A Catedral de Notre Dame, não só um monumento da Cidade Luz, Paris, como também um símbolo maior da cristandade, abre a semana santa deste ano ardendo em fogo piramidal. Isto depois de 856 anos, desde que começou a ser erigida. Chocante espetáculo transmitido ao mundo pelas telas eletrônicas.
Imagens tristemente impressionantes, mesmo para quem não professa a religião católica e, no sentido mais amplo, a cristã. Curiosamente não pensam assim os responsáveis pelos serviços noticiosos, que logo abrandam a exposição do assunto e pouca preocupação demonstram com a possível CAUSA do incêndio. O mesmo pode se dizer das autoridades, ao que parece entraram em férias. Apenas o presidente Emmanuele Macaron se apresentou prometendo reconstrução em 5 anos, o que contribuiu para recuperar um pouco a sua popularidade. Mas não se vê ministro ou chefe de polícia anunciando uma INVESTIGAÇÃO. A boca pequena se fala sobre um acidente provocado por trabalhos de solda em obras de manutenção. Talvez os pobres operários venham se eternizar como responsáveis, igual aquele copiloto do avião da Germanwings, que teria se suicidado, derrubando o avião que dirigia em 24/3/2015. Assim vai ficar. A TV vai se esmerar em mostrar lindas vistas daquela imponente edificação gótica, que durante séculos buscou fazer com que a humanidade se sentisse mais próxima do criador.
Já ficou bem claro que determinados ocorrências devem ser silenciadas. Nisto se inclui tudo que desperte a população para a grande ameaça que paira sobre o seu futuro. Bem mais provável que acidente de obra é que este inditoso incêndio também faça parte da guerra que foi desencadeada na Europa contra tudo que simboliza o cristianismo. Seu palco principal são França e Alemanha. O Gatestone Institute de Nova Iorque apresentou, UM DIA ANTES da ocorrência em Paris, uma matéria sob o título “Igrejas Europeias: Profanações, Incêndios - Todos os Dias”. Cita ali que em 2017 foram registrados na França 878 ataques a igrejas ou símbolos cristãos (crucifixos, figuras, estátuas), número que se elevou no ano seguinte para 1.063.
Na Alemanha é a mesma coisa. E a mídia pouco fala ou escreve sobre isto. Diz o site: “há um silêncio eloquente tanto na França quanto na Alemanha em relação ao escândalo das profanações e à origem dos perpetradores. Nem uma palavra, nem mesmo o menor indício que de alguma maneira poderia levar à suspeita sobre os migrantes… Não são os perpetradores que correm o risco de serem banidos e sim aqueles que ousam associar a profanação dos símbolos cristãos à chegada dos imigrantes. Estes são acusados de ódio, discurso de incitamento ao ódio e racismo”.
Quanto maior a concentração de muçulmanos na região, maior a ocorrência de atentados. A grande maioria dos migrantes são invasores sem a menor intenção de se integrar aos hábitos e costumes dos autóctones. São agora ainda favorecidos pelo Pacto Migratório, assinado em dezembro na África. Não pode mais haver dúvidas que tudo faz parte de um tétrico plano que alguns chamam de SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL, outros de GENOCÍDIO RACIAL.
Fato é que nem pelo incêndio da Catedral de Notre Dame, nem pelos milhares de atos agressivos à cultura e costumes na Europa, não há de se responsabilizar operários descuidados, ou os alienígenas árabes e africanos, mas isto sim, os desumanos, bestiais regentes, que, uns ocultos outros às escancaras, tramam, dispõem e conduzem a humanidade ao abismo. Empenhados em destruir os valores éticos e morais da sociedade, não hesitam em submetê-la até mesmo a uma desenfreada escalada sacrílega.
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19 de abril de 2019
15 de janeiro de 2019
RELIGIÃO GLOBALIZADA
É hora de começar mais um ano. Com alguma esperança? Acho que sim, mesmo que não seja fácil. Os globalitários não se conformam de terem registrado alguns insucessos. Enquanto isto os Senhores da Guerra olham orgulhosos para o novo armamento, de que dispõe. Os premonitores de carreira fazem as costumeiras advertências para este 2019 e este seu blogueiro vai comemorar o início de mais um decênio. Os últimos dois foram dedicados ao trabalho que vem fazendo. Inicialmente lançando o livrinho “...e a Guerra Continua”; depois com o blog 2a.guerra.zip.net, censurado e removido pelo provedor UOL em agosto de 2010 e, desde então aqui no blogger. Todas as postagens até 1/2015 foram reunidas em mais quatro livros, disponíveis na Livraria do Chain, Curitiba.
