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22 de janeiro de 2018

SHITHOLE

Tem gente que não anda muito satisfeita com as condições de vida no seu país. Daí não é raro se ouvir a expressão “não aguento mais viver neste país de merda”. Pois estas três últimas palavras andaram bombando ultimamente na nossa imprensa. É que teriam sido ditas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, numa reunião em que se discutia a migração, para classificar o Haiti e países africanos. Parece que ele chamou os países de shithole. Fui atrás da tradução de shithole. Não achei. Encontrei o significado: lugar extremamente sujo, mísero ou de outra forma desagradável (an extremely dirty, shabby, or otherwise unpleasant place). Portanto referiu-se a um lugar, não às pessoas, como querem os politicamente corretos, que gostam de acusar seus inimigos de RACISTAS. Mas a mídia unida globalista não quer saber se o que afirma está certo ou não. Usou de liberdade poética quando reportou o caso. Confia na sua persistência.

O que realmente vem motivando a exasperação de Trump é o movimento de Substituição Cultural que os globalistas desencadearam nos países chamados de primeiro mundo e que na realidade, talvez em escala menor, ou, dadas as dimensões do país, menos ostensiva, preocupa também os americanos.

Não é possível deixar de reconhecer que essa Substituição Cultural tem como objetivo claro e definido, a miscigenação das sociedades que até agora eram constituídas em sua maioria por brancos e onde predomina a religião cristã. Mas não tem só sua componente racial e religiosa, da qual podem ser esperadas sérias perturbações sociais. As migrações em massa deverão provocar grandes desequilíbrios nas economias dos países afetados.


Em um só ano, na Alemanha por exemplo, houve o ingresso incontrolado de mais de um milhão de pessoas, oriundas da Ásia e África, de regiões onde predomina a religião islâmica. A maioria homens jovens, sem qualificação profissional e com direito a chamar os familiares. Imaginem o tamanho de uma família muçulmana, onde o homem pode casar com mais de uma mulher. Tudo isso num país que já tem uma densidade demográfica de 230 pessoas por km2, dez vezes maior que a do Brasil.

Quanto a Trump, acho que está fazendo o que prometeu ao eleitorado americano. Mostra-se decididamente nacionalista e com isto impõe uma trégua no movimento globalista que estava conquistando terreno de maneira acelerada. Acredito que pode se atribuir ao globalismo a principal causa da deterioração que se verifica na moralidade administrativa do nosso e de outros países. Um mundo sem fronteiras será o caos. É o caos que pretendem. Acho que devemos dar um voto de confiança a Trump e não dar muita atenção à campanha difamatória em curso nos nossos principais veículos de comunicação.


Antes de concluir quero registrar com profundo pesar o falecimento de SALVADOR BORREGO ESCALANTE, um dos pioneiros do revisionismo mundial. Nasceu no México em abril de 1915, onde faleceu dia 8 deste mês, pouco antes de completar 103 anos de idade. Jornalista, publicou vários livros, dentre os quais destaca-se o título DERROTA MUNDIAL, editado em 1953. Já então, poucos anos após término da Segunda Guerra, Borrego afirmava nessa obra que quem a perdeu não foi a Alemanha, ou Hitler, mas, isto sim, o mundo inteiro.