21 de outubro de 2015

COMUNISMO E CAPITAL

Quem quer ver, constata facilmente que os candidatos a ocupar o GOVERNO MUNDIAL estão seguindo passo a passo o seu mais que centenário plano de assumir a hegemonia sobre as nações e a população deste planeta. É preciso ver também a enorme contribuição que eles vêm recebendo do COMUNISMO. É claro que esta orientação política está hoje embutida em todos os movimentos de ESQUERDA, nem tanto para defender conscientemente a doutrina de Marx e Engels e sim, só por ser um meio de conquistar votos.

Mas, também, quem já não atribuiu alta de preços e dificuldades financeiras indiscriminadamente à exploração do homem pelo homem, ou, simplesmente, sentiu-se seduzido pelo slogan liberté, egalité, fraternité.

Tenho enfatizado aqui que justo aqueles que o Marxismo apregoou como inimigos do povo, os “Magnatas do Capital”, servem-se da ação dos próprios comunistas ou internacionalsocialistas para a consecução do seu projeto. Creio que não seja mais segredo para ninguém, que a instalação da Nova Ordem Mundial é o objetivo de uma oligarquia financeira e empresarial, cujo poder resulta da sua capacidade de fabricar dinheiro. Parece um incrível contrassenso dizer que justamente os que alegam defender o bordão da revolução francesa estão servindo aos interesses da alta finança internacional. Eles nunca esclarecem onde começa o “proletariado” que apadrinham, onde ele termina, e onde começa a “burguesia” que combatem. O pequeno comerciante que consegue desenvolver seus negócios e montar uma grande loja, ou o técnico que transforma sua oficina inicial em importante indústria, eles passam a ser “capitalistas” que exploram a mão de obra? É a contradição que os comunistas não explicam.

A “Comuna de Paris” aproveitou a guerra de 1871 e governou a cidade durante setenta dias. Foi um caos. O almejado poder absoluto eles alcançaram em outubro de 1917 em Moscou, exatamente há 97 anos, com a instalação do bolchevismo soviético. Travaram uma luta inicialmente eleitoral e depois imensamente sangrenta com o único poder que se lhes antepôs. Ganharam o litígio justamente com a ajuda do “Capital” que dizem combater. Em certo momento o comunismo soviético, ditadura das mais sanguinárias, simplesmente se apagou, como se não se precisasse mais dele. Mas o partido comunista e/ou seus derivados estão aí no mundo todo, agindo ao seu bel prazer, enquanto que, aqueles que os enfrentaram, são perseguidos inclementemente até os dias de hoje.

O mito da adversidade entre Capital e Comunismo é mantido artificialmente. Já na década de 20 do século passado, antes da ascensão do nacionalsocialismo, escrevia LEÓN DE PONCINS em seu livro AS FORÇAS SECRETAS DA REVOLUÇÃO, citando Georges Batault em O PROBLEMA JUDEU:
O regime mais propício ao desenvolvimento da luta de classe é o regime demagógico, igualmente favorável às intrigas da finança e da revolução. Quando essa luta se desencadeia sob formas violentas, os chefes das massas são reis, mas o dinheiro é deus; os demagogos dominam as multidões, mas os financeiros são senhores dos demagogos e, em último recurso, a riqueza difusa do país, os bens rurais e os bens imóveis, pagam, enquanto duram, as custas do movimento. Quando prosperam os demagogos, no meio dos escombros da ordem política e social e das tradições destruídas, o ouro é o poder único e representa a medida de todas as causas; é onipotente e reina sem contrapeso, em detrimento da pátria, da cidade; da nação ou do império que caem, finalmente, em ruínas.

A cooperação entre Esquerda e Governo Mundial se evidencia, mais indecente e desinibida do que nunca, no processo atual destinado a levar a Europa à ruína. É pueril acreditar que o movimento das massas invasoras ocorre de forma espontânea.

Toedter

13 de outubro de 2015

"OKTOBERFEST" MULTICULTURAL EM MUNIQUE?

Procurei notícias sobre como teria se desenvolvido este ano a tradicional OKTOBERFEST em Munique. Estava marcada para acontecer entre 19 e setembro e 4 de outubro. Ao mesmo tempo estavam chegando diariamente 10 mil “refugiados” à estação ferroviária central da cidade. Nada vi nos noticiários, nem o Google esclarece alguma coisa.

