21 de abril de 2017

mídiaQmente

Se alguém esperou uma imensa onda de protestos e condenação depois dos ataques terroristas às duas igrejas cristãs, que aconteceram no último Domingo de Ramos no Egito, decepcionou-se. Afinal foi uma bárbara agressão a fiéis em pacífico culto religioso, em uma data das mais importantes do calendário cristão.

O noticiário em torno do acontecimento foi magérrimo, o mesmo ocorrendo com os comentários e discussões a respeito. É claro, se a mídia não lhe dá importância, a reação pública resulta abafada. Resta a indagação POR QUÊ. E a resposta é aquela que temos insistido em enunciar. É que estamos sendo submetidos a um inexorável MIND CONTROL. Omitindo informação ou falseado os dados, o pensamento e a reação das massas são conduzidos no sentido desejado pelo Sistema. Consequentemente o que aconteceu não estava programado. Basta lembrar o carnaval encenado após o ataque ao Charlie Hebbdo, em Paris. Enquanto uma ocorrência é notícia durante dias ou semanas, merece cerimônias de luto com presença de chefes de estado, uma outra, mais calamitosa, passa quase em branco. Confirma o que sempre afirmamos, os meios de comunicação obedecem todos a um comando central, o que hoje representa o principal recurso usado pelo Sistema para formatar a opinião coletiva.

Creio que a partir da Segunda Guerra Mundial completou-se a estruturação do que eu chamaria de CCN – Central Coordenadora de Notícias . Pensando bem, é um órgão indispensável para quem projeta um ONE WORD, ou uma NEW WORLD ORDER, ou ainda, como nós a conhecemos, NOVA ORDEM MUNDIAL.

Graças ao trabalho da CCN (não confundir com CNN), por exemplo:
> O mundo ficou convencido de que Adolf Hitler era um louco demoníaco, que queria dominar o mundo e que seus seguidores eram carrascos sanguinários que assassinaram milhões de pessoas.
> O mundo não tomou conhecimento dos crimes de guerra praticados pelas forças do Sistema nos conflitos bélicos dos quais participaram
> Desde Hô Chi Minh do Vietnã até Bashar Al-Saddat da Síria, todos os adversários do Sistema foram caraterizados como odiáveis, opressores, ditadores.

Talvez um dia a sociedade reconheça esse estado de coisas.

Depois de um hiato representado por uma época em que a doutrina da Escola de Frankfurt festejou conquistas após conquistas, tenho agora a impressão de que está subindo ao palco uma geração que está fazendo perguntas. Parece estar compreendendo que este dolce farniente mental só acelera o caminho para o nada. Está realizando que neste mundo impera a mentira, que a degradação está tomando conta da sociedade através da promoção da discórdia. População de cor é instigada contra a branca, mulher contra homem, filhos contra pais, alunos contra professores, diversidades são usadas para criar concorrências, animosidades. Costumes e tradições vão se perdendo. Quando antes se buscava elevar a moral, disseminar princípios éticos, hoje se espraia a contravenção, a promiscuidade e querer levar vantagem tornou-se regra.

Há poucos dias foi celebrado o renascimento daquele que disse “ser o caminho, a verdade e a luz”. É o que o mundo está precisando.

Toedter

10 de abril de 2017

GUERRA DAS RELIGIÕES


Estaríamos voltando à Idade Média? Devidamente modernizada naturalmente. Além de todas as sataníces que essa máfia cabalística vem nos preparando, há uma da qual se fala pouco, mas não é menos tenebrosa: a GUERRA DAS RELIGIÕES! Para isso criou-se o tal Estado Islâmico, que de “Estado”, como organização administrativa de uma nação, nada tem. Mas já assusta o mundo divulgando vídeos dos seus costumes mais bárbaros.

