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12 de janeiro de 2021
CORONA e Papai Noel
Julgava mais fácil acreditar em Papai Noel do que neste Super-Vírus. Não quero
comparar, mas o que não se compreende é como é que o tal de vírus, algo que não
se pode ver, nem tocar, veio a se fixar com tal persistência na mente da grande
maioria das pessoas como sendo um agente que veio para matar todo mundo.
Se andassem de olhos e ouvidos abertos, saberiam que VÍRUS sempre existiram e
circulam a nossa volta. Também costumam formar ondas, aproveitando condições
sazonais. É o caso do vírus da gripe e do resfriado. Existem até os bons vírus
que combatem os maus. Então nada são de novo como ideia, como ameaça de doença
e até de morte, mas das mentes onde se instalou o Coronavírus, este parece ser
inarredável.
Tem pessoas que vão dormir de máscara, outras praticam esporte semtirar essa
“focinheira”. Tente avisá-las de que estão prejudicando a sua própriasaúde,
que estão respirando 20% menos oxigênio e reaspirando grande parte do CO
que o pulmão havia expelido. Debalde, ficam furiosos. É o resultado dessa união
mundial, não só de governos, mas, principalmente, dos veículos de comunicação,
da mídia internacional. O que fizeram pairar sobre o mundo, vem a ser uma arma,
arma da guerra que declararam à humanidade. Aliás lá no princípio do ano passado
o gen. Colin Powell chamou o que estava acontecendo de"Operação militar".
Poiseu conto para vocês, que estou chegando à conclusão - e não sou só eu não -
de que tudo o que está desabando sobre nós hoje teve seu início em 1774 em
Ingolstadt, Baviera, implementado por um homem chamado Adam Weishaupt. Foi ele
que então fundou a Ordem dos Illuminati. Seu programa não deve ter sido muito
conservador, pois dez anos depois de criada a Ordem foi proibida e o lider
Weishaupt expulso, vindo a se fixar em França, onde cultivou contatos com os
Rothschild e na própria Revolução Francesa deixou suas impressões digitais. Os
Illuminati adquiriram importância mundial é nos Estados Unidos e hoje sua
influência nos desígnios do mundo é irrefutável. O domínio mundial deve ter sido
desde o início o seu objetivo e o principal motivo da sua proibição inicial. A
queda de impérios, guerras mundiais e as mais recentes guerras localizadas na
África e Oriente Médio pavimentaram o seu caminho ao topo.
A grande ameaça corônica não é o vírus. É normal, faz parte da vida. Sempre
houve os que adoeceram, sempre houve os que pereceram, tudo em número equilibrado
aos de hoje. Nada que justificasse todo este teatro que foi encenado e é mantido.
Nunca se pensou em fabricar às pressas, prazos até hoje considerados impossíveis,
com gastos mirabolantes, vacinas contra a gripe do ano, em número suficiente
para vacinar todo mundo. Portanto o objetivo desta farsa é outro. Não pode ser
bom, senão seria revelado. Nos resta aguardar.
21 de julho de 2017
METAMORFOSE VERMELHA
Muitas
vezes não é fácil perceber a interligação que pode existir entre
determinados fatos históricos. Lembro do espaço ocupado pela União
Soviética, não só em extensão territorial, mas principalmente
como agente geopolítico. Como tal existiu de 1917 até 1991. Foi uma
das duas hiperpotências, responsáveis pela criação do novo
conceito da “guerra fria” e que manteve o mundo em suspense.
Surpreendente, entretanto, foi o seu fim. Nenhum tiro foi disparado e
houve parca repercussão midiática. Dizia-se que não aguentaram o
repuxo econômico. Pouco provável.
A
União das Repúblicas Socialistas era considerado o berço do
comunismo, donde a doutrina seria levada ao mundo. Era a
central geradora das ações necessárias, tais como implantação
das cabeças de ponte mundo afora. Basta lembrar Luiz Carlos Prestes
no Brasil. A expansão direta aconteceria em direção à Europa,
palco de grandes batalhas. Ali encontrou a resistência do
nacionalsocialismo, resistência essa que
culminou na Segunda Guerra Mundial.
Inegável
é que o Comunismo pretendia e pretende estabelecer um governo
mundial. Mudou-se a estratégia, daí a conveniência de desativar a
União Soviética, que simplesmente se decompôs nos diversos estados
que a haviam constituído.
