28 de março de 2017

NEGAÇÃO?

Novo “Filme do Holocausto” tem estreia marcada no Brasil para o fim deste mês. Veja o poster:

Segundo o trailer o filme coloca em oposição uma jovem e linda professorinha e um homem rude e grosseiro. Ela defende o Holocausto e ele nega. É previsível quem vai ganhar a disputa e a total simpatia do público. Mas o fato de se realizar mais este esforço doutrinário, após 70 anos de ininterrupta catequização, faz supor que o barco dos holopromotores está fazendo água. São muitos os que mundo afora, até mesmo desafiando ou sofrendo efeitos de leis facciosas, demonstraram a insustentabilidade da tese do assassinato ordenado de seis milhões de pessoas.

Assim, como certamente muitos outros, este blogueiro tem motivos pessoais para duvidar do que a respeito deste tema a mídiaQmente impingiu ao mundo durante todo este tempo.

POR QUE EU NÃO POSSO ACREDITAR NO HOLOCAUSTO

Vivi na Alemanha durante a Segunda Grande Guerra. Não era combatente, mas integrado na população civil, vivenciando tudo que de comum se passa nas hostes do povo.

Os servidores públicos, os membros do partido, das forças de segurança, das forças armadas, também fazem parte do povo e, quando não em ação – soldados gozavam suas licenças ao lado de suas famílias – conviviam normalmente com seus concidadãos. Na convivência a troca de ideias faz parte da natureza humana. Por maior que seja o segredo imposto sobre determinado tema ou assunto, sempre existe alguém que não resiste ao impulso de confidenciá-lo a familiar, ou a amigo. Então terá o destino de qualquer boato ou fofoca, começará a circular. Talvez um segredo destes possa ser preservado por curto prazo, mas não por QUATRO ANOS. Também não por tanta gente, que teria que estar envolvida ou tivesse ciência. O assassinato de MILHARES de pessoas a cada dia (6 milhões em 4 anos = 4.106 por dia), significaria um número imensurável e mesmo inimaginável.

Mas NADA TRANSPIROU. Falava-se em mortes, sim. Vítimas dos bombardeios aéreos, mortos em combate nas diversas frentes, mas em matadouros de gente ninguém falou. Anos atrás eu vi casualmente o ex-chanceler da Alemanha Helmut Schmidt ser entrevistado pela TV e declarando que durante a guerra NÃO teve conhecimento do Holocausto. Schmidt, neto de judeus, foi oficial do exército alemão.

Então, na Alemanha ninguém falava, nem segredava, que nos campos de concentração estaria ocorrendo o extermínio de quase a metade de um povo inteiro. Mas também entre as forças aliadas de ocupação isto não era assunto. Tenho guardado um exemplar do primeiro jornal que circulou em Hamburgo depois do fim da guerra, editado pelas forças de ocupação britânicas. Consistia de uma página só, redigida obviamente em alemão. Mas em toda a matéria não se encontra qualquer menção ao depois alegado “maior crime contra a humanidade”. Abaixo uma cópia.

Acima já aleguei que na Alemanha até o final dos combates em maio de 1945 nada se sabia sobre o tal Holocausto. Porém tenho outro motivo, talvez ainda mais convincente para NÃO ACREDITAR. Quando chegamos à Alemanha em 1942 minha mãe e eu ficamos morando em Hamburgo e meu pai empregou-se na empresa Sanitas AG de Berlim, produtora de aparelhos eletromedicinais, raio-X etc. Esta o encarregou de assumir a filial em Cracóvia, na Polônia ocupada pelos alemães, onde teve que ficar residindo. Eventualmente nós o visitávamos, ou ele conseguia dar uma chegada rápida a Hamburgo. Meu pai tinha facilidade em fazer contatos, principalmente com os médicos da região. Não sei como se entendiam, mas era uma região multilíngue, pois Cracóvia já fora cidade alemã, polonesa, austríaca e em 1918 voltou à Polônia. Se não me engano o Papa João Paulo II nasceu ali.