Em compensação encontrei o texto de uma carta que uma médica tcheca escreveu a um amigo. Ela é anestesiologista e trabalha num hospital de Munique. Veja o que está acontecendo no atual ambiente multicultural da Alemanha, segundo o que ela relata e eu traduzi do inglês.

Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e em outros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais.

Muitos muçulmanos estão recusando serem tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, as mulheres, estamos nos recusando a trabalhar entre animais, especialmente africanos. As relações entre a equipe e os migrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, migrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por policiais.

Muitos migrantes têm AIDS, sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas, que aqui na Europa nem sabemos como tratar. Se recebem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva a explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças. Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: Então as curem vocês! Portanto a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias.

Só podemos perguntar: Onde estão todos aqueles que nas estações de trem e na frente das câmeras de TV mostram cartazes de boas-vindas? Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já está aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles. Até agora o número de desempregados na Alemanha era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não-empregável. Um mínimo deles tem alguma educação. E mais, suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que uma em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar e a Alemanha reabrir suas fronteiras eu voltarei para casa na República Tcheca. Ninguém vai poder me segurar aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para África ou Oriente Médio.

Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo seu serviço há anos por 800 Euros e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, se alteram.

Eu realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Tcheca. Se os alemães, com os seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contato com eles pode ter uma ideia de que espécie de animais que são, especialmente os da África, e como os muçulmanos agem com soberba religiosa sobre a nossa equipe.

Por ora nosso pessoal ainda não foi reduzido em consequência das doenças trazidas para cá, mas, com centenas de pacientes todos os dias, isso é apenas uma questão de tempo. Num hospital perto do Rheno os migrantes atacaram a equipe a facadas, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses que estava a beira da morte, arrastado através de meia Europa durante três meses. A criança morreu depois de de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós ficamos sabendo por e-mail. O que teria acontecido a um alemão se ele tivesse esfaqueado um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse jogado sua própria urina infectada por sífilis no rosto da enfermeira e a ameaçado de contaminação. No mínimo, iria ser preso imediatamente e depois processado. Com esse povo – até agora – nada aconteceu.

Então pergunto, onde estão todos aqueles que saudaram sua vinda e os recepcionaram nas estações ferroviárias? Sentados bonitos em casa, curtindo suas organizações não-lucrativas, aguardando ansiosamente os próximos trens e o próximo lote de dinheiro em pagamento dos seus préstimos como recepcionistas. Se fosse por mim eu arrebanharia todos esses recepcionistas e os traria primeiro aqui para a ala de emergência do hospital, para agirem como atendentes, depois para um alojamento de migrantes, para que possam cuidar deles lá mesmo, sem policiais armados, sem cães policiais, que hoje podem ser encontrados em todos os hospitais da Baviera, e sem ajuda médica.”

Até aqui o teor do desabafo desta profissional que nos pode dar uma ideia do que está sendo preparado como futuro através da multiculturação que está sendo impingida aos povos do velho continente, principalmente à Alemanha.
Toedter


P.S. - Em Praga a carta foi lida em TV alternativa e pode ser acompanhada com legendas em inglês no endereço abaixo:


6 de outubro de 2015

EUROPA INVADIDA

Tanto se falou em genocídio nos últimos decênios, que, ao que parece, o povo ficou insensível. Ninguém liga, ou não percebe, quando matanças “à vista”, tipo Oriente Médio, ou a prazo, como na Europa, estão em execução.

(foto cedida por www.marchaverde.com.br)
Estamos vivendo algo inédito na história contemporânea da humanidade. Ao menos acredito nunca ter havido uma situação como a atual, em que os homens foram levados a tamanha insensibilidade e despreocupação em relação ao futuro seu e dos seus filhos. Isto fica mais evidente no processo que se desenvolve na Europa, especificamente Alemanha. Lembra um ônibus, descendo a serra sem freios.

A mídia teleguiada atualmente tirou um pouco o pé e não dedica mais tanto espaço ao assunto “refugiados”. Mas isso não quer dizer que o problema não mais existe. Os INVASORES estão lá, usufruindo suas mordomias e sendo até mesmo paparicados pela população, devidamente endoutrinada. E eles continuam chegando. Não é possível acreditar que o movimento todo não faça parte de um projeto malévolo, sinistro como outros já realizados na África e Oriente Médio.

