20 de julho de 2016

POR QUE SE TORNOU MUÇULMANO?

Aqui MUHAMMAD ALI responde.

Novamente o MEDALHA DE OURO da Olimpíada de 1960 (Roma), na época ainda chamado CASSIUS CLAY, nos dá importante depoimento sobre RACISMO. Começa light e vira bastante sério. Veja:
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Sempre quando se fala em olimpíada os já citados Agentes do Mal aproveitam para denegrir a Olimpíada de Berlim (1936), onde teria acontecido a tão falada ofensa racial, praticada pelo Führer Adolf Hitler, que não cumprimentou Jesse Owens, então o atleta mais veloz do mundo. Como se fosse comum chefes de estado: 1º estarem presentes ao desenrolar de todos os jogos e, 2º, cumprimentarem um por um os ganhadores de medalhas. Mas mais esta mentira - já vivemos um século de mentiras - serviu para criar e alicerçar o conceito de que o alemão “nazista” era RACISTA. Esta mentira teve efeito tão contundente, que faz com que o alemão de hoje não ousa empregar nem mesmo um derivativo, que lembre a palavra raça. Constrangido, não consegue protestar contra a invasão em massa que seu país vem sofrendo por povos estranhos.

Os detratores sempre alegam as Leis de Nurenbergue editadas em 15.9.1935 pelo governo nacional-socialista alemão. Na realidade estas leis são três. A primeira descreve a bandeira nacional do Reich. A segunda define o direito à cidadania alemã. Foi o Reichsbürgergesetz. Finalmente a terceira, a polêmica, denominada Gesetze zum Schutz des Deutschen Blutes und der deutschen Ehre(Leis de Proteção ao Sangue e à Honra Alemã). Esta é a que impede o casamento entre judeus e alemães ou pessoas de sangue afim. Lhes proíbe a cidadania alemã. Define com detalhes quem é judeu. Proíbe-lhes o hasteamento da bandeira alemã, mas permite que exponham suas próprias cores. Não se encontra no texto alguma disposição que os segregue da população. Há que se considerar aqui que a comunidade judaica mundial - o estado de Israel ainda não existia - já havia se colocado em oposição à Alemanha, declarando-lhe GUERRA e anunciando boicote aos seus produtos ao redor do mundo.

Assim, se houve a prática de RACISMO, no verdadeiro sentido segregacionista, isto aconteceu no outro lado do Atlântico, nos Estados Unidos, nos proeminentes USA. Foram os RACISTAS os que hoje se arvoram lideres do nosso mundo e promovem a difamação dos germânicos. É contra eles que vale o presságio sinistro feito por Muhammad Ali, nesta entrevista na BBC londrina, que acabaram de assistir. Foi nos Estados Unidos que até 1967 vigoraram leis que discriminavam os negros, os mesmos negros que haviam importado a força! E é bom não esquecer que o Apartheid funcionou também na África do Sul britânica, isto até 1985.

Cassius Clay, seu irmão Rudolph e a mãe eram metodistas. O pai católico. Quando adotou a religião muçulmana, Cassius passou a usar o nome Muhammad Ali. Faleceu em junho deste ano, deixando esposa e nove filhos.
Toedter


12 de julho de 2016

GUERRA CIVIL

Acredito que não há quem não tenha ouvido falar de MUHAMMAD ALI, antes chamado CASSIUS CLAY. Ele faleceu recentemente, oportunidade em que mereceu muitas homenagens, tanto de autoridades, quanto do público e da imprensa do mundo inteiro. No auge da sua fama foi entrevistado pela BBC. Recebi um vídeo com um trecho desta entrevista e achei que o momento pede, ou até impõe, que seja divulgada. São pouco mais de quatro minutos, vale a pena:

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Agora pergunto, não é isto mesmo? Não é um posicionamento correto, natural? Não é ofensivo a quem quer que seja e constitui uma garantia de convivência pacífica. Porém PAZ é a última coisa que os AGENTES DO MAL, os satanistas, os Illuminati querem. A DIVERSIDADE, que promovem insistentemente, só vale para orientação sexual. Origens raciais diversas para eles não existem, é todo mundo igual. Temos aí a célebre IGUALDADE que já faz parte da bandeira deles desde a Revolução Francesa.

Vêm eles exercendo uma atividade cada vez mais intensa no sentido de deformar a nossa sociedade. Durante séculos nossa civilização era marcada por um progressivo desenvolvimento, aprimoravam-se as virtudes de uma cultura toda ela voltada para a busca do bem, do belo, do crescer, do melhorar, do bem-estar social. Cada vez mais camadas da população eram atingidas pela educação. O conhecimento chegou a raias antes inimagináveis. Porém logo depois da Segunda Guerra Mundial eles começaram a desembainhar seu arsenal de armas psicológicas com o intuito de reverter a tendência. São armas que promovem a tensão social e buscam aviltar os valores espirituais e morais. O comportamento desnaturado, perverso, é encorajado. A relação entre o masculino e feminino é tumultuada, a homossexualidade, o transgênero, a androginia, a promiscuidade são promovidos. A exploração do feminismo contribuiu para aumentar a oferta de mão de obra e baixar salários.

