13 de fevereiro de 2017

UNIÃO EM APUROS

O Professor Ted Malloch é o novo embaixador dos EUA junto à União Europeia escolhido por Trump é. Até aí nada demais. O curioso é que ele é a favor de países soberanos e contra este artifício político representado pela UE, que chamou de “criancice do politicamente correto”. Disse ele: “Mr.Trump tem elevado respeito pela cultura europeia, mas não vê sentido numa organização elitista, supranacional com suas criações burocráticas. Ele aprova o Brexit e está convencido de que as pessoas na Grã-Bretanha adotaram uma decisão inteligente.”

Tendo perdido a parceria dos Estados Unidos, o propósito da satânica Angela Merkel de comandar a União Europeia está indo por água abaixo. Em todo o continente fazem se sentir ímpetos nacionalistas. Hungria e Polônia já deixaram isso claro. O Brexit, ou seja, a saída da Grã-Bretanha da União é uma fato. Nas próximas eleições holandesas, ao que tudo indica, Geert Wilders da direita será vitorioso. O mesmo talvez venha a acontecer logo depois na França com Marina Le Pen, que já declarou guerra à globalização, também almeja um país independente. Milos Zeman, presidente da República Tcheca declarou que vê com simpatia a atuação de Trump. Com a Grécia ninguém pode contar, pois não está muito longe da anarquia econômica. E o que será da Itália, vai aguentar o tranco?

Quanto à Turquia já não há mais dúvida, o Erdogan não se submete a ordens de quem quer que seja. Tudo faz crer que pretende ser figura de destaque na área islâmica. Ucrânia e Bielo-Rússia têm problemas muito próprios.

O presidente da UE, Jean-Claude Junker, reconhece que o fim está chegando. Entrevistado em 24.12.2016 pela TV ZDF declarou: “Estamos pela primeira vez diante de uma crise, há focos de incêndio por todos os cantos. A UE se afastou das pessoas. Há um fosso entre sua política e os seus cidadãos.” Será que se referia ao problema dos “refugiados”?

Quanto a estes, a chanceler da Alemanha, comandante da invasão alienígena, não desiste do seu plano de exterminar o seu próprio povo ao qual jurara “...dedicarei a minha força ao bem-estar do povo alemão, a incrementar os seus benefícios, resguardá-lo de danos...” Na verdade está aceitando a substituição da cultura e identidade do povo que prometeu proteger. Dentro de uma ou duas gerações um país chamado Alemanha pertencerá ao passado.

Para tanto ela acaba de aprovar novo plano de governo alemão, projetando a aceitação pelo país de uma imigração continuada de 300.000 refugiados anuais durante os próximos 12 anos. E o Procurador Geral da UE apresentou ao Tribunal em Luxemburgo a proposta de liberar a expedição de Vistos de entrada para países da União no mundo inteiro. Lembremo-nos que na virada do século foi apresentada na ONU por Joseph Alfred Grinblat (a mando de Soros?) proposta que já dizia que até 2025 a Alemanha teria que receber 44 milhões de imigrantes para cobrir suas necessidades de mão de obra (jornal Liberation de 5/1/2000). Alegava-se a necessidade de compensar a baixa natalidade vigente.

Será que alguém já pensou que a redução da taxa de crescimento populacional ,que vem ocorrendo na Europa, pode ser benéfica para o seu futuro? Mais e mais postos de trabalho estão sendo preenchidos por robôs e computadores. Com a chegada em massa de imigrantes crescerá o número de desempregados e os que têm trabalho verão seus rendimentos diminuir continuamente. A miséria, fruto da falta de desenvolvimento nos países africanos e dos conflitos armados levados ao Oriente Médio, está sendo transferida para a Europa. INTENÇÃO ou INCOMPETÊNCIA?


Fato é que, se prevalecer o desinteresse do presidente dos EUA em preservar essa aberração geopolítica, esse projeto que pretendeu unir sob uma só sigla 28 países de língua, ordem e costumes diferentes – na verdade nada mais que pelotão avançado da Nova Ordem Mundial – então a sobrevivência da União Europeia está sob forte risco.                                                                                                               Toedter
DRESDEN - 13/14 FEV 1945 - 
É DIA DE  LEMBRAR AS MAIS DE 300.000 VÍTIMAS ALEMÃS, 
ENTÃO SACRIFICADAS NO ALTAR DA HISTÓRIA.

2 de fevereiro de 2017

O INIMIGO DE TRUMP

Caso alguém possa se lembrar de ter vivido, ou sabido, de uma situação pós-eleitoral semelhante, na qual o vencedor de uma eleição presidencial, logo após assumir, passou a ser alvo de protestos de multidões de inconformados, peço que a nos indique.

