29 de maio de 2015

JORNALISMO INVESTIGATIVO

O chefão do serviço secreto convoca o agente X-9 ao seu gabinete e o interpela: Mandei o senhor vigiar os JORNALISTAS INVESTIGATIVOS. Quero saber por que o senhor até agora não fez seu relatório? O agente X-9 responde: Desculpe chefe, mas não encontrei nenhum... Ouvi essa blague outro dia num programa satírico e agora pergunto aos meus leitores se não é isso mesmo o que acontece. Sumiram, acabaram com aquele jornalista que não dava trégua, fuçava atrás dos bastidores, não se conformava com fatos nebulosos, não esclarecidos. Se não, vejamos:

Já se passaram mais de sessenta dias desde que morreram em acidente de avião 150 pessoas. Isto em plena Europa. Em menos de 24 horas as autoridades decretaram que a causa do acidente foi a instabilidade emocional do copiloto que resolveu se suicidar, derrubando a aeronave que dirigia. Ele se matou de maneira absolutamente original e levou consigo mais 149 passageiros e tripulantes. Só pela lógica fica evidente que é mais que impossível solucionar uma ocorrência destas em tão curto prazo. Mas este “prato cheio” não chegou a sensibilizar qualquer jornalista, trabalhador da INFORMAÇÃO. Nenhum órgão de formação da opinião pública revelou ter entre os seus colaboradores um daqueles verdadeiros pesquisadores da notícia. Daria para encher páginas com as dúvidas que o acidente do GERMANWINGS D-AIRX deixou sem resposta. Vou exibir apenas algumas e suscintamente.

Terrorismo – Desde setembro de 2001 temos aí o primeiro suspeito de planejar ou praticar qualquer ato de violência. Mas neste caso poucas horas depois do crash e antes que equipes de socorro pudessem chegar ao local do desastre, os primeiros ministros Merkel (Alemanha) e Hollande (França), bem com a administração Obama (USA) se apressaram a comparecer às telinhas e microfones para declarar que a possibilidade de ataque terrorista estava excluída. Atitude surpreendente.
Mirage – Na hora e local do acidente testemunhas, inclusive o prefeito de Meolans Revel, viram dois ou três aviões de combate da força aérea francesa em voo de ida e volta. O que estavam fazendo ali?
Aviso de emergência – Apesar de depois ter sido negado foi divulgado (Spiegel Online, CNN) de que fora captado um sinal de emergência. Um suicida não pede socorro.
Explosão e fumaça – Testemunhas afiançaram terem ouvido explosão ou explosões. Uma declarante disse ter visto fumaça saindo do avião.
Black Box – De início noticiaram que acharam a Caixa Preta, porém sem o dispositivo gravador dos dados. Até mostraram algo como uma caixa metálica toda amassada. Muitos dias depois noticiou-se que teriam achado a Caixa Preta (agora completa) e que os dados estariam confirmando tudo que haviam dito. Mostrou-se a imagem do objeto preto, preto mesmo (não devia ser vermelho?), todo encalacrado, como se tivesse acabado de ser desenterrado por arqueólogos. Os dados da Black Box do MH17 abatido sobre a Ucrânia estão sendo analisados até hoje pelos peritos na Holanda.
Gravador de Voz – Este foi logo achado e gravou inicialmente só a respiração do copiloto(?), mais tarde isto foi completado com sons de batidas e gritos. Alguma coisa foi divulgada na internet, mas gerar deduções é preciso que se tenha muita imaginação.
Machadinha – O piloto, trancado para fora da cabine, teria tentado arrombar a porta com auxílio de uma machadinha (vide batidas). Impõe-se a pergunta: onde é que ele teria encontrado tal instrumento a bordo de um avião de passageiros onde hoje até a presença de uma liminha para unhas é proibida?
Destroços – Há que se duvidar de que o impacto de um avião no solo, mesmo numa elevação do terreno e por maior que fosse, tivesse a capacidade de desintegrar a aeronave de tal forma, em milhares de minidestroços e, ainda, espalhá-los por uma área tão vasta e acidentada. Nem mesmo o local onde teria se dado o impacto foi identificado.
Vítimas – Em caso de acidente aéreo a mídia sempre destaca em seus noticiários o resgate e posterior identificação das vítimas. Basta lembrar o caso do Boeing 777 da Ucrânia. Até um trem com vagões refrigerados entrou em cena. As vítimas do GERMANWINGS 4U9525 não mereceram esta atenção.

