30 de abril de 2019

POR QUE DESPIDOS?

Lá no final de 2010 relatei aqui neste blog e posteriormente no livro “Outra  face da NOTÍCIA” um episódio pertencente ao imediatamente pós Segunda Guerra. Ele oferece uma luz sobre todo o maquiavelismo diabólico que andou escrevendo a falsa história daquele tempo e cujas consequências se fazem sentir até os dias de hoje.
Volto a abordar aquele assunto, porque um leitor atento encontrou e acaba de me mandar esta foto que complementa de maneira bastante convincente aquela narrativa.

Foi em junho de 1945, um més após a capitulação das forças armadas alemãs. Um dos seus soldados, desmobilizado, pegara carona num trem de carga em Weimar – era o meio de viagem na época – pretendendo chegar a Erfurt. O trem parou antes de chegar ao destino e o soldado resolveu seguir a pé. Mais adiante encontrou, parado na linha paralela, outro trem de carga, destes de vagões fechados de transporte de gado. Do seu interior ouvia gemidos, choros e gritos pedindo água. Enquanto pensava no que pudesse fazer para ajudar, apareceram soldados americanos que fizeram-no correr, ameaçado com baionetas.

O declarante registrou mais tarde a ocorrência  em VHO - Vrij Historisch Onderzoek, Postbus  46, B-2600 Berchem 1, Flandres, Bélgica.

Em visita aos Estados Unidos em 1977, conheceu dois ex-oficiais americanos com os quais chegou a comentar o drama que viveu lá perto de Erfurt. Lembro aqui ao leitor, que Erfurt, Alemanha, fica a poucos quilômetros donde se situava o campo de concentração de Buchenwald. Por um destes acasos, a unidade em que os dois serviram naquela época esteve estacionada em Heidelberg e tiveram conhecimento do que aconteceu com aquele comboio de carga. Confirmaram que os vagões estavam cheios de soldados alemães, prisioneiros de guerra. Souberam que eles teriam sido contaminados com tifo e disenteria e estavam sendo levados a campos de concentração, onde serviriam, vivos ou mortos, de figurantes para os documentários sobre o holocausto que o famoso cineasta Hitchkock estava produzindo.

Sei, é realmente difícil conceber que seres humanos possam raciocinar nestes termos e praticar tamanho barbarismo. Essa foto mostra que existe gente, ou seres, que de humano talvez só tenham a aparência. A imagem ainda merece a seguinte observação que me parece importante. Recordo que nos primeiros anos pós guerra, quando a gente era confrontado com documentários do assim chamado holocausto, estranhava-se que em muitas fotos eram mostradas montanhas de cadáveres nus, despidos. Aqui se esclarece o motivo, pois é claro que os corpos não podiam ser exibidos portando uniformes alemães.

7 comentários:

  1. Sempre devemos lembrar que Eisenhower era judeu e maçom, assim como Churchill e Stalin.

    Cobalto

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    2. Olá. Sinto, mas não tenho Facebook. Obrigado.

      Cobalto

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  2. Por isso Sr.Norberto que os mortos despidos mostrados nas fotografias pelos assassinos aliados comunistas-capitalistas são de alemães e não de judeus! Antes de 1945, Alemanha tive 81.000.000 milhões de habitantes e a capital Berlim tinha 4,5 milhões de habitantes, um milhão a mais do que nos dias atuais. Hoje a população de Berlim e de 3,5 milhões de pessoas! Então só em Berlim os criminosos de guerra aliados comunistas e capitalistas mataram um milhão de pessoas! Hoje Alemanha tem 81.351.097 milhões de habitantes, o mesmo numero de habitantes de antes da Segunda Guerra, só que destes conforme divulgou o Departamento Federal de Estatísticas da Alemanha (Destatis) aponta que, de um total de 81.351.097 milhões, cerca de 19,3 milhões dos que vivem no país têm "histórico migratório"! Então tirando os 19 milhões de estrangeiros, podemos dizer que depois da guerra em 1945, Alemanha tinha só mais 62 milhões de habitantes! Quer dizer que os criminosos de guerra aliados comunistas e capitalistas mataram 19 milhões de alemães!

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    1. Essa ja e velha rapaz, se calhar para ti ainda e novidade, mas a mentira nunca se sobrepoe a verdade, nunca coincidem e uma questao de tempo😂😂😂😂

      "Mas ninguém achou a história estranha? Ninguém confirmou a veracidade das recordações? Sim, houve quem não engolisse a conversa. Aliás, um historiador nova-iorquino questionou tudo e acusou Hirt de mentir, alegando que nem os períodos temporais batiam certo nem o nome estava presente nas listas de prisioneiros.

      “Quero deixar bem claro, não nego a existência do Holocausto. Em parte, é por respeito à memória e à preservação da verdade de milhões de pessoas, que expus a vergonhosa deceção que é Joseph Hirt”, comentou o investigador Andrew Reid.

      So os negacionistas pegam em historias de pantomineiros.

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