária dos direitos individuais. Não tem mais nada de democracia. Ontem, domingo, a alemã “Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung” anuncia, segundo a agência AFP, que no pronunciamento esperado para a próxima quarta-feira
o governo da RFA conclamará a população a se abastecer e manter um estoque individual de mantimentos para um período de dez dias.
Segundo a nota o povo deve se preparar para enfrentar uma possível situação crítica durante um período que um governo necessitaria, numa possível crise, para as medidas urgentes que possam estabilizar o abastecimento. As pessoas devem manter uma reserva de alimentos, água (2 litros/dia), energia e dinheiro em espécie. Não ficou claro se tais preparativos indicariam a possibilidade de haver uma situação bélica. É verdade que o governo a pouco tempo fez alterações em sua estratégia militar, sendo a Rússia agora considerada nação inimiga. A OTAN avalia como possível um ataque russo ao seu território. Só que isto já deve estar merecendo revisão diante da aliança que está se formando entre Putin e Erdogan, uma vez que a Turquia é membro da OTAN.

Paralelamente o GATESTONE INSTITUTE de Nova Iorque publica em seu portal uma longa lista de atos criminosos de estupro e assédio sexual que vêm sendo praticados por refugiados em território alemão. Já foi amplamente comentado aqui, que isto era esperado e, com toda certeza, faz parte do plano de desestabilização da Europa.

E, igualmente dentro do programado, o governo alemão está anunciando amplas medidas que deverão ser encetadas para reforçar a segurança interna, tais como aumento dos efetivos das forças policiais, controle das comunicações e treinamento das forças armadas para intervenções internas. Há quem receie que estas intervenções internas possam ser dirigidas contra o próprio povo nativo, caso este comece a revolta contra a presença estrangeira e seu desrespeito às leis e costumes do país. De junho para julho aumentou em 49% a concessão de licença a alemães para porte de armas não fatais (gás de pimenta e pistolas com munição de festim).

As iniciativas anunciadas, ou a serem anunciadas pelo governo alemão, podem se resumir a manobras eleitorais. É que este ano estão sendo realizadas as eleições para as assembleias legislativas estaduais. As que já aconteceram demonstraram o crescimento de um partido político novo que tem a sigla AfD, cuja tradução quer dizer ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA. Cresceu apesar da forte campanha difamatória que sofre da mídia teleguiada. É considerado de extrema direita, o que por si só já inclui os termos nazista e racista. Na realidade o partido é o único que se posiciona contra a política suicida da Angela Merkel, que não quer impor limites à invasão do país por refugiados. Veja mais sobre a AfD neste blog em maio 2016 sob A ALEMANHA REAGE. Ao que parece povo está começando a abrir os olhos e a se livrar da doutrinação que Merkel, seu gabinete e as ONGues comandadas por George Soros estão inflingindo ao país.

Daí o anúncio de “aumentar a segurança” pode ter um duplo sentido. É aguardar para ver. Acho que até o final do ano ainda muita coisa está por acontecer e isto não só na Europa.

Toedter 

3 de maio de 2016

ALEMANHA REAGE?

Aconteceu no último fim de semana a convenção nacional de um novo partido alemão, que pode estar sinalizando alguma forma de renovação na paisagem merkelizada da política alemã e, talvez, europeia. Trata-se do AfD – Alternative für Deutschland (Alternativa para a Alemanha). Já existe há cerca de três anos, período em que sofreu toda sorte de antagonismos, vendo seus partidários agredidos, tachados de nazistas, extrema-direita e coisa que o valha. Suportou mudanças em sua direção, hoje nas mãos de uma jovem mulher, Dra. Frauke Petry.
 O partido venceu as adversidades e agora tem representação importante em oito parlamentos estaduais da RFA. Prepara-se e é bem cotado para as eleições nacionais no próximo ano. Seu nome já diz, pretende ser uma ALTERNATIVA ao marasmo em que se encontra o Estado alemão no qual conservadores se confundem com a extrema mais esquerdista, anarquista e niilista até, conforme aqui já foi exposto. Agora reuniu mais de dois mil delegados com o propósito de estabelecer um programa partidário básico que defina seu posicionamento diante dos desafios da atualidade. Tiveram que enfrentar sérias dificuldades e bloqueios por parte de manifestantes da AntiFa, que deram muito trabalho à polícia. Mas vejamos as principais decisões que foram tomadas e que nem parecem ser daqueles cidadãos e eleitores que em sua maioria davam apoio àquela governança esdrúxula.

* O AfD vai exigir que seja realizado um plebiscito sobre a permanência da Alemanha na União Europeia (igual ao que será realizado agora em junho no Inglaterra).

* Atribuições que foram delegadas à UE devem voltar à alçada dos países-membros. Isto incorporaria também a política exterior.

* A Alemanha só deverá participar de ações da OTAN quando houver mandato próprio da ONU.

* Far-se-ão propostas de alterações no sistema tributário, bem como na política econômica do estado.

* Revogação da Lei sobre energias renováveis (que acabou com a energia nuclear no país) e o propalado Aquecimento Global é posto em dúvida. A velocidade máxima nas Autobahnen voltaria a ser ilimitado, nas estradas passaria a 100 e nos perímetros urbanos a 50 km/h.

* O manifesto renega o bordão criado pela Merkel de que “o Islã pertence à Alemanha”. Aos muçulmanos devem ser impostos limites no exercício de sua fé. Os minaretes, como símbolo de domínio islâmico, são rejeitados, bem como o uso da burca, do cobrimento total, em público.

* Direito de asilo deve ser dado só aos comprovadamente perseguidos políticos e a refugiados provenientes de áreas em guerra.

Assim o ALTERNATIVA PARA A ALEMANHA se mostra decidido, nacionalista e diz que veio para ficar, não só isso, declarou seu propósito de chegar à GOVERNANÇA! Acredito que vá ser difícil. O estrago, a destruição que a bruxa e seus asseclas já realizaram no país me parece irreversível, MAS A ESPERANÇA…

ALTERNATIVA PARA O BRASIL?

Seria bem-vinda, com certeza. Estamos aqui diante de uma mudança nas hostes governamentais, mas quem, honestamente, acredita em melhores dias? O nosso funesto endividamento público torna ridículas as promessas de “voltar a crescer” com as quais homens e mulheres encastelados no poder insistem em nos enrolar.

Também não adianta acreditar em cor. Como já falei acima, os partidos políticos perderam a cor. Não tem mais preto, verde, vermelho, virou tudo cinza. Dos trinta e tantos partidos registrados que temos qual o que caberia efetivamente na tradicional divisão de DIREITA – CENTRO – ESQUERDA? Se perguntado o PSDB diria que é de esquerda, ou na melhor das hipóteses de centro-esquerda, mas o seu representante mais emblemático, conhecido como FHC, consta numa lista dos membros do globalizante COMITÊ DOS 300, ao lado dos Rothschilds, figuras coroadas, banqueiros etc. Quem logo vai pretender ocupar novamente um lugar ao sol é a esquerda/verde Marina, cujos partidos são “sustentabilizados” pelo Banco ITAÚ. E o partido que aparentemente representa a classe operária não se preocupou em combater o escândalo da “petropropina”, cujos personagens embolsavam valores equivalentes a milhares de salários de um trabalhador de verdade.

Bem que aqui também mereceríamos a esperança de uma ALTERNATIVA.

Toedter