A conquista da Europa pelo Governo Mundial segue seu caminho sem encontrar obstáculos. Isso às claras. O Plano Coudenhouve-Kalergi, que visa criar uma raça miscigenada no Velho Continente, já não é mais segredo. Seu objetivo de gerar uma população com QI médio de 90 – muito estúpido para compreender, mas suficientemente inteligente para trabalhar – é endossado por Thomas Barnett, estrategista militar americano. Em seus livros “O Novo Mapa do Pentágono” e “Projeto em Ação” expõe ideias semelhantes. E não faltam declarações públicas de corrifeus e políticos, a favor de uma governança global. Entre eles quero citar a chanceler alemã, que falando no 33° Dia da Igreja Protestante da Alemanha disse “Se pretendemos ter uma real Ordem Mundial, uma ordenação política global, então não podemos deixar de entregar alguma soberania e direitos a outrem.” Isto foi em 4 de junho de 2011. Agora, numa reunião com a imprensa, dia 31 de agosto, “É uma boa notícia o fato de que tanto refugiados venham à Alemanha. … Também não me incomoda que tantos novos habitantes modificarão a Alemanha. ...Entrementes o islã naturalmente já faz parte da Alemanha.” Só faltou dizer: fuck you, Germany!

É difícil compreender como é que os alemães aceitam ser governados por alguém que ideologicamente e por razões religiosas não pode ter a menor simpatia pela Alemanha, nem pelo seu povo. Já faz 10 anos que ANGELA MERKEL é a suprema mandatária executiva da República Federal da Alemanha. Ela nasceu em 1954 em Hamburgo e recebeu o nome de Rebbekah Kasner Jentsch, mudado depois para Angela Dorothea Kasner. Horst Kasner, um pastor protestante, foi seu pai. O sobrenome Merkel vem do primeiro marido. É importante salientar que a mãe, Herlinde Jentsch, é, ou era – não sei se ainda vive – judia. Assim, pelas leis hebraicas, Angela Merkel também é judia. Já recebeu comenda de Israel (com foto amplamente divulgada) com a qual só correligionários são distinguidos.

Foi esta a personalidade que desencadeou o tsunami de invasores, chamados pela mídia de fugitivos, e fica cada vez mais evidente que está a serviço dos globalizadores, organizando a destruição da Alemanha e da Europa. Mais informações sobre os acontecimentos na Europa podem ser encontradas sob MERKEL COMETE ALTA-TRAIÇÃO, publicado neste blog em 8.9.2015.

Toedter

23 de setembro de 2015

PAPA FRANCISCO ANUNCIA GUERRA AO PRECONCEITO

Aí está um propósito dos mais meritórios. Trata-se de uma declaração que ele acabou de fazer durante a sua visita a Cuba. Papa Francisco é Jesuíta. Pode-se não simpatizar com eles, mas são inteligentes. PRECONCEITO pode ser muito danoso. Há PRECONCEITO que é responsável pelo espírito de rebanho que vem levando a humanidade ao Armagedom. Que bom se pudesse ser erradicado.

Mas afinal o que é PRECONCEITO? Diz o dicionário: Conceito ou opinião formados antes de ter conhecimentos adequados. Pensando bem, é uma definição bem interessante, esta que o Michaelis nos oferece. Mas já que o Papa levantou a lebre eu lhe pediria que desse uma atenção a um caso especial de opinião preconcebida. Sua predominância se criou com a multiplicação dos meios de informação, principalmente com o surgimento das cadeias de televisão e com a facilidade criada pela tecnologia à reprodução da palavra impressa. Daí se desenvolveu o enorme potencial dos Formadores de Opinião. Até aí, nada contra, não tivesse havido a iniciativa de certo poder oculto de assegurar para si o domínio dos principais centros nevrálgicos que coordenam quais as notícias que devem ser divulgadas e qual o seu contexto. Assim foi criada, e continua a existir, a mais fantástica e abrangente FÁBRICA DE PRECONCEITOS. Destes um dos mais significativos e mais eficientes em atingir seus propósitos danosos foi o que fizeram o mundo pensar sobre:
NAZISMO
Mesmo intelectuais, pessoas esclarecidas, não conseguiram evitar serem dominadas pela interpretação que se deu a este termo. Ainda hoje li num portal, onde se discutia o tema, o comentário de uma mestranda da Escola de Agronomia de uma universidade federal, que assim definiu NAZISMO:
(...)regime que perpetrou todo todos os tipos de atrocidade(sic) contra a humanidade!(…)
Se lhe fosse pedido citar algumas das “atrocidades” certamente lembraria o extermínio planejado de seis milhões de pessoas. Exatamente o que lhe foi dito pelos fabricantes de opinião. Nunca deve ter passado por sua cabeça procurar e verificar o contraditório. Não se preocupou em analisar a confiabilidade de depoimentos; não percebeu que o tribunal que “julgou” os crimes dos nazistas não era independente e sim parte interessada.

