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27 de outubro de 2020

A GRANDE RENOVAÇÃO

Pois é, amigos, quem diria, ou melhor, quem teria dito um ano atrás que iríamos vivenciar neste ano de 2020 os primeiros sinais da Grande Mudança. Nem imaginável era. Então ainda pensávamos que o nosso mundo era constituído de nações e povos autônomos, cada qual com a sua própria estrutura, constituição, suas leis e suas fronteiras. De repente esse mundo em todo o seu redor é atacado por um vírus, chamado inicialmente de coronavírus e anunciado como altamente contagioso e letal. Prontamente estas quase 200 nações tornaram-se uma só e fomos descobrir seus governantes todos unidos, seguindo os ditames advindos de algum lugar obscuro. Este ataque, esta verdadeira guerra desencadeada contra a humanidade, tinha como origem um plano preparado de longa data, com fundo psicológico rebuscado. Fez lembrar a “guerra psicológica” que se tornara uma ciência durante a segunda guerra mundial (veja neste blog em setembro 2018) e não duvido que o tal Instituto Tavistock de então esteja envolvido outra vez. Só profundos conhecimentos da mente humana podem explicar que hoje tão só e não mais que 5% da população sejam refratários à propaganda oficial e considere o vírus igual a outros que costumam circular pelo mundo, espalhando a gripe, principal dos males transmitidos pela família dos coronavírus. Uma grande maioria acredita piamente nos dados assustadores divulgados diariamente por todos os meios de divulgação e vive em pânico permanente. Usa a máscara até para dormir, ignorando que o uso contínuo da máscara prejudica o sistema imunológico.

Mas talvez o medo se justifique por outros motivos. Sabe você o porquê desta manobra toda, original por todos os meios, nunca dantes assim exercitada?

Sim, a VACINA! A vacina que, segundo os mandantes, acabará com a pandemia. Só a vacina fará tudo voltar à normalidade. Acho que é uma estória contada de trás p’ra frente. Não se trata de uma vacina para prevenir uma doença, mas muito mais uma doença para provocar uma vacinação! Uma vacina que já deve estar pronta e desenvolvida, talvez só falte ser produzida na quantidade desejada. Ouso afirmar isso, porque soube que vacinas levam em média 7 anos para serem desenvolvidas, isso quando se as consegue. Algumas nunca chegaram a ser produzidas. Estariam os mandantes dispostos a manter a humanidade sob ameaças de lockdown até quando?

Finalizando chamo atenção para um detalhe: Querem que ela seja obrigatória! Nessa altura começam a piscar todas as luzes de advertência.

O Great Reset, uma mudança que não parece muito promissora.


 

11 de maio de 2016

A CAMINHO DAS TREVAS

Nós, os mais “antigos”, que começamos a engatinhar nos primeiros decênios do século passado, temos o triste e lamentável privilégio de assistir às profundas mudanças pelas quais o nosso mundo está passando. Triste e lamentável por que este acompanhamento pessoal revela o caminho que a sociedade está seguindo, ou está sendo induzida a seguir. É um caminho que certamente não vai conduzi-la a melhores dias, como sempre se espera. O crescimento econômico, sempre prometido pelos políticos, é uma utopia. O rumo encetado a afasta do BEM almejado por geração, pós geração, e aponta para o domínio do MAL ao qual as vindouras poderão ser submetidas.

LEMBRANDO A INFÂNCIA EM CURITIBA
Só tenho recordações boas. Havia ordem na cidade. Ruas pavimentadas, limpas. Passeios calçados, limpos. Eu fazia uma caminhada de três quadras de casa até o jardim de infância a pé, SOZINHO. Depois, já aos sete ou oito anos, caminhava sozinho até a escola que distava por volta de um quilômetro e meio. Cito estes detalhes para demonstrar que não havia ameaças. Havia respeito. A História contava que pouco antes houvera uma Revolução, mas também foi bem pacífica. Tudo começou a mudar aqui quando o Brasil foi contaminado pelo que acontecia lá no Hemisfério Norte. Foi obrigado a se envolver. Aí começou a
MINHA VIDA NA ALEMANHA
Já de início tenho que decepcionar todos aqueles que ainda hoje acham que o Terceiro Reich era a sede terrena do purgatório. Seu povo tinha um pensamento positivo e se demonstrava satisfeito com a vida, mesmo quando já submetido aos racionamentos e restrições que a guerra lhe impingia. Ao contrário do propalado, ninguém falava de superioridade racial. A juventude, sim, era incentivada a levar uma vida saudável, a praticar esportes e ao convívio social. A população não era subserviente, se o fosse, não teria sido capaz de enfrentar os sacrifícios que lhe foram exigidos pela guerra criminosa levada aos seus lares. Em todos os cinco anos que lá estive, durante e após guerra, não vi ou tive notícia de ações policiais agressivas ou restritivas da liberdade individual. Pode ser que tivessem ocorrido, afinal era um período de exceção, mas certamente não eram comuns, como a saga insiste em afirmar. A guerra ali revelou muita solidariedade. Aprendi muito com o povo alemão naqueles anos. Nunca imaginei que a guerra psicológica, que sofreu após o término da própria, pudesse gerar os efeitos de prostração moral aos quais grande parte, senão a maioria, acabou sucumbindo.
E DEPOIS
Terminada a Segunda Guerra, certo poder paralelo passou a perseguir a instalação de um
UNIMUNDO
MUNDO UNIDO, GLOBALIZAÇÃO, NOVA ORDEM MUNDIAL, NEW WORLD ORDER, em outras palavras O DOMINIO MUNDIAL. Com o que ficou provado que não era HITLER que queria dominar o mundo. Na realidade ele queria manter a independência das nações e foi o último obstáculo que se opôs à realização do projeto. Talvez por esta razão ele seja idolatrado por muitos e visto até como Personagem do Século.

Mas vejamos como o mundo se apresenta na atualidade. Por menor espírito crítico que tenhamos é impossível deixar de reconhecer que a mídia mundial está obedecendo a uma orientação central. Enaltece o que devia fustigar e critica o que deveria aprovar. Uma nação é atacada a mando de um poder oculto, mas o mundo é informado que o culpado é o governo do país atacado. Isto só como exemplo. As pessoas são enganadas e as massas são dirigidas. Não é admissível fechar os olhos para tudo o que existe e está acontecendo ao nosso redor: guerras, distúrbios, fome, pobreza, ódio, países arrasados, aumento do racismo por toda parte, impotência dos governantes, corrupção dos políticos, crescente perversão e crueldade dos seres humanos, enormes dívidas dos Estados, a instabilidade das moedas, crises econômicas, conglomerados empresariais, desemprego, insatisfação geral, imoralidade incentivada, cada vez mais pessoas frívolas e as que em mais nada acreditam.

Os jovens acham que o mundo é assim mesmo, é tudo normal. Podem achar que isto aí em cima é fruto de simples saudosismo. Mas não é, não, gente!

Toedter