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7 de outubro de 2021

BABIJ YAR

Nestes dias nossos veículos de informação estão abrindo espaço para uma nova investida de desconstrução da imagem da etnia germânica, como se o que já foi feito tem que ser renovado periodicamente, para que, em hipótese alguma, possa ser esquecido e perder seus efeitos. Noticia-se NOVA IDA DO PAPA a BABIJ YAR na Ucrânia para rezar junto ao número desconhecido de judeus que ali teriam sido assassinados pelas tropas alemãs durante a Segunda Guerra.

Me fez lembrar que em 2001 houve promoção igual, que comentei em meu blog em 2007 e depois fez parte do meu livro O QUE É VERDADE, pg.71.

O PAPA A SERVIÇO DA DIFAMAÇÃO 17/08/2007

Revirando os meus “guardados” ― os recortes de jornais que fui juntando nestes últimos anos ― encontrei um de 22/6/2001 informando que o papa João Paulo II fará uma visita a Kiev, capital da Ucrânia. Diz mais: “Na segunda-feira (...) o papa rezará no monumento consagrado aos judeus que foram vítimas do nazismo, em Babij Yar, no lugar onde 120 mil foram massacrados e enterrados”.

Aí estamos diante de mais uma dessas estórias escabrosas que até os dias atuais são divulgadas pelo mundo afora, sem que haja um menor esforço de verificação de sua autenticidade. Para começar vamos encontrar enormes discrepâncias quanto aos números informados. A saber:

-Em novembro de 1943, duas semanas após a retirada das forças alemãs, os soviéticos chamaram jornalistas ocidentais a Kiev. Aos repórteres foi dito que seis semanas antes os alemães ali teriam dinamitado e queimado 70 mil cadáveres ao ar livre, cujos restos depois foram juntados e enterrados por buldôzers no desfiladeiro de Babij Yar. O repórter do New York Times, que lá esteve, publica no dia 29 daquele mês o seguinte subtítulo na matéria correspondente: “Remaining (physical) Evidence (of the massacre) Is Scanty”. Através dos anos e das publicações as informações variam entre 300 e 3 mil vítimas. Por exemplo: Vitaly Korotych, editor soviético-ucraniano, declarou diante do Institute of International Affairs canadense, em abril de1990, um número de 300.000. – A Enciclopédia Judaica e a Enciclopédia Britânica falam em 100.000. – Os alemães, com a precisão de sempre, informam no Groβe Lexikon des Dritten Reiches, editado em 1982, que se lamenta a morte de 33.371 judeus em Babij Yar. – A universidade de Toronto, em sua Encyclopedia of Ukraine, editada em 1988, fala em 3.000 vítimas. Isto quanto aos números.

Quanto ao fato existe uma documentação sugestiva de autoria de Michael Nikiforuk, presidente do Babi Yar Research Commitee, e publicada pela Ukrainian Friends of Fairfield Association nos EUA. Segundo a mesma os arquivos nacionais de Washington guardam 1,1 milhão de fotos aéreas do tempo a 2ª.guerra, dentre elas 600 de Kiev incluindo 20 vôos sobre o desfiladeiro de Babij Yar. As primeiras datam das 12:23 horas de 17.5.39, mostrando detalhes como carros, sombras de postes, arbustos e pequenas árvores. Fotos aéreas são uma tradição na pesquisa arqueológica. Mesmo sob áreas cultivadas elas descobrem ruínas de cidades antigas, cemitérios etc. Pouco antes (desta documentação) foram descobertas através de fotos aéreas, também na região de Kiev, em Bykivina, Bielhorodka e Darnitsa, valas comuns de milhares de vítimas da era de Lazar Kaganowitsch, governador soviético de Kiev. Pois daquela série de 20 vôos sobre Kiev as últimas fotos datam de 18.6.44 e comprova-se que a superfície do desfiladeiro de Babij Yar não sofreu alteração proveniente de atividade humana durante os dois anos de ocupação alemã. E o autor da documentação afirma que em Babij Yar não foram mortos e enterrados 35.000 (sic) judeus.

Estranho que o Vaticano se preste a atuar num assunto tão polêmico, ou será que as agências de notícias andaram informando por conta própria? "

23 de outubro de 2020

VACINA FORÇADA

ÁUSTRIA tem pronta a "Carteira Digital de Vacinação” e abre caminho para as vacinas obrigatórias.



Isto foi agora anunciado pelo seu Ministério Federal de Assuntos Sociais, Saúde, Cuidados e Proteção ao Consumidor. A base jurídica para isso é criada através de uma emenda à Lei de Telemática de Saúde, que entrou em vigor em 15 de outubro de 2020, bem como as regras recém decretadas, sobre a proteção de dados necessária e que definem os padrões técnicos e organizacionais a serem usados.A CDV informará automaticamente as vacinas obrigatórias, não se podendo cancelar a inscrição, nem havendo também a opção de “desistência”. O governo federal alemão mentiu ainda recentemente, em resposta a um pedido de informação sobre o cartão de imunidade, exigido por Jens Spahn (Ministro da Saúde), afirmando que não tinha conhecimento de tais planos em outros países. Os planos na vizinha República Federal já foram calorosamente debatidos naquela época.As críticas, entretanto, não cairam em solo fértil.

Agora está ficando sério, como se deduz da comunicação do ministério Anschober: O objetivo do projeto-piloto é numa primeira etapa substituir a documentação em papel por documentação eletrônica. Com a vacinação contra a gripe, a aplicabilidade, aceitação e funcionalidade das primeiras soluções técnicas deverão ser testadas na prática. Essas experiências devem fluir para o desenvolvimento contínuo. Outras etapas de implementação técnica, como a integração no software do médico ou o desenvolvimento da interface do usuário para os cidadãos (por exemplo, usando uma solução de aplicativo), já estão sendo examinadas em paralelo. Ao incluir as vacinações contra a Influenza como parte do piloto, informações valiosas podem ser obtidas em tempo hábil para a vacina COVID-19 esperada para 2021. Quando totalmente complementado, o novo documento deve oferecer uma disponibilidade mais rápida de informações de vacinação por meio do registro completo das vacinas, obedecendo aos mais rígidos requisitos de proteção de dados. As valiosas descobertas sobre a cobertura de vacinação irão melhorar ainda mais a gestão de surtos e crises. Assim que todas as vacinas puderem ser abrangidas pela Carteira Digital de Vacinação, ela substituirá o atestado de vacinação em papel e suas desvantagens associadas. Além disso, trará valor agregado para os cidadãos através da planejada função de lembrete.

Ministro da Saúde, Rudolf Anschober: “A carteira eletrônica de vacinação é um instrumento importante que antecipamos devido à crise Corona. Há amplo consenso sobre essa importância - não apenas federal, estados e o sistema de seguridade social, mas também entre a população, a classe médica e a maioria das linhas partidárias. Agora criamos os requisitos legais para a pilotização, cabendo a todos os envolvidos trabalhar duro na implementação e levá-la adiante. Só assim podemos transformar um grandioso projeto piloto em um documento eletrônico de vacinação completo funcional, amigável, amplamente aceito, antes da chegada das vacinas COVID-19".

Isso deixa a porta dos fundos totalmente aberta para vacinações obrigatórias. O Chanceler Federal Kurz enfatizou repetidamente que não haverá retorno à plena liberdade de viagens enquanto não houver vacina disponível. Com o documento eletrônico de vacinação, o controle é simplificado e, portanto, oferece possibilidades inéditas, que trazem especialmente à indústria farmacêutica grandes lucros.