4 de agosto de 2017

QUE MUNDO É ESSE?

A cada dia que passa mais nos vemos instigados a repetir esta pergunta. As notícias diárias certamente não são as melhores, muito menos animadoras. A sensação de que algo está se preparando, algo que não vai contribuir para o bem da sociedade, está mais presente, ao menos entre aqueles que não fazem parte da grande legião dos alienados. Lembrei-me de um livro que li há muito tempo. Foi editado em 1972, um dos últimos da série de mais de quarenta escritos por TAYLOR CALDWELL. Muitos deles fazem parte do mais seleto da literatura mundial e foram editados nos mais diversos idiomas (veja Wikipedia).

Quero me referir aqui ao que tem o título OS CAPITÃES E OS REIS. No Brasil está esgotado, mas pode ser encontrado nos sebos a preços convidativos. Enquanto muitos dos livros desta autora (falecida em 1985) continuam sendo editados mundo afora, este parece fazer parte dos que são considerados politicamente incorretos. Talvez por que sugira respostas à pergunta: QUE MUNDO É ESSE? O prólogo da obra, reproduzido abaixo, oferece uma boa ideia do conteúdo.


PRÓLOGO DO LIVRO OS CAPITÃES E OS REIS DE TAYLOR CALDWELL
(Traduzido da edição alemã “Die Armaghs)

Este livro é dedicado aos jovens que se rebelam, porque sabem que no seu país algo vai mal, mas não sabem o que é esse algo. Espero que meu livro contribua para esclarecer as circunstâncias.
Todos os personagens do enredo, exceto os obviamente históricos, são de minha imaginação; que eu saiba não há na América família de nome Armagh, nem nunca houve. O fundo histórico e político, entretanto, é autêntico. O “Committee for Foreign Studies” e a “Scardo Society” existem, ou existiram, apesar de sob outro nome. Existe realmente uma “Conspiração contra o povo” e provavelmente sempre existirá, porque desde sempre os governos se colocam em posição hostil frente aos seus governados. Isto não é novidade, mesmo que conspiradores e conspirações tenham mudado conforme a situação política ou econômica do país correspondente.
Porém foi só a partir de Karl Marx e do tempo da “Liga dos Justos” que os Conspiradores e as Conspirações passaram a se entender sobre o seu objetivo, a meta e sua demarcação. Isso nada tinha a ver com “Ideologia”, com determinada forma de governo, com Ideais, com “Materialismo”, ou outros bordões com os quais as massas desjuizadas costumam ser alimentadas generosamente. Menos ainda isto esta relacionado com Religiões ou Raças, pois os conspiradores desde há muito ultrapassaram estas coisas secundárias. Eles estão além do Bem e do Mal. Os Césares que eles põem no poder, são – conscientemente ou não - suas criaturas e, não importa se na Europa, Rússia, China, África, ou América do Sul, subordinados. E eles permanecerão incapazes enquanto não tiverem reconhecido seu verdadeiro inimigo.

O Presidente John F.Kennedy sabia do que estava falando, quando mencionou os “Gnomos de Zurique”. Talvez sabia demais! Golpes de estado sempre houve, mas estão sendo mais frequentes. Possivelmente é esta a última hora do homem como espécie pensante, antes que seja escravizado numa “sociedade planejada”. Este livro termina com uma Bibliografia e gostaria que muitos dos meus leitores se servissem das indicações que ela contém.
Taylor Caldwell
Na certeza do interesse de muitos

a BIBLIOGRAFIA citada pela autora:

21 de julho de 2017

METAMORFOSE VERMELHA

Muitas vezes não é fácil perceber a interligação que pode existir entre determinados fatos históricos. Lembro do espaço ocupado pela União Soviética, não só em extensão territorial, mas principalmente como agente geopolítico. Como tal existiu de 1917 até 1991. Foi uma das duas hiperpotências, responsáveis pela criação do novo conceito da “guerra fria” e que manteve o mundo em suspense. Surpreendente, entretanto, foi o seu fim. Nenhum tiro foi disparado e houve parca repercussão midiática. Dizia-se que não aguentaram o repuxo econômico. Pouco provável.

