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17 de agosto de 2017

ENTRA CHARLOTTESVILLE SAI KIM JONG UN

Quando se esperava uma terrível guerra atômica, de uma hora para outra ESQUECERAM! Não se fala mais disto.

É que começou outra, esta interna (seria contra Trump?). Os noticiários, qualquer que seja a origem, até os russos, estão batendo na mesma tecla. É só o que se ouve e o que se lê: racismo, supremacismo (olha aí, mais um bordão para facilitar a instigação), neonazismo. Para poder falar dos nazis até plantaram no meio do tumulto um rapazinho desinteressado, loiro é claro, segurando uma grande bandeira, na qual a suástica aparecia de forma invertida, algo que verdadeiros adictos nunca deixaram acontecer. O nacional-socialismo não é proibido nos Estados Unidos, existe mesmo como partido político, o NSM National Socialist Movement, que não iria se arriscar num assunto onde se ganha de um lado o que se perde do outro. Mesmo aquele que lançou seu carro sobre a multidão (foto) só pode ter sido um desequilibrado, ou deu-lhe um curto-circuito mental. Aconteceu numa esquina onde nem mesmo se distingue quem era quem.

O que houve de verdade em CHARLOTTESVILLE foi mais um afloramento da cisma dormente em grande parte da população, consequência da GUERRA DA SECESSÃO de 1861 – 1865, também chamada de GUERRA CIVIL AMERICANA.  O efeito traumático que deixou, se explica por ter sido a guerra que ocasionou o maior número de perdas humanas para os Estados Unidos. Foram 600 mil mortos, o dobro do que lhes causou a Segunda Guerra Mundial.


Entra ano, sai ano, sempre acontece alguma desavença, até sangrentos atentados, aparentemente ligados à lembrança do conflito. A última ocorrência foi registrada em 2015, provocando a retirada da bandeira confederada de um memorial na Carolina do Sul, o que provocou ainda mais polêmica. Ao contrário do que nos dizem hoje os incentivadores da discórdia racial, a Guerra Civil americana não teve como motivo principal a ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA que Abraham Lincoln, presidente dos estados nortistas, só proclamou em 1863, dois anos depois do início dos combates. O menosprezo racial ali só foi oficialmente contido na segunda metade do século passado. Só em 1967 os Estados Unidos revogaram as últimas leis que discriminavam negros. Vejam neste blog em julho de 2016 duas postagens. Elas trazem duas entrevistas bem interessantes sobre o assunto com o grande campeão do box Cassius Clay. Ele mudou de nome para Muhammad Ali, justamente devido às discriminações que sofrera em seu próprio país. E é bom não esquecer que o Apartheid funcionou também na África do Sul britânica, isto até 1985.

Voltando aos acontecimentos em Charlottesville. A cidade fica no Estado de Virginia, um dos estados do sul, dos confederados. Em fevereiro, a Prefeitura (prefeito é do partido democrata) decidiu a retirada da estátua do General Robert E.Lee, comandante dos Confederados, sempre considerado um herói nacional. Desde então, houve acalorados protestos e a Justiça suspendeu temporariamente a retirada do monumento. Sem dúvida o debate sobre a estátua reabriu desnecessariamente velhas feridas e as frentes se formaram. O grupo dos contrários à remoção da estátua e da mudança de nome do parque manifestaram sua oposição através de uma marcha noturna com tochas. No dia seguinte os protestos continuaram e, pelo visto, agora de lado a lado. Ainda não deve ter havido violência, porque as forças de segurança observavam, mas não interferiram. Os noticiários falam em combates, armamento “pesado”. Entretanto não se têm notícias de outras vítimas, além das causadas por atropelamento e de mais duas vítimas fatais, policiais que observavam os acontecimentos a bordo de um helicóptero. A aeronave caiu por motivos ainda não explicados.