Agora o detalhe. Olhando o mapa podem constatar que a apenas 50 km de distância de Cracóvia se situa AUSCHWITZ. Em Cracóvia nunca meu pai ouviu falar que ali do lado exterminava-se gente.

Então como é que alguém pode querer que eu acredite nessa estória, que, camuflada de História teve o poder de ocasionar mudanças fundamentais no mundo. Já disse Edward Bernays (sobrinho de Freud) em seu livro PROPAGANDA – (1928): Uma GRANDE MENTIRA, repetida muitas vezes, torna-se VERDADE.
Não vou assistir o filme.
Toedter


17 de março de 2017

DEFESA DA PÁTRIA

Não faz muito tempo que as tendências globalizantes começaram a se manifestar abertamente. Deve ter sido por volta da virada do século/milênio. E não faltaram as vozes de advertência e mesmo o enfrentamento aberto, bem diferente dos dias de hoje.

É verdade que atualmente o assunto não está muito em evidência, uma vez que se aguarda o desenrolar do affair Trump. Este novo mandatário, como já ficou patente, decidiu puxar o tapete desta corja humanicida. Sim, humanicida, porque globalismo é um eufemismo para o verdadeiro significado da palavra, ou seja, domínio mundial. A fim de que tal projeto se concretizasse e pudesse se manter, haveria de correr muito sangue. Mas se hoje só lá ou cá se alevanta uma voz ou outra contra o plano macabro, há menos de vinte anos instituições de peso denunciavam a trama.

CLUBE DA AERONÁUTICA
Esta, na época muito ativa e presente agremiação, então sob a presidência do brigadeiro Ércio Braga, lançou um manifesto, preparado pelo “Movimento Para Restituir o Brasil aos Brasileiros”, que circulou em entidades da sociedade civil e organizações de militares da reserva. Foi esse grande jornalista Carlos Chagas, admirável profissional, que levou ao grande público detalhes da mensagem através dos jornais (1 e 2/11/2000) para os quais escrevia.

O documento começa apresentando um roteiro para preservar o estado-nação. Fala da necessidade de desenvolvermos uma agricultura forte e apoiada em tecnologia nacional. Das reservas minerais que devem ficar sob controle nacional e das fontes de energia que devem ficar sob controle do estado. Exige a manutenção de Forças Armadas respeitadas e independentes, bem como uma indústria bélica atualizada tecnicamente. A ciência e tecnologia devem ser fortalecidas e voltadas para os interesses brasileiros. O país precisa de um sistema de transportes eficiente e uma infraestrutura adequada. Os meios de informação devem ser usados para informar a opinião pública do que realmente se passa. A moeda nacional mantida forte e a indústria nacional voltada para atendimento do mercado interno e protegida pelo estado.

Por outro lado é denunciado o perigo representado por um GOVERNO MUNDIAL de objetivos contrários. Ele quer ciência e tecnologia somente na sede das multinacionais. Quer a privatização dos meios de transporte e a desativação das indústrias nacionais e a implantação de sucursais das multinacionais. Usa os meios de comunicação para distorcer, ampliar e esconder fatos. Quer uma opinião pública desinformada. O sistema financeiro deve ser desnacionalizado, impondo-se juros extorsivos para as dívidas interna e externa.

Os globalizantes, continua o manifesto, dão apoio a grupos dissidentes, ajudam a criar territórios independentes dentro dos estados-nações, até mesmo reunindo povos indígenas incapazes de autogestão. Estimulam a criação de organizações não governamentais (ONGs), que dizem preservar a ecologia, mas na verdade estão a serviço da NOM. Enfraquecem sindicatos e pregam a extinção da Justiça do Trabalho. Desvalorizam o trabalhador, favorecendo as importações em prejuízo da produção nacional. Dão suporte a religiões que pregam o uso da violência.

Para destruir a nação buscam desagregar a família. Estimulam a dissidência entre raças e religiões, entre patrões e empregados, entre militares e civis. O patriotismo é ridicularizado.


