27 de abril de 2015

HISTÓRIA É VERSÃO

Frequentemente me perguntam por que passei a me dedicar a esta atividade que costuma ser chamada de revisionista. Antes de responder eu gostaria de dizer que eu a considero muito mais contestadora do que revisionista, mas isto vai do entendimento de cada um.

Então, o que é que fez com que eu me expusesse publicamente, nadando contra a maré, discordando de uma opinião pública já consolidada sobre a história relacionada à Segunda Guerra Mundial? É o assunto principal dos meus escritos. O clique aconteceu, quando lá pela metade da última década do século findo, meu neto, talvez então com uns doze anos de idade, em colóquio despretensioso, contava-me da sua vida na escola. Quando o assunto chegou a ser suas aulas de História, fiquei profundamente chocado com a visão totalmente falsa que estava sendo incutida na mente daquelas crianças. Revoltei-me por que eu estivera lá. Não fui combatente, mas era povo em meio, ou próximo de toda aquela calamidade que uma guerra representa. Guerra total, incondicional. E aqui agora os professores, por que assim aprenderam, estavam ensinando às inocentes crianças que aquele povo sofrido era mau, era culpado de tudo.

Aí comecei, inicialmente com caneta e papel, depois teclando, a fazer anotações destinadas a fornecer aos meus descendentes informações mais consistentes. Juntando material, pesquisando, escrevendo, tudo tomou forma de um livro, que acabou editado. Foi seguido de presença na internet com dois blogues, o primeiro censurado após quatro anos, e a publicação de mais três livros.

Somos muitos mundo afora, mas não podemos nos enganar, querer que a verdade prevaleça é quase um trabalho de sísifo. Sabemos do dia a dia o quão é difícil ou até impossível fazer alguém mudar de concepção, opinião sobre alguma coisa. Sabemos também que a opinião das pessoas sobre a Segunda Guerra e seus desdobramentos está fortemente alicerçada por uma doutrinação persistente que vem sendo exercida há mais de duas gerações, planejada e programadamente por igual em todo o mundo. Temos que considerar que todos os que hoje são jornalistas, políticos, professores, formadores de opinião aprenderam desde criança que a Alemanha foi culpada, que Hitler quis dominar o mundo, que todos os crimes de guerra foram cometidos pelos nazistas, que os alemães trucidaram seis milhões de judeus. Era isso que os escolares aprendem. São aulas mais importantes do que as da História do seu país, do Mundo, ou até mesmo de Geografia. Alunos são levados a conhecer campos de concentração ou museus do holocausto e seus professores sempre municiados com material didático especializado. Junte-se a isso a constante e inestimável influência sobre a mente das pessoas, exercida pela mídia dominada pelos setores interessados e de orientação centralizada.

Já dizia Johann Wolfgang von GOETHE “Sobre História ninguém pode emitir julgamento, que não a tenha vivenciado” (Über Geschichte kann niemand urteilen, als wer an sich selbst Geschichte erlebt hat).

É normal que os acontecimentos sejam vistos de várias maneiras, ângulos e critérios que podem resultar em versões divergentes. Juízes e jurados que o digam. A História também é resultado de VERSÕES. Quem dispõe dos meios, faz prevalecer a sua, mesmo que seja falsa.

Toedter

15 comentários:

  1. Nobre Norberto.
    Lembro-me que essa doutrinação me pegou apenas 'en passant', pois eu tive a sorte de um irmão ter comprado um exemplar da primeira edição de "Holocausto - judeu ou alemão?", do grande S. E. Castan quando iniciava minha adolescência.

    A partir daí, a recalcitrância só aumentou. Quem sabe com ela consigamos trazer cada vez mais pessoas para nosso rol de contestadores?

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  2. Olá sr. Norberto.
    Algumas semanas atras, deixei á pagina sua exposta e um rapaz moreninho que presta serviço a nós e que nada entende do assunto viu uma mataeria ,e logo me perguntou a respeito desse blog. ..... expliquei com detalhes do que se tratava, mostrei o Inacreditavel, o Fab29 ,Desatracado, e acho o Nazismo Verdades e Mentiras etc Resumo: ..ele que nada sabe ,disse que se o Holocausto é probido duvidar é lógico que não é verdade! Viu só?
    Se liberar a mentira apareçe, que eles cuidem bem dessa farsa e de outras
    EDUARDO-SP

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  3. Só quem viveu mesmo na Alemanha dos anos 30 e 40, sabe exatamente o que aconteceu lá, e não o que descreve os pseudos "Livros de História"!

    Saudações, Sr. Toedter!

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  4. Judeu escreve "Por que eu me chamo um negador do Holocausto?"
    http://pauleisen.blogspot.ca/2012/12/how-i-became-holocaust-denier-by-paul.html

    Castan ainda vive ... e assombra.

    Cobalto

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  5. Pós-História...