Por muito pouco o presidente Trump não foi acusado de ter liderado a manifestação. Foi obrigado a fazer três pronunciamentos pela TV, um corrigindo o outro. No terceiro atribuiu responsabilidade aos dois lados. A esquerda globalista vem fazendo de tudo para derrubá-lo, consciente de que quem o elegeu foram os nacionalistas. Dominando a mídia instigam o dissenso racial. Criam cabelo em casca de ovo. Desde que me conheço por gente, pretos e brancos sempre se entenderam. Até que de uns anos para cá, e visivelmente neste caso de Charlottesville, a imprensa teleguiada e unida se aproveita para aprofundar o fosso que vem sendo criado entre as pessoas. DIVIDIR PARA DOMINAR.

23 de fevereiro de 2017

PRIMAVERA EUROPEIA

Para muitos a ideia que esse título encerra pode parecer absurda. Que tal aconteça na África, no Oriente Médio, tudo bem, mas na Europa, berço da cultura ocidental? Impossível! Impossível por que? Só porque os nossos veículos de comunicação, nossa mídia teleguiada tem suas ordens sobre o que deve e o que não deve noticiar. Dos imigrantes, que vêm inundando o continente europeu, só se tem notícia, quando um dos barcos superlotados sossobrou no Mediterrâneo, ou quando se tem uma boa foto de uma criança morta na praia, ou ainda quando o Papa aparece em cena e conclama os europeus a serem humanitários. Dos distúrbios, da crescente criminalidade, das agressões, dos estupros não somos informados. Sobre os verdadeiros objetivos desta invasão ninguém fala. Ninguém noticia que os refugiados dão preferência, aos países do centro da Europa. Talvez não só porque ali lhes é prometida a melhor assistência social, mas também porque é medida estratégica. Mas a quem interessa o que fazem refugiados, ou imigrantes, isto não é matéria nem para jornal do dia, nem da noite.

Acontece que uma reação está em curso:

OS NOSSOS ANTES DOS OUTROS! É o tema da manifestação que está sendo convocada para depois de amanhã, sábado dia 25 de fevereiro, às 15 horas, em Paris. Não é de admirar que comece pela França. O francês é um povo aguerrido. Apesar de sua política colonial no passado, conseguiu preservar sua identidade e, se não estou enganado, as barricadas nasceram falando francês. Agora sobem nelas PARA ESTANCAR A IMIGRAÇÃO e PELA PREFERÊNCIA NACIONAL. Por outro lado se tem notícia de que recrudesceram os distúrbios em França, exigindo o emprego de grandes contingentes das forças armadas para o seu controle. Coincidentemente termina neste sábado mais um período de Regime de Emergência decretado pelo governo francês em novembro de 2015 depois dos atentados terroristas. Pois bem, vamos ver o que vai dar.

TUDO É PLANEJADO
Na verdade já podemos imaginar o futuro, pois faz parte do plano dos Soros e demais globalistas. É o início da fase dois de destruição da Europa, berçário de caras pálidas. Desde há muito estão motivando os radicais fundamentalistas islâmicos e lhes criaram o caminho para a Europa. Há que se mobilizar agora os seus futuros adversários, os nacionalistas. Os serviços secretos estão trabalhando a todo vapor. E não adiante existirem leis que tornam
quase impossível a posse de armas, elas vão brotar do chão, incluindo os maiores calibres, da mesma forma como aconteceu em outras “primaveras”. Poderá desembocar em guerra civil bem pior que a da Síria. Dos governos europeus não há muito o que esperar. Mesmo que a satânica Merkel venha a ser substituída, será por outro da mesma ninhada e a posição oficial continua sendo a de que a imigração é um “enriquecimento”, dar asilo a todos é ato humanitário e que o povo seja cada vez mais tolerante.

EXCEÇÃO
A Inglaterra rothschildiana, cercada de água por todos os lados, inventou inteligentemente o BREXIT e vai assistir a tudo de camarote. Mas talvez desta vez o mundo seja beneficiado com uma pequena alteração climática e a nova “primavera”, programada desta vez para a Europa, traga apenas sol, sombra e água fresca.

