21 de setembro de 2017

POVO MARCADO

Alguém se lembra desta imagem? Eu a mostrei há quase nove anos no meu antigo blog – 2a.guera.zip.net – aquele que logo depois, e após três anos de publicação pacífica, foi censurado e removido pelo então provedor.

Trata-se do grafismo anticontrafação da cédula de identidade dos cidadãos alemães, de pós-guerra. É o fundo sobre o qual vêm impressos os dados do portador (em relação aos dados a imagem fica de cabeça para baixo). Está ali no verso do documento, impossível de ser confundido com outra coisa. Está ali, como parte dos arabescos, fácil de reconhecer, a imagem de um crânio bovino descarnado.

Justifica-se perguntar qual seria o objetivo de identificar o cidadão alemão com um documento portando este símbolo? Humilhação? Advertência? A guerra continua? Ou já representaria a terrível ameaça de se exterminar este povo. Planos elaborados há muitos anos e hoje postos em prática através da substituição cultural que está em andamento.

Seja aqui lembrado apenas Theodore Kaufmann, então presidente da “American Federation of Peace”, que em 1941 já dizia em seu livro GERMANY MUST PERISH! (Alemanha tem que perecer!): “A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco é uma guerra contra os Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Alemanha deve ser eliminada para sempre!”

Hoje podemos ter certeza que os planos Kaufmann, Nizer, Hooton, Morgenthau e outros já eram complemento da grande revolução social, preconizada pelo Conde Coudenhouve Kalergi no início dos anos vinte, a SUBSTITUIÇÃO DOS BRANCOS EUROPEUS por uma população afro-asiática.

Mas não é que agora, há poucos dias, surgiu o que me pareceu uma RÉSTIA DE LUZ, justamente nas palavras de quem menos poderíamos estar esperando. Permitam que explique:

Ninguém pode afirmar que o nosso Big Brother, o presidente americano, tenha o dom da palavra, tampouco que avalia muito bem o alcance do que diz. Seu recente discurso perante a Assembléia Geral da ONU foi sintomático, culminando com aquela ameaça de “destruir” um país inteiro. A mídia adorou e repetiu estas palavras nvezes.

O que, entretanto, os donos da notícia, os deformadores de opinião, não gostaram e, consequentemente, ao que nunca mais se referiram, foi quando ele conclamou o mundo:
Sejam patriotas, amem suas terras, defendam seus países” São palavras que contrariam os planos dos globalistas, cujo sonho é justamente um planeta sem fronteiras.

Teria o Trump pensado na Europa, no país de sua origem? As eleições, que acontecerão na Alemanha neste fim de semana, serão capazes de alterar alguma coisa? Poderão estancar a marcha dos europeus em direção ao abismo, ou a Angela Rebbekah Merkel será confirmada na condição de carrasco chefe, que assumiu quatorze anos atrás.

Haverá quem diga que isso só diz respeito à Alemanha. Doce ilusão. Merkel é a representante das forças que querem a substituição cultural da população daquele continente e desde sempre definiram que a operação começa pelos alemães. Contra estes já organizaram duas guerras mundiais de extermínio e contra o que restou impuseram o mind control. Dominados psicologicamente, muitos reverenciam até a sombra dos seus opressores.

Às vezes até o impossível acontece, até em eleições. Se a mulher, que já está há quatorze anos no poder, desta vez for destronada, talvez o apelo inusitado de Trump tenha contribuído e os alemães ganhem uma carteira de identidade nova, sem aquele mau agouro.

5 de setembro de 2017

CHAMAM ISSO DE ELEIÇÃO?


Neste mês haverá eleições na República Federal da Alemanha e estes dois da foto, Angela Merkel e Martin Schulz, são candidatos ao cargo de Chanceler, ou seja, ao governo do país. Acabam de se apresentar no primeiro e único “debate” pré-eleitoral na TV alemã. Coloquei a palavra entre aspas porque debate não houve. Deram um show de desrespeito ao público, ao eleitor. Só faltou se oferecerem flores e desejarem um ao outro o melhor êxito na disputa. Mas representaram bem o que é a democracia ali praticada. Ela governa o país desde 2005 e preside o partido CDU e ele é presidente do PSD. Os dois partidos eram coligados durante a atual gestão até que recentemente se separaram para que o PSD apresentasse o Schulz como candidato. É claro que isso tem que ser encarado como jogo com baralho marcado e não é de admirar que o partido dela apresenta ampla vantagem nas pesquisas. Até mesmo o SPIEGEL Online abre sua matéria com o título Der brave Herr Schulz (O comportado Herr Schulz) e diz que aquilo não é disputa eleitoral. É de se perguntar se há seriedade nisso.

Mas afinal que país é este, RFA? República Federal da Alemanha! Esta nação não existe, porém há sete décadas faz de conta que realiza eleições, faz de conta que tem partidos políticos, faz de conta que é uma DEMOCRACIA – até pode ser, uma CRACIA do DEMO, onde manda SATÃ.

A RFA é um empreendimento, um negócio, localizado em parte do território antigamente ocupado pela verdadeira nação chamada ALEMANHA e onde habita um povo oriundo de cepas dos antigos germânicos. Era um povo ordeiro, trabalhador, criativo. Marcou sua presença na história das Artes e das Ciências. Ficou importante no contexto mundial, o que não agradou àqueles que já exerciam um domínio sobre a maior parte do planeta. Declararam guerra, a Primeira Grande Guerra Mundial aos germânicos. Já seria o Tinhoso a mostrar suas garras.

Através de uma ardil (14 pontos do presidente Wilson) subjugaram seus desafetos e lhes impuseram medidas punitivas que seriam a sua desgraça e, talvez até, poderiam ter determinado o seu aniquilamento. Mas surgiu-lhes um líder, um líder daqueles que só aparecem um a cada século. Ele fez seu povo levantar a cabeça, arregaçar as mangas e voltar a ser alguém neste planeta.

Mas não podia ser. Não deixaram essa gente curtir seu estado de graça nem por dez anos, quando aqueles que mandavam no mundo desencadearam verdadeira hecatombe sobre a pequena nação. Custou-lhe o melhor do seu sangue. Desmembraram um terço do seu território e o que restou, ainda hoje, 72 anos depois, permanece ocupado por forças inimigas. E, do que poucos se lembram, realmente até hoje está em guerra, apesar de ter deposto armas em 8 de maio de 1945. Até hoje não há Tratado de Paz com a ALEMANHA. Ao que eu saiba é um caso único na História. Criou-se em seu lugar essa organização chamada RFA, suscitando situações esdrúxulas. É o caso da Carta das Nações Unidas que em seus artigos 53.2 e 107 ainda qualifica a Alemanha como “nação inimiga”. Aparecem agora questões a respeito de nacionalidade. Um alemão ou alemã que tenha nascido antes do fim da guerra é cidadão ou cidadã daquela Alemanha?


Talvez tudo isso pouco importa. Diante da invasão de alienígenas que a Europa está sofrendo – e os políticos da RFA incentivando – nem mesmo eleições serão mais necessárias. Infelizmente.

