O que aconteceu em CHRISTCHURCH nada mais é do que uma sequência do que houve em NOVA IORQUE a dezoito anos atrás. Com o ruir das torres do World Trade Center abriram-se as cortinas para a encenação da NOVA ORDEM em público. Com as quase 3000 vítimas no WTC começou uma grande matança mundial sob a égide do “terrorismo”. Uma palavra que a partir de então marca constante presença nos noticiários.
Mas ela não só patrocinou as guerras no Oriente Médio, a “Primavera Árabe”, a destruição da Líbia e até a guerra na Síria. Nesta caminhada fez surgir o Estado Islâmico, talvez o objetivo maior da NOVA ORDEM MUNDIAL.
Para não me tornar repetitivo, eu recomendaria a leitura, aqui neste blog, da postagem que publiquei em 13.04.2018 sob o título “O QUE É GLOBALISMO”, e , se não for demais, também a anterior.
Voltando ao IS (Islamic State). É chamado estado, mas não tem estado, não tem fronteiras, não tem estrutura de governo, não tem Banco Central, não tem população, só tem guerreiros! Assim teve, ou tem, dinheiro para compra de material bélico, para alimentar e movimentar suas tropas, para cortar cabeças. Foi criado para fazer nascer uma consciência islâmica, uma união dos muçulmanos, isto porque o grande objetivo dos globalistas é fazer com muçulmanos e cristãos se dizimem mutuamente. O grande Pacto Migratório assinado recentemente em Marraquexe, com a presença de 150 países faz parte desta estratégia. Quanto a esse pacto a chanceler alemã Merkel revelou um detalhe curioso: Se enganam os representantes dos países, que pensam estarem livres dos compromissos do acordo, porque a assinatura de dois terços validou seus termos para TODOS.
Além de guerras, no que se refere a atos de terrorismo, tudo o que vem acontecendo desde que Bush pai mencionou em público pela vez primeira a NOVA ORDEM MUNDIAL (isto num discurso em 11.9.1990, curiosamente 11 anos antes do WTC em 2001), é parte do grande projeto de estabelecê-la. Anders Breivik, Oslo 2011, iniciou a série que por ora terminou em Christchurch. No entremeio houve Barcelona, Londres, Bataclan, Charlie Hebdo, Nice e Berlim. O primeiro e o último teriam como autores cristãos ou brancos, ambos aprisionados. As demais ocorrências supostamente foram causadas por seguidores do islã, que ou não sobreviveram ou não foram detidos.
Os autores Anders Breivik e o último, Brenton Tarrant, chegaram a escrever longos manifestos. Não sei se foram publicados, ou não, e também não procurei. Tenham os atentados sido executados por iniciativa própria dos autores, ou gerenciados por outros escalões, o certo é que tudo o que foi relacionado aí em cima se enquadra, faz parte, de uma ardilosa estratégia diabólica, monitora da implantação do globalismo.
31 de março de 2019
21 de março de 2019
NÃO FOI ELE!
“...e a culpada de tudo foi a Alemanha.” Assim terminou minha postagem anterior. Mas vamos continuar neste assunto, porque a guerra continua.
Ainda no último fim de semana a RPC da Globo não se pejou em brindar seus telespectadores pela enésima vez com uma reportagem sobre o holocausto. É de se reconhecer que os patrocinadores desta matéria são de uma persistência insuperável. Graças a ela conseguiram meios para construir um estado inteiro e talvez nunca mais terão que temer um povo que teve o desplante de querer interferir nos seus projetos mais ambiciosos. Além de se servirem dessa colaboração dos meios de comunicação, que vem se estendendo por décadas, ainda fizeram com que o judiciário de muitos países trabalhasse para eles, punindo quem a eles se opusesse. Aqui felizmente o Congresso brasileiro mostrou soberania, não se submetendo a demandas impertinentes.
Voltando ao American Hebrew, assunto da matéria anterior. Ali já deve ter ficado claro quem realmente queria a guerra, a 2a GUERRA MUNDIAL. Certamente não foi, como todas as escolas ensinam, como quase toda literatura mundial expõe, como letra, som e imagem dos jornais, rádio e teletransmissoras repetem, a Alemanha, aquele desventurado Reich de Adolf Hitler.
