2 de outubro de 2016

...e a GUERRA CONTINUA

Foi no fim do século passado que editei o meu primeiro livro com o mesmo título que estou dando à matéria de hoje. Constato que a guerra, a guerra contra os alemães, esta guerra só vai acabar quando este povo martirizado tiver sido extinto. É uma guerra que não é conduzida com bombas e soldados, É A GUERRA DAS MENTIRAS. A mentira é uma arma mortífera, da qual não há como se proteger, basta que seja usada com incansável persistência e dispor dos meios necessários para a sua divulgação. O mundo acaba de ter nova demonstração.

Reproduzo abaixo uma notícia que agora, dia 29.9.2016, apareceu em noticias.terra.com.br sob o seguinte título:
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Ucrânia lembra 75 anos do massacre de Babi Yar

No período de dois dias, quase 34 mil judeus foram mortos no maior fuzilamento em massa feito pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial.


Idêntica matéria apareceu um dia depois na ISTOÉ online. Com certeza a mídia mundial deve ter destacado o mesmo assunto, pois a fonte é a mesma. O noticiário da TV da Angela Merkel, por exemplo, a DEUTSCHE WELLE, foi quase todo preenchido com as cerimônias dedicadas à lembrança do dito massacre que teria acontecido 75 anos atrás nas redondezas de Kiew, capital da Ucrânia. Chefes de Estado, incluindo o alemão, se fizeram presentes e alguns, na maior contração, fizeram seus discursos. Tudo para dar consistência a uma mentira. Não se pode admitir que estas autoridades não saibam da verdade. Então me pergunto quanta hipocrisia elas têm que administrar. Por sinal, já que estamos na Ucrânia, é muito estranho nunca alguém falar do HOLODOMOR, quando Stalin e seu companheiro KAGANOWITCH exterminaram pela fome milhões de ucranianos.

Voltando ao assunto de hoje, ao Massacre de Babi Yar, já lhe dediquei em 17/08/2007, há nove anos, uma postagem naquele meu blog de então, mais tarde censurado e removido pela UOL. Ainda pode ser encontrado no meu livro “O QUE é VERDADE?” às páginas 71. Eis o texto completo:

30 – O papa a serviço da difamação 17/08/2007
Revirando os meus “guardados” ― os recortes de jornais que fui juntando nestes últimos anos ― encontrei um de 22/6/2001 informando que o papa João Paulo II fará uma visita a Kiev, capital da Ucrânia. Diz mais: “Na segunda-feira (...) o papa rezará no monumento consagrado aos judeus que foram vítimas do nazismo, em Babij Yar, no lugar onde 120 mil foram massacrados e enterrados”.
Aí estamos diante de mais uma dessas estórias escabrosas que até os dias atuais são divulgadas pelo mundo afora, sem que haja um menor esforço de verificação de sua autenticidade. Para começar vamos encontrar enormes discrepâncias quanto aos números informados. A saber:
Em novembro de 1943, duas semanas após a retirada das forças alemãs, os soviéticos chamaram jornalistas ocidentais a Kiev. Aos repórteres foi dito que seis semanas antes os alemães ali teriam dinamitado e queimado 70 mil cadáveres ao ar livre, cujos restos depois foram juntados e enterrados por buldózers no desfiladeiro de Babij Yar. O repórter do New York Times, que lá esteve, publica no dia 29 daquele mês o seguinte subtítulo na matéria correspondente: “Remaining (physical) Evidence (of the massacre) Is Scanty”. Através dos anos e das publicações as informações variam entre 300 e 3 mil vítimas. Por exemplo: Vitaly Korotych, editor soviético-ucraniano, declarou diante do Institute of International Affairs canadense, em abril de1990, um número de 300.000. – A Encyclopaedia Judaica e a Encyclopaedia Britannica falam em 100.000. – Os alemães, com a precisão de sempre, informam no Groβe Lexikon des Dritten Reiches, editado em 1982, que se lamenta a morte de 33.371 judeus em Babij Yar. – A universidade de Toronto, em sua Encyclopedia of Ukraine, editada em 1988, fala em 3.000 vítimas. Isto quanto aos números.
Quanto ao fato existe uma documentação sugestiva de autoria de Michael Nikiforuk, presidente do Babi Yar Research Commitee, e publicada pela Ukrainian Friends of Fairfield Association nos EUA. Segundo a mesma os arquivos nacionais de Washington guardam 1,1 milhão de fotos aéreas do tempo a 2ª.guerra, dentre elas 600 de Kiev incluindo 20 vôos sobre o desfiladeiro de Babij Yar. As primeiras datam das 12:23 horas de 17.5.39, mostrando detalhes como carros, sombras de postes, arbustos e pequenas árvores. Fotos aéreas são uma tradição na pesquisa arqueológica. Mesmo sob áreas cultivadas elas descobrem ruínas de cidades antigas, cemitérios etc. Pouco antes (desta documentação) foram descobertas através de fotos aéreas, também na região de Kiev, em Bykivina, Bielhorodka e Darnitsa, valas comuns de milhares de vítimas da era de Lazar Kaganowitsch, governador soviético de Kiev. Pois daquela série de 20 vôos sobre Kiev as últimas fotos datam de 18.6.44 e comprova-se que a superfície do desfiladeiro de Babij Yar não sofreu alteração proveniente de atividade humana durante os dois anos de ocupação alemã. E o autor da documentação afirma que em Babij Yar não foram mortos e enterrados 35.000 (sic) judeus.
Estranho que o Vaticano se preste a atuar num assunto tão polêmico, ou será que as agências de notícias andaram informando por conta própria?

Até aqui o artigo de então. Tomei a liberdade de grifar alguns trechos do original. Tenho a impressão que os fatos narrados falam por si e são mais uma comprovação desta guerra ininterrupta e que visa nada mais nada menos do que o genocídio de um povo inteiro, um povo que tanto contribuiu para a cultura e desenvolvimento desta civilização.