28 de agosto de 2017

RELIGIÃO AMEAÇADA

Nestes anos todos em que venho mantendo esta página na internet, inúmeras vezes se me apresentou uma pergunta, que, certamente, também passava pela cabeça de muitos leitores. Afinal tanto falamos em Nova Ordem Mundial, mas não conseguimos identificar quem efetivamente estaria por trás de tal projeto. Quem pretende dominar o mundo? Talvez a resposta nos seja dada neste livro: 

THE HOLOCAUST DOGMA OF JUDAISM – escrito e publicado em 1995 por Ben Weintraub, judeu convertido ao cristianismo. O livro está na amazon.com/.
Que o projeto de se instalar uma Nova Ordem Mundial, um Governo Único (com religião única) existe, disto ninguém mais tem dúvida. Só que o conceito se confundia com o de Globalismo, o que fez com que aparecessem, além dos sionistas, outros candidatos a assumir tal poder, tais como os governantes do estado americano, a casa real britânica, o vaticano, a oligarquia financeira, a oligarquia empresarial. Mas convencer mesmo, nenhuma destas outras hipóteses conseguia. Quem realmente ganharia alguma coisa ao assumir o comando do mundo? Apresenta-se outra vez aquela indagação que a criminologia não pode dispensar: CUI BONO?

Aí esse autor Weintraub nos lembra a imensa legião dos rabinos, orientadores religiosos e de comportamento dos israelitas. Eles de fato devem ter o maior interesse em ver realizadas as profecias do Velho Testamento, ser o povo eleito e que rege sobre os outros povos. Baseado nessa premissa a Nova Ordem já começa a ter cunho religioso. Religião é fé e fé pressupõe pontos capitais e fundamentais, incontestáveis e indiscutíveis, os DOGMAS. Segundo Weintraub, os sionistas construíram este seu DOGMA através do HOLOCAUSTO. Se empenharam nisso há cem anos, já em 1915 começaram a aparecer nos jornais (New York Times e outros) notícias sobre 6.000.000 de judeus que estavam sendo caçados, torturados, morrendo de fome, em vias de serem exterminados. Na época Hitler ainda nem pensava em ser político. É preciso acrescentar que o algarismo 6 tem um significado cabalístico, as vezes os jornais da época o citavam com cinco zeros e outras com seis.

Com a Segunda Guerra, que eles desencadearam contra a Alemanha, encontraram sua oportunidade. Parece que até mesmo esse antagonismo que existe contra o povo germânico pode ter raízes bíblicas. É o que se poderia se deduzir das interpretações que se fazem da história de Isaque, Rebeca, Jacó e Esaú.

O HOLOCAUSTO gerou os efeitos objetivados. O recém-criado Estado de Israel recebeu indenizações bilionárias da derrotada Alemanha e doações de valor inimagináveis dos EUA. Em armamento é uma das nações mais fortes do mundo. Holocausto virou mito. Aconteceu! Ninguém tem que duvidar. Duvidar é HERESIA, motivo indiscutível em muitas nações para ser levado aos tribunais e sofrer severas punições. Tornou-se um DOGMA.

O nome Holocausto foi cuidadosamente escolhido, significa “Sacrifício pelo Fogo”. Lembra o Redentor que “em sacrifício” morreu na cruz, dando origem a dois milênios da chamada ERA CRISTÃ. O livro de Weintraub dá a entender que estamos diante de um dissídio religioso. Mesmo por que não haveria lugar para dois Messias. É significativa a transmutação que vem ocorrendo em certas igrejas evangélicas. Edir Macedo está se esmerando em construir Templos de Salomão e rabinos vêm tendo oportunidade de realizar palestras em comunidades cristãs. Teríamos chegado ao fim dos tempos de "Amai-vos"? Estamos mais para "Odiai-vos"...

Não é possível deixar de atribuir ao fenômeno, ou melhor ao dogma HOLOCAUSTO a causa das grandes e dramáticas transformações que estão abalando o nosso planeta. Entre elas a substituição de raças e etnias que, ao que parece, não mais é reversível.


Fica a pergunta: Se Europa e Estados Unidos não resistirem ao processo migratório que está em andamento, restará espaço para o cristianismo?

17 de agosto de 2017

ENTRA CHARLOTTESVILLE SAI KIM JONG UN

Quando se esperava uma terrível guerra atômica, de uma hora para outra ESQUECERAM! Não se fala mais disto.

É que começou outra, esta interna (seria contra Trump?). Os noticiários, qualquer que seja a origem, até os russos, estão batendo na mesma tecla. É só o que se ouve e o que se lê: racismo, supremacismo (olha aí, mais um bordão para facilitar a instigação), neonazismo. Para poder falar dos nazis até plantaram no meio do tumulto um rapazinho desinteressado, loiro é claro, segurando uma grande bandeira, na qual a suástica aparecia de forma invertida, algo que verdadeiros adictos nunca deixaram acontecer. O nacional-socialismo não é proibido nos Estados Unidos, existe mesmo como partido político, o NSM National Socialist Movement, que não iria se arriscar num assunto onde se ganha de um lado o que se perde do outro. Mesmo aquele que lançou seu carro sobre a multidão (foto) só pode ter sido um desequilibrado, ou deu-lhe um curto-circuito mental. Aconteceu numa esquina onde nem mesmo se distingue quem era quem.

O que houve de verdade em CHARLOTTESVILLE foi mais um afloramento da cisma dormente em grande parte da população, consequência da GUERRA DA SECESSÃO de 1861 – 1865, também chamada de GUERRA CIVIL AMERICANA.  O efeito traumático que deixou, se explica por ter sido a guerra que ocasionou o maior número de perdas humanas para os Estados Unidos. Foram 600 mil mortos, o dobro do que lhes causou a Segunda Guerra Mundial.


Entra ano, sai ano, sempre acontece alguma desavença, até sangrentos atentados, aparentemente ligados à lembrança do conflito. A última ocorrência foi registrada em 2015, provocando a retirada da bandeira confederada de um memorial na Carolina do Sul, o que provocou ainda mais polêmica. Ao contrário do que nos dizem hoje os incentivadores da discórdia racial, a Guerra Civil americana não teve como motivo principal a ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA que Abraham Lincoln, presidente dos estados nortistas, só proclamou em 1863, dois anos depois do início dos combates. O menosprezo racial ali só foi oficialmente contido na segunda metade do século passado. Só em 1967 os Estados Unidos revogaram as últimas leis que discriminavam negros. Vejam neste blog em julho de 2016 duas postagens. Elas trazem duas entrevistas bem interessantes sobre o assunto com o grande campeão do box Cassius Clay. Ele mudou de nome para Muhammad Ali, justamente devido às discriminações que sofrera em seu próprio país. E é bom não esquecer que o Apartheid funcionou também na África do Sul britânica, isto até 1985.

Voltando aos acontecimentos em Charlottesville. A cidade fica no Estado de Virginia, um dos estados do sul, dos confederados. Em fevereiro, a Prefeitura (prefeito é do partido democrata) decidiu a retirada da estátua do General Robert E.Lee, comandante dos Confederados, sempre considerado um herói nacional. Desde então, houve acalorados protestos e a Justiça suspendeu temporariamente a retirada do monumento. Sem dúvida o debate sobre a estátua reabriu desnecessariamente velhas feridas e as frentes se formaram. O grupo dos contrários à remoção da estátua e da mudança de nome do parque manifestaram sua oposição através de uma marcha noturna com tochas. No dia seguinte os protestos continuaram e, pelo visto, agora de lado a lado. Ainda não deve ter havido violência, porque as forças de segurança observavam, mas não interferiram. Os noticiários falam em combates, armamento “pesado”. Entretanto não se têm notícias de outras vítimas, além das causadas por atropelamento e de mais duas vítimas fatais, policiais que observavam os acontecimentos a bordo de um helicóptero. A aeronave caiu por motivos ainda não explicados.