A União das Repúblicas Socialistas era considerado o berço do comunismo, donde a doutrina seria levada ao mundo. Era a central geradora das ações necessárias, tais como implantação das cabeças de ponte mundo afora. Basta lembrar Luiz Carlos Prestes no Brasil. A expansão direta aconteceria em direção à Europa, palco de grandes batalhas. Ali encontrou a resistência do nacionalsocialismo, resistência essa que culminou na Segunda Guerra Mundial.

Inegável é que o Comunismo pretendia e pretende estabelecer um governo mundial. Mudou-se a estratégia, daí a conveniência de desativar a União Soviética, que simplesmente se decompôs nos diversos estados que a haviam constituído.

E aqui precisamos reconhecer que COMUNISMO é apenas um nome, uma denominação, de um estado social único que se objetiva estabelecer neste nosso planeta. O pai da ideia não foi Karl Marx (1818 – 1883), nem Vladimir Lenin (1870 – 1924). Antes já, na Revolução Francesa (1789 -1799), vicejavam as falsas promessas de Igualdade, Liberdade, Fraternidade. E mais, a Ordem dos Illuminati, que sobrevive de várias formas até hoje, foi proibida em 1784 na Baviera, onde nascera, acabando de se transferir para os Estados Unidos. Os Illuminati igualmente pretendem chegar a exercer uma hegemonia mundial.

Falei em mudança de estratégia. Sim, não era mais necessário existir um centro que irradiasse a doutrina para o mundo. Uma das mais importantes armas, para conseguirem seu intento, já fora conquistada, o controle da imprensa, hoje controle da mídia. A guerra psicológica foi aprimorada à sua maior eficiência. As sociedades foram devidamente debilitadas através das drogas, da corrupção moral, da devassidão sexual. A família está perdendo sua função de núcleo central. O respeito pela religião foi destruído. Os governos e a função pública são desacreditados por escândalos. Impostos elevados e o desemprego empobrecem as populações. Forças de segurança incapazes de manter a ordem. É o caminho que há tempos vem sendo prescrito para que se consiga submeter as populações a um comando-geral.

Isto explica por que a GLOBALIZAÇÃO vem tendo tanto apoio. Ela e COMUNISMO são da mesma estirpe, até na semântica:
         global adj m+f universal,geral, integral.
         comum adj m+f geral, universal, coletivo

Muitos perguntarão, mas como um governo mundial vai manter a autoridade sobre tanta gente? Talvez com a experiência adquirida na União Soviética, onde uma vida não valia muita coisa. Quem viver, verá.

18 de julho de 2017

SÓ P'RA RELAXAR

Falei p'ro meu filho, "Você vai casar com quem eu escolher."
Ele disse, "NÃO!"

Eu falei, "É a filha do Bill Gates."
Ele disse, "OK."

Liguei p'ro Bill Gates e falei, "Quero que sua filha case com meu filho."
Bill Gates disse, "NÃO!"

Contei p'ro Bill Gates, "Meu filho é Diretor do Banco Mundial."
Bill Gates disse, "OK."

Liguei ao Presidente do Banco Mundial e pedi que nomeasse meu filho Diretor.
Ele disse, "NÃO".

Falei p'ra ele, "Meu filho é genro do Bill Gates."
Ele disse, "OK."

É ASSIM QUE SE FAZ POLÍTICA.


Qualquer inferência é pura ilação...

7 de julho de 2017

"BEM-VINDOS AO INFERNO"

WELCOME TO HELL foi o tema da recepção que 10 a 100 mil (dependendo da fonte) manifestantes, em grande parte violentos, deram ontem em Hamburgo aos chefes de estado que chegavam para participar a partir de hoje do G20. Não entendi bem o que queriam dizer com isso. Certamente não estavam se referindo ao que esta cidade viveu a exatos 74 anos atrás, quando bombardeios aéreos dos aliados reduziram aquela urbe milenária a um monte de escombros. Este escriba estava lá.

