31 de julho de 2018

PROPAGANDA DA NOVA ORDEM



Que tal, o que acham desta capa de revista? Não é uma revistinha qualquer, é a NATIONAL GEOGRAFIC! É uma imagem um tanto exótica, diferente, chama a atenção. Já pedi aqui que os promotores da NOVA ORDEM MUNDIAL nos dissessem, divulgassem, o que imaginam, como seria, por o quê tanto se empenham, que benefícios traria para a humanidade essa mudança, mudança que já trouxe tanta desordem e prejuízos ao nosso mundo. Seria essa ilustração de capa de revista uma antevisão do que nos espera?

Vejamos o título: “EVOLUÇÃO EUROPA – Como ondas de imigrantes estão semeando o futuro”. Evolução? Deve ser a substituição da Sonata ao Luar de Beethoven por um alegre concerto de Rap e demonstrações de hip hop gratuitas. Mas atualmente as pessoas lá não estão muito entusiasmadas. Estas fotos de Paris, Cidade Luz não são muito animadoras.

Dois vídeos, que podem ser acessados pelos endereços abaixo, dizem que portugueses e espanhóis também não estão gostando da “evolução” que está se prenunciando.

Voltando à nossa capa de revista, que não só parece, mas realmente deve ser anúncio de “dias melhores”, pois segue dizendo:
Reformando um continente \ 23
Ganhando a guerra contra o racismo \ 39
Mitos de identidade cultural \ 52
Os benefícios de crianças birraciais \ 67
Entende-se que revista toda é dedicada ao assunto, o que não é de surpreender, pois a criação do NOVO MUNDO pela NOVA ORDEM MUNDIAL é iniciativa de meios oficiais, inclusive da ONU.

Em 2006 os parceiros do Processo de Rabat no esquema da Declaração Conjunta África - União Europeia assumiram compromissos sobre a Migração e o Desenvolvimento, que resultaram:
- a Declaração África - União Europeia de 2014 sobre Migração e Mobilidade,
- a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada pelas Nações Unidas em 2015,
- a Declaração de Nova Iorque sobre Refugiados e Migrantes adotada em 19 de setembro de 2016 pelas Nações Unidas,
- a Declaração das Nações Unidas sobre o Diálogo de Alto Nível sobre Migração Internacional de 2013,
- a Declaração Política da 5ª União Africana - União Europeia de 2017;

A partir de 2 de maio deste ano de 2018 encontraram-se representantes diplomáticos de AUSTRIA, BELGIUM, BENIN, BULGARIA, BURKINA FASO,CABO VERDE, CAMEROON, CENTRAL AFRICAN REPUBLIC, CHAD, CONGO, CÔTE D’IVOIRE, CROATIA, CYPRUS, CZECH REPUBLIC, DEMOCRATIC REPUBLIC OF THE CONGO, DENMARK, EQUATORIAL GUINEA, ESTONIA, FINLAND, FRANCE, GABON, GAMBIA, GERMANY, GHANA, GREECE, GUINEA, GUINEA-BISSAU, IRELAND, ITALY, LATVIA, LIBERIA, LITHUANIA, LUXEMBOURG, MALI, MALTA, MAURITANIA, MOROCCO, NETHERLANDS, NIGER, NIGERIA, NORWAY, POLAND, PORTUGAL, ROMANIA, SÃO TOMÉ AND PRÍNCIPE, SENEGAL, SIERRA LEONE, SLOVAKIA, SLOVENIA, SPAIN, SWEDEN, SWITZERLAND, TOGO, TUNISIA e UNITED KINGDOM em Marrakesh/ Marrocos e tomaram decisões, as quais, para quem se interessar, podem ser acompanhadas pelo seguinte endereço:

Alguém ainda duvida de que a imagem na capa da revista National Geográfic é de fato anúncio patrocinado pela NOVA ORDEM MUNDIAL?

