16 de setembro de 2015

ORBÁN DA HUNGRIA CONTRARIA MERKEL

Viktor Orbán, Presidente da Hungria, tem sido um dos poucos chefes de estado a soar o alarme. Ele afirmou recentemente: “No ano passado eu disse que estamos vivendo em um período no qual qualquer coisa pode acontecer, e hoje continuo dizendo a mesma coisa. Quem poderia imaginar que a Europa não seria capaz de proteger suas próprias fronteiras de refugiados desarmados?” Ele acrescentou:
Para nós hoje, o que está em jogo é a Europa, o estilo de vida dos cidadãos europeus, valores europeus, a sobrevivência ou o desaparecimento das nações europeias e, mais precisamente, sua transformação a ponto de não a reconhecermos. Hoje, a questão não é meramente em que espécie de Europa nós gostaríamos de viver e sim se tudo o que entendemos como Europa irá sequer existir.”
(Leia mais no portal do Gatestone Institute de Nova Iorque a matéria em que o seu colaborador sênior, Soeren Kern, dedica vasta matéria à invasão de refugiados que está acontecendo na Europa).  
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E mais, por oportuno, republico matéria sobre o CONDE RICHARD COUDENHOUVE-KALERGI, que também pode ser encontrada no meu livro “Pobre Mundo Novo”:

MUDANDO O QUE DEUS CRIOU
Muitos se lembrarão das normas rígidas, que tinham que ser observadas por quem quisesse passar a residir em outro país. Era necessário que este concedesse ao pretendente um VISTO PERMANENTE, nem sempre fácil de obter. Seja lembrado o caso da secretária do consulado do Brasil em Hamburgo, Alemanha, cujo nome é até hoje homenageado em Israel, porque ela, contrariando regras do governo brasileiro, fez com que vários judeus obtivessem tal visto, a fim de emigrar da Alemanha para o Brasil. Isto foi antes da Segunda Guerra. Mas mesmo depois, para conseguir o Visto Permanente o imigrante precisava comprovar contrato de emprego ou posses que garantissem sua independência financeira. E quem não se lembra da verdadeira operação de guerra, que os Estados Unidos instalaram na sua fronteira com o México, para evitar a imigração clandestina.

Hoje a “migração” (termo que vem sendo usado indevidamente no lugar de imigração) vem sendo incentivada. Principalmente na Europa, região de alta densidade demográfica, pode-se observar verdadeira invasão de imigrantes oriundos de países da África ou do Oriente. Apesar de já estar causando sérios problemas, sejam assistenciais, sejam de convivência, só a pequena Suíça deu sinal de querer reagir e por plebiscito decidiu limitar a entrada de imigrantes. Do município helvético Hugenbuch, situado no cantão Zurique, vem um exemplo significativo dos problemas com os quais a população nativa começa a se defrontar: Fora escolhido para abrigar uma família de 8 migrantes vindos da Eritreia. A assistência a esses oito imigrantes está custando 50.000 euros por mês aos 1.000 habitantes da pequena comunidade. Ano passado não conseguiu suportar o custeio e endividou-se com 200 mil euros.

Pois acredite-se ou não, esse movimento descontrolado de gente através de países e continentes é premeditado e planejado. O patrono dessa ação global revela seus objetivos nos livros que escreveu e publicou. A ideia central é simplesmente interferir em tudo que o Todo Poderoso plantou e criou, ou seja, a intenção megalomaníaca é acabar com a diversidade de povos e raças que habitam o planeta, a fim de criar uma RAÇA ÚNICA.

Guarde este nome: Conde RICHARD COUDENHOUVE-KALERGI (1894-1972). Nasceu em Tóquio, filho do diplomata da monarquia austro-húngara Heinrich von Coudenhouve-Kalergi (além de diplomata, barão do petróleo) e da mãe japonesa Mitsuko Aoyama. Morreu em Schruns na Áustria. É hoje considerado fundador da União Europeia. Esta criou um prêmio bianual com o seu nome e o atribui a europeus que se destacaram na promoção e implantação do seu plano desumano. Entre os agraciados se destacam Angela Merkel e Herman Van Rompuy, presidente da Comissão Europeia. Graças aos seus contatos com a aristocracia europeia, Coudenhouve-Kalergi fundou em 1922 em Viena a organização “Paneuropa Union”, já com vistas a uma Nova Ordem Mundial, baseada em uma federação de nações lideradas pelos Estados Unidos. Entre os seguidores mais conhecidos temos nomes como Tomás Masaryk, Edvard Benes, Max Warburg, Ignaz Seipel, Karl Renner, Léon Blum, Aristide Briand, Alcide de Gasperi, Otto von Habsburg, Einstein, Thomas Mann, Konrad Adenauer, Helmut Kohl.

Durante a ascensão do fascismo e do nacionalsocialismo na Europa o movimento PAN EUROPA se dissolve, mas volta com toda força após a Segunda Guerra. Vem com o apoio de Winston Churchill, da loja maçônica B'nai B'rith e de grandes jornais, como o New York Times, e é endossado pelo governo dos Estados Unidos. Isto explica que o movimento não pretende se limitar ao continente europeu. Kalergi sonhou com uma Europa “de Wladiwostok até San Francisco”. Vale notar que os promotores da União Europeia já têm dado mostras da intenção de que essa venha a incluir Turquia, Libano, Síria, Israel, Ucrânia e até Rússia.

Concluindo: Segundo Kalergi o homem do futuro será de raça mista. O euro-negro-asiático, de aparência semelhante à dos antigos egípcios, substituirá a diversidade dos povos. Mas, ainda segundo Kalergi, terá que existir uma classe dominante e esta será constituída pelo judaísmo europeu, que se preservará e preparará para ser a nação lider, substituindo a aristocracia feudal que vem se extinguindo desde a Revolução Francesa.

Então pergunto: existe animal mais destrutivo que o homem? Acho que nem mesmo o cupim.
Toedter


29 comentários:

  1. E há cem anos atrás, a Bósnia era o único lugar da Europa com muçulmanos. Segundo o Houston Chamberlain (um dos fundadores do nacional-socialismo), os muçulmanos bósnios eram a visão ideal do europeu, pois eram gente humilde, trabalhadora e viviam rodeados por natureza e longe do capital sionista.