== Hitler acabara de tomar posse como chanceler da Alemanha, quando seis semanas depois, dia 24 de março de 1933, o DAILY EXPRESS de Londres publica em sua 1a.Página a manchete JUDEA DECLARES WAR ON GERMANY (Judeus declaram guerra à Alemanha). Ainda não existia o estado de Israel, mas dizia o texto “(...)Quatorze milhões de judeus em todo mundo (…) O Reich está diante de um boicote total no comércio, nas finanças e na indústria.”
== Bernard Lecache. fundador da Liga Judaica Mundial, já dissera em 20.7.1932: “Alemanha é nosso inimigo de estado nr.1, é nosso obrigação lhe declarar uma guerra impiedosa.”
Existem outras citações da época que, em seu espírito, seriam repetitivas, mas há mais um aspecto, que geralmente é até alegado como prova da agressão alemã e que merece aqui ser analisado. Seus soldados teriam sido os primeiros a atravessar a fronteira para a Polônia. Realmente o fizeram, mas não para desencadear uma guerra e sim, para dar proteção aos 740 mil alemães que viviam em regiões desmembradas em 1919 pelo Tratado de Versailles e estavam sofrendo perseguições cada vez mais provocativas e sangrentas.
Com a derrota bolchevista em 1917 a Polônia conseguiu se reestruturar como república independente, mas não se desenvolveu de maneira pacífica e neutra. Sua história fora marcada por muitas mudanças de fronteiras que acompanhavam mudanças que por herança ou acordos aconteciam nas famílias reinantes. Logo após término da 1a.Guerra e em desrespeito ao Tratado de Versailles, constituiu grande contingente de forças armadas. No período entre as duas guerras realizou ataques contra os países vizinhos, como a União Soviética, enfraquecida pela revolução, Lituânia, Alemanha e Tchecoslováquia, incorporando áreas fronteiriças ao seu território. Mal Hitler tinha sido empossado, o chefe de estado Polonês, Mal.Pilsudski já chegou a convidar a França para atacarem a Alemanha em conjunto. Seu sonho era empurrar a fronteira oeste para próximo de Berlim (o que afinal aconteceu após término da Segunda Guerra).
A Inglaterra, principal interessada em acabar com o crescimento econômico que a Alemanha vinha desenvolvendo, aproveitou-se da situação e fez da Polônia uma armadilha. Garantiu-lhe proteção armada contra qualquer agressão estrangeira, fazendo os poloneses deitar e rolar. Tanto que já mobilizaram suas tropas em março de 1939 e rechaçaram todas as propostas de acordo. Riam das advertências alemãs e, convencidos de sua superioridade, consideraram os blindados alemães feitos de papelão. Sua cavalaria chegou a atacá-los com lanças.
O que é esquecido pela história é que em 5/9/1939 a Eslováquia também declarou guerra à Polônia e dez dias depois a União Soviética invadiu o país pelo leste e acabou ocupando metade do território polonês. Curiosamente o verdadeiro estopim da guerra, a garantia de proteção dada por britânicos e franceses, contra estes países não foi acionada.
E para terminar:
“Estamos em guerra com Hitler desde o dia em que tomou posse”.
THE JEWISH CHRONICLE/Londres -8.5.1940
Então, quem foi o grande culpado?
Ainda no último fim de semana a RPC da Globo não se pejou em brindar seus telespectadores pela enésima vez com uma reportagem sobre o holocausto. É de se reconhecer que os patrocinadores desta matéria são de uma persistência insuperável. Graças a ela conseguiram meios para construir um estado inteiro e talvez nunca mais terão que temer um povo que teve o desplante de querer interferir nos seus projetos mais ambiciosos. Além de se servirem dessa colaboração dos meios de comunicação, que vem se estendendo por décadas, ainda fizeram com que o judiciário de muitos países trabalhasse para eles, punindo quem a eles se opusesse. Aqui felizmente o Congresso brasileiro mostrou soberania, não se submetendo a demandas impertinentes.
Voltando ao American Hebrew, assunto da matéria anterior. Ali já deve ter ficado claro quem realmente queria a guerra, a 2a GUERRA MUNDIAL. Certamente não foi, como todas as escolas ensinam, como quase toda literatura mundial expõe, como letra, som e imagem dos jornais, rádio e teletransmissoras repetem, a Alemanha, aquele desventurado Reich de Adolf Hitler.