Mas desculpem, estou divagando. Eu queria mesmo é falar sobre RELIGIÃO. Fui batizado como evangélico protestante, portanto CRISTÃO. Não sou praticante. Estaria melhor situado entre os seguidores do antigo Bispo Arius. Para mim religião é um modo de ser, sentir, agir, que incorporamos junto ao leite materno. Isso fica com a gente, mesmo que passemos a ser agnósticos, ou até mudemos de confissão. É o que penso, posso estar errado.
Agora, o que não posso conceber, nem imaginar, é ver religião sendo tratada como como se fosse empresa. Ela não pode ser negociável, ter ações que mudam de dono. Participações, um tem 20 outro 80%? Não dá, não concordam? Então como é que cada vez mais está se falando numa tal religião “judaico-cristã”? . Recentemente a expressão foi usada até mesmo em importante discurso transmitido para todo o país. Existem grandes diferenças entre as duas, mesmo que ambas usem a Bíblia como referência. Não é aqui o lugar para tratar destas diferenças, entretanto, é com certeza que dá para dizer que as duas confissões não cabem sobre o mesmo teto. Deve ser mais fácil juntar o Judaísmo ao Islã do que ao credo cristão.
O que realmente está por trás de tudo isto é a NOVA ORDEM MUNDIAL, planejada de longa data e organizada pelos globalizadores. Nos seus planos só existe UMA religião. Tudo começou na segunda metade do século passado, depois de definidos os resultados da II Guerra Mundial. Levantaram-se vozes que culparam o Vaticano de não ter assumido um posicionamento mais definido. Ainda fazia parte da liturgia da Sexta-Feira Santa a seguinte oração: “Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas da Tua Misericórdia nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira daquele povo, para que, reconhecendo a luz da Tua Verdade, que é Jesus Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor.”
Aí veio o CONCÍLIO VATICANO II em 1962, convocado pelo Papa João XXIII. Lamento que hoje nos falte o companheiro Alfredo Braga, de tão saudosa memória. Tinha ele feito estudos esclarecedores sobre essa convenção e seus bastidores. Nestes agiram luminares, infiltrados desde longa data, que conseguiram uma mudança radical na posição da Igreja. Depois de dois mil anos, numerosos concílios e encíclicas papais, vem a ENCÍCLICA NOSTRA AETATES, promulgada ao final do Concílio pelo Papa PauloVI, que muda tudo. Agora é “paz e amor, somos todos irmãos”. Ali deu-se a primeira marretada na destruição da Igreja CRISTÃ. Era preciso começar pela Católica, a mais estruturada, as evangélicas seguiriam automaticamente, se é que até não se anteciparam.
Segue o famoso Papa João Paulo II. Em sua visita à sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, ele condenou severamente as atitudes anteriores da Igreja, ignorando as razões doutrinais que lhes deram origem (Atila Sinke Guimarães). Seu sucessor BentoXVI seguiu o exemplo, visitando sinagogas e se desculpando pelo que fora.
Finalmente temos atualmente um segundo Papa, o Francisco, o quarto desde o Concílio Vaticano II na mesma linha de pensamento. Este Francisco além de declarar abertamente: “Globalismo é bom” (não diz por quê). Francisco está operando descaradamente no desmantelamento da própria igreja que preside, apresentando-se continuamente na televisão, falando de pedofilia e da degeneração moral que tomou conta do seu clero. Quem vai confiar numa igreja destas. Será que não aprendeu que, se existe roupa suja, a gente a lava em casa.
Diria que estão deixando cair a máscara. Pode ser bom… Pode ser que comece a abrir os olhos de muita gente.