Toedter

31 comentários:

  1. Já não se trata mais de difamar o povo alemão, já domado e abatido e sim de continuar a pintar o "povo eleito" como eterna vítima.

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  2. Se a matemática estiver correta, os alemães ajudaram a endossar a matéria, criando provas contra si mesmo. Como disse o senhor no texto: " os alemães com a precisão de sempre, informa e lamenta, a morte de 33.371 judeus" quase 34.000.
    Como diz o ditado " se todos são brancos, ele que se entendam", talvez essa seja a melhor forma de iniciar a análise desse conflito ininterrupto.
    A própria união européia é fruto dessas brigas, mas talvez eles pensem que todos os brancos são a mesma coisa, então com o enfraquecimento da alemanha, ainda temos nações brancas como Canadá, Australia e Nova zelândia, sempre o dedo dos ingleses ou judeus.
    As nações centrais como a Alemanha foram as que mais sofreram com o fatiamento do pos- guerra, isto é fato, ainda assim as outras foram mais massacradas tendo seu território extremamente reduzido pelos conflitos internos.
    E essa história que os judeus recebem tanto Nobel pelo mundo, isso dificulta a guerra não? Os brancos se uniram contra seus semelhantes ou Hitler deixou um legado de inimigos ( países vizinhos), dificéis de combater?
    Fica a dica para alguns, mas para mim tem um pouco de tudo. Como diz o filme é um " Labirinto de Mentiras ".

    " O homem branco é um mistério!" Att. Luan

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  3. O que vale é a demonização da verdade, e não a sua emersão.

    Cobalto

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  4. Norberto, é um momento terrível pelo qual estamos passando, mas a sua inquebrantável vontade de preservar a Verdade, é o melhor exemplo para os mais novos. Os seus livros serão sempre como sementes de honestidade e de coragem, até por entre este terreno envenenado por esses agentes da falsidade e da mentira. Força, Norberto!
    P. S.:
    O genial Jorge Luis Borges não recebeu o Prêmio Nobel (ao contrário do medíocre William Golding) Cesar Lates também não...

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  5. "um povo inteiro, um povo que tanto contribuiu para a cultura e desenvolvimento desta civilização."


    e verdade. como e que um pais que deu a civilizacao grandes vultos tambem criou um ovo de serpente que lancou o mundo numa guerra, vulto este que criou o regime mais desumano e criminoso a face da terra e que e odiado em todo o planeta, e obra.

    os velhos nazis acham que a guerra continua e nao se deviam recordar estas datas pois sao contra o povo alemao, estao enganados nao sao contra o povo alemao que sabe isso mesmo mas sao contra os ideais nazistas, que njnca devem ser esquecidos relembrados os criminosos as geracoes vindouras para que tal nao se repita. ainda bem que a guerra continua e e lembrada todos os anos para incomodo de semelhantes criaturas nazistas.

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    1. Aos que reclamam que seus comentários não são publicados: Lei de Godwin. "Há uma tradição em listas de discussões e fóruns segundo a qual, se tal comparação é feita, é porque quem mencionou Hitler ou os nazistas ficou sem argumentos." (Wikipedia)

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    2. O seu "ovo da serpente" foi chocado por judeus e maçons no Tratado de Versalhes e pela usura.

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    3. O nazismo em relação a expulsão de judeus (processo que estava em andamento, na etapa de confinamento nos campos, e para aí o óbvio sofrimento judaico em tal situação, além disso, o Holocausto é propaganda e os inúmuros episódios são desmascarados um após outro, dia após dia, daí a censura) está alinhado com inúmeros governos em terras cristãs e pagãs, através dos séculos e milênios!

      Caro camarada Norberto! Além da questão hitlerista acima citado pelo senhor, há questão judaica, citada pelo judeu publicista Bernard Lazare!

      “Se se quer redatar uma história completa do antissemitismo – abarcando todas as manifestações deste sentimento e seguindo suas fases diversas e suas modificações – há que considerar a história de Israel desde sua dispersão ou, melhor dito, desde os tempos de sua expansão para fora do território da Palestina.
      Em todos os lugares nos quais os judeus, deixando de ser uma nação disposta a defender sua liberdade e sua independência, se tem estabelecido, em todos eles se tem desenvolvido o antissemitismo, ou mais bem, o anti-judaísmo, pois antissemitismo é uma palavra mal eleita, que só tem tido razão de ser em nosso tempo, quando se tem querido ampliar a luta do judeu e dos povos cristãos e dar-lhe uma filosofia ao mesmo tempo que uma razão mais metafísica que material.

      Se a hostilidade e até a repugnância só se tivessem manifestado com respeito aos judeus em uma época e em um país, seria fácil desentranhar as causas limitadas destas cóleras, mas pelo contrário, a raça judia tem sido objeto do ódio de todos os povos em meio dos quais se tem estabelecido. Já que os inimigos dos judeus pertenciam as raças mais diversas, viviam em países muito apartados uns dos outros, estavam regidos por leis diferentes e governados por princípios opostos, não tinham nem o mesmo modo de viver nem os mesmos costumes e estavam animados por espíritos dissemelhes que não lhes permitiam julgar de igual modo todas as coisas, é necessário, por tanto, que as causas do antissemitismo sempre tenham residido na mesma Israel e não em que os tem combatido.”