E
aqui precisamos reconhecer que COMUNISMO é apenas um nome, uma
denominação, de um estado social único que se objetiva
estabelecer neste nosso planeta. O pai da ideia não foi Karl
Marx (1818 – 1883), nem Vladimir Lenin (1870 –
1924). Antes já, na Revolução Francesa (1789 -1799),
vicejavam as falsas promessas de Igualdade, Liberdade, Fraternidade.
E mais, a Ordem dos Illuminati, que sobrevive de várias
formas até hoje, foi proibida em 1784 na Baviera, onde nascera,
acabando de se transferir para os Estados Unidos. Os Illuminati
igualmente pretendem chegar a exercer uma hegemonia mundial.
Falei
em mudança de estratégia. Sim, não era mais necessário existir um
centro que irradiasse a doutrina para o mundo. Uma das mais
importantes armas, para conseguirem seu intento, já fora
conquistada, o controle da imprensa, hoje controle da mídia. A
guerra psicológica foi aprimorada à sua maior eficiência. As
sociedades foram devidamente debilitadas através das drogas, da
corrupção moral, da devassidão sexual. A família está perdendo
sua função de núcleo central. O respeito pela religião foi
destruído. Os governos e a função pública são desacreditados por
escândalos. Impostos elevados e o desemprego empobrecem as
populações. Forças de segurança incapazes de manter a ordem. É o
caminho que há tempos vem sendo prescrito para que se consiga
submeter as populações a um comando-geral.
Isto
explica por que a GLOBALIZAÇÃO vem tendo tanto apoio. Ela e
COMUNISMO são da mesma estirpe, até na semântica:
global
adj m+f universal,geral, integral.
comum
adj m+f geral, universal, coletivo
Muitos
perguntarão, mas como um governo mundial vai manter a autoridade
sobre tanta gente? Talvez com a experiência adquirida na União
Soviética, onde uma vida não valia muita coisa. Quem viver, verá.
12 de julho de 2016
GUERRA CIVIL
Acredito
que não há quem não tenha ouvido falar de MUHAMMAD ALI, antes
chamado CASSIUS CLAY. Ele faleceu recentemente, oportunidade em que
mereceu muitas homenagens, tanto de autoridades, quanto do público e
da imprensa do mundo inteiro. No auge da sua fama foi entrevistado
pela BBC. Recebi um vídeo com um trecho desta entrevista e achei que
o momento pede, ou até impõe, que seja divulgada. São pouco mais de quatro minutos, vale a
pena:
Vêm
eles exercendo uma atividade cada vez mais intensa no sentido de
deformar a nossa sociedade. Durante séculos nossa civilização era
marcada por um progressivo desenvolvimento, aprimoravam-se as
virtudes de uma cultura toda ela voltada para a busca do bem, do
belo, do crescer, do melhorar, do bem-estar social. Cada vez mais
camadas da população eram atingidas pela educação. O conhecimento
chegou a raias antes inimagináveis. Porém logo depois da Segunda
Guerra Mundial eles começaram a desembainhar seu arsenal de armas
psicológicas com o intuito de reverter a tendência. São armas que
promovem a tensão social e buscam aviltar os valores espirituais e
morais. O comportamento desnaturado, perverso, é encorajado. A
relação entre o masculino e feminino é tumultuada, a
homossexualidade, o transgênero, a androginia, a promiscuidade são
promovidos. A exploração do feminismo contribuiu para aumentar a
oferta de mão de obra e baixar salários.
A
arte engatou a marcha a ré. Música, canções, pinturas têm que
ser agressivas. Em lugar do belo entrou a aprovação do repulsivo.
Os monstros são parte obrigatória entre os brinquedos de crianças.
Os espetáculos de UFC, até os praticados entre mulheres, atraem
milhares de espectadores. As instituições são desacreditadas, o
crime e a droga favorecidos. É a degradação geral.
E
a maquinação que vem se tornando cada vez mais ostensiva é o
fomento da dissensão, não só entre gêneros, entre pais e filhos,
entre alunos e professores, mas geral, entre raças e povos. Arma
poderosa é o incentivo à tensão racial, do qual o melhor exemplo
estamos vendo hoje nos Estados Unidos, onde não falta muito para
que aconteça a eclosão de guerra civil entre brancos e negros. É
deveras surpreendente que ainda haja branco que queira ser policial.
Mesmo aqui, nas nossas paragens, policial que não atira primeiro é
policial morto.