Mas desculpem, estou divagando. Eu queria mesmo é falar sobre RELIGIÃO. Fui batizado como evangélico protestante, portanto CRISTÃO. Não sou praticante. Estaria melhor situado entre os seguidores do antigo Bispo Arius. Para mim religião é um modo de ser, sentir, agir, que incorporamos junto ao leite materno. Isso fica com a gente, mesmo que passemos a ser agnósticos, ou até mudemos de confissão. É o que penso, posso estar errado.
Agora, o que não posso conceber, nem imaginar, é ver religião sendo tratada como como se fosse empresa. Ela não pode ser negociável, ter ações que mudam de dono. Participações, um tem 20 outro 80%? Não dá, não concordam? Então como é que cada vez mais está se falando numa tal religião “judaico-cristã”? . Recentemente a expressão foi usada até mesmo em importante discurso transmitido para todo o país. Existem grandes diferenças entre as duas, mesmo que ambas usem a Bíblia como referência. Não é aqui o lugar para tratar destas diferenças, entretanto, é com certeza que dá para dizer que as duas confissões não cabem sobre o mesmo teto. Deve ser mais fácil juntar o Judaísmo ao Islã do que ao credo cristão.
O que realmente está por trás de tudo isto é a NOVA ORDEM MUNDIAL, planejada de longa data e organizada pelos globalizadores. Nos seus planos só existe UMA religião. Tudo começou na segunda metade do século passado, depois de definidos os resultados da II Guerra Mundial. Levantaram-se vozes que culparam o Vaticano de não ter assumido um posicionamento mais definido. Ainda fazia parte da liturgia da Sexta-Feira Santa a seguinte oração: “Onipotente e sempre eterno Deus, que não excluas da Tua Misericórdia nem os pérfidos judeus: ouça os rogos que dirigimos pela cegueira daquele povo, para que, reconhecendo a luz da Tua Verdade, que é Jesus Cristo, saiam de suas sombras pelo mesmo Deus e Nosso Senhor.”
Aí veio o CONCÍLIO VATICANO II em 1962, convocado pelo Papa João XXIII. Lamento que hoje nos falte o companheiro Alfredo Braga, de tão saudosa memória. Tinha ele feito estudos esclarecedores sobre essa convenção e seus bastidores. Nestes agiram luminares, infiltrados desde longa data, que conseguiram uma mudança radical na posição da Igreja. Depois de dois mil anos, numerosos concílios e encíclicas papais, vem a ENCÍCLICA NOSTRA AETATES, promulgada ao final do Concílio pelo Papa PauloVI, que muda tudo. Agora é “paz e amor, somos todos irmãos”. Ali deu-se a primeira marretada na destruição da Igreja CRISTÃ. Era preciso começar pela Católica, a mais estruturada, as evangélicas seguiriam automaticamente, se é que até não se anteciparam.
Segue o famoso Papa João Paulo II. Em sua visita à sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986, ele condenou severamente as atitudes anteriores da Igreja, ignorando as razões doutrinais que lhes deram origem (Atila Sinke Guimarães). Seu sucessor BentoXVI seguiu o exemplo, visitando sinagogas e se desculpando pelo que fora.
Finalmente temos atualmente um segundo Papa, o Francisco, o quarto desde o Concílio Vaticano II na mesma linha de pensamento. Este Francisco além de declarar abertamente: “Globalismo é bom” (não diz por quê). Francisco está operando descaradamente no desmantelamento da própria igreja que preside, apresentando-se continuamente na televisão, falando de pedofilia e da degeneração moral que tomou conta do seu clero. Quem vai confiar numa igreja destas. Será que não aprendeu que, se existe roupa suja, a gente a lava em casa.
Diria que estão deixando cair a máscara. Pode ser bom… Pode ser que comece a abrir os olhos de muita gente.
28 de agosto de 2017
RELIGIÃO AMEAÇADA
Nestes
anos todos em que venho mantendo esta página na internet, inúmeras
vezes se me apresentou uma pergunta, que, certamente, também passava
pela cabeça de muitos leitores. Afinal tanto falamos em Nova Ordem
Mundial, mas não conseguimos identificar quem efetivamente estaria
por trás de tal projeto. Quem pretende dominar o mundo? Talvez a
resposta nos seja dada neste livro:
THE
HOLOCAUST DOGMA OF JUDAISM – escrito e publicado em 1995 por
Ben Weintraub, judeu convertido ao cristianismo. O livro está na
amazon.com/.