Pois é, caro leitor, isto foi a pouco mais de dezesseis anos atrás. Recomendava-se como imprescindível o fortalecimento da família e da nação, a preservação das nossas tradições, língua, direitos e deveres definidos na Constituição. Valeu alguma coisa? Onde estão hoje os BRIGADEIROS BRAGA? Os clubes militares ainda se preocupam com destino deste país?
                                                                                                  Toedter

7 de março de 2017

SANTA INGENUIDADE

                        OU BLACKOUT COLETIVO


Incompreensível, absurdo, ilógico, não dá para entender. Povos inteiros vêm sendo conduzidos ao cadafalso e ninguém grita, ninguém protesta, jornalistas não alertam, políticos colaboram e as massas sonham…
O processo de substituição cultural na Europa continua. É verdade que alguns processos de reação foram iniciados, principalmente na França e Holanda, mas ainda inspiram dúvidas. Mas não nos cabe perder a esperança de que um dia o mundo reencontre o caminho da normalidade. Por ora aqui estão algumas palavras e citações que nos revelam o que pode estar por trás dos acontecimentos.



A multi-cultura é um programa de extermínio da Nova Ordem Mundial. O objetivo final é a uniformização de todos os países da Terra através do cruzamento das raças com o propósito de se obter uma raça castanha escura, na Europa. Para tal, tencionam receber 1,5 milhão de migrantes, por ano, vindos do Terceiro Mundo. O resultado final será uma população com uma média de QI de 90, demasiado imbecil para perceber, mas suficientemente inteligente para trabalhar.
Eu tomo conhecimento dos argumentos absurdos dos nossos adversários, contudo, se resistirem à ordem global, declaro:
VAMOS MATA-LOS!

Thomas P.M. Barnett  é geo-estrategista militar americanoEle desenvolveu a teoria geopolítica que dividiu o mundo em “núcleo ativo (functioning core)” e “vazio não-integrado. Do seu livro “The Pentagon´s New Map”.
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A nossa raça é a raça senhorial. Somos deuses sagrados neste planeta. Estamos tão afastados das raças inferiores como elas estão afastadas dos insetos. (…) Outras raças são consideradas excrementos humanos. É nosso destino assumirmos o comando sobre as raças inferiores. O nosso reino terreno será governado pelos nossos chefes com um bastão de ferro. As massas nos lamberão os pés e nos servirão como escravos! “
Menachem Begin, Primeiro-Ministro de Israel, em discurso perante o Knesset. segundo Amnon Kapeliouk, “Begin and the Beasts”, New Statesman, 25.6.1982
NOTA DO AUTOR: Apesar de largamente difundida, a origem desta citação revelou-se como NÃO AUTÊNTICA.
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A meta, que nós nos esforçamos em alcançar tão concertadamente durante três mil anos, está finalmente ao nosso alcance e, por estar sua realização tão evidente, cabe-nos multiplicar dez vezes nossos esforços e cuidados. Posso prometer com segurança que, antes que passem dez anos, a nossa raça vai assumir seu lugar de direito no mundo, sendo cada judeu um Rei e cada gentio um Escravo. Afirmo com toda a certeza que a ùltima geração de crianças brancas está a nascer agora. Nossas comissões de controle, no interesse da paz e da eliminação das tensões inter-raciais, proibirão aos brancos de casar com brancos. A mulher branca tem que coabitar com membros da raça negra, o homem branco com mulher negra. Consequentemente, a raça branca desaparecerá porque a mistura de pessoas de cor com brancos significa o fim do homem branco, e o nosso inimigo mais perigoso apenas será uma recordação. A nossa inteligência superior permitir-nos-à facilmente dominar o mundo de povos de cor. “

Rabino Emanuel Rabbinovich, 1952, citado no livro ‘Candle of Light’ de Dr. Thomas L. Fielder’ pg 39.
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Somos astutos, somos poderosos, e, na devida altura, vamos cruzar as vossas mulheres não judias com os pretos, e no espaço de 50 anos todos serão mestiços. Os pretos adoram fornicar as vossas mulheres brancas, e nós fomentamos isso na medida em que as usamos para nosso benefício. (…) Nós somos o povo eleito de Deus... a maioria dos judeus não o quer reconhecer, mas o nosso deus é Lúcifer – portanto, não menti – e nós somos o seu povo eleito. Lúcifer ainda  continua muito vivo”.