A arte engatou a marcha a ré. Música, canções, pinturas têm que ser agressivas. Em lugar do belo entrou a aprovação do repulsivo. Os monstros são parte obrigatória entre os brinquedos de crianças. Os espetáculos de UFC, até os praticados entre mulheres, atraem milhares de espectadores. As instituições são desacreditadas, o crime e a droga favorecidos. É a degradação geral.

E a maquinação que vem se tornando cada vez mais ostensiva é o fomento da dissensão, não só entre gêneros, entre pais e filhos, entre alunos e professores, mas geral, entre raças e povos. Arma poderosa é o incentivo à tensão racial, do qual o melhor exemplo estamos vendo hoje nos Estados Unidos, onde não falta muito para que aconteça a eclosão de guerra civil entre brancos e negros. É deveras surpreendente que ainda haja branco que queira ser policial. Mesmo aqui, nas nossas paragens, policial que não atira primeiro é policial morto.

Tudo vem sendo encaminhado em sentido contrário ao produtivo. É o caso flagrante da Europa que vem sendo invadida por povos de costumes, cultura e religião que nada têm de integrável com os vigentes nos povos destinados hospedá-los. Isto justamente acontece ao Velho Continente, o menor e mais densamente povoado de todos. É claro que os conflitos estão programados.

Pois é, diante de tudo isso não é de perguntar, como é que ELES, os agentes do MAL, conseguem impor tal situação a nós outros, bilhões que somos? Penso que se todos nós tivéssemos consciência do que está acontecendo, as armas psicológicas, que eles estão empregando, não passariam de fogos de artifício. E, como disse Muhammad Ali, cada um viveria feliz e satisfeito.

Toedter

4 de julho de 2016

CARTA PÓSTUMA A ELIE WIESEL

O noticiário internacional, sempre claro, verdadeiro e objetivo, trouxe-me a informação da morte de Elie Wiesel. Quem não sabia quem foi esta personalidade, o sabe agora. Os diretores de jornais se esmeraram numa cobertura ampla e completa. Elie Wiesel e eu eramos praticamente da mesma idade. Vendo a sua foto por toda parte, deu-me vontade de lhe escrever uma carta, póstuma, como dizem. Aí vai:

Sr. Elie Wiesel!
Soube que durante a guerra nós dois já estivemos próximos um do outro, você em Auschwitz e eu visitando o meu pai ali perto, em Cracóvia. Na época eu nem sabia que ali perto existia uma localidade chamada Auschwitz. Descrevo isso melhor no meu primeiro livro “...e a Guerra CONTINUA”. Também escrevi livros como você. Não 50, apenas cinco. E só comecei cinquenta anos depois. Os seus lhe valeram um Prêmio Nobel da PAZ. Era a busca da PAZ o que seus livros pregavam? Verdade mesmo? Ou, muito pelo contrário, incitaram eles ao ódio e à inclemente acusação e condenação dos inimigos do seu povo (ou dos seus correligionários). Aos inimigos aos quais vocês já haviam declarado guerra sem trégua, muito antes dos outros, em março de 1933. Lembra? Tanto que logo começaram a emigrar da Alemanha. Dos 600 mil, que até então lá viviam, só restaram 200 mil quando começou o confinamento em campos de concentração. A gente acaba se perguntando onde teriam coletado 6 milhões, onde e como conseguiram exterminá-los, e uma pergunta que não me sai da cabeça, POR QUÊ? Aqueles que você tanto acusou de crimes insólitos não eram tradicionalmente parte de um povo cruel, que desprezasse a vida alheia. Nunca foi um povo chegado a conquistas e agressões. Um estudo feito por um Prof.Quincey Wright sobre os embates em que se envolveram nações europeias entre 1480 e 1940 revelou que os campeões foram Inglaterra e França, com 28 e 26% respectivamente. Os menos guerreiros foram Alemanha (inclusive Prússia) e Dinamarca, que entraram no fim da lista com 8 e 6%. Os alemães também não participaram do comércio de escravos, não exterminaram índios, não prometeram aos seus soldados liberdade de praticar estupros em áreas subjugadas. Ainda em agosto de 1945 George Patton, general de quatro estrelas, comandante das forças blindadas americanas, declarou: “Dos europeus o alemão é um povo verdadeiramente descente.” (poucos meses depois foi vítima fatal de estranho acidente) Você e o seu pai também preferiram os alemães aos russos. Quando os alemães não tinham mais como segurar a ofensiva das tropas soviéticas e estas se aproximavam de Auschwitz, foi dada aos internos a opção de, ou acompanhar os alemães em seu recuo, ou aguardar a “libertação” pelos russos. Pois vocês, e a maioria, preferiram acompanhar seus “algozes” alemães. Então não podem ter sido tão maus assim.