E agora estão chegando mais perto. Ontem o EGITO foi palco de atos terroristas por demais sangrentos. O terror dos jihadistas se voltou diretamente contra a maior religião mundial, contra a religião CRISTÃ. Duas igrejas da comunidade copta, uma em Alexandria e outra em Tanta, foram alvos de ataques suicidas a bomba, justo na hora em que era oficiada a missa dominical. Era Domingo de Ramos, data em que a afluência de fiéis é elevada. Registraram-se pelo menos 44 mortos e centenas de feridos. O Estado Islâmico assumiu a autoria. Isto aconteceu a três semanas da anunciada visita do papa Francisco ao país.

Seria um sinal de que o problema está se aproximando do ocidente? Vamos nos lembrar que já são milhões os homens de fé islâmica que a satânica Dra. Merkel fez invadir a Europa. Eles estão lá, a absoluta maioria sem fazer nada, sendo tratados a “pão de ló” pelo Estado. A tal União Europeia é um aglomerado de povos que estão à deriva. Não têm timoneiros, ou os que têm são mal intencionados.

Na verdade a MÁ INTENÇÃO dos que têm responsabilidade nos governos ocidentais transpira por todos os poros. Basta se olhar a palhaçada que agora foi armada em torno da Síria. Esse Bashar al Assad está se defendendo contra todos os lados, lutando de costas para a parede, e agora vê armarem pela segunda vez uma bandeira falsa contra ele. Até mesmo a mídiaQmente parece ter ficado com vergonha de continuar afirmando que Assad teria usado armas químicas contra o seu povo, depois da ridícula atitude do atual mandatário da nação mais poderosa do mundo. Este, que em artigo anterior eu considerara “enigmático”, agora revelou-se boneco do teatrinho de fantoches.

E enquanto os foguetes, vídeos e noticiários aquecem os ânimos, na Europa o islã se espraia. Diz-se que há os que interpretam o seu alcorão de forma pacífica e que há os jihadistas, os guerreiros, os violentos que pretendem impor sua lei ao mundo. O que está se verificando na Europa é a prevalência dos que não pretendem se integrar, que não querem adotar os costumes do país que os hospeda. Os conflitos dos quais se tem notícia são constantes, sem falar nos atentados terroristas com vítimas fatais amplamente noticiados.

Inegável o fato de jihadista ver no cristão um inimigo a ser convertido, por bem ou por mal. Desde o século VIII os muçulmanos estão de olho na Europa. É, pois, um sentimento antigo, mas que hoje certamente teria perdido o sentido, não fossem as pavorosas provocações que vêm sendo feitas pelo ocidente ao mundo muçulmano desde a bandeira falsa do 11 de setembro de 2001.

Estaríamos então diante de uma possível GUERRA ENTRE RELIGIÕES? Tudo indica ser provável. Onde dois brigam, um terceiro se aproveita.

Toedter

28 de março de 2017

NEGAÇÃO?

Novo “Filme do Holocausto” tem estreia marcada no Brasil para o fim deste mês. Veja o poster:

Segundo o trailer o filme coloca em oposição uma jovem e linda professorinha e um homem rude e grosseiro. Ela defende o Holocausto e ele nega. É previsível quem vai ganhar a disputa e a total simpatia do público. Mas o fato de se realizar mais este esforço doutrinário, após 70 anos de ininterrupta catequização, faz supor que o barco dos holopromotores está fazendo água. São muitos os que mundo afora, até mesmo desafiando ou sofrendo efeitos de leis facciosas, demonstraram a insustentabilidade da tese do assassinato ordenado de seis milhões de pessoas.

Assim, como certamente muitos outros, este blogueiro tem motivos pessoais para duvidar do que a respeito deste tema a mídiaQmente impingiu ao mundo durante todo este tempo.

POR QUE EU NÃO POSSO ACREDITAR NO HOLOCAUSTO

Vivi na Alemanha durante a Segunda Grande Guerra. Não era combatente, mas integrado na população civil, vivenciando tudo que de comum se passa nas hostes do povo.

