Os latinos de Honduras não são bobos. A grande maioria já desistiu de querer enfrentar o Trump lá na fronteira dele. Chegaram ao México, que deve ser melhor do que Honduras, aproveitaram as mordomias e incentivos oferecidos por Soros, ONU e companhia e “deixe estar, p’ra ver como é que fica”.
Por falar em enganar o mundo: Há poucos dias vivemos aqui no Brasil um período de eleições e o que mais se ouvia eram denúncias e advertências sobre NOTÍCIAS FALSAS. Só que infelizmente se referiam apenas àquelas que trafegassem através das redes sociais e, quanto a essas, as pessoas minimamente esclarecidas têm condições de separar o joio do trigo. A coisa fica mais difícil quando o porta-voz do falseamento passa a ser o sistema estabelecido da mídia, dos órgãos de comunicação. Nestas eleições o sistema foi descaradamente parcial no apoio a uma das correntes e, mesmo assim, a outra venceu. Isso já aconteceu dois anos atrás nas eleições presidenciais nos EUA. Seria um sinal de que o povo está criando anticorpos contra uma mídia que “reza unida”? Talvez não chegue a tanto. Nos dois casos as falsidades plantadas não encontraram solo favorável.
Na realidade a mentira tornou-se uma arma de alto poder destrutivo, capaz de levar ao extermínio de povos inteiros e catapultar países e suas estruturas de volta à idade da pedra.
José Saramago:
“O tempo das verdades plurais acabou. Vivemos no tempo da mentira universal. Nunca se mentiu tanto. Vivemos na mentira, todos os dias.”
E é preciso sempre lembrar:
ACUSOU-SE UM POVO ALTAMENTE CIVILIZADO - UM DOS QUE MAIS CONTRIBUIU PARA A EVOLUÇÃO CULTURAL DO MUNDO - DE TER PRATICADO A MAIOR DAS CRUELDADES, UM ASSASSINATO PLANEJADO DE 6.000.000 DE PESSOAS, HOMENS, MULHERES E CRIANÇAS. O sistema encarregou-se da divulgação. Esta arma teve tal poder que não só fez o mundo inteiro acreditar, como até mesmo conseguiu que o próprio povo acusado se convencesse de sua pressuposta culpa.
Outro caso:
CRIOU-SE A GUERRA AO TERRORISMO, REDUZINDO A PÓ TRÊS PRÉDIOS DO WORLD TRADE CENTER EM NOVA YORQUE
Com insustentáveis acusações obteve-se um falso pretexto para destruir nações inteiras no Oriente Médio e criar leis de exceção no ocidente.
O sucesso do sistema propagador se deve principalmente ao fato de não haver questionamento. Seriam simples letargia, comodismo, distração, ou demasiada preocupação com outros problemas os motivos para que não se levante a menor dúvida sobre tudo o que o noticiário da TV, ou a manchete do jornal afirmam. É verdade que tudo vem em dose concentrada e igual em todas as fontes, revelando que a origem é uma só.
Fato é que as pessoas não se perguntam onde e como teria sido possível matar 6 milhões de pessoas, cerca de 7 mil por dia. Uma mulher alemã, hoje com 90 anos, há pouco fez de público tal pergunta. Como resposta foi encarcerada e assim provavelmente permanecerá até o fim de sua vida. Seu nome: Ursula Haverbeck. Esta questão seria suficiente para suscitar muitas outras.
As pessoas também deixam de se perguntar como é que os impactos de dois aviões conseguiram derrubar três enormes prédios. Tampouco ficaram admiradas com a capacidade premonitória de uma equipe de TV que já estava de prontidão, em posição estratégica, com suas câmeras assestadas para os pontos exatos onde os aviões atingiriam os objetivos.
Apesar de tudo a expressão FAKE NEWS foi popularizada.
13 de novembro de 2018
28 de outubro de 2018
EM MARCHA CONTRA O 1º MUNDO
É a nova maneira de conduzir uma guerra. Alex Jones já a chamou de “Guerra do Século 21”.