Por muito pouco o presidente Trump não foi acusado de ter liderado a manifestação. Foi obrigado a fazer três pronunciamentos pela TV, um corrigindo o outro. No terceiro atribuiu responsabilidade aos dois lados. A esquerda globalista vem fazendo de tudo para derrubá-lo, consciente de que quem o elegeu foram os nacionalistas. Dominando a mídia instigam o dissenso racial. Criam cabelo em casca de ovo. Desde que me conheço por gente, pretos e brancos sempre se entenderam. Até que de uns anos para cá, e visivelmente neste caso de Charlottesville, a imprensa teleguiada e unida se aproveita para aprofundar o fosso que vem sendo criado entre as pessoas. DIVIDIR PARA DOMINAR.

10 de agosto de 2017

DOS JUDEUS E QUEM SÃO ELES

Estes dias alguém me perguntou se eu odiava os judeus. A questão me surpreendeu, nunca nem eu próprio a havia me posto. Haveria que se esclarecer antes de mais nada o que é ódio. Puxei o dicionário e só de substantivos encontrei: aversão, rancor profundo, raiva, antipatia, repugnância, abomínio. É uma escala de sentimentos ampla que vai desde o não tomar conhecimento da entidade repudiada até o enfrentamento raivoso. Acho que quem generaliza está errado, pois gente não são bonecos, robôs saídos do mesmo molde. Conheci judeus bem simpáticos e outros menos, como soe acontecer em relação a quaisquer outras pessoas. A pergunta como foi feita parece irrespondível.

Mesmo assim é uma questão que está no ar e merece alguma atenção. Lá no início do século XVI, há quinhentos anos, a Ordem dos Dominicanos lançou uma campanha que pretendia convencer o imperador do Sacro Império Romano-Germânico a mandar queimar todos os exemplares do TALMUD, livro santo e de regras de comportamento dos judeus. Quem os defendeu apaixonadamente foi o grande reformador da religião cristã MARTIN LUTHER. Intercedeu junto aos poderosos do império, lamentou o destino que eles estariam enfrentando na diáspora e que eram merecedores de todo o amor cristão.

Acontece que mais tarde LUTHER estudou e aprendeu o idioma hebraico, o que o fez ler o TALMUD. Sua opinião sobre os judeus mudou drasticamente e o grande Luther passou a advertir o mundo sobre o perigo que representam. O TALMUD não é de fácil acesso. Parece que são cinco volumes. Se os excertos que aparecem acá e acolá forem verdade, aí já não seria mais o caso de perguntar se alguém tem raiva dos israelitas. Teriam que ser chamados pela tal “Comunidade Internacional”, da qual tanto se fala, para prestar sérias contas. Como não sei se o que se revela procede ou não, não posso deixar que influencie os meus sentimentos em relação ao grupo populacional.

Em 1543 foi publicado o livro que MARTIN LUTHER escreveu sob o título “Von den Juden und ihren Lügen” - DOS JUDEUS E SUAS MENTIRAS. Existe uma edição em português feita pela Editora Revisão, de saudosa memória.

SER JUDEU É RELIGIÃO. Não é nacionalidade e também não quer dizer que pertença a um grupo étnico. Esta particularidade dificulta qualquer forma de julgamento. Eles têm lá agora o seu Estado, mas na realidade vivem no mundo todo. Se dizem SEMITAS e reclamam do ANTISEMITISMO, mas apenas uma minoria ainda tem origens hebraicas, seria portanto semita.

Através do célebre Discurso de Freedman (veja no Google – Também o meu livro “Pobre Mundo Novo” traz uma tradução) vamos saber que, dos que se consideram hoje judeus, 92% são Khazares. Estes nada têm de semitas. É um povo turc-mongol, que vivia no centro da Ásia e adotou a religião judaica. Pressionados por Gengis-Khan vieram se espraiar para o oeste.

Quero lembrar aqui que, enquanto Hitler estimulava a emigração dos 600 mil judeus que viviam na Alemanha em 1933, os países ocidentais, inclusive o Brasil, receberam ordens de “alguém”, para não lhes conceder Visto de Entrada. Não seria esse mesmo “alguém” aquele que EM NOME DA JUDEA (Israel ainda não existia)
fez a célebre DECLARAÇÃO DE GUERRA à Alemanha, tão logo que Hitler assumira o poder seis anos antes?

Então se apresenta uma pergunta: será que Judeu é mesmo tudo o que nós pensamos? Ou não poderia ser um grande grupo populacional, que está sendo usado, até como “bucha de canhão”, quando necessário, por uma CÚPULA inominável, da qual sabemos que pretende reger, ou já está regendo os destinos do planeta?


Nesta cúpula tem de tudo, tem também judeus. Desta cúpula, sim, e dos seus SERVIÇAIS, de tudo isto sinto ódio imenso.

4 de agosto de 2017

QUE MUNDO É ESSE?

A cada dia que passa mais nos vemos instigados a repetir esta pergunta. As notícias diárias certamente não são as melhores, muito menos animadoras. A sensação de que algo está se preparando, algo que não vai contribuir para o bem da sociedade, está mais presente, ao menos entre aqueles que não fazem parte da grande legião dos alienados. Lembrei-me de um livro que li há muito tempo. Foi editado em 1972, um dos últimos da série de mais de quarenta escritos por TAYLOR CALDWELL. Muitos deles fazem parte do mais seleto da literatura mundial e foram editados nos mais diversos idiomas (veja Wikipedia).

Quero me referir aqui ao que tem o título OS CAPITÃES E OS REIS. No Brasil está esgotado, mas pode ser encontrado nos sebos a preços convidativos. Enquanto muitos dos livros desta autora (falecida em 1985) continuam sendo editados mundo afora, este parece fazer parte dos que são considerados politicamente incorretos. Talvez por que sugira respostas à pergunta: QUE MUNDO É ESSE? O prólogo da obra, reproduzido abaixo, oferece uma boa ideia do conteúdo.


PRÓLOGO DO LIVRO OS CAPITÃES E OS REIS DE TAYLOR CALDWELL
(Traduzido da edição alemã “Die Armaghs)

Este livro é dedicado aos jovens que se rebelam, porque sabem que no seu país algo vai mal, mas não sabem o que é esse algo. Espero que meu livro contribua para esclarecer as circunstâncias.
Todos os personagens do enredo, exceto os obviamente históricos, são de minha imaginação; que eu saiba não há na América família de nome Armagh, nem nunca houve. O fundo histórico e político, entretanto, é autêntico. O “Committee for Foreign Studies” e a “Scardo Society” existem, ou existiram, apesar de sob outro nome. Existe realmente uma “Conspiração contra o povo” e provavelmente sempre existirá, porque desde sempre os governos se colocam em posição hostil frente aos seus governados. Isto não é novidade, mesmo que conspiradores e conspirações tenham mudado conforme a situação política ou econômica do país correspondente.
Porém foi só a partir de Karl Marx e do tempo da “Liga dos Justos” que os Conspiradores e as Conspirações passaram a se entender sobre o seu objetivo, a meta e sua demarcação. Isso nada tinha a ver com “Ideologia”, com determinada forma de governo, com Ideais, com “Materialismo”, ou outros bordões com os quais as massas desjuizadas costumam ser alimentadas generosamente. Menos ainda isto esta relacionado com Religiões ou Raças, pois os conspiradores desde há muito ultrapassaram estas coisas secundárias. Eles estão além do Bem e do Mal. Os Césares que eles põem no poder, são – conscientemente ou não - suas criaturas e, não importa se na Europa, Rússia, China, África, ou América do Sul, subordinados. E eles permanecerão incapazes enquanto não tiverem reconhecido seu verdadeiro inimigo.