Tudo
vem sendo encaminhado em sentido contrário ao produtivo. É o caso
flagrante da Europa que vem sendo invadida por povos de costumes,
cultura e religião que nada têm de integrável com os vigentes nos
povos destinados hospedá-los. Isto justamente acontece ao Velho
Continente, o menor e mais densamente povoado de todos. É claro que
os conflitos estão programados.
Pois
é, diante de tudo isso não é de perguntar, como é que ELES, os
agentes do MAL, conseguem impor tal situação a nós outros, bilhões
que somos? Penso que se todos nós tivéssemos consciência do que
está acontecendo, as armas psicológicas, que eles estão
empregando, não passariam de fogos de artifício. E, como disse
Muhammad Ali, cada um viveria feliz e satisfeito.
Toedter
26 de maio de 2016
LIBERDADE - IGUALDADE - FRATERNIDADE
Quem
hoje dedica alguma atenção ao que acontece ao nosso redor e também
não deixa de observar
as
ocorrências
mundo afora, certamente
percebeu
que existe um processo em curso, cujo
objetivo é submeter a
humanidade
a um domínio central,
criar o UNIMUNDO.
Com frequência crescente, políticos do mundo inteiro
deixam
escapar alguma declaração mais ou menos reveladora, principalmente
o presidente falastrão dos Estados Unidos. Ainda
recentemente
eu
o ouvi declarando na TV: “Sabemos que somos a maior potência do
mundo, mas ainda (not
yet)
controlamos tudo.” Porém
não é ele a mola mestra do movimento. Faz parte, talvez
como “cobra mandada”. Então
QUEM ESTÁ POR TRÁS disto? Quem manda derrubar governos? Quem manda
desestabilizar estados? Quem manda exterminar povos? Quem ordena a
destruição de nações?
Não
me parece realista desconfiar de quem mais está se expondo e
guerreando, ou seja, dos ESTADOS
UNIDOS.
Podem ser a maior potência bélica, o que não beneficia o seu
próprio povo. Ter
seus filhos, na melhor idade, servindo em centenas de bases militares
espalhadas ao redor do globo, certamente não contribui para a
felicidade coletiva. O
próprio cidadão americano já deixou de ser o mais bem
situado do
mundo e
grande
parte não concorda com os rumos da política. Há
sinais de que o governo se prepara para enfrentar agitações. Num
Governo Mundial não deverá haver necessariamente um povo
privilegiado.
ISRAEL
também costuma entrar no rol dos suspeitos. Atualmente estão um
pouco retraídos, mas não é segredo que existe um projeto de formar
um grande Estado ali no Oriente Médio, o Eretz
Israel.
E
pensar
que cem anos atrás Israel nem existia. Neste
período, historicamente curto, como num passe de mágica (teria sido
o holocausto?), adquiriram uma proeminência mundial. Acho
que aqui no Brasil antes da guerra só se falava em judeu no sábado
de aleluia. Hoje um cidadão nascido em Haifa é Presidente do Banco
Central brasileiro. Seus
representantes ocupam posições de destaque nas cúpulas políticas
de quase todos os países ocidentais. Não
sei dizer até que ponto já voltaram a ter na Rússia a importância
que outrora
tiveram durante o regime soviético. Interessante
é que no longínquo leste da Rússia existe
uma pequena região
autônoma
(oblast Birobidschan) dada por Stálin aos judeus e, ouvi dizer, é
onde
muitos, dos mais abastados, costumam
passar
suas férias. Mas creio que também em
relação a Israel é
válido o que eu disse no parágrafo anterior sobre “povo
privilegiado”.
Recentemente
li um artigo cujo autor identifica três núcleos de criação e
organização do Governo Mundial, a saber: WALL
STREET,
CITY
OF LONDON,
portanto o centro bancário mundial, e mais o VATICANO.
Os
primeiros, como manejadores do dinheiro, reúnem credenciais sobejas
para figurar como promotores do movimento. É o
dinheiro
a principal ferramenta, para não dizer arma, a
ser usada com o fim de
instalar uma
possível
revolução global.
Já o Vaticano, mesmo agora sob as ordens de um jesuíta, seria,
na minha opinião, muito mais
um possível aliado do grupo citado no parágrafo anterior.
Até
aqui os citados possuem poder ostensivo, forças
armadas.
Existem, porém, sociedades ou organizações, às quais também são
atribuídas ambições semelhantes sem
que contem com soldados e canhões. Inicialmente
nos aparecem
os ILLUMINATI.