Os servidores públicos, os membros do partido, das forças de segurança, das forças armadas, também fazem parte do povo e, quando não em ação – soldados gozavam suas licenças ao lado de suas famílias – conviviam normalmente com seus concidadãos. Na convivência a troca de ideias faz parte da natureza humana. Por maior que seja o segredo imposto sobre determinado tema ou assunto, sempre existe alguém que não resiste ao impulso de confidenciá-lo a familiar, ou a amigo. Então terá o destino de qualquer boato ou fofoca, começará a circular. Talvez um segredo destes possa ser preservado por curto prazo, mas não por QUATRO ANOS. Também não por tanta gente, que teria que estar envolvida ou tivesse ciência. O assassinato de MILHARES de pessoas a cada dia (6 milhões em 4 anos = 4.106 por dia), significaria um número imensurável e mesmo inimaginável.

Mas NADA TRANSPIROU. Falava-se em mortes, sim. Vítimas dos bombardeios aéreos, mortos em combate nas diversas frentes, mas em matadouros de gente ninguém falou. Anos atrás eu vi casualmente o ex-chanceler da Alemanha Helmut Schmidt ser entrevistado pela TV e declarando que durante a guerra NÃO teve conhecimento do Holocausto. Schmidt, neto de judeus, foi oficial do exército alemão.

Então, na Alemanha ninguém falava, nem segredava, que nos campos de concentração estaria ocorrendo o extermínio de quase a metade de um povo inteiro. Mas também entre as forças aliadas de ocupação isto não era assunto. Tenho guardado um exemplar do primeiro jornal que circulou em Hamburgo depois do fim da guerra, editado pelas forças de ocupação britânicas. Consistia de uma página só, redigida obviamente em alemão. Mas em toda a matéria não se encontra qualquer menção ao depois alegado “maior crime contra a humanidade”. Abaixo uma cópia.

Acima já aleguei que na Alemanha até o final dos combates em maio de 1945 nada se sabia sobre o tal Holocausto. Porém tenho outro motivo, talvez ainda mais convincente para NÃO ACREDITAR. Quando chegamos à Alemanha em 1942 minha mãe e eu ficamos morando em Hamburgo e meu pai empregou-se na empresa Sanitas AG de Berlim, produtora de aparelhos eletromedicinais, raio-X etc. Esta o encarregou de assumir a filial em Cracóvia, na Polônia ocupada pelos alemães, onde teve que ficar residindo. Eventualmente nós o visitávamos, ou ele conseguia dar uma chegada rápida a Hamburgo. Meu pai tinha facilidade em fazer contatos, principalmente com os médicos da região. Não sei como se entendiam, mas era uma região multilíngue, pois Cracóvia já fora cidade alemã, polonesa, austríaca e em 1918 voltou à Polônia. Se não me engano o Papa João Paulo II nasceu ali.

Agora o detalhe. Olhando o mapa podem constatar que a apenas 50 km de distância de Cracóvia se situa AUSCHWITZ. Em Cracóvia nunca meu pai ouviu falar que ali do lado exterminava-se gente.

Então como é que alguém pode querer que eu acredite nessa estória, que, camuflada de História teve o poder de ocasionar mudanças fundamentais no mundo. Já disse Edward Bernays (sobrinho de Freud) em seu livro PROPAGANDA – (1928): Uma GRANDE MENTIRA, repetida muitas vezes, torna-se VERDADE.
Não vou assistir o filme.
Toedter


17 de março de 2017

DEFESA DA PÁTRIA

Não faz muito tempo que as tendências globalizantes começaram a se manifestar abertamente. Deve ter sido por volta da virada do século/milênio. E não faltaram as vozes de advertência e mesmo o enfrentamento aberto, bem diferente dos dias de hoje.

É verdade que atualmente o assunto não está muito em evidência, uma vez que se aguarda o desenrolar do affair Trump. Este novo mandatário, como já ficou patente, decidiu puxar o tapete desta corja humanicida. Sim, humanicida, porque globalismo é um eufemismo para o verdadeiro significado da palavra, ou seja, domínio mundial. A fim de que tal projeto se concretizasse e pudesse se manter, haveria de correr muito sangue. Mas se hoje só lá ou cá se alevanta uma voz ou outra contra o plano macabro, há menos de vinte anos instituições de peso denunciavam a trama.