Harald Wallace Rosenthal na famosa entrevista concedida ao jornalista Walter White em 1976. Pouco depois, em 11 agosto do mesmo ano, Rosenthal foi assassinado durante um sequestro (provável bandeira falsa)de avião em Instambul, na Turquia. Ele era assessor parlamentar do senador Jacob K.Javits.
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A guerra atual não é uma guerra contra Adolf Hitler. Tampouco é uma guerra contra Nazis. É uma guerra de povos contra povos. Só existe uma punição total: A Alemanha deve ser eliminada para sempre.”

Theodore Kaufman, presidente da American Federation of Peace, em seu livro GERMANY MUST PERRISH (Alemanha tem que perecer) – 1941.
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Como se vê, toda operação sempre teve como alvo principal a Alemanha, provavelmente devido a sua localização central na Europa, donde se torna fácil irradiar a ação para o restante do continente. É precisamente o que aconteceu agora com a sua chanceler Angela Merkel. Ela desconheceu a lei Schengen, que regulava a imigração para fins de concessão de asilo político, e abriu as fronteiras à invasão descontrolada.

Então, os objetivos expressos nas citações acima parecem estar, de um forma ou outra, se concretizando. Apenas as futuras vítimas do processo não se conscientizam do que está ocorrendo. Muitos são sensibilizados pelos apelos de compaixão e altruísmo lançados pela MQM – Mídia Q Mente, mas não atentam para o fato de 75% dos migrantes serem homens jovens, na melhor fase reprodutora e que já houve muitas guerras destruidoras, mas os habitantes não fugiam, eles ficavam para reconstruir o que era seu. Migrações em massa o nosso planeta já as assistiu, mas eram provocadas pela natureza, pelo clima, não pelo homem.

Toedter

23 de fevereiro de 2017

PRIMAVERA EUROPEIA

Para muitos a ideia que esse título encerra pode parecer absurda. Que tal aconteça na África, no Oriente Médio, tudo bem, mas na Europa, berço da cultura ocidental? Impossível! Impossível por que? Só porque os nossos veículos de comunicação, nossa mídia teleguiada tem suas ordens sobre o que deve e o que não deve noticiar. Dos imigrantes, que vêm inundando o continente europeu, só se tem notícia, quando um dos barcos superlotados sossobrou no Mediterrâneo, ou quando se tem uma boa foto de uma criança morta na praia, ou ainda quando o Papa aparece em cena e conclama os europeus a serem humanitários. Dos distúrbios, da crescente criminalidade, das agressões, dos estupros não somos informados. Sobre os verdadeiros objetivos desta invasão ninguém fala. Ninguém noticia que os refugiados dão preferência, aos países do centro da Europa. Talvez não só porque ali lhes é prometida a melhor assistência social, mas também porque é medida estratégica. Mas a quem interessa o que fazem refugiados, ou imigrantes, isto não é matéria nem para jornal do dia, nem da noite.

Acontece que uma reação está em curso:

OS NOSSOS ANTES DOS OUTROS! É o tema da manifestação que está sendo convocada para depois de amanhã, sábado dia 25 de fevereiro, às 15 horas, em Paris. Não é de admirar que comece pela França. O francês é um povo aguerrido. Apesar de sua política colonial no passado, conseguiu preservar sua identidade e, se não estou enganado, as barricadas nasceram falando francês. Agora sobem nelas PARA ESTANCAR A IMIGRAÇÃO e PELA PREFERÊNCIA NACIONAL. Por outro lado se tem notícia de que recrudesceram os distúrbios em França, exigindo o emprego de grandes contingentes das forças armadas para o seu controle. Coincidentemente termina neste sábado mais um período de Regime de Emergência decretado pelo governo francês em novembro de 2015 depois dos atentados terroristas. Pois bem, vamos ver o que vai dar.