Eu diria que isso nunca aconteceu, a não ser, talvez, em uma dessas novas repúblicas africanas. Mas agora acontece sim, é o que os noticiários diários estão nos dizendo e mostrando. Parece que Mr.Trump, que acaba de ser vitorioso numa das mais disputadas eleições americanas, passou a ser o homem mais odiado do planeta. Manifestações em cima de manifestações, até em outros países. Tem até “Marcha das Mulheres” contra Trump. Durante a campanha eleitoral foi dito que ele era muito garanhão e cafajeste frente ao sexo frágil e agora se atreve a ser desumano com os refugiados. Brincadeiras a parte, a verdade é que os motivos que levam toda essa gente às ruas são fúteis e rebuscados.

Antes de prosseguir quero deixar claro que até agora eu próprio não elaborei ideia consistente sobre os verdadeiros objetivos do novo presidente dos Estados Unidos. Mas acho que isto é natural. A gente fica com um pé atrás, será que depois dos Bush e Obama apareceu alguém em quem se possa confiar? Bilionário e com um linguajar um tanto simplório? São tantas as influências e fatores que agem sobre o detentor de um cargo destes. Estamos conhecendo o homem agora, mas foi eleito e está fazendo o que prometeu fazer. E do que está fazendo eu estou gostando.

Eu disse acima que os motivos das manifestações são rebuscados. Os motes dos protestos não têm fundamento. O mais alegado: RESTRIÇÕES À IMIGRAÇÃO. Dizem que é inconstitucional, é contra os direitos humanos, fere as tradições americanas, os valores morais, é racismo, ditadura etc.

TUDO MENTIRA! Mas, feito gado, todos aceitam, marcham juntos, carregam faixas e cartazes e esquecem que É PRAXE a maioria das nações, inclusive os Estados Unidos, adotar um controle do ingresso de estrangeiros em seu território. O fazem através da concessão ou não do VISTO de Entrada, internacionalmente conhecido como VISA. É um documento que deve ser solicitado à representação diplomática do país de destino ANTES de se encetar a viagem.

Através da Wikipédia vamos saber:
Entrar em um país sem um visto válido, isenção válida ou realizar atividades não cobertas por um visto (por exemplo, trabalhar com um visto de turismo), resulta na transformação do indivíduo num imigrante em situação ilegal, geralmente sujeito à deportação ao seu país natal, atividade que é muito comum principalmente nos Estados Unidos.

Razões para recusa

Um visto pode ser negado por várias razões, algumas das quais provocadas pelo próprio solicitante:
- Fraude ou incorreção no(s) formulário(s) de solicitação do visto;
- Ficha criminal ou pendências jurídicas não concluídas;
- Potencial risco à segurança do país de destino;
- Falta de provas de laços com o país de origem, o que dificulta o convencimento do responsável pela emissão do visto de que o solicitante retornará ao local de partida;
- Pretensão de residência e/ou emprego no país de destino;
- Falta de razão aparente para a viagem;
- Ausência de meios legais de sustento durante a viagem, ou mesmo para pagamento das despesas da jornada (passagem aérea, hospedagem em hotel etc.);
- Não apresentação de planos de viagem (por exemplo, reservas de hotel, passagens aéreas, etc.);
- Falta de seguro de saúde, o que poderia levar o solicitante a recorrer ao serviço público do país de destino em caso de necessidade, o que geraria gastos;
- Aparente imoralidade de caráter;
- Solicitação do documento em prazo muito curto, em relação à data da viagem;
- Negação de vistos anteriores solicitados, tornando o solicitante inelegível;
- Cidadão de um país com fracas (ou nenhuma) relações diplomáticas com o país de destino;
- Posse, por parte do solicitante, de notáveis problemas de saúde, como tuberculose;
- Cometimento de crimes no país de destino (e.g.: ficou além do tempo permitido) e/ou foi deportado;
- Validade do passaporte inferior à necessária;
- Inutilização de um visto anterior sem aparente razão (a qual seria, por exemplo, uma doença entre familiares);
Como se pode verificar, um país tem toda autonomia para aceitar, ou não, o forasteiro em seu meio. Trump disse que pretendia proteger seus cidadãos e está implementando as medidas correspondentes. Então, qual é a surpresa?

