4 de fevereiro de 2016

PRESIDENTE TRUMAN EXPLICA

Não é que minha última postagem sobre o POLITICAMENTE CORRETO tenha sido exatamente um campeão de audiência, mas levantou alguma poeira. Houve até quem trouxe brilhante esclarecimento sobre a origem e significado da expressão. Uma fonte não identificada me enviou cópias de quatro telegramas trocados entre o então presidente Harry Truman e o Gen.Douglas MacArthur um dia antes da assinatura efetiva do acordo de capitulação em setembro de 1945 . O conteúdo desses quatro telegramas está exatamente representado como foram recebidos no fim da guerra. Acompanhem:
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_ (1) TÓQUIO, JAPÃO _
_ 0800-SETEMBRO 1,1945 _
_PARA: O PRESIDENTE HARRY S TRUMAN _
_DE: GENERAL MACARTHUR

_ AMANHÃ NÓS NOS ENCONTRAREMOS COM AQUELES BARRIGA-AMARELAS BASTARDOS E ASSINAREMOS OS DOCUMENTOS RENDIÇÃO, ALGUMA INSTRUÇÃO DE ÚLTIMA HORA? _
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_ (2) WASHINGTON, D C _
_1300-1 DE SETEMBRO DE 1945 _
_PARA: D MACARTHUR _
_DE: H S TRUMAN
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_ PARABÉNS, TRABALHO BEM FEITO, MAS VOCÊ DEVE SUAVIZAR SEU ÓBVIO DESAGRADO PARA COM OS JAPONESES QUANDO SE DISCUTE OS TERMOS DA RENDIÇÃO COM A IMPRENSA, PORQUE ALGUMAS DAS SUAS OBSERVAÇÕES SÃO, FUNDAMENTALMENTE, POLITICAMENTE INCORRETOS! _
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_ (3) TÓQUIO, JAPÃO _
_1630-1 DE SETEMBRO DE 1945 _
_PARA: H S TRUMAN _
_DE: D MACARTHUR E C H NIMITZ
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_ WILCO SIR, MAS AMBOS CHESTER E EU ESTAMOS UM POUCO CONFUSOS, O QUE QUER DIZER EXATAMENTE O TERMO POLITICAMENTE CORRETO? _
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_ (4) WASHINGTON, D C _
_2120-1 DE SETEMBRO DE 1945 _
_PARA: D MACARTHUR / C H NIMITZ _
_DE: H S TRUMAN
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_ POLITICAMENTE CORRETO É UMA DOUTRINA, RECÉM DESENVOLVIDA POR UMA MINORIA ALUCINADA , ILÓGICA E PROMOVIDA POR UMA GRANDE MÍDIA DOENTE, QUE ACREDITA NA PROPOSIÇÃO DE QUE É PERFEITAMENTE POSSÍVEL PEGAR UM PEDAÇO DE MERDA PELO PONTA LIMPA! _
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Agora, com um agradecimento especial aos MUSEU e Biblioteca Truman. Independence, Missouri, nós finalmente temos uma melhor compreensão do que "politicamente correto" realmente significa.

A CULTURA CRISTÃ
No mesmo artigo me refiro à Cultura Cristã, que estaria sendo substituída por uma Cultura Marxista, e um leitor se aflige, perguntando como é que um velho nazista pode falar em “Cultura Cristã”. Ele incorre em dois enganos. É incontestável que nos últimos dois milênios a vida social, política e cultural nos países do ocidente foi marcada pela religião cristã. Assim, quer queiram, quer não, religiosos praticantes, ateus, agnósticos e outros mais ou menos votados são fruto da mesma. Falar em Cultura Cristã não é prerrogativa de professantes da religião.

O segundo engano é aquele que situa a ideologia nacional-socialista e o cristianismo em campos opostos. Isto é consequência da campanha difamatória que aquela ideia política sofreu desde sempre. Hitler, seu expoente, é retratado e visto universalmente como o anticristo, o mau, a maldade em pessoa. Será que é verdade, foi isso mesmo?