Que
o projeto de se instalar uma Nova Ordem Mundial, um Governo Único
(com religião única) existe, disto ninguém mais tem dúvida. Só
que o conceito se confundia com o de Globalismo, o que fez com que
aparecessem, além dos sionistas, outros candidatos a assumir tal
poder, tais como os governantes do estado americano, a casa real
britânica, o vaticano, a oligarquia financeira, a oligarquia
empresarial. Mas convencer mesmo, nenhuma destas outras hipóteses
conseguia. Quem realmente ganharia alguma coisa ao assumir o comando
do mundo? Apresenta-se outra vez aquela indagação que a
criminologia não pode dispensar: CUI BONO?
Aí
esse autor Weintraub nos lembra a imensa legião dos rabinos,
orientadores religiosos e de comportamento dos israelitas. Eles de
fato devem ter o maior interesse em ver realizadas as profecias do
Velho Testamento, ser o povo eleito e que rege sobre os outros povos.
Baseado nessa premissa a Nova Ordem já começa a ter cunho
religioso. Religião é fé e fé pressupõe pontos capitais e
fundamentais, incontestáveis e indiscutíveis, os DOGMAS. Segundo
Weintraub, os sionistas construíram este seu DOGMA através do
HOLOCAUSTO. Se empenharam nisso há cem anos, já em 1915 começaram
a aparecer nos jornais (New York Times e outros) notícias sobre
6.000.000 de judeus que estavam sendo caçados, torturados, morrendo
de fome, em vias de serem exterminados. Na época Hitler ainda nem
pensava em ser político. É preciso acrescentar que o algarismo 6
tem um significado cabalístico, as vezes os jornais da época o
citavam com cinco zeros e outras com seis.
Com
a Segunda Guerra, que eles desencadearam contra a Alemanha,
encontraram sua oportunidade. Parece que até mesmo esse antagonismo
que existe contra o povo germânico pode ter raízes bíblicas. É o
que se poderia se deduzir das interpretações que se fazem da
história de Isaque, Rebeca, Jacó e Esaú.
O
HOLOCAUSTO gerou os efeitos objetivados. O recém-criado Estado de
Israel recebeu indenizações bilionárias da derrotada Alemanha e
doações de valor inimagináveis dos EUA. Em armamento é uma das
nações mais fortes do mundo. Holocausto virou mito. Aconteceu!
Ninguém tem que duvidar. Duvidar é HERESIA, motivo indiscutível em
muitas nações para ser levado aos tribunais e sofrer severas
punições. Tornou-se um DOGMA.
O
nome Holocausto foi cuidadosamente escolhido, significa “Sacrifício
pelo Fogo”. Lembra o Redentor que “em sacrifício” morreu na
cruz, dando origem a dois milênios da chamada ERA CRISTÃ. O livro
de Weintraub dá a entender que estamos diante de um dissídio
religioso. Mesmo por que não haveria lugar para dois Messias. É
significativa a transmutação que vem ocorrendo em certas igrejas
evangélicas. Edir Macedo está se esmerando em construir Templos de
Salomão e rabinos vêm tendo oportunidade de realizar palestras em
comunidades cristãs. Teríamos chegado ao fim dos tempos de "Amai-vos"? Estamos mais para "Odiai-vos"...
Não
é possível deixar de atribuir ao fenômeno, ou melhor ao dogma
HOLOCAUSTO a causa das grandes e dramáticas transformações que
estão abalando o nosso planeta. Entre elas a substituição de raças
e etnias que, ao que parece, não mais é reversível.
Fica
a pergunta: Se Europa e Estados Unidos não resistirem ao processo
migratório que está em andamento, restará espaço para o
cristianismo?