O Presidente John F.Kennedy sabia do que estava falando, quando mencionou os “Gnomos de Zurique”. Talvez sabia demais! Golpes de estado sempre houve, mas estão sendo mais frequentes. Possivelmente é esta a última hora do homem como espécie pensante, antes que seja escravizado numa “sociedade planejada”. Este livro termina com uma Bibliografia e gostaria que muitos dos meus leitores se servissem das indicações que ela contém.
Taylor Caldwell
Na certeza do interesse de muitos

a BIBLIOGRAFIA citada pela autora:

21 de julho de 2017

METAMORFOSE VERMELHA

Muitas vezes não é fácil perceber a interligação que pode existir entre determinados fatos históricos. Lembro do espaço ocupado pela União Soviética, não só em extensão territorial, mas principalmente como agente geopolítico. Como tal existiu de 1917 até 1991. Foi uma das duas hiperpotências, responsáveis pela criação do novo conceito da “guerra fria” e que manteve o mundo em suspense. Surpreendente, entretanto, foi o seu fim. Nenhum tiro foi disparado e houve parca repercussão midiática. Dizia-se que não aguentaram o repuxo econômico. Pouco provável.

A União das Repúblicas Socialistas era considerado o berço do comunismo, donde a doutrina seria levada ao mundo. Era a central geradora das ações necessárias, tais como implantação das cabeças de ponte mundo afora. Basta lembrar Luiz Carlos Prestes no Brasil. A expansão direta aconteceria em direção à Europa, palco de grandes batalhas. Ali encontrou a resistência do nacionalsocialismo, resistência essa que culminou na Segunda Guerra Mundial.

Inegável é que o Comunismo pretendia e pretende estabelecer um governo mundial. Mudou-se a estratégia, daí a conveniência de desativar a União Soviética, que simplesmente se decompôs nos diversos estados que a haviam constituído.

E aqui precisamos reconhecer que COMUNISMO é apenas um nome, uma denominação, de um estado social único que se objetiva estabelecer neste nosso planeta. O pai da ideia não foi Karl Marx (1818 – 1883), nem Vladimir Lenin (1870 – 1924). Antes já, na Revolução Francesa (1789 -1799), vicejavam as falsas promessas de Igualdade, Liberdade, Fraternidade. E mais, a Ordem dos Illuminati, que sobrevive de várias formas até hoje, foi proibida em 1784 na Baviera, onde nascera, acabando de se transferir para os Estados Unidos. Os Illuminati igualmente pretendem chegar a exercer uma hegemonia mundial.

Falei em mudança de estratégia. Sim, não era mais necessário existir um centro que irradiasse a doutrina para o mundo. Uma das mais importantes armas, para conseguirem seu intento, já fora conquistada, o controle da imprensa, hoje controle da mídia. A guerra psicológica foi aprimorada à sua maior eficiência. As sociedades foram devidamente debilitadas através das drogas, da corrupção moral, da devassidão sexual. A família está perdendo sua função de núcleo central. O respeito pela religião foi destruído. Os governos e a função pública são desacreditados por escândalos. Impostos elevados e o desemprego empobrecem as populações. Forças de segurança incapazes de manter a ordem. É o caminho que há tempos vem sendo prescrito para que se consiga submeter as populações a um comando-geral.

Isto explica por que a GLOBALIZAÇÃO vem tendo tanto apoio. Ela e COMUNISMO são da mesma estirpe, até na semântica:
         global adj m+f universal,geral, integral.
         comum adj m+f geral, universal, coletivo

Muitos perguntarão, mas como um governo mundial vai manter a autoridade sobre tanta gente? Talvez com a experiência adquirida na União Soviética, onde uma vida não valia muita coisa. Quem viver, verá.

18 de julho de 2017

SÓ P'RA RELAXAR

Falei p'ro meu filho, "Você vai casar com quem eu escolher."
Ele disse, "NÃO!"

Eu falei, "É a filha do Bill Gates."
Ele disse, "OK."

Liguei p'ro Bill Gates e falei, "Quero que sua filha case com meu filho."
Bill Gates disse, "NÃO!"

Contei p'ro Bill Gates, "Meu filho é Diretor do Banco Mundial."
Bill Gates disse, "OK."

Liguei ao Presidente do Banco Mundial e pedi que nomeasse meu filho Diretor.
Ele disse, "NÃO".

Falei p'ra ele, "Meu filho é genro do Bill Gates."
Ele disse, "OK."

É ASSIM QUE SE FAZ POLÍTICA.


Qualquer inferência é pura ilação...

7 de julho de 2017

"BEM-VINDOS AO INFERNO"

WELCOME TO HELL foi o tema da recepção que 10 a 100 mil (dependendo da fonte) manifestantes, em grande parte violentos, deram ontem em Hamburgo aos chefes de estado que chegavam para participar a partir de hoje do G20. Não entendi bem o que queriam dizer com isso. Certamente não estavam se referindo ao que esta cidade viveu a exatos 74 anos atrás, quando bombardeios aéreos dos aliados reduziram aquela urbe milenária a um monte de escombros. Este escriba estava lá.

Bom, hoje começa a reunião de cúpula dos mandatários das 20 mais desenvolvidas nações do mundo. Fundamentalmente o objetivo do encontro é dar mais um passo em direção à criação do Governo Mundial. Tema principal deverá ser a homologação do ACORDO DE PARIS cujo objetivo é combater um pretenso

O AQUECIMENTO GLOBAL (CLIMATE CHANGE)
que, por ser uma mentira, portanto não sustentável, está sendo vendido como projeto de
PROTEÇÃO À NATUREZA

Quase todo mundo já sabe que o tal “Aquecimento” não passa de uma falácia. Aqui já esmiuçamos isto em matéria publicada no início de junho. Ficou claro que o homem não pode influenciar o clima. Além das alterações cíclicas que ocorrem entre períodos mais quentes ou mais gelados, cuja causa só “o senhor lá em cima” conhece, quem traz mais ou menos chuva aqui nas Américas é o EL NIÑO, ou a LA NIÑA. Também não devemos esquecer que americanos e russos têm instalados aqueles H.A.A.R.P. dos quais se afirma que podem fazer chover. Existe ainda o bombardeio de nuvens com substâncias químicas, para fazer com que soltem a água que acumulam. Quando funciona tem efeito restrito a determinada área.

