26 de fevereiro de 2016

O MAIOR GENOCÍDIO DA HISTÓRIA

O que hoje vem acontecendo na Europa é na realidade o início da etapa final de um minuciosamente planejado extermínio de um povo inteiro. Tudo começou com os Tratados de Versailles e Saint Germain após a Primeira Guerra. O primeiro estigmatizando o alemão como MILITARISTA e culpado pela guerra. O segundo minimizou a importância política da Áustria, excluiu grandes áreas de colonização alemã do seu território e mais, impedindo que o restante se unisse à própria Alemanha.

A MÁCULA DO RACISMO
Era preciso criar essa lenda, a fim de manchar a imagem da etnia perante a opinião pública mundial. A questão de uma pretensa superioridade racial é outra criação artificial que teve por origem um grupo intelectual da universidade de Harvard, agindo provavelmente a serviço de grupos econômicos interessados.

ASSOMBRAÇÃO NAZISTA
O perigo representado pela ideologia nacionalsocialista também foi pretexto usado pelos aliados para degradar o conceito do alemão e desencadear a Segunda Guerra contra o seu povo. Nos EUA, ao contrário do que acontece hoje em países mais submissos, o partido, os distintivos, os símbolos nacionalsocialistas NUNCA foram proibidos, nem hoje o são. Os comunistas, ao contrário dos nazistas, até chegaram a ser perseguidos. Entre 1933 e 1939 personalidades do mundo anglo-saxão visitaram a Alemanha e ninguém constatou a existência de ações criminosas que merecessem desaprovação da comunidade internacional.

O PROBLEMA JUDEU
Nem mesmo as diferenças com os judeus poderiam justificar o desencadeamento de uma guerra de extermínio contra o povo alemão. Dos 500 mil que até 1933 viviam em território alemão 300 mil emigraram voluntariamente. Não foram deportados, nem expulsos. Os que ficaram até mesmo protestaram contra a campanha agressiva que o judaísmo internacional passou a desenvolver contra o regime desde os seus primeiros dias.

PLANOS E AÇÕES DE EXTERMÍNIO
A protelação da assinatura dos tratados de paz depois do Cessar- Fogo de 1918 e o simultâneo embargo de suprimentos à população pelo bloqueio continental e marítimo praticado pelos aliados custou a morte de 1 milhão de alemães, principalmente velhos e crianças. Depois registre-se:
Plano Kaufmann - “Germany must perrish” Castração da população masculina a partir dos 16 anos de idade. Colonização com homens estranhos com o propósito de mudanças étnicas.
Plano Hooten - Desterro da população masculina para fins de trabalho escravo em outros países e substituição por estrangeiros, a fim de eliminar o “gene militarista” - Universidade Harvard.
Plano Morgenthau – Redução do território alemão em um quarto, desmontagem da indústria alemã, provocando escassez de alimentos em consequência da qual 20 milhões de alemães devem sucumbir.
Escassez de alimentos 1945/49 – 5,7 milhões de alemães morreram de fome devido a desvio de colheitas para o exterior, destruição das indústrias produtoras de adubos, proibição à frota pesqueira de ir ao mar, desmonte de 75% das instalações industriais e sua transferência para fora do país, fechamento da Cruz Vermelha Alemã.
Deportação – 13 milhões de alemães foram desterrados violentamente dos territórios desmembrados, apenas 7,5 milhões chegaram ao destino.
Morte silenciosa de Prisioneiros de Guerra – Em flagrante desrespeito à Convenção de Genebra cerca de 8 milhões de alemães são mantidos em prisão pós-guerra e obrigados a realizar trabalho escravo em diversos países. Na União Soviética os últimos foram libertados dez anos após o final da guerra. O comandante em chefe das forças aliadas na Europa, o General Eisenhower, que, segundo James Baque (Other Losses) deixou apodrecer a céu aberto milhões de prisioneiros nos afamados Rheinwiesenlager. Foi ele quem arbitrariamente classificou as tropas capturadas não como PRISIONEIROS DE GUERRA, pois isso os colocaria sob proteção da Convenção de Genebra e da Cruz Vermelha Internacional, mas como “Forças Inimigas Desarmadas”. O citado James Baque estima que só nestes campos, ainda na Alemanha, tenha morrido um milhão de soldados. O número de mortes de prisioneiros ocorrido nas mãos de americanos, britânicos, soviéticos e franceses não pode ser avaliado, mas representa mais um grupo de vítimas alemãs.