      Bernard Lazare (1865 – 1903), jornalista e publicista judeu francês, em O antissemitismo, Sua história e suas causas, 1894

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  6. Lembremos sempre em memória daquelas milhares de milhões de vítimas inocentes que morreram e continuam morrendo sob o jugo diabólico dos deicidas:

    Massacre de Katyn
    Fomentos das 1ª, 2ª e agora a 3ª Guerras Mundias
    Holodomor
    Kosher-Bolchevismo
    Invasão Ibérica kosher-mouro
    Sacrifício de indefesos e inocentes animais
    Invasões na Europa via kosher-otomano
    Extermínio dos índios
    Roubo de riquezas alheias por séculos e séculos
    Criação de doenças, tráfico de órgãos humanos, de mulheres ...
    Livros de ódio do Talmud e Torá chamados de "santos
    Literatura e teatro obscenos
    Assassinato do Arquiduque Francisco Fernando, por exemplo
    Apologia ao genocídio "Germany Must Perish" de Theodore N. Kaufman (só um exemplo entre milhares)
    Plano Hooton
    Plano Morgenthau
    Plano Kalergi
    Sabra e Chatila
    Complô dos juros compostos
    Complô Hollywood ...

    E a lista talmúdica não cessa:

    1996
    Bombardeio judeu na cidade de Qana contra instalações da ONU resultam em mais de 100 civis mortos.

    2003
    Israel obriga aos mais 70,000 não-judeus que vivem na Cisjordânia e Gaza a "solicitar permissão por escrito para entrar, sair, trabalhar e viver em áreas árabes presos entre Israel". Isso faz com que "os palestinos que vivem nesta "zona de junção" exigia autorização por escrito de Israel a viver em suas próprias casas e cruzar para a Cisjordânia ou Israel".

    Em novembro, Israel já havia construído 145 km do muro que exilariam os palestinos.

    2004
    Tropas de Israel matam 20 pessoas em campo de refugiado na Faixa de Gaza com mísseis.

    Tropas de Israel atacam o zoológico de Rafah, o única na Faixa de Gaza.

    Escavadeiras israelenses destroem casas na beira de campo de refugiados palestinos. Testemunhas afirmam que mais de 20 casas foram destruídas e chefe do exército de Israel afirma que demolição continuaria.

    2005
    Documentos confidenciais da chancelaria britânica alega que Israel estaria fazendo assentamentos ilegais na Cisjordânia para "impedir que Jerusalém Oriental de se tornar a capital palestina."

    Dois adolescentes foram mortos a tiros enquanto protestavam contra escavadeiras israelenses que destruíam terras agrícolas para construção do muro de Israel.

    2006
    Israel ataca postos das Nações Unidas no Líbano, que deixou quatro mortos; Estados Unidos impede o conselho de segurança da ONU condena os ataques; mais tarde mais 140 ataques foram realizados em território libanês.

    Maior campo de refugiados palestinos no Líbano foi bombardeado pelas forças israelenses.

    Bombardeis de Israel contra a cidade de Qana resulta em desabamento de um prédio, matando 57 pessoas, sendo 37 delas menores de idade.

    Quando carregavam um caminhão de frutas e hortaliças, 28 pessoas morreram e 17 ficaram feridas no Líbano; "Segundo o relato das testemunhas, aviões de combate israelenses abriram fogo contra um grupo de trabalhadores[...]".

    2007
    Míssil israelense atinge campo de refugiados em Gaza, deixando 6 civis feridos.

    2014
    Escolas da ONU (UNRWA), usadas como abrigos, foram bombardeadas, deixando centenas de feridos e mais de 40 mortos.

    Com certeza a guerra continua. Guerra contra Jesus, guerra contra a Verdade, guerra contra a Paz, guerra contra a soberania dos povos, guerra contra o europeu, guerra a espécie humana.

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    1. Este nabo foi buscar a lista do supermercado. Se quer falar de israel este so defende o territorio que lhe foi atribuido democraticamente em votacao pela onu. E o unico pais que tem certidao de nascimento. Todos os outros foram formados pela forca das armas, o famoso grito do ipiranga. Israel nao, foi votado e defendeu essr territorio.tem certidao de nascimento. Quanto a bombardear escolas pois e a cobardia dos arabes leva-os a esconder e esconder armamento em escolas hospitais e dai atacar. E lamentavel mas e para quem faz isso a sua populacao que lhe competia proteger e nao expor dessa maneira.

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    2. Caro Anônimo,
      O jesus era judeu, e em deuteronômio, levítico, e números sobretudo, está escrito e cantado em versos e prosas que o judeu TEM que enganar gentio e que é uma grande honra para um judeu alardear seus feitos enganatórios para gentios e mais, ele ganha status social com isso, vira fofo da sinagoga!
      Como é possível que um judeu mestre do engodo e mentira seja entendido como o caminho e a palavra?
      O que cristo faz é induzir os gentios a servidão, mansidão, submissão, e sobretudo à estupidez religiosa!
      O cristo era judeu e graças a sua agenda de amansamento das massas garantiu o jogo para os judeus e o jugo para os gentios (goyin, Gados)!
      Se os judeus gostam e se esmeram em matar estuprar, roubar, torturar, enganar, roubar, como é possível que um judeu diga aos gentios que o negócio é dar a cara a tapa e se tomar mais sopapo ofereça a outra cara para ser sopapada, e os gentios acreditarem???
      Parece que o defeito não é do judeu!
      Eles são golens feitos por deus para destruir tudo aquilo que não venera deus, e o fazem!
      Agora, os gentios acharem que um golem (cristo) vai livrar eles das maldades judias é o auge da incoerência!
      Creio que é hora do gentio escolher seres humanos para adorar!

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    3. Não sei o que esse insidioso mentiroso ainda faz aqui...