    Nada a ver com essa gente manipulada pelo Sionismo, que invade a Europa e não tem quase nada de bom a acrescentar.

    .

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  2. O radicalismo sunita foi criado pelos bilionários judeus logo após a primeira guerra mundial e instalado por meio da monarquia saudita.

    A arábia saudita contra Meca e Medina e é a influência principal do mundo muçulmano. Os sionistas controlam a cúpula saudita que lhes é submissa. O artigo abaixo é razoável para iniciação no tema:

    http://citadino.blogspot.com.br/2008/06/arbia-saudita-um-estado-fantoche.html

    O atual radicalismo wahabita é a forma perfeita para os judeus, através da Arábia Saudita, realizarem 3 objetivos:

    1-Desmoralização da religião Islã, a apontando como radical, violenta e "cafona". Justamente uma religião que tem como característica a facilidade em acolher indivíduos de diferentes povos e seria uma ameaça a dominação Sionista na europa, surge a tal direita européia e neocon: muçulmanos são o problema então a solução é tratá-los com dureza e fazer como Israel faz com os palestinos, ser um amigo de Israel;

    2-Dividir para conquistar, radicalizando a religião criaram os grupos fundamentalistas e o terrorismo. Isso impede a formação de estados nacionais fortes e seculares. A guerra atual entre Xiitas e Sunitas foi criada por Israel( entidade sionista)

    3-Migrações forçadas, com o islã radical surgem violências absurdas contra minorias e discordantes no oriente médio e áfrica. Isso gera migrações dos fugitivos em direção à Alemanha, Itália e França, os maiores países ancestrais da europa.

    O objetivo é a destruição racial dos nativos forçada pela miscigenação que a mídia judaica prega e a maior natalidade dos invasores. Um estado sem orgulho e nacionalismo é facilmente escravizado pela burocracia judaica e seu papel pintado(dinheiro, papel pintado)

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    1. Apenas lembro que se a natalidade é baixa aqui na Europa, é graças a nada mais nada menos que a implementação das ideias talmúdicas da contracepção, da dita "liberdade sexual", o "planeamento familiar", etc, etc. Porque no tempo dos meus avós a coisa mais normal era as famílias terem no mínimo de 3 a 4 filhos, a brincar. Os meus avós por exemplo tiveram cinco filhos.

      Isto faz tudo parte da combina para tentar eliminar o europeu. Mas talvez o tiro lhes saia pela culatra.

      O ponto 5 do "Projecto Aurora Vermelha" diz o seguinte :

      « 5.- Para nos assegurarmos a todo o preço do sucesso de uma tal empresa, façamos de maneira a que os nossos Agentes já infiltrados nos Ministérios dos Negócios Inter-Governamentais e da Imigração dos Estados-Nação façam uma aprofundada modificação das Leis desses Ministérios. Essas modificações terão essencialmente como objectivo de abrir as portas dos países ocidentais a uma imigração cada vez mais enorme dentro das suas fronteiras (imigração essa que nós mesmos provocaremos fazendo maneira que novos conflitos locais vejam o dia). Graças ás campanhas dos Média bem orquestradas na opinião publica dos Estados-Nação visados, nós provocaremos dentro desses Estados, um afluxo importante de refugiados que terá como efeito, a desestabilização da sua economia interior, e aumentar as tensões raciais no interior do território. Nós faremos de maneira que grupos de extremistas estrangeiros façam parte desses fluxos de imigração; o que facilitará a desestabilização politica, económica e social das Nações visadas. »

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  3. Concordo com praticamente tudo que o camarada Klaus colocou.

    Acrescento também a antiga luta entre o monoteísmo bíblico e paganismo mundial. Percebam que o ISIS se ocupa ininterruptamente de destruir o patrimônio pagão.

    Qualquer pessoa que se apega a Bíblia, em especial ao Velho Testamento, é um inimigo potencial do futuro da humanidade por toda propensão ao servilismo que encarnam.

    Reparem que nossos parentes que se tornam evangélicos, rompem em algum nível com a parte da família que não é evangélica, e colocam o pastor acima de tudo. O problema é que pastores, padres, protestantes ou católicos, estão sempre convergindo para a "Santa" Israel!

    Fanatismo religioso é um fator descomunal no apoio americano para Israel - por Por Glenn Greewald
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/05/fanatismo-religioso-e-um-fator.html

    O judaísmo não se mistura com o paganismo porque são opostos! E onde ainda não recebeu a bíblia não converge para a essência judaica feita para exportação que é a Bíblia.

    Alguns apontam que a virilidade, real, dos radicais islâmicos é uma salvação para a Europa, mas ao custo do que? De ter que se tornar um lacaio israelense como o ISIS é?

    Que virilidade é essa do ISIS que se encolhe contra Israel?

    O Hezbolah e o Hamas parecem respeitar muito mais os europeus que o ISIS e no entanto são diabolizados na mídia enquanto o ISIS passa em quase totalmente em branco na mídia no que se refere ao furor incutido nos leitores! Há muito mais leitores furiosos contra o Hezbolah e contra o Hamas do que contra o ISIS, e isso é resultado óbvio de como as notícias são direcionadas... criar antipatia a que se opõe à Israel.

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    1. Camarada, repare que os wahabbis de bandeira negra (ISIS, Al Shabaab, Boko Haram) são cruéis e odeiam todo mundo e criam leis bizarras onde governam. Parece que querem desmoralizar a própria religião...e nunca movem um dedo contra Israel, e sempre são facilmente derrotados por americanos e a OTAN.

      Eu acho que os muçulmanos que são confiáveis são os xiitas (iranianos e os libaneses do Hezbollah) e os nacionalistas árabes (partido Baath) e os palestinos. Esses daí abominam Israel mas não tem nada contra cristãos e árabes.

      Quem usa a bandeira negra da Jihad é filhote da Arábia Saudita e inocente útil dos sionistas.

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    2. Tannhauser,

      Tenho dito aqui que somente o Muçulmano é capaz de libertar a Europa da servidão Sionista, ou em suas próprias palavras, da condição de "lacaio Israelense" que a Europa atualmente é.