Mas
como é que eles podem entrar nesta história? Quem são eles? Onde é
a sede? Eles
se mantém ocultos ou teriam se fundido com outro grupo? Ainda
presentes ou só
fazem parte da história? A
Nova Ordem Mundial tem História. Reestruturar
ou
revolucionar
a vida dos
habitantes deste globo, não é tarefa para poucos anos. Portanto
pode
ser um alvo que vem sendo perseguido há séculos. Aí nos
aparece a
ORDEM
DOS ILUMINADOS.
Ela
foi fundada em 1776 na cidade de Ingolstadt, Alemanha, por Adam
Weishaupt. Entre os pontos ideológicos de Weishaupt se destacam:
Marcha
através das instituições (infiltração e domínio de
posições-chave)
e sistema de república de cidadãos do mundo.
Soam
aqui os primeiros sinais da
presença de objetivos globais. Aliás, uma República Mundial com
capital em Jerusalém já teria
sido
o sonho de
uma
tal
Ordem
de Sion (Prieuré de Sion), e
possivelmente inspirou
Weishaupt
a criar em
Munique
os Illuminati. Em
1778
eles
foram
proibidos pelo governo da Baviera.
Começaram
a se infiltrar nas LOJAS MAÇÔNICAS.
Foram
apoiados
pelo Duque Ernst von
Sachsen-Gotha (ancestral
da Rainha Elisabeth II da Inglaterra). Este provavelmente também
herdou os registros desaparecidos
até hoje. Vamos lembrar que a casa real britânica é intimamente
ligada à CITY OF LONDON, domínio
dos Rothschilds,
e que
a rainha preside o Comitê dos 300.
Em 1792 a sede da ordem passa a ser Frankfurt, berço
dos Rothschilds.
Mesmo
assim ILLUMINATI nunca deixou de ser uma ideia, filosofia, doutrina.
Tudo
indica que tenha se materializado
na
MAÇONARIA,
que
em 1787 já contava com 16 lojas nos Estados Unidos. Esta
organização
participou da criação do brasão
do país que
acabara de ser fundado.
É
um
brazão cujas
duas faces inusitadamente se mostram
repletas
de simbolismos, todos ligados ao mágico número 13: Treze degraus na
pirâmide inconclusa, treze letras ANUIT COEPTIS. Treze estrelas na
aura, que no conjunto formam a estrela de David; treze folhas no ramo
de oliveira e treze bagos de olivas; treze flechas e treze listas no
escudo. E
mais os dizeres: NOVUS ORDO SECLORUM, ou seja, NOVA
ORDEM DOS TEMPOS.
Tudo
isto ilustrava
até
há pouco
a nota de um dólar. Estaria se
pensando
em NOVA ORDEM MUNDIAL? Possivelmente
sim, pois os comandantes do novo país, Jefferson, Adams e Franklin,
logo em seguida foram a Paris onde a partir de 1789 se desenvolveu a
REVOLUÇÃO FRANCESA, um regime de terror que culminou com a queda da
Monarquia. Haveria alguma ligação entre os dois processos?
Voltemos
ao título desta matéria: Liberdade – Igualdade – Fraternidade.
Fora
ele o slogan que criou a REVOLUÇÃO FRANCESA (1789),
a meu ver a primeira operação pública
de
conquista do domínio mundial. Para atingir o propósito era preciso
acabar com governos monocráticos, tipo monarquias. Para
incitar o povo, este
bordão, apesar das promessas falsas com que ilude os crédulos,
mostrou-se
extremamente eficiente, tanto que foi incorporado pela INTERNACIONAL
SOCIALISTA, criada
no
seu primeiro congresso realizado em Paris no centenário da Revolução
Francesa em 1889. Uma das decisões do Congresso foi a de acabar com
os três
governos
monocráticos da Europa (Impérios
Austro-húngaro, Alemanha e Rússia). Alcançaram o objetivo trinta
anos depois com o final da Primeira Grande Guerra. O movimento pariu
o COMUNISMO.
Mais
uma entidade à qual pode ser atribuído o intento de criar um
Governo Mundial. É leviano pensar que tenha sido desarticulada com a
queda do regime
Soviético. Acredito
que esteja se fortalecendo com o número crescente dos insatisfeitos
com a vida.
Não
é pequeno o número dos possíveis articuladores do UNIMUNDO, do
Governo Mundial, de um governo que, para poder
subsistir
não admitirá
nações independentes, nem cidadãos com ideias próprias. Mas
talvez esta mesma multiplicidade, mesmo que alguns possam ser
aliados, seja a NOSSA
ESPERANÇA.