TUDO É PLANEJADO
Na verdade já podemos imaginar o futuro, pois faz parte do plano dos Soros e demais globalistas. É o início da fase dois de destruição da Europa, berçário de caras pálidas. Desde há muito estão motivando os radicais fundamentalistas islâmicos e lhes criaram o caminho para a Europa. Há que se mobilizar agora os seus futuros adversários, os nacionalistas. Os serviços secretos estão trabalhando a todo vapor. E não adiante existirem leis que tornam
quase impossível a posse de armas, elas vão brotar do chão, incluindo os maiores calibres, da mesma forma como aconteceu em outras “primaveras”. Poderá desembocar em guerra civil bem pior que a da Síria. Dos governos europeus não há muito o que esperar. Mesmo que a satânica Merkel venha a ser substituída, será por outro da mesma ninhada e a posição oficial continua sendo a de que a imigração é um “enriquecimento”, dar asilo a todos é ato humanitário e que o povo seja cada vez mais tolerante.

EXCEÇÃO
A Inglaterra rothschildiana, cercada de água por todos os lados, inventou inteligentemente o BREXIT e vai assistir a tudo de camarote. Mas talvez desta vez o mundo seja beneficiado com uma pequena alteração climática e a nova “primavera”, programada desta vez para a Europa, traga apenas sol, sombra e água fresca.

Toedter

13 de fevereiro de 2017

UNIÃO EM APUROS

O Professor Ted Malloch é o novo embaixador dos EUA junto à União Europeia escolhido por Trump é. Até aí nada demais. O curioso é que ele é a favor de países soberanos e contra este artifício político representado pela UE, que chamou de “criancice do politicamente correto”. Disse ele: “Mr.Trump tem elevado respeito pela cultura europeia, mas não vê sentido numa organização elitista, supranacional com suas criações burocráticas. Ele aprova o Brexit e está convencido de que as pessoas na Grã-Bretanha adotaram uma decisão inteligente.”

Tendo perdido a parceria dos Estados Unidos, o propósito da satânica Angela Merkel de comandar a União Europeia está indo por água abaixo. Em todo o continente fazem se sentir ímpetos nacionalistas. Hungria e Polônia já deixaram isso claro. O Brexit, ou seja, a saída da Grã-Bretanha da União é uma fato. Nas próximas eleições holandesas, ao que tudo indica, Geert Wilders da direita será vitorioso. O mesmo talvez venha a acontecer logo depois na França com Marina Le Pen, que já declarou guerra à globalização, também almeja um país independente. Milos Zeman, presidente da República Tcheca declarou que vê com simpatia a atuação de Trump. Com a Grécia ninguém pode contar, pois não está muito longe da anarquia econômica. E o que será da Itália, vai aguentar o tranco?

Quanto à Turquia já não há mais dúvida, o Erdogan não se submete a ordens de quem quer que seja. Tudo faz crer que pretende ser figura de destaque na área islâmica. Ucrânia e Bielo-Rússia têm problemas muito próprios.

O presidente da UE, Jean-Claude Junker, reconhece que o fim está chegando. Entrevistado em 24.12.2016 pela TV ZDF declarou: “Estamos pela primeira vez diante de uma crise, há focos de incêndio por todos os cantos. A UE se afastou das pessoas. Há um fosso entre sua política e os seus cidadãos.” Será que se referia ao problema dos “refugiados”?

Quanto a estes, a chanceler da Alemanha, comandante da invasão alienígena, não desiste do seu plano de exterminar o seu próprio povo ao qual jurara “...dedicarei a minha força ao bem-estar do povo alemão, a incrementar os seus benefícios, resguardá-lo de danos...” Na verdade está aceitando a substituição da cultura e identidade do povo que prometeu proteger. Dentro de uma ou duas gerações um país chamado Alemanha pertencerá ao passado.