Mas essa mobilização de protestos em massa contra o novo mandatário talvez tenha objetivos até mais virulentos do que apenas o de enfraquecê-lo. Faz parte de uma ação global. Tem a mesma origem da ilegal e destruidora abertura das fronteiras europeias. O mesmo nome, que deu suporte às ongues que organizaram as manifestações “WELCOME REFUGEES”, financia através sua OPEN SOCIETY FOUNDATIONS segundo consta, mais de 180 organizações não-governamentais nos Estados Unidos, entre elas as que reúnem pessoal LGBT, outras de artistas, outras do meio jurídico etc. Se houver interesse, maiores detalhes podem ser encontrados buscando no Google pela palavra discoverthenetworks.

GEORGE SOROS é o inimigo de Trump. Soros quer destronar o homem, porque ele está acabando com o sonho do Globalismo. Soros queria um mundo SEM fronteiras. Todas as pessoas IGUAIS constituindo uma só classe de trabalhadores, e uma casta dirigente, a NOMENKLATURA. Soros maneja inesgotáveis fontes de recursos. É amigo da Merkel que quer acabar com o povo que dirige, é inimigo de Trump, que pretende salvar o seu. Sou obrigado a torcer pelo Trump.
Toedter


24 de janeiro de 2017

ARMAGEDOM?

Os leitores deste blog devem ter percebido que ainda não me aventurei a fazer muitos comentários sobre o novo presidente dos Estados Unidos. Falei em “figura enigmática” e começo a achar que a solução desse enigma não vai agradar nem a gregos nem a troianos. Para abrir o tema de hoje encontrei em vídeo a seguinte declaração feita pelo vice de Trump, Mike Pence:

Durante a campanha eleitoral o próprio Donald Trump fez um discurso em que de forma veemente e calorosa declarou sua incondicional fidelidade a ISRAEL. Em outro momento prometeu levar a embaixada dos EEUU de Tel Aviv para Jerusalem em uma, quase que leviana, provocação ao mundo islâmico. Em várias outras ocasiões demonstrou severa animosidade aos muçulmanos. Criticou duramente o tratado nuclear que Obama assinou com o Irã. Não deixou dúvidas de que via no Irã o grande inimigo da paz mundial. Trump considera a OTAN obsoleta e a ONU para nada serve.

Também deixou claro que não quer nada com o Globalismo, ou seja, com a NOVA ORDEM MUNDIAL. Mostrou-se extremamente nacionalista. Isso até que foi animador, pois sempre fomos contra esse desenvolvimento, apesar de parecer irreversível. Mas também sempre manifestamos nossa dúvida sobre quem poderia pretender assumir o comando de um mundo unificado. A oligarquia financeira não poderia estar interessada em mudanças, pois para ela vale a expressão popular “se melhorar estraga”. Uma das nações de hoje assumir o controle geral é pouco imaginável. Mas por que então todo este esquema destrutivo que vem acabando com países inteiros durante as últimas décadas? Ninguém mais acredita que foi por petróleo...

Acho que as dúvidas, que o ENIGMA TRUMP vem suscitando, podem sugerir respostas surpreendentes para a grande maioria.

Quem teve a ocasião de assistir às duas manifestações acima citadas, à de Trump e de Pence, verdadeiros testemunhos, não pode deixar de achar que eram mais do que simples afirmações de amizade ou simpatia, havia alguma dose de religiosidade envolvida. O primeiro tem judeus até na família e sobre Mike Pence o Google nos informa que é recém-convertido “Born again Christian”, ou seja, cristão renascido. Um culto fundamentalista com fama de praticar a lavagem cerebral.

Então, se os conflitos que vêm acontecendo no mundo não têm, ou não tiveram, motivação política, como a gente vinha entendendo, mas, isto sim, têm causa religiosa, isto quer dizer que podemos potencializar nossas preocupações.

Já temos em cena o ESTADO ISLÂMICO a quem Trump declarou guerra. Sem a mesma exposição, mas talvez bem mais atuante, temos do outro lado o movimento CHABBAD-LUBAVITCH. Segundo a Biblioteca Virtual judaica, ele vem expandindo sua infraestrutura dinamicamente, já sendo considerado um Global Player. Opera em mais de 100 países através de 3700 emissários. Tem mais de 2.600 instituições (seminários, acampamentos, escolas etc) mundo afora. Do livro de Wolfgang Eggert “Erst Manhattan – Dann Berlin” (Primeiro Manhattan – depois Berlim), editado pela Chronos Media, ficamos sabendo dos objetivos da Chabad-Lubavitch: “Uma seita messiânica, que se vê como executivos de Deus, infiltra o Judaísmo ortodoxo e posições-chave do poder internacional. Apoiada por cristãos fanáticos encontra acesso a palácios presidenciais nos Estados Unidos, Rússia e Israel. A partir dali, ambos os grupos (inclui aí o grupo dos cristãos fundamentalistas, mencionados mais abaixo) procuram ajustar o que acontece no mundo às profecias bíblicas. Procedimento este que deve ser trilhado até o seu final. Isto porque só depois de cumprida a última revelação, o esperado Messias pode descer à terra. Mas é exatamente esta visão que promete ao mundo o Armagedom”.