== Hitler acabara de tomar posse como chanceler da Alemanha, quando seis semanas depois, dia 24 de março de 1933, o DAILY EXPRESS de Londres publica em sua 1a.Página a manchete JUDEA DECLARES WAR ON GERMANY (Judeus declaram guerra à Alemanha). Ainda não existia o estado de Israel, mas dizia o texto “(...)Quatorze milhões de judeus em todo mundo (…) O Reich está diante de um boicote total no comércio, nas finanças e na indústria.”
== Bernard Lecache. fundador da Liga Judaica Mundial, já dissera em 20.7.1932: “Alemanha é nosso inimigo de estado nr.1, é nosso obrigação lhe declarar uma guerra impiedosa.”
Existem outras citações da época que, em seu espírito, seriam repetitivas, mas há mais um aspecto, que geralmente é até alegado como prova da agressão alemã e que merece aqui ser analisado. Seus soldados teriam sido os primeiros a atravessar a fronteira para a Polônia. Realmente o fizeram, mas não para desencadear uma guerra e sim, para dar proteção aos 740 mil alemães que viviam em regiões desmembradas em 1919 pelo Tratado de Versailles e estavam sofrendo perseguições cada vez mais provocativas e sangrentas.
Com a derrota bolchevista em 1917 a Polônia conseguiu se reestruturar como república independente, mas não se desenvolveu de maneira pacífica e neutra. Sua história fora marcada por muitas mudanças de fronteiras que acompanhavam mudanças que por herança ou acordos aconteciam nas famílias reinantes. Logo após término da 1a.Guerra e em desrespeito ao Tratado de Versailles, constituiu grande contingente de forças armadas. No período entre as duas guerras realizou ataques contra os países vizinhos, como a União Soviética, enfraquecida pela revolução, Lituânia, Alemanha e Tchecoslováquia, incorporando áreas fronteiriças ao seu território. Mal Hitler tinha sido empossado, o chefe de estado Polonês, Mal.Pilsudski já chegou a convidar a França para atacarem a Alemanha em conjunto. Seu sonho era empurrar a fronteira oeste para próximo de Berlim (o que afinal aconteceu após término da Segunda Guerra).
A Inglaterra, principal interessada em acabar com o crescimento econômico que a Alemanha vinha desenvolvendo, aproveitou-se da situação e fez da Polônia uma armadilha. Garantiu-lhe proteção armada contra qualquer agressão estrangeira, fazendo os poloneses deitar e rolar. Tanto que já mobilizaram suas tropas em março de 1939 e rechaçaram todas as propostas de acordo. Riam das advertências alemãs e, convencidos de sua superioridade, consideraram os blindados alemães feitos de papelão. Sua cavalaria chegou a atacá-los com lanças.
O que é esquecido pela história é que em 5/9/1939 a Eslováquia também declarou guerra à Polônia e dez dias depois a União Soviética invadiu o país pelo leste e acabou ocupando metade do território polonês. Curiosamente o verdadeiro estopim da guerra, a garantia de proteção dada por britânicos e franceses, contra estes países não foi acionada.
E para terminar:
“Estamos em guerra com Hitler desde o dia em que tomou posse”.
THE JEWISH CHRONICLE/Londres -8.5.1940
Então, quem foi o grande culpado?
4 de março de 2019
ESCOLHIDOS, ILUMINADOS E CLARIVIDENTES
Já
em 1938, ano anterior ao início da II Grande Guerra, um
artigo no
AMERICAN
HEBREW
prevê o
fim
de Hitler e do
regime nacional-socialista:
As
forças da reação se mobilizam. A coalizão Inglaterra, França e
Rússia soviética, vai
enfrentar mais
cedo ou mais tarde o curso vitorioso
do Führer,
embriagado pelo sucesso. Seja
por
acaso
ou por
planejamento,
em cada um desses países se
encontra no posto
importante um judeu. A vida de milhões está nas mãos de
não-arianos. No
momento
Blum não é
o
primeiro-ministro da França, mas o presidente Lebrun é apenas
um
anteparo.
Léon
Blum é um judeu excepcional,
é
só ele que conta.
Ele ainda poderá
se tornar o
Moisés,
que na
hora certa conduzirá
o povo francês à guerra. E Litvinov? Um grande judeu sentado à
direita de Stalin, este pequeno soldadinho de chumbo do comunismo!