25 de julho de 2018

CROÁCIA DIFERENTE


Esta  foto acaba de cair na minha caixa postal.
Ela dispensa explicações e tradução. (imagem joseginja)

16 de julho de 2018

MUNDO EM TRANSE

Não me lembro de ter vivido, nem de ter tido notícia, de um período tão imperscrutável politicamente, igual ao que vivemos hoje. Tivemos há cerca de oitenta anos a segunda grande guerra mundial, que foi uma espécie de “o pontapé inicial”,que desencadeou uma série de mudanças de posturas, hábitos e acontecimentos que se atropelavam no mundo até os dias atuais. Como toda guerra, esta também teve seus vencedores e derrotados e se diz que são os vencedores  que escrevem a história.

Oficialmente temos como vencedores os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e a União Soviética, bem como o então ainda não oficialmente existente Israel. Como derrotado o 3º Reich, constituído por Alemanha e Áustria, correndo a Itália, Japão e outros menos votados, por fora.

Temos ainda a Polônia que aos primeiros serviu de isca para detonar o litígio e, apesar de agredida também por um dos vencedores, acabou premiada e incluída no rol dos laureados. Cabe mencionar também, a título de curiosidade, que o não existente Israel sob o nome de JUDEA já declarara guerra ao Reich Alemão seis anos antes que os demais começassem a fazê-lo, precisamente em março de 1934. Eis então como esteve armado o tabuleiro de xadrez que acabou gerando a situação que hoje vivemos, qual seja a de não conseguir atinar em que direção estamos nos movendo e qual o destino deste nosso mundo. 

OS MAL-INTENCIONADOS 

Na verdade a tal Guerra Mundial contra o 3º Reich não terminou. O que restou daquela nação está nos noticiários todos os dias, concorrendo com os principais nomes da atualidade. Não deveria, uma vez que não é mais o que era. O território que abrangia teve parte desmembrada e doada à Polônia. A Áustria voltou a ser nação separada. A Alemanha pós-guerra passou a ser uma espécie de S/A, filial dos EUA, ocupada militarmente e controlada pela CIA. Até o presente momento NÃO EXISTE TRATADO DE PAZ. Como se explica a atual notoriedade?

Essa Alemanha S/A  teve implantado um governo, dito republicano e, consequentemente, vários gerentes chamados de chanceleres. Esse cargo vem sendo ocupado desde 2005 por uma senhora chamada ANGELA, que nada tem de celestial. Essa Angela MERKEL não vem se dedicando, como jurou, ao bem do povo que dirige, mas, ao contrário, é ela que está promovendo a extinção étnica dessa gente. Por tabela, é responsável por fazer o mesmo com toda a população branca da União Europeia. É um processo que pode provocar uma guerra civil e botar fogo em todo o continente. MERKEL, verdadeiro anjo do mal, conta com o apoio de Soros, lugar-tenente de ROTHSCHILD, imperador da Wall Street de Londres (onde o dinheiro nunca dorme). Foi ele, Rothschild, que fez seu ex-empregado MACRON ser eleito o atual presidente da França. Talvez até devesse substituir a Merkel , mas ela resiste. São esses os que atualmente mais aparecem na linha de frente dos que buscam criar a NOVA ORDEM MUNDIAL.

MAIS DOIS NOMES EM EVIDÊNCIA

Temos mais dois nomes que estão botando a mão no timão que dirige a humanidade ao seu futuro: Os presidentes TRUMP dos Estados Unidos e PUTIN da Rússia. Ambos geram constantes manchetes. Hoje estarão se encontrando na Finlândia.

TRUMP É O MAIS ODIADO? - Se atentarmos para o que a mídia nos mostra e informa, esta pergunta deve ser respondida afirmativamente. Os noticiários procuram denegrir sua imagem de todas as maneiras e ele ajuda. Faz declarações contraditórias e desafiadoras. Não costuma sair bem na foto e é antagonizado publicamente por manifestações de rua em países que visita. Isto desperta um alerta. O que é que um cidadão francês, belga ou inglês tem a reclamar de TRUMP, que o faça largar seus afazeres, ou seu conforto, confeccionar cartazes de protesto e IR P’RA RUA, manifestar sua desavença com o visitante do seu país? É claro que isto é induzido, organizado com propósitos bem definidos. Afinal, para o que hoje existem ONGs?  São os Globalistas que não gostam de Trump. Ele se definiu e foi eleito como NACIONALISTA, portanto é deles o inimigo número um.