      Já expliquei a ele que Israel é fundada basicamente através de guerras, e de todos os tipos, vamos a fórmula:

      1º passo: Agitação bolchevique, caos usurário (clandestino inclusive) financeiro, manipulação midiática, perversão geral. Alegaram a morte de milhões de judeus na Rússia, suas agências de notícias gemeram e berraram, e olha que era mentira. Mas quando a Lenin fez os rios de sangue inundarem a Rússia após a subversão bolchevique, as tais agências judaicas se calaram (Reuters, Wolffs, Havas), aliás a mídia passou a intelectualizar o assunto comunismo como algo do bem, do futuro!!

      2ºpasso: Articulação de bastidores e promessas que apelam ao otimismo e comodidade das massas. Quando era a Alemanha a potência mundial que ainda acolhia judeus na Primeira Guerra afirmaram que a Palestina sob cuidados judeus seria o posto avançado da cultura alemã no Oriente Médio, por isso, deveriam fazer a campanha para os judeus na Palestina.

      Raízes do Conflito Mundial Atual – Estratégias sionistas e a duplicidade Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial – por Kerry Bolton
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2016/06/raizes-do-conflito-mundial-atual.html

      Detalhe que até os judeus chegarem a Palestina, o único terrorismo no mundo era o dos sabotadores judaicos atormentando a Rússia czarista, ou assaltando bancos na França como o judeu Livtnov (futuro embaixador soviético no Ocidente)

      Vergonhosa a articulação judaica para trazer os EUA para a Primeira Guerra ao perceberem que a Alemanha não iria fazer a vontade judaica na Palestina:
      Por trás da Declaração de Balfour - A penhora britânica da Grande Guerra ao Lorde Rothschild - Por Robert John
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/05/por-tras-da-declaracao-de-balfour.html


      Quando Hitler concordou num plano da Palestina aos judeus, abriu-se uma agência de fretes em Hamburgo para levar os judeus para a Palestina (Isso porque os judeus já tinham seu território autônomo doado pelos soviéticos, e antes o ingleses ofereceram Madagascar). Tiveram os manipuladores "eleitos" que transformar os campos de concentração alemão no Holocausto para ao mesmo tempo ganhar a Palestina e depois ganhar uma defesa moral.

      Agora, afirmam aos americanos que Israel deve ser apoiada pois é o posto avançado da cultura americana (democracia ocidental) no Oriente Médio.

      E agora pós 11 de setembro iniciou-se as revoluções e ataques da OTAN no Oriente Médio. Quando Israel monta nos EUA (graças a tolice dos evangélicos e até católicos da América) e está cheio de armamentos qualquer coisa é motivo para democratizar o Oriente Médio, ou seja, intervenções e guerras.

      Não há uma conquista israelense que não tenha judeus no mais alto círculo das potencias incitadas a lutarem:

      Lenin e Trostky na Rússia
      Bernard Baruch, Henry Morgenthau, Justice Brandeis, e ad nauseaun nos EUA
      Rothschild, Chain Weissmann na Europa (Inglaterra)

      As duas guerras mundiais poderiam ser abreviadas muito mas muitos antes do que foram, e os caras acima, mais a mídia judaica, suas agências... ahhh mas ahhh como incitaram a guerra, ao mesmo tempo que rios de sangue europeu escorria pela matança comunista e a mídia judaica a tudo omitiu e Israel por fim acolheu os mais radicais comunistas em seu território... o abominável Elya Ehrenburge fim descobriu-se que antes de comunista era sionista!
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/04/a-estranha-vida-de-elya-ehrenburg-por.html

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    4. Como vemos caro Anônimo, a descrição que fiz da agenda mostra que vencê-la é a única forma do ser humano sair vivo desse litígio!
      E é evidente a armadilha, até uma criança pode entender o que eu afirmei, e mesmo assim o que não falta é gente preferindo não enxergar o óbvio!

      O mundo inteiro vai virar a Alemanha do pós guerra!

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    5. NOS ÚLTIMOS 13 ANOS, ISRAEL ASSASSINOU 1 CRIANÇA PALESTINA A CADA 3 DIAS
      https://politicaemimagens.wordpress.com/2015/07/06/nos-ultimos-13-anos-israel-assassinou-1-crianca-palestina-a-cada-3-dias/

      Israel apregoa o extermínio de crianças e mulheres palestinas grávidas:
      https://i.ytimg.com/vi/eGoYlw9UeAs/hqdefault.jpg

      Israel usa crianças palestinas como escudo humano:
      http://2.bp.blogspot.com/-H349pNwEpQ8/U9xKlAMPq8I/AAAAAAAAK9c/KzXcqlq5Z3E/s1600/Israel+using+Child+as+Human+Shield+on+Vehicle+with+Telegraph+page.jpg

      http://i.imgur.com/j5T2mw5.jpg

      Cobalto

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    6. @ TANNHAUSER,

      "Quando Israel monta nos EUA (graças a tolice dos evangélicos e até católicos da América)" Não! O certo é graças a sionização dos mesmos e dos meios de comunicação, graças a Maçonaria (interessante esse insistente esquecimento) que domina a vida e política daquele povo desde a fundação, e graças a infiltração judaico-maçônica no Concílio Vaticano II. O cristão que é sionista não é cristão verdadeiro.

      Sugiro aos interessados atenção e memorização desse vídeo:
      https://www.youtube.com/watch?v=iZBIZIFHEQw

      A tolice da Democracia foi inventada por pagãos atenienses. Essa conta é pagã. Por favor, assumam isso.