Mas você se colocou a serviço dos que queriam o extermínio deste pequeno povo e contribuiu extraordinariamente para que estejam conseguindo seu intento. De parte deles você realmente merece todos os encômios e todas as honrarias que lhe tem sido prestadas e o foram agora, por ocasião do seu funeral. Também da mesma forma como o atirador de bombas Barak Obama, você mereceu o seu Prêmio Nobel da PAZ, pois PAZ também se consegue calando o seu desafeto.
Era isso. Precisava lhe dizer.
Toedter


21 de junho de 2016

CUI BONO?

Regra fundamental em qualquer investigação é descobrir os reais motivos do ato sob exame. Os romanos nos deixaram duas palavras-chave, que nenhum criminalista ignora: CUI BONO? Para o bem de quem?

Nesta semana os britânicos devem decidir em referendo se permanecem na União Europeia ou não. O “não” seria o tão falado (e temido?) BREXIT. Mencionei que estaria sendo temido, porque é o que a imprensa teleguiada nos está sugerindo. Ou melhor, nos faz deduzir que é o que os GLOBALISTAS de forma alguma querem que aconteça. Para eles é da maior importância manter os ingleses na UE, a ponto de darem excepcional destaque ao ASSASSINATO da parlamentar JO COX, ocorrido cinco dias atrás. Jo Cox era uma ativista ferrenha a favor da permanência do Reino Unido, tão engajada quanto o próprio primeiro-ministro Cameron. A população está dividida, o assunto é superpartidário, mas, mesmo assim, o governo está fortemente empenhado em defender o lado do FICO.

Mas voltemos ao assassinato da Jo Cox. O autor do crime está preso. É uma obscura figura sobre a qual, ao que parece, só cabe fazer conjecturas. Entre estas uma das mais curiosas é a que faz reviver o partido mais longevo, senão o mais longevo, certamente o mais ressuscitado da história mundial: o autor teria ligações com setores nazistas! De qualquer forma consta que é a favor do BREXIT e cometeu ato condenável, assassinando uma jovem, bonita e simpática, combatente do lado contrário. CUI BONO? Quem se beneficia? Quem é favorecido por este ato sem lógica, intempestivo, cometido uma semana antes do referendo, quando as pesquisas estavam dando uma pequena vantagem para o lado do BREXIT? Dois ou três dias depois os noticiários já informavam que A VANTAGEM SE INVERTEU!

Lembra tantos outros casos de assassinatos políticos, ou não? Aqui mesmo, em 1954 o Major Rubens Florentino Vaz foi assassinado com o intuito de fazer Getúlio Vargas deixar o governo. O assassinato do arquiduque austríaco Franz Ferdinand provocou a 1a Guerra Mundial. Lee Harvey Oswald foi apenas um fantoche no homicídio de John F.Kennedy. São muitos os casos que a História nos conta.

Neste caso da Jo Cox o autor seria mesmo um fanático, acreditando que com isto poderia mudar o curso da história, ou poderia ser uma conspiração de círculos oficiais, pretendendo influenciar o resultado da consulta popular? O que seria tão importante para fazer a tradicional Inglaterra, com sua admirada Rainha Elisabeth, que acaba de festejar seu 90° aniversário, deixar-se envolver em ato tão estouvado? Dizem os defensores da permanência e, portanto, a mídia de forma geral, que a saída provocará prejuízos econômicos ao Reino Unido. Ora, ora, nunca tantos países europeus passaram por tantas dificuldades econômicas, como desde que integram essa comunidade político-econômica, constituída pelo Tratado de Maastricht em 1993. Ela tem hoje 28 Estados-membros. Mas Noruega, Suíça, Islândia, Sérvia, Bósnia Herzegóvina, Albânia, Ucrânia não fazem parte e, exceto a última, ninguém está se queixando. Logo a Inglaterra, que já foi um império mundial, teria problemas se deixasse a UE? Não, não é isto. O bloco europeu só tem que ser ampliado e cada vez mais submetido a leis e parágrafos válidos para todos, para ser mais fácil dominar suas populações. E os ingleses não serão exceção.

Acontece que os ingleses, ou parte deles, acordaram. Essa história de receberem “refugiados” não é bem a gosto deles. Querem manter sua identidade e estão desconfiando que o Canal da Mancha, que por ora ainda retem as avalanches que se espraiam sobre a Europa Central, um dia deixará de ser obstáculo. Querem se livrar da tutela de Bruxelas. O que está em jogo é algo mais do que um acompanhamento do noticiário diário pode indicar. Este referendo tem uma importância bem maior do que se imagina. Pode sugerir que o atentado a Jo Cox não é, ou foi, a única medida preventiva. Aguardemos.

