21 de setembro de 2017

POVO MARCADO

Alguém se lembra desta imagem? Eu a mostrei há quase nove anos no meu antigo blog – 2a.guera.zip.net – aquele que logo depois, e após três anos de publicação pacífica, foi censurado e removido pelo então provedor.

Trata-se do grafismo anticontrafação da cédula de identidade dos cidadãos alemães, de pós-guerra. É o fundo sobre o qual vêm impressos os dados do portador (em relação aos dados a imagem fica de cabeça para baixo). Está ali no verso do documento, impossível de ser confundido com outra coisa. Está ali, como parte dos arabescos, fácil de reconhecer, a imagem de um crânio bovino descarnado.

Justifica-se perguntar qual seria o objetivo de identificar o cidadão alemão com um documento portando este símbolo? Humilhação? Advertência? A guerra continua? Ou já representaria a terrível ameaça de se exterminar este povo. Planos elaborados há muitos anos e hoje postos em prática através da substituição cultural que está em andamento.

Seja aqui lembrado apenas Theodore Kaufmann, então presidente da “American Federation of Peace”, que em 1941 já dizia em seu livro GERMANY MUST PERISH! (Alemanha tem que perecer!): “A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco é uma guerra contra os Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Alemanha deve ser eliminada para sempre!”

Hoje podemos ter certeza que os planos Kaufmann, Nizer, Hooton, Morgenthau e outros já eram complemento da grande revolução social, preconizada pelo Conde Coudenhouve Kalergi no início dos anos vinte, a SUBSTITUIÇÃO DOS BRANCOS EUROPEUS por uma população afro-asiática.

Mas não é que agora, há poucos dias, surgiu o que me pareceu uma RÉSTIA DE LUZ, justamente nas palavras de quem menos poderíamos estar esperando. Permitam que explique:

Ninguém pode afirmar que o nosso Big Brother, o presidente americano, tenha o dom da palavra, tampouco que avalia muito bem o alcance do que diz. Seu recente discurso perante a Assembléia Geral da ONU foi sintomático, culminando com aquela ameaça de “destruir” um país inteiro. A mídia adorou e repetiu estas palavras nvezes.

O que, entretanto, os donos da notícia, os deformadores de opinião, não gostaram e, consequentemente, ao que nunca mais se referiram, foi quando ele conclamou o mundo:
Sejam patriotas, amem suas terras, defendam seus países” São palavras que contrariam os planos dos globalistas, cujo sonho é justamente um planeta sem fronteiras.

Teria o Trump pensado na Europa, no país de sua origem? As eleições, que acontecerão na Alemanha neste fim de semana, serão capazes de alterar alguma coisa? Poderão estancar a marcha dos europeus em direção ao abismo, ou a Angela Rebbekah Merkel será confirmada na condição de carrasco chefe, que assumiu quatorze anos atrás.

Haverá quem diga que isso só diz respeito à Alemanha. Doce ilusão. Merkel é a representante das forças que querem a substituição cultural da população daquele continente e desde sempre definiram que a operação começa pelos alemães. Contra estes já organizaram duas guerras mundiais de extermínio e contra o que restou impuseram o mind control. Dominados psicologicamente, muitos reverenciam até a sombra dos seus opressores.

Às vezes até o impossível acontece, até em eleições. Se a mulher, que já está há quatorze anos no poder, desta vez for destronada, talvez o apelo inusitado de Trump tenha contribuído e os alemães ganhem uma carteira de identidade nova, sem aquele mau agouro.

5 de setembro de 2017

CHAMAM ISSO DE ELEIÇÃO?


Neste mês haverá eleições na República Federal da Alemanha e estes dois da foto, Angela Merkel e Martin Schulz, são candidatos ao cargo de Chanceler, ou seja, ao governo do país. Acabam de se apresentar no primeiro e único “debate” pré-eleitoral na TV alemã. Coloquei a palavra entre aspas porque debate não houve. Deram um show de desrespeito ao público, ao eleitor. Só faltou se oferecerem flores e desejarem um ao outro o melhor êxito na disputa. Mas representaram bem o que é a democracia ali praticada. Ela governa o país desde 2005 e preside o partido CDU e ele é presidente do PSD. Os dois partidos eram coligados durante a atual gestão até que recentemente se separaram para que o PSD apresentasse o Schulz como candidato. É claro que isso tem que ser encarado como jogo com baralho marcado e não é de admirar que o partido dela apresenta ampla vantagem nas pesquisas. Até mesmo o SPIEGEL Online abre sua matéria com o título Der brave Herr Schulz (O comportado Herr Schulz) e diz que aquilo não é disputa eleitoral. É de se perguntar se há seriedade nisso.