Em vez de soldados regulares usam-se exércitos de invasores, as vezes armados, aí são mercenários – vide “primavera árabe” - ou caravanas de civis, homens, mulheres e crianças. Tudo com o intuito de desestabilizar países, nações. Incentivado por corporações multinacionais e ONGs e ainda com o beneplácito da ONU. Um dos principais comandantes é o nosso já fartamente conhecido GEORGE SOROS.
Estão marchando agora contra os Estados Unidos, ou mais precisamente contra o governo do presidente Trump. Querem derrubá-lo aproveitando o fato de no próximo dia 6 de novembro ali serão realizadas eleições de renovação do congresso, no qual até agora Trump mantém tênue maioria. Para tanto fizeram partir de Honduras uma multidão de migrantes destinada a transitar a pé em direção ao norte, atravessando Guatemala, El Salvador,México até chegarem pouco antes do dia 6 à fronteira sul dos Estados Unidos. Ali espera-se que a prometida resistência de Trump forneça as imagens e reportagens necessárias, para lhe infringir acachapante derrota moral e eleitoral. E ele será obrigado a resistir para não decepcionar seus próprios adeptos.
Nesta batalha Trump é só um símbolo, o verdadeiro objetivo é a derrota do Estado Nacional e a expansão do GLOBALISMO. Para isto foram criadas essas ondas migratórias do Terceiro Mundo para o Primeiro. E que não se pense que elas se formam de maneira espontânea. Corre dinheiro, muito dinheiro. E não é só o Soros e sua Open Society, coordenadora e financiadora de centenas de ONGs mundo afora. O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados está ajudando. O custo dessa viagem, que está em curso através do México, é avaliado em 7000.- dólares por pessoa, enquanto a renda anual média em Honduras é de 2400.- dólares.
Trump declarou recentemente em Houston que ele é NACIONALISTA! Querem maior razão para que os globalistas, entre eles os Bush, Obama, Clinton, as grandes corporações, os bancos multinacionais, queiram sua derrubada? Sua esperança é que no entrevero, que acreditam, vá ter que acontecer nos próximos dias na fronteira sul dos EUA, os jornalistas forneçam novos e suficientes motivos para alcançarem seus objetivos.
Tudo acontece com apoio da ONU. A arregimentação de seres humanos com o propósito de criar confrontos e situações caóticas é uma vergonha para o seu Conselho de Direitos Humanos. Aquele mesmo que já tentou interferir nas eleições que estão acontecendo no Brasil.
A cada dia fica mais claro o objetivo desta Guerra do Século 21 e que pode ser resumido a três palavras: NIVELAR POR BAIXO! Isto facilitará o pretendido DOMÍNIO MUNDIAL dos globalistas.
Em vez de soldados regulares usam-se exércitos de invasores, as vezes armados, aí são mercenários – vide “primavera árabe” - ou caravanas de civis, homens, mulheres e crianças. Tudo com o intuito de desestabilizar países, nações. Incentivado por corporações multinacionais e ONGs e ainda com o beneplácito da ONU. Um dos principais comandantes é o nosso já fartamente conhecido GEORGE SOROS.
Estão marchando agora contra os Estados Unidos, ou mais precisamente contra o governo do presidente Trump. Querem derrubá-lo aproveitando o fato de no próximo dia 6 de novembro ali serão realizadas eleições de renovação do congresso, no qual até agora Trump mantém tênue maioria. Para tanto fizeram partir de Honduras uma multidão de migrantes destinada a transitar a pé em direção ao norte, atravessando Guatemala, El Salvador,México até chegarem pouco antes do dia 6 à fronteira sul dos Estados Unidos. Ali espera-se que a prometida resistência de Trump forneça as imagens e reportagens necessárias, para lhe infringir acachapante derrota moral e eleitoral. E ele será obrigado a resistir para não decepcionar seus próprios adeptos.