E assim como essa mestranda, milhões de pessoas mundo afora foram infectadas pelo vírus do PRECONCEITO. Até mesmo os próprios alemães, em sua grande maioria, sofrem da mesma doença. Apesar de NAZISMO e ALEMÃO serem termos que muitas vezes se confundem, mesmo que nem todos os alemães tenham sido nazistas e nem todos os nazistas eram alemães. A mídia acima citada se cansa de falar em “soldados nazistas”, quando se refere a algum trecho da Segunda Guerra. Assim sobra boa dose de PRECONCEITO para o adjetivo ALEMÃO. Implantado e incessantemente ativado durante os últimos setenta anos, serviu para demonizar um povo, endeusando outro.

O preconceito NAZISMO nada mais é do que o resultado de mentira e, por ela dominado, o mundo ficou cego diante de todo o mal que na verdade vem sendo causado pelos próprios caluniantes em todos os quadrantes do globo terrestre, seja exterminando povos, seja destruindo ou desestabilizando nações, praticando teleassassinatos através robots voadores, inviabilizando economias, usurpando recursos minerais e empobrecendo gentes. Contra isto nem conceito, nem preconceito se alevantam.

Completando este texto sobre PRECONCEITO, ou opinião falsa, existe outro, também criado pelo poder oculto que rege os fabricantes de opinião, falo do MILITARISMO. Isto já tem características de mito, mas os fatos provam o contrário. Em 1942 o Professor Quincy Wright publicou pela Universidade de Chicago o livro A STUDY OF WAR. Segundo Wright entre 1480 e 1940 houve 278 guerras, envolvendo países europeus, cuja participação percentual distribuiu-se da seguinte forma:
Inglaterra 28%
França 26%
Espanha 23%
Rússia 22%
Áustria 19%
Turquia 19%
Polônia 11%
Suécia 9%
Itália 9%
Países Baixos 8%
Alemanha incl.Prússia 8%
Dinamarca 7%
A relação dispensa comentários. Quando do início da Segunda Guerra a Inglaterra com seus 46 milhões de habitantes dominava uma extensão territorial de 85 milhões de quilômetros quadrados, dez vezes o tamanho do Brasil. Explorou a área e os respectivos povos e, tal como sua colega MILITARISTA França, abandonou-os quando deles não mais necessitava.

Não tenho concordado muito com o Papa Francisco, mas agora espero que recomende às suas ovelhas que procurem ter o conhecimento adequado antes de formarem sua opinião.

Toedter 

16 de setembro de 2015

ORBÁN DA HUNGRIA CONTRARIA MERKEL

Viktor Orbán, Presidente da Hungria, tem sido um dos poucos chefes de estado a soar o alarme. Ele afirmou recentemente: “No ano passado eu disse que estamos vivendo em um período no qual qualquer coisa pode acontecer, e hoje continuo dizendo a mesma coisa. Quem poderia imaginar que a Europa não seria capaz de proteger suas próprias fronteiras de refugiados desarmados?” Ele acrescentou:
Para nós hoje, o que está em jogo é a Europa, o estilo de vida dos cidadãos europeus, valores europeus, a sobrevivência ou o desaparecimento das nações europeias e, mais precisamente, sua transformação a ponto de não a reconhecermos. Hoje, a questão não é meramente em que espécie de Europa nós gostaríamos de viver e sim se tudo o que entendemos como Europa irá sequer existir.”
(Leia mais no portal do Gatestone Institute de Nova Iorque a matéria em que o seu colaborador sênior, Soeren Kern, dedica vasta matéria à invasão de refugiados que está acontecendo na Europa).  
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E mais, por oportuno, republico matéria sobre o CONDE RICHARD COUDENHOUVE-KALERGI, que também pode ser encontrada no meu livro “Pobre Mundo Novo”:

MUDANDO O QUE DEUS CRIOU
Muitos se lembrarão das normas rígidas, que tinham que ser observadas por quem quisesse passar a residir em outro país. Era necessário que este concedesse ao pretendente um VISTO PERMANENTE, nem sempre fácil de obter. Seja lembrado o caso da secretária do consulado do Brasil em Hamburgo, Alemanha, cujo nome é até hoje homenageado em Israel, porque ela, contrariando regras do governo brasileiro, fez com que vários judeus obtivessem tal visto, a fim de emigrar da Alemanha para o Brasil. Isto foi antes da Segunda Guerra. Mas mesmo depois, para conseguir o Visto Permanente o imigrante precisava comprovar contrato de emprego ou posses que garantissem sua independência financeira. E quem não se lembra da verdadeira operação de guerra, que os Estados Unidos instalaram na sua fronteira com o México, para evitar a imigração clandestina.

Hoje a “migração” (termo que vem sendo usado indevidamente no lugar de imigração) vem sendo incentivada. Principalmente na Europa, região de alta densidade demográfica, pode-se observar verdadeira invasão de imigrantes oriundos de países da África ou do Oriente. Apesar de já estar causando sérios problemas, sejam assistenciais, sejam de convivência, só a pequena Suíça deu sinal de querer reagir e por plebiscito decidiu limitar a entrada de imigrantes. Do município helvético Hugenbuch, situado no cantão Zurique, vem um exemplo significativo dos problemas com os quais a população nativa começa a se defrontar: Fora escolhido para abrigar uma família de 8 migrantes vindos da Eritreia. A assistência a esses oito imigrantes está custando 50.000 euros por mês aos 1.000 habitantes da pequena comunidade. Ano passado não conseguiu suportar o custeio e endividou-se com 200 mil euros.

Pois acredite-se ou não, esse movimento descontrolado de gente através de países e continentes é premeditado e planejado. O patrono dessa ação global revela seus objetivos nos livros que escreveu e publicou. A ideia central é simplesmente interferir em tudo que o Todo Poderoso plantou e criou, ou seja, a intenção megalomaníaca é acabar com a diversidade de povos e raças que habitam o planeta, a fim de criar uma RAÇA ÚNICA.

Guarde este nome: Conde RICHARD COUDENHOUVE-KALERGI (1894-1972). Nasceu em Tóquio, filho do diplomata da monarquia austro-húngara Heinrich von Coudenhouve-Kalergi (além de diplomata, barão do petróleo) e da mãe japonesa Mitsuko Aoyama. Morreu em Schruns na Áustria. É hoje considerado fundador da União Europeia. Esta criou um prêmio bianual com o seu nome e o atribui a europeus que se destacaram na promoção e implantação do seu plano desumano. Entre os agraciados se destacam Angela Merkel e Herman Van Rompuy, presidente da Comissão Europeia. Graças aos seus contatos com a aristocracia europeia, Coudenhouve-Kalergi fundou em 1922 em Viena a organização “Paneuropa Union”, já com vistas a uma Nova Ordem Mundial, baseada em uma federação de nações lideradas pelos Estados Unidos. Entre os seguidores mais conhecidos temos nomes como Tomás Masaryk, Edvard Benes, Max Warburg, Ignaz Seipel, Karl Renner, Léon Blum, Aristide Briand, Alcide de Gasperi, Otto von Habsburg, Einstein, Thomas Mann, Konrad Adenauer, Helmut Kohl.

Durante a ascensão do fascismo e do nacionalsocialismo na Europa o movimento PAN EUROPA se dissolve, mas volta com toda força após a Segunda Guerra. Vem com o apoio de Winston Churchill, da loja maçônica B'nai B'rith e de grandes jornais, como o New York Times, e é endossado pelo governo dos Estados Unidos. Isto explica que o movimento não pretende se limitar ao continente europeu. Kalergi sonhou com uma Europa “de Wladiwostok até San Francisco”. Vale notar que os promotores da União Europeia já têm dado mostras da intenção de que essa venha a incluir Turquia, Libano, Síria, Israel, Ucrânia e até Rússia.

Concluindo: Segundo Kalergi o homem do futuro será de raça mista. O euro-negro-asiático, de aparência semelhante à dos antigos egípcios, substituirá a diversidade dos povos. Mas, ainda segundo Kalergi, terá que existir uma classe dominante e esta será constituída pelo judaísmo europeu, que se preservará e preparará para ser a nação lider, substituindo a aristocracia feudal que vem se extinguindo desde a Revolução Francesa.