    A primeira vez que entrei em contato com esse termo foi através da obra de José Arguelles... Embora estejamos inexoravelmente submetidos à dimensão "tempo", ela é muito pouco "pensada", digamos assim... A obra de Arguelles dá um passo além e relaciona o ritmo temporal aos processos mentais do homem. Também esclarece o absurdo de uma abordagem temporal focada na linearidade. A "História", desde a unificação do alto e baixo Egitos foi isso: uma sequência de eventos "importantes" catalogados em escala linear de antes e depois até a Pós-Modernidade...

    Percebo que essa coisa chamada de História adquiriu caráter de um ente autônomo, claro, caráter ilusório que faz com que o homem comTEMPOrize sua tragédia no patíbulo desse mundo. E os nomes listados nela como "Revolução Bolchevique", "Revolução Francesa" não passam de nomes pomposos para justificar os massacres. Afinal, "é o rumo da História".

    Devemos renomear os eventos de acordo com nosso nível de conhecimento. .

    Por exemplo, tenho visto até mesmo camaradas se referindo à entrada da Wehrmacht na Polônia com a expressão "Invasão da Polônia". Invasão ou não, isso é irrelevante. Sabemos que Danzig era vítima de atrocidades deliberadas. Daqui para frente, devemos nos basear nisso ao nos referirmos ao evento que se usa como pretexto pra o início da Segunda Guerra Mundial, e chamá-lo de "Socorro a Danzig", ou algo do gênero.

    Outra coisa: "Segunda Guerra Mundial"... Por que a chamamos de "Segunda Guerra Mundial"? Considerar a maior batalha conhecida como "a segunda parte" de outra é depreciar sua magnitude material e espiritual. A conhecida como "Primeira Guerra Mundial" não foi uma guerra mundial, mas uma guerra europeia pelo domínio de colônias. Poderíamos chamá-la de "Guerra Européia", ou de "A Guerra das Colônias"; ou se observarmos que os países atacados foram impérios ou monarquias, e os países atacantes foram países democráticos ou republicanos, também poderíamos sermos criativos e inventarmos os nomes, por exemplo, "A Grande Guerra Maçônica", ou "A Grande Guerra Ideológica".

    Por suposto, nenhum desses nomes seria jamais aceito e ensinado aos alunos das escolas e universidades, mas nós que sabemos do ocorrido seríamos descuidados se ficarmos repetindo esse nomes imprecisos da História. Se optarmos em chamá-los de outra maneira, não seria sinal de arrogância, pois, a quem de nós que conhece os fatos importa a opinião de alguém orientado pelo mass media?

    Talvez um bom nome seria o "Totaler Krieg", bem batizada por Goebbels.

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    1. Nem Revolução Francesa, mas Golpe de Estado Siono-Maçônico Anti-Francês; nem Proclamação da República, mas outro Golpe de Estado Siono-Maçônico Anti-Democrático Brasileiro, e por aí vai. Gostei.

      Cobalto

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    2. E a revolução Bolchevique comunista na Rússia, que se dizia ser a favor do povo russo, mas tinha um propósito negro por trás, que era acabar com as culturas, tradições e religiosidade da mãe Rússia!

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  6. Já são mais de 100 anos de guerra contra o povo alemão!
    E a guerra estendeu-se contra todos os povos brancos da terra! A ideologia da Escola de Frankfurt, o Gramcismo, neocomunismo, marxismo cultural, a ditadura do politicamente correto grassa na mídia ocidental. A infecção espalha-se a olhos vistos!
    E nós sabemos quem está por trás disso!
    Pois saibam que não estamos sozinhos neste mundo, há seres superiores observando tudo... mesmo que o portal tenha sido fechado, ainda temos contato com eles...
    Thules sieg!

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  7. A "História" coloca o Nacional Socialismo como um movimento que nasceu, viveu e morreu... Mas há quem afirme que o Reich é eterno; o uniforme negro espera o memento de ser envergado para sempre.

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  8. Ah ah ah, com que então historia é versão? Mas que grande aversão tu lhe tens né.
    Conta-me outra que essa estória esta mal contada.

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    1. Eheheheh a Anti Defamtion League não tinha um lacaio melhor para por na rede. Contrataram um que é leigo, sem formação nenhuma, não produz ele mesmo um artigo sequer. Depois reclama de censura se nem consegue entrar nos artigos de modo categórico.

      Em primeiro lugar balbucia, depois vem com afirmações que estão totalmente alinhadas com os postulados politicamente corretos e predominantemente judaicos. Saindo um centímetro de tais postulados tudo o que coloca se esvai, desaba.

      Em um artigo de David Irving sobre o Churchill andou a falar, agora no MEU ARTIGO DE CITAÇÕES (sim eu pesquisei e formei o artigo, não peguei de ninguém) em que o bêbado inglês coloca Hitler no mais alto lugar do pódio, no Olimpo da História, ele se silenciou:

      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2015/04/hitler-por-winston-churchill-por.html

      Nem xingamento do inútil eu recebi... Volta pro buraco verme...