Falando em “refugiados”, soubemos agora da ONU que eles já somam 65 milhões, mas não nos disseram se tudo isso está a caminho, a caminho de aonde, se é uma expectativa e em que são baseados esses dados. Lembro-me da Segunda Guerra. Apesar de países tão, ou mais, destruídos e populações tão, ou mais, sacrificadas, estas NÃO FUGIAM. Ninguém pensava, a não ser uns poucos privilegiados, em deixar a pátria, deixar para trás tudo que representava até então sua vida. Terminada a guerra, estavam lá para reconstruir. Esses 65 milhões, que a ONU contou, deixam suas terras para se dirigir ao desconhecido? Simples assim? O que fica vira deserto?

Ao final da Segunda Guerra houve sim, caravanas de refugiados. Eram 13 milhões de alemães DEPORTADOS das terras em que viviam na região oriental. Terras arrebatadas ilegalmente da Alemanha vencida e entregue a poloneses, tchecos e russos. Essas caravanas eram constituídas por mulheres, crianças e velhos e se movimentaram a pé, com os poucos pertences que lhes foi permitido levar. Os homens estavam longe, a serviço do seu país, ou já feito prisioneiros, ou ainda combatendo, ou já tendo tombado. Entre os “refugiados” de hoje os homens, fortes e jovens, são a maioria.

Um detalhe: Dos 13 milhões de alemães deportados apenas 7 milhões chegaram ao seu destino e nenhum jornal do mundo lamentou os que morreram no caminho.

Voltando ao nosso tema de hoje a pergunta: Quem é responsável pela morte de JO COX? Cui bono?

Toedter

16 de junho de 2016

MARAVILHOSA GRAÇA

Começando bem o dia de hoje, recebi uma bela criação em vídeo, a qual me sinto obrigado a transmitir aos leitores deste blog. O arquivo veio acompanhado dos seguintes dizeres:

Este emocionante vídeo sintetiza a graça que todos nós brasileiros almejamos!!!!

NOSSA BANDEIRA É VERDE, AMARELA, AZUL E BRANCA!!! Estas são as únicas cores que todos devemos salvaguardar!!! 

Nossa luta deve ser contra a intolerância, contra a desordem, contra a tirania, contra a corrupção, contra as maledicências que nunca sobrepujarão o BEM, a ORDEM, o PROGRESSO, as INSTITUIÇÕES, a DEMOCRACIA e o POVO BRASILEIRO!!!
Nossa arma de luta deve continuar sendo a NOSSA VOZ!!! É a maior força de um POVO UNIDO!!!
Vamos desarraigar a corrupção através DAS LEIS, DA JUSTIÇA E DA VERDADE!!!

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e tomo a liberdade de completar a descrição da nossa bandeira, afirmando que não é só a cor que não queremos que mude, também não queremos novas e estranhas ESTRELAS, gostamos das que dela já constam.

Toedter

6 de junho de 2016

A CURA DO CÂNCER

A cura do câncer EXISTE! Senão como interpretar os seguintes números:
               Estados Unidos 580.000 mortos por câncer ao ano.
               Alemanha 224.000 mortos por câncer ao ano.
               Israel 152 mortos por câncer ao ano.
As duas primeiras informações foram obtidas através do Google e a última consta de um press-release da embaixada de Israel em Berlim datado de 29.10.2008, cuja reprodução segue abaixo:

Neste documente se divulga orgulhosamente que “Também o número de mortes por câncer reduziu-se no decorrer dos últimos anos. Assim morreram no ano 2004 152 pessoas de câncer em Israel; em 2003 foram 160 mortos.” (últimas 2 linhas com grifo do autor).
Mesmo considerando a diferença no número de habitantes USA= 318 MI, RFA= 81MI e Israel= 8,4MI a diferença é gritante e clama por uma explicação. Ela estaria nesta carta de autoria do Dr. Ryke Geerd Hamer (81 anos) ? Em 1986 o Dr.Hamer foi punido pelo Conselho de Medicina com uma proibição do exercício da profissão por 30 anos. A carta é longa, mas é de ficar ASSOMBRADO! Veja a carta traduzida do alemão:

Dr. med. Mag. Theol. Hamer
Sandkollveien 11
N- 3229 Sandefjord
Tel. (0047) 335 22 1 33 e 34
Email: dr.hamer@amici-di-dirk.com
20. 5. 2016
Sr. Ouvidor
Conselho Regional de Medicina, Hessen,
Dr. med. Viktor Karnosky
email viktor.karnosky@laekh.de
Tel.: 069 976 72 109

Prezado senhor e ex-Colega Dr. Karnosky,
Obrigado por ter me escutado em nossa conversa telefônica de hoje. Espero estar no endereço certo dirigindo-me ao Ouvidor do Conselho Regional de Medicina. É que eu tenho um pressentimento engraçado de que o Sr. Dieffenbach e Schäfer do Departamento de Auditoria e Investigação ansiosamente estudando uma maneira de poder me aplicar mais alguns anos de “vitalícia” Proibição do Exercício da Profissão , para que o problema escandaloso finalmente encontre uma "solução biológica" com a minha morte.