CLUBE DA AERONÁUTICA
Esta, na época muito ativa e presente agremiação, então sob a presidência do brigadeiro Ércio Braga, lançou um manifesto, preparado pelo “Movimento Para Restituir o Brasil aos Brasileiros”, que circulou em entidades da sociedade civil e organizações de militares da reserva. Foi esse grande jornalista Carlos Chagas, admirável profissional, que levou ao grande público detalhes da mensagem através dos jornais (1 e 2/11/2000) para os quais escrevia.

O documento começa apresentando um roteiro para preservar o estado-nação. Fala da necessidade de desenvolvermos uma agricultura forte e apoiada em tecnologia nacional. Das reservas minerais que devem ficar sob controle nacional e das fontes de energia que devem ficar sob controle do estado. Exige a manutenção de Forças Armadas respeitadas e independentes, bem como uma indústria bélica atualizada tecnicamente. A ciência e tecnologia devem ser fortalecidas e voltadas para os interesses brasileiros. O país precisa de um sistema de transportes eficiente e uma infraestrutura adequada. Os meios de informação devem ser usados para informar a opinião pública do que realmente se passa. A moeda nacional mantida forte e a indústria nacional voltada para atendimento do mercado interno e protegida pelo estado.

Por outro lado é denunciado o perigo representado por um GOVERNO MUNDIAL de objetivos contrários. Ele quer ciência e tecnologia somente na sede das multinacionais. Quer a privatização dos meios de transporte e a desativação das indústrias nacionais e a implantação de sucursais das multinacionais. Usa os meios de comunicação para distorcer, ampliar e esconder fatos. Quer uma opinião pública desinformada. O sistema financeiro deve ser desnacionalizado, impondo-se juros extorsivos para as dívidas interna e externa.

Os globalizantes, continua o manifesto, dão apoio a grupos dissidentes, ajudam a criar territórios independentes dentro dos estados-nações, até mesmo reunindo povos indígenas incapazes de autogestão. Estimulam a criação de organizações não governamentais (ONGs), que dizem preservar a ecologia, mas na verdade estão a serviço da NOM. Enfraquecem sindicatos e pregam a extinção da Justiça do Trabalho. Desvalorizam o trabalhador, favorecendo as importações em prejuízo da produção nacional. Dão suporte a religiões que pregam o uso da violência.

Para destruir a nação buscam desagregar a família. Estimulam a dissidência entre raças e religiões, entre patrões e empregados, entre militares e civis. O patriotismo é ridicularizado.


Pois é, caro leitor, isto foi a pouco mais de dezesseis anos atrás. Recomendava-se como imprescindível o fortalecimento da família e da nação, a preservação das nossas tradições, língua, direitos e deveres definidos na Constituição. Valeu alguma coisa? Onde estão hoje os BRIGADEIROS BRAGA? Os clubes militares ainda se preocupam com destino deste país?
                                                                                                  Toedter

7 de março de 2017

SANTA INGENUIDADE

                        OU BLACKOUT COLETIVO


Incompreensível, absurdo, ilógico, não dá para entender. Povos inteiros vêm sendo conduzidos ao cadafalso e ninguém grita, ninguém protesta, jornalistas não alertam, políticos colaboram e as massas sonham…
O processo de substituição cultural na Europa continua. É verdade que alguns processos de reação foram iniciados, principalmente na França e Holanda, mas ainda inspiram dúvidas. Mas não nos cabe perder a esperança de que um dia o mundo reencontre o caminho da normalidade. Por ora aqui estão algumas palavras e citações que nos revelam o que pode estar por trás dos acontecimentos.



A multi-cultura é um programa de extermínio da Nova Ordem Mundial. O objetivo final é a uniformização de todos os países da Terra através do cruzamento das raças com o propósito de se obter uma raça castanha escura, na Europa. Para tal, tencionam receber 1,5 milhão de migrantes, por ano, vindos do Terceiro Mundo. O resultado final será uma população com uma média de QI de 90, demasiado imbecil para perceber, mas suficientemente inteligente para trabalhar.
Eu tomo conhecimento dos argumentos absurdos dos nossos adversários, contudo, se resistirem à ordem global, declaro:
VAMOS MATA-LOS!