Indiscutível, pois mensurável, é que a nossa atmosfera contém apenas 0,037% de CO2 – dióxido de carbono. Do total um milésimo é produzido pelo homem. Portanto deixem nossas fábricas trabalharem em paz. Deixem-nos fazer nossas fogueirinhas de S.João ou de folhas secas. Deixem-nos aproveitar este recurso natural que é o carvão seja nas indústrias, seja na produção de energia, seja no aquecimento nas regiões onde isso é necessário. O tempo que estive na Alemanha durante a guerra me faz lembrar muito bem da importância que tinha o carvão na área doméstica, principalmente para o aquecimento nas épocas mais frias do ano.

Ao menos um dos chefes de estado reunidos em Hamburgo parece que já entendeu que não é por aí, que o acordo de Paris significará enormes gastos desnecessários. Discretamente um dos objetivos do acordo é o de Criar fluxos financeiros consistentes na direção de promover baixas emissões de gases de efeito estufa e o desenvolvimento resistente ao clima” (Wikipedia). Espero que desta vez Mr.Trump consiga se impor.

Não vai ser fácil. Acredito que o frágil argumento do CLIMA e do AQUECIMENTO deverá ser encoberto por outro, qual seja o da PROTEÇÃO À NATUREZA. Cuidados ecológicos têm apoio geral. Quem não quer um meio ambiente, limpo e saudável? Para isso não precisamos de mais acordos. Ao menos em tese os países já se organizaram para cuidar disto.


O Acordo de Paris foi criado sob apelo à enganação, à mentira. Seus verdadeiros propósitos são globalizantes e devem temer a luz do dia. Seria a Globalização o INFERNO contra o qual os manifestantes de Hamburgo estão protestando? 

30 de junho de 2017

NACIONALISMO

GLOBALIZAÇÃO é submissão e despotismo.
NACIONALISMO é responsabilidade e desenvolvimento humano.

Enquanto nos países do leste europeu a população ainda mantém um sentimento de amor à pátria, nas nações do centro, Alemanha e França, a doutrinação esquerdista, ou globalista, já fez com que “nacionalista” passasse a ser um epíteto de baixo calão. Ser nacionalista é ser da extrema direita. É só numa república artificial, como o é a Alemanha, que se tolera que uma deputada federal diga de público “Alemanha, quero que morras!”.

Aqui ainda não chegamos a isto. Mas lembro-me de poucos anos atrás ter visto a entrada de um quartel encimada pelos dizeres BRASIL ACIMA DE TUDO. Não mais lá estão. A bandeira nacional não tem mais o respeito devido. Cerimônias e festejos que enaltecem a nação rarearam. É óbvio que isso faz parte do programa dos globalizadores, hoje presentes em todas as áreas de decisão. Um governo mundial, como eles pretendem, não pode ter súditos que coloquem o seu pedaço de chão “acima de tudo”. Estes estariam interessados em poder se orgulhar do seu país. Almejariam o seu progresso e, muito importante, se rebelariam, quando oprimidos, explorados, enganados.

Os estados em que hoje ainda impera o mais forte nacionalismo podem ser encontrados na Ásia. As consequências de não mais possuírem uma clara identidade nacional podem ser vistas no Oriente Médio, onde uma série de estados sofreram uma desintegração nacional e enfrentam sectarismos rivais, étnicos e religiosos.

Amar o seu país não é só uma virtude, como também contribui de maneira indispensável para a saúde ética de uma sociedade. Valessem ainda os valores, que hoje deixam de ser ensinados, o Brasil não estaria sofrendo a vergonhosa situação, que vem sendo revelada em suas hostes políticas. Não lembro de ter a História – ao menos a contemporânea - registrado caso semelhante.

O amor ao país também não existe onde se dirime o valor que se dá à célula mater da sociedade, à família. E aqui de forma mais evidente se demonstra que estamos sendo vítimas de maldoso planejamento. A drasticidade com que conceitos éticos, morais e religiosos foram deturpados, escamoteados, até mesmo convertidos, isto em pouco espaço de tempo, revela que não estamos diante de uma evolução natural, mas que tudo é fruto de cuidadosa programação. Se é uma revolução o que está em curso, ela tem muitos pais. Um deles é a ESCOLA DE FRANKFURT, famosa pelos nomes que a integraram. Um deles foi Max Horkheimer, que em 1929 assumiu sua direção. Seriam dele as palavras:

A revolução não acontecerá com armas, sucederá de forma mais progressiva, ano após ano, geração após geração. Infiltraremos gradualmente suas instituições de ensino e suas instalações políticas, transformando-as lentamente em entidades Marxistas enquanto nos movermos em direção ao igualitarismo universal.”

O IGUALITARISMO, a que se refere, só pode ser o da “plebe ignara”, sem abranger o “patriciado”, que, naturalmente, será área reservada aos comandantes da revolução. As INFILTRAÇÕES, de fato, já foram realizadas com sucesso.

Ficar inoperante, cruzar os braços, fingir que nada tem com isso, é assumir grave responsabilidade pelo futuro dos seus descendentes. Ajudar a revigorar o NACIONALISMO é certamente uma boa atitude.



26 de junho de 2017

Nós, os BUNDA-MOLES


  • Sociedade ocidental fraca e incapaz
    de se defender
  • O politicamente correto e feminização
    prejudicam também as forças armadas
O renomado historiador militar israelita Martin von Creveld, professor emérito de História da Universidade Hebraica de Jerusalém, acaba de publicar um livro que tem mais ou menos o título acima e que é complementado com os dizeres:

Por que não sabemos mais como nos defender e como reverter isso.

Na realidade Creveld denuncia a debilidade moral que tomou conta a sociedade ocidental e adverte: ou ela volta a aprender a lutar ou tende a desaparecer. Em todas as suas camadas encontramos responsabilidades pela situação. Começa pelos pais que são superprotetores. A grande maioria de crianças não vai mais a pé ou de bicicleta à escola, tem a movimentação individual restrita e limites de segurança. Vem aumentando a idade, a partir da qual começam a enfrentar a vida real, em que assumem uma profissão e geram filhos. O resultado é uma comunidade desapegada e indisposta a reagir às adversidades.

As forças armadas sofrem hoje com a imposição de medidas burocráticas, regulamentos, sujeição ao politicamento correto. Sua “feminização” enfraquece seu poder de combate. As soldadas são, na verdade, só meio-soldados, gerando mais problemas do que benefícios. Elas querem ser admitidas com condições e direitos iguais aos homens, mas, uma vez aceitas, reivindicam toda sorte de privilégios, seja em torno de licenças próprias da condição, da dureza dos exercícios, ou até quanto o acesso ao oficialato. É claro que isso gera ódio e ciúme na área masculina, tudo sem falar dos problemas gerados por acusações de assédio que costumam aparecer.

A capacidade das forças armadas de exercerem as funções para as quais foram criadas depende de uma boa preparação, disciplina, profissionalismo e espírito de corpo. E Creveld explica que foi a rigidez na formação a premissa pedagógica para que os jovens israelenses, que se criaram entre 1948 e 1982 constituíssem o exército mais admirado pelo mundo.

Na minha opinião o professor encara o assunto de forma um tanto simplista ou limitada. O politicamente correto é hoje um fator que vem condicionando todas as atividades e expressões. A opinião divergente tem seus espaços cada vez mais reduzidos, parecendo mesmo que a grande maioria se entrega desejosa à comodidade do pensamento uníssono. Basta ver como os europeus se submetem a uma política suicida. Conformam-se a olhos vistos com o aniquilamento de sua cultura, seus costumes, religiões e origens.