Acredito ter entendido da nossa conversa telefônica que o senhor também nunca ouviu falar de uma Proibição de Exercício da Profissão por 30 anos, e no meu caso por não abjurar à minha tese científica em 1986, nomeadamente da 1a.Regra Biolog. da Natureza: A regra férrea do Câncer.

Este é agora amplamente reconhecida como atestam o parecer do Conselho Regional de Medicina de Hesse e o trabalho oficial do Rabino Prof. Dr. Joav Merrick, pediatra e membro de do governo de Israel.

A maioria das pessoas "normais", como o senhor, um cirurgião, não são capaz de acreditar quando ouvem falar que alguém é proibido de exercer a profissão durante 30 anos, sem que, como médico, de algo tenha sido culpado, e mais, mas por causa de uma tese científica, que é agora geralmente aceita, mas então foi silenciada, porque de todos os lados, ou seja, por autoridades, tribunais, universidades e especialmente círculos religiosos uma verificação pública foi impedida: Afinal se trata da a maior descoberta na história da humanidade.

Ainda me lembro muito bem como em 1995 (no ano de Olivia) eu fiz com seu colega cirurgião, Prof. Becker em Tübingen, um acordo de cavalheiros:
Ele disse: "Claro, que deve ser examinado publicamente e corretamente, porque tantas vidas dependem disto."

Combinamos que ele pretenderia convidar todos os professores e docentes da sua faculdade de medicina. Eu me comprometi a demonstrar, com qualquer número de pacientes e perante todo o grêmio, ou seja, pleno auditório, que a origem e o desenvolvimento do câncer no conceito da Medicina Germânica, na época Nova Medicina, era sensata e correta e descrevia as verdadeiras e identificáveis circunstâncias do câncer.

Como eu disse, nós selamos esse acordo com um aperto de mão de homens de palavra. Eu lhe afirmei que, como ele podia ver, eu estava seguro do assunto, pois não arriscaria passar vergonha diante de todo o corpo docente da faculdade de medicina. Prof. Becker era então seu Decano
.
Três dias depois, a secretária do Prof. Becker me telefonou dizendo que o Decano infelizmente teve que cancelar o evento, a faculdade o tinha proibido.
Sr. Ouvidor, esta afirmação pode ser facilmente confirmada. Isso mostra que não houve um engano lamentável, mas foi intencional!

Também com 40 milhões de pacientes que morreram de câncer desde 1981, só na Alemanha, não se trata de lamentável engano, mas, sim, de propósito. Isto porque, dos 300 milhões de judeus que há no mundo, um número estimado de 100 milhões de pacientes com câncer sobreviveram graças à Medicina Germânica (veja a publicação da embaixada de Israel em Berlim). 99, 4% de judeus sobrevivem graças à medicina germânica, sem quimioterapia e morfina. Quase ninguém morre. Na Alemanha estatisticamente 99% morrem de quimioterapia e morfina: 40 milhões.

Mas agora vou lhe relatar como todo o "caso de assassinato em massa", o maior assassinato em massa na história do mundo, realmente se desenvolveu:

Em 02 de novembro de 1981, levei à Universidade de Tübingen a minha tese de habilitação "A Síndrome Hamer, por Ryke Geerd Hamer, e a REGRA FÉRREA DO CÂNCER." Foi a sensação das sensações. Um colega “superqualificado”, 3 estudos, médico especialista em medicina interna, ex assistente na Clínica de Medicina sob Bock, vem seriamente alegar em sua tese de habilitação, ter encontrado causa e evolução do câncer baseado no estudo de 200 casos – isto fora da Universidade

Meu ex-chefe judeu, o emeritado Prof. Bock, mergulhou no trabalho, chamou mais 4 colegas professores também judeus e organizou em curto prazo uma conferência de verificação sob portas fechadas com 100 casos de pacientes.


Pode-se supor que, para manter sigilo, tenha se tratado só ou principalmente de pacientes judeus.. Segundo eu soube, os 5 professores judeus foram, além de Bock, Prof. Hirsch (ginecologista), Waller (medicina interna, oncologia), Feine (Medicina Radiologia u. Nuclear) e Decano Voigt (Neurorradiologia).