Atenção a este caso é exatamente o que não se queria. O COPILOTO SE SUICIDOU e acabou! E ficou sendo a opinião corrente, pergunte a quem quiser pela causa da queda do Germanwings e ele responderá (se ainda se lembrar) que foi o copiloto.

Acabaram os jornalistas investigativos. Ou se tornaram muito preguiçosos, ou são mal pagos, ou lhes falta ambição profissional, OU SÓ PODEM PUBLICAR O QUE O DONO MANDAR.

Toedter

25 de maio de 2015

O SEGREDO DO MAXWELL

Poucos não conhecem ou já não ouviram falar do filme Zeitgeist. Segundo Wikipedia é o mais baixado da internet – mais de 30 milhões de vezes! Também é Wikipedia que nos informa que uma das principais fontes de inspiração para esta obra foi Jordan Maxwell, pesquisador, escritor, protagonista de inúmeras palestras e entrevistas em rádio e TV. Maxwell é especializado em teologia, sociedades secretas e etimologia. Os mistérios do mundo são o seu alvo. Durante três anos ele foi o editor de Truth Seeker Magazine (Magazine Buscador da Verdade), publicação que existe desde 1873. Conheça-o neste vídeo de pouco mais de três minutos:
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É ele que diz que nada neste mundo, nem governo, nem bancos, funciona como a gente acha que funciona. Na realidade tudo funciona muito bem como o SISTEMA o quer, não como nós queremos. Segundo Maxwell acontece que “as pessoas sempre irão apoiar o que elas querem ouvir, mas não apoiarão o que não querem ouvir” e ainda que “ninguém é feliz quando confrontado com a verdade”.

É a verdade que temos que buscar!

Isso é o que estamos tentando fazer em relação ao que aconteceu com o mundo de setenta anos para cá. Quando afirmamos que o mundo está sendo CONDUZIDO a um estado em que poucos pretendem viver às custas da opressão de muitos, quando dizemos que as notícias são mentirosas e que a história não é a que nos vem sendo contada, isto talvez não é o que a maioria quer ouvir. Esperemos que a divulgação do “segredo” do Jordan Maxwell nos ajude um pouco.

Toedter

14 de maio de 2015

NAZIISMO / SIONISMO

Já falei aqui da crítica que recebi tempos atrás de um leitor dizendo que eu não sabia a diferença entre judeu, israelita e sionista. E ele tinha razão. Também acho que a maioria não se preocupa com tal questão. Recebi agora a indicação de um endereço que se denomina TRUETORAHJEWS, o que pode ser traduzido VERDADEIROS JUDEUS DA TORÁ. Este portal publica uma matéria altamente pertinente e que, como efeito colateral, talvez até contribua na análise do que foi dito na postagem anterior. Confirmei a origem como genuína, fiz a tradução e, apesar de longa, vai merecer um interesse geral.

Propaganda nazista foi baseada no que disseram sionistas

SIONISMO E O ANTISSEMITISMO
 Nós imploramos e rogamos a nossos irmãos judeus perceber que os sionistas não são os salvadores do povo judeu e garantia da sua segurança, mas sim os instigadores e causa original do sofrimento judeu na Terra Santa e no mundo inteiro. A ideia de que o sionismo e o Estado de "Israel" são os protetores dos judeus é provavelmente a maior farsa já perpetrada sobre o povo judeu. Na verdade, onde mais desde 1945 os judeus têm sido expostos a tal perigo físico como no estado sionista?!

Judeus são exortados por suas leis religiosas a serem leais ao país no qual são cidadãos. Desde a destruição do Templo Sagrado em Jerusalém e do exílio do povo judeu, há cerca de dois mil anos atrás, nós fomos intimados a ser escrupulosamente leal aos países nos quais residimos. Um dos grandes profetas bíblicos, Jeremias, no capítulo 29 de seu livro proclamou a mensagem de D'us a todos os exilados; no versículo sete se lê, "Buscai o bem-estar da cidade para a qual eu os exilei e orai por ela ao Todo-Poderoso, porque através bem-estar dela, você terá seu bem-estar." Este tem sido um dos pilares da moralidade judaica em toda a nossa história até hoje.

Judeus fiéis à Torá desejam viver em paz e harmonia com seus vizinhos em todos os países da comunidade das nações, inclusive na Palestina histórica. Eles lamentam atos de violência e políticas levadas a cabo por aqueles que, fazendo mau uso do nome de Israel, nosso antepassado, terem substituído o ideal dos valores eternos da Torá, a eterna herança divinamente outorgado do povo judeu, por um nacionalismo chauvinista.