Desta forma o projetado genocídio do povo alemão registra um extermínio de quase 15 milhões de vítimas. Em ações de guerra entre 1939 e 1945, avalia-se que morreram mais 3,2 milhões de soldados alemães em combate, acrecidos de 0,8 milhão de civis, em consequência de bombardeamentos. Total algo em torno de 19 milhões.

Agora está aberto espaço para implantação do plano final, o Plano Kalergi (maiores detalhes no post “ORBAN...” em setembro 2015 neste blog) que, como todos sabem, está em pleno andamento e destinado a exterminar da face da terra um povo inteiro.
Toedter
Fonte principal: Carta dirigida por Gerd Honsik aos então presidentes da Rfda Alemanha, Horst Köhler e da Áustria, Heinz Fischer, bem como a diversos governos amistosos, incluindo o Brasil.


17 comentários:

  1. Temos também, caro sr. Norberto e demais leitores, um relatório esquecido convenientemente chamado de RELATÓRIO BRYCE.

    "Esse documento surgiu em Londres e publicado em 13 de maio de 1915. Esse Relatório (Lord James) Bryce (um tema a ser explorado e divulgado aos amantes da Verdade e das Virtudes) narra sobre os crimes de guerra alemães, que foi traduzido em trinta idiomas. De acordo com este documento, o Exército Alemão tinha violado milhares de mulheres na Bélgica, os exércitos britãnicos lutaram, pois, contra a barbárie. Descobriu-se, no final da Primeira Guerra Mundial, que o relatório inteiro era uma aldrabice, feita de falsos testemunhos com a colaboração de jornalistas." Alguma novidade?! E ficou tudo por isso.
    Fonte: http://www.voltairenet.org/article183377.html

    "Após a guerra, a "documentação" de Bryce sobre essas histórias desapareceram misteriosamente. Embora em 1936 a Grã-Bretanha pedir desculpas à Alemanha sobre as mentiras contidas no Relatório de Bryce, Bryce manteve sua reputação imaculada como um homem respeitável."
    ( ... )
    "Mais tarde, após a decisão do Senado americano de não ratificar o Tratado de Versalhes com a Alemanha em 1919, uma série de investigações começaram quanto às razões dos Estados Unidos entraram na guerra, e durante o curso dessas investigações, muitos detalhes sobre a natureza tortuosa e âmbito da campanha de propaganda da Grã-Bretanha na América entre 1914 e 1917 foram descobertos. Muitos nos Estados Unidos concluíram que tinham sido enganados para participar ao lado dos Aliados (vejam só!!), especialmente pela propaganda britânica secreta que emanou de Wellington House."
    Fonte: http://www.revisionist.net/hysteria/cpi-propaganda.html

    O mundo deve explicações, pedidos de perdão e indenizações inimagináveis à Alemanha.

    Cobalto

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    1. Planos genocidas para alemães eram nada de novo; eles têm suas raízes na Primeira Guerra Mundial. Quem poderia esquecer as palavras do judeu e maçom (da Loja Hope and Perseverance) Rudyard Kipling antes da Grande Guerra estourar:

      "Os alemães fazem o mal deliberadamente. É sua natureza. É a marca da sua nacionalidade. Eles são como micróbios onde quer que eles são abundantes; o mal se desenvolve e infecta tudo rotunda. nações civilizadas devem recorrer ao processo de esterilização; eles devem colocar em vigor medidas de higiene internacional."

      Fonte: http://www.revisionist.net/extermination-plans.html

      Cobalto

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    2. Trecho de um discurso do rabino Emanuel Rabinovich antes de uma reunião extraordinária do Conselho de Emergência de Rabinos europeus em Budapeste, Hungria, 12 de janeiro de 1952:

      "Vocês se lembram do sucesso da nossa campanha de propaganda durante a década de 1930, que despertou paixões anti-americanas na Alemanha, ao mesmo tempo que foram despertando paixões anti-germânicas nos Estados Unidos, uma campanha que culminou na Segunda Guerra Mundial. (...) Dentro de cinco anos, este programa irá atingir o seu objetivo, a Terceira Guerra Mundial, que irá superar na destruição todos os concursos anteriores. Israel, é claro, vai manter-se neutra, e quando ambos os lados estiverem devastados e esgotados, vamos arbitrar, enviando nossas comissões de controle em todos os países destruídos. Esta guerra vai acabar para sempre a nossa luta contra os gentios. (...) Posso afirmar com segurança que a última geração de crianças brancas agora está nascendo. (...) Impediremos os brancos se acasalarem com brancos. As mulheres brancas devem coabitar com os membros das raças escuras, os homens brancos com mulheres negras. (...) Assim, a raça branca vai desaparecer, a mistura de negros com o brancos significa o fim do homem branco, e nosso inimigo mais perigoso se tornará apenas uma lembrança. Vamos embarcar em uma era de dez mil anos de paz e abundância, a Pax Judaica, e nossa raça vai governar indiscutível o mundo. Nossa inteligência superior irá facilmente permitir-nos manter o domínio sobre um mundo de povos escuros. (...) só alguns anos nos separam desde o momento da destruição completa da religião cristã ... "

      Fonte: http://www.whale.to/c/rabbi_rabinovich1.html

      Cobalto

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  2. Senhor Norberto,

    Com sua permissão, a questão racial existiu e era um
    dos pilares do nazismo, afastar da Alemanha tudo que não era
    ariano.
    A questão do partido nazista nos EUA a constituíção norteamericana proíbe qualquer cerceamento a opinião,olivre pensar. Não foi citado no texto.
    Quanto a emigração para palestina,ela foi estimulada pelos
    nazistas e a viagem era paga pelos judeus. Não custa lembrar
    que havia uma limitação e nem todos judeus puderam emigrar.
    Finalizando, os planos e ações de extermínio com todos os seus
    exageros, o senhor tem provas documentais do acima descrito?
    Os revisionistas e defensores do nazismo questionam o holocausto por falta de provas, tem como provar o suposto extermínio alemão
    no pós-guerra?
    Apesar das aberrações descritas no texto, continuo acompanhando seu trabalho.

    Francisco Xavier
    Rio de Janeiro-RJ

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    1. Senhor Xavier!
      Peço desculpas por pressupor que certos assuntos sejam de conhecimento geral e, em consequência, não lhes dedicar maior elaboração. Quero manter as postagens limitadas em sua extensão, a fim de incentivar sua leitura. Também não são elas trabalhos acadêmicos, que, evidentemente exigiriam outro tratamento.

      Quanto à Constituição norte-americana citada pelo senhor, peço que consulte a brasileira, especificamente o Art.5º, incisos IV, VIII e IV, bem como o Art.220 e seus parágrafos. Portanto a diferença no tratamento legal deve ter outro motivo.

      Não falei em emigração para a Palestina, que realmente sofria limitações, impostas não pelos alemães.

      Entre os planos e ações de extermínio o livro de Theodore Kaufman citado é por demais conhecido. O mesmo acontece com o plano Morgenthau, assessor de Roosevelt. Em suas memórias, publicadas em NY em 1948 o, na época, Ministro de Exterior Cordell Hull diz que este plano Morgenthau fará com que apenas 60% dos alemães poderão se alimentar do que suas terras produzem. O resto morrerá. - O plano Hooten, também pode ser consultado pela internet, defende medidas que, entre outras, reduzem a taxa de natalidade dos alemães e incrementam a imigração de homens não-alemães. - Sobre o Plano Kalergi o próprio texto indica onde encontrar maiores detalhes. - O primeiro chanceler alemão pós-guerra, Konrad Adenauer, instituído pelos aliados, diz em suas memórias “Erinnerungen” sobre os alemães deportados do leste: “7,3 milhões chegaram à Zona Oriental e às três Zonas Ocidentais. Seis milhões de alemães sumiram da superfície da terra. Decompuseram-se, morreram.”
      - A sorte dos prisioneiros de guerra pode ser lida nos livros de James Baque.