Para tanto ela acaba de aprovar novo plano de governo alemão, projetando a aceitação pelo país de uma imigração continuada de 300.000 refugiados anuais durante os próximos 12 anos. E o Procurador Geral da UE apresentou ao Tribunal em Luxemburgo a proposta de liberar a expedição de Vistos de entrada para países da União no mundo inteiro. Lembremo-nos que na virada do século foi apresentada na ONU por Joseph Alfred Grinblat (a mando de Soros?) proposta que já dizia que até 2025 a Alemanha teria que receber 44 milhões de imigrantes para cobrir suas necessidades de mão de obra (jornal Liberation de 5/1/2000). Alegava-se a necessidade de compensar a baixa natalidade vigente.

Será que alguém já pensou que a redução da taxa de crescimento populacional ,que vem ocorrendo na Europa, pode ser benéfica para o seu futuro? Mais e mais postos de trabalho estão sendo preenchidos por robôs e computadores. Com a chegada em massa de imigrantes crescerá o número de desempregados e os que têm trabalho verão seus rendimentos diminuir continuamente. A miséria, fruto da falta de desenvolvimento nos países africanos e dos conflitos armados levados ao Oriente Médio, está sendo transferida para a Europa. INTENÇÃO ou INCOMPETÊNCIA?


Fato é que, se prevalecer o desinteresse do presidente dos EUA em preservar essa aberração geopolítica, esse projeto que pretendeu unir sob uma só sigla 28 países de língua, ordem e costumes diferentes – na verdade nada mais que pelotão avançado da Nova Ordem Mundial – então a sobrevivência da União Europeia está sob forte risco.                                                                                                               Toedter
DRESDEN - 13/14 FEV 1945 - 
É DIA DE  LEMBRAR AS MAIS DE 300.000 VÍTIMAS ALEMÃS, 
ENTÃO SACRIFICADAS NO ALTAR DA HISTÓRIA.

2 de fevereiro de 2017

O INIMIGO DE TRUMP

Caso alguém possa se lembrar de ter vivido, ou sabido, de uma situação pós-eleitoral semelhante, na qual o vencedor de uma eleição presidencial, logo após assumir, passou a ser alvo de protestos de multidões de inconformados, peço que a nos indique.

Eu diria que isso nunca aconteceu, a não ser, talvez, em uma dessas novas repúblicas africanas. Mas agora acontece sim, é o que os noticiários diários estão nos dizendo e mostrando. Parece que Mr.Trump, que acaba de ser vitorioso numa das mais disputadas eleições americanas, passou a ser o homem mais odiado do planeta. Manifestações em cima de manifestações, até em outros países. Tem até “Marcha das Mulheres” contra Trump. Durante a campanha eleitoral foi dito que ele era muito garanhão e cafajeste frente ao sexo frágil e agora se atreve a ser desumano com os refugiados. Brincadeiras a parte, a verdade é que os motivos que levam toda essa gente às ruas são fúteis e rebuscados.

Antes de prosseguir quero deixar claro que até agora eu próprio não elaborei ideia consistente sobre os verdadeiros objetivos do novo presidente dos Estados Unidos. Mas acho que isto é natural. A gente fica com um pé atrás, será que depois dos Bush e Obama apareceu alguém em quem se possa confiar? Bilionário e com um linguajar um tanto simplório? São tantas as influências e fatores que agem sobre o detentor de um cargo destes. Estamos conhecendo o homem agora, mas foi eleito e está fazendo o que prometeu fazer. E do que está fazendo eu estou gostando.

Eu disse acima que os motivos das manifestações são rebuscados. Os motes dos protestos não têm fundamento. O mais alegado: RESTRIÇÕES À IMIGRAÇÃO. Dizem que é inconstitucional, é contra os direitos humanos, fere as tradições americanas, os valores morais, é racismo, ditadura etc.

TUDO MENTIRA! Mas, feito gado, todos aceitam, marcham juntos, carregam faixas e cartazes e esquecem que É PRAXE a maioria das nações, inclusive os Estados Unidos, adotar um controle do ingresso de estrangeiros em seu território. O fazem através da concessão ou não do VISTO de Entrada, internacionalmente conhecido como VISA. É um documento que deve ser solicitado à representação diplomática do país de destino ANTES de se encetar a viagem.