Thomas P.M. Barnett  é geo-estrategista militar americanoEle desenvolveu a teoria geopolítica que dividiu o mundo em “núcleo ativo (functioning core)” e “vazio não-integrado. Do seu livro “The Pentagon´s New Map”.
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A nossa raça é a raça senhorial. Somos deuses sagrados neste planeta. Estamos tão afastados das raças inferiores como elas estão afastadas dos insetos. (…) Outras raças são consideradas excrementos humanos. É nosso destino assumirmos o comando sobre as raças inferiores. O nosso reino terreno será governado pelos nossos chefes com um bastão de ferro. As massas nos lamberão os pés e nos servirão como escravos! “
Menachem Begin, Primeiro-Ministro de Israel, em discurso perante o Knesset. segundo Amnon Kapeliouk, “Begin and the Beasts”, New Statesman, 25.6.1982
NOTA DO AUTOR: Apesar de largamente difundida, a origem desta citação revelou-se como NÃO AUTÊNTICA.
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A meta, que nós nos esforçamos em alcançar tão concertadamente durante três mil anos, está finalmente ao nosso alcance e, por estar sua realização tão evidente, cabe-nos multiplicar dez vezes nossos esforços e cuidados. Posso prometer com segurança que, antes que passem dez anos, a nossa raça vai assumir seu lugar de direito no mundo, sendo cada judeu um Rei e cada gentio um Escravo. Afirmo com toda a certeza que a ùltima geração de crianças brancas está a nascer agora. Nossas comissões de controle, no interesse da paz e da eliminação das tensões inter-raciais, proibirão aos brancos de casar com brancos. A mulher branca tem que coabitar com membros da raça negra, o homem branco com mulher negra. Consequentemente, a raça branca desaparecerá porque a mistura de pessoas de cor com brancos significa o fim do homem branco, e o nosso inimigo mais perigoso apenas será uma recordação. A nossa inteligência superior permitir-nos-à facilmente dominar o mundo de povos de cor. “

Rabino Emanuel Rabbinovich, 1952, citado no livro ‘Candle of Light’ de Dr. Thomas L. Fielder’ pg 39.
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Somos astutos, somos poderosos, e, na devida altura, vamos cruzar as vossas mulheres não judias com os pretos, e no espaço de 50 anos todos serão mestiços. Os pretos adoram fornicar as vossas mulheres brancas, e nós fomentamos isso na medida em que as usamos para nosso benefício. (…) Nós somos o povo eleito de Deus... a maioria dos judeus não o quer reconhecer, mas o nosso deus é Lúcifer – portanto, não menti – e nós somos o seu povo eleito. Lúcifer ainda  continua muito vivo”.

Harald Wallace Rosenthal na famosa entrevista concedida ao jornalista Walter White em 1976. Pouco depois, em 11 agosto do mesmo ano, Rosenthal foi assassinado durante um sequestro (provável bandeira falsa)de avião em Instambul, na Turquia. Ele era assessor parlamentar do senador Jacob K.Javits.
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A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco é uma guerra contra Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Só existe uma punição total: A Alemanha deve ser eliminada para sempre.”

Theodore Kaufman, presidente da American Federation of Peace, em seu livro GERMANY MUST PERRISH (Alemanha tem que perecer) – 1941.
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Como se vê, toda operação sempre teve como alvo principal a Alemanha, provavelmente devido a sua localização central na Europa, donde se torna fácil irradiar a ação para o restante do continente. É precisamente o que aconteceu agora com a sua chanceler Angela Merkel. Ela desconheceu a lei Schengen, que regulava a imigração para fins de concessão de asilo político, e abriu as fronteiras à invasão descontrolada.