Nesta batalha Trump é só um símbolo, o verdadeiro objetivo é a derrota do Estado Nacional e a expansão do GLOBALISMO. Para isto foram criadas essas ondas migratórias do Terceiro Mundo para o Primeiro. E que não se pense que elas se formam de maneira espontânea. Corre dinheiro, muito dinheiro. E não é só o Soros e sua Open Society, coordenadora e financiadora de centenas de ONGs mundo afora. O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados está ajudando. O custo dessa viagem, que está em curso através do México, é avaliado em 7000.- dólares por pessoa, enquanto a renda anual média em Honduras é de 2400.- dólares.
Trump declarou recentemente em Houston que ele é NACIONALISTA! Querem maior razão para que os globalistas, entre eles os Bush, Obama, Clinton, as grandes corporações, os bancos multinacionais, queiram sua derrubada? Sua esperança é que no entrevero, que acreditam, vá ter que acontecer nos próximos dias na fronteira sul dos EUA, os jornalistas forneçam novos e suficientes motivos para alcançarem seus objetivos.
Tudo acontece com apoio da ONU. A arregimentação de seres humanos com o propósito de criar confrontos e situações caóticas é uma vergonha para o seu Conselho de Direitos Humanos. Aquele mesmo que já tentou interferir nas eleições que estão acontecendo no Brasil.
A cada dia fica mais claro o objetivo desta Guerra do Século 21 e que pode ser resumido a três palavras: NIVELAR POR BAIXO! Isto facilitará o pretendido DOMÍNIO MUNDIAL dos globalistas.
22 de outubro de 2018
EXTREMA DIREITA
O Brasil está vivendo momentos de decisão. A população está escolhendo como será o seu futuro político-administrativo. Normalmente decisões devem ser tomadas como resultado de muita reflexão, o que nem sempre acontece, ou porque são comandadas por sentimentos, por impulso, ou porque faltam condições de análise a de quem são exigidas. Decidir pode não ser fácil, nem é tarefa para qualquer um.
Em época de eleições sempre vêm à baila as orientações ideológicas dos eleitores, tais como liberalismo, marxismo, fascismo, gramscismo e outros tantos “ismos”, tudo hoje reduzido a ESQUERDA e DIREITA. Ainda há os centro-esquerda, que têm medo de serem confundidos com a direita, porque esta não tem bom trânsito na mídia.
É perceptível que os veículos de comunicação estão seguindo um curso que pende para a esquerda. Isto confirma a tese, que aqui tem sido defendida, qual seja a de que existe uma central que diz qual a camisa que devem vestir. Ser de direita, originalmente significava ser conservador, hoje não é muito confortável, porque logo passa a ser considerado de “extrema-direita” e recebe o epíteto “nazista”. Até mesmo o nosso candidato à presidência já foi assim qualificado. Mas não sabem que nazista ou nazi, empregado como palavrão, já o era a dois mil anos, quando derivava de “nazareno”. Outra origem, que vem sendo citada para a palavra “nazi”, seriam os “asquenazim”, designando judeus do leste (khazares?).
Depois da Segunda Guerra nazi e nazista passaram a se referir ao movimento e partido nacional-socialista, evidentemente com um sentido pejorativo. Passou a ser aplicado para tudo que é contra a esquerda, mas a máscara de criminoso, malfeitor, que lhe foi imposta, não procede. É injusta, é uma obra tenebrosa, certamente originada no Instituto Tavistok. Pelo que vem acontecendo na atualidade se pode reconhecer claramente as razões que levaram a tal artifício.
Em 31 de agosto de 1946, poucos dias antes de ser executado a mando do falso tribunal de Nurenberg, Alfred Rosenberg, um dos ideólogos do nacional-socialismo e ministro de estado disse: “O nacional-socialismo foi uma resposta europeia à pergunta do século. Foi a ideia mais nobre à qual um alemão podia dedicar as forças de que dispusesse. Era uma genuína concepção social do mundo e ideal de pureza cultural do sangue. Por isso não posso na hora da angústia abjurar do ideal também da minha vida, do ideal de uma Alemanha socialmente pacificada e de uma Europa consciente dos seus valores e a ele (ideal) me mantenho fiel.” Não me parece exatamente palavra de bandido.