Wikipedia diz o seguinte: Adolf Hitler foi criado por seu pai, que era católico, e por sua mãe, que também era cristã devota. Hitler, contudo, deixou de participar dos sacramentos e passou a apoiar o Movimento Cristão Alemão. Em seu livro, Mein Kampf, ele afirmou seguir os princípios do cristianismo. Antes do começo da Segunda Guerra Mundial, Hitler promovia o chamado "cristianismo positivo", um movimento que expurgava do cristianismo todos os elementos do judaísmo e inseria ideais nazistas.


Em seus públicos discursos, especialmente no começo de seu governo, Hitler frequentemente descrevia positivamente a Cultura Cristã alemã, e a sua crença em um Cristo ariano. Pouco antes de sua ascensão ao poder Hitler discursou perante uma multidão em Munique. "Meus sentimentos, como Cristão, mostram-me meu Deus e Salvador como um lutador. ... Como Cristão eu tenho o dever de ser um guerreiro pela justiça e verdade."

HITLER A CURTA DISTÂNCIA”
Este é o título de um livro escrito por Otto Wagener, publicado pela Editora Arndt, Kiel – Alemanha em 1987. Consta que há uma edição em inglês também. Wagener era companheiro e confidente de Hitler desde as primeiras horas. Como general, prisioneiro de guerra dos britânicos, escreveu esse livro, buscando relatar as longas conversas que teve com o amigo sobre os mais diversos assuntos. Transcrevo algumas poucas linhas do que seriam palavras de Hitler e que, com certeza, surpreenderão a gregos e troianos traçando um quadro bem diferente daquele ao qual o mundo foi induzido:

Eles até anunciam que pregam o ensinamento de Cristo. Mas sua vida e atos são um golpe constante contra este ensinamento e seus criadores, e uma negação de Deus! Nós resgatamos novamente este ensinamento! (...)
Nós precisamos sentir o todo, o pensamento, a atuação, resgatar a fé do povo do individualismo presunçoso anticristão, do egoísmo e do tolo farisaísmo da arrogância pessoal e nós devemos educar principalmente a juventude dentro do espírito daquelas palavras de Cristo, que nós novamente postulamos: amai o próximo como a ti mesmo, leve em consideração o próximo, pense que não cada um de vocês é sozinho uma parte da criação de Deus, mas que vocês são irmãos! Com repugnância e desprezo a juventude se separará daquela hipocrisia que pronuncia o nome de Cristo, mas tem o Diabo no coração; que dão esmolas para poderem se deliciar na gastança; que abarrotam os próprios bolsos com o trabalho do próximo; que pregam a paz, mas trabalham para a guerra. (...)
Veja você, Wagener: nossa missão não é econômica. Naturalmente a economia e sua ética devem se ajustar às condições deste Socialismo. Eu aprovo todos seus planos. Mas eles não são os objetivos primários. Encher o povo com a fé ressuscitada e com sua concepção do mundo, que já foi porto seguro de povos com extrema necessidade, este é o objetivo primário! E como os mais velhos em sua maioria já estão entrelaçados com seus interesses econômicos e espírito egoísta, nós podemos preponderantemente nos apoiar somente na juventude. Ela é a razão, pela qual para seu povo e sua humanidade o reino dos céus está sendo conquistado!”

Aqui tenho que lembrar que talvez não seja POLITICAMENTE CORRETO acreditar nestas palavras.

CENSURA EM NOME DO POLITICAMENTE CORRETO
A revista eletrônica CONSULTOR JURÍDICO da Dublê Editorial acaba de envergonhar a comunidade que representa censurando ostensivamente artigo do conhecido jurista Dr. Antonio Caleari, também autor do livro “Malleus Holoficarum” - Editora Chiado – Portugal. Caleari já por outras vezes foi colaborador da mesma revista, tendo agora abordado o tema da punibilidade da negação do Holocausto. O artigo foi aceito pelo Conselho Editorial, publicado e no mesmo dia retirado. Pode ser lido agora sob:

Concluo a postagem de hoje tendo a impressão de que também a este caso, que acabo de expor, se explica com a definição dada pelo Presidente Harry S.Truman naquele telegrama ao General MacArthur.
Toedter


27 de janeiro de 2016

POLITICAMENTE CORRETO

Está redondamente enganado quem acreditava que o fim do bolchevismo da União Soviética tivesse significado também o fim dos sonhos da Internacional Socialista, ou seja, do comunismo. A proposta der Marx e Engels não foi simplesmente arquivada pelos seus adictos, nem isto podia ser esperado. Muito pelo contrário, devem ter aproveitado o tempo, seguindo o exemplo dos seus coirmãos khazarianos, ocupando espaço em todas as áreas da sociedade, com destaque às da educação e da política. Continuaram sua atividade no rumo uma vez encetado, apenas tendo desistido da revolução ostensiva, armada até, dando preferência a recursos menos evidentes, porém mais efetivos.

Decepcionados com os resultados do primeiro grande conflito mundial de 1914/18 – não foi capaz de desencadear a instalação do socialismo internacional – dois teóricos marxistas, Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria chegaram à conclusão de que era a CULTURA CRISTÃ dos países ocidentais que dificultava a aceitação da ideologia marxista. Portanto seria necessário ver nesta cultura o inimigo. Para tanto era preciso atacar e anular as regras e parâmetros que orientavam a sociedade e isto não poderia ser feito através confronto direto. Era preciso acabar com as instituições que constituíam o alicerce da cultura ocidental. Entre elas, talvez a principal, a FAMÍLIA. Haveria que ser cuidadosamente planejado.

Quem se dedicou a isto foi a Escola de Frankfurt, como é conhecido o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt, Alemanha. Com a instalação do regime nacionalsocialista em 1933 a Escola de Frankfurt bateu de frente como ideário dos novos mandantes e se mudou para Nova Iorque. Na Escola de Frankfurt Horkheim, Adorno, Fromm, Reich, Marcuse abraçaram as conclusões de Gramcy e Lucacz e as instrumentalizaram, aplicando teses do seu saudoso colega Sigmund Freud, a psicologia.


Um exemplo é a criação de bordões que são verdadeiras armas verbais diante das quais há pouca ou nenhuma defesa, induzindo as pessoas a não se expor aos seus efeitos. Um deles é a expressão POLITICAMENTE INCORRETO.

Esta expressão só passou a existir e influenciar os que nasceram durante ou depois da Segunda Guerra. Na realidade PC nada significa. Para que tivesse algum sentido real seria necessário que houvesse uma definição do que é correto, digamos como o são, ou foram, os DEZ MANDAMENTOS. Mesmo assim ainda careceria de explicação a palavrapoliticamente”. Longe de poder ser interpretado, o bordão tem vida própria. POLITICAMENTE CORRETO está aí no uso diário. Está servindo para definir um modo de ser e agir, bem como para impor um modo de pensar. Foi criado para padronizar opiniões. Age em paralelo a outros conceitos tais como DIVERSIDADE, GENDER MAINSTREAM; deu nova força ao Feminismo, ressuscitou a Igualdade da Revolução Francesa. Graças ao PC temos a Educação Sexual para crianças nas escolas, que não hesitam em ensinar as variantes sexuais, normalizando-as. Inutilmente organizações religiosas tentaram evitar a legalização do “Casamento Gay”. Muitas mudanças sociais vieram na esteira do Politicamente Correto.

Não há como ignorar o fato de que a nossa CULTURA CRISTÃ está sendo substituída pela MARXISTA.
Toedter

P.S. - Mais sobre PC em:

www.theamericanconservative.com/the-roots-of-political-correctness

18 de janeiro de 2016

MEIN KAMPF, a luta que não acaba

A leitura de um livro pretende ser uma interação entre autor e leitor. O autor expressa uma ideia ou mensagem e cabe ao leitor a análise do seu significado. Aprova, rejeita, ou, simplesmente, memoriza e em momento futuro confronta com novas concepções.