      Finalmente volto ao começo do seu questionamento, ao tal “racismo”. Aí invoco a minha vivência pessoal sob o regime acusado de praticá-la. Posso assegurar que nada existia que justificasse tal qualificação. Não havia xenofobia. Veja o que disse Hitler em MINHA LUTA: “Nossa etnia alemã não mais repousa num núcleo racial uniforme. O processo de fusão dos diversos componentes originais também ainda não progrediu tanto que se pudesse falar da formação de uma nova raça. Pelo contrário: a poluição sanguínea que atingiu o corpo do nosso povo, principalmente desde a Guerra dos Trinta Anos, levou não somente a uma decomposição do nosso sangue, mas também da nossa alma…..” (mais às pgs.436/37). Talvez deva ser lembrado que nos Estados Unidos ainda em 1960 muitos estados proibiam o casamento entre brancos e negros e, ainda, que a religião judaica só permite casamento entre judeus. Muitas outras etnias lutaram ao lado dos alemães na Segunda Guerra.
      Então, senhor Francisco Xavier, a questão racial pode ser mesmo considerada um dos pilares do nazismo? Mas fico satisfeito com a sua assertiva de que, apesar dos pesares, continuará prestigiando o meu trabalho. - Toedter

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    2. Plano Kaufman :

      https://archive.org/details/GermanyMustPerish

      Plano Kalergi (existe também uma versão espanhola, e uma versão completa em francês :

      http://www.mediafire.com/download/wwyl5p4stattbqm/richard-coudenhove-kalergi-praktischer-idealismus.zip

      Quotas do livro "Idealismo prático" de Coudenhove-Kalergi

      (Estas quotas tirei-as eu mesmo da minha leitura desse livro, na versão francesa, que diga-se, tive de parar, porque não dá gosto absolutamente nenhum ler um esterco desses, a um dado momento temos de parar, já não dava. É notório que foi um espírito débil e seboso que pode escrever uma coisa dessas.)

      "O que separa principalmente os judeus dos citadinos médios é o facto de serem humanos consanguíneos. A força de carácter aliada á acuidade espiritual predestina o judeu a ser, através dos seus exemplos mais iminentes, um líder da humanidade urbana, um falso ou verdadeiro aristocrata do espírito, um protagonista do capitalismo como da revolução" pg.28

      "Os principais emissários da nobreza cerebral : do capitalismo, do jornalismo, da literatura, que ela seja corrompida ou integra, são os judeus. A superioridade do seu espírito os predestina a serem um dos elementos mais importantes da futura nobreza." pg.46

      "As famílias geniais apresentam uma percentagem mais elevada de malucos e ladrões que de medíocres ; é também semelhante para todos os povos. Não existe somente a aristocracia espiritual revolucionária de amanhã - a actual kakistocracia plutocrata de traficantes recruta-se também em particular no meio dos judeus : e afia assim as armas demagógicas do anti-semitismo." pg.49

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    3. Caro camarada Norberto!

      Nos próximos dois meses disponibilizarei no blog as traduções de autorizados artigos do Plano Morgenthau e outro da política americana de traição ao próprio EUA.

      Bem documentado os artigos.

      Eu iria disponibilizar a tradução assim que publicou este seu artigo, mas iria misturar com a atenção que estou dando estas semanas com a questão da autenticidade do "Diário" de Anne Frank.

      Imaginei que seria necessário um tratamento em cada um dos planos que citou, e isso há tempos, então, tais artigos estão em andamento.

      É necessário lembrar que quando publico artigos referenciados e com autores de formação acadêmica, os do tipo que aqui cobram a justa examinação exaustiva estranhamente evitam tratar dos artigos e se limitam a balbuciar ofensas!

      Saudações!

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    4. Já agora, eu falava na versão francesa do Plano Kalergi, a que meti é a alemã para download, mas para aqueles que não conhecem alemão e dão uns toques no francês, está disponível aqui:

      https://archive.org/details/R.N.CoudenhoveKalergiIdealismePratique1925FR

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    5. Salve nobre Norberto!

      Conforme prometido segue a tradução do artigo revisionista de acadêmico sobre o Plano Morgenthau.

      O Plano Morgenthau e o problema da perversão das medidas políticas – por Anthony Kubek
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2016/04/o-plano-morgenthau-e-o-problema-da.html

      Complementei o artigo colocando nominalmente quais são judeus de modo bem referenciado... academicamente na medida do possível, pois na Comissão MacCarthy ninguém quis bradar que seus nomes Gold, Silvermaster, Kaplan era nomes judaicos... subitamente o orgulho sumiu.

      Normalmente os patrulheiros de plantão se silenciam covardemente.