Tem sido a intenção antiga do sionismo criar intencionalmente antissemitismo em qualquer lugar possível, e ainda mais comumente, tirar proveito de qualquer sofrimento dos judeus em toda parte, a fim de reforçar a sua causa. Na verdade, ódio a judeus e sofrimento de judeus é o oxigênio do movimento sionista, e desde o início a incitação deliberada ao ódio a judeus e, em seguida, o horror fingido, são usados para justificar a existência do estado sionista - isto é, naturalmente, maquiavelismo elevado ao mais alto grau. Assim, os sionistas prosperam através do ódio e o sofrimento dos judeus e procuram se beneficiar, assim, mantendo judeus no medo perpétuo, levando-os a ignorar a verdadeira natureza do sionismo , pensando que o estado sionista é a sua salvação.

ANTISSEMITISMO ATRAVÉS SIONISMO POLÍTICO
 Embora sionistas e outros o disputem, o fato inegável é que revolucionários seculares e elementos apóstatas na comunidade judaica da Europa contribuíram grandemente para a hostilidade em relação aos judeus após a Primeira Guerra Mundial. Isso despertou o ódio aos judeus em geral entre muitos não-judeus. Enquanto era um prisioneiro em 1924 na fortaleza de Landsberg à margem do rio Lech, Hitler escreveu seu Mein Kampf. Quando ele se tornou chanceler da Alemanha, em 1933, ele foi assistido por Goebbels, Rosenberg e Streicher. Deles vieram as declarações: "Os judeus da Alemanha causaram a derrota da Alemanha na guerra 1914-1918; os judeus da Alemanha foram responsáveis ​​pelas terríveis condições na Alemanha que se seguiram à guerra; os judeus da Alemanha são estrangeiros e eles desejam permanecer estrangeiros; eles não têm nenhuma lealdade para com o seu país de nascimento; eles não são humanos; eles são cães imundos; eles não têm o direito de se intrometer nos assuntos da Alemanha; há também judeus demais na Alemanha.

No que concerne ao Sionismo, o seu fundador e apóstata, Theodor Herzl, buscou intensificar o ódio ao judeu a fim de reforçar a causa do sionismo político. Aqui estão algumas de suas "pérolas":

"É essencial que os sofrimentos dos judeus. . . tornem-se pior. . . isso vai ajudar na realização de nossos planos. . .Eu tenho uma excelente ideia. . . vou induzir antissemitas a liquidar riqueza judaica. . . Os antissemitas vão nos ajudar assim, na medida em que reforçarem a perseguição e opressão dos judeus. Os antissemitas são nossos melhores amigos ". (De seu Diário, Parte I, pp. 16) Palavras adicionais da imaginação vívida deste sonhador, de p. 68 da Parte I do seu Diário. Então, o antissemitismo, que é uma força profundamente enraizada na mente subconsciente das massas, não prejudicará os judeus. Na verdade, eu acho que ele seja vantajoso para a construção do caráter judaico, a educação das massas que levará à assimilação. Esta educação só pode acontecer através do sofrimento, e os judeus vão se adaptar.

 Visualizações de ódio dos judeus como sendo subumanos não tinham que ser inventadas por teóricos nazistas, como Hitler, Goebbels, Rosenberg e Streicher. Esta ideologia foi simplesmente adaptada de declarações de sionistas políticos como aqueles encontrados nos escritos do sionista Yehezkel Kaufman em 1933.

Em 1920 houve declarações hostis aos judeus expressas na Universidade de Heidelberg. Estas declarações, argumentando que os judeus da Alemanha causaram o tumulto que se seguiu à guerra; que os judeus da Alemanha não tinha nada em comum com os alemães, e que os alemães tinham o direito de impedir que os judeus da Alemanha se intrometessem nos assuntos de seu Volk, não foram feitas por Adolf Hitler em Mein Kampf, mas por Nahum Goldmann, que veio para se tornar o presidente da Organização Sionista Mundial e cabeça do Congresso Judaico Mundial, e, indiscutivelmente, o mais influente político sionista do mundo, perdendo apenas para o primeiro-ministro do Estado de Israel.