O que está sendo feito com o autor do livro MEIN KAMPF (Minha Luta) representa o cúmulo da covardia. Para quem não sabe, este livro foi escrito por um jovem (34-35 anos) rebelde, quando estava cumprindo pena de prisão na fortaleza de Landsberg, Alemanha. Preso e condenado por ter liderado uma marcha de protesto, hoje falsamente chamada de “putsch” ou tentativa de golpe de estado.

O jovem rebelde era Adolf Hitler, que neste livro registrou suas ideias políticas. Política esta que o levou dez anos após, depois de intensa campanha eleitoral, à chefia de estado da Alemanha. Eu li alguns trechos do livro e na minha modesta opinião nem tudo o que o jovem inconformado escreveu foi posteriormente adotado pelo chefe de estado. Só como exemplo cito a ferrenha animosidade demonstrada no livro em relação à França (o autor acabara de enfrentar os franceses em duríssimos combates da Primeira Guerra). Como chefe de estado procurou o entendimento com o país vizinho. À história do espaço vital, do “Lebensraum”, é dada certa ênfase na obra. Era influenciada e oriunda ainda de movimentos políticos vividos por ele na Áustria. Não era mais assunto quando eu estive na Alemanha, apesar de que naquele momento (1942) a área sob domínio alemão ter se estendido extraordinariamente para todos os lados. Ninguém falava em incorporar territórios. Acho normal essa transição, só não muda de opinião quem não pensa.

Então, o caráter dogmático que se quer dar hoje ao livro MEIN KAMPF não tinha toda essa expressão. É natural que um livro escrito pelo “Führer” tenha vendido número inusitado de exemplares, mas não creio que possa ser considerado um vade mecum, uma bíblia, como hoje é afirmado.

Durante os 70 anos, após a morte do autor, novas edições foram proibidas. Os direitos autorais pertenciam ao Estado da Baviera. Mesmo assim houve editoras, também no Brasil, que produziram edições. Não sei se todas foram bem traduzidas. Consta que houve quem manipulasse o texto original, falsificando o enunciado. As associações judaicas de todo mundo se esforçaram para que houvesse proibições mais ou menos legais, mas nunca conseguiram acabar definitivamente com a circulação.

Agora, com o término do ano 2015 o livro MEIN KAMPF (Minha Luta) de Adolf Hitler caiu em domínio público e já estava pronta, esperando de garfo e faca, uma editora para fazer um lançamento monumental da obra escrita pelo homem mais demonizado da história. Muitos hão de perguntar: mas se ele era tão ruim, fez tanto mal, porque voltam a divulgar suas ideias?

Não são tão estúpidos como parecem. Nos últimos TRÊS anos fizeram com que assim chamados “historiadores” (devem ser os mesmos que conseguiram reduzir o número de vítimas dos bombardeamentos de Dresden de 400 para 25 mil) se debruçassem sobre o texto original e inserissem ao seu lado vasto material desfigurando e contradizendo o que o autor estava expressando. A imagem acima mostra como ficaram as páginas desta promovida e festejada edição.

É um insulto, não só ao autor como também a quem esperam que venha a se dedicar à leitura dessa produção. Ninguém assistiria a uma palestra em que o palestrante vem acompanhado de três outros apresentadores que a cada frase pronunciada o interrompem, questionando o que foi dito. Ninguém gostaria de testemunhar tal COVARDIA.

Um fato que transparece nesta demonstração é que o homem, setenta anos após sua morte, ainda amedronta seus adversários.

Toedter

6 de janeiro de 2016

TUDO SE TRANSFORMA

E, de repente, a mentira se fez. Seu gosto amargo não deixou que a vida se tornasse doce novamente…

Quem viveu essa era pode confirmar: de repente o mundo ficou diferente. Isso passou a acontecer quando o desenvolvimento dos meios de comunicação fez com que a notícia corresse mais célere de um lado ao outro. Houve quem vislumbrasse nisto a grande oportunidade de impor suas ideias e não deixou de aproveitá-la.