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    2. Deixa la que já respondi no teu pasquim mas levas aqui também se o nazi daqui publicar

      O rapazinho, CHURCHIL, quando falares de CHURCHIL, tens que dobrar a lingua ja que coluna vertebral não tens.CHURCHIL ao contrario de um outro primeiro ministro DAVID LLOYD GEORGE que era um molusco e como tal não tinha coluna vetebral e por isso aindou a petiscar com o hitler na toca do lobo e com issso a compor a imagem do ditador na velha inglaterra.

      http://www.ww2hc.org/articles/lloyd_george_and_hitler.htm

      São os tais idiotas uteis, que so tarde e a mas horas chegam a verdade, outros nunca porque morrem na ignorancia. CHURCHILL , ó pascacio foi um LIDER, a quem o hitler não conseguiu vergar, o unico lider a enfrenta-lo e a jurar que se fosse preciso aliar-se ao diabo ( comunismo) para o derrotar o faria, um lider que prometeu ao seu povo sangue suor e lagrimas e em que lutariam nas praias nos campos nas ruas mas nunca se renderiam. UM DEMOCRATA PASCACIO.

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    3. ahahahaha

      Não me respondeu não sobre o artigo em que Churchill com sua própria caneta louva Hitler.

      Sua resposta eu publiquei já, no artigo do David Irving
      http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2014/11/o-mito-churchill-sob-fogo-cerrado.html

      Tens mais voz aqui e no meu blog do nós revisionistas em outros blogs e midias. O motivo é claro, na falta de uma análise em questão por questão para não serem desmascarados os tribalistas judaicos e seus lacaios correm.

      Quanto a glorificação de Hitler nas próprias palavras de Churchill tu se espremeu por um buraco de parafuso e sumiu.... silêncio total Esse silêncio foi feio mesmo, escancarei e ninguém para cumprimentar o Chuchill! Abandonou ele? É mesmo uma larva!

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    4. Faltou também expor as citações de Churchill sobre o Comunismo (de antes de se aliar a tal).
      Analisando friamente, Churchill deu uma guinada radical em sua concepção de mundo (pública) em um curto período de tempo. Acho que seu mergulho no álcool foi devido à intimidade que encetou com Mefistófeles ao combater aquilo que, no fundo, sabia estar mais de acordo com os próprios valores. Declarações fanfarronas dele que se referiam à destruição das cidades alemãs são reflexo de um radicalismo pelo radicalismo, independente de valores. Por isso não era líder, de fato. Era um fantoche que verbalizava conforme a ordem de seus amos.


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  9. Essa é uma "versão" nunca contada ....

    https://www.youtube.com/watch?v=4p2sjGBAvgc

    Ranking dos 10 maiores caça-bruxas (Jagdhexen) da Luftwaffe. Os Top 100 pilotos de caça alemães, abateram mais de 15.000 aviões inimigos!

    223 pilotos da Luftwaffe estão à frente do melhor piloto Aliado (ocidente e leste) e mais de 136 pilotos de caça alemães estão à frente de Richard Ira "Dick" Bong, considerado o melhor piloto aliado ocidental.

    Houve um caso de um piloto de caça alemão Franz von Werra. Ele é um caso único dentro da Luftwaffe: sua notoriedade não decorre de seus feitos enquanto piloto de caça, mas, principalmente, de sua personalidade extravagante e de ter sido o único soldado alemão a escapar de um campo de prisioneiros inglês, realizando uma verdadeira epopeia até retornar à Alemanha. Virou filme (*).

    http://www.luftwaffe39-45.historia.nom.br/ases/werra.html

    (*) "One Got Away": https://archive.org/details/OneGotAway5783

    Se você quiser ler sobre o que Lufftwaffe, então recomendo que o livro (uma biografia) de Adolf Joseph Ferdinand Galland (19 de março de 1912 - 9 de fevereiro de 1996), cujo o título do livro é: "Die Ersten und die Letzten. Glanz und Untergang der Deutschen Jagdflieger." (O primeiro e o último esplendor e queda do piloto de caça alemão). Foi escrito pelo próprio Adolf Galland, e inclui uma lista de mais de 150 ases voadores alemães que atiraram cada um pelo menos 100 bruxas.

    http://www.luftwaffe39-45.historia.nom.br/ases/galland.htm

    Faltou citar outro grande caça-bruxas, o herói garotão de 22 anos, Hans-Joachim Marseille com 388 missões de combate, 158 vitórias (7 na Inglaterra, 101 P-40s, 30 Hurricanes, 16 Spitfires). Esse mandou pro abismo mais de 150.

    http://www.luftwaffe39-45.historia.nom.br/ases/marseille.htm

    Temos ainda uma patrola aérea que foi Hans-Ulrich Rudel, o destruidor de nada menos que 518 tanques de guerra.

    Na verdade, as mortes creditadas a estes ases caça-bruxas devem ser bem maiores, porque a Luftwaffe era extremamente rigorosa para fazer a contagem. Então, muitos aviões abatidos deixaram de ser somados devido, ao contrário dos Aliados que não tinham este rigor.

    Cobalto

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