      Por quais motivos reitero que somente o Muçulmano tem essa condição, que emana do âmago de sua religião? Um deles você já apontou, o Cristianismo está aparelhado a máquina Sionista, principalmente a vertente Evangélica/Protestante, enquanto a Católica caminha para a ruína desde o II Concílio. Aponte-me uma resistência local que tenha "corpo", capaz de fazer frente a agenda Sionista. Seja ela (agenda) de ordem financeira ou cultural... Não há, exceto alguns grupos de ideologia Nacional Socialista, que vivem a margem da sociedade, não possuindo nem o "corpo" nem a autoridade para tal. Tão pouco as massas Europeias seriam capazes, pois já abraçaram a "nova cultura", e nem considerarei os Hooligans embriagados viciados em metanfetamina da Hogesa.

      Será o efeminado europeu que quebrará os grilhões que a Europa utiliza com tanto gosto? Nunca...

      A Europa e a "cultura branca" como muitos se referem, não está em risco, ela já está condenada, a Grande Meretriz dos Sionistas não só esterilizou seus filhos e vendeu suas filhas, como prostrou-se de bom grado.

      O EI não se encolhe perante Israel, mas também não o ataca deliberadamente, pois tem ciência que a guerra combatida em vários frontes é o caminho mais rápido para a autodestruição, como ocorreu com o III Reich.

      O desgaste de combater no Iraque, Afeganistão e Síria, seria triplicado com um novo fronte entre Israel e Egito. Estrategicamente não faz sentido, sem falar que geograficamente é impossível, tal empresa apenas minaria suas forças, embora o grupo Ansar Beit al-Maqdis, que é local mas filiado ao EI, ataque ambos.

      Todo esse alvoroço na mídia sobre o EI entrando na Alemanha junto aos refugiados, mas esquecem que eles já estavam lá.

      Maio de 2012, Solingen/Alemanha.
      https://www.youtube.com/watch?v=GQ0Qy6culmE


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    3. Pessoalmente não concordo. O Islão por si só e ideologicamente é mais ligado ao Velho Testamento do que o Cristianismo o é. Quem leu o Alcorão e quem estudou um pouco do que é o Islão, dar-se á conta que estamos em face de um "judaísmo arabizado". O Islão em si sempre foi mais acolhedor para com os judeus do que o Cristianismo o foi. A história está lá como prova.

      Não é por acaso que os judeus detestam o branco acima de tudo. Dos árabes cuidam eles bem e não se preocupam muito. Têm ideologias muito semelhantes, contrariamente ao Cristianismo cujas diferenças são mais amplas.

      O árabe e o judeu adoram o ouro, o homem germano, por natureza não precisa do ouro. Se o germano não se pode passar do ouro agora, foi porque deixou aos talmudes o trabalho que por natureza ele nunca se preocupou. Estes acabaram por impôr a ideologia da mercadoria. A mercadoria, o mercado, o mercador, o comerciante é algo próprio aos semitas e não ao homem germano. Portanto tanto o árabe como o judeu têm mais em comum do que o branco tem com eles. O que naturalmente e pelas leis da natureza, só o germano poderá acabar com a baixeza do judeu.

      «« A natureza tolera durante muito tempo, muito tempo, as violações das suas leis. Mas um dia, para muitos o último, ela leva de um sopro o que cessou de ser viável. Assim desapareceram as sociedades mestiças das civilizações decadentes. Assim desaparecerão as sociedades mestiças modernas. »» Amaudruz Gaston-Armand

      Boas

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    4. Este é um assunto delicado, as duas religiões estão ligadas ao VT, mas evidentemente o Cristianismo dá maior ênfase ao NT. Logicamente os semitas terão mais em comum do que o branco.

      Estou falando em termos atuais, não históricos. Hoje em dia o Cristianismo (o que restou dele) é subserviente ao Sionismo, diferente do Islamismo e das próprias posições no passado. Historicamente até o próprio Judaísmo se opôs ao Sionismo.

      Não foi o comércio, que deu ao Sionismo o poder sobre a Europa, apesar dos cartéis de comerciantes judeus serem uma realidade, mas sim a usura, que permitiu a tomada da riqueza Europeia pouco a pouco, até deixar a Europa de joelhos.

      O Cristianismo vê a usura como aceitável, enfim, é mais tolerante. Na Sharia a usura é condenada, seja ela para muçulmanos ou não. No judaísmo ela é permitida desde que para os gentios.

      “E se não deixais a usura, sabeis que Allah e Seu Mensageiro vos declararão guerra. Mas, se vos arrependerdes, tereis direito ao capital original, desta forma não oprimireis e nem sereis oprimidos” (Baqara, 2: 279)

      Não vejo uma saída para a Europa, das garras Sionistas, além do Muçulmano. O Europeu comum dorme, o desperto não tem o ânimo necessário, mas o Muçulmano possui. Consequentemente a Sharia seria a solução, mesmo que temporária, para reparar o dano causado, e permitir que a Europa possa respirar um pouco, pois se continuar dessa forma irá afundar.

      https://hgsrs.files.wordpress.com/2013/06/sharia-law-zone.jpg

      O Europeu aceita a agenda cultural que lhe é imposta nas mídias e nas universidades, sem resistência.

      Um exemplo...

      Cristãos:

      https://www.youtube.com/watch?v=CZDhjQ3gLpw

      https://www.youtube.com/watch?v=bCP75BU1Py4

      Muçulmanos:

      https://www.youtube.com/watch?v=XAM1zlghNSM

      É apenas um exemplo do problema moral e cultural que o Europeu não consegue combater, mas não só o Europeu, como todo o Ocidente.

      Talvez eu esteja errado, mas no momento não vejo outra saída...

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    5. O teu ponto de vista defende-se e muitos analistas pensam o mesmo. Pessoalmente sempre fui contra. Sou contra porque deve-se pôr a seguinte questão :
      - Quem tudo fez para esmorecer a identidade europeia ? Foram os talmudes.
      - Quem pilota a invasão imigratória ? São os talmudes.

      Os talmudes são umas ratazanas que atacam sempre por proxy. E são eles que comandam esta invasão. Portanto vejo muito mal como eles poderão levar p'rá frente um plano que os aniquilará. Ao contrário, a invasão afro-muçulmana só poderá beneficiá-los e nunca os desfavorecer.