“Muitos
cozinheiros estragam a sopa.”
QUE ASSIM SEJA!
Toedter
28 de dezembro de 2015
SOBERANIA
Um
leitor me mandou duas fotos, dizendo que valem mais do que mil
palavras. De fato são representativas de toda uma época. Mostram o
Portão de Brandenburgo em Berlim em duas ocasiões diferentes. A
primeira demonstra a alegria de uma nação que acaba de reconvalescer de
grave período de crises políticas e econômicas. A segunda mostra a
suprema humilhação imposta a um povo depois de submetido e dominado
há 70 anos.
Seus autores ganharam
a maior e mais cruenta guerra da história sem dar um tiro e sem
mesmo existir.
Foram
mobilizadas 53 nações, incluindo o Brasil, para combater e derrotar
um pequeno, porém orgulhoso, país. Este, perdendo a guerra, perdeu
tudo, identidade, territórios, hombridade, amor-próprio e sua gente é, em sua maioria, prestativo serviçal deste quinquagésimo quarto estado,
que, como tal, só passou a existir depois que terminou aquele
conflito mundial.
Os
53 adversários declarados da Alemanha nada ganharam com a vitória
alcançada. Nem mesmo a “limpa” que fizeram no instituto e marcas
e patentes alemão, nem a desmontagem de máquinas industriais, nem
os cérebros da ciência e da tecnologia, que EUA e URSS levaram para
as suas terras, acabaram significando alguma vantagem para estas
nações, pois a “Guerra Fria” que veio em seguida anulou
eventuais primazias.
Mas
o quinquagésimo quarto se projetou mundialmente. Conseguiu se
caracterizar como maior vítima daquela horrorosa conflagração e
que merecia a dó e apoio do universo, além de indenizações
trilhonárias. Asim consagrado, não houve porta que se lhe fechasse,
ou na qual não conseguisse colocar o pé. Seguindo a diretiva de
Adam Weishaupt, aquele que ao final do século 18 fundou a
organização dos ILLUMINATI, conseguiu colocar seus representantes
em postos executivos e legislativos da maioria dos países
ocidentais.
Isto
faz com que por vezes a independência e soberania de uma nação
pareça colocada em dúvida. No caso acima ilustrado da RFA nem
dúvida persiste. A sua chanceler Merkel já declarou em alto e bom
som que o destino da Alemanha está indelevelmente ligado ao de
Israel. Mas há outras ocorrências, como essa agora de ter Israel
nomeado Dani Dayan para assumir sua embaixada no Brasil e Brasília
não dar sinais de querer aceitá-lo. O governo brasileiro tomou
conhecimento da nomeação por vias informais e sem que lhe tivesse
sido solicitado o agrément, sua concordância, como é uso e
costume diplomático. Acontece que o nosso país tem motivos para
negar esta concordância, uma vez que tem se manifestado contra a
política de assentamentos israelenses em territórios palestinos e
esse Dani Dayan já presidiu o Conselho Yesha, que representa 500 mil
colonos israelenses assentados na Cisjordânia e em Jerusalém
Oriental.
As
“patrulhas avançadas” de Tel Aviv aqui já se movimentam. A
Folha de S.Paulo, dia 22 p.p., abriu matéria com a título MILITARES
BRASILEIROS CRITICAM VETO A EMBAIXADOR DE ISRAEL. No corpo de texto é
citado “um integrante do alto escalão das Forças Armadas” que
acha que a atitude denota uma falta de visão geopolítica e de
objetividade de ações e que, para as Forças Armadas, surgiu uma
situação muito sensível, já que a parceria com empresas
israelenses de alta tecnologia é muito grande.
Mais
adiante o jornal ainda diz que alguns congressistas brasileiros
tentam reverter o problema diplomático em relação a um país
considerado aliado (?) e pensam agir em defesa da nomeação de Dani
Dayan.
Aqui
é de ser lembrado que este dissenso ocorre com um Estado criado há menos de 70 anos. Está até hoje com problemas internos, mas não é
isto o que faz pensar. A verdade é que o grosso, a grande maioria
dos seus cidadãos vivia e continua vivendo fora de suas fronteiras. Vivem em
outros países onde exercem normalmente também a cidadania,
adquirida talvez já há várias gerações. Ali podem ocupar também
cargos de liderança, chegam a governar estados, são ministros,
legisladores, juízes. E não são poucos. Em caso de conflito de
interesses, como se comportam?
Toedter
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