Então, os objetivos expressos nas citações acima parecem estar, de um forma ou outra, se concretizando. Apenas as futuras vítimas do processo não se conscientizam do que está ocorrendo. Muitos são sensibilizados pelos apelos de compaixão e altruísmo lançados pela MQM – Mídia Q Mente, mas não atentam para o fato de 75% dos migrantes serem homens jovens, na melhor fase reprodutora e que já houve muitas guerras destruidoras, mas os habitantes não fugiam, eles ficavam para reconstruir o que era seu. Migrações em massa o nosso planeta já as assistiu, mas eram provocadas pela natureza, pelo clima, não pelo homem.

Toedter

23 de fevereiro de 2017

PRIMAVERA EUROPEIA

Para muitos a ideia que esse título encerra pode parecer absurda. Que tal aconteça na África, no Oriente Médio, tudo bem, mas na Europa, berço da cultura ocidental? Impossível! Impossível por que? Só porque os nossos veículos de comunicação, nossa mídia teleguiada tem suas ordens sobre o que deve e o que não deve noticiar. Dos imigrantes, que vêm inundando o continente europeu, só se tem notícia, quando um dos barcos superlotados sossobrou no Mediterrâneo, ou quando se tem uma boa foto de uma criança morta na praia, ou ainda quando o Papa aparece em cena e conclama os europeus a serem humanitários. Dos distúrbios, da crescente criminalidade, das agressões, dos estupros não somos informados. Sobre os verdadeiros objetivos desta invasão ninguém fala. Ninguém noticia que os refugiados dão preferência, aos países do centro da Europa. Talvez não só porque ali lhes é prometida a melhor assistência social, mas também porque é medida estratégica. Mas a quem interessa o que fazem refugiados, ou imigrantes, isto não é matéria nem para jornal do dia, nem da noite.

Acontece que uma reação está em curso:

OS NOSSOS ANTES DOS OUTROS! É o tema da manifestação que está sendo convocada para depois de amanhã, sábado dia 25 de fevereiro, às 15 horas, em Paris. Não é de admirar que comece pela França. O francês é um povo aguerrido. Apesar de sua política colonial no passado, conseguiu preservar sua identidade e, se não estou enganado, as barricadas nasceram falando francês. Agora sobem nelas PARA ESTANCAR A IMIGRAÇÃO e PELA PREFERÊNCIA NACIONAL. Por outro lado se tem notícia de que recrudesceram os distúrbios em França, exigindo o emprego de grandes contingentes das forças armadas para o seu controle. Coincidentemente termina neste sábado mais um período de Regime de Emergência decretado pelo governo francês em novembro de 2015 depois dos atentados terroristas. Pois bem, vamos ver o que vai dar.

TUDO É PLANEJADO
Na verdade já podemos imaginar o futuro, pois faz parte do plano dos Soros e demais globalistas. É o início da fase dois de destruição da Europa, berçário de caras pálidas. Desde há muito estão motivando os radicais fundamentalistas islâmicos e lhes criaram o caminho para a Europa. Há que se mobilizar agora os seus futuros adversários, os nacionalistas. Os serviços secretos estão trabalhando a todo vapor. E não adiante existirem leis que tornam
quase impossível a posse de armas, elas vão brotar do chão, incluindo os maiores calibres, da mesma forma como aconteceu em outras “primaveras”. Poderá desembocar em guerra civil bem pior que a da Síria. Dos governos europeus não há muito o que esperar. Mesmo que a satânica Merkel venha a ser substituída, será por outro da mesma ninhada e a posição oficial continua sendo a de que a imigração é um “enriquecimento”, dar asilo a todos é ato humanitário e que o povo seja cada vez mais tolerante.

EXCEÇÃO
A Inglaterra rothschildiana, cercada de água por todos os lados, inventou inteligentemente o BREXIT e vai assistir a tudo de camarote. Mas talvez desta vez o mundo seja beneficiado com uma pequena alteração climática e a nova “primavera”, programada desta vez para a Europa, traga apenas sol, sombra e água fresca.

Toedter

13 de fevereiro de 2017

UNIÃO EM APUROS

O Professor Ted Malloch é o novo embaixador dos EUA junto à União Europeia escolhido por Trump é. Até aí nada demais. O curioso é que ele é a favor de países soberanos e contra este artifício político representado pela UE, que chamou de “criancice do politicamente correto”. Disse ele: “Mr.Trump tem elevado respeito pela cultura europeia, mas não vê sentido numa organização elitista, supranacional com suas criações burocráticas. Ele aprova o Brexit e está convencido de que as pessoas na Grã-Bretanha adotaram uma decisão inteligente.”