      Cobalto

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    7. quer o menino anti sionista e anti semita queira ou nao, a certidao de nascimento de israel e ja agora da palestina e a resoluçao 181 da onu de 1947, ponto. antes disso nunca houve estado soberano na zona desde a ocupaçao romana e diaspora judaica.


      https://www.youtube.com/watch?v=YlXpkpAhmBs

      A criação do Estado de Israel, ocorreu em 1948, mas o processo de formação das comunidades judaicas na região da Palestina remonta às últimas décadas do século XIX, quando foi criado o movimento sionista. O sionismo, ou movimento sionista, foi criado por intelectuais judeus no início da década de 1890 e tinha por objetivo principal o combate ao antissemitismo (aversão ao povo judeu que se espalhou pelo mundo após a dissolução dos antigos reinos judeus na Idade Antiga), que subsistia na Europa desde a Idade Média e que havia se intensificado no século XIX. et voila. c'est tout

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    8. O Brasileiro Oswaldo Aranha,e a Criação Do Estado De Israel.

      https://www.youtube.com/watch?v=epL02XuxN6A

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    9. Até vem a calhar a colocação do Anônimo acima, sobre as estorinhas bonitas da fundação de Israel, mas os links e artigos que acima já coloquei é que dão um pouco mais de profundidade ao assunto. É até bom os leitores começarem pelos links dos "civilizados" judeus e filo judeus, e depois compararem com o que os links e artigos que disponibilizei acima colocam, que é o que interessa, os bastidores, o que não é colocado na grande mídia nem no sistema de educação!

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    10. Israel é o maior movimento MST do planeta, Israel usurpa terras dos donos indefesos como no antigo faroeste americano era com os índios, num verdadeiro e escancarado latrocínio em pleno séculos 20 e 21, um retrocesso civilizacional sem precedentes que envergonha a Humanidade. E o troll hasbará chama isso de "certidão de nascimento". De certa forma, realmente é. Acaso algum palestino participou da suposta "democrática votação" dessa medonha bangue-bangue "certidão"?!

      https://www.darkmoon.me/uploads/zionists-promised-land-eretz-israel.jpg

      Patético pra não dizer outra coisa. É puro desespero e desespero faz coisas muito feias como faltar com a verdade e apoiar matança de 13 crianças por dia, proibir entrada de água/comida/remédios/ajuda/etc, por exemplo. São os fatos, o que importa são os fatos e não a propaganda mimimi troll hasbará. É desespero porque a máscara da hipocrisia e do cinismo já escorrega por si só pelo peso de tantas mentiras e sangue. São os fatos que dizem, não é Hitler.

      Hoje, e como sempre fez na sua obscura existência, Israel fornece ajuda militar, remédio, socorro territorial, armas, política, logística e hospitais de forma explícita ao ISIS/IEL/DAESH ou sei lá quantos nomes usam:

      http://smoloko.com/wp-content/uploads/IsraelISISalqaedaSyriaMeme.jpg

      http://cemertur.files.wordpress.com/2014/02/israeli-prime-minister-benjamin-netanyahu-next-to-a-wounded-mercenary-israeli-military-field-hospital-at-the-occupied-golan-heights-border-with-syria-18-february-2014.jpg

      São os fatos e contra fatos não há argumentos, apenas xingamentos, ameaças, censura, ditadura, desejo de morte de quem denúncia esses criminosos latrocinas fomentadores de terrorismo e do ódio. Vejamos o lema da criminosa organização terrorista Mossad:

      http://1.bp.blogspot.com/-VxhDVjA70QQ/Tk6OZdoDpLI/AAAAAAAAL4A/ST2i0IG2u5k/s1600/False+Flag+operation.jpg ... lema desses criminosos é "pela fraude farás a guerra". Ou seja, não tendo razão, ... invente, minta, chantageie, conspire, fraude. Toda pessoa que tivesse um mínimo, só um mínimo de vergonha, jamais aceitaria uma organização assim dentro do próprio país. E pior, uma organização estatal/governamental, paga com os impostos do "santo povo eleito".

      Aterrador!
      http://www.veteranstoday.com/2015/06/01/blitzer-website-accuses-israel-isis-of-organ-trafficking/

      Pistoleiro fardado de Israhell, a latrocina, rouba bicicleta de indefesa criança palestina, vejam quanta valentia:
      https://www.youtube.com/watch?v=ZaTytt0VHeU

      É desespero porque a máscara da hipocrisia e do cinismo já escorrega por si só pelo peso de tantas mentiras, roubos e sangue. São os fatos, não é Hitler que diz como gostam de ficar acusando por não terem argumentos. Afinal, não é "pela fraude" que subsistem?

      Cobalto

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    11. estes nabos nao sabem nada.


      A “certidão de nascimento” internacional de Israel foi validada pela: a presença judaica ininterrupta ; a Declaração Balfour de 1917; o Mandato da Liga das Nações, que incorporou a Declaração Balfour; a resolução da partilha pelas Nações Unidas em 1947;o ingresso de Israel nas Nações Unidas em 1949; seu reconhecimento pela maioria dos países; e, sobretudo, tem sido validada pela sociedade criada em Israel nas décadas de existência nacional próspera e dinâmica, não é prestação de qualquer favor a Israel por proclamar o seu ‘direito à existência’. O direito de Israel existir, assim como o dos Estados Unidos, Arábia Saudita e outros 152 países, é axiomático e incondicional. A legitimidade de Israel não está suspensa no ar, à espera de reconhecimento, certamente não há outro país, grande ou pequeno, jovem ou velho, que iria considerar o simples reconhecimento do seu ‘direito à existência’ como um favor ou uma concessão negociável.


      Por volta de 1947, as propriedades judaicas na Palestina somavam por volta de 463 mil acres (1.874 km2), dos quais aproximadamente 45 mil adquiridos do governo do Mandato Britânico, 30 mil de diversas igrejas e 387.500 dos árabes. Análises das compras de terra entre 1880 e 1948 mostram que 73% dos lotes judaicos foram comprados a grandes proprietários de terra, não aos pobres felahin. Entre os que venderam terra estavam os governantes de Gaza, Jerusalém e Iafo. As’ad el-Shukeiri, um erudito religioso muçulmano e pai do presidente da OLP Ahmed Shukeiri, recebeu dinheiro dos judeus por sua terra. Até mesmo o rei Abdula arrendou terra aos judeus. Na verdade, muitos líderes do movimento nacionalista árabe, inclusive membros do Conselho Supremo Muçulmano, venderam terra aos judeus,

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    12. "Declaração Balfour de 1917" ... rsrs ... conta aquela do papagaio.