O mesmo livro informa: “Na América cristãos fundamentalistas praticantes conquistaram a Casa Branca na esteira de George W. Bush. Semanalmente são convidados para cá e para o Pentágono cristãos ligados à escatologia (doutrina do juízo final), a fim de preparar militares e políticos em espantosos estudos bíblicos para a sua atividade diária. Uma clientela perturbadora caracteriza a política da última superpotência, que parece estar a um passo de uma batalha nuclear com o Irã. O que falta é apenas o pretexto. Anunciar-se-á amanhã o Dia do Juízo Final?”

Resumindo: Existem grupos de respeitável presença e importância, os quais, fundamentados em estudos bíblicos, chegaram à conclusão de que é hora do Apocalipse e lhes cabe contribuir para que aconteça a chegada do MESSIAS.

Toedter

11 de janeiro de 2017

SOCIALISMO e a CABALA

É comum chamarem o trabalho que realizamos aqui de “Teoria da Conspiração”. Com isto procuram depreciá-lo, ou, simplesmente, querem justificar sua preguiça mental, não querem se incomodar. Mas é isso mesmo, o que apresentamos nestas páginas, nestes blogs, nestes portais é o “conhecimento descritivo racional” (teoria) de “maquinações e planos que prejudicam alguém” (conspiração).

Por exemplo afirmo aqui agora que o atentado que houve em Berlim no mês passado e, como este, todos os outros que aconteceram ultimamente na Europa são MAQUINAÇÕES articuladas por alguém com dois objetivos:
1°- Desviar a atenção do verdadeiro propósito da invasão da Europa por populações alienígenas.
2°- Preparam o terreno para que possam ser provocados choques e violências entre a população nativa e a imigrante. Sua progressão exigirá interferência do Estado com leis de exceção e medidas de segurança. Segurança principalmente para a curiola governante. Aliás, os políticos na Alemanha não falam de outra coisa.

E o tal Estado Islâmico, que eles criaram (seria bom se lembrarem da estória do Aprendiz de Feiticeiro), está sempre à disposição para essas coisas. Interessante notar que até agora se limitaram à região central da Europa, mas também temos que reconhecer que em termos de vítimas eles têm sido comedidos. Nossa população carcerária aqui consegue ser muito mais eficiente, com muito menos recursos. De que serve ao Estado Islâmico fazer 12 vítimas lá na longínqua Berlim?

Na verdade o mundo está diante de PLANOS CONSPIRATÓRIOS, planos estes que abrangem longos períodos. Especialista nisto é a INTERNACIONAL SOCIALISTA. Já descrevi neste blog o plano que aprovaram no seu congresso comemorativo do centenário da Revolução Francesa, que aconteceu no ano de 1889 em Paris. Decidiram acabar com três casas imperiais europeias e trinta anos depois o negócio estava feito. Infelizmente não lembro o nome da publicação da época que trouxe esta notícia. Ela reproduzia também um mapa no qual a Rússia aparecia como uma região em branco, acompanhada da observação: “Área para experiências sociais”. Teria sido a UNIÃO SOVIÉTICA uma simples experiência social? Isso explicaria sua curta existência?

Por falar em União Soviética… Tenho repetido que em revolução hoje o povo é figurante. A queda do MURO DE BERLIM em 9/11/1989 não ocorreu porque a população da República Democrática da Alemanha (ex Zona de Ocupação Soviética pós Segunda Guerra) teria se rebelado contra o governo de Erich Honecker. Segundo o seu secretário de então, Friedhelm Nuschke, Honecker já planejara isto seis anos antes, comentando os prejuízos financeiros que a abertura da fronteira causaria à Alemanha Ocidental, à RFA. Depois de se livrar de alguns processos na RFA unificada - fora dele a ordem de atirar para matar quem tentasse a fuga para o Ocidente - Honecker se transferiu para o Chile. Além dos familiares levou consigo o seu motorista Günther Herrmann e é este que declara que, antes de sua morte em 1994, Honecker o enviou ao aeroporto para buscar uma mulher e que os dois conferenciaram o dia inteiro. Na volta ao aeroporto a mulher estava de posse de volumosa pasta que na capa trazia os dizeres “Plano Vintenário” e a insígnia da já extinta República Democrática.