Só 5 anos depois desta secreta Conferência de Revisão a portas fechadas recebi informações sobre a mesma logo de 2 pessoas. Uma foi o Conselheiro Schwarzkopf no decorrer de um processo do VG em Sigmaringen 1986 :
"Dr. Hamer, posso lhe assegurar que suas teorias do trabalho de habilitação estão corretas. Nossos professores (falava obviamente dos 5 professores judeus) as examinaram por reprodução em uma centena de pacientes (casos) a portas fechadas. Em todos estavam certas! Se um único não tivesse correspondido, o senhor teria sido convidado já no dia seguinte e lhe teriam apresentado o problema. Mas, como confirmaram em todos os casos, sem exceção, não foi necessário."

Esta versão, já publiquei literalmente centenas de vezes, sobre o que aqui presto juramento.

Desde o último processo no Tribunal Administrativo o Sr. Schwarzkopf desapareceu, provavelmente para que ele não possa ser obrigado a depor sob juramento nesta matéria. A câmara de 8. Tribunal Administrativo de Sigmaringen nem o quer ver, embora seja minha testemunha. Curiosamente o Tribunal também não quer ver minha adversária, a Universidade de Tübingen, para que a Conselheira Schweizer também não tenha que contar a verdade depondo sob juramento.


Era uma situação grotesca em Sigmaringen: A adversária (Sra Conselheira Schweizer pela Universidade de Tübingen) foi expressamente "dispensada" pelo juiz Dr. Hauser. A testemunha principal, ex-Conselheiro Schwarzkopf não foi convidado deliberadamente apesar do meu pedido insistente.
O Juiz que presidiu a 8ª Câmara representou os interesses da Universidade e do Sinédrio? Requerente Dr. Hamer foi “passado p'ra trás”.
Mas na era da Internet, não é tão fácil guardar silêncio para sempre sobre a maior descoberta da história da humanidade e ocultar o maior crime mundial de assassinato em massa.

A segunda pessoa que me falou dessa misteriosa Conferência de Revisão feita a portas fechadas, envolvendo 100 pacientes e cinco Professores, relatadas por trás de portas fechadas, foi o rabino-chefe de Paris, Ben Denoun Danow Josue (ver carta para Denoun e carta ao "Messias" Schneerson) que convidara a mim e meu amigo judeu Antoin Comte D 'Oncieu porque o seu irmão Charles estava com câncer.

Ele pode me falar da circular que o seu chefe do Movimento Lubavitcher, Menachem Mendel Schneerson, Nova Iorque, enviou a todos os rabinos do mundo com o seguinte conteúdo:

Nosso lubawitcher, Professor Bock de Tübingen, relatou-me que o seu ex-assistente Dr.Hamer fez uma descoberta sensacional, pois descobriu a origem e a progressão do câncer, de todas as suas formas. O nosso lubawitcher Professor Bock fez ele mesmo com outros 4 professores judeus exame de verificação em 100 casos de pacientes sob portas fechadas. Todos os casos foram confirmados sem exceção. Por isso não há mais dúvidas sobre a descoberta. A taxa de sobrevivência deve ser muito elevada. Possivelmente se trata da maior descoberta da história mundial.”

Então o Rebbe Schneerson determinou que essa descoberta deve ser mantida em segredo e destinada exclusivamente a pacientes de fé judaica. Pacientes não-judeus (gojim) devem continuar perecendo sob quimioterapia e morfina (vide minha carta de 1986 ao “Messias” Schneerson, Nova Iorque).

Essa carta circular que o Rebbe mandou a ele e a todos os rabinos do mundo, também teria sido postada no Talmud como comentário.

O lubawitcher rabino-chefe de Paris até nos informou de um telefonema que manteve com o rabino-chefe mundial Schneerson. Então dissera que não era a favor de se eliminar todos o gojim com quimio e morfina. Entretanto Schneerson é seu chefe e ele tem que obedecer.

Meu amigo judeu Antoin D'Oncieu e eu ficamos estupefatos.

Ao mesmo tempo, em 1986, as autoridades alemãs me impuseram proibição quase vitalícia de exercício da profissão, para que não pudesse contar as boas novas aos gentios e salvá-los da morte. Mesmo que eu falasse só com a faxineira sobre a medicina, eu seria imediatamente preso, gritou o promotor Mösch no tribunal em Colônia.

Sr. Ouvidor, quando se sabe tudo isso, e sobre o que posso, como fanático da verdade, prestar juramento, então dá para compreender por que fui proibido de exercer a profissão por 30 anos, sentença quase perpétua, e por que me é desejada uma urgente “solução biológica”. As consequências para a medicina, mas também para os sionistas, poderiam ser de outra maneira muito expressivas. Assim se prefere jogar um jogo idiota, achando melhor fazer um Dr. Hamer suportar 30 anos de proibição de exercício da profissão, destruindo suas condições de vida, por ter feito a maior descoberta da humanidade, ou seja, por não abjurar a 1a.Lei Biológica Natural, à REGRA FÉRREA DO CÂNCER. Isto por alucinação religiosa!