Litvinov cresceu
tanto, a ponto de superar qualquer
dos
camaradas
da Internacional, com exceção do guardião do Kremlin o
do
rosto pálido (devem
estar se referindo a Lasar Moissejewitsch Kaganowitsch, o poderoso
rei judeu “Kagan”).
Litvinov criou
o pacto franco-soviético e o
pôs
em prática. Foi ele quem comprou Roosevelt! ... E Hore-Belisha!
Agradável, suave e habilidoso, ambicioso e competente, fervilhante e
autoritário. Sua estrela ainda está em ascensão. Ele vai seguir os
passos de Disraeli
para
a
Downing Street no. 10, onde se
decide o
destino de todas as pessoas sob a coroa (Benjamin
Disraeli foi primeiro-ministro
do Reino Unido).
Este jovem agressivo transformou o exército inglês. De uma
desgrenhada
(desordenada),
rasgada,
desbotada
massa covarde, ele soube
criar (para nós) uma máquina de guerra e lhe
dar
o poder de um exército guerra. Esses três filhos de Israel irão
se
unir,
a
fim de
mandar o louco ditador nazista para o inferno. Não
será de leve que ele será rebaixado à fossa. Então
os judeus cantarão Aleluia. O Todo-Poderoso condenou os nazistas
ordinários
a tormentos eternos. Não há dúvida de que essas nações estarão
lado a lado em uma ativa
aliança
contra Hitler. Quando depois
da batalha a fumaça tiver se dissipado,
quando a corneta
parar de trombetear
e o silvo das balas
tiver
silenciado,
então o trio dos
não-arianos vai cantar o Requiem, que soará
incrivelmente
semelhante
à Marselhesa, ao
hino nacional britânico, ao
God
Save the
King e
a Internacional,
que será harmonizado em conjunto para um grand finale do militar,
orgulhoso e exigente Eli Eli.
(Erich
Kern, "Verheimlichte
Dokumente",
FZ-Verlag, 1988, ISBN 3-924309-08-6; Páginas 154, 15
******************
O
jornal deixou de mencionar mais um
filho de Israel, Franklin Delano Roosevelt, já então presidente dos
Estados Unidos, judeu
por parte de Delano.
Mais
tarde, em 1940, judeu também por parte de mãe, Winston
Churchill
veio a se juntar a eles como primeiro-ministro do Reino Unido.
E a culpada de tudo acabou sendo a ALEMANHA...
E a culpada de tudo acabou sendo a ALEMANHA...
23 de fevereiro de 2019
FORÇAS OCULTAS
Com certeza foi surpreendente a coordenação e presteza com que governos dos mais diversos países (50?), incluindo o do Brasil, reconheceram em prazo de poucos dias o tal autonomeado governo “Guaidó” para a Venezuela. Isto, apesar de ser discutível sua legitimidade. Mas o que não deixa de chamar a atenção é o fato de que entre os adversários do governo Maduro vamos encontrar não só globalistas, o que era de se esperar, porém também nacionalistas. É verdade que o governo Maduro, sucessor de Chaves, nasceu como socialista, portanto de esquerda, e são justo os comunistas os que mais o criticam.
Diante do desenrolar do “affaire” justifica-se perguntar: Quem, ou o quê, fez um Donald Trump reconhecer um Guaidó como presidente interino? Justamente Trump, o do Muro, o da “America first”. E os nossos aqui, não deixaram bem claro que são nacionalistas? Não temos problemas próprios em número suficiente? Aí veio o termo-chave já eternizado pela Merkel na Europa: HUMANITÁRIO. Este vai encaminhar muita coisa...
Fica muito claro, mesmo para quem é apenas medianamente informado, que são outros os que estão determinando a direção. São FO – Forças Ocultas! Desde o tempo em que Getúlio e depois Janio Quadros as mencionaram elas cresceram, ganharam muita força, tudo com o intuito de exercer o domínio global.
É provável que as FO de hoje sejam a continuidade de uma ação iniciada em 1774, quando ADAM WEISHAUPT (1748 – 1830) , em Ingolstadt (perto de Munique) na Baviera, fundou a Ordem dos ILLUMINATI. Fora educado num colégio de jesuitas, do qual acabou sendo diretor. Foi aluno do filósofo judeu Mendelsohn e consta que em 1770 foi procurado por sócios da casa bancária ROTHSCHILD. Teria sido este encontro a origem do propósito de se criar a citada ordem.