Mesmo que modestamente, invoco a minha própria experiência de vida. Quando lá morei e era vigente o regime nacional-socialista, era guerra e medidas de exceção deveriam estar vigorando. Perguntar-se-ia: a população vivia atemorizada? Sim, devido a ameaça constante de bombardeios aéreos contra civis, praticados pelos aliados, mas não por atos de violência praticada pelas autoridades. Claro que se sabia da existência de campos de concentração. Sabia-se também de prisioneiros de guerra, que transitavam em pelotões pelas ruas da cidade, rumo a industrias, onde trabalhavam. Era severamente proibido sintonizar emissoras de rádio estrangeiras, mas sei que meu pai não se importava. Nunca soube de violência praticada pela polícia. Aquilo não era bem o que se imagina ser um regime de força. Por outro lado o progresso e bem estar geral que o regime implantou durante os seis anos de paz,, que lhe foram concedidos, são pouco mencionados, mas não ignotos.
Assim, se alguém é chamado de nazista, ele não necessariamente precisa se sentir ofendido.
Em época de eleições sempre vêm à baila as orientações ideológicas dos eleitores, tais como liberalismo, marxismo, fascismo, gramscismo e outros tantos “ismos”, tudo hoje reduzido a ESQUERDA e DIREITA. Ainda há os centro-esquerda, que têm medo de serem confundidos com a direita, porque esta não tem bom trânsito na mídia.
É perceptível que os veículos de comunicação estão seguindo um curso que pende para a esquerda. Isto confirma a tese, que aqui tem sido defendida, qual seja a de que existe uma central que diz qual a camisa que devem vestir. Ser de direita, originalmente significava ser conservador, hoje não é muito confortável, porque logo passa a ser considerado de “extrema-direita” e recebe o epíteto “nazista”. Até mesmo o nosso candidato à presidência já foi assim qualificado. Mas não sabem que nazista ou nazi, empregado como palavrão, já o era a dois mil anos, quando derivava de “nazareno”. Outra origem, que vem sendo citada para a palavra “nazi”, seriam os “asquenazim”, designando judeus do leste (khazares?).
Depois da Segunda Guerra nazi e nazista passaram a se referir ao movimento e partido nacional-socialista, evidentemente com um sentido pejorativo. Passou a ser aplicado para tudo que é contra a esquerda, mas a máscara de criminoso, malfeitor, que lhe foi imposta, não procede. É injusta, é uma obra tenebrosa, certamente originada no Instituto Tavistok. Pelo que vem acontecendo na atualidade se pode reconhecer claramente as razões que levaram a tal artifício.
Em 31 de agosto de 1946, poucos dias antes de ser executado a mando do falso tribunal de Nurenberg, Alfred Rosenberg, um dos ideólogos do nacional-socialismo e ministro de estado disse: “O nacional-socialismo foi uma resposta europeia à pergunta do século. Foi a ideia mais nobre à qual um alemão podia dedicar as forças de que dispusesse. Era uma genuína concepção social do mundo e ideal de pureza cultural do sangue. Por isso não posso na hora da angústia abjurar do ideal também da minha vida, do ideal de uma Alemanha socialmente pacificada e de uma Europa consciente dos seus valores e a ele (ideal) me mantenho fiel.” Não me parece exatamente palavra de bandido.
Mesmo que modestamente, invoco a minha própria experiência de vida. Quando lá morei e era vigente o regime nacional-socialista, era guerra e medidas de exceção deveriam estar vigorando. Perguntar-se-ia: a população vivia atemorizada? Sim, devido a ameaça constante de bombardeios aéreos contra civis, praticados pelos aliados, mas não por atos de violência praticada pelas autoridades. Claro que se sabia da existência de campos de concentração. Sabia-se também de prisioneiros de guerra, que transitavam em pelotões pelas ruas da cidade, rumo a industrias, onde trabalhavam. Era severamente proibido sintonizar emissoras de rádio estrangeiras, mas sei que meu pai não se importava. Nunca soube de violência praticada pela polícia. Aquilo não era bem o que se imagina ser um regime de força. Por outro lado o progresso e bem estar geral que o regime implantou durante os seis anos de paz,, que lhe foram concedidos, são pouco mencionados, mas não ignotos.