Naqueles tempos eu vivia os últimos anos da Segunda Guerra na Alemanha. Penso que então ainda prevalecia a honestidade, a moral. Apesar da tormenta, os bons costumes eram mantidos. A mentira ainda era proscrita. Quem pensa que aquele povo, sofrendo, como se diz, sob a batuta de um regime tão maldito, era enganado, que recebia informações falsas, manipuladas, como conta a história, não sabe da realidade. Quem dos seus homens teve que pegar em armas via nisto a obrigação natural do cidadão de defender sua pátria. Ninguém era iludido. As notícias diárias levadas à população incluíam comunicados elaborados pelo próprio comando-geral das forças armadas, dando conta das vitórias conquistadas nas diversas frentes, mas também das derrotas sofridas, dos avanços e dos recuos. As boas novas e as más. Algo hoje impensável.

Acabou. Eram os estertores da Verdade. Nos grandes conflitos de hoje, e não são poucos, tudo o que se vem a saber partiu de uma só fonte, sendo de teor tendencioso e parcial. A própria Segunda Guerra já fora fruto da mentira. Necessitaram dela para conseguir reunir 53 nações no intento de combater aquele pequeno país que, na ingenuidade de sua gente, insistia em buscar novos caminhos, queria acabar com a vantagem que o dinheiro vinha levando sobre o trabalho. Desrespeitou os plutocratas que dominavam e dominam o mundo. Foi derrotado inclemente e incondicionalmente.

Sobreveio em ritmo desabalado a evolução das técnicas de comunicação. Novos processos técnicos e novas máquinas permitiram aos veículos impressos maiores tiragens e mais atualidade. Emissoras de rádio se multiplicaram e ampliaram seu alcance. Chega a televisão em escala comercial. Pioneiro no Brasil, Assis Chateaubriand inaugurou sua TV-Tupi de S.Paulo em 1950. Telex e Telefax popularizaram a transmissão de notícias. Tudo exigia dinheiro, dinheiro gerava dependência. As editoras, sejam de livros, sejam de jornais, começaram a mudar de dono. O noticiário internacional passou a ser concentrado em poucas agências de notícias. Ficou fácil dizer ao mundo o que e como pensar.

E o mundo não tinha alternativa senão acreditar no que lhe era dito e a pensar como era desejado, o que, obviamente, nem sempre era a verdade. É natural que escolas e faculdades tivessem que se engajar no processo. Assim como se aprendia a tabuada, aprendia-se história. História como a queriam aqueles que manipulavam os noticiários, os livros, as revistas, os jornais, os filmes e tudo mais. Note-se que desde então pelo menos três gerações já passaram por este processo. Não é de admirar que certos conceitos já adquiriram caráter dogmático.

Pode ter sido isso o que Winston Churchill imaginou quando disse:
Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo que a verdade tenha oportunidade de se vestir.”

As mais deslavadas mentiras se espraiaram pelo mundo. Este em nada melhorou, mas, com certeza, muita gente acredita agora mais do que nunca que existe um povo privilegiado por Deus.

Toedter

28 de dezembro de 2015

SOBERANIA

Um leitor me mandou duas fotos, dizendo que valem mais do que mil palavras. De fato são representativas de toda uma época. Mostram o Portão de Brandenburgo em Berlim em duas ocasiões diferentes. A primeira demonstra a alegria de uma nação que acaba de reconvalescer de grave período de crises políticas e econômicas. A segunda mostra a suprema humilhação imposta a um povo depois de submetido e dominado há 70 anos.


Seus autores ganharam a maior e mais cruenta guerra da história sem dar um tiro e sem mesmo existir.

Foram mobilizadas 53 nações, incluindo o Brasil, para combater e derrotar um pequeno, porém orgulhoso, país. Este, perdendo a guerra, perdeu tudo, identidade, territórios, hombridade, amor-próprio e sua gente é, em sua maioria, prestativo serviçal deste quinquagésimo quarto estado, que, como tal, só passou a existir depois que terminou aquele conflito mundial.

Os 53 adversários declarados da Alemanha nada ganharam com a vitória alcançada. Nem mesmo a “limpa” que fizeram no instituto e marcas e patentes alemão, nem a desmontagem de máquinas industriais, nem os cérebros da ciência e da tecnologia, que EUA e URSS levaram para as suas terras, acabaram significando alguma vantagem para estas nações, pois a “Guerra Fria” que veio em seguida anulou eventuais primazias.