4 de fevereiro de 2016
PRESIDENTE TRUMAN EXPLICA
Não
é que minha
última postagem sobre o POLITICAMENTE
CORRETO
tenha sido exatamente um campeão de audiência, mas
levantou alguma poeira. Houve até quem trouxe brilhante
esclarecimento sobre a origem e significado da expressão. Uma fonte
não identificada me enviou cópias de quatro telegramas trocados
entre o então presidente Harry Truman e o Gen.Douglas MacArthur um
dia antes da assinatura efetiva do acordo de capitulação em
setembro de 1945 . O
conteúdo desses quatro telegramas está exatamente representado como
foram recebidos no fim da guerra. Acompanhem:
----------------------------------------
_
(1) TÓQUIO, JAPÃO _
_
0800-SETEMBRO 1,1945 _
_PARA:
O PRESIDENTE HARRY S TRUMAN _
_DE:
GENERAL MACARTHUR
_
AMANHÃ NÓS NOS ENCONTRAREMOS COM AQUELES BARRIGA-AMARELAS BASTARDOS
E ASSINAREMOS OS DOCUMENTOS RENDIÇÃO, ALGUMA INSTRUÇÃO DE ÚLTIMA
HORA? _
----------------------------------------
_
(2) WASHINGTON, D C _
_1300-1
DE SETEMBRO DE 1945 _
_PARA:
D MACARTHUR _
_DE:
H S TRUMAN
_
_
PARABÉNS, TRABALHO BEM FEITO, MAS VOCÊ DEVE SUAVIZAR SEU ÓBVIO
DESAGRADO PARA COM OS JAPONESES QUANDO SE DISCUTE OS TERMOS DA
RENDIÇÃO COM A IMPRENSA, PORQUE ALGUMAS DAS SUAS OBSERVAÇÕES SÃO,
FUNDAMENTALMENTE, POLITICAMENTE INCORRETOS! _
----------------------------------------
_
(3) TÓQUIO, JAPÃO _
_1630-1
DE SETEMBRO DE 1945 _
_PARA:
H S TRUMAN _
_DE:
D MACARTHUR E C H NIMITZ
_
_
WILCO SIR, MAS AMBOS CHESTER E EU ESTAMOS UM POUCO CONFUSOS, O QUE
QUER DIZER EXATAMENTE O TERMO POLITICAMENTE CORRETO? _
----------------------------------------
_
(4) WASHINGTON, D C _
_2120-1
DE SETEMBRO DE 1945 _
_PARA:
D MACARTHUR / C H NIMITZ _
_DE:
H S TRUMAN
_
_
POLITICAMENTE CORRETO
É UMA DOUTRINA, RECÉM DESENVOLVIDA
POR UMA MINORIA ALUCINADA
, ILÓGICA
E PROMOVIDA
POR UMA
GRANDE MÍDIA DOENTE, QUE ACREDITA
NA PROPOSIÇÃO DE QUE É
PERFEITAMENTE POSSÍVEL PEGAR UM PEDAÇO DE MERDA PELO PONTA
LIMPA!
_
----------------------------------------
Agora,
com um agradecimento especial aos MUSEU e Biblioteca Truman.
Independence, Missouri, nós finalmente temos uma melhor compreensão
do que "politicamente correto" realmente significa.
A
CULTURA CRISTÃ
No
mesmo artigo me refiro à Cultura Cristã, que estaria sendo
substituída por uma Cultura Marxista, e um leitor se aflige,
perguntando como é que um velho nazista pode falar em “Cultura
Cristã”. Ele incorre em dois enganos. É incontestável que nos
últimos dois milênios a vida social, política e cultural nos
países do ocidente foi marcada pela religião cristã. Assim, quer
queiram, quer não, religiosos praticantes, ateus, agnósticos e
outros mais ou menos votados são fruto da mesma. Falar em Cultura
Cristã não é prerrogativa de professantes da religião.
O
segundo engano é aquele que situa a ideologia nacional-socialista e
o cristianismo em campos opostos. Isto é consequência da campanha
difamatória que aquela ideia política sofreu desde sempre. Hitler,
seu expoente, é retratado e visto universalmente como o anticristo,
o mau, a maldade em pessoa. Será que é verdade, foi isso mesmo?