E por falar em sociedade submissa, não é de se estranhar a situação que estamos vivendo aqui no nosso país? Quando tudo indicava que finalmente aconteceria uma purificação geral nas esferas que mal vêm sendo responsáveis pelos destinos da nação, agora os indícios passam a sugerir que tudo vai ficar como estava. Alguém chamou a sociedade de bunda-mole?

Obs.: O livro referenciado é da Editora ARES, está disponível em alemão na AMAZON sob o título “Wir Weicheier – Warum wir uns nicht mehr wehren können und was dagegen zu tun ist”.


16 de junho de 2017

AQUECIMENTO ou EMBUSTE GLOBAL

Não faz muito tempo a gente varria as folhas secas, juntava num monte, tocava fogo e o jardim estava limpo. Hoje é proibido POR CAUSA DO CO2!

Estamos a poucos dias do encontro dos G-20 em Hamburgo, quando a bruxa da ex-Alemanha espera assumir o comando geral. O tema principal deste G-20 vai ser o CLIMATE CHANGE, e é oportuno lembrar que essa história da mudança climática não passa de uma grande e escabrosa MENTIRA!

Para criar a necessária credibilidade, os interessados, representando consistentes interesses comerciais e financeiros, criaram em 1988 na área das Nações Unidas, ONU, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change). Segundo a Wikipedia ele teria como objetivo sintetizar e divulgar o conhecimento mais avançado sobre mudanças climáticas que afetam o mundo, especificamente o aquecimento global. Não produz pesquisa original. O renomado escritor de ciências Nigel Calder, falecido em 2014, já dizia que o IPCC foi criado por motivos políticos.

Assim, já dois anos depois de criado, o IPCC acusou o homem de ser responsável por um pretenso AQUECIMENTO GLOBAL. Arranjaram um “pecado”, para que se sinta culpado e seja mais fácil de ser oprimido. Armaram um gigantesco empreendimento de fazer “negócios”.

Escalaram O CO2 (dióxido de carbono) como substância DANOSA, cuja produção deve gerar custos indenizatórios. Então vamos aos fatos:

Nossa atmosfera contém 0,037% de CO2. Desta cota 97% são produzidos pela própria natureza, apenas 3% por ação humana.

Portanto o que é produzido pelo homem, suas fábricas e pelas folhas secas de jardim que queima representa tão somente 0,0011%.

0,037% é o mínimo que o nosso reino vegetal necessita. Nossas plantas absorvem CO2 e restituem SO2, o oxigênio vital para nós todos.

O homem não tem influência sobre o CLIMA, que é mundial e não é mensurável como o estado meteorológico regional. Varia com a alternância entre eras GLACIAIS e eras AMENAS. Os geólogos consideram como glacial o período em que até 30% da superfície da terra é coberta por gelo. Dizem que atualmente a cobertura é de 10%.

Durante os períodos glaciais e amenos também acontecem variações, mas é impossível prever um aquecimento até 2050.

Com a multiplicidade e alcance dos meios de comunicação ficou fácil espalhar mentiras globais com fins escusos. Lembram do tal “buraco de ozônio”? Ninguém mais fala do mesmo, pois o fim foi alcançado. Têm gente que não abre a janela sem passar filtro solar no rosto. Lembram da “chuva ácida”? Isto sem falar da Mentira do Século, que transformou o mundo.





29 de maio de 2017

NOVA ORDEM no Brasil

O que acontece na política brasileira beira o abstrato. Seriam manifestações da Nova Ordem Mundial?

Desde o final da Segunda Guerra neste nosso mundo nada mais é como dantes. Não parou de imperar a morte violenta de norte a sul, de leste a oeste. A tal guerra, que era para ser a última, serviu para ensaiar a força dos poderosos. O ser humano vem sofrendo toda sorte de influências negativas. Se antes havia a preocupação de promover a ética e moral, a ordem, a disciplina, o respeito ao próximo, amor à terra, isto parece que não vale mais.

O brasileiro assiste estupefato ao noticiário diário. Vê que não pode mais confiar nem mesmo na conduta dos eleitos para dirigir os destinos do próprio país. Seria uma doença nova que avassala o país? Ou existe um propósito velado de uma força, um poder oculto, a nos impulsionar em direção ao abismo? Os problemas que noa afligem são causados pelos Globalistas, pelo futuro Governo Mundial? É a CONSPIRAÇÃO que está em curso?

Em 1992 o Dr.John Coleman editou um livro com o título The Conspirators Hierarchy (A Hierarquia dos Conspiradores), no qual faz extensas e fundamentadas revelações sobre uma entidade chamada COMITÊ DOS 300.

Segundo Coleman incluem-se entre os membros do COMITÊ DOS 300 representantes das velhas famílias da Nobreza Negra europeia, o estabelecimento liberal americano (hierarquia maçon e a ordem Skull & Bones), os Illuminati, o Grupo Mumma, o Conselho Nacional e Mundial das Igrejas, o Círculo dos Iniciados, os Nove Homens Desconhecidos, os Jesuitas da Teologia da Libertação, a Ordem dos Sábios de Sion, os Príncipes Nasi, o Fundo Monetário Internacional, o Banco dos Assentamentos Internacionais - BIS, as Nações Unidas, a Loja Maçon Italiana P-2, em especial os da hierarquia do Vaticano, a CIA, pessoal selecionado do Tavistok Institute, vários membros de grandes institutos e empresas de seguro, Banco de Shanghai e Hong Kong, Round Table, OTAN, Clube de Roma, e centenas de outras organizações. A existência dessa entidade é inconteste. Já os seus propósitos e suas finalidades não são publicadas nas colunas jornalísticas.

John Coleman diz que teve acesso a leaks da agenda do Club of Rome que lhe permitiram divulgar. Traduzo abaixo o que ele publicou.

OS 21 OBJETIVOS DO COMITÊ DOS 300

1. Um Governo Mundial - Nova Ordem Mundial com uma igreja unificada e sistema monetário sob sua direção. Poucas pessoas estão conscientes de que o Governo Mundial começou a criar sua própria “igreja" nos anos 20 e 30, porque perceberam que a necessidade de uma crença religiosa é inerente ao ser humano.

2. A destruição total de toda a identidade nacional e orgulho nacional.

3. A destruição da religião e, mais especialmente, da religião cristã, com a única exceção, sua própria criação, mencionada acima.

4. Controle de cada pessoa através de meios de controle da mente, o que Brzezinski chama de "technotronics", o que criaria robôs humanos e um sistema de terror diante do qual o Terror Vermelho de Félix Dzerzinski parecerá brinquedo de crianças.

5. O fim de toda a industrialização e da produção de energia elétrica gerada nuclearmente, o que eles chamam de "sociedade pós-industrial de crescimento zero". São isentas as indústrias de computadores e de serviços. As indústrias dos Estados Unidos que permanecerem serão exportadas para países como o México, onde existirá abundante mão de obra escrava. Desempregados na esteira da destruição industrial se tornarão drogados ou tornar-se-ão estatísticas no processo de eliminação que conhecemos hoje como Global 2000.