Mas afinal que país é este, RFA? República Federal da Alemanha! Esta nação não existe, porém há sete décadas faz de conta que realiza eleições, faz de conta que tem partidos políticos, faz de conta que é uma DEMOCRACIA – até pode ser, uma CRACIA do DEMO, onde manda SATÃ.

A RFA é um empreendimento, um negócio, localizado em parte do território antigamente ocupado pela verdadeira nação chamada ALEMANHA e onde habita um povo oriundo de cepas dos antigos germânicos. Era um povo ordeiro, trabalhador, criativo. Marcou sua presença na história das Artes e das Ciências. Ficou importante no contexto mundial, o que não agradou àqueles que já exerciam um domínio sobre a maior parte do planeta. Declararam guerra, a Primeira Grande Guerra Mundial aos germânicos. Já seria o Tinhoso a mostrar suas garras.

Através de uma ardil (14 pontos do presidente Wilson) subjugaram seus desafetos e lhes impuseram medidas punitivas que seriam a sua desgraça e, talvez até, poderiam ter determinado o seu aniquilamento. Mas surgiu-lhes um líder, um líder daqueles que só aparecem um a cada século. Ele fez seu povo levantar a cabeça, arregaçar as mangas e voltar a ser alguém neste planeta.

Mas não podia ser. Não deixaram essa gente curtir seu estado de graça nem por dez anos, quando aqueles que mandavam no mundo desencadearam verdadeira hecatombe sobre a pequena nação. Custou-lhe o melhor do seu sangue. Desmembraram um terço do seu território e o que restou, ainda hoje, 72 anos depois, permanece ocupado por forças inimigas. E, do que poucos se lembram, realmente até hoje está em guerra, apesar de ter deposto armas em 8 de maio de 1945. Até hoje não há Tratado de Paz com a ALEMANHA. Ao que eu saiba é um caso único na História. Criou-se em seu lugar essa organização chamada RFA, suscitando situações esdrúxulas. É o caso da Carta das Nações Unidas que em seus artigos 53.2 e 107 ainda qualifica a Alemanha como “nação inimiga”. Aparecem agora questões a respeito de nacionalidade. Um alemão ou alemã que tenha nascido antes do fim da guerra é cidadão ou cidadã daquela Alemanha?


Talvez tudo isso pouco importa. Diante da invasão de alienígenas que a Europa está sofrendo – e os políticos da RFA incentivando – nem mesmo eleições serão mais necessárias. Infelizmente.

28 de agosto de 2017

RELIGIÃO AMEAÇADA

Nestes anos todos em que venho mantendo esta página na internet, inúmeras vezes se me apresentou uma pergunta, que, certamente, também passava pela cabeça de muitos leitores. Afinal tanto falamos em Nova Ordem Mundial, mas não conseguimos identificar quem efetivamente estaria por trás de tal projeto. Quem pretende dominar o mundo? Talvez a resposta nos seja dada neste livro: 

THE HOLOCAUST DOGMA OF JUDAISM – escrito e publicado em 1995 por Ben Weintraub, judeu convertido ao cristianismo. O livro está na amazon.com/.
Que o projeto de se instalar uma Nova Ordem Mundial, um Governo Único (com religião única) existe, disto ninguém mais tem dúvida. Só que o conceito se confundia com o de Globalismo, o que fez com que aparecessem, além dos sionistas, outros candidatos a assumir tal poder, tais como os governantes do estado americano, a casa real britânica, o vaticano, a oligarquia financeira, a oligarquia empresarial. Mas convencer mesmo, nenhuma destas outras hipóteses conseguia. Quem realmente ganharia alguma coisa ao assumir o comando do mundo? Apresenta-se outra vez aquela indagação que a criminologia não pode dispensar: CUI BONO?