Mas o quinquagésimo quarto se projetou mundialmente. Conseguiu se caracterizar como maior vítima daquela horrorosa conflagração e que merecia a dó e apoio do universo, além de indenizações trilhonárias. Asim consagrado, não houve porta que se lhe fechasse, ou na qual não conseguisse colocar o pé. Seguindo a diretiva de Adam Weishaupt, aquele que ao final do século 18 fundou a organização dos ILLUMINATI, conseguiu colocar seus representantes em postos executivos e legislativos da maioria dos países ocidentais.

Isto faz com que por vezes a independência e soberania de uma nação pareça colocada em dúvida. No caso acima ilustrado da RFA nem dúvida persiste. A sua chanceler Merkel já declarou em alto e bom som que o destino da Alemanha está indelevelmente ligado ao de Israel. Mas há outras ocorrências, como essa agora de ter Israel nomeado Dani Dayan para assumir sua embaixada no Brasil e Brasília não dar sinais de querer aceitá-lo. O governo brasileiro tomou conhecimento da nomeação por vias informais e sem que lhe tivesse sido solicitado o agrément, sua concordância, como é uso e costume diplomático. Acontece que o nosso país tem motivos para negar esta concordância, uma vez que tem se manifestado contra a política de assentamentos israelenses em territórios palestinos e esse Dani Dayan já presidiu o Conselho Yesha, que representa 500 mil colonos israelenses assentados na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.

As “patrulhas avançadas” de Tel Aviv aqui já se movimentam. A Folha de S.Paulo, dia 22 p.p., abriu matéria com a título MILITARES BRASILEIROS CRITICAM VETO A EMBAIXADOR DE ISRAEL. No corpo de texto é citado “um integrante do alto escalão das Forças Armadas” que acha que a atitude denota uma falta de visão geopolítica e de objetividade de ações e que, para as Forças Armadas, surgiu uma situação muito sensível, já que a parceria com empresas israelenses de alta tecnologia é muito grande.

Mais adiante o jornal ainda diz que alguns congressistas brasileiros tentam reverter o problema diplomático em relação a um país considerado aliado (?) e pensam agir em defesa da nomeação de Dani Dayan.

Aqui é de ser lembrado que este dissenso ocorre com um Estado criado há menos de 70 anos. Está até hoje com problemas internos, mas não é isto o que faz pensar. A verdade é que o grosso, a grande maioria dos seus cidadãos vivia e continua vivendo fora de suas fronteiras. Vivem em outros países onde exercem normalmente também a cidadania, adquirida talvez já há várias gerações. Ali podem ocupar também cargos de liderança, chegam a governar estados, são ministros, legisladores, juízes. E não são poucos. Em caso de conflito de interesses, como se comportam?

Toedter

16 de dezembro de 2015

RECESSO E AFINS

Tem-se a impressão que o mundo político entrou em recesso, não estou falando do nosso. Seria até compreensível, não só pelo Natal, data cristã, mas há o Chanukah ou Hannukah judaico também nesta época. Durante o período da sua comemoração esta minha cidade vem até mesmo expondo em praça pública (Pr.29 de março) uma portentosa Chanuquiá (menorá de nove braços) iluminada. Entretanto, fiquemos tranquilos, nunca estas datas religiosas influenciaram muito os acontecimentos. No cenário internacional acredito que, ou estamos vivendo a bonança antes da tempestade, ou, no Oriente Médio por exemplo, a situação ficou demais confusa. Já não se conta mais nos dedos de uma mão quantos estados-maiores de forças armadas de nações diferentes estão tentando armar estratégias de ação no caso Síria e Estado Islâmico. Ali ficou difícil dizer quem é quem e quem é contra quem. Há até quem diga que Putin está mudando de lado. Será?