Bom, hoje começa a reunião de cúpula dos mandatários das 20 mais desenvolvidas nações do mundo. Fundamentalmente o objetivo do encontro é dar mais um passo em direção à criação do Governo Mundial. Tema principal deverá ser a homologação do ACORDO DE PARIS cujo objetivo é combater um pretenso

O AQUECIMENTO GLOBAL (CLIMATE CHANGE)
que, por ser uma mentira, portanto não sustentável, está sendo vendido como projeto de
PROTEÇÃO À NATUREZA

Quase todo mundo já sabe que o tal “Aquecimento” não passa de uma falácia. Aqui já esmiuçamos isto em matéria publicada no início de junho. Ficou claro que o homem não pode influenciar o clima. Além das alterações cíclicas que ocorrem entre períodos mais quentes ou mais gelados, cuja causa só “o senhor lá em cima” conhece, quem traz mais ou menos chuva aqui nas Américas é o EL NIÑO, ou a LA NIÑA. Também não devemos esquecer que americanos e russos têm instalados aqueles H.A.A.R.P. dos quais se afirma que podem fazer chover. Existe ainda o bombardeio de nuvens com substâncias químicas, para fazer com que soltem a água que acumulam. Quando funciona tem efeito restrito a determinada área.

Indiscutível, pois mensurável, é que a nossa atmosfera contém apenas 0,037% de CO2 – dióxido de carbono. Do total um milésimo é produzido pelo homem. Portanto deixem nossas fábricas trabalharem em paz. Deixem-nos fazer nossas fogueirinhas de S.João ou de folhas secas. Deixem-nos aproveitar este recurso natural que é o carvão seja nas indústrias, seja na produção de energia, seja no aquecimento nas regiões onde isso é necessário. O tempo que estive na Alemanha durante a guerra me faz lembrar muito bem da importância que tinha o carvão na área doméstica, principalmente para o aquecimento nas épocas mais frias do ano.

Ao menos um dos chefes de estado reunidos em Hamburgo parece que já entendeu que não é por aí, que o acordo de Paris significará enormes gastos desnecessários. Discretamente um dos objetivos do acordo é o de Criar fluxos financeiros consistentes na direção de promover baixas emissões de gases de efeito estufa e o desenvolvimento resistente ao clima” (Wikipedia). Espero que desta vez Mr.Trump consiga se impor.

Não vai ser fácil. Acredito que o frágil argumento do CLIMA e do AQUECIMENTO deverá ser encoberto por outro, qual seja o da PROTEÇÃO À NATUREZA. Cuidados ecológicos têm apoio geral. Quem não quer um meio ambiente, limpo e saudável? Para isso não precisamos de mais acordos. Ao menos em tese os países já se organizaram para cuidar disto.


O Acordo de Paris foi criado sob apelo à enganação, à mentira. Seus verdadeiros propósitos são globalizantes e devem temer a luz do dia. Seria a Globalização o INFERNO contra o qual os manifestantes de Hamburgo estão protestando? 

30 de junho de 2017

NACIONALISMO

GLOBALIZAÇÃO é submissão e despotismo.
NACIONALISMO é responsabilidade e desenvolvimento humano.

Enquanto nos países do leste europeu a população ainda mantém um sentimento de amor à pátria, nas nações do centro, Alemanha e França, a doutrinação esquerdista, ou globalista, já fez com que “nacionalista” passasse a ser um epíteto de baixo calão. Ser nacionalista é ser da extrema direita. É só numa república artificial, como o é a Alemanha, que se tolera que uma deputada federal diga de público “Alemanha, quero que morras!”.

Aqui ainda não chegamos a isto. Mas lembro-me de poucos anos atrás ter visto a entrada de um quartel encimada pelos dizeres BRASIL ACIMA DE TUDO. Não mais lá estão. A bandeira nacional não tem mais o respeito devido. Cerimônias e festejos que enaltecem a nação rarearam. É óbvio que isso faz parte do programa dos globalizadores, hoje presentes em todas as áreas de decisão. Um governo mundial, como eles pretendem, não pode ter súditos que coloquem o seu pedaço de chão “acima de tudo”. Estes estariam interessados em poder se orgulhar do seu país. Almejariam o seu progresso e, muito importante, se rebelariam, quando oprimidos, explorados, enganados.