Trump está empenhado em recuperar a economia da nação que preside e evitar a substituição cultural da sua população. Propósitos lógicos que todo dirigente deveria ter. Mas desde que em 1989 George H. W. Bush  assumiu a presidência dos EUA todos os governos que antecederam a Trump foram globalistas. Deixaram um legado, hoje chamado de DEEP STATE, um estado paralelo, infiltrado em todas as áreas governamentais, criando toda sorte de dificuldades para o atual mandatário. Acho que isto explica por que os formadores tendenciosos da opinião pública não gostam dele.

Finalmente temos o seu interlocutor de hoje Vladimir PUTIN, presidente da Rússia, fortemente hostilizado por quase todo o ocidente, incluindo governo e imprensa. Não me perguntem o motivo. Igual à Merkel, Putin se criou sob influência da União Soviética, ele na KGB (Serviço Secreto) e ela em destaque político na antiga Alemanha Oriental, também comunista. Ao contrário dela, acredito que ele, Putin, não guardou veleidades ideológicas. Ele está cuidando bem dos interesses do seu país. Por mais que seja hostilizado, Putin não antagoniza ninguém. Conseguiu boas relações públicas com a organização do campeonato mundial de futebol. Não creio que a conferência entre Putin e Trump, que está em andamento, venha a mostrar resultados relevantes.

Bem ao contrário dos primeiros  nomes citados neste post, eu confiaria bem mais nestes dois últimos a tarefa de enfrentar as dificuldades e os problemas que nos esperam.

5 de julho de 2018

VACINAS - PUTIN ESTÁ CERTO

Não é só ele que questiona a liberalidade que tomou conta da saúde pública, com o amplo e indiscriminado uso de vacinas.  Mas o bom é que é um chefe de estado que agora se manifesta. Médicos e cientistas já o fizeram e consta que alguns já pagaram caro por tê-lo feito.

Durante a campanha para a reeleição deste ano Putin prometera (Pravda) que pretendia realizar a primeira e ampla investigação mundial sobre a segurança das substâncias empregadas na imunização das pessoas. Importante notar que isso não vem sendo feito, porque o Congresso dos EU aprovou uma lei que impede que os produtores de fármacos não podem ser responsabilizados judicialmente por danos resultantes de vacinas. Testes de vacinas só acontecem esporadicamente.

Putin afirmou que é notório o fato de vacinas já terem causado sérios danos a muitas pessoas e que é preciso descobrir o porquê. “Temos que descobrir quais as que são seguras e quais as que não. Até hoje não existem pesquisas de longo prazo - meses, anos – que determinem a segurança da vacinação de crianças.” Deu a entender também que a incontrolada expansão da indústria de vacinas possa ter a ver com o aumento dos casos de autismo.

A segurança do povo russo sempre foi uma das preocupações centrais de Putin e ele não confia na indústria de vacinas. Não está só com tais receios. O eugenista Bill Gates tem suas dúvidas. Foi ele que disse que “vacinações são o melhor meio para reduzir a população”. O Presidente Trump já manifestou a ideia de constituir uma comissão, com o fim de analisar os efeitos negativos dos procedimentos de imunização. O ator Robert de Niro tem um filho autista e acredita que o mal é consequência da vacina. Ofereceu 100 mil dólares a quem lhe provasse que o ingrediente Thiomersal (mercúrio) é seguro e inofensivo. Ninguém se candidatou até agora.