Wikipedia
diz o seguinte: Adolf Hitler foi criado por seu pai, que era
católico, e por sua mãe, que também era cristã devota. Hitler,
contudo, deixou de participar dos sacramentos e passou a apoiar o
Movimento Cristão Alemão. Em seu livro, Mein Kampf, ele afirmou
seguir os princípios do cristianismo. Antes do começo
da Segunda Guerra Mundial, Hitler promovia o chamado "cristianismo
positivo", um movimento que expurgava do cristianismo todos os
elementos do judaísmo e inseria ideais nazistas.
Em
seus públicos
discursos, especialmente no começo de seu governo, Hitler
frequentemente descrevia positivamente a Cultura Cristã alemã, e a
sua crença em um Cristo ariano. Pouco antes de sua ascensão ao
poder Hitler discursou perante uma multidão em Munique. "Meus
sentimentos, como Cristão, mostram-me meu Deus e Salvador como um
lutador. ... Como Cristão eu tenho o dever de ser um guerreiro pela
justiça e verdade."
“HITLER
A CURTA DISTÂNCIA”
Este
é o título de um livro escrito por Otto Wagener, publicado pela
Editora Arndt, Kiel – Alemanha em 1987. Consta que há uma edição
em inglês também. Wagener era companheiro e confidente de Hitler
desde as primeiras horas. Como general, prisioneiro de guerra dos
britânicos, escreveu esse livro, buscando relatar as longas
conversas que
teve com o amigo sobre
os mais diversos assuntos. Transcrevo algumas poucas linhas do
que seriam palavras de Hitler e que,
com
certeza, surpreenderão a gregos e troianos traçando
um quadro bem
diferente daquele
ao qual o mundo foi induzido:
“Eles
até anunciam que pregam o ensinamento de Cristo. Mas sua vida e atos
são um golpe constante contra este ensinamento e seus criadores, e
uma negação de Deus! Nós resgatamos novamente este ensinamento!
(...)
Nós
precisamos sentir o todo, o pensamento, a atuação, resgatar a fé
do povo do individualismo presunçoso anticristão, do egoísmo e do
tolo farisaísmo da arrogância pessoal e nós devemos educar
principalmente a juventude dentro do espírito daquelas palavras de
Cristo, que nós novamente postulamos: amai o próximo como a ti
mesmo, leve em consideração o próximo, pense que não cada um de
vocês é sozinho uma parte da criação de Deus, mas que vocês são
irmãos! Com repugnância e desprezo a juventude se separará daquela
hipocrisia que pronuncia o nome de Cristo, mas tem o Diabo no
coração; que dão esmolas para poderem se deliciar na gastança;
que abarrotam os próprios bolsos com o trabalho do próximo; que
pregam a paz, mas trabalham para a guerra. (...)
Veja
você, Wagener: nossa missão não é econômica. Naturalmente a
economia e sua ética devem se ajustar às condições deste
Socialismo. Eu aprovo todos seus planos. Mas eles não são os
objetivos primários. Encher o povo com a fé ressuscitada e com sua
concepção do mundo, que já foi porto seguro de povos com extrema
necessidade, este é o objetivo primário! E como os mais velhos em
sua maioria já estão entrelaçados com seus interesses econômicos
e espírito egoísta, nós podemos preponderantemente nos apoiar
somente na juventude. Ela é a razão, pela qual para seu povo e sua
humanidade o reino dos céus está sendo conquistado!”
Aqui
tenho
que
lembrar que talvez
não
seja
POLITICAMENTE CORRETO acreditar nestas palavras.
CENSURA
EM NOME DO POLITICAMENTE CORRETO
A
revista eletrônica CONSULTOR JURÍDICO da Dublê Editorial acaba de
envergonhar a comunidade que
representa censurando
ostensivamente artigo do conhecido jurista Dr. Antonio Caleari,
também autor do livro “Malleus Holoficarum” - Editora Chiado –
Portugal. Caleari
já por outras vezes foi colaborador da mesma
revista,
tendo agora abordado o tema da punibilidade da negação do
Holocausto. O artigo foi aceito pelo Conselho Editorial, publicado
e no mesmo dia retirado. Pode
ser lido agora sob:
Concluo
a postagem de hoje tendo a impressão de que também a este caso, que
acabo de expor, se explica com a definição dada pelo Presidente
Harry S.Truman naquele telegrama ao General MacArthur.
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