Os estados em que hoje ainda impera o mais forte nacionalismo podem ser encontrados na Ásia. As consequências de não mais possuírem uma clara identidade nacional podem ser vistas no Oriente Médio, onde uma série de estados sofreram uma desintegração nacional e enfrentam sectarismos rivais, étnicos e religiosos.

Amar o seu país não é só uma virtude, como também contribui de maneira indispensável para a saúde ética de uma sociedade. Valessem ainda os valores, que hoje deixam de ser ensinados, o Brasil não estaria sofrendo a vergonhosa situação, que vem sendo revelada em suas hostes políticas. Não lembro de ter a História – ao menos a contemporânea - registrado caso semelhante.

O amor ao país também não existe onde se dirime o valor que se dá à célula mater da sociedade, à família. E aqui de forma mais evidente se demonstra que estamos sendo vítimas de maldoso planejamento. A drasticidade com que conceitos éticos, morais e religiosos foram deturpados, escamoteados, até mesmo convertidos, isto em pouco espaço de tempo, revela que não estamos diante de uma evolução natural, mas que tudo é fruto de cuidadosa programação. Se é uma revolução o que está em curso, ela tem muitos pais. Um deles é a ESCOLA DE FRANKFURT, famosa pelos nomes que a integraram. Um deles foi Max Horkheimer, que em 1929 assumiu sua direção. Seriam dele as palavras:

A revolução não acontecerá com armas, sucederá de forma mais progressiva, ano após ano, geração após geração. Infiltraremos gradualmente suas instituições de ensino e suas instalações políticas, transformando-as lentamente em entidades Marxistas enquanto nos movermos em direção ao igualitarismo universal.”

O IGUALITARISMO, a que se refere, só pode ser o da “plebe ignara”, sem abranger o “patriciado”, que, naturalmente, será área reservada aos comandantes da revolução. As INFILTRAÇÕES, de fato, já foram realizadas com sucesso.

Ficar inoperante, cruzar os braços, fingir que nada tem com isso, é assumir grave responsabilidade pelo futuro dos seus descendentes. Ajudar a revigorar o NACIONALISMO é certamente uma boa atitude.



26 de junho de 2017

Nós, os BUNDA-MOLES


  • Sociedade ocidental fraca e incapaz
    de se defender
  • O politicamente correto e feminização
    prejudicam também as forças armadas
O renomado historiador militar israelita Martin von Creveld, professor emérito de História da Universidade Hebraica de Jerusalém, acaba de publicar um livro que tem mais ou menos o título acima e que é complementado com os dizeres:

Por que não sabemos mais como nos defender e como reverter isso.

Na realidade Creveld denuncia a debilidade moral que tomou conta a sociedade ocidental e adverte: ou ela volta a aprender a lutar ou tende a desaparecer. Em todas as suas camadas encontramos responsabilidades pela situação. Começa pelos pais que são superprotetores. A grande maioria de crianças não vai mais a pé ou de bicicleta à escola, tem a movimentação individual restrita e limites de segurança. Vem aumentando a idade, a partir da qual começam a enfrentar a vida real, em que assumem uma profissão e geram filhos. O resultado é uma comunidade desapegada e indisposta a reagir às adversidades.

As forças armadas sofrem hoje com a imposição de medidas burocráticas, regulamentos, sujeição ao politicamento correto. Sua “feminização” enfraquece seu poder de combate. As soldadas são, na verdade, só meio-soldados, gerando mais problemas do que benefícios. Elas querem ser admitidas com condições e direitos iguais aos homens, mas, uma vez aceitas, reivindicam toda sorte de privilégios, seja em torno de licenças próprias da condição, da dureza dos exercícios, ou até quanto o acesso ao oficialato. É claro que isso gera ódio e ciúme na área masculina, tudo sem falar dos problemas gerados por acusações de assédio que costumam aparecer.

