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25 de maio de 2018

O PETRÓLEO É NOSSO


Os mais vividos, como este blogueiro, devem se lembrar de um slogan que por um bom tempo animava nossas mentes e ilustrava páginas da nossa mídia.

Acompanhávamos o noticiário sobre a produção de barris, ansiando pelo dia em que o país se tornasse independente da importação. Pensávamos poder assistir a redenção do Brasil, a realização dos sonhos de Monteiro Lobato e Getúlio Vargas. Hoje esses dois estão se virando na tumba. “É nosso” coisa nenhuma. A greve dos caminhoneiros, que está sacudindo o país, põe a nu a verdade.

Estamos vendo isso agora, pois é o presidente da gloriosa Petrobrás quem afirma que nossos preços têm que acompanhar a flutuação do mercado internacional. Então continuamos na situação de um importador de petróleo, com uma agravante absurda, os preços estão sujeitos a alterações diárias, provocando verdadeiro tumulto na praça. Os derivados do petróleo têm seus custos integrando muitas previsões e cálculos de orçamento, obrigando a inclusão de uma margem de segurança.

Pressionada, a Petrobrás prometeu fazer por 15 dias um desconto no preço do Diesel. Consequência: despencaram suas ações na Bolsa e nos lembrando que a Petrobrás NÃO É NOSSA, é da oligarquia financeira internacional. A esta pouco interessa os perigos que um desabastecimento geral possa provocar.

É semelhante ao que acontece em outras áreas. Na agricultura, por exemplo, fomos obrigados a aceitar os TRANSGÊNICOS e com eles os agrotóxicos, por mais venenosos (glifosato) que sejam também para os humanos.

A ÁGUA É NOSSA?
Até poucos anos atrás havia aqui uma água de fonte, também chamada mineral, excelente. Lamento não me lembrar mais do nome, mas um belo dia mudou seu nome para CRYSTAL, é isto mesmo com “Y”. E mudou também de dono. É uma empresa com sede lá em Atlanta, Estado da Georgia, Estados Unidos. Quer dizer, capta aqui a nossa água, vende aqui e o lucro vai para Atlanta. E tem mais. Apesar de ser proibido, será que não se servem um pouco da “venda casada”? É que o nome da empresa é Coca Cola.
No início de governo Temer surgiu o boato de que Coca Cola e Nestle estariam querendo adquirir do governo brasileiro os direitos de exploração do aquífero Guarany. Ambas as empresas desmentiram. Fato é, entretanto, que Nestlé Waters alega ser a maior empresa de água engarrafada do mundo, vendida sob 51 marcas diferentes que vão de Pure Life a Perrier e Vittel (Google).

O site watergate.tv informa no dia 18.5.218 que a Nestlé Waters está comprando direitos de exploração em todo mundo e que seu dirigente teria dito “água não é um direito humano e sim um produto alimentício e deve ter um valor de mercado”.

ANGUSTIANTES PERSPECTIVAS
Assim se até a água pertence a esses “donos do planeta”, o que é que estamos fazendo aqui? Não demora e aparece alguém querendo cobrar pelo AR que respiramos. Teremos que concordar, para ajudar a pagar as impagáveis dívidas do país. Teremos que concordar da mesma forma como somos obrigados a concordar com “flutuações internacionais” de preços do petróleo, bem como concordar em pagar os impostos embutidos no preço final dos derivados, para satisfazer nossos credores. Consolemo-nos, não é só o Brasil que está assim...

11 de maio de 2018

MULTICULTURA ou PURÊ de culturas


Esses dias testemunhei uma cena inusitada. Moradores de rua abrigando-se em uma das mais cuidadas praças da cidade. Tinham até colchões velhos deitados sobre a grama e ali dormiam aquecidos pela companhia dos seus fiéis guapecas.

Lembrou-me as imagens de Roraima e a invasão de “refugiados” venezolanos. Consta que já seriam mais de 40 mil. Lembrou também os cuidados exigidos das nossas autoridades em acomodar, alimentar, vacinar e transportar essa gente toda para outros estados.