Recentes notícias nos dão conta de que o sarampo voltou a se manifestar aqui no Brasil, depois de há muitos anos estar ausente das nossas estatísticas sanitárias. Isto, naturalmente, graças às campanhas de vacinação. Já se cogita em reencetá-las.  Mas seria o sarampo algo tão perigoso? Eu, quando criança, tive sarampo, como então a maioria das crianças. Era considerado normal a criançada passar por uma bateria de determinadas doenças – não me lembro dos nomes – pois quem as tivesse uma vez, não as teria de novo. Também não assustavam, quando adequadamente cuidadas (em casa mesmo) em pouco tempo eram superadas. O bom era que a gente não precisava ir às aulas por uns dias.

Uma coisa fica clara: a vacina tornou-se um negócio dos mais rentáveis, talvez trilhonário. É uma mercadoria de consumo quase obrigatório, paga com dinheiro público. Acho que Putin está certo.

29 de junho de 2018

"HERRENVOLK" (Povo Soberano)

Constantemente se é confrontado com a afirmação de que o alemão acreditava pertencer a uma raça, casta ou etnia superior. Pura lenda. Já abordei aqui este assunto há quase dois anos atrás. Mostrei ali o que o próprio Hitler pensava da (im)pureza racial da nação da qual ele então ainda era um simples político. Sem dúvida foi este seu pensamento a origem para uma série de medidas que adotou após assumir o governo, destinadas a preventivar justamente a miscigenação que estava temendo ou que estaria ocorrendo. Parece que estas medidas incomodavam demais a Franklin D. Roosevelt, que então era presidente dos Estados Unidos e, como se confirma hoje, estava em plena atividade para criar o império mundial americano. Daí a intensa e duradoura campanha de desinformação que deixou o alemão estigmatizado como soberbo, pretensamente superior aos outros povos.
Impõe-se aqui também mencionar o reverso da medalha. Se um queria apurar a genética do seu povo, havia o outro que queria destruí-la.
Wendell Wilkie, encarregado especial de Roosevelt, diz em sem livro “One World” que Roosevelt e Josef Stalin combinaram ter como objetivo primordial da guerra a “Abolição da exclusividade racial” (Abolition of racial exclusiveness) dos alemães, através sua mistura forçada com povos de raças e culturas estranhas. Diz ainda que durante a ocupação pelos aliados deverá ser incentivada a imigração e assentamento de não-germânicos, especialmente de homens. Pois no que restou da Alemanha a população de estrangeiros ou de origem estrangeira hoje já soma 20%.
Se genocídio é extermínio ou desintegração de grupos humanos, o que esses dois chefes de estado projetaram é exatamente isto.
Vivi na Alemanha, sendo três anos sob o regime nacional-socialista. Nunca deparei com qualquer afirmação oficial que buscasse fazer o povo crer ser um “povo eleito” ou ser de raça superior, como a desinformação insiste em divulgar. Mesmo porque teria sido ridicularizada no próprio meio. 
Ainda, para confirmar este meu modo de ver a questão, consultei o texto  do programa do NSDAP, Partido Nacional-socialista dos Trabalhadores Alemães, a fim de ver se ali haveria alguma indicação de presunção de superioridade. Entre os seus 25 Pontos, estabelecidos em 24/2/1920 e que não sofreram alteração até o final, nada encontrei. Ao contrário, em seu Ponto 2 reivindica IGUALDADE do povo alemão em relação às outras nações. Este programa (os nossos partidos têm Programa?) pode ser acessado na internet em traduções não exatamente fiéis. O endereço onde encontrei um no idioma original não existe mais.
Para confundir ainda mais, a desinformação insiste em interligar termos como raça superior e arianos. Estes podem tanto designar castas nobres na antiga Índia e Ásia Menor como agrupamento indo-iraniano da família linguística indo-germânica. Portanto, quando empregada corretamente, a designação deve se referir à segunda interpretação e envolve grande número de povos. Acredite: Herrenvolk é mais uma das mentiras dos marqueteiros de Roosevelt.

Em tempo: Acaba de ser lançado pela Juruá Editora o livro “Os Soldados Alemães de Vargas”. É de autoria do Prof. Dennison de Oliveira, catedrático de História da Universidade Federal do Paraná. Mestre em Ciências Políticas e Doutor em Ciências Sociais pela Unicamp, o Professor Dennison de Oliveira aborda com competência e objetividade o envolvimento do Brasil com a Segunda Guerra Mundial, como já o fizera em sua obra anterior “Os Soldados Brasileiros de Hitler”.  Trata-se de uma contribuição de peso para o entendimento daquele passado histórico. 