Aí esse autor Weintraub nos lembra a imensa legião dos rabinos, orientadores religiosos e de comportamento dos israelitas. Eles de fato devem ter o maior interesse em ver realizadas as profecias do Velho Testamento, ser o povo eleito e que rege sobre os outros povos. Baseado nessa premissa a Nova Ordem já começa a ter cunho religioso. Religião é fé e fé pressupõe pontos capitais e fundamentais, incontestáveis e indiscutíveis, os DOGMAS. Segundo Weintraub, os sionistas construíram este seu DOGMA através do HOLOCAUSTO. Se empenharam nisso há cem anos, já em 1915 começaram a aparecer nos jornais (New York Times e outros) notícias sobre 6.000.000 de judeus que estavam sendo caçados, torturados, morrendo de fome, em vias de serem exterminados. Na época Hitler ainda nem pensava em ser político. É preciso acrescentar que o algarismo 6 tem um significado cabalístico, as vezes os jornais da época o citavam com cinco zeros e outras com seis.

Com a Segunda Guerra, que eles desencadearam contra a Alemanha, encontraram sua oportunidade. Parece que até mesmo esse antagonismo que existe contra o povo germânico pode ter raízes bíblicas. É o que se poderia se deduzir das interpretações que se fazem da história de Isaque, Rebeca, Jacó e Esaú.

O HOLOCAUSTO gerou os efeitos objetivados. O recém-criado Estado de Israel recebeu indenizações bilionárias da derrotada Alemanha e doações de valor inimagináveis dos EUA. Em armamento é uma das nações mais fortes do mundo. Holocausto virou mito. Aconteceu! Ninguém tem que duvidar. Duvidar é HERESIA, motivo indiscutível em muitas nações para ser levado aos tribunais e sofrer severas punições. Tornou-se um DOGMA.

O nome Holocausto foi cuidadosamente escolhido, significa “Sacrifício pelo Fogo”. Lembra o Redentor que “em sacrifício” morreu na cruz, dando origem a dois milênios da chamada ERA CRISTÃ. O livro de Weintraub dá a entender que estamos diante de um dissídio religioso. Mesmo por que não haveria lugar para dois Messias. É significativa a transmutação que vem ocorrendo em certas igrejas evangélicas. Edir Macedo está se esmerando em construir Templos de Salomão e rabinos vêm tendo oportunidade de realizar palestras em comunidades cristãs. Teríamos chegado ao fim dos tempos de "Amai-vos"? Estamos mais para "Odiai-vos"...

Não é possível deixar de atribuir ao fenômeno, ou melhor ao dogma HOLOCAUSTO a causa das grandes e dramáticas transformações que estão abalando o nosso planeta. Entre elas a substituição de raças e etnias que, ao que parece, não mais é reversível.


Fica a pergunta: Se Europa e Estados Unidos não resistirem ao processo migratório que está em andamento, restará espaço para o cristianismo?

17 de agosto de 2017

ENTRA CHARLOTTESVILLE SAI KIM JONG UN

Quando se esperava uma terrível guerra atômica, de uma hora para outra ESQUECERAM! Não se fala mais disto.

É que começou outra, esta interna (seria contra Trump?). Os noticiários, qualquer que seja a origem, até os russos, estão batendo na mesma tecla. É só o que se ouve e o que se lê: racismo, supremacismo (olha aí, mais um bordão para facilitar a instigação), neonazismo. Para poder falar dos nazis até plantaram no meio do tumulto um rapazinho desinteressado, loiro é claro, segurando uma grande bandeira, na qual a suástica aparecia de forma invertida, algo que verdadeiros adictos nunca deixaram acontecer. O nacional-socialismo não é proibido nos Estados Unidos, existe mesmo como partido político, o NSM National Socialist Movement, que não iria se arriscar num assunto onde se ganha de um lado o que se perde do outro. Mesmo aquele que lançou seu carro sobre a multidão (foto) só pode ter sido um desequilibrado, ou deu-lhe um curto-circuito mental. Aconteceu numa esquina onde nem mesmo se distingue quem era quem.

O que houve de verdade em CHARLOTTESVILLE foi mais um afloramento da cisma dormente em grande parte da população, consequência da GUERRA DA SECESSÃO de 1861 – 1865, também chamada de GUERRA CIVIL AMERICANA.  O efeito traumático que deixou, se explica por ter sido a guerra que ocasionou o maior número de perdas humanas para os Estados Unidos. Foram 600 mil mortos, o dobro do que lhes causou a Segunda Guerra Mundial.