Na Europa a Chanceler Povicida continua no poder. Agora, na convenção do seu partido CDU recebeu apoio entusiástico de quase todos os 1000 delegados à sua política de aceitação de fugitivos/ migrantes/ asilantes/ invasores. Ninguém se importou com o fato de estarem sendo infringidas leis europeias (Schengen) e nacionais. Ninguém se importou com o triste desígnio que vem sendo preparado para o povo alemão e para o das outras nações europeias. Sempre tergiversando, sempre empurrando com a barriga, ela consegue manter o processo em andamento. Na convenção do partido apresentou como solução do problema migratório a brilhante ideia de que este deve ser combatido em suas origens. Por que então não aproveita o seu excelente relacionamento com o presidente dos EUA e o convence a recolher e desarmar suas bombas e demais artefatos explosivos que estão destruindo e matando meio mundo.
Não é isso o que ela faz, ao contrário favorece o seu agravamento. A partir desta semana a DW - Deutsche Welle TV estatal alemã, criada especialmente para levar notícias tecnicamente dirigidas para diversas regiões do mundo, passou a ser sintonizável na própria Alemanha em - atente bem - idioma árabe!

Os estados do leste europeu vêm manifestando sua revolta com as atitudes e política da dirigente da RFA. Órban, Presidente da Hungria destacou: “Todo político europeu que promete a imigrantes uma vida melhor e os induz a deixar tudo para trás a fim de seguir para a Europa é irresponsável!” Polônia, Tchecoslováquia, Paises Bálticos e outros já deixaram claro que não aceitam o estabelecimento de cotas para o ingresso de imigrantes.

Muitos que criticam as decisões de Merkel, ou sua falta, atribuem isso à sua ingenuidade, fazendo-a aceitar as coisas simplesmente como se tudo fosse carma, destino. Não é possível que ela e sua tropa não saibam quais as consequências desta enxurrada de gente advinda de regiões de cultura e costumes diametralmente diversas da autóctone. Sabem que principalmente na área das pessoas de escala social mais baixa logo acontecerão competições e litígios, seja quanto a moradias, seja em relação a empregos. Formar-se-ão grupos sociais paralelos, áreas de exclusão, criminalidade organizada, conflitos motivados por diferenças étnicas e religiosas. É guerra civil à vista. Dificilmente o europeu terá condições de resistir. De uma forma ou outra tenderá a desaparecer. Entende-se o porquê de já haver quem chame a dignatária de Chanceler Povicida, exterminadora do povo.

Finalizando quero dizer que vi com enorme satisfação mais um sinal de progresso da ideia revisionista. A amazon está colocando à disposição do seu público o livro que vem causando sensação do mercado literário “TELL the TRUTH and SHAME the DEVIL” (Conte a verdade e envergonhe o diabo). É de autoria de Gerard Menuhin e expressa duas verdades que são o mote fundamental do trabalho que vem sendo desenvolvido por todos nós, que buscamos corrigir o que de mentiras sobre a Segunda Guerra foi espalhado pelo mundo. Menuhin diz com todas as letras que o Holocausto foi o maior logro da história e que a Alemanha enfrentou a guerra para defender o planeta da plutocracia. É de se notar que Gerard Menuhin é judeu e filho do mundialmente famoso violinista Yehudi Menuhin. Maiores detalhes podem ser vistos nos portais inacreditavel e marchaverde.

Toedter

2 de dezembro de 2015

A GUERRA INACABADA

A "Armada da última Chance", uma frota de velhos navios enferrujados, tendo a bordo um milhão de indianos famintos, faz-se ao mar a fim de buscar na rica Europa a salvação e um novo chão e meio de vida. Representa a vanguarda de imensurável massa oriunda do Terceiro Mundo, que escolherá o mesmo caminho buscando fugir da miséria. O Ocidente, cego para a realidade, reage a essa ameaçadora, desarmada invasão, com um utópico delírio humanitário, que ao final o levará à própria extinção. Carcomido por autodesprezo e desvanecido instinto de preservação o continente europeu não mais é capaz defender o seu próprio ser.

Caso o leitor tenha prestado atenção, ele agora vai perguntar: Será que o Toedter se enganou escrevendo aí “um milhão de indianos”?