A mulher que recebeu as últimas instruções do maioral comunista Erich Honecker, fora antes já da sua equipe e era ninguém menos que Angela Merkel, hoje a onipotente chanceler povicida da RFA República Federal da Alemanha. Dirigente que é do partido Cristão Democrático, teoricamente o mais conservador, esta Merkel persegue claramente uma política da Internacional Socialista. Postos importantes do seu governo são ocupados por políticos oriundos da não mais presente Alemanha Oriental comunista.

O Socialismo não desapareceu com a União Soviética. Uma pretensão pertinente seria querer saber como se entenderá com aqueles que Henry Makov chama de CABALA, ou seja Masonic Jewish Banking Cartel - Illuminati , que também ambicionaria assumir o domínio mundial. Makov distingue claramente os Judeus Maçônicos do judeu comum, que não estaria envolvido com proposições de ordem global.

Desde que começou este século as coisas SEM NEXO não acabam de acontecer. Pense no Onze de Setembro. Foi um acontecimento sem sentido. O que lucrariam os seus agentes, ou com que objetivo os alegados personagens teriam pretendido desafiar os poderosos Estados Unidos? E tudo o que veio depois? Era mesmo necessário destruir um país atrás do outro?

Ao que me lembro “destruir para construir” é um lema do socialismo, será que o da Cabala é o mesmo? Em todo caso convém lembrar o que disse, ou revelou, Franklin Delano Roosevelt:
EM POLÍTICA NADA ACONTECE POR ACASO,
TUDO É CUIDADOSAMENTE PLANEJADO.

Toedter

31 de dezembro de 2016

FELIZ(?) ANO NOVO

Mudança de ano, nada mais que rasgar uma folha do calendário. Mas parece que esta é uma virada de ano que o mundo enfrenta com certa dose de ceticismo. Acho que sempre, mesmo nas piores situações, a noite de São Silvestre inspirava ânimo, fazia a gente acreditar nos bons augúrios recebidos e desejados. Agora está difícil. Ameaças de guerra, de desastres, de economias falidas por todos os lados. Por vezes sou levado a acreditar que uma força maligna baixou sobre o nosso planeta. Algo que veio para destruir, reverter a teoria de Darwin.

Quando há cerca de vinte anos comecei a escrever aqueles textos, que depois seriam reunidos no meu primeiro livro “e a GUERRA CONTINUA”, o meu propósito foi exclusivamente o de evitar a consolidação de um preconceito contra os alemães e seus descendentes, radicados aqui no Brasil. Preconceito esse que teve suas origens nas notícias falsas que eram espalhadas sobre a Segunda Guerra Mundial.

Esta atividade fez com que cada vez mais tomasse conhecimento do que se passava por trás dos bastidores, ou, mesmo que acontecesse abertamente em palco plenamente iluminado, revelaria sua verdadeira razão de ser somente muitos anos depois.

É o caso da EXTINÇÃO DA RAÇA BRANCA. O plano foi revelado quase 100 anos atrás. Está agora em plena execução através da OPERAÇÃO REFUGIADOS. A Europa está se submetendo ao domínio islâmico, começando pela Alemanha. Em setembro de 2015 já acusei aqui neste blog a judia Angela Merkel, chanceler da RFA, de alta traição. Fez com que milhões de afegãos, iraquianos, sírios, nigerianos, etíopes, marrocanos, senegaleses etc. atravessassem as fronteiras europeias, sem qualquer controle. É um assunto que aqui já foi vastamente explorado.

O mundo inteiro diz que está em crise. Só não há crise no mundo animal, porque neste não existe dinheiro e, portanto, não existe JURO. Veja-se o caso do Brasil.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.”
Um país que tem, ou tinha, tudo para ser uma das primeiras economias do mundo – já foi a quarta – hoje está mais para o fim da fila. O Brasil poderia viver sem depender de outros. Agora estamos aí, diariamente recebendo do governo notícias de novas medidas (restrições), para que o Brasil “possa voltar a crescer”, ou - na verdade - para cada um ficar mais pobre. Se um país tem que usar metade do que arrecada para pagar suas dívidas e estas continuam crescendo, não há como imaginar que um dia possa sair do atoleiro.

Os próprios Estados Unidos acabaram de eleger para presidente um candidato “zebra”, porque este prometeu RECUPERAR o país, MAKE AMERICA GREAT AGAIN. Se é para fazer grande de novo, é sinal de que agora está pequeno.