Através da Wikipédia vamos saber:
Entrar em um país sem um visto válido, isenção válida ou realizar atividades não cobertas por um visto (por exemplo, trabalhar com um visto de turismo), resulta na transformação do indivíduo num imigrante em situação ilegal, geralmente sujeito à deportação ao seu país natal, atividade que é muito comum principalmente nos Estados Unidos.

Razões para recusa

Um visto pode ser negado por várias razões, algumas das quais provocadas pelo próprio solicitante:
- Fraude ou incorreção no(s) formulário(s) de solicitação do visto;
- Ficha criminal ou pendências jurídicas não concluídas;
- Potencial risco à segurança do país de destino;
- Falta de provas de laços com o país de origem, o que dificulta o convencimento do responsável pela emissão do visto de que o solicitante retornará ao local de partida;
- Pretensão de residência e/ou emprego no país de destino;
- Falta de razão aparente para a viagem;
- Ausência de meios legais de sustento durante a viagem, ou mesmo para pagamento das despesas da jornada (passagem aérea, hospedagem em hotel etc.);
- Não apresentação de planos de viagem (por exemplo, reservas de hotel, passagens aéreas, etc.);
- Falta de seguro de saúde, o que poderia levar o solicitante a recorrer ao serviço público do país de destino em caso de necessidade, o que geraria gastos;
- Aparente imoralidade de caráter;
- Solicitação do documento em prazo muito curto, em relação à data da viagem;
- Negação de vistos anteriores solicitados, tornando o solicitante inelegível;
- Cidadão de um país com fracas (ou nenhuma) relações diplomáticas com o país de destino;
- Posse, por parte do solicitante, de notáveis problemas de saúde, como tuberculose;
- Cometimento de crimes no país de destino (e.g.: ficou além do tempo permitido) e/ou foi deportado;
- Validade do passaporte inferior à necessária;
- Inutilização de um visto anterior sem aparente razão (a qual seria, por exemplo, uma doença entre familiares);
Como se pode verificar, um país tem toda autonomia para aceitar, ou não, o forasteiro em seu meio. Trump disse que pretendia proteger seus cidadãos e está implementando as medidas correspondentes. Então, qual é a surpresa?

Mas essa mobilização de protestos em massa contra o novo mandatário talvez tenha objetivos até mais virulentos do que apenas o de enfraquecê-lo. Faz parte de uma ação global. Tem a mesma origem da ilegal e destruidora abertura das fronteiras europeias. O mesmo nome, que deu suporte às ongues que organizaram as manifestações “WELCOME REFUGEES”, financia através sua OPEN SOCIETY FOUNDATIONS segundo consta, mais de 180 organizações não-governamentais nos Estados Unidos, entre elas as que reúnem pessoal LGBT, outras de artistas, outras do meio jurídico etc. Se houver interesse, maiores detalhes podem ser encontrados buscando no Google pela palavra discoverthenetworks.

GEORGE SOROS é o inimigo de Trump. Soros quer destronar o homem, porque ele está acabando com o sonho do Globalismo. Soros queria um mundo SEM fronteiras. Todas as pessoas IGUAIS constituindo uma só classe de trabalhadores, e uma casta dirigente, a NOMENKLATURA. Soros maneja inesgotáveis fontes de recursos. É amigo da Merkel que quer acabar com o povo que dirige, é inimigo de Trump, que pretende salvar o seu. Sou obrigado a torcer pelo Trump.
Toedter


24 de janeiro de 2017

ARMAGEDOM?

Os leitores deste blog devem ter percebido que ainda não me aventurei a fazer muitos comentários sobre o novo presidente dos Estados Unidos. Falei em “figura enigmática” e começo a achar que a solução desse enigma não vai agradar nem a gregos nem a troianos. Para abrir o tema de hoje encontrei em vídeo a seguinte declaração feita pelo vice de Trump, Mike Pence:

Durante a campanha eleitoral o próprio Donald Trump fez um discurso em que de forma veemente e calorosa declarou sua incondicional fidelidade a ISRAEL. Em outro momento prometeu levar a embaixada dos EEUU de Tel Aviv para Jerusalem em uma, quase que leviana, provocação ao mundo islâmico. Em várias outras ocasiões demonstrou severa animosidade aos muçulmanos. Criticou duramente o tratado nuclear que Obama assinou com o Irã. Não deixou dúvidas de que via no Irã o grande inimigo da paz mundial. Trump considera a OTAN obsoleta e a ONU para nada serve.