      A tal "Declaração" não passa de um mero papel rascunhado feito nas sombras e calada da noite, sem timbre nem carimbo, nada oficial nem público ou notório, confeccionado e assinada mediante chantagem, pressão e suborno num momento de instabilidade emocional e desespero do governo inglês. "Pela fraude" subsistirás.

      Como está provado a exaustão, a tal "Declaração" não foi obtida por "votação democrática". "Pela fraude" subsistirás.

      Com que autoridade a ONU dá terras que não lhe pertence?! "Pela fraude" subsistirás.

      Acaso os palestinos estiveram na tal "votação democrática"? "Pela fraude" subsistirás.

      https://www.youtube.com/watch?v=1NCzU4Mo6Lk

      Cobalto

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    13. Caro Cobalto

      A israel é o maior movimento do MST do planeta???
      Da mesma forma dos "colonos" nos EUA e sobretudo na america latrina!
      Os atuais "donos de terra" aqui são os mesmos que mataram índios como se fossem ratos no passado!
      mataram, roubaram suas terras, escrituraram as terras roubadas e hoje exigem de todos as proteções para o patrimônio roubado que eles alegam ser deles!
      Os latifundiários daqui são menos do que judeus?
      Eles não são judeus (pastores cafetões de gado pecuaristas)?
      O MST é o bandido que detem 90% das terras brazucas não federais?
      Os "donos da terra federalizada" é a agenda mafiosa chamada governo, uma organização criminosa que garante as posições de todos os defensores das elites, dos latifundiários, dos donos do jogo e jugo.
      Essa comparação foi verdadeiramente infeliz (sob minha ótica, minha verdade)!

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    14. @Vapera,

      Israel é sim o maior movimento MST do planeta e tem triplo sentido:

      a) no sentido palestino: que levaram 2.000 anos para concretizar a posse mediante fraudes,
      b) no sentido temporal: 2.000 anos vivendo como ciganos e parasitas entre outras nações, e antes, seu reino tribal teve duração territorial estática efêmera, e
      c) no sentido planetário: a NOM, em execução.

      Não confunda a tomada de terras de índios aqui e acolá de quem tinha pátria na Europa quando do fato, com os judeus que viveram errantes na Era Cristã.

      Ainda e repetindo, também não confunda ótica pessoal com verdade. A verdade é fundamentada em ou construída sobre fatos e acontecimentos reais e concretos, queiramos ou não, creiamos ou não, gostemos ou não. Ótica pessoal já diz, é pessoal.

      @Hasbará troll,

      algo ainda sobre a "bíblica", "democrática" e "irrefutável" Declaração Balfour, lemos na segunda frase que é também o segundo parágrafo, que "que nada deve ser feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas na Palestina".

      Até hoje esse item não têm sido levado em consideração, e também nunca será, já que o desapossamento forçado de outras pessoas de suas comunidades milenares - a saber, os árabes e palestinos - foi e é uma flagrante violação aos seus "direitos civis e religiosos". "Pela fraude" subsistirás.

      Cobalto

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  7. A extinção da Alemanha e dos alemães é inevitável e irreversível. Não se preocupem com Israel. Lá só tem judeu pobre, fanáticos religiosos e assassinos do Mossad. Preocupem-se com os sionistas que moram na Europa e EUA. Principalmente os Rotschild.

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  8. depoimento do mufti de jerusalem.

    e eis que o grande mufti de jerusalem confirma a compra e venda de terras pelos judeus aos arabes, ate houve parentes do arafat que venderam.

    o merceiro so conhece uma lista e um produto, mas ha um testemunho e uma fonte documental que nao tem nada a ver com israel pelo contrario toda a historia dele e anti sionista e pro nazi o mufti de jerusalem, El-Husseini foi uma figura-chave na criação do conceito de nacionalismo palestino e o opositor mais violento e incendiário ao sionismo confirma a compra de terras pelos judes e agencia judaica.

    A entrevista de El-Husseini, de 12 de janeiro de 1937, foi mantida em notas da Comissão e referenciada, embora não publicada, no relatório completo. Ela foi resumida por grande número de estudiosos, incluindo Kenneth Stein, em “The Land Question in Palestine, 1917-1939” (Univ. Of North Carolina Press, 2009) e M. Howard Sachar, em “A History of Israel from the Rise of Zionism to our Time” (Alfred A. Knopf, 1976). Uma análise detalhada com citações da entrevista pode ser encontrada em “The Palestine Royal Comission” de 1937, de Aaron Kleiman (Garland Publications, 1987).

    Análise das vendas de terra de 1880 a 1948 mostra que 73% das terras compradas pelos judeus eram de grandes proprietários [ver “The Land System in Palestine”, de Abraham Granott (London, Eyre and Spottiswoode, 1952), p. 278].

    Em “The Land Question in Palestine, 1917-1939”, Kenneth Stein afirma que os judeus foram capazes de comprar o núcleo de um Lar Nacional na Palestina por três razões: eles tinham a obstinação, assim como o capital para comprar a terra; os árabes, economicamente empobrecidos, politicamente fragmentados e socialmente atomizados, estavam dispostos a vender a terra; e os britânicos foram ineficazes em regular a venda de terras e proteger os inquilinos árabes dos proprietários de terra árabes que as vendiam.