Refugiados? Refugiados do que? Na Venezuela não há catástrofe, não há guerra. E mesmo que houvesse, será que não deveriam ficar lá e ajudar a defender seu país? Sempre houve o direito ao asilo para perseguidos políticos e muitos dos nossos o aproveitaram, quando corriam perigo nas décadas de 60 e 70 aqui no Brasil. Agora esses que estão vindo ai, de mala e cuia, querem ver se melhoram de vida. Mas destes nós mesmos temos o bastante, deveríamos cuidar dos nossos.

Porém acho que já perdemos a soberania. Não podemos fechar as fronteiras. A ONU não permite. A ONU na verdade não está aí para evitar guerras e dissensões entre as nações como se pensava. Nunca tivemos tantas guerras quanto depois de 1945, quando foi fundada. Criou os Direitos Humanos e complicou a vida em todo o planeta. Porque 30 longos artigos, quando bastava um: RESPEITO AO PRÓXIMO, o que a gente aprendia, ou devia aprender, quando criança. Os 30 artigos pretendem igualar o que não é igualável. O tuaregue que se sente em casa no deserto africano tem costumes diferentes dos do habitante do Alasca, o muçulmano do budista. Minorias passaram a merecer maior atenção do que as maiorias.

E é a ONU que não se importa com os bombardeios que estão acontecendo, nem com as ameaças de 3a.GM. Está aí para ajudar a implementar o GLOBALISMO e, para tanto, é necessário acabar com o sentimento nacional das pessoas.

Criou o MULTICULTURALISMO. Foi a ONU que determinou que cada país revisasse sua legislação e criminalizasse a discriminação RACIAL, CULTURAL, ÉTNICA e RELIGIOSA. Premissa para poder misturar tudo. Sem uma identidade que caracterize os cidadãos de uma nação, esta perde o sentido. Globalismo quer dizer “Governo Mundial”. Teremos cada um um CPF mundial? Haverá eleições? Haverá leis? Como será na prática? Quem serão os mandantes?

Exemplo dramático vem da Europa. Quando a chanceler alemã Merkel simplesmente ignorou o tratado, que protegia as fronteiras das nações daquele continente, permitindo e incentivando o ingresso de milhões de africanos e asiáticos, ficou caracterizada a intenção genocida da globalização. Ali foi iniciada a substituição racial da população branca. Li ainda hoje que na cidade alemã de Frankfurt a população de origem migratória já igualou em número a autóctone.

O termo MULTICULTURA é eufemismo. Não haverá coexistência de culturas. O que se pretende é fazer um purê, bem mole, fácil de ser deglutido.

A quem quer se aprofundar no assunto NOVA ORDEM eu posso recomendar o endereço:
http://www.goodnewsaboutgod.com/studies/political/newworld_order/world_order.htm
É um estudo um tanto longo, mais de 70 páginas, firmado por Lorraine Day M.D. Muito interessante.

26 de novembro de 2015

OBAMA SABIA?

Tenho sido perguntado o que acho do PUTIN. Em que pese a simpatia que este dirigente supremo da Rússia vem angariando mundo afora, eu diria que nenhum líder político é previsível. Putin está surpreendendo com a resistência às provocações que vem recebendo. Os NEOCONS americanos estão cada vez mais impacientes com a guerra que não desata.

Nem mesmo o avião de combate russo, que acaba de ser abatido pela força aérea da TURQUIA, fez com que Putin perdesse a temperança. Agora simplesmente mandou seu Ministro do Exterior Lawrow perguntar ao seu colega americano, John Kerry, se eles sabiam do projetado ataque turco a sua aeronave. Alega ter sido a derrubada da máquina russa uma séria violação do acordo assinado entre Estados Unidos e Rússia sobre a segurança aérea em suas ações sobre a Síria contra o Estado Islâmico.

O acordo reza que cada lado cuidaria que os aliados não entrariam em conflito com outros participantes dos combates. Lawrow ressaltou que os Estados Unidos sempre fazem questão de serem informados sobre as ações em curso e por isso deveriam estar sabendo do ataque planejado pela força aérea turca. Outros companheiros da coalizão informaram que, sempre que acionarem em combate aviões de fabricação americana, devem obter antes a aprovação estadunidense. Neste caso o avião russo Su24 foi abatido pela força aérea turca, usando um avião americano F16.

