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19 de abril de 2019

ESCALADA PROFANADORA

A Catedral de Notre Dame, não só um monumento da Cidade Luz, Paris, como também um símbolo maior da cristandade, abre a semana santa deste ano ardendo em fogo piramidal. Isto depois de 856 anos, desde que começou a ser erigida. Chocante espetáculo transmitido ao mundo pelas telas eletrônicas.

Imagens tristemente impressionantes, mesmo para quem não professa a religião católica e, no sentido mais amplo, a cristã. Curiosamente não pensam assim os responsáveis pelos serviços noticiosos, que logo abrandam a exposição do assunto e pouca preocupação demonstram com a possível CAUSA do incêndio. O mesmo pode se dizer das autoridades, ao que parece entraram em férias. Apenas o presidente Emmanuele Macaron se apresentou prometendo reconstrução em 5 anos, o que contribuiu para recuperar um pouco a sua popularidade. Mas não se vê ministro ou chefe de polícia anunciando uma INVESTIGAÇÃO. A boca pequena se fala sobre um acidente provocado por trabalhos de solda em obras de manutenção. Talvez os pobres operários venham se eternizar como responsáveis, igual aquele copiloto do avião da Germanwings, que teria se suicidado, derrubando o avião que dirigia em 24/3/2015. Assim vai ficar. A TV vai se esmerar em mostrar lindas vistas daquela imponente edificação gótica, que durante séculos buscou fazer com que a humanidade se sentisse mais próxima do criador.

Já ficou bem claro que determinados ocorrências devem ser silenciadas. Nisto se inclui tudo que desperte a população para a grande ameaça que paira sobre o seu futuro. Bem mais provável que acidente de obra é que este inditoso incêndio também faça parte da guerra que foi desencadeada na Europa contra tudo que simboliza o cristianismo. Seu palco principal são França e Alemanha. O Gatestone Institute de Nova Iorque apresentou, UM DIA ANTES da ocorrência em Paris, uma matéria sob o título “Igrejas Europeias: Profanações, Incêndios  - Todos os Dias”. Cita ali que em 2017 foram registrados na França 878 ataques a igrejas ou símbolos cristãos (crucifixos, figuras, estátuas), número que se elevou no ano seguinte para 1.063.

Na Alemanha é a mesma coisa. E a mídia pouco fala ou escreve sobre isto. Diz o site: “há um silêncio eloquente tanto na França quanto na Alemanha em relação ao escândalo das profanações e à origem dos perpetradores. Nem uma palavra, nem mesmo o menor indício que de alguma maneira poderia levar à suspeita sobre os migrantes… Não são os perpetradores que correm o risco de serem banidos e sim aqueles que ousam associar a profanação dos símbolos cristãos à chegada dos imigrantes. Estes são acusados de ódio, discurso de incitamento ao ódio e racismo”.

Quanto maior a concentração de muçulmanos na região, maior a ocorrência de atentados. A grande maioria dos migrantes são invasores sem a menor intenção de se integrar aos hábitos e costumes dos autóctones. São agora ainda favorecidos pelo Pacto Migratório, assinado em dezembro na África. Não pode mais haver dúvidas que tudo faz parte de um tétrico plano que alguns chamam de SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL, outros de GENOCÍDIO RACIAL.

Fato é que nem pelo incêndio da Catedral de Notre Dame, nem pelos milhares de atos agressivos à cultura e costumes na Europa, não há de se responsabilizar operários descuidados, ou os alienígenas árabes e africanos, mas isto sim, os desumanos, bestiais regentes, que, uns ocultos outros às escancaras, tramam, dispõem e conduzem a humanidade ao abismo. Empenhados em destruir os valores éticos e morais da sociedade, não hesitam em submetê-la até mesmo a uma desenfreada escalada sacrílega.

31 de março de 2019

DE NOVA IORQUE A CHRISTCHURCH

O que aconteceu em CHRISTCHURCH nada mais é do que uma sequência do que houve em NOVA IORQUE a dezoito anos atrás. Com o ruir das torres do World Trade Center abriram-se as cortinas para a encenação da NOVA ORDEM em público. Com as quase 3000 vítimas no WTC começou uma grande matança mundial sob a égide do “terrorismo”. Uma palavra que a partir de então marca constante presença nos noticiários.

Mas ela não só patrocinou as guerras no Oriente Médio, a “Primavera Árabe”, a destruição da Líbia e até a guerra na Síria. Nesta caminhada fez surgir o Estado Islâmico, talvez o objetivo maior da NOVA ORDEM MUNDIAL.

Para não me tornar repetitivo, eu recomendaria a leitura, aqui neste blog, da postagem que publiquei em 13.04.2018 sob o título “O QUE É GLOBALISMO”, e , se não for demais, também a anterior.

Voltando ao IS (Islamic State). É chamado estado, mas não tem estado, não tem fronteiras, não tem estrutura de governo, não tem Banco Central, não tem população, só tem guerreiros! Assim teve, ou tem, dinheiro para compra de material bélico, para alimentar e movimentar suas tropas, para cortar cabeças. Foi criado para fazer nascer uma consciência islâmica, uma união dos muçulmanos, isto porque o grande objetivo dos globalistas é fazer com muçulmanos e cristãos se dizimem mutuamente. O grande Pacto Migratório assinado recentemente em Marraquexe, com a presença de 150 países faz parte desta estratégia. Quanto a esse pacto a chanceler alemã Merkel revelou um detalhe curioso: Se enganam os representantes dos países, que pensam estarem livres dos compromissos do acordo, porque a assinatura de dois terços validou seus termos para TODOS.

Além de guerras, no que se refere a atos de terrorismo, tudo o que vem acontecendo desde que Bush pai mencionou em público pela vez primeira a NOVA ORDEM MUNDIAL (isto num discurso em 11.9.1990, curiosamente 11 anos antes do WTC em 2001), é parte do grande projeto de estabelecê-la. Anders Breivik, Oslo 2011, iniciou a série que por ora terminou em Christchurch. No entremeio houve Barcelona, Londres, Bataclan, Charlie Hebdo, Nice e Berlim. O primeiro e o último teriam como autores cristãos ou brancos, ambos aprisionados. As demais ocorrências supostamente foram causadas por seguidores do islã, que ou não sobreviveram ou não foram detidos.

Os autores Anders Breivik e o último, Brenton Tarrant, chegaram a escrever longos manifestos. Não sei se foram publicados, ou não, e também não procurei. Tenham os atentados sido executados por iniciativa própria dos autores, ou gerenciados por outros escalões, o certo é que tudo o que foi relacionado aí em cima se enquadra, faz parte, de uma ardilosa estratégia diabólica, monitora da implantação do globalismo.