A Medicina Germânica não é apenas a maior descoberta na história da humanidade, mas o seu boicote representa para os gentios o maior crime de assassinato em massa de todos os tempos.

Por favor, ligue para o Senhor Conselheiro Schäfer (Tel 069 -. 718 1567) antes que seu gabinete cometa ainda mais absurdos. Sem o que eu lhe escrevi aqui, nada disto faz sentido. O senhor tinha razão quando ao telefone disse do sumamente ridículo que se destruísse as condições existenciais de um colega por 30 anos, sem que este tivesse a menor culpabilidade, só por causa da REGRA FÉRREA CÂNCER, que neste meio tempo já é por todos reconhecida como certa.

Para mim, entretanto, o desmantelamento das minhas condições de vida, nada representou de divertido, porém amarga realidade. Para 99% dos nossos pacientes não judeus significaram a morte! Cerca de 40 milhões nos últimos 35 anos, só na Alemanha, metade do nosso povo, no mundo inteiro até 7 bilhões!
Com as melhores saudações, do anteriormente colega

Dr. med. Mag. theol. Hamer
(fim da carta)

Quem chegou até aqui deve estar com o mesmo sentimento de indignação que eu pude observar em todos a quem já mostrei esta tradução que fiz de uma cópia do original. Quero alertar que o Dr. Hamer incorreu em erro, certamente involuntário, quando cita em diversos momentos dados estatísticos, como 40 milhões, 7 bilhões etc. No caso dos mortos de câncer na Alemanha o número deve variar entre sete e oito milhões no mesmo período de 35 anos. Considere-se a seu favor a emotividade que toma conta de uma pessoa abalada pelas injustiças que sofreu e que está convicta de estar assistindo a um crime irracional, de proporções nunca vistas, que está sendo cometido contra a humanidade.

Toedter

26 de maio de 2016

LIBERDADE - IGUALDADE - FRATERNIDADE

Quem hoje dedica alguma atenção ao que acontece ao nosso redor e também não deixa de observar as ocorrências mundo afora, certamente percebeu que existe um processo em curso, cujo objetivo é submeter a humanidade a um domínio central, criar o UNIMUNDO. Com frequência crescente, políticos do mundo inteiro deixam escapar alguma declaração mais ou menos reveladora, principalmente o presidente falastrão dos Estados Unidos. Ainda recentemente eu o ouvi declarando na TV: “Sabemos que somos a maior potência do mundo, mas ainda (not yet) controlamos tudo.” Porém não é ele a mola mestra do movimento. Faz parte, talvez como “cobra mandada”. Então QUEM ESTÁ POR TRÁS disto? Quem manda derrubar governos? Quem manda desestabilizar estados? Quem manda exterminar povos? Quem ordena a destruição de nações?

Não me parece realista desconfiar de quem mais está se expondo e guerreando, ou seja, dos ESTADOS UNIDOS. Podem ser a maior potência bélica, o que não beneficia o seu próprio povo. Ter seus filhos, na melhor idade, servindo em centenas de bases militares espalhadas ao redor do globo, certamente não contribui para a felicidade coletiva. O próprio cidadão americano já deixou de ser o mais bem situado do mundo e grande parte não concorda com os rumos da política. Há sinais de que o governo se prepara para enfrentar agitações. Num Governo Mundial não deverá haver necessariamente um povo privilegiado.

ISRAEL também costuma entrar no rol dos suspeitos. Atualmente estão um pouco retraídos, mas não é segredo que existe um projeto de formar um grande Estado ali no Oriente Médio, o Eretz Israel. E pensar que cem anos atrás Israel nem existia. Neste período, historicamente curto, como num passe de mágica (teria sido o holocausto?), adquiriram uma proeminência mundial. Acho que aqui no Brasil antes da guerra só se falava em judeu no sábado de aleluia. Hoje um cidadão nascido em Haifa é Presidente do Banco Central brasileiro. Seus representantes ocupam posições de destaque nas cúpulas políticas de quase todos os países ocidentais. Não sei dizer até que ponto já voltaram a ter na Rússia a importância que outrora tiveram durante o regime soviético. Interessante é que no longínquo leste da Rússia existe uma pequena região autônoma (oblast Birobidschan) dada por Stálin aos judeus e, ouvi dizer, é onde muitos, dos mais abastados, costumam passar suas férias. Mas creio que também em relação a Israel é válido o que eu disse no parágrafo anterior sobre “povo privilegiado”.

Recentemente li um artigo cujo autor identifica três núcleos de criação e organização do Governo Mundial, a saber: WALL STREET, CITY OF LONDON, portanto o centro bancário mundial, e mais o VATICANO. Os primeiros, como manejadores do dinheiro, reúnem credenciais sobejas para figurar como promotores do movimento. É o dinheiro a principal ferramenta, para não dizer arma, a ser usada com o fim de instalar uma possível revolução global. Já o Vaticano, mesmo agora sob as ordens de um jesuíta, seria, na minha opinião, muito mais um possível aliado do grupo citado no parágrafo anterior.