Entra ano, sai ano, sempre acontece alguma desavença, até sangrentos atentados, aparentemente ligados à lembrança do conflito. A última ocorrência foi registrada em 2015, provocando a retirada da bandeira confederada de um memorial na Carolina do Sul, o que provocou ainda mais polêmica. Ao contrário do que nos dizem hoje os incentivadores da discórdia racial, a Guerra Civil americana não teve como motivo principal a ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA que Abraham Lincoln, presidente dos estados nortistas, só proclamou em 1863, dois anos depois do início dos combates. O menosprezo racial ali só foi oficialmente contido na segunda metade do século passado. Só em 1967 os Estados Unidos revogaram as últimas leis que discriminavam negros. Vejam neste blog em julho de 2016 duas postagens. Elas trazem duas entrevistas bem interessantes sobre o assunto com o grande campeão do box Cassius Clay. Ele mudou de nome para Muhammad Ali, justamente devido às discriminações que sofrera em seu próprio país. E é bom não esquecer que o Apartheid funcionou também na África do Sul britânica, isto até 1985.

Voltando aos acontecimentos em Charlottesville. A cidade fica no Estado de Virginia, um dos estados do sul, dos confederados. Em fevereiro, a Prefeitura (prefeito é do partido democrata) decidiu a retirada da estátua do General Robert E.Lee, comandante dos Confederados, sempre considerado um herói nacional. Desde então, houve acalorados protestos e a Justiça suspendeu temporariamente a retirada do monumento. Sem dúvida o debate sobre a estátua reabriu desnecessariamente velhas feridas e as frentes se formaram. O grupo dos contrários à remoção da estátua e da mudança de nome do parque manifestaram sua oposição através de uma marcha noturna com tochas. No dia seguinte os protestos continuaram e, pelo visto, agora de lado a lado. Ainda não deve ter havido violência, porque as forças de segurança observavam, mas não interferiram. Os noticiários falam em combates, armamento “pesado”. Entretanto não se têm notícias de outras vítimas, além das causadas por atropelamento e de mais duas vítimas fatais, policiais que observavam os acontecimentos a bordo de um helicóptero. A aeronave caiu por motivos ainda não explicados.


Por muito pouco o presidente Trump não foi acusado de ter liderado a manifestação. Foi obrigado a fazer três pronunciamentos pela TV, um corrigindo o outro. No terceiro atribuiu responsabilidade aos dois lados. A esquerda globalista vem fazendo de tudo para derrubá-lo, consciente de que quem o elegeu foram os nacionalistas. Dominando a mídia instigam o dissenso racial. Criam cabelo em casca de ovo. Desde que me conheço por gente, pretos e brancos sempre se entenderam. Até que de uns anos para cá, e visivelmente neste caso de Charlottesville, a imprensa teleguiada e unida se aproveita para aprofundar o fosso que vem sendo criado entre as pessoas. DIVIDIR PARA DOMINAR.

10 de agosto de 2017

DOS JUDEUS E QUEM SÃO ELES

Estes dias alguém me perguntou se eu odiava os judeus. A questão me surpreendeu, nunca nem eu próprio a havia me posto. Haveria que se esclarecer antes de mais nada o que é ódio. Puxei o dicionário e só de substantivos encontrei: aversão, rancor profundo, raiva, antipatia, repugnância, abomínio. É uma escala de sentimentos ampla que vai desde o não tomar conhecimento da entidade repudiada até o enfrentamento raivoso. Acho que quem generaliza está errado, pois gente não são bonecos, robôs saídos do mesmo molde. Conheci judeus bem simpáticos e outros menos, como soe acontecer em relação a quaisquer outras pessoas. A pergunta como foi feita parece irrespondível.

Mesmo assim é uma questão que está no ar e merece alguma atenção. Lá no início do século XVI, há quinhentos anos, a Ordem dos Dominicanos lançou uma campanha que pretendia convencer o imperador do Sacro Império Romano-Germânico a mandar queimar todos os exemplares do TALMUD, livro santo e de regras de comportamento dos judeus. Quem os defendeu apaixonadamente foi o grande reformador da religião cristã MARTIN LUTHER. Intercedeu junto aos poderosos do império, lamentou o destino que eles estariam enfrentando na diáspora e que eram merecedores de todo o amor cristão.

Acontece que mais tarde LUTHER estudou e aprendeu o idioma hebraico, o que o fez ler o TALMUD. Sua opinião sobre os judeus mudou drasticamente e o grande Luther passou a advertir o mundo sobre o perigo que representam. O TALMUD não é de fácil acesso. Parece que são cinco volumes. Se os excertos que aparecem acá e acolá forem verdade, aí já não seria mais o caso de perguntar se alguém tem raiva dos israelitas. Teriam que ser chamados pela tal “Comunidade Internacional”, da qual tanto se fala, para prestar sérias contas. Como não sei se o que se revela procede ou não, não posso deixar que influencie os meus sentimentos em relação ao grupo populacional.