6. Legalização de drogas e pornografia.

7. Despovoamento das grandes cidades de acordo com a experiência obtida pelo regime de Pol Pot no Camboja. É interessante notar que os planos genocidas de Pol Pot foram elaborados nos Estados Unidos por uma das fundações de pesquisa do Clube de Roma. Também é interessante que o Comitê esteja atualmente buscando reintegrar os açougueiros Pol Pot no Camboja.

8. Supressão de todo o desenvolvimento científico, exceto aqueles considerados benéficos ao Comitê. A energia nuclear é especialmente destinada a fins pacíficos. Particularmente odiados são os experimentos de fusão, atualmente sendo desprezados e ridicularizados pelo Comitê e seus chacais da imprensa. O desenvolvimento da tocha de fusão faria com que a concepção do Comité de "recursos naturais limitados" fosse retirada da janela. Uma tocha de fusão devidamente utilizada poderia criar ilimitados recursos naturais inexplorados das substâncias mais comuns. Os usos da tocha da fusão são inúmeros e beneficiariam a humanidade em proporções hoje nem compreensíveis pelo público.

9. Causar por meio de guerras limitadas nos países avançados, e por meio de fome e doenças nos países do Terceiro Mundo, a morte de 3 bilhões de pessoas até o ano 2000, pessoas que eles chamam de "comedores inúteis". O Comitê de 300 encomendou a Cyrus Vance que escrevesse um artigo sobre a melhor forma de gerar esse genocídio. O documento foi produzido sob o título de "Relatório Global 2000" e foi aceito e aprovado para a ação pelo Presidente Carter, em nome do Governo dos EUA, e aceito por Edwin Muskie, então Secretário de Estado. Nos termos do Global 2000 Report, a população dos Estados Unidos será reduzida em 100 milhões até 2050.

10. Enfraquecer a fibra moral da nação e desmoralizar a classe trabalhadora, criando desemprego em massa. À medida que os empregos diminuem, devido às políticas de crescimento zero pós-industrial introduzidas pelo Clube de Roma, trabalhadores desmoralizados e desanimados recorrem ao álcool e às drogas. A juventude da terra será incentivada por meio de música rock e drogas para se rebelar contra o status quo, minando e, eventualmente, destruindo a unidade familiar. A este respeito, o Comitê de 300 encomendou ao Instituto Tavistock que preparasse um plano de como isso poderia ser alcançado. Tavistock encarregou a Stanford da pesquisa que empreendeu o trabalho sob a direção do professor Willis Harmon. Este trabalho mais tarde ficou conhecido como "The Aquarian Conspiracy".

11. Evitar que as pessoas decidam o seu próprio destino criando uma crise após outra e depois gerenciando estas crises. Isso vai confundir e desmoralizar a população na medida em que confrontados com muitas escolhas, resultará a apatia em uma escala maciça. No caso dos Estados Unidos, já existe uma agência para a gestão de crises. É chamada de Federal Emergency Management Agency (FEMA), de cuja existência se soube a partir de 1980.

12. Introduzir novos cultos e continuar a impulsionar aqueles que já estão funcionando, incluindo gangsteres de "música" rock, como os sujos e degenerados "Rolling Stones" de Mick Jagger (um grupo de gangsteres muito favorecido pela Nobreza Negra Europeia) e todos os grupos de rock criados pelo Tavistock, começando com “Beatles".

13. Continuar a construir o culto do fundamentalismo cristão iniciado pelo servo Darby, da Companhia das Índias Orientais Britânicas, que será usado para fortalecer o estado sionista de Israel através da identificação com os judeus através do mito do "Povo Escolhido de Deus" e doando quantias muito substanciais de dinheiro a fim de que erroneamente acreditem ser uma causa religiosa em promoção do cristianismo.

14. Incentivar a difusão de cultos religiosos, como a Irmandade Muçulmana, o fundamentalismo muçulmano, os Sikhs, e realizar experimentos dos tipos das chacinas de Jim Jones e "Filho de Sam". Vale a pena notar que o falecido Ayatollah Khomeini foi uma criação da Inteligência Britânica, Divisão de Inteligência Militar 6, comumente conhecida como M16, como relatei em meu trabalho de 1985 sob o título "O que realmente aconteceu no Irã".

15. Exportar idéias de "libertação religiosa" para todo o mundo, de modo a minar todas as religiões existentes, mas especialmente a religião cristã. Isso começou com a "teologia da libertação jesuíta", que provocou a queda do governo da família Somoza na Nicarágua e que hoje está destruindo EI Salvador, agora há 25 anos em "guerra civil", Costa Rica e Honduras. Uma entidade muito ativa envolvida na assim chamada teologia da libertação é a Missão Mary Knoll, orientada para o comunismo. Isso explica a grande atenção da mídia ao assassinato de quatro das chamadas monjas de Mary Knoll em El Salvador há alguns anos. As quatro freiras eram agentes subversivos comunistas e suas atividades foram amplamente documentadas pelo governo de El Salvador. A imprensa e os meios de comunicação dos Estados Unidos recusaram-se a dar qualquer espaço ou cobertura à massa de documentação em posse do governo salvadorenho, documentação que provava o que as monjas Mary Knoll estavam fazendo no país. Mary Knoll está em serviço em muitos países e desempenhou um papel de liderança ao levar o comunismo à Rodésia, Moçambique, Angola e África do Sul.

16. Provocar um colapso total das economias do mundo e gerar um caos político total.

17. Tomar o controle de todas as políticas estrangeiras e domésticas dos Estados Unidos.

18. Dar o maior apoio às instituições supranacionais como as Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco de Pagamentos Internacionais (BRI), o Tribunal Mundial e, na medida do possível, às instituições locais menos efetivas, eliminando-as progressivamente ou as colocando sob o manto das Nações Unidas.

19. Penetrar e subverter todos os governos, e trabalhar de dentro deles para destruir a integridade soberana das nações representadas por eles.

20. Organizar um aparelho terrorista mundial e negociar com terroristas sempre que houver atividades terroristas. Recorde-se que foi Bettino Craxi que convenceu os governos italiano e norte-americano a negociar com os sequestradores das Brigadas Vermelhas do Primeiro-Ministro Moro e do General Dozier. Como um aparte, o general Dozier está sob ordens para não falar sobre o que aconteceu com ele. Se ele quebrar o silêncio, ele se tornará, sem dúvida, "um exemplo horrível" do que Kissinger fez com Aldo Moro, Ali Bhutto e General Zia ul Haq.

21. Tomar o controle da educação nos Estados Unidos com a intenção e finalidade de destruí-la total e completamente. Muitos desses objetivos, que eu inicialmente enumerei em 1969, desde então foram alcançados ou estão bem próximos de serem alcançados. De especial interesse no programa do Comitê de 300 é o núcleo de sua política econômica, que é amplamente baseado nos ensinamentos de Malthus, filho de um clérico inglês que foi empurrado para proeminência pela British East India Company sobre a qual o Comité de 300 é modelado. Malthus sustentou que o progresso do homem está ligado à capacidade natural da terra de suportar um determinado número de pessoas, além do qual os recursos limitados da terra seriam rapidamente esgotados. Uma vez consumidos esses recursos naturais, será impossível substituí-los. Por isso, observou Malthus, é necessário limitar as populações dentro dos limites da diminuição dos recursos naturais. Escusado será dizer que a elite não se permitirá ser ameaçada por uma crescente população de "comedores inúteis", portanto, a eliminação deve ser praticada. Como já afirmei anteriormente, o "abate" está em andamento hoje, usando os métodos prescritos no "Relatório Global 2000".