Os objetivos dos ILLUMINATI desde sempre foram ambiciosos e revolucionários. Teriam eles alguma ligação com a antiga ORDEM DE SION (Prieuré de Sion), que acolhera o que sobrou dos Templários, depois da inclemente perseguição que estes sofreram pelo Rei Felipe IV da França e pelo Papa Clemente V. Os Illuminati são contra a Igreja e definiram a tática da INFILTRAÇÃO nos órgãos diretivos dos países, que já deixa claro a existência de um plano de domínio amplo e abrangente. Weishaupt acabou expulso da Baviera, o que só acelerou a expansão de sua ação. Em 1778 começou a infiltração nas lojas maçônicas e apenas quatro anos depois viu o Congresso norte-americano aprovar o brasão nacional de concepção nitidamente por eles influenciada. Em 1787 já existiam nos EUA dezesseis Lojas da Ordem. Da primeira era membro Clinton Roosevelt, ancestral direto de Franklin Delano Roosevelt. Os Illuminati foram apoiados pelo Duque Ernst von Sachsen-Gotha, ancestral da Rainha Elisabeth II da Inglaterra.
“No acredito en brujas, mas que las hay, las hay.”
E são estas bruxas, quem está preparando as poções e trama os pauzinhos em mais este caso, agora envolvendo o país vizinho a Venezuela.
QUE NÃO VENHA A SER UMA PRIMAVERA SULAMERICANA
Diante do desenrolar do “affaire” justifica-se perguntar: Quem, ou o quê, fez um Donald Trump reconhecer um Guaidó como presidente interino? Justamente Trump, o do Muro, o da “America first”. E os nossos aqui, não deixaram bem claro que são nacionalistas? Não temos problemas próprios em número suficiente? Aí veio o termo-chave já eternizado pela Merkel na Europa: HUMANITÁRIO. Este vai encaminhar muita coisa...
Fica muito claro, mesmo para quem é apenas medianamente informado, que são outros os que estão determinando a direção. São FO – Forças Ocultas! Desde o tempo em que Getúlio e depois Janio Quadros as mencionaram elas cresceram, ganharam muita força, tudo com o intuito de exercer o domínio global.
É provável que as FO de hoje sejam a continuidade de uma ação iniciada em 1774, quando ADAM WEISHAUPT (1748 – 1830) , em Ingolstadt (perto de Munique) na Baviera, fundou a Ordem dos ILLUMINATI. Fora educado num colégio de jesuitas, do qual acabou sendo diretor. Foi aluno do filósofo judeu Mendelsohn e consta que em 1770 foi procurado por sócios da casa bancária ROTHSCHILD. Teria sido este encontro a origem do propósito de se criar a citada ordem.
Os objetivos dos ILLUMINATI desde sempre foram ambiciosos e revolucionários. Teriam eles alguma ligação com a antiga ORDEM DE SION (Prieuré de Sion), que acolhera o que sobrou dos Templários, depois da inclemente perseguição que estes sofreram pelo Rei Felipe IV da França e pelo Papa Clemente V. Os Illuminati são contra a Igreja e definiram a tática da INFILTRAÇÃO nos órgãos diretivos dos países, que já deixa claro a existência de um plano de domínio amplo e abrangente. Weishaupt acabou expulso da Baviera, o que só acelerou a expansão de sua ação. Em 1778 começou a infiltração nas lojas maçônicas e apenas quatro anos depois viu o Congresso norte-americano aprovar o brasão nacional de concepção nitidamente por eles influenciada. Em 1787 já existiam nos EUA dezesseis Lojas da Ordem. Da primeira era membro Clinton Roosevelt, ancestral direto de Franklin Delano Roosevelt. Os Illuminati foram apoiados pelo Duque Ernst von Sachsen-Gotha, ancestral da Rainha Elisabeth II da Inglaterra.
“No acredito en brujas, mas que las hay, las hay.”
E são estas bruxas, quem está preparando as poções e trama os pauzinhos em mais este caso, agora envolvendo o país vizinho a Venezuela.