Assim, se alguém é chamado de nazista, ele não necessariamente precisa se sentir ofendido.
6 de outubro de 2018
HITLER JÁ SABIA?
Ele sabia o que estava por acontecer. Foi um visionário:
“A começar pela família, passando por todos os conceitos de honra e liberdade, povo e pátria, cultura e economia, até o eterno fundamento da nossa moral e da nossa fé, nada é poupado por essa ideia que tudo renega, tudo destrói.”
Quando Hitler disse essas palavras, ele estava se referindo ao movimento comuno-socialista, seu maior rival e encarniçado adversário da época. E falou mais, lembrando o período de 1919 a 33, que quatorze anos de marxismo haviam arruinado o país e que mais um ano de bolchevismo exterminaria a Alemanha.
Tudo vem se encaixando. A Internacional Socialista, criada durante as comemorações do centenário da Revolução Francesa, foi o berço do GLOBALISMO de hoje e o objetivo de ambos é a DITADURA MUNDIAL! Que ninguém se iluda com os eufemismos “Nova Ordem Mundial”, ou “Governo Mundial”. Será ditadura mesmo. Maligna! Um regime destruidor e exterminador.
Para chegar aos seus objetivos, os globalistas se servem da perfídia e ardilosamente tecem suas teias, visando enfraquecer e desarmar possíveis antagonistas. Uma delas, talvez a mais importante, é o movimento MIGRATÓRIO, que está abarrotando países, cujos povos têm formação milenar. com populações alienígenas. Como consequência as aborígines perdem totalmente sua identidade e como povo deixam de existir. Ressalvado que antes não tenham se aniquilarem mutuamente. Nos Estados Unidos estão sendo criadas as maiores dificuldades ao presidente Trump, que busca estancar o processo. Mesmo os mais inocentes não podem deixar de perceber que é um movimento induzido artificialmente.
No próximo dia 11 de dezembro (11?) os representantes de 190 países filiados à ONU deverão assinar o Pacto Global pro Migração, sobre o qual já falei na edição de 31/7/2018, quando as negociações estavam em andamento. Parece que Estados Unidos e Hungria não pretendem participar. O pacto tem por finalidade considerar a migração um direito humano. Como na Alemanha de Merkel começava a se delinear uma oposição à imigração desenfreada, a chanceler fez com que o parlamento aprovasse, a toque de caixa, uma lei que afirma, que em vista da falta de mão de obra especializada no país, bastará que o imigrante declare ser especializado, para que tenha seu visto de permanência imediatamente emitido. Lembro que foi essa Merkel, a que abriu as fronteiras do país em 2015. É a mesma que transformou em esquerdistas os partidos conservadores, que constituem hoje a coligação que ela chefia e mais, é a herdeira política do último presidente da República Democrática Alemã, de dependência soviética (veja neste blog em 11.1.2017 – Socialismo e Cabala).
É preciso ter muito ódio para querer renegar, destruir, acabar com o nosso mundo.
“A começar pela família, passando por todos os conceitos de honra e liberdade, povo e pátria, cultura e economia, até o eterno fundamento da nossa moral e da nossa fé, nada é poupado por essa ideia que tudo renega, tudo destrói.”
Quando Hitler disse essas palavras, ele estava se referindo ao movimento comuno-socialista, seu maior rival e encarniçado adversário da época. E falou mais, lembrando o período de 1919 a 33, que quatorze anos de marxismo haviam arruinado o país e que mais um ano de bolchevismo exterminaria a Alemanha.
Tudo vem se encaixando. A Internacional Socialista, criada durante as comemorações do centenário da Revolução Francesa, foi o berço do GLOBALISMO de hoje e o objetivo de ambos é a DITADURA MUNDIAL! Que ninguém se iluda com os eufemismos “Nova Ordem Mundial”, ou “Governo Mundial”. Será ditadura mesmo. Maligna! Um regime destruidor e exterminador.