Então pergunto: existe animal mais destrutivo que o homem? Acho que nem mesmo o cupim.
Toedter


8 de setembro de 2015

MERKEL COMETE ALTA-TRAIÇÃO

Ela e seu comparsa siomunista GAUCK (atual presidente da RFA), ambos bem escolados na antiga Zona de Ocupação Soviética. Em tempos normais já teriam sido julgados e condenados por conduzirem o povo, que deveriam defender, à maior desgraça de todos os tempos. Estão dando o maior incentivo à INVASÂO por multidões de alienígenas africanos e asiáticos, das poucas terras que ainda restaram aos alemães. Aliás, não é de hoje, faz tempo que a sociedade vem sendo preparada. IMIgrante passou a ser chamado eufemisticamente de Migrante e sua presença viria “enriquecer” o país. Quem protestava ou advertia era chamado de “nazi” ou “extrema-direita”. Agora os migrantes são chamados de REFUGIADOS e chegam em massa, em nítido processo de OCUPAÇÃO de terra.

Aos assumir o cargo de chanceler da República Federal da Alemanha Angela MERKEL prestou o juramento de praxe:

Eu juro que dedicarei a minha força ao bem-estar do povo alemão, a incrementar os seus benefícios, resguardá-lo de danos, respeitar e defender a Lei Fundamental e as leis da União, a cumprir conscienciosamente minhas obrigações e praticar justiça perante todos.” (Art.56 LF)

Agora diz: Somos responsáveis por vocês, venham todos, aqui terão casa, comida e roupa lavada. O Islã já faz parte da Alemanha(!). Acaba de destinar uma verba de 6 bilhões de Euros, a fim de cumprir a promessa que resumi aqui num dito popular, mas que na verdade inclui sustento completo, até mesmo acomodação e assistência médica. O presidente GAUCK bate na mesma tecla.

Antecessores de Merkel falavam diferente. Assim Willy Brandt, chanceler entre 1969 e 1974, disse em uma declaração de governo: “Em nosso meio trabalham quase 2,5 milhões de pessoas de outras nacionalidades. Passou a ser necessário refletir cuidadosamente sobre quando se esgota a nossa capacidade de acolhimento e quando a racionalidade social e responsabilidade impõem uma parada!” Já HELMUT SCHMIDT (1974-1982) foi peremptório: “Com muito mais de 4 milhões de estrangeiros exauriu-se a capacidade de aceitação da sociedade, se quisermos evitar problemas muito grandes.” Em outras ocasiões SCHMIDT falou: “Foi um erro trazer tantos estrangeiros.” E ainda em novembro de 1981: “Não podemos digerir (aguentar) mais estrangeiros, isso vai acabar em morticínio.”

A própria MERKEL, quando ainda era candidata ao cargo de chanceler, assim se expressou: “A sociedade multicultural fracassou.” Como é fácil deduzir, agora ela está seguindo ordens de terceiros e deve estar de acordo com que tudo acabe em MORTICÍNIO, como falou seu antecessor.

Coincidiu que ontem, 7.9.2015, a mídia nos apresentou declarações de três primeiros-ministros europeus sobre o número de refugiados que esperam, ou que pretendem receber:
MERKEL (Alemanha) espera receber este ano 800.000
Hollande (França) aceita receber por ano 12.000
Cameron (Inglaterra) vai receber por ano 4.000

Havia um acordo na União Europeia que obrigava a ficar com o refugiado o país pelo qual ele entrava no continente. Merkel o ignorou achando que era um orgulho para os alemães o fato de todos terem o seu país como destino.