Tudo isso não é casual. Muito do ruim que vem acontecendo, talvez não precisasse ter acontecido, a começar pela Revolução Francesa. Que vantagem trouxe para a humanidade? Derrubou um rei, derramou muito sangue e trouxe a DEMOCRACIA. A respeito da democracia Aristóteles já disse há mais de dois mil anos:
É o 1ºpasso para o desaparecimento de uma cultura.
O 2º é a idolatração da tolerância.
O 3º é a implantação do desinteresse!
Dando estes três passos qualquer povo desaparece!
Parece que a implantação da assim chamada democracia é importante para que a FORÇA MALÍGNA, a que me referi acima, atinja seus objetivos. Ao comemorarem o centenário da Revolução Francesa, decidiram acabar com as três casas imperiais da Europa. Conseguiram isso em menos de 30 anos. Desencadearam uma revolução na Rússia e uma guerra mundial, a primeira.
As novas democracias não preencheram bem os requisitos esperados. Então foi preciso a Segunda Guerra Mundial. Bom, de lá para cá todo mundo sabe, é uma guerra atrás da outra.


Para finalizar quero voltar às palavras de Aristóteles sobre a democracia. Tenho a impressão de que o povo alemão já sucumbiu, está para desaparecer. Essa etnia, na qual sempre me orgulhei ter minhas origens, parece estar com o prazo de validade vencido. Existem interessados em sua extinção. Mesmo assim, e desde que perdeu a Segunda Guerra, esse povo permite ser tutelado por eles. Não protestou quando recebeu carteiras de identidade, em cujo desenho de fundo podia ser identificado uma caveira de gado. Não protesta agora quando sua tutora-chefe importa terroristas, pregadores da sharia e jovens reprodutores. Estes dias em que o mundo cristão comemorou o nascimento de Jesus proporcionaram imagens de árvores de natal e de mesas de ceia decoradas com o símbolo sionista.


Como eu disse, fica difícil encontrar perspectivas animadores para o que temos pela frente.

Toedter 

20 de dezembro de 2016

A PRESStituta e a SÍRIA

Em abril de 2012, faz quase cinco anos, escrevi neste blog e está agora no livro OUTRA FACE DA NOTÍCIA, página 232:

É A VEZ DA SÍRIA
Está terminando o prazo que Kofi Anan, em nome da ONU, deu a Bashar al-Assad para parar com a guerra. Parar com a guerra? Seria mais honesto dizer que Assad deve parar de defender seu país contra os mercenários invasores, se não o fizer, é então que vai começar a verdadeira guerra.
Falei: honesto. Dá para esperar honestidade da mídia teleguiada que hoje manipula a opinião pública ao seu bel querer? Martelando o conteúdo de suas notícias em uma só direção e com um só sentido, os veículos de comunicação demonstram uma parcialidade criminosa. Ensaiam isto há cem anos, mas agora chegaram à perfeição e a uma unicidade espantosa. Quem destoa é considerado politicamente incorreto.
Incitação à guerra é crime. É ou não é? Pois é o que a imprensa ocidental não deixou de fazer nas últimas duas décadas.

E continuou fazendo isso de lá para cá. Diariamente somos informados do número de crianças, mulheres, civis em geral, que estão sendo mortos, da população que está sendo bombardeada, que está cercada, que não tem para onde ir. Todo mundo fica sabendo, que os grandes malfeitores e responsáveis pelo morticínio que acontece, seriam Bashar al-Assad, ignóbil déspota da Síria, e Putin, o seu malintencionado amigo russo.

Malintencionados mesmo são os que dominam a nossa mídia teleguiada, que alguns já chamam de “presstituta”. Na Europa pegou a expressão alemã “Lügenpresse”, imprensa da mentira. O inditoso nisso tudo é que são eles que criam a opinião pública, evidentemente deformada e condicionada aos seus propósitos. Não dizem que Assad está defendendo o seu país. Não dizem que exerceu um direito, assegurado por convenção internacional, de pedir ajuda a outras nações, no caso Rússia e Iran.

Foi assim que fizeram da Alemanha a responsável pelas duas guerras mundiais e justificaram todas as penas e perdas que lhe impuseram. A Falsa Imprensa é tão, ou mais responsável por toda a desgraça que vem assolando o nosso planeta. Minha esperança é o dia em que todos os jornalistas do mundo entrem em Greve Geral, exigindo a reimposição da ÉTICA no seu trabalho.

Hoje, quando falam ou escrevem sobre os adversários do Presidente eleito da Síria, Bashar al-Assad, só falam em “oposição”, ou “rebeldes”. Conseguiram até mesmo dividir os rebeldes em mais e menos moderados. Oposição existe na Síria, sim, tem mesmo um ministério próprio, o da Conciliação. Aquilo que está acontecendo lá não é REVOLUÇÃO coisa nenhuma, aquilo é guerra!