Esta matéria foi divulgada em 11 de outubro de 2008 no antigo blog do Toedter sob 2a.guerra.zip.net/

23 de junho de 2018

NOTÍCIAS FALSIFICADAS


Está na moda falar de FAKE NEWS, Notícias Falsificadas. Há poucos dias ouvi, por acaso, isto na TV, um dos nossos ministros do STF pronunciando-se a respeito. Só um curto trecho, mas deu para entender que estava batendo na mesma tecla: O bandido é a internet e é preciso encontrar meios de impedir que isso se alastre. Mas não é só ele. Ontem foi a vez do STE. Ele nos disse que as próximas eleições poderão, até mesmo, ser anuladas, caso se verifique a interferência de fake news. Ao mesmo tempo na Europa o parlamento europeu em Bruxelas está muito preocupado com o assunto e, ao que parece, já bem adiantado com o, ou os seus projetos de leis. Segundo entendi, Google e Facebook, aliás todas as operadoras desta área, terão que instalar FILTROS especiais para suprimir qualquer manifestação considerada FALSA. Não deixa de ser sugestivo notar que um assunto assim passa a ser tematizado em vários quadrantes do planeta ao mesmo tempo.

Os tais filtros fazem acreditar que a Inteligência Artificial já deve ser uma realidade. Segundo depreendi de uma notícia na internet (seria fake?), estes filtros já existem, seriam caríssimos, a ponto de só Google e Facebook terem efetivamente condições de operá-los. E os filtros, vão eles decidir o que é CERTO e o que é FALSO? Não é fácil acreditar. Talvez seja preparação para que voltemos a nos acostumar com a ideia da CENSURA, não essa de fazer com que aparelhos escolham na surdina o que vai ser publicado e o que não, mas aquela conhecida do “é proibido”. Não vamos esquecer que esta história de fake news, que agora faz com que até ministros de tribunais supremos se preocupem, pode ser um caminho, para instalar um controle de OPINIÃO! Opinião cuja manifestação deve ser livre, como nos assegura o artigo quinto da nossa Constituição. Segundo a ONU é também um Direito Humano.

O que chama a atenção, é que estão focando o problema na internet. Ora, ora, estou há doze anos exercendo a minha atividade publicista aqui nessa rede mundial e não posso dizer que alguma fake news tenha me aparecido de forma relevante. Também nunca me ocorreu a ideia de eu mesmo publicar alguma inverdade. E a televisão não mente? Toda a mídia não está cansada de distorcer os fatos? A agência Reuters só fala a verdade? A MAIOR MENTIRA DA HISTÓRIA não está aí há décadas, viva como nunca, contribuindo para criar um mundo pior? Quer me parecer um tanto rebuscada essa repentina preocupação com a MENTIRA.

8 de junho de 2018

ONU e os DIREITOS HUMANOS



A par da triste experiência que estamos tendo com a grande maioria dos nossos representantes do povo, deve ser mais que justo perguntar: e aqueles dignatários, advindos de todos os recantos do mundo, para se reunir em Nova Iorque – não sei com que frequência – seriam eles “representantes dos povos”? Eles são eleitos? Por quem? Para fazer O QUE? Lá existe um Conselho de Segurança que já tomou decisões importantíssimas, mandando suspender conflitos bélicos, mas ninguém obedeceu. Cinco nações têm poder de VETO a qualquer resolução. Um privilégio baseado em quê?