QUE NÃO VENHA A SER UMA PRIMAVERA SULAMERICANA
11 de fevereiro de 2019
27 de janeiro:dia da memória do Holocausto
Os judeus desenterram os mortos no Brasil, mas enterram os vivos na Palestina
Por: CHAUKE STEPHAN FILHO *
“Sonhos de crianças judias de Theresienstadt em exposição de desenhos”. Esta era a manchete da matéria de 26 jan. 2019, na revista digital Conexão Política. Que bonito! Que lindo! Oh! Quantas emoções...
Não só no 27 de janeiro, senão também por todo o ano, por todos os meios de comunicação, somos “gaseados” pelas lembranças do sempre badalado “Holocausto”. Essa tal “exposição” na Sinagoga (do diabo) de Pinkas, em Praga (Chéquia), é mais uma das famosas histórias de campos de concentração. Seu teor é de pieguice e mentira em altas doses. Tais histórias abundam na mídia e muita gente ainda acredita nelas. Santa ingenuidade!
Os judeus são os maiores mestres na arte da dissimulação, não apenas em termos das técnicas de camuflagem militar. Agora mesmo estavam no Brasil para desenterrar mortos em Brumadinho. “Um povo de bom coração!”, já disse alguém comovido por tanta “solidariedade”. “Bom coração” ?! Humm… Será?
Não!! Os judeus desenterram os mortos no Brasil, mas enterram os vivos na Palestina.
A intenção declarada das histórias do tipo “Anne Frank” não poderia ser mais edificante: cultuar a memória da violência racial para que não se repita. A repressão, a perseguição e morte massivas de minorias são associadas à “intolerância” das maiorias. Em milhares de anos de história, utopias continuam não tendo lugar neste “vale de lágrimas”. Será que se as minorias estivessem no poder o mundo seria melhor?
Na verdade, as minorias não fazem o mundo melhor. Tomemos, por exemplo, o caso das minorias judaicas. Os judeus tomaram o poder na Alemanha, e os alemães estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na África do Sul e os africânderes estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na Palestina, e os palestinos estão desaparecendo.
Não restará nenhum gói, a não ser como escravo, quando for completo o controle do mundo pelos sábios de Sião. E por quê? Porque nós somos maus, nós somos intolerantes, nós somos racistas, porque queremos fechar fronteiras e porque eles são os ditadores da virtude, que abraçam as minorias e querem dar o mundo a elas. O mundo! Mas não “Israel”. Então o Estado judeu existirá como ilha de ordem e unidade étnica em meio a um oceano de caos e “diversidade”. Aí, finalmente, nada nem ninguém haverá que poderá resistir ao poder absoluto de Sião.
Como se sabe, o território conquistado pela entidade sionista têm fronteiras móveis, tendentes à expansão perpétua, sendo muito bem vigiadas com o emprego de aparato eletrônico de alta tecnologia. Bilhões de dólares são investidos nas condições políticas, econômicas, sociais, diplomáticas, geográficas, militares e psicológicas mais favoráveis à manutenção da pureza racial do judeu. Em “Israel” os “migrantes” palestinos não poderiam se estabelecer mesmo se para lá fossem cantando aquela canção de John Lennon (Imagine) e ferindo o céu com o signo tão alegre da bandeira septicolor. Os judeus conquistaram o seu espaço vital, e quase todo o resto do mundo resta num espaço mortal.
Entre os investimentos da entidade sionista na projeção de seu poder em qualquer parte do mundo, nas diversas áreas de seu interesse, como espionagem, sabotagem, guerra, genocídio, direitos humanos, ongues, assassinatos etc., estão as inversões na chamada “indústria do holocausto” (Norman Finkelstein). O holocausto, também conhecido como “holoconto” ou “holofraude”, consiste na gigantesca calúnia contra os alemães, que já dura mais de setenta anos, atribuindo-lhes a prática de atrocidades nos campos de concentração, como seria o caso da suposta execução de seis milhões de judeus em “câmaras de gás”.
A indústria do holocausto vale-se da mídia para disseminar tais lorotas. Jornalistas e escritores emprestam o seu talento ficcional para criação de dramas sentimentais com base nos “testemunhos” de “sobreviventes” dos “campos de extermínio” do “endemoninhado” Hitler. Depois da criação literária da culpa, depois de apontados os culpados, que podem ser indivíduos ou povos inteiros, entram em cena os advogados para cobrar as indenizações e, claro, os seus “honorários”.