Revolução, nestes nossos tempos, tem que ter um patrocinador. Aquela, de o povo se juntar e à base de pau, pedra e foice exigir os seus direitos, acabou. Hoje tem que ter ARMAS e MUNIÇÃO. Tem que ter estrategistas, tem que ter comando.

O que temos na Síria é de um lado um governo legal, eleito, que está se defendendo de uma agressão armada de mercenários apoiados por nações estrangeiras. Não é a toa que nos Estados Unidos existe um instituto militar privado antes chamado de BLACKWATER, hoje de ACADEMI. É especializado em treinar mercenários.

Mercenários é o que mais temos na Síria. O portal da DWN conseguiu reunir uma detalhada relação das milícias que lá operam contra as forças legais. São elas em resumo:

Southern Front – É um grupo dirigido e financiado pelo MOC- Centro Militar de Operações dos EEUU em Ammam, Jordânia. Tem cerca de 38.000 componentes e é apoiado pela CIA.
Al-Rahman-Legion e a Dschaisch al-Islam – Criadas e financiadas pela Arábia Saudita. Têm apoio dos EEUU e Qatar. Conta com uma força de 40.000 a 70.000 homens.
Dschabat al-Schamiyah – Também chamada de Frente do Levante. Atua na província de Aleppo. Apoio da Arábia Saudita. Tem cerca de 7.000 combatentes e recebeu dos EEUU armas de combate a blindados.
Nura al-Din al-Zinki – Opera na região de Aleppo. Financiada e armada pelos EEUU. O controle da aplicação do dinheiro e material está afeto à CIA. Conta com 3.000 homens.
Mountain Hawks Brigade – Financiada e armada pela CIA. Suas ações são coordenadas pelo MOC – Centro de Operações Militares sediado na Turquia e dirigido por elementos dos serviços de inteligência ocidentais e árabes. Tem 1.000 homens vem atuando junto com a A-Nusra e Ahrar al-Scham.
13.Division – Financiada por Qatar e Arábia Saudita. 1.800 combatentes.
Dschaisch al-Nasr – Armada e apoiada pela CIA. 3.000 integrantes. Derrubaram em março deste ano um avião de combate sírio.
Northern Division – 3.250 homens armados pela CIA.
First Coastal Division – 2.800 homens armados pela CIA.
The Sham Legion – 4.000 homens apoiados pelos EEUU.
Ahrar al-Scham – 15.000 combatentes apoiados pela CIA e pela Arábia Saudita.
Al-Nusra-Front – Derivada da Al-Qaida e apoiada pelos EEUU e Gran Bretanha. 12.000 homens.
Martyrs of Islam Brigade – Usa armamento americano de combate a blindados fornecido pela CIA. 1.000 homens.
Islamic Muthanna Movement – Aliada ao Estado Islâmico. O financiamento não é transparente. 2.000 homens.
Sultan Murat Brigade e o Exército Turqmênico da Síria – Ambos apoiados pela Turquia e contam com 6.000 combatentes.
Caso especial da MI6 – Após a queda de Gaddafi o MI6 inglês e a CIA armaram uma “linha de rato” entre Líbia e Síria, transferindo armas e homens com o objetivo de derrubar Assad.

Portanto, se a ONU ontem decidiu por unanimidade enviar observadores à Síria, isto talvez nem seja tanto para proteger a população civil, como dizem, e sim, muito mais para tentar tirar os seus homens do cerco em que se encontram. A grande dúvida é se russos e sírios estão dispostos a permitir sua fuga. Em todo caso é recomendável não se impressionar com o “coração partido” da Angela Merkel. Ela foi uma das incentivadoras da destruição da Síria e já deve estar ansiosa para abraçar rebeldes, mais ou menos moderados, como “refugiados” diante da chancelaria em Berlim.

Assim como cinco anos atrás, e também de outras vezes, estou pretendendo alertar com esta postagem para a influência deletéria que os veículos de comunicação em massa vêm exercendo sobre as pessoas. Em vez de fustigar o mal, este é enaltecido. Em lugar de louvar o bem, o enxovalham.
Toedter
(Fonte Relação de milícias : DWN Deutsche Wirtschafts Nachrichten)

EM TEMPO: Em http://alles-schallundrauch.blogspot.com.br/2016/12/weihnachten-in-aleppo.html podem ser vistas fotos ATUAIS de Aleppo bem diferentes das apresentadas pelos nossos noticiários.