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  9. depoimento do mufti de jerusalem

    Sir Laurie Hammond, um membro da Comissão Peel, entrevistou o Mufti sobre sua insistência em dizer que os sionistas estavam “roubando terras árabes e deixando os camponeses sem moradia”. Leia trecho:

    SIR L. HAMMOND: Você poderia me dar novamente os números para a terra? Eu quero saber quanta terra foi comprada pelos judeus antes da ocupação britânica

    MUFTI: Cerca de 100 mil dunams.

    SIR L. HAMMOND: Em que ano?

    MUFTI: Na data da ocupação britânica.

    SIR L. HAMMOND: E agora eles detêm quanto?

    MUFTI: Cerca de 1,5 milhão de dunams, dos quais 1,2 mihão estão registrados em nome dos titulares judeus. Há 300 mil dunams que são tema de discussão para acordos escritos, e que ainda não foram registrados. Isso não significa, é claro, os cerca de 100 mil dunams atribuídos originalmente.

    SIR L. HAMMOND: Quais 100 mil dunams foram atribuídos? Eles não estão incluídos no 1,2 milhão de dunams? O ponto é este. Você diz que em 1920, no momento da ocupação britânica, os judeus só tinham 100 mil dunams, é isso? Consultei os dados do Registo Predial. Você se surpreenderia ao saber que não foram 100 mil, mas 650 mil dunams?

    MUFTI: Pode ser que esta diferença se deva ao fato de que muitas terras foram compradas em contratos que não foram registrados.

    SIR L. HAMMOND: Há uma diferença enorme entre 100 mil e 650 mil ...

    MUFTI: Em um dos casos, foram vendidos cerca de 400 mil dunams em um lote.

    SIR L. HAMMOND: Quem vendeu? Um árabe?

    MUFTI: Sarsuk. Um árabe de Beirute.

    SIR L. HAMMOND: Você quis nos passar a ideia de que os árabes foram expulsos de suas terras e suas aldeias foram varridas. O que quero saber é se o Governo da Palestina, a Administração, adquiriu os terrenos para, em seguida, passá-los aos judeus?

    MUFTI: Na maioria dos casos, as terras foram adquiridas.

    SIR L. HAMMOND: Eu quero dizer: foi uma aquisição compulsória de terras, para uso público?

    MUFTI: Não, não foi.

    SIR L. HAMMOND: Não foi aquisição compulsória?

    MUFTI: Não.

    SIR L. HAMMOND: Mas estes cerca de 700 mil dunams foram efetivamente vendidos?

    MUFTI: Sim, eles foram vendidos, mas o país foi colocado em condições tais que facilitassem essas compras.

    SIR I HAMMOND: Eu não entendo muito bem o que você quer dizer com isso. Estas terras foram vendidas. Quem as vendeu?

    MUFTI: Os proprietários de terra.

    SIR L. HAMMOND: Árabes?

    MUFTI: Na maioria dos casos, eles eram árabes.

    SIR L. HAMMOND: Eles foram compelidos a vendê-las? Em caso afirmativo, por quem?

    MUFTI: Como em outros países, há pessoas que por força das circunstâncias, das forças econômicas, vendem suas terras.

    SIR L. HAMMOND: Isso é tudo que você tem a dizer?

    MUFTI: Uma grande parte dessas terras pertencia a proprietários ausentes, que venderam a terra sem qualquer consideração sobre seus inquilinos, os quais foram despejados à força. A maioria destes senhorios estava ausente. Não eram palestinos, mas libaneses.

    SIR L. HAMMOND: Você pode dar à Comissão a lista das pessoas, os árabes que venderam terras, além destes proprietários ausentes?

    MUFTI: Sim, é possível fazê-la.
    SIR L. HAMMOND: Como você compara o padrão de vida atual com aquele que existia sob o domínio turco? A posição dos fellahin (camponeses) melhorou ou piorou?

    MUFTI: De um modo geral, acho que sua situação piorou.

    SIR L. HAMMOND: Os impostos eram mais pesados ou mais leves?

    MUFTI: Os impostos hoje são menores, mas agora existem encargos adicionais.

    SIR L. HAMMOND: O que estou perguntando-lhe é se, nos dias de hoje, os fellahin não têm um imposto muito mais leve do que tinham sob o governo turco.

    MUFTI: A tributação hoje é mais leve, mas os árabes, no entanto, têm outros impostos. Por exemplo, alfândega.

    SIR L. HAMMOND: E a condição dos fellahin no que diz respeito, por exemplo, à educação. Há mais escolas ou menos escolas agora?

    MUFTI: Eles podem ter mais escolas, comparativamente, mas, ao mesmo tempo, houve aumento populacional.

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  10. Em matéria intitulada “Nossos pais levando vantagem”, o Fasl al-Maqal listou 54 líderes palestinos que venderam terras aos judeus até 1945.

    O editor-chefe, Awad Abdel Fatah, afirmou que os nomes constam de um documento oficial da época do Mandato Britânico, que ele recebeu de fontes jordanianas. “Publicamos somente uma lista parcial, mostrando o papel da liderança palestina no fluxo de terras para a Agência Judaica, antes de 1948”.

    Um dos proprietários mais proeminentes na lista daqueles que venderam terras, ainda durante o domínio otomano, era parente de Yasser Arafat: Mohammed Taher al-Husseini (1842–1908), pai de al-Hajj Amin al-Husseini, (sim, aquele, o grande mufti de Jerusalém e amigo de Hitler). O nome completo de Arafat é Mohamed Abdel Raouf Arafat al-Qudwa al-Husseini. Arafat, que tinha o mufti como mentor político, se dizia sobrinho dele, mas era apenas parente.

    Yaakub al-Ghussein, que chefiou o Fundo Árabe, criado para reunir dinheiro para a causa palestina, vendeu terras para judeus em Jaffa e no território que é hoje a Faixa de Gaza.