      Já tinha pensado sobre o caso da implementação da Sharia. Sim, chego a desejar que a Sharia faça uma boa varredura nas nossa sociedades. Mas se são os próprios talmudes que comandam esta invasão, em que aspecto a Sharia iria desfavorecê-los ou favorece-los ? Desfavorecê-los é que não iria de certeza. De outra maneira não faria sentido que favoreçam esta invasão. Muito andei ás voltas com o assunto. Só há uma resposta possível: " a semelhança entre " as leis talmúdicas e islâmicas".

      Do meu ponto de vista, não se pode compreender o que se passa agora sem no entanto recuarmos na história. Não vamos andar aqui ás voltas, mas vou apenas recuar 17 anos atrás quando um talmúdico dizia o seguinte:

      «« A Alemanha deverá abrir-se á imigração para compensar o défice demográfico actual. Dever-se ia fazer com que parte da população estrangeira naturalizada atinja um terço da população nacional, e cerca de metade nas cidades. »» Jacques Attali em 1998...

      Os muçulmanos sem o saberem, estão a ser manipulados. Os muçulmanos só poderão se emancipar do poder talmúdico se tiverem um líder com muito carisma. Há muçulmanos que sabem muito bem que tudo isto é uma trama talmúdica. Eles são poucos assim como muitos de nós somos poucos também a ter consciência desta trama. Uma aliança entre estes poucos germanos e árabes seria o mais desejável, mas mesmo aqui ponho algumas reticências, pois a mentalidade Islâmica é a de subjugar todo o mundo. É que depois de cá estarem só sairão pela força e nunca de livre vontade.

      Quando falava no "ouro" era um termo genérico para designar tudo o que roda a volta do comércio, incluindo a "usura". Diz-se que o Islão não tolera a usura...mas os escritos não correspondem á história. Joseph Nassi adquiriu uma enorme fortuna sob o jugo da Sharia, no Império Otomano. Este marrano expulso das Ibérias, tantos favores e graças teve do Sultão. Usurário e ladrão conforme as leis do talmude, não se fez rogado para roubar pela usura os pobres muçulmanos e enriquecer-se ele mesmo e aumentar a fortuna do Sultão. Com tamanha fortuna adquirida, começa a financiar o começo da queda do Império Espanhol, a libertação da Holanda. Tudo por vingança. Os talmudes sempre que podem, vingam-se sempre dos países dos quais foram expulsos...

      Sobre os vídeos, porque é que os cristãos nada fizeram e os muçulmanos foram agressivos ? Porque os muçulmanos eles sabem muito bem que são protegidos pelo sistema. Sistema este comandado pelos talmudes. Se algum cristão ousasse fazer algo, seriam logo culpabilizados por não respeitarem os direitos do homem, a livre expressão etc, etc, e seriam notícia em todo o mundo e certamente teriam de responder ao tribunal por atento á livre expressão. Se fosse um muçulmano a recusar-se a assinar o casamento homo lá nos Estados-Unidos ele iria em prisão como o foi a mulherzinha cristã ? Claro que não lhe aconteceria nada. Nem tão pouco seria noticiado. Quando os países árabes eram colonizados pelas potências europeias, desde quando eles procediam contrariamente ás leis impostas pelos europeus ? Nunca. Eles subiam sim a agenda cultural imposta pelos colonizadores e sem reclamações. Aqui procedem da maneira que eles querem porque o sistema é por eles e em caso de necessidade contra quem é contra eles.

      Estes são uns poucos pontos pelos quais não defendo esse ponto de vista. Mas sim, muita gente defende o teu ponto de vista. Existem grupos nacionalistas que o defendem e não só. Pessoalmente sou contra.

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    6. Os talmudes pensaram tudo tão bem, que não nos é deixada escolha para além das seguintes : contra o Islão ou a favor do Islão. TU és a favor, eu sou contra. Tanto eu como tu somos victimas deste jugo que nos força pela força das circunstâncias a não pensar nada mais nada menos que para além do "contra" ou a "favor". Os talmudes são ratazanas muito maliciosas. Vivem no esgoto e só saem da toca na escuridão. A engrenagem é tão bem concebida, que apesar de tudo, deve-se reconhecer que foi obra de génio. Um génio do esgoto. A coisa consiste em encontrar soluções para sair desta engrenagem.

      Boas

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    7. Entendo, Ervilha...

      Eu vejo dois erros estratégicos ao trazer o muçulmano a Europa, do ponto de vista Sionista. Trazendo-os, acelera o multiculturalismo, se os imigrantes abraçarem os "valores" que regem a Europa, o estilo de vida, etc... Caso contrário, (os muçulmanos mantiverem-se fiéis a religião), produz o mesmo efeito dos judeus a viverem em guetos de acordo com seus costumes, ao mesmo tempo que buscam erradicar a podridão cultural e moral europeia. (Sharia)

      Pode-se combater esse último fator demonizando os muçulmanos para gerar conflito entre os europeus. "Ou abraça "nossa cultura" ou vá embora", através da oposição controlada, como ANTIFA, Feministas, etc... O problema aqui é que, ao fazer isso, pode acordar o Nacionalismo. Muitos Europeus não falam, mas estão fartos de viver nesse estado, com um empurrãozinho certamente apoiariam os Nacionalistas.

      Estrategicamente o Muçulmano pode utilizar dessa carta do politicamente correto para levar a diante a Sharia, Jihad, etc. Um salvo-conduto que traz mais dano ao Sionismo do que o favorece.

      Por exemplo: Na Suécia, escolas em locais habitados por muçulmanos se negam a receber sobreviventes do holocausto, pois os mesmos não acreditam na narrativa oficial.

      Imagina o dano disso sobre toda Europa? O holocausto é a principal arma para a subserviência política Europeia. Graças ao Muçulmano tal subserviência pode ser quebrada. É como um erro lógico no Sistema Sionista.

      Diretrizes;

      Politicamente Correto -> Negar o holocausto é crime e deve ser punido.
      Politicamente Correto -> Proteger o imigrante árabe a todo custo.

      Árabe negando o holocausto -> Oy Vey, ERRO!