Em 1921, os alemães na Alemanha foram informados de que:
"Nós judeus somos estrangeiros ... um povo estrangeiro em seu meio e nós ... queremos continuar assim. Um judeu nunca pode ser um alemão leal; todo aquele que chamar um país estrangeiro de Pátria é um traidor ao povo judeu ". Quem disse estas palavras vis? Foi Jacob Klatzkin, o segundo de dois ideólogos sionistas políticos na Alemanha na época, onde os judeus da Alemanha desfrutavam direitos políticos e civis integrais. Foi ele quem havia proposto minar as comunidades judaicas como uma forma certa de aquisição de uma posição. "Eles não tiveram escrúpulos em matéria de arrastar para baixo as comunidades judaicas existentes."

Quem falou em um discurso público em uma reunião política sionista em Berlim e declarou que "a Alemanha tem judeus demais"? Foi Hitler ou Goebbels? Não, foi Chaim Weizman, que viria a ser o primeiro presidente do Estado de Israel. Este discurso foi publicado em 1920, e, portanto, quatro anos antes de Hitler escrever Mein Kampf.

Quantos sionistas judeus sabem desta traição pérfida perpetrada por esses líderes sionistas políticos seniores, esses apóstatas do povo judeu? No Julgamento de Nuremberg de Criminosos de Guerra, propagandista nazista, Julius Streicher testemunhou: "Eu não fiz nada mais do que repetir o que os líderes sionistas tinham dito", é claro que ele tinha dito a verdade.

Além de Hitler, Rosenberg, Goebbels e Streicher, muitos outros líderes nazistas utilizaram declarações de sionistas para validar as suas acusações contra os judeus da Alemanha. Tais são os esforços dos líderes sionistas até o dia de hoje para manter um alto grau de antissemitismo, a fim de capacitá-los, em horror fingido, apontar para o antissemitismo em prol de sua causa idólatra e antijudaica. Em 1963, Moshe Sharett, então presidente da Agência Judaica, disse ao 38º Congresso Anual da Federação da Juventude escandinava que a liberdade de que goza a maioria dos judeus coloca o Sionismo em perigo e no 26º Congresso Sionista Mundial, os delegados foram informados de que o judeu está ameaçado pela flexibilização do antissemitismo nos Estados Unidos. "Estamos ameaçados por liberdade", declarou.

Como dissemos anteriormente, o Sionismo se aproveita do antissemitismo. Ben Gurion declarou: "... nem sempre e não em todos os lugares faço oposição ao antissemitismo". Sionistas se valem regularmente da prática de chamar de "antissemita" contra quem quer que seja, judeu ou não judeu, que se atreva a falar contra a maldade do sionismo.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a organização Lehi, um desdobramento do Irgun de Begin que foi chefiada pelo Yitzchak Shamir, procurou uma aliança com os nazistas! O que se segue é uma citação dos escritos do Lehi em seus contatos com os nazistas:

"O estabelecimento do Estado judeu histórico em uma base nacional e totalitária, e comprometido por um tratado com o Reich alemão, seria de interesse alemão para fortalecer sua futura posição de poder no Oriente Médio ... O NMO na Palestina se oferece para exercer um papel ativo na guerra ao lado da Alemanha ... A cooperação do movimento de libertação israelense estaria também em linha com um dos últimos discursos do chanceler do Reich alemão, em que Herr Hitler sublinhou que qualquer acordo e qualquer aliança seriam incluídos com o fim de isolar Inglaterra e derrotá-la. "
 Para aqueles que presumem que sionistas têm estado do lado da liberdade e da igualdade, estas palavras parecem estranhas. No entanto, para aqueles que entendem a raiz do sionismo, que é a transformação e erradicação do conceito tradicional do judeu e do Judaísmo, estas declarações não são nada estranhas. Eles são de serem esperadas.

Os sionistas concordaram com o nazismo em geral, mesmo antes do advento do nazismo. Eles acreditavam que os judeus não podiam, e não deveriam, viver em harmonia com qualquer outra sociedade no mundo, e que devem ser removidos dessas sociedades em benefício das mesmas. Eles acreditavam que a nova existência judaica em Estado próprio iria corrigir a imagem de judeus tida como "inúteis" e "parasitas". Essas idéias já existiam muito antes de Adolf Hitler!