Em 1543 foi publicado o livro que MARTIN LUTHER escreveu sob o título “Von den Juden und ihren Lügen” - DOS JUDEUS E SUAS MENTIRAS. Existe uma edição em português feita pela Editora Revisão, de saudosa memória.

SER JUDEU É RELIGIÃO. Não é nacionalidade e também não quer dizer que pertença a um grupo étnico. Esta particularidade dificulta qualquer forma de julgamento. Eles têm lá agora o seu Estado, mas na realidade vivem no mundo todo. Se dizem SEMITAS e reclamam do ANTISEMITISMO, mas apenas uma minoria ainda tem origens hebraicas, seria portanto semita.

Através do célebre Discurso de Freedman (veja no Google – Também o meu livro “Pobre Mundo Novo” traz uma tradução) vamos saber que, dos que se consideram hoje judeus, 92% são Khazares. Estes nada têm de semitas. É um povo turc-mongol, que vivia no centro da Ásia e adotou a religião judaica. Pressionados por Gengis-Khan vieram se espraiar para o oeste.

Quero lembrar aqui que, enquanto Hitler estimulava a emigração dos 600 mil judeus que viviam na Alemanha em 1933, os países ocidentais, inclusive o Brasil, receberam ordens de “alguém”, para não lhes conceder Visto de Entrada. Não seria esse mesmo “alguém” aquele que EM NOME DA JUDEA (Israel ainda não existia)
fez a célebre DECLARAÇÃO DE GUERRA à Alemanha, tão logo que Hitler assumira o poder seis anos antes?

Então se apresenta uma pergunta: será que Judeu é mesmo tudo o que nós pensamos? Ou não poderia ser um grande grupo populacional, que está sendo usado, até como “bucha de canhão”, quando necessário, por uma CÚPULA inominável, da qual sabemos que pretende reger, ou já está regendo os destinos do planeta?


Nesta cúpula tem de tudo, tem também judeus. Desta cúpula, sim, e dos seus SERVIÇAIS, de tudo isto sinto ódio imenso.

4 de agosto de 2017

QUE MUNDO É ESSE?

A cada dia que passa mais nos vemos instigados a repetir esta pergunta. As notícias diárias certamente não são as melhores, muito menos animadoras. A sensação de que algo está se preparando, algo que não vai contribuir para o bem da sociedade, está mais presente, ao menos entre aqueles que não fazem parte da grande legião dos alienados. Lembrei-me de um livro que li há muito tempo. Foi editado em 1972, um dos últimos da série de mais de quarenta escritos por TAYLOR CALDWELL. Muitos deles fazem parte do mais seleto da literatura mundial e foram editados nos mais diversos idiomas (veja Wikipedia).

Quero me referir aqui ao que tem o título OS CAPITÃES E OS REIS. No Brasil está esgotado, mas pode ser encontrado nos sebos a preços convidativos. Enquanto muitos dos livros desta autora (falecida em 1985) continuam sendo editados mundo afora, este parece fazer parte dos que são considerados politicamente incorretos. Talvez por que sugira respostas à pergunta: QUE MUNDO É ESSE? O prólogo da obra, reproduzido abaixo, oferece uma boa ideia do conteúdo.


PRÓLOGO DO LIVRO OS CAPITÃES E OS REIS DE TAYLOR CALDWELL
(Traduzido da edição alemã “Die Armaghs)

Este livro é dedicado aos jovens que se rebelam, porque sabem que no seu país algo vai mal, mas não sabem o que é esse algo. Espero que meu livro contribua para esclarecer as circunstâncias.
Todos os personagens do enredo, exceto os obviamente históricos, são de minha imaginação; que eu saiba não há na América família de nome Armagh, nem nunca houve. O fundo histórico e político, entretanto, é autêntico. O “Committee for Foreign Studies” e a “Scardo Society” existem, ou existiram, apesar de sob outro nome. Existe realmente uma “Conspiração contra o povo” e provavelmente sempre existirá, porque desde sempre os governos se colocam em posição hostil frente aos seus governados. Isto não é novidade, mesmo que conspiradores e conspirações tenham mudado conforme a situação política ou econômica do país correspondente.
Porém foi só a partir de Karl Marx e do tempo da “Liga dos Justos” que os Conspiradores e as Conspirações passaram a se entender sobre o seu objetivo, a meta e sua demarcação. Isso nada tinha a ver com “Ideologia”, com determinada forma de governo, com Ideais, com “Materialismo”, ou outros bordões com os quais as massas desjuizadas costumam ser alimentadas generosamente. Menos ainda isto esta relacionado com Religiões ou Raças, pois os conspiradores desde há muito ultrapassaram estas coisas secundárias. Eles estão além do Bem e do Mal. Os Césares que eles põem no poder, são – conscientemente ou não - suas criaturas e, não importa se na Europa, Rússia, China, África, ou América do Sul, subordinados. E eles permanecerão incapazes enquanto não tiverem reconhecido seu verdadeiro inimigo.