      Estes seriam os "loopholes" que quebrariam a agenda Sionista ao invés de favorece-la.

      Na Sharia não teria vez para os agentes corruptores Sionistas, nem seus meios de propagação, como a mídia e universidades e tanto o Judeu como o Cristão podem conviver harmoniosamente dentro da Sharia, exceto os Sionistas.

      Uma Europa Islâmica é mais saudável a uma Europa Sionista, a Jihad é mais compatível com o espírito militar germânico do que a subserviência pacífica que transformou-se o Cristianismo ou o efeminamento secular.

      O poder financeiro Sionista (usura) e cultural (mídia e universidades) é enorme, mas político é falho, por isso utilizam "proxies".

      Os mesmos proxies que governam o mundo árabe, dizem adotar a Sharia, mas permitem o mesmo sistema financeiro da usura e negociam com o Ocidente em dólares e não fazem nada contra a opressão Israelense na Palestina.

      A solução para sair dessa engrenagem é simples, deixar que a agenda continue, quando os Muçulmanos se revoltarem contra o Sistema, que os Europeus façam o mesmo, aí teremos o despertar do Nacionalismo e das "forças ocultas" que adormecem na alma do Europeu. Algo como a Divisão Handschar e o Nacional Socialismo nos velhos tempos.

      Sem o Muçulmano não é possível, ele é o "loophole" na agenda Sionista.

      Uma coisa é certa, o poder Sionista é frágil, não é tão poderoso nem obra de homens sábios infalíveis, isso seria como acreditar em Santa Klaus. (Pai Natal). Ele pode ser combatido e derrubado por terra se empregada a vontade correta.

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    8. Seria sem dúvida um tema que não teria fim. Ver os eventos que se passam por esse prisma, defende-se e sustenta-se á condição que um líder muito carismático guie os muçulmanos. Porque os muçulmanos são muito divididos com as suas variantes e correntes de pensamento islâmico como também grandes divisões étnico-tribais. Por exemplo na África sub-sahariana é uma autêntica confusão entre etnias muçulmanas. E podemos percorrer todos os países árabo-muçulmanos que vamos sempre encontrar este tipo de conflitos. Excepção feita ao Irão, pois estes são Persas e não árabes. O persa é quase como o germano, vê longe e não se atarda no instante como o árabe ou o africano. São características próprias que lhe conferem reivindicação e contestação, está no sangue, isto contrariamente ao árabe ou africano cujas características são completamente opostas: são submissos. Sendo o africano mais submisso que o árabe se tivermos de fazer uma escala.

      Podemos assim compreender o porquê dos talmudes desejarem a eliminação dos persas. A eliminação do germano está em curso, do menos pensam eles que sim. Mas vai-lhes sair o tiro pela culatra e vão pagar caro. Para imporem uma hegemonia sem precedentes, terão de se livrar tanto do persa como do germano, pois serão sempre contestatários e poderão provocar uma revolução a qualquer momento. É-lhes mais favorável e fácil terem tanto o árabe como o africano nos seus planos para substituir a população germana. A religião Islâmica pode ser moldada, como já o é com o Wahabismo, segundo uma visão favorável aos talmudes. Não é por acaso que tanto os Qataris e Sauditas investem milhões e milhões nos países europeus, tanto em proselitismo intelectual, como na construção de Mesquitas, em grandes Empresas, escolas,etc,etc. Ainda há pouco tempo os Sauditas ofereceram-se para construir 200 Mesquitas na Alemanha.

      Nós devemos raciocinar para além do que os eventos nos deixam pensar. Deve-se encontrar a causa das causas. O quem, o porquê, o quando. Estes talmudes, tentam sabotar a actividade mental do germano por todos os meios, desde a escola até á idade adulta. Quanto mais confusão houver, mais proveito a ratazana do esgoto terá. A miscigenação imposta, tem como consequência enfraquecer o sangue reivindicativo e contestatário do germano, pois são os únicos que podem varrer esta podridão judaica.

      Isto para concluir que os muçulmanos podem sim ser uma boa alavanca para o germano, á condição que sejam liderados por um germano e não um árabe ou africano. Aqui lembre-se da história, pois foi exactamente Hitler, um germano, que liderou os muçulmanos em tempos não muito longínquos...não vejo outro meio...mas talvez existam outras possibilidades a ser exploradas para além desta.

      Boas

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    9. A situação Europeia nunca chegará a uma conclusão se ficarmos a fazer rodeios buscando causas, motivos, etc. Como você disse, "não nos deixaram escolhas", logo, temos que jogar com o que temos.

      O Espírito combativo da Alemanha já não existe, está soterrado há um bom tempo, e a cada geração se esvai. Felizmente existe o Salafismo, se a imigração fosse composta por muçulmanos moderados ou apenas árabes seculares, não haveria saída. É necessário haver um foco de revolta contra o sistema para quebrar a ordem estabelecida e despertar o Espírito Europeu.

      Particularmente eu considero os Europeus mais fáceis de subjugar, a Europa pagã foi subjugada pelo Cristianismo, e depois pelo Secularismo Messiânico. Tanto é que a Nova Ordem Mundial foi encabeçada a partir dela. Os povos Eslavos, p.ex, carregam esse nome devido ao termo "Slaves". (escravos)
      Enquanto no O.M só foi possível a dominação através de regimes militares.

      Vejo muito mais um espírito combativo nos árabes e africanos do que nos germânicos atuais. As revoltas em solo Europeu, contra o sistema, ocorrem justamente nas comunidades muçulmanas. De resto, são todos submissos.

      Tirando o Muçulmano, quais outras possibilidades restariam?

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    10. O "salafismo" ? O nome "Salafismo" nada mais é que a forma de expressão politicamente correcta que oculta o "Wahabismo". Correcto será, tal e qual o entendemos hoje, através da expressão "salafismo", dizer-se "salafismo-wahabita", ou simplesmente wahabismo. Temos 4 escolas de jurisprudência islâmica. O que vem fazer o "salafismo" lá dentro ? Ou melhor: o que vem fazer o "salafismo-wahhabita" lá ? Aceitá-lo seria considerar todas as 4 escolas islâmicas que existem bem antes do "wahhabismo" como erradas.