Há uma enorme quantidade de literatura que descreve como os sionistas tornaram muito difícil salvar judeus durante e após a Segunda Guerra Mundial. Como vários indivíduos e organizações estavam tentando organizar partidas de judeus para os países ocidentais, os sionistas trabalharam horas extras para evitar que isso aconteça. Eles expressaram a opinião de que o aumento da população judaica na Palestina era mais importante do que permitir que os judeus fossem para países terceiros, insistindo junto a potências ocidentais de que judeus não devem ser aceitos em lugar algum que não seja a Palestina. Na verdade, Yitzchak Greenbaum, um famoso sionista, proclamou que "uma vaca na Palestina valia mais do que todos os judeus na Polónia." O infame David Ben-Gurion disse em 1938: "Se eu soubesse que seria possível salvar todas as crianças na Alemanha, levando-os para a Inglaterra, e apenas metade das crianças, levando-as para Eretz Israel, eu escolheria a segunda solução. Devemos levar em conta não só as vidas dessas crianças, mas também a história do povo de Israel ".

Depois da guerra, um líder sionista "religioso", o rabino Klaussner, encarregado de pessoas deslocadas, apresentou um relatório ante a Conferência Americana Judaica em 02 de maio de 1948:

"Estou convencido de que as pessoas devem ser forçadas a ir para a Palestina ... Para eles, um dólar americano aparece como o mais alto dos objetivos. Pela palavra" força ", eu estou sugerindo um programa. Ela serviu para a evacuação dos judeus na Polônia e na história do 'Exodus' ... Para aplicar esse programa é preciso, em vez de prover conforto aos 'deslocados' , criar o maior desconforto possível para eles ... Numa segunda fase, um procedimento chamando o Haganah para perseguir os judeus. "

É irônico os sionistas proclamarem seu Estado como o porto seguro para o povo judeu, quando desde a Segunda Guerra Mundial nenhum lugar na terra foi tão perigoso para os judeus, tanto espiritual como fisicamente, como o estado sionista.

Os sionistas trabalharam incansavelmente para criar medo entre os judeus nos países árabes depois que o estado sionista foi criado. Sua tática funcionou com mais sucesso no Iêmen, Marrocos, Iraque, Argélia, Líbia, Tunísia.

É do conhecimento comum entre os judeus iraquianos que durante 1949-1950 o famoso sionista, Mordechai ben Porat, que tinha o apelido de Morad Abu al-Knabel (Mordechai Bomber), após a criação do estado sionista, esmerou-se em procurar subornar autoridades iraquianas a aprovar leis para encorajar os judeus a deixar o Iraque. Isto foi reforçado pelos sionistas plantando bombas nas sinagogas em Bagdá, em março de 1950. Informações sobre isso são facilmente disponíveis na internet.

Os escritos do Sr. Naim Giladi documentam em detalhe o que os sionistas fizeram em Bagdá, em 1950, com o propósito de provocar a saída dos judeus com destino ao estado sionista. Aos sionistas não importa o efeito que suas políticas têm sobre as comunidades judaicas de qualquer país. Quando acusam as nações europeias de todos os pecados sob o sol, os sionistas se importam que isso possa produzir hostilidade contra os judeus? Não! Nem um pouco. Pelo contrário, como já vimos, eles progridem em tais circunstâncias, agarrando-se a vã esperança de que essas comunidades judaicas venham a correr para a "salvação" no "porto seguro" do paraíso sionista onde os judeus estão em perigo constante porque o regime sionista comete toda forma de provocação cruel contra os não-judeus.

ACUSAÇÕES TERRÍVEIS DE VIOLÊNCIA E INTIMIDAÇÃO
 Leia mais, em tempos mais recentes os sionistas têm procurado todas as oportunidades para encorajar os judeus a abandonar os seus países de origem. Sempre que houver mesmo o menor caso de hostilidade em relação aos judeus na esteira da política sionista, ou se existem sinais de sofrimento econômico e deslocamento, os sionistas os ampliam mil vezes, procurando humilhar impiedosamente as nações envolvidas, e incentivando os judeus a ir para o estado sionista, o chamado "lar natural" do povo judeu. Este tem sido o caso em países como França, Argentina, Uruguai, da antiga União Soviética e no Egito.

As promessas da Torá estão sempre a serem realizadas. Este versículo da Torá demonstra que aqueles que são seus inimigos irão pagar um preço quando o reino de D-S prevalecer.

Deuteronômio 32:43: Jubilai, ó naçöes, o seu povo, porque ele vingará o sangue dos seus servos, e sobre os seus adversários retribuirá a vingança, e terá misericórdia da sua terra e do seu povo.