Também deixou claro que não quer nada com o Globalismo, ou seja, com a NOVA ORDEM MUNDIAL. Mostrou-se extremamente nacionalista. Isso até que foi animador, pois sempre fomos contra esse desenvolvimento, apesar de parecer irreversível. Mas também sempre manifestamos nossa dúvida sobre quem poderia pretender assumir o comando de um mundo unificado. A oligarquia financeira não poderia estar interessada em mudanças, pois para ela vale a expressão popular “se melhorar estraga”. Uma das nações de hoje assumir o controle geral é pouco imaginável. Mas por que então todo este esquema destrutivo que vem acabando com países inteiros durante as últimas décadas? Ninguém mais acredita que foi por petróleo...

Acho que as dúvidas, que o ENIGMA TRUMP vem suscitando, podem sugerir respostas surpreendentes para a grande maioria.

Quem teve a ocasião de assistir às duas manifestações acima citadas, à de Trump e de Pence, verdadeiros testemunhos, não pode deixar de achar que eram mais do que simples afirmações de amizade ou simpatia, havia alguma dose de religiosidade envolvida. O primeiro tem judeus até na família e sobre Mike Pence o Google nos informa que é recém-convertido “Born again Christian”, ou seja, cristão renascido. Um culto fundamentalista com fama de praticar a lavagem cerebral.

Então, se os conflitos que vêm acontecendo no mundo não têm, ou não tiveram, motivação política, como a gente vinha entendendo, mas, isto sim, têm causa religiosa, isto quer dizer que podemos potencializar nossas preocupações.

Já temos em cena o ESTADO ISLÂMICO a quem Trump declarou guerra. Sem a mesma exposição, mas talvez bem mais atuante, temos do outro lado o movimento CHABBAD-LUBAVITCH. Segundo a Biblioteca Virtual judaica, ele vem expandindo sua infraestrutura dinamicamente, já sendo considerado um Global Player. Opera em mais de 100 países através de 3700 emissários. Tem mais de 2.600 instituições (seminários, acampamentos, escolas etc) mundo afora. Do livro de Wolfgang Eggert “Erst Manhattan – Dann Berlin” (Primeiro Manhattan – depois Berlim), editado pela Chronos Media, ficamos sabendo dos objetivos da Chabad-Lubavitch: “Uma seita messiânica, que se vê como executivos de Deus, infiltra o Judaísmo ortodoxo e posições-chave do poder internacional. Apoiada por cristãos fanáticos encontra acesso a palácios presidenciais nos Estados Unidos, Rússia e Israel. A partir dali, ambos os grupos (inclui aí o grupo dos cristãos fundamentalistas, mencionados mais abaixo) procuram ajustar o que acontece no mundo às profecias bíblicas. Procedimento este que deve ser trilhado até o seu final. Isto porque só depois de cumprida a última revelação, o esperado Messias pode descer à terra. Mas é exatamente esta visão que promete ao mundo o Armagedom”.

O mesmo livro informa: “Na América cristãos fundamentalistas praticantes conquistaram a Casa Branca na esteira de George W. Bush. Semanalmente são convidados para cá e para o Pentágono cristãos ligados à escatologia (doutrina do juízo final), a fim de preparar militares e políticos em espantosos estudos bíblicos para a sua atividade diária. Uma clientela perturbadora caracteriza a política da última superpotência, que parece estar a um passo de uma batalha nuclear com o Irã. O que falta é apenas o pretexto. Anunciar-se-á amanhã o Dia do Juízo Final?”

Resumindo: Existem grupos de respeitável presença e importância, os quais, fundamentados em estudos bíblicos, chegaram à conclusão de que é hora do Apocalipse e lhes cabe contribuir para que aconteça a chegada do MESSIAS.

Toedter