      Lembro que o wahhabismo é uma heresia islâmica nascida no séc.17. Muito tardia em relação ás 4 escolas islâmicas. Consequentemente não faz parte do Islão verdadeiro.

      O Wahhabismo é uma ideologia similar ao Sionismo. Ela destrói todo o traço civilizacional, todas as culturas ancestrais por onde passa. Pode-se notar isto na destruição dos monumentos na Síria, dos túmulos até então preservados pelas 4 escolas tradicionais de jurisprudência durante séculos e séculos. Assim o deseja o Sionismo igualmente. Tanto um como outro trabalham para o mesmo objectivo: destruição de todo traço de cultura, de civilização, de identidade nacional, de maneira a criar uma massa homogénea, tanto no plano cultural, racial, identitário, de obedientes escravos ás elites oligárquicas.

      Inúmeros Sheiks Islâmicos já condenaram esta heresia. Tenho especial atenção pelo Sheik Himram Hossein que gosto muito de ouvir. Al-Qaida, Estado-Islâmico, são grupos terroristas de ideologia salafo-wahhabita. Já imaginaste essa ideologia dominar o Islão existente na Europa ? O resultado seriam crianças violadas, degoladas, e adiante. Portanto o Islão proíbe a morte de crianças, idosos e mulheres...é este o Islão distorcido que se está a implantar perigosamente na Europa. É este tipo de Islão herético que se nomeia Salafismo.

      Não creio que tanto o africano ou o árabe sejam mais revoltantes que o branco. A sociedade actual tenderá sempre a exaltar e defender todas as etnias desde que não sejam brancas. Daí se ter a impressão que estas sejam mais revoltantes. Sabem que o sistema é por elas. Toleram o politicamente incorrecto á condição que não seja uma acção do branco. Nas Mesquitas existentes na Europa, não todas, e aliás tens muitos e muitos vídeos que o provam, prega-se a intolerância, a morte dos khoufars (infiéis), etc, etc. Que faz o Estado ? Nada! Que vaia um branco fazer uma tal pregação numa Igreja ? No dia seguinte a Igreja é fechada! Ainda hoje escrevia um artigo, no qual metia á luz o neologismo "anti-semita", termo ao qual se junta o de "nazi" quando se trata de um branco mas quando é questão de um árabe ou negro, apenas se diz "anti-semita" mas nunca se ajunta o de "nazi". Teremos sempre dois pesos e duas medidas consoante a pessoa seja branca ou não. A diabolização de um e a exaltação de outro. E isto seja em que situação for. Reparemos numa coisa, no geral, quase todos os pensadores que vão a contra-corrente da ideologia são intelectuais germanos. Estes nunca aparecem, ou muito raramente, nos grandes-médias. E quando aparecem é para realçar o feito de serem "anti-semitas", ou "racistas". Nada mais. Isto significa que o sangue reacionário ainda lá está apesar das elites o tentarem abafar. Lembremo-nos que a civilização europeia já sofre de uma desculturalização lenta desde os anos 60. As outras civilizações, seja africana, árabe ou outra, foram preservadas. Daqui compreende-se que interessa aos talmudes sobretudo se atacarem no ponto de onde pode surgir uma revolta.

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    11. Veja-se o seguinte; 300 manifestantes em Paris no último 25, 150 manifestantes em Lisboa há duas semanas atrás. Proporcionalmente á população, a manifestação em Lisboa foi mais expressiva, pois só temos 10 milhões de habitantes comparados com os 66 milhões de França. No entanto intelectualmente, a manifestação francesa fica acima da portuguesa. Cada um á sua maneira, segundo as suas capacidades, mas o bárbaro da floresta começa a acordar. E estou certo que ele vai sair do sono aos poucos. Ele dorme aqui dentro de nós, está no sangue de todo o caucasiano, esteja ele em que parte do mundo estiver.

      Se escolheram a Europa para o começo da NOM, foi certamente mais o medo de tentarem evitar mais uma revolução tipo hitleriana que por outro tipo de escolha. Quando se deseja atacar a um problema, vai-se á raiz do problema. E o problema é a Europa. A raiz do problema, é a raça branca.

      Se "eslavo" significa "escravo", então o que significa "Islão" ? Qual a diferença entre um "escravo" e um "submisso" ? Tanto um como outro estão sujeitos de boa ou má vontade á autoridade de alguém ou de algo. Não podemos então ir por aí.

      O Cristianismo faz parte integrante da identidade Europeia. É um feito inegável. É histórico. O secularismo messiânico não faz parte da identidade europeia. Se o fosse, certamente as nossas sociedades não seriam decadentes.

      Para além do muçulmano que possibilidades existem ? Não te sei responder, só sei que nós não precisamos de muçulmano algum. Eles que retornem cada um aos seus países. Querem passar do camelo ao Mercedes á custa do trabalho do branco ? Terem casa á borla enquanto o branco paga tudo com o seu suor ? Eu estou unicamente de acordo para se receber os refugiados sírios, crianças, idosos e mulheres e suas famílias. Esses jovens todos aí que desembarcam, que retornem ás terras deles. São cobardes. Os Palestinos apesar de tanto sofrimento, não abandonam a Palestina, estes são os verdadeiros muçulmanos. Que pensar que esta cobardia toda vem aqui sugar o nosso trabalho e suor ?

      Boas

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    12. A Europa está afundando pois lhe falta um "Salafismo", voltar as raízes, eliminar o que o "liberalismo moderno" trouxe.

      Aqui está a confusão entre o Wahhabismo e o Salafismo, embora os Wahabbis denominem-se Salafistas, na verdade não o são, é mera alcunha visando dar legitimidade a Casa de Saud. Ibn Taymiyyah, esse sim foi Salafista, o que vem da Casa Saudita está mais para seita. Possuem um relacionamento promíscuo com o Ocidente, da mesma forma que a maioria dos governantes árabes (Madkhalis). O Cristianismo e suas instituições foram tomadas de assalto silenciosamente, as instituições Muçulmanas da mesma forma, os líderes que hoje governam o mundo árabe nada tem a ver com o Islã (Murjiah), por consequência, os líderes do Ocidente nada tem em comum com o Cristianismo.