A situação de Obama parece não ser das melhores. Já deu sinais de estar cansado do problema sírio. Uma resposta à indagação feita por Putin poderia mostrar que na verdade os tais Neoconservadores estão assumindo o comando sobre as forças armadas. Poderia provar também que os Estados Unidos não estão sinceramente empenhados na luta contra o TERROR, como dizem. Seriam eles, assim como a Turquia e talvez a própria OTAN, na realidade, acumpliciados aos terroristas islâmicos. É esperar para ver.

O presidente da Turquia Recep Erdogan tem planos próprios para se aproveitar da conflagração e que esta lhe traga a destruição do atual Estado Sírio. Existe ali um conflito de interesses provocado por recentes descobertas de gás no Mediterrâneo Oriental, que aliadas às fontes do Iraque, poderão provocar profundas alterações no esquema atual de rotas de transporte e distribuição do produto.

Falando em OTAN, são significativas as medidas de exceção que Hollande está colocando em prática na França, justificando-as com o atentado do Bataclan. Ele acaba de comunicar ao Conselho Europeu que suspendeu parcialmente a CONVENÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS. Isto depois de ter prorrogado o Regime de Exceção por 3 meses. É de lembrar Benjamin Franklin que em 1775 já disse: “They who can give up essential liberty to obtain a little temporary safety, deserve neither liberty nor safety” (Aqueles que podem prescindir de liberdade essencial para obter um pouco de segurança temporária, não merecem nem liberdade nem segurança).
Toedter

11 de junho de 2015

ESCRAVIDÃO MODERNA

Entendimento corrente sobre o que se pretende com a criação da Nova Ordem Mundial é dividir a sociedade em duas classes, os que mandam e os que obedecem. Obviamente os que mandam serão uma pequena elite e os que obedecem, o resto. Muitos perguntarão como isto seria possível, pois afinal somos todos seres pensantes e em caso de necessidade saberíamos como nos defender. Será?

É bem provável que já estejamos a pleno caminho. Naturalmente existem questões geopolíticas que ainda podem limitar a área do globo onde a NOM pretende se instalar. Também uma 3ª Guerra Mundial faria com que as providências fossem aceleradas, se atrasassem, ou, até mesmo, perdessem o sentido. Enquanto nada disso acontece o projeto vai seguindo o seu traçado.

Um exemplo acaba de acontecer na França, onde 438 deputados aprovaram (86 foram contra e 42 se abstiveram) uma lei que leva o país à condição de Estado Policial. Ali agora o cidadão poderá ser vigiado por serviços secretos e pela polícia sem qualquer interferência judicial. Seu telefone pode ser grampeado, ele poderá ser localizado pelo celular, seus e-mail poderão ser interceptados, poderá ser fotografado e escuta espiã instalada em sua residência. TUDO, sem que tenha sido autorizado pela justiça. É uma séria ameaça aos direitos humanos, como reconhece até mesmo a Human Rights Watch. É bom lembrar que o atentado contra a revista satírica Charlie Hebdo deve ter ajudado a motivar os deputados. George W.Bush se serviu do 11 de setembro para decretar o “Patriot Act” que restringiu sensivelmente os direitos do cidadão americano. A imigração forçada de africanos e muçulmanos para os principais países da Europa pode ter como explicação e objetivo a deterioração da capacidade de reagir da população daquele continente.

Não é mais o cidadão que tem a proteção do estado, é o estado que se protege contra o cidadão. Conceitos como pátria, família, honra são desacreditados, enquanto se estimula o dissenso, o racismo, a diversidade, desviando a atenção do descalabro que vai tomando conta da administração. Esta, extorquida pela sempre crescente dívida pública, não sabe mais como justificar a falta de investimento e a constante necessidade de aumentar os impostos.

Falou-se muito dos gregos, obrigados pelos credores a fazer reformas que incluíam redução de rendimentos e aposentadorias. Isto no Brasil já é feito há muito tempo e ficou claro que não adianta reclamar. Professores entraram em greve que durou cerca de sessenta dias. A única coisa que levaram foi bala (de borracha).

Nos Estados Unidos a FEMA – Federal Emergency Managment Agency já tem prontos 800 campos de concentração. Prontos e preparados para quem? Certamente não é para russos ou chineses. Devem estar prevendo a probabilidade de que venham ocorrer grandes e violentos distúrbios. É, pode ser que na Nova Ordem Mundial nem todos se conformem em pertencer à classe dos que devem obedecer, à escravidão moderna. Quem viver verá.

Toedter