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29 de setembro de 2020

TESTES

Nove meses já estamos submetidos a este modo de vida totalmente anormal e que nos vem sendo imposto de cima para baixo, por aqueles que nós elegemos para cuidar e promover nossos melhores interesses. E o que fizeram? Justo o contrário. Desajustaram tudo, economia, educação, trabalho e sociedade, servindo-se de uma “plandemia” artificial, projetada por mentes, elas próprias doentes.

E quem pensa que o aviltamento vergonhoso que impuseram ao povo tenha chegado ao fim talvez esteja enganado. A máscara, símbolo da prepotência, continua. Seu uso constante ameaça a vida, principalmente de crianças, dificultando a troca do gás carbônico pelo oxigênio. Distanciamento social continua sendo exigido, assim como as demais restrições. Tudo sem que se reconheça qualquer justificativa plausível. A que alegam é falsa mesmo, são os TESTES DO COVID-19

Com os assim chamados testes do Covid-19 chegamos ao cúmulo desta ação desumana, verdadeira aberração que desencadearam sobre nós, habitantes do planeta terra. Tudo baseado em ficção, inclusive o resultado dos testes. Estes, que agora estão sendo aplicados em massa, os testes PCR, acusam “positivo” em grande número, sem que haja uma infecção, porque detectam nucleotídeos, partículas geradas pelo metabolismo ou do que talvez algum dia tenha sido um vírus da família dos Corona, tudo incapaz de se reproduzir ou infectar. Identificar um resultado positivo como sendo infecção ou doença Covid-19 é falso sob o ponto de vista científico e intencionalmente enganoso. Até o New York Times em artigo que apareceu no dia 29 de agosto diz no seu título: “Seu Teste do Coronavirus é positivo. Talvez não devesse ser.”Além de só responder sim ou não, sem informar o nível de carga de vírus, portanto a avaliação do risco de infecção, que deve ser o critério decisivo dos testes corona.

Se só isto já é prova de que estamos diante de uma burla, fraude em escala global, sugere também que a população vem sendo vítima de uma Máfia mundial. A quem disto ainda não se convenceu eu recomendo que acesse o endereço abaixo. Vai encontrar uma planilha de um órgão do Banco Mundial, das quais existem várias abrangendo os anos de 2017, 2018 e 2019, e que atestam o intenso comércio internacional de COVID-19 TEST KITS que já então fora praticado, equanto nós, as vítimas, só ouvimos este nome feio no início deste ano 2020.https://wits.worldbank.org/trade/comtrade/en/country/ALL/year/2017/tradeflow/Exports/partner/WLD/nomen/h5/product/300215

Este jogo de teste Covid-19 é a principal arma que a máfia tem para prorrogar indefinidamente a sua “plandemia”. É um teste que só dá “positivo” ou “negativo”, sem dizer se existe infecção ou se esta é reproduzível. O que querem mesmo é manter o povo num estado de espírito que o faça aceitar a vacinação em massa que vem sendo anunciada. Esta vai mostrar a que vieram. Isto se até lá não se der um BASTA!


12 de abril de 2019

A VERDADE LIBERTA, SENHOR PRESIDENTE

O seu governo acaba de completar os primeiros 100 dias e o Jornal Nacional da Rede Globo abriu espaço, para que se fizesse um balanço do que foi realizado. Muito justo que sejam dadas satisfações ao povo que o elegeu.
Entretanto fiquei surpreendido, quando vi e ouvi o senhor pronunciar as palavras:
“Podemos perdoar o holocausto, esquecer nunca!”

Sem atinar o que o dito teria a ver com as realizações do governo, tomo a liberdade de perguntar o que o faz acreditar que o aludido evento efetivamente tenha acontecido. Sim, sei que faz parte da história contemporânea, escrita por quem se assenhorou do domínio dos meios de comunicação. Já dizia também Napoleão Bonaparte que “A Historia é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo.” E George Orwell completou: “A História é escrita pelos vencedores.”

Imagino que o senhor, como os recursos de que dispõe, seja bem informado sobre o que acontece aqui e no mundo. Certamente não se impressionou com as adulações de que foi alvo durante a sua recente visita ao estado de Israel.

Louvando-me em que dissera Napoleão e outros pensadores, tomo a liberdade de afirmar que o senhor não tem o que perdoar. Não houve holocausto, nem nos anos 20 do século passado, como então afirmaram várias edições do “New York Times”, nem durante a Segunda Guerra Mundial. Não houve tal matança, tal genocídio. Não pode ter havido.
Sinto-me em condições de fazer tal afirmação, porque eu estava lá, senhor Presidente. Tenho hoje noventa anos, era portanto jovem, mas consciente do que acontecia ao meu redor. Convivi com aquele povo, hoje acusado de então ter assassinado seis milhões de seres humanos. É um povo culturalmente evoluído. Não é dado à violência. Grande parte da população brasileira é constituída por descendentes daquela etnia, mas seus nomes são raros, para não dizer inexistentes, nas nossas crônicas policiais. Não é, como dizem, um povo beligerante, como provou famoso estudo do Prof. Quincy Wright, segundo o qual nas 278 guerras entre 1480 e 1940, envolvendo países europeus, a Alemanha  (incluindo Prússia) marcou presença com 8%, ficando em penúltimo lugar a frente da Dinamarca.
Tenho me preocupado com o assunto durante os últimos vinte anos e venho colocando minhas conclusões em público. A criação do conceito de um holocausto obedeceu a objetivos, que o passar do tempo e a realidade da geopolítica dia a dia mostram com maior nitidez. 

Estou com o senhor e com o que veio dizendo durante sua campanha eleitoral:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!” (João 8:23)