      Identidade Europeia é o paganismo, este estava lá antes do Cristianismo, que assim como o Islã é semita. Não há mais tempo a Europa, ou o Europeu desperta sua intolerância ou será aniquilado silenciosamente, ou ele se torna radical em seus princípios ou sucumbirá.

      Quando o caos irromper pela Europa será a oportunidade para o Europeu quebrar os grilhões que o prendem. Os estrangeiros são necessários, seja para servir como fator unificador para o Europeu (ameaça externa, mais para interna no caso) ou para lutar contra o establishment.

      O que há de errado em sustentar mais alguns semitas? Há séculos sustentamos os Rothschild & Cia. Brincadeiras a parte, o que não devemos fazer é atacar as consequências (imigrantes) e deixar de lado as causas do problema. Deve-se articular com os Salafistas, pois há um inimigo em comum. Somente assim para sacudir o jugo Sionista que hoje formam os governos da Europa e Oriente Médio.

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    13. Eu dou-te inteiramente razão e é o meu ponto de vista, que não se deve estigmatizar o imigrante, pois fazendo-o, apenas se está a desviar a atenção dos poderes talmúdicos. Razão pela qual não vejo inconvenientes em acolher os sírios, conquanto sejam verdadeiros sírios, como citado no comentário precedente. Pois essas pessoas sofrem verdadeiramente e estão em risco de vida ou morte.

      Se a identidade europeia antes foi o paganismo, assim então o Islão não se pode auto-intitular como alternativa alguma, visto que antes do Islão, reinava também o paganismo, se crermos nos escritos islâmicos.

      O Salafismo tal e qual é compreendido hoje é intrinsecamente ligado ao Wahabismo, ligado aos Saoud, sendo estes mesmos Sabbataistas. Existe um artigo muito bom no FAB que explica isso. É inútil tentares explicar o que é o Salafismo ás massas muçulmanas, o que entendem é uma forte ligação com o Wahabismo. Na França por exemplo tens escolas, mesquitas, empresas, mesmo o ensino da língua árabe, e mesmo da história Islâmica em detrimento da história francesa! Tudo financiado e influenciado pelos países do Golfo. Vai lá tentar dizer-lhes que o Salafismo não tem nada a ver com o Wahabismo ? És logo corrido ao pontapé, és massacrado. Portanto como vês, é o Wahabismo que se instala na Europa, cuja cobertura dá pelo nome de Salafismo.

      O caos na Europa é desejado pelos Talmudistas assim como a suposta conquista Islâmica :

      http://desatracado.blogspot.com/2015/09/imigracao-massiva-um-golpe-de-estado.html?showComment=1441565188630#c7051216784244711677

      É raro o muçulmano que veja profundamente a problemática de termos um inimigo em comum. Não esqueças que os judeus sempre foram muito bem recebidos pelo Império Islâmico, contrariamente aos países Europeus que os expulsavam. Há uma convergência semita inexplicável. Há quem lhes chame "o sangue da serpente"...

      Boas

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    14. Antes do Islã reinava o paganismo, também o Cristianismo e o judaísmo, vindo o Islamismo ser a síntese. Assim como foi útil a época, seria útil a Europa, para colocar ordem na casa. O ideal talvez fosse uma Europa Cristã, mas devido as circunstâncias, não creio que o Cristianismo tenha força de se impor novamente, ou quem sabe algo totalmente livre de religiosidades, porém, nesse sentido, creio eu que a Europa degeneraria ainda mais, uma vez que sem o freio moral, o Sionismo faria a festa (mais do que já faz).

      Tem razão quando diz que o Salafismo, como hoje é entendido, é ligado ao Wahhabismo da casa de Saud, porém o Salafismo é contrário ao Wahhabismo. Os Salafistas da Europa tem a consciência que os Sheiks Sauditas, em sua maioria, veneram a Casa de Saud.

      No geral, o Islã recebe muito bem o "povo do livro", desde que paguem Jizya e mantenham seus ritos privados. Porém atualmente existe uma animosidade contra os Sionistas, semelhante as animosidades que culminaram na destruição da tribo judaica, Banu Qurayza, e expulsão dos Banu Nadir.

      Segundo o link que você postou, esse movimento Sionista na Europa tem uma motivação Messiânica?

      Não sei dizer se tais eventos teriam alguma relação com a vinda do Messias, muitos eventos que ocorreriam somente com a vinda do Messias já ocorreram, como o retorno para a terra prometida. Mas pode-se argumentar que as bordas de Israel atualmente não são as mesmas descritas no Tanach, logo o retorno não teria se cumprido ainda.

      Meu conhecimento Talmúdico não é lá essas coisas, e como um bom goy, não me atrevo a espiar as Leis. Alguns Muçulmanos até acreditam que o Mahdi é também o Messias dos judeus, mas aí nos perderíamos discutindo sobre algo que nem mesmo as autoridades das duas religiões conseguem chegar a um consenso, o que não deixa de ser um assunto interessante.

      A convergência é completamente explicável entre o Islã e o Cristianismo com o judaísmo, pois possuem a mesma base, são religiões Abraâmicas. Contudo, ao mesmo tempo que convergem, se repelem. Antigamente os Cristãos expulsavam os judeus, tanto pela animosidade gerada pelo deicídio, tanto pela usura praticada. Hoje em dia os acolhem como irmãos mais velhos, o Povo Escolhido, e assumem uma postura de prostração total.

      Em determinados momentos, você verá que Islamismo e judaísmo convergem, em outros, a convergência é entre Islamismo e Cristianismo, e até mesmo entre Cristianismo e judaísmo.

      Na Idade Média a convergência era entre Islamismo/judaísmo x Cristianismo. Os judeus encontravam segurança em terras Muçulmanas, onde não sofriam perseguições e mantinham manter suas riquezas apenas pagando Jizya, como os Cristãos. Com a ascensão dos banqueiros judeus, se configurou entre Cristianismo/judaísmo x Islamismo.

      Atualmente estamos caminhando para uma indefinição. Embora o Cristianismo permaneça com o judaísmo, o Islamismo vem ganhando espaço na Europa. O judaísmo que com o passar dos anos vê a aliança com os Cristãos definhar, tenta recuperar o apoio colocando os Cristãos contra os Muçulmanos. Uma vez que a aliança judaico/Muçulmana como nos velhos tempos está longe de ser uma realidade, e também, não faz parte de seus interesses.