Quem leu até aqui já deve estar começando a desconfiar de que há algo de podre nesta história toda. Nunca houve, senão quando deportados – como o foram os mais de 13 milhões de alemães depois da II GM - tamanha movimentação humana se deslocando das mais diversas e distantes regiões em direção a um mesmo destino. Só a mente mais obtusa não reconhece a ORGANIZAÇÃO que rege o processo. É perfeitamente possível identificar alguns detalhes muito estranhos:
* Quem tem que fugir, abandonar o seu lar, sem saber quando e se vai voltar, leva um mínimo de BAGAGEM, as coisas mais necessárias. Entretanto, o máximo que se viu nas imagens divulgadas é cá e lá uma mochila.
* Hoje, depois de alertada para o erro que cometera, a mídia está mostrando imagens onde se destacam mulheres e crianças, porém na verdade 70 a 80% são HOMENS jovens e fortes. A maioria demonstra ser bem nutrida e bem vestida, o que não costuma ser o caso de quem foge de uma guerra.
* A massificação, a determinação das rotas, os meios, tudo faz supor que alguém os conclamou, alguém os incitou e alguém está arcando com as despesas.
* É impressionante o número de SMARTPHONES de que eles dispõem. Servem não só para que se orientem, como também para que recebam ordens, pois não?
* Não demonstram a falta de segurança que seria própria de quem enfrenta o desconhecido. Ao contrário são exigentes, batem o pé, reclamam, desconhecem as autoridades dos países que atravessam.
* NINGUÉM percebe, muito menos os alemães lobotomizados, que existem mais de 200 países no mundo, alguns enormes, a maioria com menor densidade habitacional, países que poderiam melhor acolher os realmente necessitados. NINGUÉM acha estranho que MUÇULMANOS fundamentalistas procurem abrigo numa cultura totalmente diferente, em lugar de buscar a salvação na RICA e PRÓXIMA ARÁBIA SAUDITA .

Há poucos dias vazou a informação do serviço secreto austríaco de que todo este movimento de “refugiados” está sendo organizado por mãos americanas.

Caros amigos, a Europa está a perigo! A chanceler alemã não está defendendo os direitos do seu povo. O que vem acontecendo lembra muito a “Primavera Árabe” e todas as suas consequências.

Toedter

2 de setembro de 2015

ROMBO NO ORÇAMENTO

Aumento de impostos, atualmente assunto dominante nos nossos noticiários. Ministros e os mais diversos agentes políticos alongam seus comentários e declarações sobre a crise pela qual passa o país. Circunspectos buscam nos elucidar sobre a inevitabilidade de adoção de medidas que possam reabastecer os cofres ou caixas da nação. De forma inexplicável, de súbito, de um ano para o outro acabou o dinheiro. Têm caixas estaduais que não conseguem pagar os salários dos próprios funcionários.

Entre tudo o que dizem não se vislumbra a menor explicação do motivo que levou a essa situação. Talvez esperam que a gente acredite que tenham sido as propinas da Petrobrás. O que de fato caracteriza os nossos tempos é a distância a que é mantida a população da verdade. Não há homem público que venha dizer que de a muito tempo o país é perdulário, está vivendo acima de suas posses. Começou quando se livraram do Getúlio. Até então o Brasil era um país jovem, que tinha tudo para se desenvolver, ser alguém importante no contexto mundial. Passou então a atender aos acenos do dinheiro fácil e no seu “formoso céu, risonho e límpido” apareceu uma nuvem negra chamada DÍVIDA PÚBLICA.

Convenhamos, foi um fenômeno que também se alastrou pelo mundo e hoje está mostrando seus efeitos nos mais diversos quadrantes. No que diz respeito ao nosso país o portal AUDITORIA CIDADÃ nos mostra que em 2012 gastamos em JUROS e SERVIÇO DA DÍVIDA um total de 753 bilhões, ou sejam 43,98% do total dos gastos federais. Em 2014 passamos a 978 bilhões, 45,11% do total. Um aumento de quase 30% em dois anos! Se isso não bastasse, nos primeiros seis meses e meio do ano corrente a percentagem se elevou a 48%, metade de TUDO que o governa gasta. Os itens SAÚDE e EDUCAÇÃO ficaram em torno dos 4% cada um.

Segundo a definição oficial DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL é a dívida contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o deficit (rombo) orçamentário do Governo Federal, nele incluído o refinanciamento da própria dívida.

Então já deu para sentir que ROMBO NO ORÇAMENTO não é de hoje. Já deve vir de longa data e aumenta a cada ano. Por mais que se aumente impostos, por mais que se venda patrimônio público, por mais que se corte gastos (principalmente sociais), por mais que se empobreça a população através do processo inflacionário, sempre ocorrerá a necessidade do tal “refinanciamento” da dívida, aumentando a própria e aumentando os juros.

Sabendo que não há como cobrir o ROMBO e que os meios citados para mobilizar recursos são limitados, seria bom que fossemos poupados deste “teatrinho” diário a que estamos sendo expostos. Talvez algum dia possa aparecer alguém com uma ideia efetivamente viável, capaz de resolver o problema de um país que vem sendo inclementemente explorado.

Toedter