Para chegar aos seus objetivos, os globalistas se servem da perfídia e ardilosamente tecem suas teias, visando enfraquecer e desarmar possíveis antagonistas. Uma delas, talvez a mais importante, é o movimento MIGRATÓRIO, que está abarrotando países, cujos povos têm formação milenar. com populações alienígenas. Como consequência as aborígines perdem totalmente sua identidade e como povo deixam de existir. Ressalvado que antes não tenham se aniquilarem mutuamente. Nos Estados Unidos estão sendo criadas as maiores dificuldades ao presidente Trump, que busca estancar o processo. Mesmo os mais inocentes não podem deixar de perceber que é um movimento induzido artificialmente.
No próximo dia 11 de dezembro (11?) os representantes de 190 países filiados à ONU deverão assinar o Pacto Global pro Migração, sobre o qual já falei na edição de 31/7/2018, quando as negociações estavam em andamento. Parece que Estados Unidos e Hungria não pretendem participar. O pacto tem por finalidade considerar a migração um direito humano. Como na Alemanha de Merkel começava a se delinear uma oposição à imigração desenfreada, a chanceler fez com que o parlamento aprovasse, a toque de caixa, uma lei que afirma, que em vista da falta de mão de obra especializada no país, bastará que o imigrante declare ser especializado, para que tenha seu visto de permanência imediatamente emitido. Lembro que foi essa Merkel, a que abriu as fronteiras do país em 2015. É a mesma que transformou em esquerdistas os partidos conservadores, que constituem hoje a coligação que ela chefia e mais, é a herdeira política do último presidente da República Democrática Alemã, de dependência soviética (veja neste blog em 11.1.2017 – Socialismo e Cabala).
É preciso ter muito ódio para querer renegar, destruir, acabar com o nosso mundo.
26 de setembro de 2018
COZINHA DO DIABO - Final
O
tema TAVISTOK está “na boca do povo”, ou melhor, é atual e está
chamando atenção. Ontem (24.9.2018) fiz uma visita ao blog do
“HenryMakow phd” e o assunto, sob o título “9-11 as Trauma
Brainwashing”, era esse Instituto, que eu chamo de cozinha do
diabo. Como subtítulo ele usa os dizeres
Events
like the holcaust, Hiroshima, Pearl Harbor and 9-11 are used to
trauma brainwash society and change the direction of history
(Eventos
como holocausto, Hiroshima, Pearl Harbor e 11 de setembro são usados
para submeter a sociedade a uma traumática lavagem cerebral e mudar
a direção da história).
Em
meio à matéria Makow mostra a capa do livro de Joe Coleman,
“Tavistok Institute for Human Relations”.
Como
vimos na nossa edição anterior, Tavistock faz parte de uma
estrutura ainda maior, do COMITÊ DOS 300, que exerce um controle de
todos os países do mundo (exceto Rússia e China). Encontramos neste
quadro também o CLUB OF ROME, que, por exemplo, teve a incumbência
de estancar o desenvolvimento das economias agrária e industrial,
favorecendo o “crescimento zero” mundo a fora. Veio desta área a
oposição à energia nuclear, que teria assegurado o suprimento do
mundo com energia elétrica pelos próximos 100 anos.
Em
uma das reuniões do COMITÊ DOS 300 constavam da pauta os seguintes
assuntos:
*
Emancipação das mulheres.
*
Consciência negra, miscigenação racial, quebra de tabus contra
casamentos mistos.
*
Rebelião da juventude contra más situações imaginárias.
*
Conflito entre gerações.
*
Experimentações com novos relacionamentos humanos e novas
estruturas familiares. Homossexualismo e lesbianismo devem ser
aceitos em todos os níveis da sociedade.
*
Promoção de movimentos pró ecologia e meio ambiente tipo
“Greenpeace”.
*
Direcionamento do interesse para religiões orientais e perspectivas
filosóficas.
*
Renovação do interesse sobre o assim chamado cristianismo
fundamentalista, que passa a ser politizado e instrumentalizado.
*
Sindicatos devem privilegiar exigência de qualidade no ambiente de
trabalho.