    Deborah Bernstein fez um estudo específico das relações entre árabes e judeus na cidade de Haifa e chegou às mesmas conclusões, em “Constructing Boundaries: Jewish and Arab Workers in Mandatory Palestine” (State University of New York Press, 2000), cujo texto original mostramos abaixo.


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  11. The Land Question in Palestine, 1917-1939

    https://books.google.com.br/books?id=hpvnNILnO3kC&dq=The+Land+Question+in+Palestine,+1917-1939&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwikkKCEodXKAhVMF5AKHf3gBwIQ6AEIJjAA


    he Palestine Royal Commission, 1937

    https://books.google.com.br/books?id=hpvnNILnO3kC&dq=The+Land+Question+in+Palestine,+1917-1939&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwikkKCEodXKAhVMF5AKHf3gBwIQ6AEIJjAA

    https://books.google.com.br/books?id=0X4BAAAAQBAJ&printsec=frontcover&dq=A+History+of+Israel+from+the+Rise+of+Zionism+to+our+Time%E2%80%9D&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwjr8PukodXKAhWDS5AKHTyvDS8Q6AEIHTAA#v=onepage&q=A%20History%20of%20Israel%20from%20the%20Rise%20of%20Zionism%20to%20our%20Time%E2%80%9D&f=false

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    1. O artigo do Robert Johnson tem os bastidores que não estão aí escorregadio anônimo, aos leitores, recomendo conferirem este artigo em 10 partes colocando os pingos nos "i"

      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/05/por-tras-da-declaracao-de-balfour.html

      Nesse artigo há bastantes coisas pesadas da articulação mundial judaica, jogando com os dois lados da Primeira guerra, por quê não entra nos links, um por um, e mostra que as fontes do Robert Johnson estão equivocadas? eheehehe

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  12. Bem resumindo e concluindo depois disto e ao contrario do que diz a criançada tudo afinal se prova por fontes arabes mufti entre outras que nao houve nenhum roubo de terras, como sempre ha um odio anti semita e anti sionista, contra isso nao ha antibioticos

    “O ANTI-SIONISMO É INERENTEMENTE ANTI-SEMITA. É A NEGATIVA AO POVO JUDEU DE UM DIREITO FUNDAMENTAL QUE JUSTAMENTE CLAMAMOS PARA OS POVOS DA ÁFRICA, COM O QUÊ, LIVREMENTE, OUTRAS NAÇÕES DO GLOBO SE PÕEM DE ACORDO. É DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS JUDEUS PORQUE ELES SÃO JUDEUS. RESUMINDO, É ANTI-SEMITISMO”.

    http://www.internationalwallofprayer.org/A-022-Martin-Luther-King-Zionism.html

    MARTIN LUTHER KING ON ZIONISM
    "Letter to an Anti-Zionist Friend"
    "... You declare, my friend; that you do not hate the Jews, you are merely 'anti-Zionist'. And I say, let the truth ring forth from the high mountain tops, let it echo through the valleys of G-D's green earth: When people criticize Zionism, they mean Jews -- this is G-D's own truth.

    "Anti-Semitism, the hatred of the Jewish people, has been and remains a blot on the soul of mankind. In this we are in full agree-ment. So know also this: anti-Zionist is inherently anti-Semitic, and ever will be so.

    "Why is this? You know that Zionism is nothing less than the dream and ideal of the Jewish people returning to live in their own land. The Jewish people, the Scriptures tell us, once enjoyed a flourishing Commonwealth in the Holy Land. From this they were expelled by the Roman tryant, the same Romans who cruelly murdered our L-RD. Driven from their homeland, their nation in ashes, forced to wander the globe, the Jewish people time and again suffered the lash of whichever tyrant happened to rule over them.

    "The Negro people, my friend, know what it is to suffer the torment of tyranny under rulers not of our choosing. Our brothers in Africa have begged, pleaded, requested -- DEMANDED -- the recognition and realization of our inborn right to live in peace under our own sovereignty in our own country.

    "How easy it should be, for anyone who holds dear this inalienable right of all mankind, to understand and support the right of the Jewish People to live in their ancient Land of Israel. All men of good will exult in the fulfillment of G-D's promise, that His people should return in joy to rebuild their plundered land. This is Zionism, nothing more, nothing less.

    "And what is anti-Zionist? It is the denial to the Jewish people of a fundamental right that we justly claim for the people of Africa and freely accord all other nations of the Globe. It is discrimination against Jews, my friend, because they are Jews. In short, it is anti-Semitism.

    "The anti-Semite rejoices at any opportunity to vent his malice. The times have made it unpopular, in the West, to proclaim openly a hatred of the Jews. This being the case, the anti-Semite must constantly seek new forms and forums for his poison. How he must revel in the new masquerrade! He does not hate the Jews, he is just 'anti-Zionist'!

    "My friend, I do not accuse you of deliberate anti-Semitism. I know you feel, as I do, a deep love of truth and justice and revulsion for racism, prejudice, and discrimination. But I know you have been misled -- as others have been -- into thinking you can be 'anti-Zionist' and yet remain true to those heartfelt principles that you and I share. Let my words echo in the depths of your soul: When people criticize Zionism, they mean Jews -- make no mistake about it."


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    From M.L. King Jr., "Letter to an Anti-Zionist Friend,"
    Saturday Review XLVII (August 1967), pg. 76
    Reprinted in M.L. King Jr., "This I Believe: Selections from the Writings of Dr. Martin Luther King Jr.")

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  13. Mesmo reconhecendo o esforço que muitos estão fazendo para expor aqui suas ideias, quero lembrar que o meu artigo acima trata de BABI YAR e da guerra travada pelo sionismo contra a Alemanha. Peço que compreendam que nunca foi minha intenção transformar este blog em fórum de discussão. É este o motivo para que cada vez mais comentários estarem sendo excluídos.

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