- Dr. John Coleman, ex-Oficial de Inteligência Britânico, The Conspirator's Hierarchy: The Committee of 300,


No meu ensaio anterior falei dos ALVOS COMUNISTAS, ou seja, da Internacional Socialista, portanto também um pretenso “Governo Mundial”. Podemos escolher, ou devemos repelir essas ideias?

Toedter

17 de maio de 2017

O COMUNISMO ESTÁ VIVO!

A cada dia se confirma esta tese. A da existência de duas vertentes de forças que pretendem o domínio da população mundial. E a competição entre elas está declarada. Ou não seria isso o que estamos assistindo diariamente através das notícias que nos são servidas sobre a política doméstica americana?

A eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos abriu o jogo. Hoje é possível reconhecer que os vencidos nas urnas desta vez não são apenas um partido doméstico, que sofreu uma derrota normal, que na próxima eleição pode ser revertida. Não é tão simples assim. Quem perdeu essas eleições é todo um sistema, que já fincara o pé em várias regiões do mundo e as domina politica e opinativamente.

O fato de Trump ter sido eleito certamente não se deve a sua performance pessoal. Deve ser uma força ponderável que o levou ao posto e está conseguindo lá mantê-lo, a despeito dos contínuos ataques e acusações que ele vem sofrendo. Acusações estas, por mais absurdas que sejam, vêm sendo endossadas através de serviços de notícias e políticos daqui e dacolá. Ou não seria um disparate querer proibir a um presidente de uma nação, avisar dirigentes de outro país, de que fora informado (por serviço secreto) da intenção de terroristas de derrubar aviões através de bombas escondidas em notebooks. Salvar vidas é alta traição? Ou o outro pecado capital que estão lhe atribuindo, é o de ter pedido ao chefe do FBI que abandone determinada linha de investigação. Então um presidente não pode dar ordens ao seu subalterno? E esse chefe do FBI, demitido, foi se queixar para quem?

Não esperem deste velho blogueiro que ele seja capaz de “dar aqui a ficha”, das forças envolvidas. Com certeza uma delas é a nossa velha conhecida, a dos COMUNISTAS. São os que dizem que querem a redenção do trabalhador, do proletariado, e combatem o CAPITALISMO. Sob essa bandeira e com apoio da União Soviética, essa frente conseguiu estabelecer suas cabeças de ponte mundo afora e ocupar espaços.

É um assunto complexo ao extremo. Organizações secretas, casas reais, grupos eclesiásticos também estão envolvidos, ou com uma, ou com outra frente.

Os Estados Unidos foram alvo especial dos comunistas. Já em 1950 o general, mais tarde senador, Joseph McCarthy notabilizou-se por sua guerra pessoal ao comunismo e em 1958 Cleon Skousen, ex agente do FBI, publicou o livro THE NAKED COMMUNIST, no qual revela as 45 METAS DO COMUNISMO. Posteriormente foram registradas nas atas do Congresso americano. Reproduzo a seguir parte destas metas, da qual se pode dizer que já foi alcançada e não só nos Estados Unidos.

Communist Goals (1963) Congressional Record--Appendix, pp. A34-A35 January 10, 1963

4. Permitir o livre comércio entre as nações, sem que importe sua filiação comunista ou que seja de armas.
7. Reconhecimento da China Vermelha e admissão às NU
11. Promoção das Nações Unidas como única esperança da humanidade.
13. Aviltar juramentos de lealdade.
15. Conquistar um ou ambos os partidos políticos americanos.
16. Usar decisões técnicas de tribunais para enfraquecer instituições americanas alegando que suas atividade violam direitos civis.
17. Obter o controle das escolas. Usar para transmitir socialismo e propaganda comunista corrente. Suavizar o curriculo. Controlar associações de professores. Colocar a linha do partido nos livros escolares.
18. Obter controle dos jornais estudantis.
19. Usar manifestações dos estudantes para fomentar protestos públicos contra programas ou organizações que estão sob ataque comunista.
20. Infiltrar a imprensa. Ganhar controle da indicação de livros, da produção de editoriais, das posições que definem condutas.
21. Ganhar controle de posições chave no rádio, TV e cinema.
22. Continuar descreditando a cultura americana degradando todas as formas de expressão artística. Uma célula comunista foi incumbida de eliminar boas esculturas de parques e edifícios, substituindo-as por deformadas, ridículas e sem nexo.
23. Controlar críticos de arte e diretores de museus de arte. Nosso plano é promover o feio, o repulsivo e o insignificante.
24. Eliminar todas as leis contra obscenidade, chamando-as de censura e violação da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa.
25. Derrubar preceitos culturais, promovendo a pornografia e a obscenidade em livros, revistas, filmes, rádio e TV.
26. Apresentar homossexualidade, degeneração e promiscuidade como "normais, naturais e saudáveis".
27. Infiltrar as igrejas e substituir a religião revelada por religião "social". Descreditar a bíblia e enfatizar a necessidade de maturidade intelectual, que não necessita a muleta da religião.
28. Eliminar as orações, ou qualquer forma de expressão religiosa nas escolas, com a justificativa de que violam o princípio da "separação entre igreja e estado".
29. Desacreditar a Constituição Americana chamando-a de inadequada, antiquada, desconexada às necessidades modernas, um obstáculo à cooperação entre nações no sentido global.
30. Desacreditar os Pais Fundadores Americanos. Apresentá-los como aristocratas egoístas que não tinham nenhuma consideração pelo homem comum.
31. Diminuir todas as manifestações de cultura americana e desencorajar o ensino de História americana, dizendo que foi apenas um detalhe de um "grande quadro". Dar maior ênfase à história russa depois que os comunistas assumiram.
32. Dar suporte a todo movimento social para um controle central de toda educação cultural, agências sociais, programas de bem estar, clínicas de saúde mental etc.
36. Infiltrar e ganhar controle de sociedades.
38. Transferir alguns dos poderes de detenção da polícia para agências sociais. Tratar todos os problemas de comportamento como transtorno psiquiátrico, que pode unicamente ser compreendido e tratado por psiquiatras.
39. Dominar a profissão psiquiátrica e usar leis de saúde mental a fim de ganhar controle coercitivo sobre aqueles que se opõem às­ metas comunistas.
40. Desacreditar a família como instituição. Encorajar a promiscuidade e facilitar o divórcio.
41. Enfatizar a necessidade de afastar crianças da influência negativa dos pais. Atribuir danos, bloqueios mentais e retardamento das crianças à supressiva influência dos pais.
44. Internacionalizem o Canal do Panamá.
45. Rechaçar a Reserva Connally para que os Estados Unidos não possam evitar que o Tribunal Mundial absorva jurisdição sobre nações e indivíduos.
Fonte: http://www.rense.com/general32/americ.htm#sthash.VrHNVNTy.dpuf

É respeitável o que conseguiram realizar nestes cinquenta ou sessenta anos. Respeitável também é a relação de nomes que fazem parte desta frente. Basta ver os que estão procurando derrubar o novo presidente dos Estados Unidos ou se manifestam contrários a ele. Não devem faltar também aqueles que jogam nas duas posições.
Toedter