Se há um holocausto verdadeiro, é o que ocorre na Palestina ocupada. A propósito, quais seriam os sonhos das crianças palestinas? Na verdade, enquanto as crianças judias "sonham", as crianças palestinas têm pesadelos. E decerto esses pesadelos não são coisa pior do que a violência real que sofrem, vitimadas a cada dia (mas principalmente às sextas-feiras) pela sanha de sangue e poder dos conquistadores judeus.
“Eretz Israel Hashlema”, o Grande Israel, o território sionista estendido do Nilo ao Eufrates. Eis o verdadeiro sonho judeu. Um sonho nada infantil cujas sangrentas consequências a memória do holocausto mantém no esquecimento.
* Chauke Stephan Filho nasceu em Cuiabá no ano de 1960. Com formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo como servidor da Prefeitura de Cuiabá, onde também serve como revisor. Texto originalmente publicado em HiperNotícias.
Por: CHAUKE STEPHAN FILHO *
“Sonhos de crianças judias de Theresienstadt em exposição de desenhos”. Esta era a manchete da matéria de 26 jan. 2019, na revista digital Conexão Política. Que bonito! Que lindo! Oh! Quantas emoções...
Não só no 27 de janeiro, senão também por todo o ano, por todos os meios de comunicação, somos “gaseados” pelas lembranças do sempre badalado “Holocausto”. Essa tal “exposição” na Sinagoga (do diabo) de Pinkas, em Praga (Chéquia), é mais uma das famosas histórias de campos de concentração. Seu teor é de pieguice e mentira em altas doses. Tais histórias abundam na mídia e muita gente ainda acredita nelas. Santa ingenuidade!
Os judeus são os maiores mestres na arte da dissimulação, não apenas em termos das técnicas de camuflagem militar. Agora mesmo estavam no Brasil para desenterrar mortos em Brumadinho. “Um povo de bom coração!”, já disse alguém comovido por tanta “solidariedade”. “Bom coração” ?! Humm… Será?
Não!! Os judeus desenterram os mortos no Brasil, mas enterram os vivos na Palestina.
A intenção declarada das histórias do tipo “Anne Frank” não poderia ser mais edificante: cultuar a memória da violência racial para que não se repita. A repressão, a perseguição e morte massivas de minorias são associadas à “intolerância” das maiorias. Em milhares de anos de história, utopias continuam não tendo lugar neste “vale de lágrimas”. Será que se as minorias estivessem no poder o mundo seria melhor?
Na verdade, as minorias não fazem o mundo melhor. Tomemos, por exemplo, o caso das minorias judaicas. Os judeus tomaram o poder na Alemanha, e os alemães estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na África do Sul e os africânderes estão desaparecendo. Os judeus tomaram o poder na Palestina, e os palestinos estão desaparecendo.
Não restará nenhum gói, a não ser como escravo, quando for completo o controle do mundo pelos sábios de Sião. E por quê? Porque nós somos maus, nós somos intolerantes, nós somos racistas, porque queremos fechar fronteiras e porque eles são os ditadores da virtude, que abraçam as minorias e querem dar o mundo a elas. O mundo! Mas não “Israel”. Então o Estado judeu existirá como ilha de ordem e unidade étnica em meio a um oceano de caos e “diversidade”. Aí, finalmente, nada nem ninguém haverá que poderá resistir ao poder absoluto de Sião.
Como se sabe, o território conquistado pela entidade sionista têm fronteiras móveis, tendentes à expansão perpétua, sendo muito bem vigiadas com o emprego de aparato eletrônico de alta tecnologia. Bilhões de dólares são investidos nas condições políticas, econômicas, sociais, diplomáticas, geográficas, militares e psicológicas mais favoráveis à manutenção da pureza racial do judeu. Em “Israel” os “migrantes” palestinos não poderiam se estabelecer mesmo se para lá fossem cantando aquela canção de John Lennon (Imagine) e ferindo o céu com o signo tão alegre da bandeira septicolor. Os judeus conquistaram o seu espaço vital, e quase todo o resto do mundo resta num espaço mortal.