O Presidente John F.Kennedy sabia do que estava falando, quando mencionou os “Gnomos de Zurique”. Talvez sabia demais! Golpes de estado sempre houve, mas estão sendo mais frequentes. Possivelmente é esta a última hora do homem como espécie pensante, antes que seja escravizado numa “sociedade planejada”. Este livro termina com uma Bibliografia e gostaria que muitos dos meus leitores se servissem das indicações que ela contém.
Taylor Caldwell
Na certeza do interesse de muitos

a BIBLIOGRAFIA citada pela autora:

21 de julho de 2017

METAMORFOSE VERMELHA

Muitas vezes não é fácil perceber a interligação que pode existir entre determinados fatos históricos. Lembro do espaço ocupado pela União Soviética, não só em extensão territorial, mas principalmente como agente geopolítico. Como tal existiu de 1917 até 1991. Foi uma das duas hiperpotências, responsáveis pela criação do novo conceito da “guerra fria” e que manteve o mundo em suspense. Surpreendente, entretanto, foi o seu fim. Nenhum tiro foi disparado e houve parca repercussão midiática. Dizia-se que não aguentaram o repuxo econômico. Pouco provável.

A União das Repúblicas Socialistas era considerado o berço do comunismo, donde a doutrina seria levada ao mundo. Era a central geradora das ações necessárias, tais como implantação das cabeças de ponte mundo afora. Basta lembrar Luiz Carlos Prestes no Brasil. A expansão direta aconteceria em direção à Europa, palco de grandes batalhas. Ali encontrou a resistência do nacionalsocialismo, resistência essa que culminou na Segunda Guerra Mundial.

Inegável é que o Comunismo pretendia e pretende estabelecer um governo mundial. Mudou-se a estratégia, daí a conveniência de desativar a União Soviética, que simplesmente se decompôs nos diversos estados que a haviam constituído.

E aqui precisamos reconhecer que COMUNISMO é apenas um nome, uma denominação, de um estado social único que se objetiva estabelecer neste nosso planeta. O pai da ideia não foi Karl Marx (1818 – 1883), nem Vladimir Lenin (1870 – 1924). Antes já, na Revolução Francesa (1789 -1799), vicejavam as falsas promessas de Igualdade, Liberdade, Fraternidade. E mais, a Ordem dos Illuminati, que sobrevive de várias formas até hoje, foi proibida em 1784 na Baviera, onde nascera, acabando de se transferir para os Estados Unidos. Os Illuminati igualmente pretendem chegar a exercer uma hegemonia mundial.

Falei em mudança de estratégia. Sim, não era mais necessário existir um centro que irradiasse a doutrina para o mundo. Uma das mais importantes armas, para conseguirem seu intento, já fora conquistada, o controle da imprensa, hoje controle da mídia. A guerra psicológica foi aprimorada à sua maior eficiência. As sociedades foram devidamente debilitadas através das drogas, da corrupção moral, da devassidão sexual. A família está perdendo sua função de núcleo central. O respeito pela religião foi destruído. Os governos e a função pública são desacreditados por escândalos. Impostos elevados e o desemprego empobrecem as populações. Forças de segurança incapazes de manter a ordem. É o caminho que há tempos vem sendo prescrito para que se consiga submeter as populações a um comando-geral.

Isto explica por que a GLOBALIZAÇÃO vem tendo tanto apoio. Ela e COMUNISMO são da mesma estirpe, até na semântica:
         global adj m+f universal,geral, integral.
         comum adj m+f geral, universal, coletivo

Muitos perguntarão, mas como um governo mundial vai manter a autoridade sobre tanta gente? Talvez com a experiência adquirida na União Soviética, onde uma vida não valia muita coisa. Quem viver, verá.