A capacidade das forças armadas de exercerem as funções para as quais foram criadas depende de uma boa preparação, disciplina, profissionalismo e espírito de corpo. E Creveld explica que foi a rigidez na formação a premissa pedagógica para que os jovens israelenses, que se criaram entre 1948 e 1982 constituíssem o exército mais admirado pelo mundo.

Na minha opinião o professor encara o assunto de forma um tanto simplista ou limitada. O politicamente correto é hoje um fator que vem condicionando todas as atividades e expressões. A opinião divergente tem seus espaços cada vez mais reduzidos, parecendo mesmo que a grande maioria se entrega desejosa à comodidade do pensamento uníssono. Basta ver como os europeus se submetem a uma política suicida. Conformam-se a olhos vistos com o aniquilamento de sua cultura, seus costumes, religiões e origens.

E por falar em sociedade submissa, não é de se estranhar a situação que estamos vivendo aqui no nosso país? Quando tudo indicava que finalmente aconteceria uma purificação geral nas esferas que mal vêm sendo responsáveis pelos destinos da nação, agora os indícios passam a sugerir que tudo vai ficar como estava. Alguém chamou a sociedade de bunda-mole?

Obs.: O livro referenciado é da Editora ARES, está disponível em alemão na AMAZON sob o título “Wir Weicheier – Warum wir uns nicht mehr wehren können und was dagegen zu tun ist”.


16 de junho de 2017

AQUECIMENTO ou EMBUSTE GLOBAL

Não faz muito tempo a gente varria as folhas secas, juntava num monte, tocava fogo e o jardim estava limpo. Hoje é proibido POR CAUSA DO CO2!

Estamos a poucos dias do encontro dos G-20 em Hamburgo, quando a bruxa da ex-Alemanha espera assumir o comando geral. O tema principal deste G-20 vai ser o CLIMATE CHANGE, e é oportuno lembrar que essa história da mudança climática não passa de uma grande e escabrosa MENTIRA!

Para criar a necessária credibilidade, os interessados, representando consistentes interesses comerciais e financeiros, criaram em 1988 na área das Nações Unidas, ONU, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change). Segundo a Wikipedia ele teria como objetivo sintetizar e divulgar o conhecimento mais avançado sobre mudanças climáticas que afetam o mundo, especificamente o aquecimento global. Não produz pesquisa original. O renomado escritor de ciências Nigel Calder, falecido em 2014, já dizia que o IPCC foi criado por motivos políticos.

Assim, já dois anos depois de criado, o IPCC acusou o homem de ser responsável por um pretenso AQUECIMENTO GLOBAL. Arranjaram um “pecado”, para que se sinta culpado e seja mais fácil de ser oprimido. Armaram um gigantesco empreendimento de fazer “negócios”.

Escalaram O CO2 (dióxido de carbono) como substância DANOSA, cuja produção deve gerar custos indenizatórios. Então vamos aos fatos:

Nossa atmosfera contém 0,037% de CO2. Desta cota 97% são produzidos pela própria natureza, apenas 3% por ação humana.

Portanto o que é produzido pelo homem, suas fábricas e pelas folhas secas de jardim que queima representa tão somente 0,0011%.

0,037% é o mínimo que o nosso reino vegetal necessita. Nossas plantas absorvem CO2 e restituem SO2, o oxigênio vital para nós todos.

O homem não tem influência sobre o CLIMA, que é mundial e não é mensurável como o estado meteorológico regional. Varia com a alternância entre eras GLACIAIS e eras AMENAS. Os geólogos consideram como glacial o período em que até 30% da superfície da terra é coberta por gelo. Dizem que atualmente a cobertura é de 10%.

Durante os períodos glaciais e amenos também acontecem variações, mas é impossível prever um aquecimento até 2050.

Com a multiplicidade e alcance dos meios de comunicação ficou fácil espalhar mentiras globais com fins escusos. Lembram do tal “buraco de ozônio”? Ninguém mais fala do mesmo, pois o fim foi alcançado. Têm gente que não abre a janela sem passar filtro solar no rosto. Lembram da “chuva ácida”? Isto sem falar da Mentira do Século, que transformou o mundo.