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Fontes:
Guardian Volume two Issue 7
■Satmar Grand Rebbe Joel Teitelbaum
■The Jews of Batna, Aleria: A Study of Identity and Colonialism by Elizabeth Friedman.
■The Jewish Communities of Morocco and the AIU by M. Laskier, State University, Albany, N.Y.
■The Impact of Western European Education on the Jewish Millet of Baghdad by Maurice Sawdayee.
■Outcaste Jewish Life in Southern Iran by Laurence D. Loeb. Gordon and Breach.
■The Last Arab Jews. The Communities of Jerba, Tunisia by Abraham Udovitch and Lucette Valensi. Harwood Academic Publishers.

No portal http://www.truetorahjews.org/naziismzionism a matéria acima pode ser confirmada.

Toedter 

6 de maio de 2015

O FUTURO DE ISRAEL

A mídia convencional diz muito pouco a respeito, mas o fato é que a comunidade etíope de judeus que vive em Tel Aviv está se sentindo desrespeitada. Alegando ser vítima de racismo promoveu manifestações no último domingo, que resultaram em grave confronto com a polícia. Houve de tudo, balas de borracha, granadas de gás, jatos d'água, pedras e muitos feridos.

A ocorrência volta a sugerir a questão sobre a artificialidade daquele estado sionista e se ele teria futuro como nação. É uma diversidade étnica muito acentuada que ali agora convive, pois quando da formação foram convocados judeus de todo mundo a se estabelecerem naquelas terras. Hoje talvez muitos deles renovando a dúvida sobre o que poderia ter provocado a, assim chamada, DIÁSPORA. Não vou me deter nisto, mas chama a atenção que o judeu historicamente não foi estável nos seus assentamentos. Começamos a saber dele quando há dois mil anos antes de Cristo Abraão migrou com a sua tribo desde a região próxima ao hoje Kowait até o Egito, voltando depois para a área do Israel atual. Mas também esta o judeu deixou, ou foi obrigado a deixar, para voltar para Babilônia, donde depois retornou para a Judea, na região Mediterânea. Isto no século 6 antes a.C. Afinal, no último milênio espalhou-se pelo mundo e ao seu término busca definir suas terras, criando o estado de ISRAEL.

Será que é para ficar? Pois deparei com algumas notícias que dão o que pensar. Em 17.9.2012 a colunista Cindy Adams divulga no NEW YORK POST que o ex ministro do exterior estadunidense Henry Kissinger teria dito textualmente: “Em dez anos não haverá mais ISRAEL”. Kissinger é judeu e a declaração é desconcertante. Mas tem mais.

Um cidadão britânico chamado John Rupert Colville, da alta sociedade, funcionário do ministério do exterior inglês, foi um dos secretários particulares do primeiro ministro Arthur Neville Chamberlain e logo depois, de 1940 a 45, exerceu igual função de Winston Churchill. Este Colville teve seus “Diários” publicados em 1988 pela editora Siedler em Berlim e à página 38 vamos saber algo que talvez explique o que Kissinger veio a dizer. Ali Colville relata que a 22 de outubro de 1939 o lorde Lionel de Rothschild mandou apresentar ao primeiro ministro Chamberlain um plano, segundo o qual Rothschild recomendou que a guerra (recém eclodida) tivesse como objetivo central, entregar a Alemanha aos sionistas e espalhar os alemães entre outros povos do mundo.

Tudo está a indicar que este plano está em plena execução. Em 2008 a imprensa judeófila alemã já noticiava que em Weimar, a cidade principal do estado da Turíngia, deverá ser criado um estado judáico. Um portal na internet http://midinatweimar.org
divulga entre os seus princípios:  Medinat Weimar wishes to establish a Jewish state in Thuringia, Germany, with the city of Weimar as its capital. Podem conferir. A TV estatal alemã DEUTSCHE WELLE tem hoje uma programação bastante sionista. Para os próximos dia estão anunciando uma série: Deutschland Israel auf immer verbunden (Alemanha Israel para sempre unidos).

Tudo indica que realmente é de se perguntar qual será o futuro de Israel. E ao meu querido povo alemão eu diria: vocês são uns coitados...

Toedter

3 de maio de 2015

Comunicado de remoção de postagens

As 105 postagens publicadas entre 19.02.2013 e 27.03.2015 foram removidas pelo autor, por terem sido compiladas em livro. Este livro acaba de ser editado pela LIVRARIA E EDITORA DO CHAIN - Curitiba, sob o título "Pobre Mundo Novo".