Tendo perdido a parceria dos Estados Unidos, o propósito da satânica Angela Merkel de comandar a União Europeia está indo por água abaixo. Em todo o continente fazem se sentir ímpetos nacionalistas. Hungria e Polônia já deixaram isso claro. O Brexit, ou seja, a saída da Grã-Bretanha da União é uma fato. Nas próximas eleições holandesas, ao que tudo indica, Geert Wilders da direita será vitorioso. O mesmo talvez venha a acontecer logo depois na França com Marina Le Pen, que já declarou guerra à globalização, também almeja um país independente. Milos Zeman, presidente da República Tcheca declarou que vê com simpatia a atuação de Trump. Com a Grécia ninguém pode contar, pois não está muito longe da anarquia econômica. E o que será da Itália, vai aguentar o tranco?

Quanto à Turquia já não há mais dúvida, o Erdogan não se submete a ordens de quem quer que seja. Tudo faz crer que pretende ser figura de destaque na área islâmica. Ucrânia e Bielo-Rússia têm problemas muito próprios.

O presidente da UE, Jean-Claude Junker, reconhece que o fim está chegando. Entrevistado em 24.12.2016 pela TV ZDF declarou: “Estamos pela primeira vez diante de uma crise, há focos de incêndio por todos os cantos. A UE se afastou das pessoas. Há um fosso entre sua política e os seus cidadãos.” Será que se referia ao problema dos “refugiados”?

Quanto a estes, a chanceler da Alemanha, comandante da invasão alienígena, não desiste do seu plano de exterminar o seu próprio povo ao qual jurara “...dedicarei a minha força ao bem-estar do povo alemão, a incrementar os seus benefícios, resguardá-lo de danos...” Na verdade está aceitando a substituição da cultura e identidade do povo que prometeu proteger. Dentro de uma ou duas gerações um país chamado Alemanha pertencerá ao passado.

Para tanto ela acaba de aprovar novo plano de governo alemão, projetando a aceitação pelo país de uma imigração continuada de 300.000 refugiados anuais durante os próximos 12 anos. E o Procurador Geral da UE apresentou ao Tribunal em Luxemburgo a proposta de liberar a expedição de Vistos de entrada para países da União no mundo inteiro. Lembremo-nos que na virada do século foi apresentada na ONU por Joseph Alfred Grinblat (a mando de Soros?) proposta que já dizia que até 2025 a Alemanha teria que receber 44 milhões de imigrantes para cobrir suas necessidades de mão de obra (jornal Liberation de 5/1/2000). Alegava-se a necessidade de compensar a baixa natalidade vigente.

Será que alguém já pensou que a redução da taxa de crescimento populacional ,que vem ocorrendo na Europa, pode ser benéfica para o seu futuro? Mais e mais postos de trabalho estão sendo preenchidos por robôs e computadores. Com a chegada em massa de imigrantes crescerá o número de desempregados e os que têm trabalho verão seus rendimentos diminuir continuamente. A miséria, fruto da falta de desenvolvimento nos países africanos e dos conflitos armados levados ao Oriente Médio, está sendo transferida para a Europa. INTENÇÃO ou INCOMPETÊNCIA?


Fato é que, se prevalecer o desinteresse do presidente dos EUA em preservar essa aberração geopolítica, esse projeto que pretendeu unir sob uma só sigla 28 países de língua, ordem e costumes diferentes – na verdade nada mais que pelotão avançado da Nova Ordem Mundial – então a sobrevivência da União Europeia está sob forte risco.                                                                                                               Toedter
DRESDEN - 13/14 FEV 1945 - 
É DIA DE  LEMBRAR AS MAIS DE 300.000 VÍTIMAS ALEMÃS, 
ENTÃO SACRIFICADAS NO ALTAR DA HISTÓRIA.