Entre os investimentos da entidade sionista na projeção de seu poder em qualquer parte do mundo, nas diversas áreas de seu interesse, como espionagem, sabotagem, guerra, genocídio, direitos humanos, ongues, assassinatos etc., estão as inversões na chamada “indústria do holocausto” (Norman Finkelstein). O holocausto, também conhecido como “holoconto” ou “holofraude”, consiste na gigantesca calúnia contra os alemães, que já dura mais de setenta anos, atribuindo-lhes a prática de atrocidades nos campos de concentração, como seria o caso da suposta execução de seis milhões de judeus em “câmaras de gás”.
A indústria do holocausto vale-se da mídia para disseminar tais lorotas. Jornalistas e escritores emprestam o seu talento ficcional para criação de dramas sentimentais com base nos “testemunhos” de “sobreviventes” dos “campos de extermínio” do “endemoninhado” Hitler. Depois da criação literária da culpa, depois de apontados os culpados, que podem ser indivíduos ou povos inteiros, entram em cena os advogados para cobrar as indenizações e, claro, os seus “honorários”.
Se há um holocausto verdadeiro, é o que ocorre na Palestina ocupada. A propósito, quais seriam os sonhos das crianças palestinas? Na verdade, enquanto as crianças judias "sonham", as crianças palestinas têm pesadelos. E decerto esses pesadelos não são coisa pior do que a violência real que sofrem, vitimadas a cada dia (mas principalmente às sextas-feiras) pela sanha de sangue e poder dos conquistadores judeus.
“Eretz Israel Hashlema”, o Grande Israel, o território sionista estendido do Nilo ao Eufrates. Eis o verdadeiro sonho judeu. Um sonho nada infantil cujas sangrentas consequências a memória do holocausto mantém no esquecimento.
* Chauke Stephan Filho nasceu em Cuiabá no ano de 1960. Com formação em sociologia e política (PUC/RJ), português e literatura (UFMT) e educação (Unic), dedica-se ao estudo da sociologia do racismo como servidor da Prefeitura de Cuiabá, onde também serve como revisor. Texto originalmente publicado em HiperNotícias.
3 de fevereiro de 2019
EUROPA VAI PEGAR FOGO
O que a Europa está preparando já não é mais Marx, não é aquilo que se imaginava Comunismo, é, isto sim, a mais descarada interferência na obra da criação. Isso que vimos aí no vídeo é apenas um detalhe desta história tenebrosa.
Imaginem vocês, caros leitores, que um dia uma comissão, ou um departamento governamental aí donde vocês moram, comece a fazer um levantamento das casas existentes e dos moradores na região. Um levantamento que inclui:
- Área útil de cada casa.
- Número de moradores.
Digamos que no seu caso constataram que sua habitação tem 120 m2 de área útil e que nela moram 3 pessoas. Aí você fica sabendo que foi editado um novo dispositivo legal que determina que cada pessoa tem direito a um espaço habitacional de 10 m2 e que, consequentemente, nesta casa cabem mais 9 (nove) pessoas. Como é que você se sente agora? Pois deve ser mais ou menos o que estão sentindo os habitantes do continente europeu.
Em BRUXELAS, sede governamental da União Europeia, acaba de ser publicado um estudo que visa definir a CAPACIDADE POPULACIONAL de cada um dos 27 países que a integram e com base na DENSIDADE considerada possível. Aqui alguns exemplos:
- PORTUGAL – Área 92.072 km2
População existente: 10.599.095 - Densidade 115,12 p/km2
Capacidade Populacional: 81.472.905 - 7,7 vezes a atual
- ESPANHA - Área 504.782 km2 -
População existente: 44.474.631 - Densidade 88,11 p/km2
Capacidade Populacional: 460.307.369 - 10,3 vezes a atual
- EUROPA TOTAL 27 países - Área 4.328.973 km2
População existente: 495.270.075 - Densidade 114,41
Capacidade Populacional: 3.833.702.925 - 7,7 vezes a atual
Em outras palavras, acreditam que a Europa sozinha pode abrigar quase a metade de toda atual população do mundo. Teria isso algo a ver com a Migração Desenfreada combinada lá em Marraquexe? Não posso crer que queiram mesmo botar fogo no velho continente. Agora pergunto se não é curioso, que um assunto destes que interessa a pelo menos 27 nações, senão ao mundo todo, não sensibiliza os redatores de notícias dos nossos jornais e noticiários, muito menos os governantes daqui e dacolá?
Já a Venezuela, coitada, está na boca de todo mundo.
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