Não, meus amigos, este texto aí em cima, é apenas parte de uma recensão de um livro, chamado “Le Camp des Saints” de Jean Raspail, editado em 1973 na França, portanto há mais de 40 anos. Temos aí uma FICÇÃO que se tornou REALIDADE, mudando apenas os personagens. Como poderia então o autor imaginar o que se passa hoje. Será que Jean Raspail já teria criado uma fantasia em torno da tese que o Conde Coudenhouve-Kalergi publicou em seu livro “Praktischer Idealismus” em 1925 (veja maiores detalhes neste blog em 16 de setembro deste ano)?

Bom, premonição ou satanismo, fato é que a INVASÃO DA EUROPA por culturas diferentes começa a se concretizar como ARMA DE GUERRA (http://resistir.info/crise/refugiados_26out15.html) a partir do ano de 2001. Acaba de se tornar público que naquele ano a Divisão de Populações (UN Population Division) da ONU – Organização das Nações Unidas apresentou o relatório “Replacement Migration” (ST/ESA/SER A./206), que considera necessário abrir a Alemanha ao ingresso de 11,4 milhões de migrantes, mesmo que isso provoque tensões sociais no país. Essa substituição da população seria necessária para garantir o crescimento econômico da região. Neste ponto é bom lembrar que no regimento da ONU a Alemanha ainda consta como “estado inimigo”. Explica-se, salvo melhor juízo, é o único insensato e disparatado caso na História Contemporânea em que não houve um TRATADO DE PAZ ao final de uma guerra. A Segunda Guerra Mundial, a guerra contra a Alemanha AINDA NÃO ACABOU! O porquê dessa situação fica dia a dia mais claro: é que só com bombas não é possível extinguir um povo e era este o objetivo final daquele embate, como atestam várias manifestações da época.

A redução da taxa de crescimento populacional ocorreu em todos os países do ocidente, promovida por uma moral que privilegia a alienação e autonomia individual, o consumismo e o hedonismo. No que restou daquela Alemanha original a taxa foi ainda menor por influência de muitos outros motivos entre eles as consequências do
próprio horror sofrido por aquela gente massacrada. Mas, ao contrário do que hoje nos dizem os estatísticos “contratados”, estes números são, sim, reversíveis. A natureza, se a deixarmos, costuma cuidar disso.

Assim é que o governo inerte e vassalo da República Federal da Alemanha está esperando receber até o final do próximo ano cerca de 10 (dez) milhões de “fugitivos”, também chamados de asilantes. Acontece que cada um que está ingressando agora terá o direito de chamar mais dois membros da família. Os 300.000 que entraram em 2014 resultarão em 900.000. O milhão deste ano virará três milhões. O final é previsível. As autoridades de segurança e da justiça receberam ordens de serem tolerantes com contravenções e crimes que tenham por agentes pessoas de outras culturas. Bens públicos estão sendo usados para hospedar os novos habitantes. Recursos públicos (impostos e contribuições recolhidas pelos nativos) são usados para alimentar, vestir e cuidar da saúde e do bem-estar da nova gente. Se tudo isto não resultar em guerra civil, acabará em irremediável submissão dos antigos às novas regras e costumes que os novos pretenderão impor.

Mesmo sendo hoje a Alemanha o alvo principal, é lícito supor que a operação se estenderá a toda Europa continental, o que corresponderá ao projeto Coudenhouve-Kalergi (vide neste blog na postagem de 16 de setembro deste ano), bem como aos objetivos da Nova Ordem Mundial. Ressalvado seja que sempre alguém ou algum acontecimento pode cruzar planos, por melhor que sejam elaborados. Atualmente podemos ter a impressão de que a situação em torno da Síria não é exatamente a que foi prevista pelos grandes estrategistas. Resta-nos aguardar como estas guerras todas vão acabar.
Toedter


PS. - O livro de Jean Raspail foi editado também no Brasil pela Ediouro sob o título CAMPO DOS SANTOS e está disponível nas boas livrarias.