*
Incrementação do interesse por meditação e outras disciplinas,
tais como Cabala, que deve desalojar a cultura cristã. Pessoas
especiais são escolhidas para divulgar e ensinar a Cabala, entre
elas Shirley McLean, Roseann Barr, Madonna e Demi Moore.
*
Valorização do processo de autorrealização.
*
Criação de novas
tendências musicais.
*
Desenvolvimento de uma nova, rudimentar forma de falar, na qual a
língua é tão mutilada, a ponto de se tornar ininteligível.
Ordem
do dia de UMA reunião apenas
Essas
e outras tantas tendências artificialmente criadas, provocam um
clima social irritado e conduzem à perturbação de tudo quanto era
estabelecido. Veem-se notícias de vítimas de estupro, que teria
acontecido há dezenas de anos, levando somente agora suas acusações
à plateia. A igreja se desmantela com a ajuda do seu preceptor mor,
lavando roupa suja em público. Uma nova imagem humana passa a se
manifestar, provocando radicais transformações da civilização. De
forma imperceptível para as massas, os conceitos, opiniões e
costumes vão se mudando. Quem pensa que isso é normal, faça parte
da evolução, está muito enganado. As mudanças, que a sociedade
vem experimentando, obedecem a receitas elaboradas na COZINHA DO
DIABO . Talvez não demore para que o mundo venha a ter uma dolorosa
indigestão.
12 de setembro de 2018
TAVISTOCK - Continuação
Este
ferino instituto, que a toda hora vem interferindo em nossas vidas,
faz parte da organização que pretende instalar a Nova Ordem Mundial
neste planeta, o Comitê dos 300:
Podemos
ver que o TAVISTOCK ocupa posição estratégica.
A
propósito, o leitor Marco Antonio, em seu comentário à matéria da
semana passada, nos informa que saiu agora edição em português
desta obra do intrépido, indomável escritor DANIEL ESTULIN.
Façamos votos de que logo esteja à disposição também aqui no
nosso país.
Outro
escritor famoso, EDWARD BERNAYS, trabalhou do lado de lá. Como já
vimos, pertenceu ao núcleo que estruturou o instituto. Era sobrinho
de Sigmund Freud, que depois de 1938 também acabou no staff
da organização. Muitos publicitários fizeram do livro PROPAGANDA
de Edward Bernays o seu livro de cabeceira. Vejamos um trecho deste
livro:
A
manipulação consciente e inteligente dos costumes, dos
comportamentos e das opiniões das massas é um elemento importante
numa sociedade democrática. Aqueles que manipulam estes mecanismos
imperceptíveis introduzem um governo invisível e este é o
verdadeiro, dominante poder do país.
Nós
somos governados, nossa consciência é modelada, nossos gostos são
produzidos, nossas ideias criadas – em sua maior parte por homens
dos quais nunca ouvimos falar. - Nossos governantes, em muitos casos
desconhecem a identidade dos seus companheiros do Conselho
Ministerial. (…) Enquanto a civilização vem se tornando mais
complexa e a necessidade de um governo oculto se mostrar cada vez
mais premente, foram sendo inventados e desenvolvidos os recursos
técnicos, através dos quais as opiniões puderam ser disciplinadas
e regulamentadas. As gráficas e a imprensa, o telefone, o telégrafo,
o rádio e o avião, permitem que as ideias sejam rapidamente
propagadas e isso até pela América inteira.
A
comunicação em massa, possibilitada depois pela televisão,
proporcionou ao manipuladores meios de controle social, nunca dantes
sonhados (H.G.Wells). A rede de institutos de pesquisa de opinião
que começou a ser criada depois da primeira guerra mundial também
passou a ter uma importância significativa.
Patrono
de tudo isto, o Comitê dos 300, planeja e ordena suas estratégias a
longo prazo. Controla 400 dos 500 maiores cartéis do mundo. Nenhum
candidato (exceto Rússia e China) é eleito sem o seu beneplácito
e, sem a ajuda do comitê, não chega ao fim do seu mandato. Acredito
que não seja um despropósito querer perguntar, se eles têm um
favorito para as próximas eleições no Brasil.
Mais
um pouco sobre o tema na próxima edição.