5 de dezembro de 2016

T R U M P

Em função do que nos era apresentado durante a campanha, Trump sempre passava para a gente algo de enigmático. Parece que agora já dá para começar a arriscar alguns comentários. Antes de mais nada eu diria que Trump não corre tanto risco de ter um destino de Lincoln, Kennedy, ou outros, como a gente imaginava, tendo em vista a violência da campanha travada contra sua candidatura. Nela se engajou de maneira agressiva praticamente toda a mídia aqui do mundo ocidental. Mas, apesar da grande votação que teve, não parece ser candidato a líder popular, não defende ideologias, não é um Hitler, não pretende levantar barricadas, nem bandeiras. Trump é negociante.

Sua grande virtude é ser contra a Nova Ordem Mundial, contra a NjewWorldOrder, contra o GLOBALISMO. Mas, este mas é importante, tudo indica que pretende ajudar Netanjahu a criar “ERETZ ISRAEL”, a Grande Israel:
Aí tudo se complica. Seria um projeto muito a desagrado do Irã, que é constantemente mencionado por Trump, principalmente no que se refere ao recente acordo nuclear, cujos termos não seriam satisfatórios. Alie-se a isto a verdadeira islamofobia que ele e alguns dos auxiliares, que já nomeou, vêm revelando. E já não fazem diferença entre sunistas, xiitas, mercenários do EI ou muçulmanos. Um Eretz Israel evidentemente eliminaria a questão pendente do Estado Palestino e a capital definitiva dentro deste novo traçado passaria a ser Jerusalém. É claro que este raciocínio representa no seu todo uma ameaça não só para o Islã em geral e Irã, em particular, como também para a Rússia e Turquia e, em termos, não se sabe se ainda existem ou não, para Síria e Iraque. Portanto, com Trump pode crescer o perigo de uma 3a Guerra Mundial.

Antes de deixar esta área militar cabe aqui mencionar a escolha que Trump acaba de fazer para a Secretaria da Defesa. Trata-se do General James Mattis, nas palavras de Trump “Mad Dog Mattis, the closest to General Patton (Cachorro louco Mattis o mais próximo do General Patton). Aqui preciso explicar para quem não sabe ou não se lembra: O General George Patton foi o general americano mais odiado e mais amado pelos seus comandados na Segunda Guerra Mundial. Em 31.8.1945, terminada a guerra, ele disse:
Na verdade o alemão é o único povo decente que vive atualmente na Europa.”
Menos de três meses depois, em 21.12.1945, sofreu estranho e fatal acidente de automóvel. Talvez Trump tenha ignorado este fato.

Quanto ao resto do mundo Trump vai querer – se é que vai ter a autonomia necessária – que cada um cuide do que é seu setor, seu país. Nota-se que o resultado inesperado da eleição americana deixou muita gente perplexa. Dos políticos europeus foi o britânico Nigel Farage o único que mostrou alegria. Trump disse que quer fazer a América “great again” , grande, rica outra vez! Este negócio de ficar sustentando a OTAN, por exemplo, não dá mais. Daqui para a frente o que deve valer é o negócio. Ele atribui mais chance ao bilateral do que ao multilateral tipo TTP. Isto poderia ser uma oportunidade para o Brasil de sair um pouco da subserviência econômica em que se encontra. Se isso prevalecer a União Europeia dificilmente resistirá. E daí muita coisa vai ser diferente.

Grandioso mesmo considero o fato de Trump se posicionar contra o grande engodo do “aquecimento global”. Este fenômeno até pode existir, mas não causado pelo homem. É cíclico. Certo dia na praia um professor geólogo me explicou: “Olha, já houve tempo em que essa praia aqui esteve dez quilômetros a leste daqui.” E mostrou mar afora para o horizonte. Continuou dizendo que também já esteve recuado outros tantos quilômetros terra a dentro. Portanto não é o CO2 que agora vai alterar alguma coisa. É que pegaram o gosto pela MENTIRA. Desde que a tecnologia passou a permitir a edição de dezenas ou centenas de milhares de exemplares de jornais, o rádio atingiu distâncias cada vez maiores e a TV completou a cobertura, descobriram a força da mentira. Fizeram até mesmo o mundo acreditar que um povo assassinou (a chuveiro de gás) seis milhões de pessoas do outro povo. Até os pretensos autores acreditaram…

Acabo de saber de outra mentira, com a qual TRUMP pretende acabar. Isto já durante os primeiros cem dias de governo: VACINAS! Vide The American Tribune. Dizem que ele já fez essa promessa durante a campanha, alegando que as vacinas estão criando doenças, em vez de preveni-las.

Resta-nos aguardar e esperar que as mudanças, que prometem vir, sejam para melhor e que possam nos fazer recuperar a esperança.

Toedter