Até aqui os citados possuem poder ostensivo, forças armadas. Existem, porém, sociedades ou organizações, às quais também são atribuídas ambições semelhantes sem que contem com soldados e canhões. Inicialmente nos aparecem os ILLUMINATI. Mas como é que eles podem entrar nesta história? Quem são eles? Onde é a sede? Eles se mantém ocultos ou teriam se fundido com outro grupo? Ainda presentes ou fazem parte da história? A Nova Ordem Mundial tem História. Reestruturar ou revolucionar a vida dos habitantes deste globo, não é tarefa para poucos anos. Portanto pode ser um alvo que vem sendo perseguido há séculos. Aí nos aparece a ORDEM DOS ILUMINADOS. Ela foi fundada em 1776 na cidade de Ingolstadt, Alemanha, por Adam Weishaupt. Entre os pontos ideológicos de Weishaupt se destacam: Marcha através das instituições (infiltração e domínio de posições-chave) e sistema de república de cidadãos do mundo. Soam aqui os primeiros sinais da presença de objetivos globais. Aliás, uma República Mundial com capital em Jerusalém já teria sido o sonho de uma tal Ordem de Sion (Prieuré de Sion), e possivelmente inspirou Weishaupt a criar em Munique os Illuminati. Em 1778 eles foram proibidos pelo governo da Baviera. Começaram a se infiltrar nas LOJAS MAÇÔNICAS. Foram apoiados pelo Duque Ernst von Sachsen-Gotha (ancestral da Rainha Elisabeth II da Inglaterra). Este provavelmente também herdou os registros desaparecidos até hoje. Vamos lembrar que a casa real britânica é intimamente ligada à CITY OF LONDON, domínio dos Rothschilds, e que a rainha preside o Comitê dos 300. Em 1792 a sede da ordem passa a ser Frankfurt, berço dos Rothschilds. Mesmo assim ILLUMINATI nunca deixou de ser uma ideia, filosofia, doutrina. Tudo indica que tenha se materializado na MAÇONARIA, que em 1787 já contava com 16 lojas nos Estados Unidos. Esta organização participou da criação do brasão do país que acabara de ser fundado. É um brazão cujas duas faces inusitadamente se mostram repletas de simbolismos, todos ligados ao mágico número 13: Treze degraus na pirâmide inconclusa, treze letras ANUIT COEPTIS. Treze estrelas na aura, que no conjunto formam a estrela de David; treze folhas no ramo de oliveira e treze bagos de olivas; treze flechas e treze listas no escudo. E mais os dizeres: NOVUS ORDO SECLORUM, ou seja, NOVA ORDEM DOS TEMPOS. Tudo isto ilustrava até há pouco a nota de um dólar. Estaria se pensando em NOVA ORDEM MUNDIAL? Possivelmente sim, pois os comandantes do novo país, Jefferson, Adams e Franklin, logo em seguida foram a Paris onde a partir de 1789 se desenvolveu a REVOLUÇÃO FRANCESA, um regime de terror que culminou com a queda da Monarquia. Haveria alguma ligação entre os dois processos?

Voltemos ao título desta matéria: Liberdade – Igualdade – Fraternidade. Fora ele o slogan que criou a REVOLUÇÃO FRANCESA (1789), a meu ver a primeira operação pública de conquista do domínio mundial. Para atingir o propósito era preciso acabar com governos monocráticos, tipo monarquias. Para incitar o povo, este bordão, apesar das promessas falsas com que ilude os crédulos, mostrou-se extremamente eficiente, tanto que foi incorporado pela INTERNACIONAL SOCIALISTA, criada no seu primeiro congresso realizado em Paris no centenário da Revolução Francesa em 1889. Uma das decisões do Congresso foi a de acabar com os três governos monocráticos da Europa (Impérios Austro-húngaro, Alemanha e Rússia). Alcançaram o objetivo trinta anos depois com o final da Primeira Grande Guerra. O movimento pariu o COMUNISMO. Mais uma entidade à qual pode ser atribuído o intento de criar um Governo Mundial. É leviano pensar que tenha sido desarticulada com a queda do regime Soviético. Acredito que esteja se fortalecendo com o número crescente dos insatisfeitos com a vida.

Não é pequeno o número dos possíveis articuladores do UNIMUNDO, do Governo Mundial, de um governo que, para poder subsistir não admitirá nações independentes, nem cidadãos com ideias próprias. Mas talvez esta mesma multiplicidade, mesmo que alguns possam ser aliados, seja a NOSSA ESPERANÇA. “Muitos cozinheiros estragam a sopa.” QUE ASSIM SEJA!

Toedter