Mas na surdina, ou na calada da noite, os “organizados das nações unidas” agem. Aprovam regras e regulamentos deletérios, que servem para minar e alterar a vida aqui no planeta. Servem para desconstruir a sociedade, para aumentar as dissensões. Lembro a Agenda 21(ver neste blog em abril 2016). O que está acontecendo na Europa já foi assunto na ONU em 2001 quando ali foi apresentado o relatório “Replacement Migration” (Migração de Reposição - veja neste blog em 2/12/2015). E foi a ONU que em determinado momento aprovou os “DIREITOS HUMANOS”


São 30 artigos (em corpo 10, ocupam duas páginas A4) que em suas maioria representam o óbvio, o RESPEITO AO PRÓXIMO. Algo que faz parte da boa educação que a gente recebe em casa. O restante deve constar de qualquer Código Penal decente. A ONU foi constituída para “manter a paz entre as nações”, não para elaborar leis universais. Não creio que já tenha lhe sido dado competência para tanto. Além do mais, quem fala em direitos, também tem que falar em deveres. Então para o que servem os “Direitos Humanos” promulgados pelas Nações Unidas? Pelo que vejo passou a ser um bordão bem-vindo pelos políticos, copiosamente usado em suas falas, parecendo dizer tudo sem dizer nada. Serve também para fazer acusações generalizadas, encontradas na mídia nossa de cada dia. Acho que seria mais produtivo que se insistisse na educação de crianças e adultos sobre a importância de se respeitar o próximo. Dispensaria ficar falando em racismo, violência, discriminação e outros termos, que hoje estão sendo tanto usados e, talvez por isso mesmo, se justificando.

Voltando à ONU, ela foi oficialmente instalada em 24.10.45, portanto cinco meses depois de terminada a II Guerra Mundial. Na realidade já teria sido esboçada por Roosevelt e Churchill em dezembro de 1941, quando ainda existia a LIGA DAS NAÇÕES, sua antecessora, também destinada a manter a paz entre as nações, propósito este, no qual ambas as sociedades fracassaram redondamente. A LIGA fora fundada em 1919, mas os próprios Estados Unidos nem aderiram e Hitler e Mussolini já se desligaram em 1933 e 1937.

Desde que a ONU existe já tivemos os seguintes conflitos bélicos (independente dos que esqueci):

Guerra da Indochina (1946 - 1954)

Guerra fria (1948 - 1989)
Primeira Guerra Caxemira (1948 - 1949)
Guerra da Coreia (1950 - 1953)
Guerra da Argélia (1954 - 1962)
Guerra Colonial Portuguesa (1961 - 1975)
Guerra de Independência de Angola (1961 - 1975)
Guerra de Independência da Eritreia (1961 - 1991)
Guerra da Independência de Moçambique (1964 - 1975)
Guerra do Vietnã (1964 - 1973)
Guerra Civil na Colômbia (1964 )
Segunda Guerra Caxemira (1965)
Guerra da Independência da Namíbia (1966 - 1988)
Guerra dos Seis Dias (1967)
(Guerra das 100 horas) (1969)
Guerra de Bangladesh (1971)
Guerra do Yom Kipur (1973 - 1973)
Ocupação soviética do Afeganistão (1979 - 1989)
Guerra Irã-Iraque (1980 - 1988)
Guerra das Malvinas (1982 - 1982)
Primeira Guerra do Líbano (1982)
Guerra de Nagorno-Karabakh (1988 - 1994)
Guerra do Golfo (1990 - 1991)
Primeira Guerra da Chechênia (1994 - 1997)
Guerra do Cenepa (1995)
Guerra do Kosovo (1996) - (1999)
Guerra Etíope-Eritrea (1998 - 2000)
Guerra de Kargil (1999)
Guerra do Kosovo (1999)
Segunda Guerra da Chechênia (1999)
Invasão Afeganistão pelos Estados Unidos (2001 - 2002)
Guerras do Iraque (2003 – agosto de 2010)
Segunda guerra do Líbano (2006)
Operação Chumbo Fundido- Gaza (2008 – 2009)
Guerra na Líbia (2011)
Guerra na Síria (2011 – inacabada)

Fica a pergunta: Para o que serve a Organização das Nações Unidas? Receio que sua única finalidade é preparar a tomada do poder pelo Governo Mundial, vulgo Nova Ordem Mundial, grande objetivo dos GLOBALISTAS.