Toedter

16 de dezembro de 2015

RECESSO E AFINS

Tem-se a impressão que o mundo político entrou em recesso, não estou falando do nosso. Seria até compreensível, não só pelo Natal, data cristã, mas há o Chanukah ou Hannukah judaico também nesta época. Durante o período da sua comemoração esta minha cidade vem até mesmo expondo em praça pública (Pr.29 de março) uma portentosa Chanuquiá (menorá de nove braços) iluminada. Entretanto, fiquemos tranquilos, nunca estas datas religiosas influenciaram muito os acontecimentos. No cenário internacional acredito que, ou estamos vivendo a bonança antes da tempestade, ou, no Oriente Médio por exemplo, a situação ficou demais confusa. Já não se conta mais nos dedos de uma mão quantos estados-maiores de forças armadas de nações diferentes estão tentando armar estratégias de ação no caso Síria e Estado Islâmico. Ali ficou difícil dizer quem é quem e quem é contra quem. Há até quem diga que Putin está mudando de lado. Será?

Na Europa a Chanceler Povicida continua no poder. Agora, na convenção do seu partido CDU recebeu apoio entusiástico de quase todos os 1000 delegados à sua política de aceitação de fugitivos/ migrantes/ asilantes/ invasores. Ninguém se importou com o fato de estarem sendo infringidas leis europeias (Schengen) e nacionais. Ninguém se importou com o triste desígnio que vem sendo preparado para o povo alemão e para o das outras nações europeias. Sempre tergiversando, sempre empurrando com a barriga, ela consegue manter o processo em andamento. Na convenção do partido apresentou como solução do problema migratório a brilhante ideia de que este deve ser combatido em suas origens. Por que então não aproveita o seu excelente relacionamento com o presidente dos EUA e o convence a recolher e desarmar suas bombas e demais artefatos explosivos que estão destruindo e matando meio mundo.
Não é isso o que ela faz, ao contrário favorece o seu agravamento. A partir desta semana a DW - Deutsche Welle TV estatal alemã, criada especialmente para levar notícias tecnicamente dirigidas para diversas regiões do mundo, passou a ser sintonizável na própria Alemanha em - atente bem - idioma árabe!

Os estados do leste europeu vêm manifestando sua revolta com as atitudes e política da dirigente da RFA. Órban, Presidente da Hungria destacou: “Todo político europeu que promete a imigrantes uma vida melhor e os induz a deixar tudo para trás a fim de seguir para a Europa é irresponsável!” Polônia, Tchecoslováquia, Paises Bálticos e outros já deixaram claro que não aceitam o estabelecimento de cotas para o ingresso de imigrantes.

Muitos que criticam as decisões de Merkel, ou sua falta, atribuem isso à sua ingenuidade, fazendo-a aceitar as coisas simplesmente como se tudo fosse carma, destino. Não é possível que ela e sua tropa não saibam quais as consequências desta enxurrada de gente advinda de regiões de cultura e costumes diametralmente diversas da autóctone. Sabem que principalmente na área das pessoas de escala social mais baixa logo acontecerão competições e litígios, seja quanto a moradias, seja em relação a empregos. Formar-se-ão grupos sociais paralelos, áreas de exclusão, criminalidade organizada, conflitos motivados por diferenças étnicas e religiosas. É guerra civil à vista. Dificilmente o europeu terá condições de resistir. De uma forma ou outra tenderá a desaparecer. Entende-se o porquê de já haver quem chame a dignatária de Chanceler Povicida, exterminadora do povo.

Finalizando quero dizer que vi com enorme satisfação mais um sinal de progresso da ideia revisionista. A amazon está colocando à disposição do seu público o livro que vem causando sensação do mercado literário “TELL the TRUTH and SHAME the DEVIL” (Conte a verdade e envergonhe o diabo). É de autoria de Gerard Menuhin e expressa duas verdades que são o mote fundamental do trabalho que vem sendo desenvolvido por todos nós, que buscamos corrigir o que de mentiras sobre a Segunda Guerra foi espalhado pelo mundo. Menuhin diz com todas as letras que o Holocausto foi o maior logro da história e que a Alemanha enfrentou a guerra para defender o planeta da plutocracia. É de se notar que Gerard Menuhin é judeu e filho do mundialmente famoso violinista Yehudi Menuhin. Maiores detalhes podem ser vistos nos portais inacreditavel e marchaverde.

Toedter