      Se os Sionistas querem o chaos sobre a Europa, nesse caso estou de total acordo com eles, isso bastará para despertar as forças Europeias que eles colocaram a dormir com tanto zelo, só que dessa vez eles não escapariam. Já pode ver os sinais do despertar em toda a Europa, o que em boa parte, foram os Muçulmanos que tomaram a iniciativa.

      Mas não acredito que os Sionistas se arriscariam a esse ponto, a agenda atual deles possui muitos pontos falhos que podem ser revertidos contra eles facilmente. Talvez a certeza da impunidade ou altivez os tornaram audaciosos a esse ponto. A situação é tão desfavorável (aos Sionistas) que até o Trump reconhece que uma revolução na Alemanha, devido os atuais acontecimentos, é iminente. Pode ter certeza, que uma vez iniciada, se espalharia por toda Europa.

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    15. Caro camarada, todo o movimento sionista, talmúdico, judaico, ou lá o
      que se lhe queira chamar, tem como pano de fundo o messianismo. É a
      chave principal para se compreender o que se passa hoje. Eu não sou a
      pessoa competente para te explicar isto, mas não posso de deixar de te
      aconselhar a leitura de Youssef Hindi, um historiador muçulmano
      sunnita, e Hervé Ryssen, nacionalista francês, que explicam isto ao
      detalhe. Há sempre algo mais para lá do aparente ou do resultado
      lógico de feitos aparentes.

      Tens aqui um longo artigo de Hervé Ryssen, dividido em 5 partes, que
      te explica tin tin a chave para se compreender tudo :

      http://www.toqonline.com/blog/herve-ryssen-part-1/

      Os talmudistas arriscam-se, porque são eles que controlam o Islão
      através do Wahhbismo.

      Esqueci-me de te dizer, que essa das profecias, não passa de mentira.
      Não há nada na Bíblia que diga que os judeus voltem á terra prometida
      antes da vinda do Messias. Razão pela qual tens judeus anti-sionistas,
      que denunciam o roubo das terras palestinas.

      Boas

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    16. Obrigado pelos links e referências, irei dar uma olhada!

      O Wahhabismo de fato é muito útil ao Sionismo, pois traz os princípios de que o Muçulmano não pode se rebelar contra seus Governantes. Nessa condição mantém-se o "status quo" com seus títeres, que governam os países árabes.

      Concordo, o retorno a terra prometida só se daria posteriormente a vinda do Messias. O Estado de Israel é obra do "Messianismo Secular". Encontraremos junto a estes grupos, a noção de que o Messias não é uma única pessoa, mas sim, consiste no corpo de toda comunidade judaica, o Messias é o Povo Judeu. Também encontraremos interpretações de que o retorno seria somente possível quando os judeus tiverem "6 milhões a menos". Por isso a insistência com 6 milhões desde a I Guerra.

      Enquanto os judeus aguardam a vinda do Messias de acordo com as vontades Divinas, os Sionistas assumem a responsabilidade, e realizam as profecias como Comunidade judaica, que segundo eles, é o Messias.

      Quando eu disse que o Sionismo se arrisca nesse movimento na Europa, não estava referindo aos Muçulmanos em geral, até porque muitos dos imigrantes nem se quer praticam o Islamismo, estão imersos em vícios. Mas sim ao risco de mover estes estrangeiros e despertar o Nacionalismo dos Europeus. Claro se despertar o Nacionalismo e catalisar isso aos movimentos controlados pelos Sionistas, nada mudará.

      English Defence League (JDL) Bagida, Pegida, Hogesa, etc...
      http://www.counter-currents.com/wp-content/uploads/2013/03/edlrally.jpg

      Porém, há o risco, e grande, do despertar de forças Nacionalistas autênticas.



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  4. Vejamos como seria fácil acabar com toda essa onda massiva de imigração ...
    https://www.youtube.com/watch?v=peHkeZspAjA

    Cobalto

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  5. Prezado Toedter!
    Concordo com seus pontos de vista, apenas me permita fazer uma correção da forma mais educada possível. Os egípcios eram homens de raça vermelha, uma das mais velhas do mundo, e, como sabemos, desprezavam os africanos e asiáticos, em geral, considerados inferiores. Devo recordar ainda que por "asiáticos" eles misturavam todos os povos que viviam a leste do Vale do Nilo, incluindo aí os detestáveis Hapiru, mais conhecidas pela Bíblia Sagrada como hebreus. Estes Hapiru se tornaram ainda mais odiados quando penetraram na Ta Meri -a Terra Amada, como era chamado o Egito-, por volta do século XVIII a.C., no final da XII Dinastia, e ali serviram como esbirros dos Heka-Chesut. Muito provavelmente já havia Hapirus vivendo no Egito muito antes disso e estes se uniram rapidamente com os recém-chegados para oprimir seus antigos vizinhos e amigos. Eis o motivo pelo qual os hebreus disseram que viveram quatrocentos anos naquele país.

    Meus sinceros respeitos pelo seu excelente trabalho! Salve e Vitória!


    Fábio Siqueira Batista

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    1. O bastardo Kalergi já não é vivo para ouvir essa correção...

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  6. Supremacista judeu sionista busca a exterminação da Áustria e Europa – por David Duke
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/09/supremacista-judeu-sionista-busca.html

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  7. Raça, disgenia e a sobrevivência do Ocidente – Uma entrevista com Richard Lynn
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/09/raca-disgenia-e-sobrevivencia-do.html

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  8. Quanto ao Orbán, uma correção: ele não é o presidente da Hungria, e sim o premiê.

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  9. O texto completo de "O Governo Secreto Mundial ou Mão Invisível":

    https://archive.org/stream/TheSecretWorldGovernmentOrHiddenHand/13065735-The-Secret-World-Government-or-The-Hidden-Hand-The-Unrevealed-in-History-Paperback_djvu.txt

    Cobalto

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  10. Sem comentários...

    http://gangdaervilha.blogspot.pt/2015/09/bnai-brith-apoiam-imigracao-atraves-da.html

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