4 de setembro de 2018
TAVISTOCK - Cozinha do Diabo
Não,
não
foi o nosso Ministério da Educação e Cultura, o MEC, quem
inventou o “Kit Gay”.
Os
autores, os que tiveram a ideia, foram outros. Nem
são daqui.
São os mesmos do “Gender
Mainstream’,
da Identidade de Gêneros, Violência
contra Mulher, dos
supremacistas
e outros tantos bordões e movimentos, todos com objetivos escusos,
os
quais perseguem, pretendendo
moldar o pensamento das
pessoas e a
orientação
das
sociedades.
Sugiro
que se preste muita atenção à declaração que transcrevo a seguir
e que tem um alcance maior do que parece à primeira vista.
“Propagando
pseudo-atrocidades nos ganhamos a guerra… e é agora que vamos
começar com isso de verdade!”
- Palavras de Sefton Delmer, ex-propagandista
chefe britânico, ditas
ao
especialista em direito internacional alemão Prof. Grimm, após a
rendição alemã
em
1945. E
Delmer continua:
“Vamos
prosseguir com essa propaganda aterradora, vamos incrementá-la até
que ninguém mais aceite uma boa palavra desses
alemães, até que acabe
toda
simpatia que porventura ainda tenham em outros países e que eles
próprios sejam tão confundidos, que não saibam mais o que fazer.
Quando isso for alcançado, quando eles começarem a sujar seu
próprio ninho, não contra sua vontade, mas solícitos e dispostos a
agradar os vencedores, só então a vitória estará completada.
Nunca será definitivo, A reeducação precisa ser cultivada
cuidadosamente, como gramado inglês. Bastará
um
momento de negligência, Para
que a inerradicável erva daninha da verdade histórica volte a
romper à superfície.”
Mais
importante que fabricar bombas, tanques, foguetes - toda aquela
tralha - é FABRICAR OPINIÃO. Para
tanto não basta só divulgar um conceito. É preciso que o
público-alvo deixe de se dar ao trabalho de desenvolver sua opinião
própria. Há que distraí-lo, não deixar que pense, que leia, que
se instrua. O
livro perdeu mercado para o computador e
este para a drogazinha do smart.
Dá para estudar pelo smart?
COMEÇOU
HÀ MAIS DE CEM ANOS
Em
1913
foi instalada na Wellington
House
em Londres uma organização com uma incumbência inusitada. Ela
tinha que criar
e propagar receitas publicitárias, que tivessem por objetivo fazer
com que a população britânica desenvolvesse uma OPINIÃO PÚBLICA
favorável a
uma declaração de guerra contra a Alemanha. A direção foi
entregue aos lordes Rothmere e Northcliff e o financiamento inicial
foi assumido pela Casa Real, passando mais tarde aos Rothschilds,
que, por casamento, tinham parentesco com os Northcliffs.
O
público-alvo foi logo estendido também aos norte-americanos,
onde os responsáveis passaram a ser Walter Lippmann e Edward
Bernays, enquanto Toynbee cuidava dos ingleses.
A
Wellington
House
acabou provando que era capaz de realizar um endoutrinamento
em massa, vulgarmente chamado
de “lavagem
cerebral”.
Influenciou assim decisivamente
os
destinos de Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos. Em 1921, portanto
logo após a primeira e antes da segunda guerra mundial,
foi transformada em TAVISTOCK
INSTITUTE OF HUMAN RELATIONS.
Em
1937
o
COMITÊ DOS 300 (já foi assunto deste blog em 17 em 29 de maio de
2017 e pode ser acessado) incumbiu
o TAVISTOCK INSTITUTE de desenvolver estratégias para criação de
uma NOVA ORDEM MUNDIAL sob um governo único. O financiamento coube
à
Família Real
inglesa,
aos
Rothschilds, ao
Milner Group
e
às fundações Rockefeller.
Certamente
já é possível constatar, que “há muito mais por trás do que se
noticia, mais
do que supõe
a vã filosofia”. Mais sobre TAVISTOCK
na próxima edição. Enquanto isso PASSE ADIANTE, COMPARTILHE!
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