      Continuemos a intensificar a apuração histórica!

      Bis balt

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    6. A questão racial era central, tinha primazia sim no III Reich. Mas a conotação dela era muito profunda, envolvia considerações materiais, morais e espirituais. Muitas foram as correntes científicas e filosóficas que trabalharam na questão racial, embora era Hitler ou os que por ele fossem designados a tratar do assunto que davam a palavra final.

      Em essência a questão racial do III Reich era muito generosa, pois visava esforço e consciência racial no melhoramento geral do ser humano, sendo a restrição a reprodução o maior sacrifício em mais de 99% dos casos, e não extermínio como ocorre na manipulação e desinformação vigente atualmente, e até antes mesmo, feito pelos inimigos da humanidade.

      A eugenia era aplicada da melhor maneira possível no III Reich e é hipocrisia falar que hoje não se interfere na genética e composição do homem (e da natureza) pois o que se faz atualmente é o processo inverso, disgenia, deformando toda a herança genética.

      A propósito da superioridade alegada da raça ariana e do povo germânico ela procede sim, no entanto, em em síntese, ela era vista como um elo na corrente de evolução humana, sendo a missão do III Reich deixar a humanidade melhor para outra civilização sucessora, até se tinha a expressão "Reich de 1000 anos". E a superioridade não era incondicional, era, muito pelo contrário, totalmente condicionada a premissa de só existir se o ariano mantivesse excelência em sua espiritualidade, em sua moral e em seu físico, caso contrário ele estaria também entrando em decadência.

      Quanto ao inimigo do ariano, a tradição judaica em suas principais e maiorais correntes, também apregoam a superioridade racial, "moral" e "espiritual", porém é vista como eterna, e não como um elo na corrente de evolução, ou seja, pode-se inferir que é imune a decadência, o que é um absurdo... práticas, usurárias, fomentação da pornografia, tráficos e atividades ilícitas, propagação do marxismo e democracia, aberrações "artísticas", mentiras, manipulações e desinformações difundidas pela mídia e cinema... tudo isso, segundo o fanatismo rabínico não faz com que o povo "eleito" entre em decadência...

      A diferença é essencial...


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  3. Professor Toedter , primeiramente quero dizer que sou atento leitor de seus textos . Há alguns dias ,não me lembro por qual motivo , estava fazendo uma pesquisa na Wikpédia sobre a Tasmânia , quando deparei-me com a seguinte pérola :
    População indígena[editar | editar código-fonte]

    Ver artigo principal: Aborígenes tasmanianos

    A Tasmânia era, antigamente, habitada por populações indígenas, os aborígenes tasmanianos, existindo evidências que indicam sua presença nesse território, que mais tarde se tornaria uma ilha, há pelo menos 35 000 anos. A população indígena, em 1803, na época da colonização britânica, foi estimada em 5000. Os aborígenes da Tasmânia não produziam fogo ou armas e, por isso, eram considerados pelos colonizadores europeus como sendo uma raça inferior. A limpeza étnica era vista como algo necessário para evitar a contaminação da humanidade por raças inferiores e os aborígenes foram caçados como animais. Sua pele foi usada para produzir couro, adultos foram esterilizados e muitos morreram em consequência de doenças. A população foi dizimada, mas alguns descendentes mestiços ainda sobrevivem. O impacto das doenças introduzidas, anteriores às primeiras estimações europeias sobre a população da Tasmânia, significa que a população indígena original poderia ter sido algo superior a 5000. O último aborígene de sangue puramente tasmaniano foi Truganini - que morreu em Hobart em 1876.

    Acho que agora sei onde os vencedores imperialistas se inspiraram para caluniar os vencidos e creio que suas técnicas de extermínio apenas vêm-se aprimorando ao longo do tempo.

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  4. Carecemos do líder para dar um basta nisto!

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  5. A qualidade do povo alemão era tão reconhecida que faziam questão por eles para colonizar o país. Chegavam a ser até disputados de certa forma, por vários governos das Américas.

    As contribuições da Alemanha para o patrimônio cultural mundial são incontáveis, o que levou alguns autores a cunha a expressão "Gênio Alemão", no Romantismo, uma das fases da história da arte onde a Alemanha teve uma proeminência invejável. País conhecido por muitos como das "Land der Dichter und Denker" (Terra dos Poetas e dos Pensadores), a Alemanha foi o berço de vultos importantíssimos na história da arte, como se pode verificar facilmente pesquisando pouco.

    Até a moderna ginástica é outra contribuição do espírito e intelecto inovador, corajoso e altruísta do alemão à Humanidade: " ... Método Alemão, que posteriormente atingiu o ápice com os trabalhos de Johann Christoph Friedrich Guts-Muths (1759-1839), Adolph Spiess (1810-18540 e Friedrich Ludwig Jahn (1778-1852). Guts-Muths foi considerado o Pai da Ginástica Pedagógica. Para ele, deveria ser organizada pelo Estado e ministrada todos os dias e para todos. Spiess preocupou-se com a inserção da ginástica nas escolas e procurou colocá-la no mesmo plano das demais disciplinas escolares. Jahn, principal responsável pela disseminação do método entre a população, trouxe ao seu sistema o caráter militarista e extremamente patriótico, chegando a criar termos próprios, como por exemplo a palavra “Turnen” que significa ginástica (RAMOS, 1982).

    Os exercícios tinham objetivos que transcendiam a forma física. “O turnen também tinha um exercício moral: alcançar autoconfiança, autodisciplina, independência, lealdade, e obediência. Essas eram as metas a serem atingidas por meio de atividades completas e informais” (PUBLIO, 2005, p. 17)."
    Fonte: http://www.efdeportes.com/efd190/seculo-xix-e-o-movimento-ginastico-europeu.htm

    Hoje não tem mais "turnen", apenas peito, coxa e bunda.

    Um povo ímpar assim precisa de "braçais"? Sempre souberam se virar por conta própria. E com tamanhas e inquestionáveis contribuições materiais, científicas e espirituais à Humanidade, muitos preferem antes de comer, cuspir no próprio prato. Vieram ao Brasil, desbravaram com a força de SEUS braços e caráter, venceram. Mas aí chegou a inveja, o ódio, a propaganda ...

    "Ódio aos alemães no Brasil":
    http://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/odio-aos-alemaes-no-brasil.html

    Como não conseguem superar a "genialidade alemã", então conspiram a sua destruição pelas guerras, calúnias, queda da natalidade e miscigenação. Sairão dessa.

    Cobalto

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  6. O Plano Kalergi
    Mais um plano para o domínio mundial?
    =========================
    https://www.radioislam.org/islam/portugues/poder/plano_kalergi.htm

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  7. Senhor Norberto,

    Em primeiro lugar, muitíssimo obrigado por responder aos
    meus questionamentos, é importante que o senhor, com o seu
    conhecimento, participe junto aos seus leitores.
    Precisamos separar as coisas, a participação salutar, construtiva
    é muito importante diferentemente das agressões baixarias.
    Marcelo Franchi interage com seus leitores no inacreditável.
    Não há nenhum mal, o senhor interagir com seus leitores
    apesar de pontos de vistas completamente divergentes.
    Quanto a questão racial,houve a proíbição de casamentos entre
    arianos e não-arianos afim de preservá-los.
    Com relação aos planos de extermínio alemães, não foram
    colocados em prática pois se os colocassem os alemães não mais
    existiriam. Na minha modesta opinião acho um exagero, mas
    respeito seu conhecimento e a sua opinião.
    Mais uma vez grato, Senhor Norberto, pela sua resposta.
    Um Abraço,

    Francisco Xavier
    Rio de Janeiro-RJ

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  8. tema interessante, mas totalmente distante da realidade brasileira.
    Temos preocupações mais urgentes: um governo inoperante e corrupto e uma oposição entreguista em conluio com a mídia. Com possibilidades reais de enfrentamento no dia 13: Lula chamou a militância fanática em tom belicoso, e os jornalistas da Globo e principalmente Globo News são verdadeiros porta-vozes do Ódio (especialmente o Caio Blinder e o Waack).
    Norberto, de-nos uma orientação e a sua opinião sobre o dia 13

    Marcelo Cremonini
    Porto Alegre-RS

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  9. Crise Migratória na Alemanha: Janeiro de 2016 - "Migrantes Não Respeitam Nossa Ordem Constitucional" - Por Soeren Kern

    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2016/03/crise-migratoria-na-alemanha-janeiro-de.html

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